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GDF na Sua Porta leva serviços de atendimento às mulheres na Colônia Agrícola 26 de Setembro

Um espaço todo dedicado ao cuidado, à escuta e ao fortalecimento feminino. É isso o que as moradoras da Colônia Agrícola 26 de Setembro, em Vicente Pires, encontrarão na quinta edição do programa GDF na Sua Porta, que começou nesta segunda-feira (25). Até sexta-feira (29), a Secretaria da Mulher (SMDF) o programa estará na Rua 1 (Entrada 2), das 9h às 16h, com uma rede de apoio pronta para acolher cada mulher da região. No local, o estande do Comitê de Proteção à Mulher oferece informações sobre direitos, funcionamento da rede de proteção do Distrito Federal e canais de denúncia. O objetivo é facilitar o acesso das mulheres aos serviços públicos sem que precisem se deslocar para outras regiões. “Estamos com muitos serviços gratuitos para as mulheres aqui na 26 de Setembro. O nosso estande traz acolhimento, proteção e informação. O objetivo principal desse programa é aproximar o serviço público da população, por meio de diversos serviços itinerantes diretamente nas regiões administrativas”, afirmou a secretária da Mulher interina, Jackeline de Aguiar. No estande, equipes da Subsecretaria de Proteção à Mulher conversam com o público, esclarecem dúvidas sobre a rede de apoio, explicam os tipos de violência de gênero e indicam onde buscar ajuda especializada | Foto: Divulgação/SMDF No estande, equipes da Subsecretaria de Proteção à Mulher conversam com o público, esclarecem dúvidas sobre a rede de apoio, explicam os tipos de violência de gênero e indicam onde buscar ajuda especializada. Nas etapas anteriores do programa, realizadas no Riacho Fundo II, Itapoã, Paranoá e Samambaia, a SMDF prestou atendimento a mais de duas mil mulheres. A moradora Marli Miranda, de 64 anos, utilizou o serviço no primeiro dia e destacou a praticidade da ação na comunidade: “É muito importante essa divulgação e acolhimento para as mulheres. Muitas passam por agressão e não sabem como agir. Esse atendimento mais perto da população faz a diferença nas nossas vidas e facilita o nosso dia a dia. É muito mais rápido e eficiente”. Serviço GDF na Sua Porta Local: Rua 01, Entrada 2, às margens da DF-001, 26 de Setembro Data: desta segunda (25) a sexta-feira (29) Horário: 9h às 16h   *Com informações da Secretaria da Mulher

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Rede de restaurantes comunitários reforça segurança alimentar e amplia oferta de refeições no DF

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Governadora assina decreto que regulamenta a Política de Boas Práticas Agropecuárias

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Auditoria avalia armadilhas que capturam mosquitos e ajudam o DF a combater a dengue 

A Controladoria-Geral do DF avaliou, em auditoria, o uso de ovitrampas para o monitoramento de mosquitos da espécie Aedes aegypti, transmissor dos vírus causadores da dengue, zika e chikungunya. O Distrito Federal já utiliza essas armadilhas para coletar e contar ovos do mosquito em diferentes regiões administrativas.  Agente de saúde prepara armadilha para capturar mosquitos da dengue no DF | Foto: Lúcio Bernardo Jr. / Agência Brasília “O fortalecimento do monitoramento melhora a qualidade das informações e torna as ações de vigilância mais eficazes. Com dados mais consistentes, o Estado consegue agir com mais precisão e antecipação” Graziela Brunale, subcontroladora de controle interno da CGDF São armadilhas simples e de baixo custo que funcionam para detecção precoce de infestações e monitoramento da densidade das populações dos vetores, permitindo identificar a presença do vetor antes do aumento de casos e direcionar ações preventivas de governo, como visitas domiciliares, mutirões e campanhas educativas.  Durante a auditoria realizada no Programa Saúde em Movimento, foram avaliados não apenas os resultados alcançados, mas também a metodologia utilizada na produção dos dados e a confiabilidade com relação aos processos de trabalho realizados nas ações de campo dos agentes de vigilância ambiental. O trabalho contribui para ajustes nos atributos da meta utilizada pela Secretaria de Saúde (SES-DF) e na padronização dos indicadores, fortalecendo a qualidade das informações geradas e o uso de dados na tomada de decisão.  Também foram recomendadas medidas para ampliar a capacidade de instalação de ovitrampas pela Vigilância à Saúde, além da priorização de regiões com maior histórico de risco epidemiológico, o que pode melhorar a identificação de áreas vulneráveis e a resposta do poder público.  [LEIA_TAMBEM]“O fortalecimento do monitoramento melhora a qualidade das informações e torna as ações de vigilância mais eficazes. Com dados mais consistentes, o Estado consegue agir com mais precisão e antecipação”, explica Graziela Brunale, subcontroladora de controle interno da CGDF. Maio é o Mês Internacional de Conscientização Profissional da Auditoria Interna. No Distrito Federal, o trabalho de auditoria vai além da fiscalização: ele contribui diretamente para a melhoria dos serviços públicos oferecidos à população. É um trabalho muitas vezes não visto pela sociedade, mas que gera resultados para o DF.  *Com informações da Controladoria-Geral do DF

