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Amor de mãe ajudou filha a se recuperar e ter alta da UTI do HRSM

Por trás de cada mãe, há uma história de amor construída em gestos silenciosos, renúncias e presença constante, especialmente nos momentos mais difíceis. Todos os dias, Valquíria Ávila dos Santos saía do Recanto das Emas em direção ao Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) para visitar a filha, Camila Rodrigues, internada na Unidade de Terapia Intensiva (UTI). Sem familiaridade com aplicativos de transporte, muitas vezes precisou pedir ajuda a desconhecidos para conseguir voltar para casa após as visitas. Ainda assim, não faltou um dia sequer. Camila Rodrigues foi internada no hospital no dia 4 de fevereiro deste ano para realizar uma cirurgia de redução de mama. O que deveria ser um procedimento programado acabou se tornando um período delicado. Após intercorrências, ela precisou permanecer por vários dias na UTI. A história de Camila Rodrigues e Valquíria Ávila dos Santos é marcada por emoção, superação e muita fé | Foto: Divulgação/IgesDF Durante toda a internação, Valquíria esteve presente. Há 28 anos, ela adotou Camila ainda criança, aos 6 anos de idade, e desde então construiu uma relação marcada por afeto, acolhimento e parceria. “Eu abracei esta missão e pensei: 'Deus está colocando a Camila no meu caminho, ou me colocando no caminho dela, porque Ele sabe o bem que posso fazer e como posso prepará-la para o mundo'”, relembra. Hoje, aos 34 anos, Camila diz que a experiência tornou ainda mais forte o reconhecimento pela mãe. Após receber alta hospitalar no dia 28 de março, ela conta que voltou para casa carregando também um novo olhar sobre a força materna. “Ela representa tudo de bom na minha vida. Quando voltei do coma, soube de todo o esforço dela para estar ao meu lado em todos aqueles dias e fiquei muito feliz. Tenho uma mãe incrível, corajosa, que está sempre comigo”, afirma. "Hoje a Camila está em casa e foi muito bem cuidada. Esse carinho não foi só com ela, mas com todos os pacientes que vi. O HRSM representa muita coisa na minha vida" Valquíria Ávila dos Santos Grata pela recuperação da filha, ela também faz questão de destacar o acolhimento recebido durante o período em que acompanhou a rotina hospitalar da paciente. “Hoje a Camila está em casa e foi muito bem cuidada. Esse carinho não foi só com ela, mas com todos os pacientes que vi. O HRSM representa muita coisa na minha vida, e eu só tenho a agradecer”, relata. A analista administrativa Ieda Soares, do Núcleo de Regulação Cirúrgica, acompanhou de perto a rotina das duas durante a internação e afirma que a presença constante da mãe chamou a atenção de toda a equipe. “Ela é um ser de luz, serena e com um amor incondicional pela filha. Sempre acreditou que tudo daria certo e, muitas vezes, era ela quem nos transmitia força e esperança”, conta. Depois de semanas entre visitas, orações e espera, Valquíria voltou para casa com a filha recuperada. Neste Dia das Mães, a história das duas reforça que, muitas vezes, o gesto mais poderoso dentro de um hospital continua vindo de quem nunca solta a mão. *Com informações do IgesDF  

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Servidores do GDF participam de capacitação em gestão de lixo

