Curso de inteligência conclui turma histórica com maioria feminina e foco na integração institucional
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Túnel Rei Pelé completa 3 anos com menos congestionamento e mais espaço para pedestres no centro de Taguatinga
O Túnel Rei Pelé, em Taguatinga, completa três anos nesta sexta-feira (5) como uma das principais intervenções de mobilidade urbana do Distrito Federal. Inaugurado em 5 de junho de 2023, o complexo viário recebeu investimento de R$ 275 milhões, separou o fluxo de carros, ônibus e pedestres no centro da cidade e eliminou um dos principais pontos de congestionamento da região. A passagem subterrânea faz parte do Corredor Eixo Oeste e liga a Avenida Elmo Serejo à Estrada Parque Taguatinga (EPTG), com três faixas de rolamento em cada sentido. Na superfície, o boulevard de Taguatinga passou a reunir calçadas acessíveis, estacionamentos, ciclovia, paisagismo, iluminação e faixas exclusivas para ônibus, separando os fluxos que antes disputavam o mesmo espaço. Túnel Rei Pelé, em Taguatinga, completa três anos nesta sexta-feira (5) como uma das principais intervenções de mobilidade urbana do Distrito Federal | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Para quem atravessava o centro de Taguatinga antes da obra, a principal mudança foi no tempo de deslocamento. O administrador regional de Taguatinga, Ezequias Pereira da Silva, lembra que o problema não estava na distância, mas no cruzamento intenso entre veículos, ônibus e pedestres. “O trecho é de apenas 1 quilômetro, mas o engarrafamento era muito grande. Hoje os ônibus passam por cima, os veículos passam por baixo e acabou aquele congestionamento. O Túnel Rei Pelé veio para mudar a história de Taguatinga”, afirmou. “O engarrafamento era muito grande. Hoje os ônibus passam por cima, os veículos passam por baixo e acabou aquele congestionamento. O Túnel Rei Pelé veio para mudar a história de Taguatinga” Ezequias Pereira da Silma, administrador regional de Taguatinga Moradora do DF há mais de 40 anos, a aposentada Guilhermina Pereira de Macedo, de 60 anos, também comemora a diferença na rotina de quem anda a pé pelo centro da cidade. Antes, segundo ela, atravessar as pistas exigia atenção redobrada, principalmente para idosos e crianças. “Agora está melhor, sem comparação. A gente passa sem medo de ser atropelada. Está muito bom mesmo”, disse. O aposentado Joaquim Rodrigues, de 66 anos, acompanhou a expansão de Taguatinga desde a época em que uma rotatória organizava o trânsito no centro da cidade. Para ele, o túnel deu nova organização a uma área que se tornou ponto de passagem de moradores de várias regiões do DF. “Era caótico. O trânsito vinha de várias cidades vizinhas, como Ceilândia e Samambaia. Estava insuportável. A obra é muito útil para a mobilidade das pessoas e para a urbanização”, resumiu. Comércio O impacto também é sentido por quem trabalha no centro de Taguatinga. Lojista na cidade há 38 anos, Geraldo César de Araújo afirma que a passagem subterrânea melhorou o fluxo de veículos e deixou a região mais livre. “Hoje nós temos a ligação por baixo para os carros de passeio, e isso dá um melhor fluxo de veículos no centro de Taguatinga”, avaliou. Segundo Geraldo, Taguatinga sempre teve papel estratégico por ligar várias cidades e concentrar serviços, lojas e shoppings. Com o túnel e o boulevard, ele vê uma região central mais organizada para moradores, trabalhadores e consumidores. “A cidade ficou mais livre. O trânsito sentido norte-sul ficou mais livre nesse ponto beneficiado pelo túnel”, acrescentou. Boulevard Na superfície, o boulevard mudou a paisagem do centro de Taguatinga. A Novacap executou o paisagismo do espaço, com cerca de 15 mil m² de grama, canteiros ornamentais com 8 mil flores, 150 arbustos e 35 ipês. A área também ganhou calçadas acessíveis, ciclovia, iluminação, estacionamentos reorganizados e espaços de convivência. Paisagismo do boulevard conta com de 15 mil m² de grama, canteiros ornamentais com 8 mil flores, 150 arbustos e 35 ipês A estudante Alessandra Dalva Almeida de Oliveira, 16, passa pela região com frequência e disse que a nova configuração deixou o centro mais organizado. “O túnel ajudou muito. As faixas de pedestre e as paradas estão melhor posicionadas. A iluminação melhorou bastante, e a paisagem também”, observou. “O túnel ajudou muito. As faixas de pedestre e as paradas estão melhor posicionadas. A iluminação melhorou bastante, e a paisagem também” Alessandra Dalva Almeida, estudante A mãe dela, Ilene Batista de Almeida, 46, trabalha como segurança, pega ônibus no centro de Taguatinga e também faz faculdade na região. Para ela, a