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Colônia Agrícola 26 de Setembro recebe edição do GDF Na Sua Porta

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GDF cria nova equipe para reforçar atendimentos durante ações de acolhimento à população em situação de rua

O Governo do Distrito Federal (GDF) criou uma nova equipe para ampliar os atendimentos das ações integradas de acolhimento à população em situação de rua. A mudança começou nesta segunda-feira (25), durante o primeiro dia do programa GDF na Sua Porta, na Colônia Agrícola 26 de Setembro. Com o reforço, o governo passa a contar com duas equipes responsáveis pelas ações, que atuarão tanto no cronograma regular de atendimentos quanto nas regiões administrativas por onde o programa itinerante passar. As equipes do acolhimento à população de rua presentes no GDF na Sua Porta oferecem atendimento social, acolhimento institucional com encaminhamento para abrigos e transporte | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A iniciativa amplia a oferta de serviços voltados ao atendimento e à inclusão social da população em situação de rua. Entre os serviços oferecidos estão atendimentos sociais, acolhimento institucional com encaminhamento para abrigos e transporte realizado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). [LEIA_TAMBEM]Também são prestadas orientações sobre programas sociais e prestados atendimentos relacionados à habitação, como pré-inscrição, atualização cadastral e consultas de status em programas da Companhia de Desenvolvimento Habitacional do Distrito Federal (Codhab). Na área de empregabilidade, as equipes fazem análise de perfil profissional e encaminhamento para vagas de trabalho, além da oferta da Cesta do Trabalhador, concedida pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). Os atendimentos incluem ainda pré-inscrições nos programas RenovaDF e QualificaDF, voltados para qualificação profissional. As equipes também realizam encaminhamentos para unidades de saúde, conforme as necessidades identificadas durante as abordagens. As ações incluem vacinação de animais e serviços de segurança e limpeza urbana. As ações integradas de acolhimento fazem parte da Política Distrital para a População em Situação de Rua criada pelo GDF. A ação é coordenada pela Casa Civil e envolve diversos órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), entre eles as secretarias de Desenvolvimento Social, de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), além de Serviço de Limpeza Urbana (SLU), Novacap, Codhab, Detran-DF, Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros Militar e Conselho Tutelar. *Com informações da Casa Civil  

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Colônia Agrícola 26 de Setembro terá UBS e pavimentação

