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IgesDF abre seleção para compra de equipamento que torna cirurgias mais seguras

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu o Edital nº 026/2026 para a aquisição de sistema de videoendoscopia rígida, equipamento utilizado em cirurgias minimamente invasivas. Na prática, a tecnologia permite que os médicos realizem procedimentos com mais precisão e menos cortes, o que reduz o tempo de cirurgia, o risco de complicações e o período de internação dos pacientes. A videoendoscopia rígida permite que os médicos realizem procedimentos com mais precisão e menos cortes, o que reduz o tempo de cirurgia | Foto: Divulgação/IgesDF O sistema também oferece imagens em alta definição em tempo real, aumentando a segurança das equipes médicas durante os procedimentos, principalmente em áreas como cirurgia geral, ginecologia, ortopedia e urologia. Além de auxiliar nas cirurgias, a videoendoscopia contribui para diagnósticos mais rápidos e precisos, já que permite uma visualização mais detalhada das estruturas internas do corpo, ajudando na definição do melhor tratamento para cada paciente. As empresas interessadas podem consultar os critérios de participação e os documentos do processo no site oficial do IgesDF. As propostas devem ser enviadas entre os dias 27 de abril e 11 de maio, até as 23h55, pela plataforma Apoio Cotações. O edital completo e seus anexos estão disponíveis para consulta no portal do IgesDF. Serviço Objeto: aquisição de sistema de videoendoscopia rígida para unidades de saúde do IgesDF Identificação: SEI nº 04016-00022606/2025-44 Número da cotação: 1510608 Período de envio de propostas: de 27 de abril a 11 de maio, até as 23h55 Plataforma: www.apoiocotações.com.br *Com informações do IgesDF  

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Encontro discute cuidados e proteção de jovens nas redes sociais

