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GDF inicia recapeamento na QNP 32 após obra de drenagem em Ceilândia

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Anexo do Palácio do Buriti recebe a III Feira Raízes do Entorno

A Secretaria do Entorno (Seent-DF) está com tudo pronto para a III Feira de Artesanato Raízes do Entorno, marcada para 5 e 6 de maio, no Anexo do Palácio do Buriti. O evento celebra a produção cultural, artística e empreendedora dos municípios da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride), em homenagem ao Dia das Mães, comemorado no segundo domingo de maio. A feira reúne artesãos, produtores, artistas plásticos e representantes de diversas manifestações culturais do Entorno, que poderão divulgar e vender seus trabalhos diretamente ao público. “A Feira Raízes do Entorno é essencial para impulsionar a economia criativa, fortalecer a identidade cultural da região e destacar o talento de artesãos e produtores locais. Ela gera renda e visibilidade para os municípios da Ride, especialmente em uma celebração à mulher empreendedora”, afirma o secretário do Entorno do DF, Clésio Ferreira. Nesta terceira edição, 30 expositoras vão participar — um aumento de dez em relação à feira anterior. Os municípios representados incluem Valparaíso, Cidade Ocidental, Luziânia, Novo Gama, Águas Lindas e Cristalina. Em 5 e 6 de maio, das 8h às 16h, o público poderá adquirir artesanatos variados, biojoias, roupas, flores e plantas naturais, semijoias, comidas típicas, produtos de beleza e bem-estar e itens naturais | Foto: Divulgação/Seent-DF Em 5 e 6 de maio, das 8h às 16h, o público poderá adquirir artesanatos variados, biojoias, roupas, flores e plantas naturais, semijoias, comidas típicas, produtos de beleza e bem-estar e itens naturais. Destaque para as novidades: exposição de pedras e cristais, trabalhos em crochê e quadros de artistas plásticos. “O evento é uma linda homenagem às mães, que inspiram tanta criatividade e dedicação. Um momento importante para os expositores mostrarem o que há de melhor nesta importante região, que é a do Entorno ”, diz a coordenadora da feira, Elisaneide Barros.    *Com informações da Secretaria do Entorno

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Pesquisa com apoio da FAPDF estuda uso do pequi em tratamento de feridas e inflamações