A Colônia Agrícola 26 de Setembro recebeu, nesta segunda-feira (25), uma nova edição do GDF na Sua Porta, programa itinerante do Governo do Distrito Federal (GDF) que reúne serviços públicos, atendimentos sociais e encaminhamentos de diferentes órgãos em uma mesma estrutura. A ação foi montada na Entrada 2, às margens da DF-001, e funciona das 9h às 16h, com atendimento direto à população. Dentre as ações, está prevista a construção de uma Unidade Básica de Saúde (UBS) e a pavimentação de vias. A governadora Celina Leão participou da abertura da programação e assinou ordens de serviço que somam R$ 6,9 milhões para obras e serviços na comunidade. As autorizações contemplam pavimentação, drenagem transversal, meios-fios e sinalização da Avenida Principal, além de uma UBS, uma quadra poliesportiva, três parquinhos, um Ponto de Encontro Comunitário (PEC), um papa-entulho e iluminação em LED no campo de futebol próximo à DF-001. “Hoje, o GDF na Sua Porta chega trazendo a certidão de nascimento dessa cidade. E as ações começam agora. O asfalto começa hoje na 26 de Setembro, vocês já vão ver as máquinas chegando. A dignidade começa hoje para essa cidade. Também iniciamos a construção de uma Unidade Básica de Saúde, e não vamos parar. Esta já é a quinta edição do programa, com várias entregas e cidades sendo transformadas”, afirma a chefe do Executivo. A ação foi montada na Entrada 2, às margens da DF-001, e funciona das 9h às 16h, com atendimento direto à população | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília “Estamos cuidando do que realmente impacta a vida das pessoas: a zeladoria, aquele olhar atento para o que falta no dia a dia, uma parada de ônibus, um parquinho para as crianças, uma quadra para a prática de esportes, mais segurança. Esse é o GDF na Sua Porta: cuidar das pessoas com um olhar especial. Em todas as edições, temos avanços significativos, especialmente na área da saúde.”   A maior parte dos recursos previstos nas ordens de serviço será destinada à Avenida Principal, com R$ 4 milhões para pavimentação, drenagem transversal, meios-fios e sinalização. Também foram autorizados R$ 1 milhão para a UBS; R$ 550 mil para a quadra poliesportiva; R$ 550 mil para o papa-entulho; R$ 178 mil para cada um dos três parquinhos; R$ 175 mil para iluminação em LED do campo de futebol; e R$ 145 mil para o PEC. “Estamos cuidando do que realmente impacta a vida das pessoas: a zeladoria, aquele olhar atento para o que falta no dia a dia, uma parada de ônibus, um parquinho para as crianças, uma quadra para a prática de esportes, mais segurança. Esse é o GDF na Sua Porta: cuidar das pessoas com um olhar especial" Governadora Celina Leão Atendimento público Esta edição do GDF na Sua Porta teve foco na prestação de serviços e no atendimento aos moradores, seguindo o modelo aplicado em outras cidades. A estrutura reuniu órgãos do governo para orientações, escuta da população e encaminhamento de demandas. Entre os serviços previstos estavam atendimentos da área social, como informações sobre Cadastro Único, Cartão Prato Cheio, Bolsa Família, benefícios eventuais, Carteira do Idoso, Tarifa Social de Energia, Benefício de Prestação Continuada e isenção de taxa para segunda via da carteira de identidade. A Agência Brasília confirmou que a população seria atendida por ordem de chegada e com distribuição de senhas. A dona de casa Gildeane Sales de Souza Sampaio, 33 anos, aproveitou a estrutura montada perto de casa para emitir a carteira de identidade dos filhos. Moradora da região, ela disse que a proximidade do atendimento facilita a vida de quem precisa resolver pendências sem grandes deslocamentos. “Hoje eu vim tirar a identidade das crianças. É melhor ter esse atendimento perto de casa, porque é muita criança também. Aí eu aproveito, venho e tiro logo [a identidade] de todo mundo. Facilita muito”, afirmou. “Hoje eu vim tirar a identidade das crianças. É melhor ter esse atendimento perto de casa, porque é muita criança também", disse a dona de Casa Gildeane Sales de Souza Sampaio Criado como o primeiro ato oficial da governadora Celina Leão, o GDF na Sua Porta tem o objetivo de aproximar a administração pública da população, com gabinetes móveis e serviços descentralizados nas regiões administrativas. Antes de chegar à 26 de Setembro, o programa passou por cidades como Itapoã, Paranoá, Riacho Fundo II e Samambaia.  

