Programas de Combate a Violência
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Operação Rastreamento Final ultrapassa 15 mil celulares recuperados no DF
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Código IMEI ajuda a Polícia Civil a rastrear seu celular roubado
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) devolveu 284 celulares furtados ou roubados a seus donos nesta terça-feira (12). A cerimônia, que marcou a quinta edição da Operação Rastreamento Final, foi acompanhada pela governadora Celina Leão e ocorreu no Auditório Valderia da Silva Barbosa, na sede da corporação. Segundo a PCDF, desde 2021, a corporação recuperou 15.892 aparelhos. Além das ações concentradas, as delegacias fazem devoluções diariamente, a partir de boletins de ocorrência e da identificação dos bens. Durante a cerimônia, Celina Leão defendeu o enfrentamento aos furtos e roubos de celulares e reforçou a importância do registro de ocorrência pelas vítimas. “Cada um de vocês teria uma história para contar: o meu foi furto, o meu foi roubo. Mas esse tipo de situação não pode ser tolerada, tem que ser enfrentada”, afirmou a governadora. “Muitas pessoas poderiam estar aqui recebendo o celular, mas não registram a ocorrência porque acham que a polícia não vai encontrar", emendou. “Cada um de vocês teria uma história para contar: o meu foi furto, o meu foi roubo. Mas esse tipo de situação não pode ser tolerada, tem que ser enfrentada”, afirmou a governadora Celina Leão | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília A chefe do Executivo também citou o impacto da perda do aparelho na rotina das vítimas. “Muitos de vocês fizeram dívida para comprar um novo, às vezes sem nem ter terminado de pagar o anterior. E hoje o celular está sendo recuperado pela Polícia Civil.” A operação é conduzida pelos departamentos de Polícia Circunscricional (DPC) e de Inteligência, Tecnologia e Gestão da Informação (DGI), com apoio das delegacias. Policiais rastreiam os aparelhos, cruzam dados com registros de furto ou roubo e localizam os bens para devolução. O delegado-geral da PCDF, José Werick de Carvalho, afirmou que o boletim de ocorrência é essencial. “Continuem registrando, continuem confiando na polícia, porque nós não vamos admitir que esse crime aconteça no DF. A resposta está aqui e está também na entrega diária nas delegacias, que é em torno de 10 a 12 aparelhos celulares.” Ele também destacou o papel do IMEI na investigação. “Quando forem registrar as ocorrências, lembrem-se: o IMEI do aparelho celular é fundamental para que a gente possa alcançar o autor do crime, identificar e recuperar o aparelho. Essa operação também serve de exemplo para aqueles que ainda insistem em comprar celulares de procedência duvidosa.” IMEI é o número de identificação único de cada celular, usado para reconhecer o aparelho e verificar se há registro de furto, roubo ou impedimento. “Continuem registrando, continuem confiando na polícia, porque nós não vamos admitir que esse crime aconteça no DF. A resposta está aqui e está também na entrega diária nas delegacias, que é em torno de 10 a 12 aparelhos celulares", destacou José Werick de Carvalho, delegado-geral da Polícia Civil do DF Entre os que receberam o aparelho de volta estava Eliene Maria dos Santos Silva. O celular dela foi roubado em um assalto quando saiu de casa para comprar almoço. “Eu fiquei paralisada. Pensei: a minha vida é mais importante do que um telefone”, contou. Depois do crime, comprou outro e assumiu nova dívida. “Quando a polícia ligou [informando que o aparelho foi recuperado], eu não dormi a noite inteira. Agora meu amorzinho [o celular] voltou.” A gari Maria Aprazível Alves Mendes, 53 anos, teve o celular furtado dentro de um ônibus em outubro, quando seguia para uma consulta médica. Ao perceber o furto, cancelou o atendimento e foi à delegacia. “Eu não acreditava mais que fosse recuperar.” O aparelho, avaliado em cerca de R$ 700, foi presente da filha. “Tem que confiar [na polícia]. Como eu consegui meu celular, outras pessoas também