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) recebeu, na última quinta-feira (23), na sede da Pasta, o delegado da Diretoria de Combate a Crimes Cibernéticos (Dciber) da Polícia Federal (PF), Thiago Rodrigues, para uma palestra sobre o tema relacionado à violência sexual contra crianças e adolescentes. A ação faz parte do programa Guardiões da Infância, fruto da parceria firmada entre a SEEDF e a PF, que já alcançou 3,5 mil estudantes e cerca de mil professores da rede pública de ensino.  Organizado pela Assessoria Especial de Cultura de Paz nas Escolas da SEEDF, o evento lotou o auditório Neusa França com profissionais da educação que buscam capacitação sobre o assunto para estarem cada vez mais preparados para lidar com situações que envolvam bullying, cyberbullying, violência sexual, entre outros crimes cibernéticos ou não. Presente na abertura do evento, a secretária de Educação do DF interina, Iêdes Braga, destacou a importância da formação. “Nós precisamos estar atentos às condições do bullying, que não acontece só nas escolas, acontece em todos os espaços. A gente vive um momento em que o cyberbullying tem sido um grande vilão na vida dos nossos estudantes. Precisamos usar as redes sociais de forma consciente.” A secretária de Educação do Distrito Federal interina, Iêdes Braga, fala sobre a importância de abordar o tema com a comunidade escolar | Fotos: Felipe de Noronha/Ascom SEEDF Atenta à movimentação relacionada aos casos de bullying e cyberbullying nas escolas, a chefe da Assessoria Especial de Cultura de Paz, Ana Beatriz Goldstein, reforça a importância de falar sobre o tema, principalmente no primeiro semestre.  “O bullying e o cyberbullying são os maiores casos de violência que nós temos dentro do ambiente escolar, especialmente quando se tem o abandono digital, no qual os estudantes ficam muito tempo nas redes sociais. Verificamos também um aumento dessas situações de violência no início do ano, em março e abril. Então, intensificamos nossas ações no semestre inteiro com a parceria da Polícia Federal, Secretaria de Segurança Pública, Batalhão Escolar e Anatel, para trabalhar segurança nas redes”, salientou.  Acompanhamento e identificação de sinais O abandono digital refere-se a uma forma de negligência dos responsáveis, marcada pela falta de cuidado, proteção e orientação dos filhos no ambiente online. Quando crianças e adolescentes têm acesso livre e excessivo aos conteúdos da internet, sem o devido acompanhamento dos pais nesse universo digital, podem ser expostos a situações de risco e vulnerabilidade.  Delegado da Polícia Federal Thiago Rodrigues concede palestra aos profissionais da educação sobre crimes cibernéticos Portanto, o intuito da palestra concedida pelo delegado da Polícia Federal, Thiago Rodrigues, é capacitar educadores em relação à temática da violência sexual infantojuvenil, perfis e sinais identificadores do abuso, bem como quanto à atuação em âmbito escolar e quais procedimentos a serem adotados no caso de suspeita de abuso sexual (abrangendo tópicos de segurança online e offline). Segundo dados oficiais do Anuário Brasileiro de Segurança Pública, de 2024, a cada 100 mil habitantes, 41,2 já foram vítimas de estupro de vulnerável, e 80% dessas vítimas são menores de 18 anos. Um dos dados mais impressionantes é que 84,7% dessas pessoas foram abusadas por pessoas conhecidas ou familiares. Uma das espectadoras da palestra, a servidora da Unidade de Gestão Articuladora da Educação Básica (Unigaeb), Natalia Acioly, comentou: “A escola é um lugar onde tudo eclode, inclusive esses problemas sociais, de abuso infantil, tudo aparece dentro da escola, é o primeiro refúgio que a criança tem, depois do seu convívio mais direto com seus familiares, então, geralmente, ela procura um professor, alguém da escola para tentar ajudá-la a sair dessa situação”. O delegado Thiago salientou que não há um perfil definido de abusador, pode ser qualquer um. No entanto, ressaltou alguns pontos importantes que podem ajudar na identificação de casos.  A equipe da Assessoria Especial da Cultura de Paz nas Escolas organizou o encontro dos servidores com o delegado da Polícia Federal - Aspectos que favorecem a vitimização de crianças e adolescentes:  Grande quantidade de horas em redes sociais e pouca vigilância dos responsáveis; Crianças carentes emocionalmente (necessidade excessiva de afeto e atenção); Existência de alguma vulnerabilidade prévia (introspecção, deficiências, depressão, etc); Histórico de bullying; Ambiente familiar conflituoso. - Sinais identificadores físicos: Dor ou irritação na área anogenital ou alterações clínicas (hematomas, assaduras constantes, corrimentos, sangramento, infecção de repetição, infecções urinárias, etc); Dificuldades em urinar ou evacuar, escapes frequentes (diurnos ou noturnos); Doenças sexualmente transmissíveis; Gestação. - Sinais identificadores sociais: Mudanças comportamentais radicais, súbitas e incompreensíveis (oscilações de humor, agressividade, medo e/ou pânico); Tendência ao isolamento social, apresentando poucas relações com colegas e companheiros; Tristeza, abatimento profundo ou depressão crônica; Culpa e autolesão; Recusa de estabelecer contato físico; Medo de pessoas ou lugares específicos (casa, escola, etc); Comportamentos infantis repentinos (urinar nas calças, na cama, em público); Silêncio predominante; Dificuldade de concentração e queda de rendimento escolar; Curiosidade sexual, interesse ou conhecimento súbito e não usual para sua idade sobre questões sexuais. - Para os educadores terem melhores condições de identificar e acolher: Observar sempre seus alunos, criando vínculos com eles, principalmente com os “mais problemáticos" ou com os mais “tímidos”; Manter registros sobre o desempenho/histórico escolar do aluno; Conversar com o (a) aluno (a) quando perceber alterações no comportamento e humor; Demonstrar disponibilidade para conversar e buscar um ambiente acolhedor para a conversa; Ouvir atentamente, sem interromper, e não pressionar para obter informações; Utilizar linguagem acessível a criança/adolescentes; Evitar perguntas desnecessárias, perguntar somente o necessário para saber o que fazer em seguida; Levar a sério tudo o que ouvir, sem julgar, criticar ou duvidar do que a criança-adolescente diz; Manter-se calmo e tranquilo, sem reações extremadas ou passionais; Expressar apoio, solidariedade e respeito.   *Com informações da Secretaria de Educação do DF

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Programa Turminha Mais Segura completa um ano com mais de 17 mil estudantes atendidos