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Escola de Saúde Pública: edital abre vagas para preceptoria em ensino técnico

A Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP-DF), mantida pela Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs), divulgou edital de processo seletivo para preceptores dos cursos técnicos em enfermagem, análises clínicas, radiologia e saúde bucal. Ao todo, são 110 oportunidades para servidores efetivos da Secretaria de Saúde (SES) que atuam em áreas assistenciais onde ocorrem os cenários de ensino para os estudantes. As vagas estão distribuídas de acordo com a especialidade do profissional, a superintendência da região de saúde, a unidade de saúde e o turno. Por isso, cada servidor deve escolher apenas uma vaga, conforme sua lotação.    Vagas são dirigidas a servidores efetivos da Secretaria de Saúde e de acordo com a especialidade do profissional | Fotos: Divulgação/Fepecs  A preceptoria de ensino técnico no âmbito da ESP-DF tem como objetivo a formação técnica de nível médio em áreas estratégicas para a saúde pública do DF, aliando teoria e prática no contexto do Sistema Único de Saúde (SUS) a serem desenvolvidas pela SES. "É uma iniciativa que aproxima ensino, serviço e gestão, contribuindo para a melhoria contínua da assistência em saúde prestada à população. Este edital consolida uma importante política de valorização da educação profissional técnica em saúde no Distrito Federal” Sandra França,  coordenadora de ensino técnico da ESP-DF Sandra França, coordenadora de ensino técnico da ESP-DF Para a coordenadora de ensino técnico da ESP-DF, Sandra França, esse processo representa um avanço estratégico para o fortalecimento da formação técnica em saúde no âmbito do SUS do Distrito Federal. "A iniciativa visa selecionar servidores públicos da SES-DF qualificados para atuar como preceptores nos cenários de prática dos cursos técnicos da ESP-DF, assegurando acompanhamento técnico-pedagógico aos estudantes e fortalecendo a integração entre ensino e serviço”, explica a coordenadora.  A preceptoria também contribui diretamente para a qualificação da assistência e formação de profissionais alinhados às necessidades da rede pública de saúde. Os formados vão atuar diretamente nos cenários de prática da rede SES-DF, acompanhando e supervisionando as atividades práticas desenvolvidas pelos estudantes. Entre as atribuições estão a orientação técnica, discussão de casos, realização de feedbacks, apoio ao processo avaliativo e integração entre teoria e prática no ambiente de trabalho. A proposta pedagógica busca proporcionar aos alunos vivência prática em contextos reais do SUS, sob supervisão de servidores públicos experientes e habilitados. A preceptoria representa um avanço estratégico para o fortalecimento da formação técnica em saúde no âmbito do SUS no Distrito Federal Requisitos e benefícios Para concorrer às vagas, os candidatos devem ter experiência de dois anos na área de concentração do curso técnico em saúde; certificado de especialização na área de concentração; estar lotado nos cenários estabelecidos no edital e vinculados à rede de saúde do DF, além de exercerem suas atividades funcionais no local e período estabelecidos para a vaga a que concorrem. As atividades acadêmicas e de ensino em serviço serão desenvolvidas nos cenários de prática da rede SES/DF, e o preceptor permanece com seu vínculo laboral e subordinação à executora dos cursos técnicos. Servidores selecionados por meio do processo seletivo terão direito a uma Gratificação pela Atividade de Preceptoria (GAP), fixada em RS 1.019,50, e devem reservar quatro horas semanais como tempo pedagógico protegido mínimo, destinado ao planejamento, avaliação e articulação institucional, não se confundindo com a totalidade da atuação do preceptor, que ocorre majoritariamente no próprio processo assistencial. [LEIA_TAMBEM]Ressalta-se que a preceptoria não afasta o servidor de suas atividades assistenciais, mas qualifica o serviço ao integrar ensino e cuidado de forma ética, responsável e institucionalmente reconhecida. Isso garante que o servidor tenha uma compensação financeira, além de dedicação e compromisso com a atividade de preceptoria. “A expectativa institucional é de preenchimento integral das 110 vagas previstas no edital, considerando tanto as vagas imediatas quanto o cadastro de reserva”, conta Sandra. "O quantitativo de vagas foi estruturado a partir do dimensionamento dos cenários de prática e das necessidades pedagógicas dos cursos técnicos ofertados pela ESPDF em parceria com a SES/DF”, afirma. Papel pedagógico O período de inscrição começa em 1° de junho e segue aberto até o dia 8 do mês, no site da Fepecs (Aba Processo Seletivo ESP/DF). Os candidatos devem ler atentamente o edital, a fim de se certificar de que atendem aos requisitos necessários, além de providenciar a documentação exigida.  A homologação do resultado final está prevista para ocorrer em 29 de junho, seguida da convocação para o curso de formação para a preceptoria, que será dia 1º de julho. Já a designação para o exercício da atividade de preceptoria de ensino técnico deve acontecer no dia 20 de julho. Segundo a coordenadora de ensino técnico, a institucionalização da preceptoria fortalece a formação dos estudantes, reconhece o papel pedagógico dos servidores da rede assistencial e amplia a capacidade de qualificação de trabalhadores para atuação no SUS. "É uma iniciativa que aproxima ensino, serviço e gestão, contribuindo para a melhoria contínua da assistência em saúde prestada à população. Este edital consolida uma importante política de valorização da educação profissional técnica em saúde no Distrito Federal”, ressalta a gestora.  *Com informações da Fepecs  

