Resultados da pesquisa

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Semana do Meio Ambiente terá feira de orquídeas, aula de yoga e ações de educação ambiental no JBB

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Obesidade infantil exige atenção das famílias aos primeiros sinais

Foi dentro de casa que a assistente administrativa Thaynara Aguiar percebeu que algo não estava bem com a filha, Vallentina Louzeiro, de 7 anos. “Ela comia muito rápido e em grandes quantidades. Muitas vezes, repetia a refeição e, se sobrasse comida do irmão, também queria comer. Foi quando comecei a entender que precisava olhar para aquela situação com mais atenção”, relembra. A preocupação aumentou à medida que os sinais se tornavam mais evidentes. Além do ganho de peso, Vallentina passou a sentir dores nos joelhos e enfrentou comentários desagradáveis na escola. “Como mãe, fiquei muito preocupada. Ver minha filha tão pequena sofrendo com dores e sendo alvo de 'brincadeiras' por causa do peso me fez perceber que era hora de agir”, conta. Dores nas pernas, dificuldade para acompanhar brincadeiras, mudanças no comportamento e sofrimento emocional são alguns dos sinais de alerta para a obesidade infantil. O problema vem aparecendo cada vez mais cedo entre crianças e adolescentes. O alerta ganha ainda mais relevância diante de um cenário preocupante: segundo relatório recente do Fundo das Nações Unidas para a Infância (Unicef), uma em cada cinco crianças e adolescentes entre 5 e 19 anos está acima do peso no mundo. Ao todo, são cerca de 391 milhões de jovens nessa condição, sendo que quase metade já convive com a obesidade. No Dia da Conscientização Contra a Obesidade Infantil, celebrado nesta quarta-feira (3), especialistas do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), reforçam a importância da adoção de hábitos saudáveis desde os primeiros anos de vida e do olhar atento das famílias. Dores nas pernas, dificuldade para acompanhar brincadeiras, mudanças no comportamento e sofrimento emocional são alguns dos sinais de alerta para a obesidade infantil | Foto: Divulgação/IgesDF Pequenas mudanças, grandes resultados Segundo o pediatra do HRSM, Luis Henrique Costa, o aumento dos casos de excesso de peso entre crianças está diretamente relacionado às mudanças no estilo de vida observadas nos últimos anos. “Atualmente, alimentos industrializados, congelados e prontos para consumo costumam ser mais acessíveis e práticos do que opções frescas. Quando isso se soma ao excesso de tempo diante das telas, à redução das atividades físicas e a hábitos alimentares inadequados, o resultado é o crescimento dos índices de sobrepeso e obesidade infantil”, explica. Segundo o especialista, o excesso de peso na infância pode aumentar o risco de problemas como hipertensão, diabetes, dores articulares, alterações hormonais e impactos emocionais que podem acompanhar a criança ao longo da vida. No caso da Vallentina, a mudança começou dentro de casa. A mãe, Thaynara, revisou a rotina alimentar da família retirando refrigerantes, doces e outros produtos ultraprocessados do dia a dia. Também passou a orientar a filha a comer com mais calma e a respeitar os sinais de saciedade. “Entendi que ela consumia aquilo que estava disponível. Então, a responsabilidade também era minha. Começamos a fazer escolhas melhores e a construir uma relação mais equilibrada com a comida”, afirma. Com as mudanças na rotina, Vallentina perdeu cerca de cinco quilos e passou a apresentar mais disposição, melhora no bem-estar e mais qualidade de vida. A nutricionista da unidade, Ingrid Oliveira, destaca que a prevenção começa dentro de casa e não depende de mudanças radicais. Segundo ela, pequenas escolhas feitas diariamente podem fazer grande diferença na saúde das crianças. “Quanto mais colorido for o prato, melhor. Frutas, legumes e verduras devem fazer parte da alimentação do dia a dia”, orienta. Ingrid ressalta que os impactos de uma alimentação inadequada vão muito além do ganho de peso. De acordo com a especialista, o organismo não foi preparado para receber tantos alimentos ultraprocessados e produtos artificiais. “Esse consumo excessivo pode comprometer o crescimento, a saúde óssea, o equilíbrio hormonal e até o bem-estar emocional de crianças e adolescentes. Por isso, estimular hábitos saudáveis desde cedo é uma forma de promover mais saúde e qualidade de vida ao longo dos anos”, conclui. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Escolas públicas do Distrito Federal formam guardiões do meio ambiente

