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GDF na Sua Porta oferece 600 vagas para castração gratuita de cães e gatos em São Sebastião

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Ferramenta para solucionar casos históricos de desaparecimento é lançada no DF

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Aberta seleção para áreas de enfermagem e médico infectologista em unidades de saúde do DF

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) está com inscrições abertas para novos processos seletivos simplificados destinados à formação de cadastro reserva em áreas ligadas à alta complexidade e à assistência especializada. As oportunidades são para médico infectologista, enfermeiros para Unidade de Terapia Intensiva (UTI) adulto, ambulatório e oncologia/hematologia. As remunerações variam entre R$ 4.894,57 e R$ 13.359,56, conforme o cargo e a carga horária prevista em edital. As contratações poderão ocorrer em regime determinado, indeterminado ou intermitente, de acordo com a necessidade das unidades administradas pelo instituto. Todos os cargos oferecem benefícios como auxílio-transporte, alimentação conforme acordo coletivo de trabalho e jornada, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral e folga no mês de aniversário. As remunerações variam entre R$ 4.894,57 e R$ 13.359,56, conforme o cargo e a carga horária prevista em edital | Foto: Divulgação IgesDF Especialidades O Edital nº 052/2026 prevê cadastro reserva para médico infectologista, com remuneração bruta de R$ 13.359,56 e carga horária mínima de 24 horas semanais. A vaga é destinada a profissionais com formação em medicina, registro ativo no Conselho Regional de Medicina e residência ou título de especialista em infectologia emitido pela AMB/Sociedade Brasileira de Infectologia, além de experiência mínima de seis meses como médico infectologista. Já o Edital n° 053/2026 contempla cadastro reserva para enfermeiro — oncologia e hematologia, com remuneração de R$ 4.894,57 e jornada mínima de 36 horas semanais. Os candidatos devem possuir graduação em Enfermagem, cursando pós-graduação na área de oncologia ou hematologia, registro ativo no Conselho Regional de Enfermagem (Coren) e experiência mínima de seis meses como Enfermeiro Assistencial em Oncologia ou Hematologia. No Edital n° 054/2026 prevê cadastro reserva para enfermeiro — ambulatório, com remuneração bruta de R$ 4.894,57 para carga horária mínima de 36 horas semanais. Para participar, é necessário possuir graduação em Enfermagem, registro ativo no Coren e experiência mínima de seis meses como enfermeiro ambulatorial e curso de procedimentos de enfermagem, com carga mínima de 20h. Também está aberta seleção para enfermeiro para UTI Adulto, prevista no Edital n° 055/2026, com remuneração de R$ 4.894,57 e jornada mínima de 36 horas semanais. A vaga exige graduação em Enfermagem, registro ativo no Coren, pós-graduação completa em enfermagem na área de UTI ou urgência e emergência e experiência mínima de seis meses como enfermeiro em UTI Adulto. [LEIA_TAMBEM] Inscrições As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site oficial do IgesDF, onde também estão disponíveis os editais completos e os cronogramas das seleções. Os editais têm como objetivo a formação de cadastro reserva, permitindo que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial e operacional das unidades da rede. Com a abertura das seleções, o IgesDF fortalece equipes que atuam diretamente na assistência especializada à população e na manutenção da infraestrutura necessária para o funcionamento seguro e eficiente dos serviços de saúde.   *Com informações do IgesDF

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GDF aprova projeto de regularização fundiária no Trecho 2 de Vicente Pires

O Governo do Distrito Federal (GDF) publicou, nesta quarta-feira (1º), no Diário Oficial do DF (DODF), o Decreto nº 48.866, que aprova o projeto urbanístico de regularização fundiária do Trecho 2 do Setor Habitacional Vicente Pires. Assinado pela governadora Celina Leão, o ato abrange as quadras 19 e 27 e permite o avanço do processo de regularização da área. O projeto contempla uma área de 537.708,53 metros quadrados (53,77 hectares), onde estão previstos 560 lotes, dos quais 431 são destinados ao uso residencial unifamiliar. Ao todo, o parcelamento comporta 2.535 unidades habitacionais, com capacidade estimada para 6.794 moradores. Além das áreas residenciais, o projeto destina um lote para Equipamento Público Institucional (Inst EP), onde está implantada a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Vicente Pires. Regularização A proposta integra o processo de regularização fundiária do Trecho 2 do Setor Habitacional Vicente Pires e foi elaborada com base no Plano de Uso e Ocupação aprovado pelo Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan), em 2019. Para viabilizar a execução do processo de forma gradual, a área foi subdividida em projetos urbanísticos de regularização independentes. Com a publicação do decreto, a Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh) encaminhará o projeto à Agência de Desenvolvimento do Distrito Federal (Terracap), responsável por providenciar o registro dos imóveis em cartório no prazo de até 180 dias.   *Com informações da Seduh-DF