Servidores do Instituto Brasília Ambiental participaram, nesta sexta-feira (8), de uma visita técnica à Usina de Tratamento de Resíduos do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), localizada no Setor P Sul, da Região Administrativa de Ceilândia. A atividade integra o cronograma de capacitação continuada promovido pela Comissão Gestora da Agenda Ambiental na Administração Pública (A3P) do Instituto. Durante a ação, que teve o objetivo de trabalhar a temática de boas práticas na gestão do lixo, servidores do SLU apresentaram as instalações do complexo, inaugurado em 1986, que faz o tratamento mecânico-biológico dos detritos. “Esse tipo de ação é incentivado no Instituto. Incentivamos e apoiamos porque proporciona a troca de conhecimentos e de vivências e estreita ainda mais a parceria entre os órgãos que compõem o governo do Distrito Federal”, disse o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes. Visitantes conheceram todas as instalações da usina, que produz anualmente 20 mil toneladas de composto orgânico, destinado a produtores do DF | Foto: Divulgação/Instituto Brasília Ambiental Os visitantes puderam conferir toda a infraestrutura que compõe a usina, que conta com esteiras, peneiras, os serviços de separação manual por cooperados e de compostagem orgânica. E os números gerados por essa unidade impressionam: são produzidas 20 mil toneladas de composto orgânico, anualmente, destinadas a produtores do DF. Outro dado a se destacar é que a unidade da Ceilândia efetua, em média, a coleta domiciliar de 16 mil toneladas mensais, entre rejeitos orgânicos e secos.  [LEIA_TAMBEM]“O que eu vou levar dessa experiência, tanto para o Brasília Ambiental quanto para a minha vida, é a necessidade de separação correta de resíduos. E de que, quanto maior o consumismo, maior a produção de resíduos. Então, é necessário reduzir o consumo para diminuir a produção de lixo e pensar na reutilização de produtos e na reciclagem desses resíduos”, refletiu a auditora fiscal do Instituto, Vanessa Barboza, participante da visita. Já a estagiária da Assessoria de Projetos de Engenharia (Aspeng) do Instituto, Maria Isabel, que também participou da iniciativa, considera que a visita forneceu instrumentos para uma reflexão muito importante: repensar a forma como descartamos lixo hoje. “Vimos que tinham muitos resíduos orgânicos misturados aos recicláveis. O que, às vezes, inviabiliza a reciclagem. Temos que rever nossa forma de descarte”, avaliou. O DF conta, também, com uma segunda usina de tratamento do SLU, localizada na Asa Sul, que desempenha os trabalhos de coletas seletivas e domiciliares. *Com informações do Instituto Brasília Ambiental

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Segunda chamada para matrícula na Fábrica Social é divulgada

A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF) divulgou a segunda chamada dos candidatos selecionados para preenchimento das vagas remanescentes da Fábrica Social. A convocação contempla participantes do cadastro reserva, chamados após a conclusão da primeira etapa de matrículas. Os candidatos convocados deverão realizar a matrícula entre os dias 11 e 15 de maio, das 8h às 17h, em uma das unidades da Fábrica Social: Cidade do Automóvel (SCIA Quadra 14, Conjunto 2, Lote 16) e Unidade Sol Nascente (Setor Habitacional Sol Nascente, Chácara 125-A, Quadra A, lotes 1/7 Ceilândia). Caso ocorram desistências ou permaneçam vagas em aberto após esta etapa, novos candidatos da lista de espera poderão ser convocados | Foto: Divulgação/Sedet-DF Para garantir a vaga, é obrigatória a apresentação dos documentos originais: Número de Identificação Social (NIS) e Cadastro Único, para candidatos inscritos no CadÚnico; CPF; documento de identidade com foto (RG ou equivalente); comprovante de residência atualizado ou declaração de residência escrita de próprio punho. Pessoas em situação de rua ou acolhidas em casas de passagem estão dispensadas da apresentação do comprovante de residência. Somente terão a matrícula efetivada os candidatos que atenderem aos critérios previstos no Edital de Chamamento Público nº 17/2026, respeitando o limite de vagas disponíveis. Caso ocorram desistências ou permaneçam vagas em aberto após esta etapa, novos candidatos da lista de espera poderão ser convocados conforme a ordem de classificação do processo seletivo. *Com informações da Sedet-DF  

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Com apoio do GDF, game sobre universo pós-apocalíptico será lançado no Brasília Game Festival