podem conseguir.” O auditor fiscal Régis Mendes Smidt, 60 anos, recuperou o celular cerca de seis meses depois do furto. O aparelho foi levado de uma mochila enquanto ele estava em um comércio. “Imediatamente, fui à polícia e fiz a ocorrência. A própria polícia me falou que havia chance efetiva de recuperação, mas que poderia demorar. E isso se confirmou”, relatou. “Quando fiz a ocorrência, vi que os campos eram estruturados, pediam a identificação do IMEI, e acreditei. Minha esposa achava que não iam encontrar, que talvez fosse perda de tempo, mas eu confiei na orientação que recebi.” “Tem que confiar [na polícia]. Como eu consegui meu celular, outras pessoas também podem conseguir", disse Maria Aprazível Alves Mendes Para ele, a devolução representa também uma resposta ao prejuízo causado pelo crime. “É uma questão de justiça. Alguém não pode se beneficiar do esforço e do trabalho das outras pessoas. Só tenho a agradecer à polícia por prestar esse serviço com efetividade”, afirmou. Nas quatro primeiras edições da Operação Rastreamento Final, a PCDF havia devolvido 1.062 aparelhos: 184 em outubro de 2024, 135 em dezembro do mesmo ano, 430 em maio de 2025 e 313 em novembro. Com a etapa desta terça, o total chegou a 1.346 celulares restituídos. “É uma questão de justiça. Alguém não pode se beneficiar do esforço e do trabalho das outras pessoas. Só tenho a agradecer à polícia por prestar esse serviço com efetividade”, ressalta Régis Mendes Smidt A PCDF orienta que vítimas de furto ou roubo registrem ocorrência e informem o IMEI do aparelho, número obtido ao digitar *#06# no teclado do celular. Antes de comprar um telefone usado, o consumidor deve exigir nota fiscal e checar o sistema Consulta IMEI, disponível no site da corporação.
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Como soluções biológicas do campo podem transformar o cuidado ambiental nas cidades
E se o cuidado com jardins, áreas verdes e até o combate ao mosquito da dengue deixasse de depender de produtos químicos e passasse a funcionar com base em processos naturais? Essa é a lógica por trás da Arbor Garden, startup brasiliense que transforma ciência em soluções biológicas aplicadas ao ambiente urbano. A startup faz parte do eixo III do Start BSB, iniciativa da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) voltada à aceleração de startups. A etapa é executada pela Camp/Cotidiano Aceleradora, que atua no fortalecimento de modelos de negócio e na preparação das empresas para expansão. Levar para dentro das cidades tecnologias que já revolucionaram o agronegócio brasileiro pode parecer simples na teoria — mas, na prática, ainda é uma lacuna pouco explorada. Foi exatamente nesse espaço que a empresa encontrou seu ponto de atuação: desenvolver bioinsumos capazes de fortalecer plantas, tratar ambientes urbanos e enfrentar desafios de saúde pública de forma mais integrada, segura e sustentável. Segundo Rayssa Monnerat, fundadora da startup, esse movimento nasce de uma percepção clara de mercado. “A gente percebeu que o que já funciona muito bem no campo ainda não tinha chegado de forma estruturada às cidades. Nosso objetivo sempre foi trazer essas soluções biológicas para o ambiente urbano de forma simples, acessível e eficiente, mostrando que é possível cuidar de plantas, de espaços e até de questões de saúde pública sem depender de químicos.” A Arbor Biotecnologia atua no desenvolvimento e análise de soluções biológicas voltadas ao cuidado ambiental e à inovação em bioinsumos | Fotos: Divulgação/FAPDF Do campo para a cidade A Arbor Garden nasceu da percepção de que o uso de bioinsumos — produtos desenvolvidos a partir de microrganismos e processos naturais — já é consolidado no campo, mas ainda pouco presente no cotidiano urbano. Fundada por quatro sócios, em uma estrutura familiar que reúne competências complementares, a startup se posiciona como uma ponte entre ciência e aplicação prática. O objetivo é tornar acessíveis tecnologias biológicas de alta performance para o cuidado com plantas, ambientes