separação dos fluxos foi o principal ganho. “Antes era aquela confusão no trânsito. Agora tem via separada para ônibus e para os outros veículos. Melhorou muito mesmo”, afirma. O aposentado Hidelmar Amaro da Silva, que chegou a Brasília em 1968 e morou por muitos anos em Taguatinga, também vê diferença expressiva na mobilidade. “Facilitou bastante a vida das pessoas aqui de Taguatinga e desafogou muito o trânsito. Foi muito bom fazer esse túnel”, destacou. Monitoramento Além da nova organização viária, o Túnel Rei Pelé conta com monitoramento permanente. A Central de Controle Operacional acompanha o tráfego 24 horas por dia, com 20 câmeras instaladas no interior da passagem subterrânea e nos acessos. As imagens são transmitidas em tempo real para a central, onde agentes monitoram o fluxo de veículos e podem acionar equipes em caso de acidente, pane mecânica ou outra ocorrência. Ilene Batista de Almeida, segurança: “Antes era aquela confusão no trânsito. Agora tem via separada para ônibus e para os outros veículos. Melhorou muito mesmo” A estrutura conta com apoio de órgãos de trânsito e segurança. Há agentes de plantão e guincho de prontidão para atuação rápida, além de câmeras capazes de auxiliar na identificação de infrações, como circulação irregular de pedestres, ciclistas, ônibus e caminhões dentro do túnel.
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Projeto Acelera Tech forma alunos em Santa Maria
Em parceria com o Instituto Bem Viver DF, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) promove nesta sexta (6), em Santa Maria, a cerimônia de formatura da primeira etapa da segunda edição do projeto Acelera Tech. Projeto investe em capacitação nas áreas de tecnologia, inovação e economia digital | Foto: Divulgação/Secti-DF “Investir em educação tecnológica é investir em inclusão, autonomia e geração de oportunidades para a população do Distrito Federal” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Esta etapa marca o início de um cronograma que também contemplará outras regiões administrativas (RAs) do Distrito Federal ao longo dos próximos meses. A iniciativa oferece formação em tecnologia e inovação, contribuindo para o desenvolvimento de competências alinhadas às demandas do mercado de trabalho. “O Acelera Tech representa uma oportunidade concreta para que jovens e adultos desenvolvam novas habilidades e estejam mais preparados para os desafios de uma economia cada vez mais digital”, afirma o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. “Investir em educação tecnológica é investir em inclusão, autonomia e geração de oportunidades para a população do Distrito Federal.” [LEIA_TAMBEM]A cerimônia celebra a conclusão de mais uma etapa do projeto, que levou conhecimento e capacitação a jovens da região administrativa de Santa Maria, promovendo acesso a conteúdos voltados à tecnologia, inovação e economia digital. Durante o mês de maio, os alunos participaram de cursos nas áreas de informática, design gráfico e edição de vídeos mobile, adquirindo conhecimentos práticos voltados para a empregabilidade, para o empreendedorismo e para o uso estratégico das ferramentas digitais. Iniciativas como o Acelera Tech, reforça Rafael Vitorino, são estratégicas para ampliar o acesso à ciência e à tecnologia, estimular a formação de talentos e fortalecer o desenvolvimento socioeconômico do DF por meio da educação e da inovação. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação
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Curso de inteligência conclui turma histórica com maioria feminina e foco na integração institucional
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) realizou, nesta quarta-feira (3), a cerimônia de encerramento do Curso de Inteligência de Segurança Pública (Cisp) 2026. O curso teve como foco a qualificação profissional voltada para produção de conhecimento para assessoramento de decisões e ao fortalecimento das ações de segurança pública. O curso reuniu 40 representantes das forças de segurança, órgãos de controle, sistema de justiça e instituições parceiras. A edição de 2026 ficou marcada por um fato inédito: pela primeira vez, o curso registrou grande participação feminina entre os participantes concluintes, sendo 15 do total de 40 alunos. A formação reuniu profissionais de diferentes órgãos do Distrito Federal e de instituições parceiras | Foto: Divulgação/SSP-DF O dado representa um avanço significativo na ampliação da presença feminina em uma área historicamente ocupada predominantemente por homens e reforça o compromisso da SSP-DF com a valorização da diversidade e da equidade de oportunidades nos espaços estratégicos