Um futuro submerso, submarinos e sobreviventes tentando reconstruir a humanidade em um oceano hostil e imprevisível: este é o cenário de A Tale of Silent Depths. Desenvolvido pelo estúdio independente Crit42 Studio, o game foi criado com apoio do programa Start BSB, da Fundação de Apoio à Pesquisa (FAP-DF), e nasce como mais um exemplo da expansão da indústria criativa brasiliense. O jogo, junto com um livro inspirado no mesmo universo, será lançado durante o Brasília Game Festival, nos dias 15, 16 e 17 de maio, na Arena BSB Mané Garrincha. Os ingressos gratuitos devem ser retirados no site.  “A Tale of Silent Depths surgiu muito como um jogo que eu sempre quis jogar. Sou muito fã de RPGs e de gêneros como rogue-like. A ideia era criar uma experiência contemplativa, de exploração e solidão em um mundo pós-apocalíptico submerso”, relata o criador do jogo e autor do livro derivado, Eduardo dos Santos Azevedo. A ideia era criar uma experiência contemplativa, de exploração e solidão em um mundo pós-apocalíptico submerso”, conta Eduardo dos Santos Azevedo, idealizador do jogo | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O game foi selecionado para o eixo II do Start BSB, voltado à incubação de startups. Iniciado em 2025, o programa do GDF visa fomentar negócios de tecnologia e inovação ao longo de três anos, com investimento de R$ 43 milhões. No total, são três eixos, sendo o primeiro eixo voltado para a ideação, o segundo para incubação e o terceiro para aceleração dos negócios.   A presidente do Instituto Multiplicidades, Cristiane Pereira, explica que o Start BSB foi estruturado para criar uma trilha contínua para startups do DF. “No caso da incubação, que é a etapa executada pelo instituto, as startups recebem R$ 110 mil e passam por um acompanhamento completo. Não é só entregar o recurso. Eles recebem suporte administrativo, jurídico, contábil, de marketing, design e mentorias para estruturar o negócio”, detalha a presidente. “O Start BSB ajuda não apenas financeiramente, mas também a pensar estratégias de mercado e internacionalização. São novos CNPJs nascendo no Distrito Federal, gerando emprego, renda e ampliando a arrecadação local”, destaca Cristiane. Mundo gamer Entre as principais iniciativas da Secti-DF para impulsionar o setor está o Brasília Game Hub, projeto localizado na Asa Norte, fruto de parceria entre a pasta e o Instituto Conecta Brasil Em A Tale of Silent Depths, o planeta foi inundado após o derretimento das calotas polares, e a humanidade sobrevive séculos depois em submarinos. “É quase uma proposta ambiental de design fiction, de imaginar futuros possíveis por meio da narrativa”, afirma Eduardo, que acrescenta que o lançamento no festival celebra anos de dedicação ao setor. “De todos os jogos que eu fiz, esse é o que mais me divertiu desenvolver e também o que está tendo os melhores resultados. Ver as pessoas entendendo a proposta do jogo, se conectando com esse universo, aquece muito o coração”, diz. O desenvolvedor destaca que o apoio do GDF foi decisivo para transformar o projeto em realidade. “Foi essencial. Sem esse funding (financiamento), o jogo não sairia tão cedo. Muitas vezes o mercado privado exige métricas e resultados imediatos que nem sempre permitem inovação ou criatividade. O Start BSB foi esse ponto de virada”, afirma. “Hoje consigo olhar para o jogo e ver o quanto cresceu. Além do recurso financeiro, o programa oferece capacitação e um olhar de negócios que tem sido muito valioso”, acrescenta. "Esse mercado reúne atividades como programação, design gráfico, roteirização, sonorização e gestão de projetos — e o Distrito Federal já é a sexta cidade brasileira em número de desenvolvedoras de jogos, com mais de 50 empresas em atividade” Samara Araújo, subsecretária de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF A subsecretária de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Samara Araújo, ressalta que o setor de games vem ganhando protagonismo na economia criativa brasiliense. “Esse mercado reúne atividades como programação, design gráfico, roteirização, sonorização e gestão de projetos — e o Distrito Federal já é a sexta cidade brasileira em número de desenvolvedoras de jogos, com mais de 50 empresas em atividade”, afirma. Entre as principais iniciativas da pasta para impulsionar o setor está o Brasília Game Hub, projeto localizado na Asa Norte, fruto de parceria entre a Secti-DF e o Instituto Conecta Brasil. “O Brasília Game Hub, principal vetor desse crescimento, mobilizou R$ 35 milhões em potencial de investimentos em apenas um ano e prepara os estúdios para um mercado em plena expansão”, complementa. Um dos responsáveis pelo Brasília Game Hub, Carlos Victor Mendes, reforça a expansão do setor. “Nos últimos três anos, passamos de 20 para 60 estúdios em Brasília e crescemos na parte de empregabilidade, com contratação direta de mais de 180 pessoas e faturamento de mais de R$ 8 milhões. É um mercado global que tem muita possibilidade de mudar a matriz econômica de Brasília, fomentando e criando empregos, gerando imposto para o governo”, afirma. “Hoje um jogo que é produzido em Brasília pode ser lançado nos Estados Unidos, fazer sucesso na Rússia e receber investimento de japoneses.”