Mais de 17,2 mil crianças já participaram das ações educativas do programa Turminha Mais Segura, que completa um ano de atividades neste mês. Criada pelas secretarias de Segurança Pública (SSP-DF) e de Educação (SEEDF), a iniciativa tem como objetivo fortalecer a formação cidadã desde a infância, incentivando valores como respeito, cuidado, convivência pacífica e prevenção às violências. A comemoração ocorreu nesta sexta-feira (24), no auditório do Complexo da Polícia Civil, e reuniu cerca de 300 estudantes de escolas públicas de Brazlândia, Ceilândia e Sobradinho. A programação contou com brincadeiras, entrega de brindes, lanche, apresentação dos personagens da Turminha Mais Segura e palestras sobre prevenção ao bullying, cyberbullying e ao consumo de drogas com apoio do Programa Educacional de Resistência às Drogas e à Violência (Proerd). “Ao investir nas crianças e adolescentes, temos uma possibilidade muito maior de termos cidadãos efetivamente ligados que respeitam e adotam posturas de segurança pública”, ressaltou Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública interino | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília O secretário de Segurança Pública interino, Alexandre Patury, destacou a importância da aproximação com os estudantes para o futuro da sociedade. “Ao investir nas crianças e adolescentes, temos uma possibilidade muito maior de termos cidadãos efetivamente ligados que respeitem e adotem posturas de segurança pública”, frisou, acrescentando que os resultados do primeiro ano foram positivos. “Temos muito engajamento das escolas, dos professores, das crianças, e os pais já disseram que a postura melhorou, que a criança deu dicas de segurança, sobre trânsito."   A secretária de Educação interina, Iêdes Soares Braga, destacou a importância da parceria para oferecer atividades pedagógicas aos estudantes. “Educação não se faz sozinho, se faz com trabalho colaborativo, e a gente vem há alguns anos trabalhando muito pela cultura de paz nas nossas escolas”, afirmou. “A Secretaria de Segurança Pública, com todas as suas forças, tem sido um parceiro de muita potência para nós dentro da educação. Pretendemos cada vez mais ampliar e fortalecer o programa para chegar a um número maior de estudantes a cada ano.” “Educação não se faz sozinho, se faz com trabalho colaborativo, e a gente vem há alguns anos trabalhando muito pela cultura de paz nas nossas escolas”, destacou Iêdes Braga, secretária de Educação interina A Turminha Mais Segura utiliza peças teatrais com seis personagens que representam as forças de segurança: Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Departamento de Trânsito, Defesa Civil e a própria Secretaria de Segurança Pública. Com linguagem acessível, materiais pedagógicos e apresentações com bonecos, são abordados temas como empatia, diversidade, segurança comunitária e cidadania, de forma lúdica e inclusiva. A tarde de brincadeiras e palestras foi elogiada pelos estudantes Rafaela Faria, de 10 anos, e Kalven dos Santos, também de 10. A menina contou que aprendeu sobre formas de se proteger, especialmente no ambiente virtual. “Aprendi muitas coisas interessantes e educativas, como se proteger contra situações na internet e também sobre bullying”, relatou. Kalven também aproveitou a experiência: “Aprendi que não se pode fazer nenhum tipo de bullying e que os especialistas sabem mais do que a gente. Já tinha visto isso antes, mas aqui foi mais interessante porque explicou melhor”. “Aprendi muitas coisas interessantes e educativas, como se proteger contra situações na internet e também sobre bullying”, afirmou a estudante Rafaela Faria, de 10 anos Do ponto de vista pedagógico, a iniciativa também é vista como um reforço ao trabalho desenvolvido em sala de aula. A professora Rosângela Corrêa observou que o projeto amplia o repertório das crianças diante de situações de risco. “Nós temos essas crianças hoje em um ambiente de muita vulnerabilidade; elas ainda não têm muito como se defender. Então, esse projeto ajuda até mesmo a ter força para procurar ajuda ou saber como agir, o que é muito importante”, explicou. Coordenado pela Subsecretaria de Prevenção à Criminalidade (Suprec/SSP-DF), o programa Turminha Mais Segura integra o eixo Escola Mais Segura, do programa Segurança Integral, que prevê ações permanentes de prevenção e intervenção no ambiente escolar. As escolas interessadas em receber as apresentações podem solicitar agendamento por meio de formulário online.