urbanos e sistemas naturais. Em 2026, a empresa ampliou sua atuação com a criação da Arbor Biotecnologia, uma spin-off voltada à pesquisa, desenvolvimento de novas formulações e capacitação técnica, expandindo seu alcance para além da jardinagem. Ciência que vira solução no dia a dia As tecnologias desenvolvidas pela Arbor Garden têm como base os bioinsumos, que atuam diretamente no equilíbrio biológico do ambiente. No caso do fertilizante à base de microalgas, como o Arborella, o uso é simples: diluído na água, ele é aplicado na rega e fornece nutrientes, aminoácidos, vitaminas e minerais que fortalecem as plantas. Mais do que nutrir, o produto atua como bioestimulante, promovendo crescimento equilibrado e maior resistência. Já no controle biológico, soluções como o Arbor Guard utilizam microrganismos específicos para interromper o ciclo de vida de mosquitos — como o Aedes aegypti — ainda na fase larval. A atuação é direcionada, atingindo apenas o organismo-alvo, sem comprometer o restante do ecossistema. Na prática, isso representa uma mudança de abordagem: em vez de ações pontuais com químicos, entra em cena uma gestão biológica mais duradoura e alinhada aos processos naturais. No ambiente doméstico, o uso contínuo dos bioinsumos se traduz em plantas mais saudáveis, com crescimento equilibrado e maior resistência a estresse. Ao mesmo tempo, o uso em ambientes internos se torna mais seguro, especialmente em casas com crianças e pets. A proposta da Arbor Garden acompanha uma transformação mais ampla na forma como cidades e consumidores lidam com o meio ambiente Em contextos maiores, como condomínios, áreas comerciais e espaços urbanos, as soluções permitem ampliar o cuidado para além da estética. Entram em cena aplicações voltadas ao tratamento de ambientes, à degradação de matéria orgânica e ao manejo de água parada, contribuindo para uma gestão mais eficiente e integrada. Para a fundadora, esse modelo representa mais do que uma inovação técnica. “Mais do que vender um produto, a gente trabalha com uma mudança de mentalidade. É sair de uma lógica de combate pontual e começar a olhar para o ambiente de forma integrada, entendendo que plantas, água, solo e saúde urbana estão conectados — e que a biotecnologia pode atuar de forma preventiva, não só corretiva”, explica Rayssa. Um mercado em transformação A proposta da Arbor Garden acompanha uma transformação mais ampla na forma como cidades e consumidores lidam com o meio ambiente. A substituição de insumos químicos por soluções biológicas ganha espaço globalmente, impulsionada por preocupações com saúde, sustentabilidade e qualidade de vida. No Brasil, esse movimento começa a se consolidar também no ambiente urbano. Os números da startup refletem esse cenário: já são mais de 2 mil litros de produtos comercializados, presença em diferentes canais de venda e uma base crescente de clientes, que inclui desde consumidores domésticos até gestores de áreas verdes e empreendimentos urbanos. A Arbor Garden opera com um modelo híbrido, que combina venda direta, e-commerce e atuação no mercado empresarial (B2B). De um lado, atende quem cuida de plantas em casa; de outro, atua junto a condomínios, empresas de paisagismo, shoppings e gestores de áreas verdes, oferecendo soluções integradas de cuidado ambiental. A empreendedora destaca que essa mudança já é perceptível no comportamento do público. “Existe uma busca crescente por soluções mais seguras e sustentáveis, e isso tem impulsionado a adoção dos bioinsumos também no ambiente urbano”, afirma Rayssa. Agora, a empresa avança na ampliação do portfólio e na expansão de mercado, com foco no desenvolvimento de novas soluções biológicas voltadas à regeneração do solo, ao tratamento de ambientes e ao controle preventivo de vetores urbanos. *Com informações da FAPDF
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Feira do Trabalho e do Campo chega a Água Quente nesta terça-feira (12) com atividades gratuitas