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Novas tecnologias reforçam potencial da cafeicultura no Distrito Federal

Produtores rurais, pesquisadores, extensionistas e estudantes participaram, nesta sexta-feira (8), do Dia de Campo Cafeicultura do DF, realizado na área experimental da Embrapa Cerrados, em Planaltina. O evento apresentou tecnologias, pesquisas e estratégias voltadas para o fortalecimento da cadeia produtiva do café no Distrito Federal, atividade que vem ganhando espaço e se consolidando como alternativa de geração de renda também para pequenos produtores rurais. Promovido pela Emater-DF, Embrapa Cerrados, Embrapa Café e Consórcio Pesquisa Café, o encontro aproximou pesquisa científica e extensão rural da realidade vivida no campo. Ao longo do dia, os participantes percorreram estações técnicas com orientações sobre nutrição e irrigação do cafeeiro, manejo de pragas e doenças, cultivo de cafés Conilon e Robusta e sistemas integrados de produção, incluindo o consórcio entre café e baru. De acordo com dados da Emater-DF, o Distrito Federal reúne atualmente 172 produtores de café, distribuídos em aproximadamente 419 hectares cultivados, com produção anual estimada em 830 toneladas. O cenário demonstra o crescimento da atividade na capital e o potencial da cafeicultura local para produção de cafés especiais.  Para o produtor rural Rubens Alves, da região do Lago Oeste, o acesso à tecnologia é decisivo para o sucesso da cafeicultura no DF | Fotos: Divulgação/Emater-DF Segundo o presidente da Emater-DF, Cleison Duval, a cafeicultura do Distrito Federal vem se fortalecendo com apoio da assistência técnica, da pesquisa e da adoção de tecnologias adaptadas à realidade dos pequenos produtores. Ele destaca que a maioria das propriedades possui áreas reduzidas de cultivo, o que torna essencial investir em qualidade, manejo adequado e agregação de valor para garantir rentabilidade.  “A cafeicultura está ganhando uma dimensão muito importante no Distrito Federal. Os produtores dispõem de grande potencial para cafés especiais devido às condições climáticas do Cerrado, altitude e manejo tecnológico. Como boa parte desses produtores trabalha em pequenas áreas, o acesso à inovação e à assistência técnica é fundamental para produzir um café diferenciado, competitivo e com maior valor agregado”, afirmou. O presidente também ressaltou a importância da integração entre pesquisa e extensão rural para o desenvolvimento sustentável da atividade. Segundo ele, a parceria entre Emater-DF e Embrapa Café permite levar conhecimento atualizado ao campo, aproximando os produtores das tecnologias desenvolvidas pela pesquisa agropecuária. “Esse trabalho conjunto é essencial para que as tecnologias cheguem efetivamente às propriedades rurais. A Emater está na ponta, acompanhando os produtores no dia a dia, orientando sobre manejo, irrigação, controle de pragas, escolha de cultivares e estratégias de comercialização. Ao mesmo tempo, a Embrapa contribui com inovação e pesquisa aplicada. Essa integração fortalece a cafeicultura e cria oportunidades para que os produtores aumentem produtividade, qualidade e renda”, completou Cleison Duval. Durante a abertura do evento, o secretário de Agricultura do Distrito Federal destacou a relevância econômica da cafeicultura e o papel das políticas públicas voltadas ao fortalecimento da produção e da comercialização rural. O evento contou ainda com a participação da representante da Câmara Setorial do Café, Lívia Teobaldo,  pesquisadores, técnicos e produtores rurais de diferentes regiões do Distrito Federal. Soluções tecnológicas  As estações técnicas apresentaram soluções voltadas à eficiência produtiva e à sustentabilidade das lavouras. Na Estação 1, técnicos da Emater-DF abordaram o sistema de produção no Cerrado Central, com foco em nutrição e irrigação do cafeeiro. O espaço reuniu orientações sobre manejo da adubação e uso eficiente da água, fatores considerados estratégicos para elevar a produtividade.  