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Mais de 20 mil pessoas participam de ações educativas de trânsito no fim de semana

De sexta-feira (22) a domingo (24), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) promoveu ações educativas no Gama, Guará, Paranoá, Park Way, Plano Piloto, Riacho Fundo I, Riacho Fundo II, Samambaia, Sudoeste e Vila Planalto. Ao todo, as atividades alcançaram 21.493 pessoas. Com foco no Maio Amarelo, as ações foram direcionadas a diferentes públicos e faixas etárias. O Detran-DF também promoveu campanhas específicas para motociclistas e ciclistas que realizam o serviço de entrega de mercadorias, além de orientações sobre a mudança de sentido de vias no Gama e atividades de conscientização sobre os riscos da combinação de álcool e direção. As atividades buscam conscientizar todos os atores do trânsito sobre a importância de boas práticas para segurança viária e a redução dos sinistros. A campanha “Vem, pode vir, só não rola beber e dirigir”, realizada durante o Festival Porão do Rock, contou com espetáculo teatral e abordagens educativas, alcançando um público estimado em 8 mil pessoas. Ao longo do mês, o Detran-DF realiza diversas ações em alusão ao Maio Amarelo, que neste ano tem como tema: “No trânsito, enxergar o outro é salvar vidas”. As atividades buscam conscientizar todos os atores do trânsito sobre a importância de boas práticas para segurança viária e a redução dos sinistros.   *Com informações do Detran-DF

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Maio Laranja: Hospital da Criança fortalece rede de proteção contra o abuso e a exploração sexual 