No Dia Nacional da Educação Ambiental, celebrado em 3 de junho, escolas da rede pública do Distrito Federal mostram como a educação ambiental faz parte do cotidiano pedagógico da rede. De hortas agroecológicas a projetos que conectam nascentes do Cerrado ao Oceano Atlântico, estudantes de diferentes regiões aprendem, na prática, sobre preservação, sustentabilidade e cuidado com os recursos naturais. Projeto Horta e Alimentação Saudável, desenvolvido na EC Beija-Flor, leva as crianças a conhecerem processos de plantio e manejo de mudas | Foto: Tereza Silva/SEEDF “A educação ambiental não é um tema isolado no currículo, mas um eixo fundamental para formar cidadãos responsáveis e preparados para os desafios do século 21”, afirma a secretária de Educação do DF interina, Iêdes Braga. “Continuamos o legado de transformação, garantindo que cada estudante do DF desenvolva não apenas conhecimento, mas valores de preservação e cuidado com o planeta, especialmente nas regiões de maior vulnerabilidade.” Aprendizado nasce da terra Na Escola Classe (EC) Beija-Flor, na Asa Norte, a educação ambiental faz parte da rotina escolar. Por meio do projeto Horta e Alimentação Saudável, estudantes acompanham o cultivo de hortaliças, plantas medicinais e espécies nativas do Cerrado em espaços utilizados como ambientes de aprendizagem. “Um ser que não está conectado à natureza tem uma parte da sua educação ceifada” Tereza da Silva, diretora da Escola Classe Beija-Flor Além de conhecer processos como germinação, plantio e manejo de mudas, os alunos desenvolvem práticas relacionadas ao cuidado com o meio ambiente e à valorização da biodiversidade local. A diretora da unidade, Tereza Marques Cardoso da Silva, lembra que a proposta contribui diretamente para a formação dos estudantes: “Nós somos natureza, e aí precisamos nos conectar a essa natureza, pois essa conectividade é a nossa formação integral. Um ser que não está conectado à natureza tem uma parte da sua educação ceifada”. A escola também participa de ações de plantio de árvores na Serrinha do Paranoá, ampliando as experiências de educação ambiental para além do ambiente escolar. Do Cerrado ao oceano [LEIA_TAMBEM]A dimensão socioambiental também atravessa fronteiras linguísticas. Na Escola Bilíngue do Plano Piloto (EBPP), referência no atendimento a estudantes surdos, o projeto Missão Guardiões do Mar demonstra que a preservação dos oceanos começa nas nascentes do Cerrado. Com o tema “Vereda (a)mar: conexões visuais entre céu, Cerrado e mar”, os estudantes utilizam ferramentas como o Google Earth para mapear o trajeto das bacias hidrográficas e compreender como o cuidado com os mananciais locais reflete diretamente na saúde do Oceano Atlântico. Toda a mediação é feita em Libras, garantindo que o aprendizado sobre responsabilidade socioambiental seja plenamente inclusivo. A data, instituída pela Lei Federal nº 12.633/2012, integra o calendário oficial da educação brasileira e reforça a importância de iniciativas voltadas à conscientização ambiental. Nas escolas da rede pública do Distrito Federal, esse trabalho é desenvolvido ao longo de todo o ano por meio de projetos que aproximam os estudantes do Cerrado, da sustentabilidade e da preservação dos recursos naturais. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Obras do Caps do Gama entram em fase de acabamento

A Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) prepara a entrega do primeiro Centro de Atenção Psicossocial (Caps) III do Gama, beneficiando a população de aproximadamente 140 mil habitantes da região. A inauguração concretizará o investimento de R$ 3,6 milhões descentralizados pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), reforçando a proposta de ampliação do cuidado próximo à comunidade. Localizada no setor norte da cidade, a unidade integra o Sistema Único de Saúde (SUS) como o 19º Caps do Distrito Federal e o segundo na modalidade Caps III. Um local de acolhimento e apoio às pessoas que enfrentam sofrimento psíquico intenso. O modelo III especifica uma unidade de funcionamento 24 horas, com atendimento voltado a maiores de 18 anos, com transtornos mentais graves e persistentes. Estrutura da obra Desde a concepção da planta, o projeto foi pensado para atender às demandas específicas da unidade, assim como garantir acessibilidade às pessoas com deficiência. Em um terreno amplo de 3,5 mil m², a construção ocupa aproximadamente 740 m² e valoriza espaços de convivência, com integração entre a área externa e interna. Em um terreno amplo de 3,5 mil m², a construção ocupa aproximadamente 740 m² e valoriza espaços de convivência, com integração entre a área externa e interna | Foto: Divulgação/Novacap A estrutura conta com farmácia, enfermaria, banheiros e vestiários, espaço de convivência interno, jardins externos, salas de atividades coletivas e atendimento individualizado, refeitório, cozinha e quarto de plantão com banheiro, para repouso dos profissionais, além das demais instalações obrigatórias. Entre os serviços oferecidos estão acolhimento inicial, atendimentos individuais e em grupo, intervenções em crises, ações farmacológicas e não farmacológicas, oficinas terapêuticas, visitas domiciliares, apoio às famílias e atividades comunitárias. "Esta entrega representa um momento histórico para o SUS do Distrito Federal e demonstra o nosso compromisso com o fortalecimento da Rede de Atenção Psicossocial (Raps) e com a política de saúde mental. Essa unidade do Caps Gama foi muito esperada pela população, e é uma alegria enorme poder, com ela, ofertar mais acesso às pessoas com sofrimento psíquico no DF" afirma Fernanda Falcomer, subsecretária de Saúde Mental. Com a inauguração do Caps, a população do Gama, estimada em cerca de 140 mil habitantes, passará a contar com atendimento mais próximo, sem a necessidade de deslocamento até o Recanto das Emas. A Administração Regional do Gama celebra o investimento na saúde mental, na prevenção e no cuidado com os moradores. “O Caps representa um avanço histórico para o Gama. Saúde mental é uma necessidade real da nossa população, e esse equipamento vai trazer acolhimento, tratamento e dignidade para muitas famílias que hoje enfrentam dificuldades sem o suporte adequado”, afirma a administradora Thábata Almeida. Joana Ferreira, 30 anos, moradora da região, conta que havia desistido de procurar ajuda devido à longa distância que precisava percorrer até o centro mais próximo. “Essa nova unidade me encorajou, pois agora o tratamento vai ser viável”, compartilha. “Essa entrega representa o resultado de uma atuação conjunta entre a Novacap e a Secretaria de Saúde, unindo infraestrutura e política pública para ampliar o acesso da população a um atendimento humanizado e de qualidade. Nosso compromisso é garantir que obras como essa cheguem às regiões que mais precisam, fortalecendo a rede pública de saúde do Distrito Federal”, destacou o presidente da Novacap, Fernando Leite.   *Com informações da Novacap

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Com apoio da FAPDF, UnB desenvolve tecnologia para aproximar idosos dos serviços digitais de saúde