No encontro, agricultores e técnicos da Emater discutiram sobre práticas relacionadas ao plantio, adubação e uso eficiente da água, entre outros fatores Já a Estação 2 destacou práticas relacionadas ao plantio, escolha de cultivares, controle de pragas e doenças, buscando reduzir perdas e fortalecer a sustentabilidade da atividade. Outras estações apresentaram alternativas para diversificação da renda familiar, incluindo o cultivo de cafés Conilon e Robusta e sistemas integrados que unem café e baru. Para o chefe-geral da Embrapa Cerrados, Jorge Werneck, o evento demonstra os avanços da cafeicultura na região e a importância da pesquisa para o desenvolvimento de sistemas produtivos adaptados ao Cerrado. “Temos uma ampla área experimental dedicada à cafeicultura, com pesquisas voltadas ao desenvolvimento de sistemas de produção, avaliação de variedades e integração com outras culturas. Também estudamos estratégias de manejo e controle de pragas para tornar a atividade cada vez mais eficiente e sustentável para os produtores do Distrito Federal e Entorno”, destacou.  [LEIA_TAMBEM] O produtor rural Rubens Alves, da região do Lago Oeste, afirmou que o acesso à tecnologia é decisivo para o sucesso da atividade no DF. “Para quem trabalha com pequenas áreas, a tecnologia é fundamental. O que é desenvolvido aqui na pesquisa chega até nós por meio da Emater, que faz esse elo entre conhecimento e produtor rural. Isso nos dá mais segurança para investir e melhorar a produção”, relatou. O chefe-geral da Embrapa Café, Rodolfo Oliveira, reforçou que a atuação integrada entre pesquisa e extensão rural é estratégica para o crescimento da cafeicultura no Distrito Federal. “Não basta desenvolver pesquisas e novas tecnologias se esse conhecimento não chegar ao produtor. A extensão rural tem papel fundamental nesse processo. O Distrito Federal possui uma cafeicultura em expansão, formada principalmente por pequenos produtores, mas já com cafés de altíssima qualidade e reconhecimento. É uma atividade que tem potencial para gerar renda e valor agregado mesmo em pequenas propriedades”, ressaltou. Integração entre pesquisa e extensão rural A Emater-DF mantém acordo de cooperação técnica com a Embrapa Café para desenvolvimento de ações voltadas à capacitação de produtores e técnicos, realização de treinamentos, encontros técnicos e intercâmbio de conhecimentos entre pesquisa, extensão rural e setor produtivo. “Este evento demonstra o avanço da cafeicultura no Distrito Federal e a importância da difusão tecnológica para o fortalecimento da atividade. O trabalho desenvolvido pela Emater-DF, em parceria com a Embrapa, leva ao produtor informações fundamentais sobre irrigação, manejo, cultivares adaptadas, ponto ideal de colheita e estratégias para aumentar produtividade e qualidade", destacou o secretário de Agricultura do DF, Rafael Bueno. Hoje, avalia Bueno, o café produzido no DF possui um novo perfil: "Deixou de ser uma cultura voltada apenas para volume e passou a se destacar pela qualidade, com cafés especiais e premium que já alcançam mercados altamente exigentes, inclusive internacionais. Esse trabalho conjunto de pesquisa, assistência técnica e inovação fortalece uma cadeia produtiva com grande potencial de geração de renda e valorização para os produtores rurais do Distrito Federal”.  *Com informações da Emater-DF