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Pressão alta atinge 30% dos brasileiros e pode causar infarto e AVC

Jermino Alves Pinheiro tinha 50 anos quando descobriu, durante uma consulta de rotina, que era hipertenso. Ele relata que não apresentava sintomas na época, mas recebeu orientação para iniciar o tratamento com medicamentos. “Todos na minha família têm esse problema, então não fiquei surpreso. Mas eu não senti nenhum desconforto ou sinal diferente”, conta. Hoje, aos 70 anos, ele faz acompanhamento no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), após ter sido submetido a uma cirurgia de ponte de safena. Jermino Alves Pinheiro passou por uma cirurgia de ponte de safena e trata a hipertensão há 20 anos | Foto: Divulgação/IgesDF Neste domingo (26), é celebrado o Dia Nacional de Prevenção e Combate à Hipertensão Arterial. A estimativa é de que metade dos pacientes hipertensos não tenham conhecimento do diagnóstico. Assim como Jermino, cerca de 30% da população brasileira convive com a hipertensão arterial, de acordo com dados do Ministério da Saúde. A condição faz com que o coração trabalhe mais do que o normal para bombear o sangue pelo organismo. Entre as principais consequências estão o aumento do risco de acidente vascular cerebral (AVC), infarto, aneurisma arterial, além de insuficiências renal e cardíaca. O cardiologista do HBDF, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Lucas Cronemberger, explica que não há uma causa única para o desenvolvimento da hipertensão. Segundo ele, fatores como predisposição genética, obesidade, estresse, consumo excessivo de álcool, tabagismo, ingestão elevada de sal e sedentarismo contribuem para o surgimento da doença. "Um erro comum é acreditar que a pressão arterial só está elevada quando há dor de cabeça ou mal-estar. Trata-se de um inimigo silencioso" Lucas Cronemberger, cardiologista “O maior risco da hipertensão é que, na maioria dos casos, ela não apresenta sintomas. Um erro comum é acreditar que a pressão arterial só está elevada quando há dor de cabeça ou mal-estar. Trata-se de um inimigo silencioso. Sem aferição regular, muitas pessoas não sabem que têm a doença”, destaca o médico. Prevenção e cuidado A recomendação médica é que adultos verifiquem a pressão arterial ao menos uma vez por ano. “Os problemas da hipertensão são causados por anos de negligência sem o consumo de remédios específicos, não é algo que aconteça de um dia pro outro", explica o cardiologista. O médico reforça a importância do monitoramento contínuo. "Às vezes você está na correria do dia a dia e se esquece de pensar nisso e de ir ao médico, mas é muito importante estar atento a isso e não esperar o aparecimento de sintomas para descobrir que se tem pressão alta", completa. A visita anual ao médico é necessária para o controle da pressão arterial | Foto: Ualisson Noronha/IgesDF Onde medir a pressão arterial no DF Qualquer cidadão pode procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) próxima de casa ou do trabalho para aferir a pressão arterial, geralmente sem necessidade de agendamento. O serviço está disponível em todas as UBSs, que funcionam como porta de entrada do Sistema Único de Saúde (SUS). A orientação é aproveitar a visita para realizar o cadastro na unidade e, se necessário, iniciar o acompanhamento para hipertensão. O controle da pressão está diretamente relacionado ao estilo de vida. Entre as principais orientações estão: Manter o peso adequado; Reduzir o consumo de sal, priorizando temperos naturais; Praticar atividade física regularmente; Reservar tempo para lazer e descanso; Abandonar o fumo; Moderar o consumo de bebidas alcoólicas; Reduzir a ingestão de alimentos gordurosos; Controlar doenças como diabetes. *Com informações do IgesDF  

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Hospital de Base capacita equipes em técnica a laser para tratar próstata