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Parceria entre segurança pública e IFB amplia atendimento humanizado à população

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A partir do dia 4, Agência Brasília passa a divulgar somente utilidade pública

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Teatro Nacional entra na etapa de reforma com foco em áreas técnicas e históricas

Enquanto o público já voltou a ocupar parte do Teatro Nacional Claudio Santoro, a recuperação do restante do complexo segue em andamento. Iniciada em março deste ano, a segunda etapa da restauração segue com levantamentos técnicos e elaboração dos projetos executivos que vão orientar as próximas intervenções em um dos principais patrimônios culturais de Brasília. Com investimento de R$ 268,3 milhões, a segunda etapa da obra contempla a restauração da Sala Villa-Lobos e de seu foyer, dos camarins, da Sala Alberto Nepomuceno e do Espaço Cultural Dercy Gonçalves. Os serviços são executados pela Porto Belo Engenharia, vencedora da licitação e responsável também pela primeira etapa da recuperação do teatro, sob coordenação da Novacap. Serviços, atualmente concentrados em limpeza das áreas, compreendem uma série de melhorias e adequações da estrutura do prédio | Fotos: Divulgação/Secec-DF  Atualmente os trabalhos estão concentrados em escaneamento, reconhecimento técnico, limpeza das áreas e desenvolvimento dos projetos executivos. “A restauração do Teatro Nacional é um investimento na preservação da história, da cultura e da identidade de Brasília”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Fernando Modesto. A reforma inclui ainda modernização da infraestrutura técnica, melhorias acústicas e cenográficas, adequações de acessibilidade, atualização dos sistemas de segurança contra incêndio e restauração dos elementos arquitetônicos, seguindo critérios rigorosos de preservação por se tratar de um bem tombado. Recuperação histórica Projeto desenvolvido entre a Secec-DF e a Novacap já está na etapa final de recuperação do teatro  O projeto representa a etapa final da recuperação do Teatro Nacional. Em dezembro de 2024, a primeira fase das obras foi entregue com a reabertura da Sala Martins Pena e de seu foyer, após mais de dez anos de interdição do complexo. Na ocasião, foram investidos R$ 70 milhões na modernização das instalações elétricas e hidráulicas, implantação de novas saídas de emergência, construção de reservatório para combate a incêndios, substituição de materiais inflamáveis e adequação às normas atuais de segurança. [LEIA_TAMBEM]O projeto foi desenvolvido por meio de parceria entre a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), responsável pela gestão do equipamento, e a Novacap, encarregada da execução e fiscalização das obras. O titular da Secec-DF lembra que a necessidade da reforma era discutida desde antes da interdição do teatro, em 2014, quando a estrutura já apresentava sinais de desgaste. “Nesta etapa, os trabalhos estão concentrados nos levantamentos técnicos e na elaboração dos projetos que darão segurança às intervenções de restauro, respeitando a complexidade de uma obra dessa dimensão”, detalha Fernando Modesto. “Nosso compromisso é executar cada fase com responsabilidade e qualidade, para devolver à população um equipamento cultural moderno, preservado e preparado para impulsionar a produção artística e ampliar o acesso à cultura no Distrito Federal”, conclui o gestor. 

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Com aproximadamente 500 câmeras, DF 360 amplia segurança no Conic

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Evento no DF discute Teste do Pezinho e doenças raras