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Unidades de saúde do DF comemoram Dia das Mães com manhã de acolhimento e carinho

Em meio à rotina intensa dos atendimentos, internações e plantões, unidades geridas pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) reservaram a manhã desta sexta-feira (8) para homenagear mulheres que vivenciam diariamente o cuidado dentro da saúde pública. No Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), a equipe multidisciplinar da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Pediátrica preparou um café da manhã especial para mães de crianças internadas e profissionais do setor. A proposta foi oferecer acolhimento e conforto em um ambiente marcado por desafios emocionais e longos períodos de internação. Momentos de descontração como o promovido nas unidades de saúde nesta sexta-feira ajudam no enfrentamento de momentos em que se tem medo de perder alguém | Foto: Divulgação/IgesDF Segundo o chefe da UTI Pediátrica do HBDF, Abdias Aires, a iniciativa surgiu da necessidade de olhar também para quem acompanha os pacientes durante todo o tratamento. “A mãe que acompanha um filho em situação crítica vivencia dias de profunda angústia, medo e exaustão emocional, muitas vezes diante da possibilidade real de perda. Proporcionar um momento simples de acolhimento e escuta representa uma forma de amenizar, ainda que por instantes, o peso dessa rotina tão dolorosa”, destaca. A ação criou uma pausa na rotina da terapia intensiva, aproximando equipes e famílias em um ambiente de escuta, apoio e solidariedade. “O cuidado em terapia intensiva vai além da tecnologia e dos protocolos. Ele também passa pelo acolhimento humano e pela construção de vínculos de solidariedade e esperança”, completa Abdias. Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) do Riacho Fundo, a celebração reuniu profissionais, pacientes e acompanhantes em uma manhã marcada por homenagens e reconhecimento. A iniciativa foi organizada pela equipe gestora da unidade, em parceria com a Comissão Interna de Prevenção de Acidentes (Cipa) e colaboradores. "Ser mãe vai muito além da maternidade biológica. É acolher, proteger, ensinar, amar e transformar vidas diariamente” Carolina Corrêa, gerente da UPA do Riacho Fundo Além do café da manhã, foram distribuídos brindes e lembranças às mulheres presentes na unidade. A proposta foi valorizar diferentes formas de cuidado e afeto representadas pelas figuras maternas. Para a gerente da UPA do Riacho Fundo, Carolina Corrêa, a homenagem representa gratidão e valorização. “Mais do que uma simples homenagem, esse momento representa reconhecimento e afeto por todas as mulheres que carregam consigo a essência do cuidado, da força e da dedicação. Ser mãe vai muito além da maternidade biológica. É acolher, proteger, ensinar, amar e transformar vidas diariamente”, afirma. *Com informações do IgesDF  

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Hospital Cidade do Sol apresenta experiência do DF em cuidados paliativos em encontro nacional