Uma nova técnica cirúrgica para o tratamento da próstata começa a ser estudada por profissionais do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). O procedimento a laser é menos invasivo, reduz riscos durante a cirurgia e permite uma recuperação mais rápida para o paciente. A capacitação começou nesta sexta-feira (24) e segue até sábado (25), reunindo especialistas e equipes da unidade. O treinamento aborda uma cirurgia realizada com laser de alta potência, indicada principalmente para homens com hiperplasia prostática benigna — aumento da próstata que não é câncer, mas pode causar dificuldade para urinar, jato urinário fraco, sensação de bexiga sempre cheia e necessidade frequente de ir ao banheiro. Profissionais do Hospital de Base passam por treinamento para a utilização de nova técnica cirúrgica no tratamento da próstata | Fotos: Divulgação/IgesDF A técnica, chamada enucleação da próstata com laser, permite a retirada do excesso de tecido prostático com mais precisão e menor sangramento, reduzindo o tempo de internação e as chances de complicações no pós-operatório. O diretor de Atenção à Saúde do IgesDF, Edson Gonçalves, destaca que a busca por novas tecnologias faz parte do compromisso do instituto com a qualidade da assistência. “Quando a eficácia, o benefício ao paciente e a viabilidade financeira são comprovados, começamos a estudar a incorporação dessas soluções. Estamos muito otimistas com os resultados e com as evidências já publicadas sobre essa técnica”, afirma. "A modernização da assistência é um caminho natural e necessário. Preparar nossas equipes para isso significa oferecer um atendimento cada vez mais seguro, eficiente e resolutivo para a população" Paulo Saad, superintendente do HBDF Embora o equipamento ainda não esteja disponível na rede pública, a capacitação representa uma etapa importante para avaliar a possibilidade de incorporar essa tecnologia ao atendimento dos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). Capacitação prática Durante o curso, oito pacientes que aguardavam na fila de regulação foram atendidos e beneficiados com o procedimento. As cirurgias foram conduzidas pelo urologista Thiago Sato, referência nacional na técnica, com a participação de seis especialistas do corpo clínico do HBDF. Para ampliar o alcance do treinamento, os procedimentos foram transmitidos em tempo real para outros profissionais de saúde, que acompanharam as cirurgias e puderam esclarecer dúvidas durante as intervenções. O superintendente do HBDF, Paulo Saad, destaca que a formação de profissionais qualificados faz parte do compromisso do IgesDF com a saúde pública. “A modernização da assistência é um caminho natural e necessário. Preparar nossas equipes para isso significa oferecer um atendimento cada vez mais seguro, eficiente e resolutivo para a população”, acrescenta. Ainda que o equipamento ainda não esteja disponível na rede pública, a capacitação representa uma etapa importante para avaliar a possibilidade de incorporar a tecnologia ao SUS Técnica mais segura Realizado por via endoscópica, o procedimento dispensa cortes externos, o que reduz o risco de complicações e proporciona uma recuperação mais rápida ao paciente. O chefe do setor de Urologia do Hospital de Base, Bruno Pinheiro, afirma que a capacitação prepara os profissionais do HBDF para o momento em que o equipamento estiver disponível na rede pública. [LEIA_TAMBEM]“Essa tecnologia vai chegar ao SUS mais cedo ou mais tarde, e já estamos preparando nossos profissionais para utilizá-la. O Hospital de Base é referência em saúde em todo o Centro-Oeste e, quando ela for incorporada, estaremos prontos para oferecer esse atendimento”, explica. O especialista detalha que, atualmente, pacientes submetidos ao método convencional permanecem internados, em média, por quatro dias. Com o uso do laser, esse tempo pode ser reduzido significativamente. “Com essa técnica, em muitos casos, a alta pode acontecer já no dia seguinte”, pontua. Quando procurar atendimento Homens que apresentam sintomas como dificuldade para urinar, jato urinário fraco, aumento da frequência urinária, especialmente à noite, ou sensação de esvaziamento incompleto da bexiga devem procurar avaliação médica. O atendimento inicial pode ser realizado nas unidades básicas de saúde (UBSs), que fazem o encaminhamento para especialistas, quando necessário. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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GDF investe R$ 267 milhões no Cartão Material Escolar em seis anos