Emprego, oportunidade e capacitação na porta de casa. A população de Água Quente terá tudo isso a partir desta terça-feira (12), quando a Feira do Trabalho e do Campo, em sua 11ª edição, chega à cidade. A estrutura fica montada no Quadradão em frente à Administração Regional até o próximo domingo (17). A programação é gratuita e inclui palestras, oficinas e apresentações culturais, além de feira e exposição de produtos rurais e de artesanato. Durante a semana, as atividades ocorrem das 13h às 21h. Já no fim de semana, das 9h às 17h. O evento é promovido pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), em parceria com o Instituto Acolher DF e apoio da Administração Regional de Água Quente. "A Feira do Trabalho e do Campo atua diretamente na dinamização da economia local ao reunir, em um mesmo espaço, oportunidades de emprego, qualificação profissional, acesso a crédito, incentivo ao empreendedorismo e valorização da produção rural e artesanal da região", destacou o secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda, Thales Mendes. "Quando levamos esse tipo de ação para uma comunidade como Água Quente, fortalecemos a circulação de renda local, aproximamos trabalhadores de empregadores, ampliamos a visibilidade de pequenos produtores e comerciantes e criamos um ambiente favorável para novos negócios", acrescentou o titular da Sedet. A estrutura fica montada no Quadradão em frente à Administração Regional até o próximo domingo (17) | Foto: Divulgação/Sedet-DF Entre as opções de oficinas, estão "educação financeira e finanças pessoais" e "autogestão no trabalho". Já entre as palestras, destaque para "empreender é resistir", ministrada por Thaís Reis. A programação completa pode ser conferida nas redes sociais do Instituto Acolher DF. Esta é a 11ª edição da Feira do Trabalho e do Campo. Após as edições, a Sedet segue acompanhando os dados — como o número de atendimentos, vagas ofertadas e encaminhamentos para processos seletivos —, a fim de mensurar os resultados do evento. E, conforme o secretário, tem sido possível observar "o engajamento da comunidade e o retorno dos parceiros envolvidos". "Chegar à 11ª edição demonstra que a Feira do Trabalho e do Campo se consolidou como uma política pública relevante e necessária para o Distrito Federal. Mais do que um evento, ela representa a presença do Estado nos territórios, levando oportunidades concretas para quem mais precisa. O DF possui realidades econômicas muito diversas, e ações itinerantes como essa reduzem desigualdades de acesso a serviços, emprego e capacitação", arrematou Thales Mendes.
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Capital Lab impulsiona empreendedorismo científico no DF
A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com o Instituto Bem Estar, lança oficialmente nesta sexta-feira (15) o Programa Capital Lab - Empreendedorismo Científico. O evento de abertura será realizado às 19h, no Lounge da Asbac, reunindo representantes do ecossistema de inovação, instituições de ensino superior, pesquisadores, empreendedores e autoridades do Distrito Federal. A iniciativa nasce com a proposta de fortalecer a conexão entre universidades, governo, setor produtivo e sociedade civil, transformando conhecimento científico em soluções inovadoras, negócios de base tecnológica e projetos de impacto social. “Queremos mostrar que inovação não pertence apenas aos laboratórios ou grandes empresas. O Capital Lab foi criado para abrir espaço a ideias transformadoras, conectar talentos e incentivar pessoas de diferentes áreas a desenvolverem projetos capazes de gerar impacto real na sociedade”, destaca o secretário, Rafael Vitorino. Programa estima alcançar mais de 4 mil participantes e, entre outras metas, a incubação de até 20 projetos ou startups científicas | Foto: Divulgação/Secti-DF O programa prevê o alcance direto estimado de 4.155 participantes em diversas ações voltadas à ciência, tecnologia e empreendedorismo. Entre as metas estão a incubação de até 20 projetos ou startups científicas, implantação de três Laboratórios Universitários, realização de atividades formativas para pelo