O Hospital Cidade do Sol (HSol), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), foi escolhido pelo Ministério da Saúde para apresentar a experiência do Distrito Federal em cuidados paliativos durante o II Encontro Nacional de Cuidados Paliativos, realizado nesta sexta-feira (8), em Brasília. O evento, sediado na Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), celebrou os dois anos da Política Nacional de Cuidados Paliativos (PNCP) e reuniu especialistas, gestores e representantes de todas as regiões do país para discutir estratégias de ampliação do atendimento no Sistema Único de Saúde (SUS). A experiência apresentada durante o encontro foi conduzida pelo chefe do Núcleo de Cuidados Paliativos do IgesDF, o médico paliativista Arthur Amaral. Ele compartilhou os avanços do projeto Conti Comigo, iniciativa desenvolvida no HSol desde junho de 2025 e que já atendeu 170 pessoas, entre pacientes de 23 a 103 anos. Criado para oferecer assistência a pacientes com dores crônicas ou doenças que causam sofrimento intenso, o projeto foi inspirado no legado do médico Rodrigo Conti, ex-diretor do IgesDF e defensor de uma assistência centrada no acolhimento. A iniciativa busca fortalecer um modelo de cuidado baseado em respeito, dignidade e atenção integral ao paciente. O HSol apresentou a experiência do Distrito Federal em cuidados paliativos durante o II Encontro Nacional de Cuidados Paliativos, nesta sexta (8), em Brasília | Foto: Divulgação/IgesDF Representação nacional Segundo Arthur Amaral, a escolha do Hospital Cidade do Sol pelo Ministério da Saúde demonstra que o trabalho desenvolvido no Distrito Federal vem se consolidando como referência nacional. “É uma honra para nós sermos escolhidos para representar nossas vivências em um evento deste porte, que reúne experiências de todo o país. É um sinal de que, apesar de ser uma política nova, caminhamos lado a lado com aquilo que há de mais importante nos cuidados paliativos: o cuidado centrado na pessoa”, pontua. Os cuidados paliativos são indicados para pacientes com doenças graves que causam sofrimento físico, emocional ou psicológico O médico também reforçou a importância de ampliar o debate sobre o tema e combater percepções equivocadas ainda existentes sobre esse tipo de assistência: “É importante entender que cuidados paliativos não são apenas para pacientes em fim de vida. Eles devem ser oferecidos a qualquer pessoa com doença grave que traga sofrimento. Nosso objetivo é garantir mais conforto, dignidade e qualidade de vida”. Segundo ele, fortalecer essa política dentro do Sistema Único de Saúde é um compromisso ético. “É um dever nosso, enquanto profissionais de saúde e cidadãos, não apenas debater, mas lutar pelo aumento de ações como essa no SUS. Somente assim construiremos uma saúde que pensa em todas as etapas da vida de uma pessoa, inclusive em seus dias finais”, completa. A coordenadora do Núcleo Nacional de Cuidados Paliativos do Ministério da Saúde, Gabriela Hidalgo, destacou que o trabalho desenvolvido pelo IgesDF se tornou uma referência importante para o fortalecimento da política no país. “A experiência do IgesDF representa um marco importante para o desenvolvimento da política, porque integra o atendimento hospitalar às unidades de pronto atendimento (UPAs) e outras unidades da rede. Isso facilita a identificação e o encaminhamento dos pacientes que precisam desse cuidado em um momento delicado”, ressalta. O encontro reuniu especialistas, gestores e representantes de todas as regiões do país para discutir estratégias de ampliação do atendimento no SUS Para o gerente-geral substituto do HSol, Leandro Queza, participar do encontro nacional reforça a importância de ampliar e consolidar esse tipo de assistência na rede pública: “Momentos como esse mostram que as ações desenvolvidas no Hospital Cidade do Sol estão trazendo resultados importantes e precisam ser continuamente fortalecidas. É um reconhecimento que nos motiva a seguir ampliando esse cuidado cada vez mais humano”. Além da apresentação de experiências de diferentes estados brasileiros, a programação do II Encontro Nacional de Cuidados Paliativos incluiu debates sobre o plano operativo da Política Nacional de Cuidados Paliativos e estratégias para ampliar o acesso ao atendimento em todo o país. [LEIA_TAMBEM]Como funciona o atendimento Os cuidados paliativos são indicados para pacientes com doenças graves que causam sofrimento físico, emocional ou psicológico. O acompanhamento busca melhorar a qualidade de vida, aliviar sintomas e oferecer suporte também às famílias. No IgesDF, o atendimento é realizado por equipes multiprofissionais e envolve integração entre hospitais, UPAs e outras unidades da rede pública de saúde, facilitando o encaminhamento e a identificação precoce dos pacientes que podem se beneficiar desse cuidado. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Mutirão de espirometria realiza quase 400 exames no Hran