Os tratamentos para feridas de difícil cicatrização — como as associadas ao diabetes — podem ganhar um novo aliado vindo do Cerrado. Uma pesquisa fomentada pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), por meio do edital FAPDF Learning (2023), desenvolve formulações à base de óleo de pequi com potencial para auxiliar na cicatrização e na redução de processos inflamatórios. Desenvolvido na Universidade de Brasília (UnB), o estudo é liderado por Graziella Anselmo Joanitti e aposta na combinação entre fitoterapia e nanotecnologia para criar soluções mais eficazes e acessíveis, com perspectiva de aplicação futura na prática clínica. O pequi é rico em substâncias bioativas, reunindo ácidos graxos, vitaminas e antioxidantes associados a efeitos anti-inflamatórios e cicatrizantes | Foto: Divulgação/Freepik O que está sendo desenvolvido O projeto tem como foco a criação de formulações nanofitoterápicas — medicamentos derivados de plantas que utilizam estruturas em escala nanométrica para melhorar sua atuação no organismo. A proposta inclui duas formas principais: uma versão em gel, voltada à aplicação tópica, e outra em suspensão, ampliando as possibilidades de uso terapêutico. “Estamos desenvolvendo formulações que combinam o potencial terapêutico do óleo de pequi com tecnologias capazes de melhorar sua absorção e eficácia, pensando em aplicações futuras na área da saúde”, explica Graziella Anselmo Joanitti. Por que o pequi? O uso do óleo de pequi está ligado à sua composição rica em substâncias bioativas. Tradicionalmente utilizado por comunidades brasileiras, o composto reúne ácidos graxos, vitaminas e antioxidantes associados a efeitos anti-inflamatórios e cicatrizantes. “O pequi já é conhecido por suas propriedades medicinais. O que buscamos é ampliar esses efeitos e suas possibilidades de uso terapêutico”, destaca a coordenadora. A pesquisa estuda o uso do óleo de pequi como tratamento de feridas de difícil cicatrização, como as úlceras de pé diabético | Foto: Acervo pessoal O diferencial da nanotecnologia A inovação do estudo está na aplicação de estruturas em escala nanométrica ao óleo de pequi, o que pode melhorar sua absorção pelo organismo, aumentar a eficácia e prolongar o tempo de ação. Esse processo também contribui para maior estabilidade das formulações e melhor interação com células e tecidos, ampliando o potencial terapêutico. “A nanotecnologia permite que o ativo atue de forma mais eficiente, favorecendo sua interação com as células e os efeitos observados em laboratório”, completa Graziella. A base tecnológica do projeto se apoia em pesquisas anteriores conduzidas na UnB, nas quais o grupo desenvolveu nanoemulsões à base de óleo de pequi. Como resultado, foi concedida, em 2022, carta patente pelo Instituto Nacional da Propriedade Industrial (INPI), contemplando aplicações biomédicas, nutracêuticas e cosméticas. Esse reconhecimento reforça o caráter inovador da tecnologia e amplia suas possibilidades de aplicação. [LEIA_TAMBEM]Avanço no tratamento de feridas Um dos principais focos da pesquisa é o tratamento de feridas de difícil cicatrização, como as úlceras de pé diabético. Essas lesões representam um desafio para a saúde pública, pois estão associadas a complicações graves, como infecções e, em casos mais severos, amputações. Com o aumento do número de pessoas com diabetes no Brasil, cresce também a necessidade de alternativas mais eficazes e acessíveis. Do laboratório à aplicação Além dos estudos laboratoriais, o projeto inclui etapas de validação em modelos experimentais e o desenvolvimento de um produto mínimo viável (MVP), com foco na futura aplicação prática. Atualmente, a solução está em nível de maturidade tecnológica TRL 4, caracterizado pela validação em ambiente de laboratório, com perspectiva de avanço para etapas mais próximas da implementação. “Nosso objetivo é avançar até que a tecnologia possa, no futuro, chegar à população e contribuir para melhorar a qualidade de vida dos pacientes”, afirma a pesquisadora. Outro aspecto relevante é o impacto além da área da saúde. Ao utilizar um recurso natural do Cerrado, a pesquisa contribui para a valorização da biodiversidade brasileira, fortalece a bioeconomia e incentiva práticas sustentáveis de produção. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)

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Após reunião com Banco Central, governadora Celina Leão destaca que BRB tem solução técnica para momento atual

A governadora Celina Leão afirmou, nesta quinta-feira (30), que o Banco de Brasília (BRB) tem soluções técnicas em andamento para o momento atual e que os clientes podem permanecer tranquilos. A declaração foi dada após reunião com o presidente do Banco Central, Gabriel Galípolo; o secretário de Economia, Valdino Oliveira; e o presidente do BRB, Nelson Antônio de Souza. Segundo a governadora, o encontro tratou de questões técnicas relacionadas ao banco, com foco na estabilidade da instituição e na continuidade dos serviços prestados à população. “O BRB não vai ter nenhum problema de liquidação. Nós já estamos em encaminhamento com a solução técnica e, com certeza, o problema do BRB está sendo resolvido. A solução é técnica”, afirmou Celina Leão. Segundo a governadora, o encontro tratou de questões técnicas relacionadas ao banco, com foco na estabilidade da instituição e na continuidade dos serviços prestados à população | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Ela ressaltou que, por se tratar de um tema sensível ao mercado financeiro, alguns detalhes não podem ser divulgados neste momento. Ainda assim, reforçou que o cenário é positivo e que o banco seguirá operando normalmente: “O que nos deixa mais tranquilos é que temos soluções. Nenhum correntista, ninguém que tem conta no BRB precisa ficar preocupado”. A reunião foi solicitada pelo Governo do Distrito Federal e abordou diferentes aspectos da atuação do banco, incluindo temas estratégicos e financeiros. Ao final, a governadora reforçou a confiança na capacidade de recuperação e fortalecimento da instituição: “O BRB é um banco sólido e vai sair desse momento da melhor forma possível”.

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