menos 1.200 participantes, promoção de visitas de difusão científica em escolas públicas, encontros técnicos presenciais, hackathons, mentorias, pitch days e eventos estratégicos com investidores. Hub de Empreendedorismo Científico Além disso, o Capital Lab contará com uma sede no Setor Comercial Sul, que funcionará como Hub de Empreendedorismo Científico para apoio aos projetos incubados. O programa também prevê suporte técnico especializado, consultorias em gestão, comunicação, finanças e modelagem de negócios, além da criação de uma Revista Eletrônica de difusão científica. [LEIA_TAMBEM] A atuação será em diferentes regiões administrativas do DF e da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride), envolvendo estudantes, pesquisadores, startups, instituições acadêmicas, investidores e representantes do setor produtivo. As inscrições para a chamada pública serão abertas no dia 15 de maio e seguem até o dia 31 de maio, por meio do site oficial do Programa Capital Lab. Os projetos selecionados participarão do Ciclo de Ideação e Pré-incubação, com duração de cinco meses e início previsto para 22 de junho. A iniciativa reforça o compromisso da Secti-DF com o fortalecimento das políticas públicas de ciência, tecnologia e inovação, ampliando o acesso ao empreendedorismo científico e incentivando a criação de soluções capazes de gerar desenvolvimento econômico, inclusão e transformação social no Distrito Federal. SERVIÇO Evento de Abertura do Programa Capital Lab – Empreendedorismo Científico Data: 15 de maio de 2026 Horário: 19h às 22h Local: Lounge da Asbac Inscrições para o programa: de 15 a 31 de maio de 2026, no site oficial do Capital Lab. *Com informações da Secti-DF
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Veja o passo a passo para solicitação e agendamento online de medicamentos de alto custo no DF
Pacientes da rede pública do Distrito Federal já podem acessar a nova Farmácia Digital da Secretaria de Saúde, lançada nesta terça-feira (12), para solicitar medicamentos de alto custo e agendar a retirada sem enfrentar filas. O sistema funciona por meio do site Ceaf Digital e chega para tornar o atendimento mais rápido, organizado e acessível. Com a Farmácia Digital, a população poderá agendar a retirada de medicamentos sem enfrentar filas | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Como acessar O primeiro passo é entrar no portal da Farmácia Digital: Ceaf Digital Na página inicial, o usuário encontrará três opções: consultar localidades; consultar medicamentos; entrar ou cadastrar. Quem ainda não possui cadastro deve clicar em “entrar ou cadastrar” e, em seguida, selecionar a opção “Ainda não sou cadastrado”. Depois disso, será necessário preencher com alguns dados: CPF; nome completo; código de verificação exibido na tela. Na etapa seguinte, o sistema solicitará um número de celular. O usuário receberá um código via SMS, que deverá ser informado no site para validação. Depois, será a vez do e-mail. O paciente deve informar o endereço eletrônico, acessar a caixa de entrada, copiar o código enviado e inseri-lo na plataforma. Na sequência, basta criar uma senha com no mínimo oito caracteres, seguindo os critérios indicados pelo sistema. Após a conclusão do cadastro, o usuário já poderá acessar a plataforma normalmente. Envio de documentos e solicitação Com o cadastro finalizado, o paciente deverá seguir as orientações iniciais do sistema, enviar os documentos solicitados e preencher as informações necessárias para iniciar o processo de solicitação do medicamento. A plataforma acompanha todo o fluxo do paciente, desde a análise do pedido até o agendamento da retirada. Mais agilidade Segundo a Secretaria de Saúde, o novo sistema deve beneficiar cerca de 50 mil pacientes do Distrito Federal, reduzindo filas e diminuindo a burocracia no acesso aos medicamentos de alto custo. Além do agendamento eletrônico, a ferramenta também permite maior controle logístico e acompanhamento clínico dos pacientes, integrando as informações ao Cartão Nacional de Saúde.