Nesta semana, entre os dias 4 e 8 de maio, 365 pacientes passaram pelo Ambulatório de Pneumologia do Hospital Regional da Asa Norte (Hran) em meio à força-tarefa para realização de exames de espirometria. Também conhecido como prova de função pulmonar, o teste é essencial para avaliar a capacidade respiratória dos pacientes, permitindo o diagnóstico da doença pulmonar obstrutiva crônica (DPOC) e de outras enfermidades. O mutirão, também organizado no ano passado, visa diminuir a fila de espera para realizar o exame pela Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). O diagnóstico é necessário para que alguns pacientes com a condição participem de programas de reabilitação pulmonar ou sejam encaminhados para outros procedimentos de saúde. O médico pneumologista do Hran, Paulo Feitosa, lembra que a rede de atenção da SES-DF é um modelo na oferta desse serviço. “A unidade de pneumologia do Hran é referência em várias patologias pulmonares específicas. Trata-se da maior unidade do tipo dentre as regiões Nordeste e Centro-Oeste e funciona em cooperação com outros serviços oferecidos no Hran, como o Ambulatório do Sono”, ressalta. Força-tarefa atendeu quase 500 pacientes entre os dias 4 e 8 de maio | Fotos: Yuri Freitas/Agência Saúde DF  Como funciona Durante a espirometria, o paciente é orientado a encher o peito de ar e soprar forte e rápido, por seis segundos, esvaziando todo o pulmão em um tubo ligado a um sistema computadorizado. Após cerca de 20 minutos do primeiro sopro e do uso de um broncodilatador, o paciente repete o sopro para ver se houve mudança depois do uso da medicação. Todo o exame é orientado por um técnico de espirometria habilitado, com equipamentos ligados a sistemas computadorizados que geram dados gráficos e numéricos para análise de um especialista — no mutirão, os pneumologistas do Hran. Um dos pacientes atendidos no decorrer da semana foi a chefe de cozinha Rayane Campeche. Ela conta que já havia se consultado com um fonoaudiólogo da rede e elogiou a equipe da SES-DF. “A profissional que marcou os exames foi super solícita comigo. Estou na fila para fazer a cirurgia bariátrica também, então me colocaram para fazer esse exame de investigação pneumonológica. Eu tenho asma desde criança, mas agora eu quero cuidar melhor da minha saúde”. Acompanhada da filha e do neto, a aposentada Doralice Samara também participou do mutirão Outra a participar do mutirão foi a aposentada Doralice Samara, acompanhada da filha e do neto. Doralice é fumante — apesar da forte reprovação da família — e afirma que a força-tarefa acontece em um momento oportuno. “Como foi constatada a DPOC, um enfisema, o médico pediu esse exame para avaliar a minha situação, para ele poder trocar o medicamento”. Já sobre a dificuldade em realizar o teste, a aposentada fala com orgulho: “Segurar o fôlego foi difícil, mas eu consegui, mesmo com 80 anos! Teve gente mais nova que eu que não deu conta”, afirma sorridente.   *Com informações da SES-DF

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Vistoria técnica avalia melhorias em feiras de Ceilândia

A Administração Regional de Ceilândia, em parceria com a Novacap, realizou nesta semana uma vistoria técnica nas Feiras Central e do P Sul e no Shopping Popular de Ceilândia com o objetivo de identificar demandas estruturais, necessidades de manutenção e possíveis melhorias nos espaços públicos destinados ao comércio popular da cidade. As equipes percorreram os ambientes internos e externos das feiras para levantamento técnico de serviços que poderão contemplar revitalizações, readequações, manutenção preventiva e melhorias | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia Durante a ação, as equipes percorreram os ambientes internos e externos das feiras para levantamento técnico de serviços que poderão contemplar revitalizações, readequações, manutenção preventiva e melhorias voltadas para conforto, segurança, acessibilidade e melhores condições de trabalho para feirantes e comerciantes. As feiras públicas desempenham papel fundamental na economia local, sendo responsáveis pela geração de emprego e renda para centenas de famílias, além de fortalecerem o comércio regional e preservarem a tradição cultural e social de Ceilândia. “As feiras públicas têm papel fundamental na economia e na vida da população de Ceilândia" Fernando Leite, presidente da Novacap “As feiras públicas têm papel fundamental na economia e na vida da população de Ceilândia. A Novacap está trabalhando em conjunto com a administração regional para identificar as principais demandas e contribuir com melhorias que garantam mais segurança, conforto e melhores condições para feirantes, comerciantes e frequentadores desses espaços”, afirma o presidente da Novacap, Fernando Leite. Parceria O trabalho conjunto entre a administração regional e a Novacap busca planejar ações estruturantes que contribuam para a valorização desses importantes espaços de convivência e desenvolvimento econômico da cidade. Segundo o administrador regional de Ceilândia, João Marcelo Ferreira de Souza, as vistorias fazem parte do compromisso da gestão em ouvir as demandas dos trabalhadores e promover melhorias contínuas nos equipamentos públicos. “Realizamos esse levantamento técnico para identificar as principais necessidades das nossas feiras e buscar soluções que garantam mais conforto, segurança e dignidade para feirantes, comerciantes e toda a população que frequenta esses espaços diariamente. As feiras têm um papel essencial na movimentação da economia de Ceilândia, na geração de emprego e renda e no fortalecimento do comércio local”, destacou o administrador. *Com informações da Administração de Ceilândia  

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Brasília Ambiental realiza visita técnica à Usina de Tratamento de Resíduos

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