Em um cotidiano cada vez mais digital, marcar consultas, acessar exames, buscar informações confiáveis e utilizar serviços de saúde pela internet já faz parte da rotina de muitas pessoas. Para parte da população idosa, no entanto, essas ferramentas ainda podem representar uma barreira. Foi para enfrentar esse desafio que surgiu o Digihealth Techkit, projeto desenvolvido na Universidade de Brasília (UnB) com fomento da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), por meio do edital Tech Learning (2023). A iniciativa reúne aplicativo, e-book, conteúdos interativos, jogos educativos e códigos QR para ajudar adultos a partir de 45 anos e pessoas idosas do Distrito Federal a desenvolverem habilidades digitais voltadas para o cuidado com a própria saúde. A professora Camila Alves Areda: “A FAPDF teve um papel estratégico ao incentivar projetos que promovem inclusão digital, saúde e envelhecimento ativo” | Foto: Divulgação/FAPDF O projeto é coordenado pela professora Camila Alves Areda, do curso de Farmácia da UnB, do Programa de Pós-Graduação em Propriedade Intelectual e Transferência de Tecnologia para Inovação (Profnit) e do Programa de Pós-Graduação em Assistência Farmacêutica (PPGasfar). Para Camila, esse investimento foi estratégico para aproximar a pesquisa das demandas reais da população. “O apoio da FAPDF foi fundamental para transformar a proposta em uma solução concreta, validada e adaptada à realidade da população do Distrito Federal. O fomento permitiu aprimorar a tecnologia, desenvolver materiais educativos, realizar testes com usuários reais e fortalecer a integração entre pesquisa, inovação e impacto social”, destaca Camila. Para a professora, o investimento em projetos como o Digihealth Techkit demonstra a importância de políticas públicas de fomento à ciência, tecnologia e inovação voltadas a desafios sociais concretos. “A FAPDF teve um papel estratégico ao incentivar projetos que promovem inclusão digital, saúde e envelhecimento ativo”, afirma. Educação O Digihealth é um conjunto de recursos educativos pensado para tornar o uso da tecnologia mais simples, seguro e acessível O nome do projeto combina dois conceitos: Digihealth, ligado à saúde digital, e Techkit, que significa kit de ferramentas. Na prática, trata-se de um conjunto de recursos educativos pensado para tornar o uso da tecnologia mais simples, seguro e acessível. A iniciativa é desenvolvida pela Universidade de Brasília, por meio da Faculdade de Ciências e Tecnologias em Saúde e da Universidade do Envelhecer (UniSER/UnB). “O projeto surgiu porque percebemos que muitas pessoas idosas ainda enfrentam dificuldades para utilizar tecnologias que hoje fazem parte do acesso à saúde, como aplicativos, exames digitais e teleatendimento. Isso pode gerar exclusão, dependência e dificuldade no cuidado com a própria saúde”, explica a professora. Segundo Camila, a proposta busca aproximar esse público das soluções digitais de forma gradual. “Nosso objetivo foi criar uma solução simples, acessível e adaptada à realidade desse público, promovendo inclusão digital, autonomia e mais qualidade de vida”, afirma. Como funciona O projeto propõe ferramentas educativas digitais voltadas para o desenvolvimento da chamada literacia digital em saúde. O termo pode parecer técnico, mas significa, de forma simples, a capacidade de usar tecnologias digitais para buscar informações confiáveis, acessar serviços e tomar decisões mais seguras sobre o próprio cuidado. “O Digihealth Techkit é um conjunto de ferramentas educativas digitais criado para ensinar, de forma simples e acessível, como utilizar tecnologias relacionadas à saúde. Na prática, a pessoa idosa aprende a acessar aplicativos, utilizar serviços digitais de saúde, consultar informações e desenvolver mais autonomia no cuidado com a própria saúde”, explica a coordenadora. O aplicativo foi criado pensando em dar mais autonomia a idosos que têm dificuldade em acessar tecnologia para realizar atividades cotidianas O aplicativo está em nível de maturidade tecnológica 7, também conhecido como TRL 7, indicando que uma solução já se encontra em estágio avançado de desenvolvimento, com protótipo em funcionamento e testes em ambiente real. Atualmente, a ferramenta passa por aprimoramentos constantes e avaliações com usuários, etapa fundamental antes de sua futura disponibilização para download. Além do aplicativo, o projeto prevê a