Durante o Maio Laranja — campanha nacional de conscientização e enfrentamento da violência sexual contra crianças e adolescentes, instituída pela Lei nº 14.432/2022 — o debate em torno da saúde pediátrica ganha ainda mais visibilidade. Inserido no Sistema Único de Saúde (SUS), o Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) consolida sua atuação institucional como estratégica para a proteção da infância e da adolescência. Hospital da Criança de Brasília atua com protocolos que priorizam segurança, escuta protegida e responsabilização adequada dos casos | Foto: Divulgação/HCB  Isso se dá por meio da estruturação de fluxos assistenciais e de governança voltados à identificação, acolhimento e encaminhamento de casos suspeitos ou confirmados de abuso e exploração sexual de pacientes. O HCB compõe a rede da Secretaria de Saúde (SES-DF) e opera com protocolos técnicos que priorizam a segurança, a escuta protegida e a responsabilização adequada dos casos. A identificação dessas situações ocorre, em grande medida, a partir da sensibilidade clínica e social das equipes assistenciais, que estão capacitadas para reconhecer sinais físicos, comportamentais e contextuais compatíveis com situações de violência. O atendimento desses casos no HCB é conduzido de forma multiprofissional, com o protagonismo das áreas assistenciais — como o serviço social e a psicologia hospitalar — e administrativa, por meio do Departamento Jurídico, que desempenham papel central na avaliação, acolhimento e encaminhamento. Identificação de violência Para que esse ecossistema de cuidado e proteção das crianças e adolescentes atendidos funcione com eficácia, a premissa reside na agilidade da identificação de violência por qualquer profissional de saúde, atuando em conjunto e considerando que não é preciso ter certezas ou comprovações jurídicas para se dar início à notificação. O fluxo institucional do HCB foi desenhado a partir do princípio de proteção integral de pessoas menores de idade previsto no Estatuto da Criança e do Adolescente (ECA). A supervisora do serviço social do HCB, Damares Santos, lembra que a suspeita, por si só, é o gatilho necessário para a ação. “A gente não precisa comprovar ou confirmar que realmente a violência aconteceu”, explica. “A partir de uma suspeita, a gente já dá início ao processo de notificação”. O primeiro profissional a receber o relato ou notar a evidência preenche a ficha de notificação compulsória,  um documento que preserva a identidade do notificador e exige o preenchimento detalhado de todos os campos para alimentar o sistema de proteção. A psicologia hospitalar também desempenha um papel fundamental no acolhimento e na escuta qualificada das possíveis vítimas e de suas famílias. “A escuta deve ser cuidadosa, sem induções, respeitando o tempo e a condição emocional da criança”, pontua o psicólogo João Lucas Assunção, do HCB. “A prioridade é preservar sua integridade psíquica e contribuir com informações técnicas que subsidiem a rede de proteção”. “Quando há suspeita de violência, o olhar se amplia para compreender o contexto familiar, social e os fatores de vulnerabilidade envolvidos. Nosso compromisso é garantir que essa criança seja protegida e que os órgãos competentes sejam acionados com responsabilidade técnica” Damares Santos, supervisora do serviço social do HCB No cotidiano hospitalar, explica ele, os sinais de alerta e de risco podem surgir de diferentes formas. Algumas situações são identificadas por exames físicos; outras, por mudanças de comportamento, desenhos, brincadeiras ou relatos feitos por crianças e adolescentes durante o vínculo com as equipes da unidade de saúde.  “Às vezes, o paciente consegue estabelecer uma relação de confiança com um profissional e verbaliza o que está acontecendo; em outros casos, o comportamento já desperta atenção da equipe”, relata o psicólogo. “A gente vai fortalecendo esse vínculo e trabalhando com a criança ou adolescente, ou mesmo com o familiar, para que eles consigam compreender o que estão vivendo e possam acessar apoio.” Atuação coordenada O HCB possui fluxos próprios para lidar com quaisquer suspeitas de violência e violações de direitos que possam causar impactos e sequelas à saúde dos pacientes atendidos. “A violência também precisa ser notificada, da mesma forma que outras doenças e agravos à saúde”, lembra Damares Santos. “O hospital não atua apenas no atendimento clínico”, detalha a gestora. “Quando há suspeita de violência, o olhar se amplia para compreender o contexto familiar, social e os fatores de vulnerabilidade envolvidos. Nosso compromisso é garantir que essa criança seja protegida e que os órgãos competentes sejam acionados com responsabilidade técnica.” A produção de informações qualificadas é o que permite ao poder público mapear o crescimento das demandas e estruturar políticas públicas direcionadas e eficientes para o combate e tratamento dessas situações. “Se a gente não notificar, o Estado não sabe que precisa cuidar disso”, pontua Damares. Assim, a notificação interna cumpre um papel estratégico na saúde coletiva, servindo de base para o planejamento de ações de prevenção e assistência em larga escala. A notificação compulsória de violência do HCB não tem a atribuição de ser um registro de ocorrência policial: seu objetivo é o monitoramento epidemiológico e geração de dados quantitativos e qualitativos; além de configurar uma