da segurança pública. “A inteligência exige capacidade analítica, visão estratégica, compromisso institucional e permanente atualização" Paulo André Vieira Monteiro, secretário-executivo de Segurança Pública “A inteligência exige capacidade analítica, visão estratégica, compromisso institucional e permanente atualização. O DF alcançou um patamar que é motivo de orgulho para todos nós: o de unidade da Federação mais segura do país. Esse resultado é fruto de um trabalho contínuo, baseado na integração, no compartilhamento de conhecimento e no compromisso de servidores que se dedicam diariamente à segurança da população. Esse resultado também é fruto do trabalho de vocês”, afirmou o secretário-executivo de Segurança Pública do Distrito Federal, Paulo André Vieira Monteiro. Durante a formação, os alunos participaram de atividades voltadas para produção de conhecimento, análise de cenários, gestão da informação, metodologias de inteligência e tecnologias aplicadas à segurança pública. O conteúdo foi complementado pelo Ciclo de Palestras de Segurança Pública, que reuniu especialistas de referência nacional para debater temas como inteligência artificial, operações cibernéticas, integração institucional e os desafios contemporâneos da atividade de inteligência. Para o subsecretário de Inteligência da SSP-DF, Gilberto Maranhão, o curso vai além da qualificação técnica e fortalece uma rede permanente de cooperação entre os profissionais que atuam na área. “A inteligência moderna exige integração, inovação e compartilhamento de conhecimento. O CISP proporciona esse ambiente de troca de experiências entre instituições e contribui para o desenvolvimento de profissionais cada vez mais preparados para atuar diante dos desafios atuais da segurança pública”, ressaltou. A formação reuniu profissionais de diferentes órgãos do Distrito Federal e de instituições parceiras, fortalecendo a cultura de integração e a produção de conhecimento compartilhado, princípios fundamentais do modelo de Segurança Integral adotado pelo Governo do Distrito Federal. “A atividade de inteligência vai muito além da produção de conhecimento. Ela é construída por meio da colaboração, da confiança e da capacidade de estabelecer conexões entre instituições" Rodrigo de Aquino, diretor-adjunto da Abin “A atividade de inteligência vai muito além da produção de conhecimento. Ela é construída por meio da colaboração, da confiança e da capacidade de estabelecer conexões entre instituições. Nenhum órgão consegue cumprir sua missão isoladamente. É justamente a troca de informações e o fortalecimento das redes de cooperação que tornam o Sistema Brasileiro de Inteligência mais eficiente. O Distrito Federal tem se destacado nesse processo, demonstrando seu compromisso com a integração e com o fortalecimento da atividade de inteligência. Aos formandos, deixo os parabéns e a certeza de que, a partir de agora, passam a integrar essa importante rede de profissionais responsáveis por promover a sinergia necessária para a proteção do Estado e da sociedade”, afirmou o diretor-adjunto da Agência Brasileira de Inteligência (Abin), Rodrigo de Aquino. Para o secretário de Administração Penitenciária, Wenderson Teles, “o Cisp vai muito além de uma capacitação técnica. Quem conclui esse curso passa a integrar uma rede de profissionais comprometidos com a inteligência de segurança pública. A inteligência conecta pessoas, fortalece instituições e amplia nossa capacidade de enfrentar desafios. Hoje, vocês passam a fazer parte dessa rede de confiança e cooperação que contribui diretamente para os resultados da segurança pública no Distrito Federal”. *Com informações da SSP-DF
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Câmeras de monitoramento policial passam a funcionar em todos os restaurantes comunitários do DF
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DF é reconhecido como a UF mais segura do país em redução histórica do número de crimes letais
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O ato de brincar na infância e seus reflexos na idade adulta