adaptação do e-book Digihealth BSB, estruturado a partir do conceito japonês Ikigai, associado à busca por propósito, sentido e realização na vida. No projeto, essa ideia é aplicada à promoção de um envelhecimento mais ativo, saudável e conectado, relacionando saúde digital, autocuidado, aprendizagem ao longo da vida e participação social. Tecnologia pensada com e para pessoas idosas Um dos diferenciais do projeto é o desenvolvimento de uma tecnologia centrada no usuário. Isso significa que o aplicativo e os materiais são pensados a partir das necessidades reais das pessoas que irão utilizá-los, especialmente aquelas que não tiveram contato frequente com tecnologias digitais ao longo da vida. Para isso, a equipe trabalha com linguagem simples, navegação intuitiva, recursos visuais acessíveis e organização didática das informações. A proposta também considera aspectos como tamanho de letras, facilidade de compreensão, usabilidade e adaptação cultural ao contexto brasileiro. A construção do projeto também conta com a participação dos próprios usuários. A validação do protótipo envolve pessoas idosas da comunidade do Distrito Federal, incluindo participantes e egressos do Curso de Educador Político Social em Gerontologia, vinculado à UniSER/UnB. Esse processo permite que a equipe identifique dificuldades reais de uso, ajuste a linguagem e aprimore a experiência de navegação. O Digihealth Techkit utiliza recursos de gamificação, ou seja, elementos de jogos, como desafios, etapas e atividades interativas, aplicados ao processo de aprendizagem Para tornar o aprendizado mais dinâmico, o Digihealth Techkit utiliza recursos de gamificação, ou seja, elementos de jogos, como desafios, etapas e atividades interativas, aplicados ao processo de aprendizagem. Também são utilizados códigos QR, que podem ser lidos pela câmera do celular e direcionam o usuário para conteúdos digitais. “Essas ferramentas tornam o aprendizado mais leve, prático e estimulante. Os jogos educativos aumentam o engajamento e ajudam na fixação do conteúdo, enquanto os QR codes e conteúdos interativos facilitam o acesso às informações e incentivam a participação ativa da pessoa idosa no processo de aprendizagem”, afirma a professora. Envelhecimento inteligente e conexão internacional O aplicativo também dialoga com o conceito de envelhecimento inteligente, tradução de smart ageing. A ideia está relacionada ao uso de tecnologias, soluções de design e estratégias educacionais para promover mais independência, inclusão, segurança e qualidade de vida à medida que a população envelhece. O Digihealth Techkit integra a versão brasileira da plataforma SmartAgeCare, projeto internacional com origem na Universidade do Porto e na 4Humanz Consultancy and Research, desenvolvido no âmbito do programa Erasmus+ e com participação de instituições de diversos países europeus. A parceria com a UnB, por meio da UniSER, permite adaptar, traduzir e reinventar para o cenário brasileiro soluções voltadas à população idosa. No Distrito Federal, a proposta coloca Brasília em posição estratégica no desenvolvimento de tecnologias voltadas para o envelhecimento, especialmente na interface entre saúde, educação, inovação e inclusão digital. Mais segurança para cuidar da própria saúde Entre os principais impactos esperados está o fortalecimento da autonomia da população idosa. Ao aprender a utilizar ferramentas digitais, a pessoa pode acessar exames, marcar consultas, buscar informações confiáveis, acompanhar orientações e participar de forma mais ativa do próprio cuidado. "Quando o 60+ aprende a utilizar tecnologias digitais, ele consegue acessar serviços de saúde com mais facilidade, acompanhar informações importantes e se tornar menos dependente de terceiros" Camila Alves, professora do curso de Farmácia da UnB “Esperamos mais autonomia, segurança e participação ativa no cuidado com a própria saúde. Quando o 60+ aprende a utilizar tecnologias digitais, ele consegue acessar serviços de saúde com mais facilidade, acompanhar informações importantes e se tornar menos dependente de terceiros”, ressalta Camila. A inclusão digital também tem impacto emocional e social. Ao dominar recursos tecnológicos, a pessoa idosa pode se sentir mais segura, confiante e integrada à sociedade. Para a coordenadora, esse processo contribui para fortalecer a autoestima e reduzir o sentimento de exclusão. *Com informações da FAPDF  