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Campanha intensifica ações de doação de leite humano para redução da mortalidade infantil
Neste mês, a Secretaria de Saúde (SES-DF) intensifica em todo o Distrito Federal as ações de promoção e incentivo à doação de leite humano. O objetivo é sensibilizar mulheres lactantes e apoiar aquelas que desejam se tornar doadoras. O alimento garante a nutrição adequada a recém-nascidos em condições de vulnerabilidade, especialmente os prematuros e de baixo peso, contribuindo para a redução da mortalidade infantil. Em 2026, o slogan é: “Doação de leite humano: solidariedade que nutre, vida que cresce”, tema escolhido de forma colaborativa por 37 países. O período busca fortalecer campanhas educativas e ampliar mobilizações dos serviços de saúde em toda a capital federal. A coordenadora das políticas de aleitamento materno da SES-DF, Maria das Graças Cruz, ressalta que a doação de leite é um ato que alimenta, protege e possibilita o crescimento saudável dos bebês. “O leite humano doado é essencial porque oferece proteção contra infecções, fortalece o sistema imunológico e reduz o risco de doenças graves, como a enterocolite necrosante." Doação de leite humano garante que bebês vulneráveis tenham o suporte nutricional necessário | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Embora existam fórmulas infantis para situações específicas, a especialista destaca que há componentes vivos e protetores únicos no leite materno. "É um alimento de fácil digestão, rico em anticorpos e enzimas essenciais para a recuperação de bebês internados em unidades neonatais", exemplifica. Desempenho da rede e impacto em recém-nascidos do DF Os dados mais recentes da Rede de Bancos de Leite Humano (rBLH) e Postos de Coleta (PCLH) do DF demonstram a força dessa política pública. Apenas no primeiro trimestre de 2026, entre janeiro e março, 4.089 recém-nascidos foram beneficiados com leite humano doado, sendo 1.439 atendimentos realizados somente em março. O relatório de produção aponta que a rede mantém um desempenho expressivo, com 15.927 atendimentos totais e a coleta de 1.713 litros de leite no último mês registrado. Em parceria com o Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF), a rede da SES-DF é responsável por mais de 92% desses atendimentos, evidenciando a capilaridade e a efetividade das visitas domiciliares na captação do alimento. Apesar do cenário positivo e da consistência dos números, Cruz alerta para a necessidade de manter as doações em alta, uma vez que o volume coletado não atingiu a meta mensal. A coordenadora explica que a rede enfrenta uma baixa nos estoques desde novembro, período que costuma ser crítico devido às férias, e que, até o momento, os níveis não foram totalmente recuperados. "A demanda por leite humano é contínua e, por vezes, superior à oferta disponível, o que torna fundamental a ampliação do número de doadoras ativas para garantir que nenhum bebê vulnerável fique sem o suporte nutricional necessário", detalha Cruz. Como doar e suporte às mães lactantes Corpo de Bombeiros do DF é responsável por visitas domiciliares na captação do leite materno Para facilitar a adesão de novas voluntárias, o DF conta com uma estrutura robusta de 14 BLHs e sete PCLHs. Qualquer mulher que esteja amamentando, saudável e tenha excedente de leite pode se tornar doadora. O cadastro é simples, feito pelo telefone 160 (opção 4), pelo site Amamenta Brasília ou pelo Portal do Cidadão. Uma vez cadastrada, a doadora recebe orientações e conta com o apoio dos bombeiros, que coletam o pote de leite diretamente no domicílio da voluntária, garantindo segurança e comodidade ao processo. Após a coleta, o leite passa por rigorosos processos de controle de qualidade e pasteurização antes de ser distribuído. Além da coleta em si, é importante destacar que as unidades de saúde que compõem essa rede funcionam como serviços de “porta aberta”, oferecendo acolhimento e orientação para todas as mulheres. Os BLHs e os PCLHs prestam apoio direto à amamentação, auxiliando as mães no esclarecimento de dúvidas e no manejo de dificuldades comuns do período. “Esse suporte integral visa não apenas garantir o estoque para os bebês internados, mas também proteger e incentivar o aleitamento materno em toda a comunidade”, explica a coordenadora. Rede de Bancos de Leite Humano Nas próximas semanas, as unidades da SES-DF e a rede particular realizarão ações de conscientização, reforçando o caráter descentralizado e abrangente da campanha. As atividades incluem rodas de conversa, eventos de homenagem às doadoras, mobilizações em redes sociais e atividades educativas. *Com informações da SES-DF