O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) realizou a terceira edição do Encontro do Brincar, na sexta-feira (29/5). O evento técnico-científico reuniu profissionais da saúde, educação, brinquedistas e estudantes para discutir a importância do ato de brincar na infância e seus reflexos na idade adulta, em celebração ao Dia Internacional do Brincar (28/5). Grupo da organização do evento com a palestrante da conferência de abertura e membros da mesa-redonda | Fotos: Divulgação/HCB "Em reuniões de caso clínico, era comum a equipe se referir ao paciente pela patologia e pelo leito, em vez de usar o nome da criança. Não se levava em consideração quem era aquele sujeito, seus sonhos e desejos" Valdenize Tiziani, diretora executiva do HCB Na abertura das atividades, a diretora executiva do HCB, Valdenize Tiziani, relembrou a evolução histórica da criança como sujeito de direitos e destacou a mudança de paradigma dentro da medicina. Segundo a diretora, historicamente, o saber médico priorizava o diagnóstico em detrimento da identidade do paciente. "Em reuniões de caso clínico, era comum a equipe se referir ao paciente pela patologia e pelo leito, em vez de usar o nome da criança. Não se levava em consideração quem era aquele sujeito, seus sonhos e desejos", contextualizou Tiziani. Hoje, o HCB fundamenta suas práticas em diretrizes legais de proteção, como a Constituição Federal, o Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA) e o artigo 31º da Convenção sobre os Direitos da Criança das Nações Unidas. A abordagem científica sobre o tema também pauta a maneira como o hospital desenha a jornada do cuidado dos pacientes. A gerente de Pesquisa do HCB, Cristiane Salviano, ressaltou que a instituição trata o lúdico com rigor técnico. O hospital conta com uma arquitetura planejada e serviços estruturados para que o brincar seja um indutor do desenvolvimento infantil, integrando a ciência do brincar à rotina hospitalar. Atualmente, o HCB dispõe de oito brinquedotecas: cinco localizadas nas alas de internação (Golfinho, Baleia, Tartaruga, Gaivota e Caranguejo) e três nos ambulatórios (Pampa, Pantanal e Sertão), com livre acesso a pacientes e familiares. Cristiane Salviano, gerente de Pesquisa do HCB, ressaltou que a instituição trata o brincar como um indutor do desenvolvimento infantil Brinquedotecas e a construção da cidadania A conferência de abertura, intitulada "O papel do brincar no ambiente hospitalar de crianças e adolescentes", foi ministrada por Maria Célia Malta Campos, doutora em Psicologia Escolar e do Desenvolvimento Humano pela Universidade de São Paulo (USP) e presidenta da Associação Brasileira de Brinquedotecas (ABBri). A palestrante defendeu a universalização do acesso ao “brincar livre, em todos os lugares e para todos”. Para ela, a criança utiliza a brincadeira para elaborar e evocar experiências vividas, enquanto o adulto e o idoso utilizam o lúdico como ferramenta de projeção e criatividade. "O adulto pode viajar para outro planeta, ir para o futuro, devanear", explicou. Campos enfatizou que é na brincadeira que a criança constrói sua própria identidade, sem imitar o comportamento adulto. Para ela, a brincadeira é o primeiro "laboratório de cidadania", porque é por meio dos jogos e interações que se aprende a tomar decisões coletivas, respeitar o espaço alheio, exercer o direito de fala e responsabilizar-se pelas próprias ações. A professora Maria Célia Malta Campos defendeu a universalização do acesso ao “brincar livre, em todos os lugares e para todos” Conforme a especialista, marcos legais recentes, como o Marco Legal da Primeira Infância (Lei nº 13.257/2016) e a Parentalidade Positiva (Lei nº 14.826/2024), têm pressionado os agentes públicos a estruturarem políticas para essa fase da vida. A professora criticou a visão utilitarista da sociedade, que tende a desvalorizar atividades que não geram produtividade imediata. "Quando pensamos em qualidade de vida e saúde mental e física, o brincar assume outro valor. O hospital funciona como uma ‘bolha’ que desafia essa ideologia social", afirmou, defendendo a formação técnica rigorosa para quem atua no setor. Práticas integradas de humanização no HCB O evento promoveu ainda uma mesa-redonda mediada por Lucy Marina Oliveira, assistente de Promoção da Saúde do Instituto do Câncer Infantil e Pediatria Especializada (Icipe), organização social de saúde (OSS) gestora do HCB. O debate reuniu especialistas de diferentes áreas para discutir a intersetoralidade no cuidado pediátrico e o compromisso com a infância repleta de cultura e lazer. "Foi a necessidade de me comunicar com a criança que me fez usar a criatividade, a música e o balé" Luciana Monte, médica coordenadora de Pneumologia Pediátrica do HCB A médica coordenadora de Pneumologia Pediátrica do HCB, Luciana Monte, compartilhou os resultados do projeto "Na Pontinha do Pé", que desde 2016 leva sessões de balé clássico com voluntárias ao hospital. Ela destacou a necessidade de adotar a linguagem lúdica para estabelecer vínculos terapêuticos eficazes. "Foi a necessidade de me comunicar com a criança que me fez usar a criatividade, a música e o balé. Eu explicava que o oxigênio era como se fosse um 'elefante' para que o paciente aceitasse