Ranny Rezende, 25 anos, estava desempregada quando se viu na situação de ter que comprar o material escolar da filha mais velha, Ana Clara, hoje com 6 anos, o que acabaria por comprometer outras contas da casa. “Iria prejudicar, porque eu sou mãe solo. Não sei se conseguiria comprar”, lembra. Mas ela conseguiu graças ao Cartão Material Escolar (CME), do qual já é beneficiária há três anos: “Ajuda bastante, porque é muito material, muita coisa que eles pedem na escola. Agora, sempre que vejo uma mãezinha que diz que não tem condição, eu falo desse programa.” Ana Clara Rezende conseguiu comprar a tão sonhada mochila rosa de rodinhas | Fotos: Matheus Borges/Agência Brasília O CME do Distrito Federal oferece crédito anual para a compra de material escolar em papelarias credenciadas e atende estudantes da educação infantil, do ensino fundamental, do ensino médio e do ensino especial. A iniciativa quase triplicou o número de beneficiários desde 2019 e, em seis anos, já soma mais de R$ 267 milhões investidos. O benefício garante que famílias em situação de vulnerabilidade tenham acesso a itens essenciais para o estudo. Com isso, os alunos conseguem fazer uma compra de qualidade na papelaria, o que ajuda no desenvolvimento pedagógico ao longo do ano. “O Cartão Material Escolar é mais do que um benefício: é uma estratégia inteligente de política pública que garante equidade, fortalece a aprendizagem e movimenta a economia local. Ao assegurar que nossos estudantes tenham, desde o primeiro dia de aula, os insumos necessários para aprender, a Secretaria reafirma seu compromisso com o acesso, a permanência e o sucesso escolar. É gestão com propósito, eficiência e foco no que realmente importa: o estudante", destaca Iêdes Braga, secretária de Educação interina.  O benefício é destinado a estudantes de 4 a 17 anos, matriculados na rede pública e pertencentes a famílias beneficiárias do Bolsa Família. Para a educação infantil, ensino especial e fundamental, cada estudante recebe R$ 320; no ensino médio, o valor é de R$ 240. E são, de fato, as crianças que podem comprar. Uma das vantagens do cartão — em detrimento de um kit com material escolar, por exemplo — é dar autonomia para que cada beneficiário possa escolher aquilo que deseja. Como foi o caso da pequena Ana Clara. "Ela ama ir [comprar], porque já está na fase de escolher o que quer, os desenhos que gosta. Este ano, além dos materiais, eu consegui comprar a mochila de rodinhas que ela estava querendo muito e ela ficou muito feliz", relata a mãe, Ranny. Silvia Maruno: "Toda a criança quando vem para a unidade escolar tem que ser protagonista da sua educação"  Isso faz toda a diferença do ponto de vista pedagógico. “Toda a criança quando vem para a unidade escolar tem que ser protagonista da sua educação. E o Cartão Material Escolar proporciona o material e as ferramentas para que ela possa se organizar e fazer suas atividades, além de dar autonomia. A autoestima da criança é levada em conta, a partir do momento que ela vem para a escola com seus materiais, que ela tem a possibilidade de adquirir todo o material necessário. Os pais recebem o benefício, mas o grande beneficiado é o estudante”, define a professora Silvia Maruno, assessora especial da Coordenação Regional de Ensino de Brazlândia. Crescimento contínuo Em 2019, o programa beneficiava 64.652 estudantes. Desde então, o número de contemplados cresceu de forma consistente, chegando a 167.042 alunos em 2025. O valor total investido no programa também aumentou, passando de R$ 19.987.040 em 2019 para R$ 51.524.160 em 2025. O crédito só pode ser usado para a compra de materiais autorizados pelo programa, garantindo que os recursos sejam aplicados exclusivamente na educação A concessão é automática, não sendo necessário solicitar o cartão, que pode ser retirado no BRB mediante apresentação de documento de identificação com foto e CPF, após consulta no app GDF Social. O crédito só pode ser usado para a compra de materiais autorizados pelo programa, garantindo que os recursos sejam aplicados exclusivamente na educação. Alcance amplo O CME está presente em todas as regiões administrativas do DF. Em 2025, as áreas com maior número de beneficiários foram Ceilândia, com 31.321 alunos; Planaltina, com 16.924; Samambaia, com 15.690; Paranoá, com 12.077; e Recanto das Emas, com 11.386. Já as regiões com mais papelarias credenciadas para o programa são Ceilândia, com 89; Samambaia, com 59; e Taguatinga, com 59. Atualmente, o Distrito Federal conta com 572 papelarias habilitadas.

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Labday promove encontro de startups no Biotic na terça (28)

Na próxima terça-feira (28), o SebraeLab, localizado no Parque Tecnológico de Brasília (Biotic), recebe a 4ª edição do Labday 2026. Com o tema Sustentabilidade e Impacto Social, o evento foge do formato tradicional de palestras e aposta no dinamismo: uma rodada de apresentações de startups selecionadas para apresentar soluções práticas e imediatas para o mercado. Realizado sempre na última terça-feira do mês, o Labday é fruto da parceria estratégica entre o Sebrae no DF, o Biotic e a Cotidiano Aceleradora. O objetivo é criar um ambiente de experimentação onde o empresário não apenas ouve sobre inovação, mas encontra a ferramenta exata para otimizar sua operação. O Labday é totalmente gratuito e voltado para empresários, estudantes e entusiastas da inovação que buscam entender como a sustentabilidade pode se transformar em estratégia de resultado | Foto: Divulgação/Biotic Teste sua conta de energia Um dos grandes destaques desta edição é a oportunidade de consultoria técnica em tempo real. Uma empresa especializada em energia solar fotovoltaica estará presente para realizar testes de viabilidade e economia. O convite é direto: o empresário que desejar entender como reduzir custos na prática pode levar sua conta de energia atual para receber uma análise técnica e personalizada durante o evento. O Labday é totalmente gratuito e voltado para empresários, estudantes e entusiastas da inovação que buscam entender como a sustentabilidade pode se transformar em estratégia de resultado. As inscrições estão abertas no site do Sebrae. Serviço 4ª Edição Labday 2026 – Sustentabilidade e Impacto Social Data: 28 de abril (terça-feira) Horário: Das 17h30 às 21h Local: SebraeLab – Parque Tecnológico Biotic (Lote 4, Edifício de Governança) Formato: Pitches de startups e networking Investimento: Gratuito Inscrições: Clique aqui para se inscrever   *Com informações do Biotic