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Plataforma agiliza retirada de medicamentos de alto custo no DF
A retirada de medicamentos de alto custo na rede pública do Distrito Federal passará a contar com solicitação e agendamento eletrônicos. O novo sistema Farmácia Digital, lançado nesta terça-feira (12) pela governadora Celina Leão, promete reduzir filas, agilizar atendimentos e modernizar a assistência farmacêutica para cerca de 50 mil pacientes. “Nós tínhamos um sistema que não funcionava direito, que era arcaico, que provocava demora na fila. Nós mudamos isso. Refizemos todo o planejamento estratégico para o atendimento, retiramos etapas que eram feitas fisicamente — todas elas agora estão sendo feitas de forma tecnológica para que a pessoa só vá à farmácia com o horário marcado para retirar seu medicamento”, destacou a chefe do Executivo. “Ou seja, é a tecnologia a favor do cidadão”, acrescentou. Celina Leão ressaltou que, com o Farmácia Digital, a ideia é “que a pessoa só vá à farmácia com o horário marcado para retirar seu medicamento” | Foto: Renato Alves/Agência Brasília A plataforma utiliza o sistema Sismedex e acompanha todo o fluxo do paciente, desde a solicitação do medicamento até a entrega final. Integrada ao Cartão Nacional de Saúde, a ferramenta permite controle logístico e clínico, além de digitalizar integralmente os processos administrativos. Com o novo modelo, o paciente poderá fazer a solicitação de forma eletrônica e agendar data e horário para retirada do medicamento, evitando longos períodos de espera nas unidades. Juracy Lacerda destaca que o lançamento do Farmácia Digital faz parte de uma “transformação digital” Segundo o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, a iniciativa representa um avanço importante na gestão pública da saúde. “Estamos dando um passo importante aqui na nossa rede, que faz parte de uma transformação digital que estamos fazendo na Secretaria de Saúde. Esse aplicativo chega para completar todo o processo de retirada do medicamento, tudo online. [A pessoa] agenda e retira com hora marcada. Estamos dando dignidade para a população da nossa cidade”, disse o chefe da pasta. O secretário de Governança Digital e Integração, Clemilton Oliveira Rodrigues Junior, também destacou a importância da plataforma. "Hoje é uma materialização do momento em que decidimos trazer essa transformação digital para dentro do governo. Serão 56 mil pessoas que poderão utilizar seu tempo com a sua família, em casa e com conforto. Não vai existir mais isso de ficar numa fila para buscar remédio", defendeu. A transição para o novo sistema será feita gradualmente nas Farmácias de Alto Custo do DF, conforme os pacientes realizarem atualização cadastral. Os servidores e farmacêuticos da rede já passaram por treinamento para utilização da plataforma, que deve estabelecer um novo padrão de atendimento na assistência farmacêutica do Distrito Federal. A plataforma também prevê, em casos específicos, a distribuição direta dos medicamentos no endereço do paciente, com controle e monitoramento da logística Menos filas e mais controle Além do atendimento eletrônico, o sistema amplia o controle sobre a distribuição dos medicamentos e o acompanhamento dos tratamentos. O paciente poderá marcar dia e horário para buscar o remédio, eliminando o tempo de espera em filas. A plataforma também prevê, em casos específicos, a distribuição direta dos medicamentos no endereço do paciente, com controle e monitoramento da logística. Outro diferencial da Farmácia Digital é a gestão documental totalmente eletrônica, reduzindo o uso de papel e permitindo auditoria e controle de estoque em tempo real.