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Inscrições abertas para técnicos e assistentes que representarão o DF nos Jogos da Juventude 2026

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) abriu as inscrições para o processo de seleção de técnicos e assistentes técnicos que representarão o DF nos Jogos da Juventude 2026. Os interessados podem se candidatar até o dia 15 de junho. Os profissionais selecionados integrarão as comissões técnicas responsáveis por orientar, preparar e acompanhar os estudantes-atletas que defenderão o Distrito Federal na maior competição escolar do país. A atuação desses profissionais é decisiva para o desenvolvimento esportivo dos participantes e para o fortalecimento das equipes durante a competição. Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) abriu as inscrições para o processo de seleção de técnicos e assistentes técnicos que representarão o DF nos Jogos da Juventude 2026 | Foto: Victor Bandeira, Ascom/SEEDF   Podem participar da seleção professores e técnicos das redes pública e privada de ensino do Distrito Federal interessados em atuar nas modalidades coletivas, conforme os critérios estabelecidos no Regulamento Geral dos Jogos Escolares do Distrito Federal (JEDF) 2026. As inscrições são realizadas por meio de formulário eletrônico, com envio do plano de trabalho e da documentação comprobatória exigida em arquivo único no formato PDF. Cronograma: • 2 a 15 de junho de 2026 – Inscrições e envio da documentação; • 16 a 30 de junho de 2026 – Análise Documental; • 3 de julho de 2026 – Divulgação do resultado.   *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)

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Ceilândia: R$ 423 milhões transformam mobilidade urbana e acessibilidade