a máscara de forma leve", relatou. A integração entre as equipes assistenciais e a pedagogia hospitalar foi o ponto central da intervenção de Lorena Borges, gerente da Linha de Cuidado ao Paciente Oncohematológico. Borges explicou que a ambientação do HCB é utilizada estrategicamente para preservar a identidade da criança durante o tratamento, adequando as ações educativas a cada fase do desenvolvimento. [LEIA_TAMBEM]Na área de reabilitação física, o terapeuta ocupacional Tulio Medina demonstrou como o ambiente externo do hospital pode se transformar em recurso terapêutico. Ao propor charadas e a criação de histórias baseadas no cenário ao redor, o profissional estimula a imaginação e as funções motoras dos pacientes mesmo sem o uso de aparelhos convencionais. Fechando as discussões, Fabíola Gonzaga de Freitas, gerente da Atenção às Aprendizagens da Secretaria de Educação (SEEDF), apresentou o panorama das Classes Hospitalares, que atuam em parceria com a SES-DF para garantir a continuidade do atendimento pedagógico dos estudantes internados. Conforme a especialista, a iniciativa dialoga com as diretrizes do Currículo em Movimento e com o projeto Plenarinha, que introduz conceitos de participação política e controle social desde a educação infantil. *Com informações do HCB
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Câmeras de monitoramento policial passam a funcionar em todos os restaurantes comunitários do DF
A partir de agora, todos os restaurantes comunitários do DF contam com reforço significativo na segurança, por meio do funcionamento de circuitos de câmeras do Programa de Videomonitoramento Urbano (PVU), o DF 360º, coordenado pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF). A iniciativa possibilita o acompanhamento em tempo real pelas unidades da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), com o objetivo de prevenir crimes e fortalecer a segurança pública. Com início em setembro do ano passado, os dispositivos transmitem imagens em tempo real para o Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) e para as centrais de monitoramento remoto (CMRs) da PMDF. A conclusão da instalação dos circuitos de câmeras ocorreu no final de maio, em colaboração com a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), responsável pela gestão dos restaurantes. A única exceção é a unidade de Ceilândia Centro (DJ Jamaika), que aguarda a ativação da câmera. Além das câmeras policiais, os 18 restaurantes comunitários contam, ao todo, com 338 câmeras de vigilância das próprias unidades | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Além das câmeras policiais, os 18 restaurantes comunitários contam, ao todo, com 338 câmeras de vigilância das próprias unidades. “Ou seja, a integração ao sistema da Secretaria de Segurança Pública vai otimizar e garantir ainda mais a segurança nesses espaços, onde circulam milhares de pessoas diariamente”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira. A titular lembra, ainda, que outras medidas já vêm sendo implementadas pela Sedes com o objetivo de aprimorar a gestão e a segurança nos restaurantes. “Com a implementação, em 2025, de um sistema de cadastramento de frequentadores, o foco será identificar o público e adotar estratégias adequadas para cada perfil atendido, uma prática comum no dia a dia de diversos órgãos públicos” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social do DF “Com a implementação, em 2025, de um sistema de cadastramento de frequentadores, o foco será identificar o público e adotar estratégias adequadas para cada perfil atendido, uma prática comum no dia a dia de diversos órgãos públicos”, pontuou Giselle. Funcionamento Os 18 restaurantes comunitários estão localizados em centros urbanos onde há grande movimentação diária de trabalhadores de baixa renda como, por exemplo, as áreas centrais das cidades. A estrutura física dos equipamentos é mantida por empresas contratadas para a prestação do serviço continuado de alimentação e nutrição. Atualmente, 17 dos 18 restaurantes servem as três refeições diárias — café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50) —, com funcionamento todos os dias da semana. O objetivo é garantir alimentação saudável a preços acessíveis, respeitando as características culturais e os hábitos alimentares da região. *Com informações da Sedes-DF
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Funcionamento do Detran-DF nesta quinta-feira (4) no feriado de Corpus Christi, e no ponto facultativo de sexta-feira (5)
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ANIVERSÁRIO NA HORA CEILÂNDIA
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