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Rede pública de saúde do DF ultrapassa 1 milhão de atendimentos de enfermagem em 2026
Seja na rotina intensa dos hospitais, nas salas de vacinação ou nas unidades básicas de saúde (UBSs), há uma presença constante em todas as etapas do atendimento: o profissional da enfermagem. Nesta terça-feira (12), a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) celebra o Dia Internacional da Enfermagem e do enfermeiro, data que reconhece a importância desses profissionais para o funcionamento da rede pública de saúde. Atualmente, a SES-DF conta com 3.502 enfermeiros em atividade. Desse total, 171 enfermeiros são obstetras, 2.651 generalistas, 655 de família e comunidade e 25 enfermeiros do trabalho. Rede que cuida Os números refletem a dimensão desse trabalho. Em 2025, as equipes de enfermagem da pasta realizaram mais de 3 milhões de procedimentos individuais. Apenas nos primeiros meses de 2026, já foram registrados mais de 1 milhão de atendimentos. Atualmente, a SES-DF conta com 3.502 enfermeiros em atividade | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Diretor de Enfermagem da SES-DF, Bruno Assis, destaca a representatividade da categoria na rede pública. “O enfermeiro desempenha papel fundamental na promoção da qualidade de vida da população no âmbito da SES-DF, atuando de forma integrada em todos os níveis de atenção à saúde", afirma. Na rede pública do DF, os enfermeiros realizam acolhimento, consultas, vacinação e acompanhamento de gestantes, crianças, idosos e pacientes com doenças crônicas nas UBSs. Nos ambulatórios especializados, acompanham casos de maior complexidade, com monitoramento terapêutico e orientações aos pacientes. Já nos hospitais e serviços de urgência e emergência, desempenham papel fundamental na assistência direta, no monitoramento clínico e na coordenação do cuidado, contribuindo para um atendimento seguro e humanizado. Dedicação que permanece No Hospital Regional da Asa Norte (Hran), a enfermeira Janete Carvalho transformou experiência em legado. Com mais de 40 anos dedicados à enfermagem, ainda antes da regulamentação da profissão, ela decidiu seguir como voluntária após a aposentadoria, em 2016, para evitar a interrupção do atendimento a pacientes com lesões graves. Em 2018, criou o ambulatório de feridas complexas da unidade e ajudou na formação de novos profissionais para garantir a continuidade do serviço. Convivemos diariamente com a dor dos pacientes e aprendemos a dar valor a nossa saúde e à capacidade de ajudar o próximo. Trabalhamos por amor e com competência para fazer diferença na vida deles”, afirma. Apenas nos primeiros meses de 2026, as equipes de enfermagem da SES-DF realizaram mais de 1 milhão de atendimentos, beneficiando mais de 1 milhão de pacientes No ambulatório de feridas complexas do Hran, as enfermeiras acompanham pacientes com lesões de difícil cicatrização, como úlceras, feridas crônicas e complicações decorrentes de outras doenças. O atendimento inclui avaliação clínica, curativos especializados, orientações aos pacientes e monitoramento da evolução dos casos. Há cinco anos no ambulatório de feridas complexas, a enfermeira Kaliane Falcão acumula 20 anos de atuação na SES-DF e também construiu sua trajetória profissional no Hran. “Gosto muito de atender a população e isso faz parte do meu objetivo profissional. O maior aprendizado da enfermagem é aprender a lidar com o ser humano todos os dias”, conta. Larissa Lourenço, que também integra a equipe, está há 12 anos na pasta e já atuou em todos os níveis de atenção. “Somos o elo entre o paciente e os outros profissionais. Estamos diretamente ao lado dele em todos os níveis de atenção. É uma profissão que exige dedicação, ética e responsabilidade”, ressalta. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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