A retomada das obras das calçadas e da ciclovia da M2 reforça o conjunto de investimentos que vêm transformando a mobilidade urbana e a acessibilidade em Ceilândia. A intervenção, executada pela empresa responsável pelo projeto, ganha ainda mais relevância neste período em que se celebra o Dia Mundial da Bicicleta, destacando a importância de incentivar meios de transporte sustentáveis e seguros.  Obras de mobilidade urbana na M2 vão melhorar a circulação de ciclistas na cidade | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia  A retomada das obras da ciclovia da M2 reforça esse compromisso e simboliza a construção de uma cidade mais inclusiva, preparada para atender pedestres, ciclistas e pessoas com deficiência” Fernando Leite, presidente da Novacap Enquanto o programa GDF na Sua Porta leva mais de 40 serviços públicos diretamente à população, as obras de infraestrutura seguem avançando em diversas regiões da cidade. Por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), o Governo do Distrito Federal tem ampliado a rede de calçadas e ciclovias, garantindo melhores condições de circulação para pedestres, ciclistas e pessoas com deficiência.  “Estamos trabalhando para garantir mais acessibilidade, segurança e qualidade de vida à população, com investimentos em calçadas, ciclovias e requalificação dos espaços públicos. A retomada das obras da ciclovia da M2 reforça esse compromisso e simboliza a construção de uma cidade mais inclusiva, preparada para atender pedestres, ciclistas e pessoas com deficiência”, diz o presidente da Novacap, Fernando Leite. Desde 2019, Ceilândia atingiu um marco histórico na área de acessibilidade, chegando a 110 quilômetros de calçadas entregues até março de 2026. O resultado consolida um dos maiores avanços em infraestrutura urbana da maior região administrativa do Distrito Federal.  Milhares de moradores serão beneficiados com os investimentos em infraestrutura espalhados por toda a cidade Considerando as obras já concluídas, as que estão em execução e aquelas em fase de contratação e licitação, os investimentos destinados à cidade já ultrapassam R$ 423 milhões. Os recursos são aplicados em diversas frentes, com destaque para obras de infraestrutura, mobilidade urbana, acessibilidade, requalificação viária e espaços públicos. Obras por toda parte Somente em janeiro de 2026, foram entregues quatro quilômetros de novas calçadas na QNN 27, em Ceilândia Norte, nas proximidades do Sesc Ceilândia, um dos locais com maior fluxo de pessoas da região. Ao longo de 2025, diversos outros pontos da cidade também receberam novas estruturas para pedestres, beneficiando milhares de moradores. Entre os locais contemplados estão as regiões da EQNM 02/04, QNM 13 (CILC), EQNP 1/5, 11 e 28/32, EQNN 4/6, 18/20, 22/24 e QNN 27, além da Praça dos Eucaliptos. [LEIA_TAMBEM]As melhorias também chegaram ao Setor O, contemplando as quadras QNO 01/03, QNO 6, EQNO 18/19 e EQNO 17/18, incluindo áreas próximas a unidades de ensino e ao Parque Recreativo do Setor O. Outras regiões beneficiadas incluem o Setor de Indústrias de Ceilândia, a Universidade de Brasília (UnB), o Instituto Federal de Brasília (IFB), a Área de Desenvolvimento do P Sul e importantes ligações viárias, como o trecho entre a Via P5 e a Avenida N2 Sul, próximo à Escola Técnica de Ceilândia. Também foram executadas obras ao longo da Via N1 Sul, nas conexões entre as vias N1 e N2 Sul, no canteiro central da N2 Sul e na ligação da passarela da BR-070, ao lado do terminal do Setor O, facilitando o acesso da população ao Centro de Ensino Especial 02, à Feira Permanente, ao Centro de Saúde nº 7 e à 24ª Delegacia de Polícia. Com a retomada das obras da ciclovia da M2 e a continuidade dos investimentos em infraestrutura urbana, Ceilândia segue avançando na construção de uma cidade mais acessível, segura e preparada para atender às necessidades da população. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia  

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Indicadores de Acolhimento da Secretaria da Mulher - 2

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Trânsito terá alterações para a celebração de Corpus Christi

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Trânsito terá alterações para a celebração de Corpus Christi

Em razão da celebração de Corpus Christi, que ocorrerá nesta quinta-feira (4), nas proximidades da Catedral Metropolitana Nossa Senhora Aparecida, serão realizadas interdições nas vias da Esplanada dos Ministérios. As ações de trânsito serão executadas pela Polícia Militar (PMDF), com o apoio do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF). Arte: Detran-DF As interdições terão início às 23h59 desta quarta-feira (3). O Detran-DF fará o fechamento dos estacionamentos da Catedral, da Cúria e dos blocos A e B da Esplanada dos Ministérios. Os agentes de trânsito também farão o bloqueio de três faixas das vias N1 e S1, próximas ao canteiro central, no trecho do quadrante em frente à Catedral. As demais faixas permanecerão liberadas para a circulação de veículos. A via de ligação entre as vias N1 e S1, na altura do Museu da República, será reservada para o estacionamento de táxi. Interdições para a realização da procissão Na quinta-feira (4), após a missa, prevista para as 17h, a PMDF realizará novas intervenções viárias para a passagem da procissão dos fiéis. A via S1 será bloqueada na altura do Museu da República e o fluxo de veículos será desviado para a via L2 Sul. Na via N1, serão bloqueados os acessos pela via Palácio Presidencial e pela L4 Norte. Também haverá interdição na altura do Bloco R, com desvio do trânsito para a Avenida José Sarney. Além disso, todas as saídas dos estacionamentos dos ministérios voltadas para a via N1 serão fechadas temporariamente. A previsão é que as alterações no trânsito ocorram até as 20h30. *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)

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