evidência importante para o acionamento dos equipamentos públicos de proteção da infância. Conforme dados do serviço social da unidade de saúde, de 2024 a 2025, houve a redução de aproximadamente 35,8% no número de notificações de violência a pacientes atendidos no HCB; no entanto, de janeiro a março deste ano, 35% das notificações de violência contra os pacientes se referem a situações de abandono e negligência; e outros 30% de ordem psicológica e moral. “Nós só procura​mos o Judiciário nos casos muito graves, porque nós precisamos acompanhar o caso, entender primeiro o que acontece​ com aquela família” Priscila Lima, gerente jurídica do Hospital da Criança  A partir da formalização da suspeita de violência, o hospital adota dois caminhos simultâneos e complementares para garantir a segurança da criança ou do adolescente. No primeiro, o serviço social e a psicologia hospitalar encaminham ​a​ ficha de notificação compulsória ao Serviço de Vigilância Epidemiológica do HCB, que se encarrega de encaminhá-la ao​ Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan)​, responsável pela notificação e investigação de casos de doenças e agravos que constam da lista nacional de doenças de notificação compulsória.  O segundo caminho foca a proteção imediata e direta do paciente​, mobilizando ​o departamento jurídico do hospital para acionar os órgãos ​externos​ competentes.  “Nós só procura​mos o Judiciário nos casos muito graves, porque nós precisamos acompanhar o caso, entender primeiro o que acontece​ com aquela família”, explica a gerente jurídica do hospital, Priscila Lima. A articulação com a rede de proteção externa é o que viabiliza a interrupção do ciclo de ​violação de direitos, pois  o ambiente hospitalar não possui o escopo para conduzir investigações ou acompanhamentos sociais de longo prazo. “Quando acontece a situação de violência, a gente não tem nem braço, nem expertise para poder atender o caso em toda sua complexidade e especificidade; por isso é que a gente precisa fazer esse contato com a rede de proteção da infância, porque ela tem ​i​nstituições que são específic​as para tratar de violência”, enfatiza Damares Santos. Esse acionamento ocorre de maneira territorializada, ou seja, o caso é direcionado para equipamentos públicos próximos à residência da família, como o Conselho Tutelar e as unidades dos centros de Especialidades para Atenção às Pessoas em Situação de Violência Sexual, Familiar e Doméstica (Cepav),  de Referência Especializados de Assistência Social (Creas) e de Atenção Psicossocial Infanto-Juvenil (Capsi). “Tudo aquilo que interfere no processo de saúde e doença do paciente precisa ser considerado. Uma situação de violência pode comprometer o tratamento, afastar a criança do cuidado e interromper o acesso dela à saúde” João Lucas Assunção, psicólogo do HCB O hospital mantém um canal de comunicação imediato com órgãos essenciais,​ por meio do qual aciona instituições como a Delegacia de Proteção à Criança e ao Adolescente​ (DPCA) e o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT). Desde 2022, o HCB possui um Termo de Colaboração com a ​1ª Vara da Infância e Juventude​ (VIJ), do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), que visa dar celeridade na comunicação de casos suspeitos e à criação de mecanismos de proteção dos pacientes e famílias. ​Para Priscila Lima, a interlocução​ que o HCB conduz, de forma estruturada​ e contínua com outras instituições, assegura que as autoridades competentes disponham das informações necessárias ​para a defesa dos direitos dos pacientes atendidos, incluindo o afastamento do possível agressor, o acompanhamento familiar e a responsabilização criminal, quando necessário. Conscientização e vigilância coletiva A educação em saúde é outro foco do HCB, que busca orientar pais, mães, responsáveis e cuidadores sobre a importância da prevenção. Para João Lucas Assunção, é fundamental que as famílias estejam atentas a mudanças bruscas no comportamento das crianças, como isolamento excessivo, regressão de marcos do desenvolvimento, medo inexplicável de pessoas específicas ou alterações no padrão de sono, comunicação e alimentação. [LEIA_TAMBEM]O olhar atento para essas situações faz parte da compreensão de que saúde infantil envolve aspectos físicos, emocionais e sociais. Violências e violações de direitos impactam diretamente a adesão ao tratamento, a recuperação clínica e a qualidade de vida dos pacientes. “Tudo aquilo que interfere no processo de saúde e doença do paciente precisa ser considerado”, ressalta o psicólogo. “Uma situação de violência pode comprometer o tratamento, afastar a criança do cuidado e interromper o acesso dela à saúde”. Os especialistas do hospital recomendam que, diante de qualquer suspeita de abusos contra crianças e adolescentes, é importante não silenciar.  A atuação responsável da sociedade, aliada ao trabalho técnico das instituições, é determinante para interromper situações de violência e garantir um ambiente seguro para o desenvolvimento infantil. Os profissionais lembram ainda que o Disque 100 é um serviço nacional gratuito e anônimo, disponível para qualquer pessoa que presencie ou suspeite de violações de direitos humanos. As ligações podem ser feitas de todo o Brasil, de qualquer telefone fixo ou móvel (celular).   *Com informações do Hospital da Criança de Brasília  

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