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Hemocentro de Brasília registra queda nas doações e alerta para estoques críticos

Por quase quatro décadas, a vida de Elvis Magalhães dependeu de um gesto anônimo. O morador do Guará II nasceu com anemia falciforme e precisou de transfusões de sangue desde os primeiros dias de vida. “Eu fazia transfusão de troca a cada 30 dias. Isso é, tirava em média duas bolsas de sangue e colocava outras três. Foi o que me manteve vivo”, conta o aposentado. Essa realidade só mudou aos 38 anos, quando ele passou por um transplante de medula óssea. “A doação de sangue é um ato de amor. Atende pessoas com doenças genéticas, pacientes em cirurgia, vítimas de acidentes e qualquer pessoa pode precisar. É uma forma de dizer: eu me importo com você”, resume. A história de Elvis se repete na vida de milhares de pacientes que dependem da doação de sangue. No Distrito Federal, o cenário exige atenção. Segundo a assistente social da Gerência de Captação de Doadores da Fundação Hemocentro de Brasília, Lara Lisboa, os estoques estão em nível crítico, principalmente dos tipos B positivo e AB negativo. Os estoques de sangue da Fundação Hemocentro de Brasília estão em nível crítico, principalmente dos tipos B positivo e AB negativo | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Outros, como O positivo, O negativo, B negativo, A positivo e A negativo, também estão baixos. Apenas o tipo AB positivo está em nível regular. “Para tentar sanar essa situação, estamos liberando senha preferencial para os tipos B positivo e AB negativo até o dia 8 de maio, sem necessidade de agendamento. Reforçamos a importância de que os doadores dos demais tipos sanguíneos também realizem o agendamento, para facilitar o fluxo e o atendimento”, afirma. Nos três primeiros meses deste ano, foram registradas 13.832 doações. O número é menor que o do mesmo período do ano passado, quando houve 14.065 coletas. “Acreditamos que a queda ocorreu por conta dos feriados, quando muitas pessoas viajam, além do aumento de casos de síndromes respiratórias, que acabam dificultando as doações”, diz. [LEIA_TAMBEM]Enquanto isso, a demanda segue alta. No mesmo período, foram realizadas 19.848 transfusões na rede hospitalar atendida pelo Hemocentro. “Com os estoques baixos, temos dificuldade em garantir o atendimento. Os hospitais ainda estão abastecidos, mas, aqui no Hemocentro, já entramos em estado de alerta, ofertando apenas o que é estritamente necessário”, ressalta. A assistente social destaca que a meta do Hemocentro é alcançar 180 doações por dia, mas a média recente tem ficado em torno de 100. Uma única doação pode salvar até quatro vidas. O sangue é separado em diferentes componentes, como hemácias, plasma, plaquetas e crioprecipitado. Parte desse material pode ser armazenada por mais tempo, e o plasma excedente ainda é enviado à Hemobrás para a produção de medicamentos usados no Sistema Único de Saúde. Os interessados em doar sangue devem ter entre 16 e 69 anos — menores de 18 devem apresentar autorização —, pesar pelo menos 51 kg e estar saudável | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Como doar Para doar, é preciso ter entre 16 e 69 anos — menores de 18 devem apresentar autorização —, pesar pelo menos 51 kg, estar em bom estado de saúde e levar um documento oficial com foto. O Hemocentro funciona no Setor Médico Hospitalar Norte, de segunda a sábado, das 7h15 às 18h. O agendamento pode ser feito pelo site Agenda DF – Serviço de Agendamentos do Distrito Federal ou pelo telefone 160 (opção 2). Informações também estão disponíveis pelo WhatsApp (61) 99136-2495. Isaias Pereira, de 24 anos, começou a doar sangue aos 18, incentivado por um professor. “É um gesto de empatia. Quando você vê uma bolsa com cerca de 450 ml de sangue saindo do seu corpo, entende que aquilo pode garantir que outra pessoa continue vivendo”, afirma. Após descobrir uma insuficiência cardíaca, ele não pôde mais doar. Ainda assim, seguiu na causa e hoje atua como multiplicador, incentivando novos doadores. “Todo sábado fazemos ações e mobilizamos pessoas com campanhas de conscientização. Por meio de materiais informativos, a gente tenta desmistificar alguns preconceitos”, explica.