O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) realizou, na última quinta-feira (25), o simpósio "Do Teste do Pezinho ao Cuidado Especializado". O evento reuniu profissionais, estudantes e especialistas em pediatria para debater a integração dos níveis de atenção no Sistema Único de Saúde (SUS) e a garantia de direitos de pacientes com condições crônicas, raras e complexas.  Simulação do teste do pezinho feita durante oficina prática no início do evento | Fotos: Maria Clara Oliveira/HCB "Em Brasília, temos o privilégio de ter um Programa de Triagem Neonatal que consegue detectar mais de 60 doenças raras logo ao nascimento. Isso faz toda a diferença, pois as crianças são encaminhadas ao tratamento especializado o mais precocemente possível" Valdenize Tiziani, diretora-executiva do HCB  A abertura oficial foi conduzida pela diretora-executiva do HCB, Valdenize Tiziani, dando início a um dia de intensa imersão científica sobre a jornada do "paciente raro". Segundo a Organização Mundial da Saúde (OMS), doenças raras são aquelas que afetam até 65 indivíduos a cada 100 mil pessoas.  "Em Brasília, temos o privilégio de ter um Programa de Triagem Neonatal que consegue detectar mais de 60 doenças raras logo ao nascimento. Isso faz toda a diferença, pois as crianças são encaminhadas ao tratamento especializado o mais precocemente possível", explicou Tiziani. Ela ressaltou, ainda, que a suspeita precoce na triagem, a celeridade dos testes confirmatórios e a inclusão imediata nos programas de assistência são a chave para a qualidade de vida desse indivíduo. O papel da enfermagem navegadora no diagnóstico precoce A primeira mesa-redonda do evento discutiu como o fluxo correto de atendimento transforma o prognóstico de cura, habilitação e reabilitação do paciente pediátrico. O painel destacou o protagonismo da equipe de enfermagem na unidade — essencial para acolher a família e coordenar o cuidado centrado no paciente.  Alice Santana com a filha Mirela Santana, de seis meses: "Cinco dias após o diagnóstico, ela já estava recebendo a medicação. O teste do pezinho salva vidas" Mirela Santana, de apenas seis meses, ilustra a importância desse fluxo. Sua mãe, Alice Santana, realizou o teste do pezinho como parte da rotina habitual de um recém-nascido. Poucos dias depois, recebeu um chamado do Hospital de Apoio de Brasília (HAB) para uma consulta de emergência com um médico geneticista. De lá, Mirela foi imediatamente encaminhada ao HCB para testes confirmatórios de atrofia muscular espinhal (AME), uma doença genética, rara e degenerativa que afeta os neurônios motores da medula espinhal. Ao chegar ao HCB, a bebê foi acolhida por uma equipe multidisciplinar: enfermeira referência, fonoaudióloga, terapeuta ocupacional, fisioterapeuta e neuropediatra. Prontamente, a equipe assistencial acionou o Componente Especializado da Assistência Farmacêutica (Ceaf, mais conhecida como Farmácia de Alto Custo) e o Ministério da Saúde para incorporar a paciente no Protocolo Clínico e Diretrizes Terapêuticas (PCDT) da AME, habilitando-a para a terapia gênica. "Se não fosse pela proatividade deles, tudo não teria acontecido tão rápido. Cinco dias após o diagnóstico, ela já estava recebendo a medicação. Minha filha tosse e chora bem, como vocês podem notar, e ela poderia já não ter essa força pulmonar que tem hoje se houvesse demora. O teste do pezinho salva vidas", relatou a mãe.  A diretora executiva do HCB, Valdenize Tiziani: suspeita precoce na triagem, celeridade dos testes e inclusão imediata nos programas de assistência são a chave para a qualidade de vida de pacientes Conhecimento técnico e abordagem multidisciplinar no SUS O simpósio abordou os principais eixos que integram o Programa de Triagem Neonatal do Distrito Federal, incluindo estrutura laboratorial, alta complexidade e gestão em saúde. O médico hematologista pediátrico do HCB, Alexandre Antunes, abordou o manejo da doença falciforme.  "Quando os sintomas clínicos se tornam evidentes, a doença já está instalada e há perda neuronal irreversível. A triagem precoce é o nosso maior trunfo" Janaína Monteiro, coordenadora de Neurologia do HCB  Incluída nacionalmente no teste do pezinho em 2001, a condição apresentava, antes disso, uma taxa de mortalidade de até 25% em crianças menores de cinco anos por complicações. “Atualmente, com a triagem e a integração da rede de saúde, incluímos esses pacientes em programas de terapia precoce, transplantes ou mesmo terapia gênica", explicou Antunes. Complementando o painel, o coordenador do Laboratório de Pesquisa Translacional (LPT), Ricardo Camargo, debateu os avanços em hemoglobinopatias, que são um grupo de doenças genéticas que afetam a estrutura ou a produção da hemoglobina, proteína responsável pelo transporte do oxigênio no sangue. O especialista indicou a diversidade genética da população brasileira como um desafio e campo rico para a pesquisa epidemiológica. A coordenadora de Pneumologia do HCB, Luciana Monte, detalhou o cuidado na Fibrose Cística, desde a identificação até a transição para o serviço adulto. Ela destacou que todos os pacientes do HCB passam por sequenciamento genético para avaliar a elegibilidade à terapia modular, que corrige a proteína defeituosa causadora da doença. Conforme dados epidemiológicos apresentados pela especialista do Registro Brasileiro de Fibrose Cística (2023), a média de idade dos pacientes diagnosticados e incluídos em seguimento no país é de 15 anos, sendo que cerca de 70% da população afetada tem menos de 18 anos. Luciana Monte, coordenadora da Pneumologia do HCB, detalhou o cuidado na Fibrose Cística, desde a identificação até a transição para o serviço adulto No período da tarde, os debates focaram em imunodeficiências primárias, como a Síndrome da Imunodeficiência Combinada Grave (Scid). A médica alergista e imunologista Flaviane Siqueira ressaltou a necessidade de aliar tecnologia e humanização: “A triagem neonatal não é só colher a gotinha de sangue; precisamos de estrutura para acolher a família. Temos a oportunidade de fazer esse ecossistema funcionar do começo ao fim aqui no hospital”.  [LEIA_TAMBEM] A coordenadora de Neurologia do HCB, Janaína Monteiro, finalizou o bloco reforçando o panorama da AME no SUS: "Quando os sintomas clínicos se tornam evidentes, a doença já está instalada e há perda neuronal irreversível. A triagem precoce é o nosso maior trunfo." Além do referencial teórico, o simpósio promoveu o desenvolvimento de competências técnicas cruciais para a rede de saúde do DF. Foi realizada a oficina prática "Coleta do Teste do Pezinho: teoria, demonstração e simulação guiada", conduzida por Samara Paiva, enfermeira e residente de Neonatologia da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF). A atividade demonstrou todas as etapas críticas: coleta adequada, distribuição e rastreio das amostras. A meta trabalhada pela rede é garantir que todo o processo de coleta e análise laboratorial seja concluído em até 20 dias, assegurando o tempo de resposta ideal para o início do tratamento. Ao integrar assistência, ensino e pesquisa, o Hospital da Criança de Brasília consolida um modelo de cuidado baseado no diagnóstico precoce e na humanização, pilares essenciais para transformar a jornada de famílias que convivem com o inesperado de uma doença rara.    *Com informações do HCB