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Restaurantes comunitários serviram mais de 43 mil refeições com cardápio em comemoração ao aniversário de Brasília

O aniversário de 66 anos de Brasília foi celebrado com 43.285 refeições servidas nos 18 restaurantes comunitários nessa quinta-feira (23). O cardápio especial contou com frango assado ao molho de açafrão e arroz biro-biro pelo valor de R$ 1. Os restaurantes comunitários são administrados pela Secretária de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). A unidade de Ceilândia foi a que mais se destacou, servindo 3.792 refeições, seguido por Sol Nascente/Pôr do Sol com 2.874 refeições e Samambaia (Rorizão), que serviu 3.191 refeições. Em média, foram 2.405 refeições por unidade, contabilizando somente o horário do almoço. A secretária de Desenvolvimento Social interina, Jackeline Canhedo, destaca a recepção positiva da população e a procura pelo cardápio diferenciado. “Todo cardápio comemorativo que lançamos é muito procurado porque a comida, que já é saborosa e equilibrada, fica mais especial com o arroz biro-biro e o curau com canela do menu de hoje. A comunidade abraça, eles levam familiares, amigos, a coisa viraliza e chegamos a esse número tão expressivo de 43 mil refeições em um único dia”, comemora a gestora. Através de murais informativos e banners, os nutricionistas das unidades conversaram com os frequentadores sobre a importância de valorizar os agricultores familiares do DF | Foto: Divulgação/Sedes-DF Educação Alimentar e Nutricional A data comemorativa também inspirou o tema da ação de Educação Alimentar e Nutricional (EAN) do mês de abril, destacando as feiras de Brasília, que fazem parte da história e cultura do território. Por meio de murais informativos e banners, os nutricionistas das unidades conversaram com os frequentadores sobre a importância de valorizar os agricultores familiares do DF e incentivaram o consumo de alimentos naturais que podem ser adquiridos nas feiras.  As ações ocorrem durante todo o ano: a cada mês é escolhido um dia em que todos os 18 restaurantes comunitários oferecem materiais educativos com foco em alimentação, saúde e consumo para os frequentadores.   *Com informações da Sedes-DF

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IgesDF divulga edital para compra de dez arcos cirúrgicos para Hospitais de Base e de Santa Maria

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) lançou o Edital nº 027/2026 para a aquisição de dez arcos cirúrgicos convencionais. Os equipamentos permitem imagens em tempo real durante cirurgias, dando mais precisão aos procedimentos e mais segurança aos pacientes. Os aparelhos serão destinados ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) e ao Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A compra representa um avanço relevante na capacidade técnica e assistencial das unidades, especialmente em contextos que exigem precisão e agilidade na realização de procedimentos cirúrgicos. O equipamento de arco cirúrgico é utilizado em diversas especialidades, como ortopedia, cardiologia, neurologia e cirurgias vasculares | Foto: Divulgação/IgesDF O arco cirúrgico é amplamente utilizado em diversas especialidades, como ortopedia, cardiologia, neurologia e cirurgias vasculares. Com os arcos, as equipes médicas conseguem acompanhar cada etapa com maior precisão, reduzindo riscos, evitando erros e aumentando as chances de sucesso cirúrgico. Os interessados em participar do processo podem consultar os critérios e requisitos no site oficial do Instituto. As propostas devem ser enviadas entre os dias 27 de abril e 11 de maio de 2026, até as 23h55, pela plataforma Apoio Cotações. Serviço Objeto: aquisição de dez arcos cirúrgicos convencionais para unidades de saúde do IgesDF Identificação SEI: 04016-00003752/2025-71 Número da cotação: 1511603 Período de envio de propostas: de 27 de abril e 11 de maio, até as 23h55 *Com informações do IgesDF  

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