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Nova sede do Caps II, no Cruzeiro, triplica capacidade e passa a atender 1,2 mil pessoas

O Centro de Atenção Psicossocial II (Caps II), ganhou nova sede, localizada na Quadra 1409 do Cruzeiro. Nesta terça-feira (1º), a governadora Celina Leão inaugurou o espaço, que funciona no antigo prédio do Tribunal Regional Eleitoral (TRE) e já está aberto ao público, com capacidade para atender a até 1,2 mil pessoas com transtornos mentais severos e sofrimento psíquico. A governadora Celina Leão destacou a importância de se cuidar da saúde mental da população e ressaltou os benefícios de uma nova sede para a região de saúde, que, até então, dividia espaço com a UBS (unidade básica de saúde) localizada na Quadra 905 Norte. Ela comentou, ainda, que outras quatro unidades de atenção psicossocial serão inauguradas no DF. Celina Leão: "O governador que não se preocupa com a saúde mental não consegue entender qual é a sociedade em que estamos vivendo" | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “A saúde mental não espera. O governador que não se preocupa com a saúde mental não consegue entender qual é a sociedade em que estamos vivendo. Saúde mental faz parte do dia a dia de todas as famílias. Eu desafio que exista uma família que não precise, hoje, de um suporte na saúde mental”, comentou.   O Caps II é o órgão diretamente responsável pelo acompanhamento especializado de pessoas em sofrimento psíquico grave ou com transtornos mentais severos e persistentes que demandam um cuidado territorial, contínuo e estritamente multiprofissional. A nova sede, agora com cinco consultórios, será responsável por atender a áreas da região central do Distrito Federal, compreendendo Asa Norte, Asa Sul, Lago Norte, Lago Sul, Varjão, Sudoeste e Octogonal, além do próprio Cruzeiro. A nova sede do Caps II terá cinco consultórios e atenderá pacientes de Asa Norte, Asa Sul, Lago Norte, Lago Sul, Varjão, Sudoeste,  Octogonal e Cruzeiro O espaço foi construído com o objetivo de proporcionar uma integração maior à rede de Atenção Primária à Saúde (unidades básicas de saúde), à rede de urgência e emergências e hospitais gerais, além da rede de assistência social (Cras, Creas) e demais políticas públicas setoriais, fortalecendo a linha de cuidado e a coelaboração de Projetos Terapêuticos Singulares (PTS). [LEIA_TAMBEM]Para a diretora regional de Atenção Secundária à Saúde, Graciele Pollyanna Mertens Mariath, responsável pela unidade, a nova sede atende a uma demanda de 9 anos de espera por um espaço próprio e pode até triplicar o atendimento, atualmente estimado em 400 pessoas. “A equipe terá consultórios prontos para receber esses pacientes, de portas abertas, além das consultas agendadas, com atendimento especializado em psiquiatria e psicologia”, explicou. Ela diz ainda que o novo Caps II contará com atividades ao longo de todo o dia e fornecerá alimentação para os pacientes.

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