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Brasília, a capital do sonho real
Nesse mundão onde globalizar muitas vezes significa uniformizar em excesso, Brasília se distingue, de longe, como uma cidade que não se parece com nenhuma outra. Eis aqui um dos destaques estruturais de nosso quadradinho: diferentemente de outras cidades, que foram se formando à medida que a população se expandia, Brasília teve a sede todinha construída para que, pouco a pouco, as pessoas aqui se instalassem. Ao longo desses 66 anos, claro, muita coisa mudou no recheio e no contorno da capital federal. Cerca de três décadas atrás, quando cheguei aqui sem conhecer nada, ainda era possível ver, da janela da aeronave que me trazia, o desenho do avião com suas asas e eixos demarcando o Plano Piloto. Com o passar do tempo, esse visual foi se modificando, trazendo multiplicidade ao que atualmente se descortina ao redor. É, Brasília cresceu. Igreja Dom Bosco e seu azul que toma conta de todo o espaço interno: cidade induz à reeflexão | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília E cresceu tanto que, hoje, somos 2,8 milhões de almas a compor a terceira cidade mais populosa do Brasil. Foi-se o tempo em que Brasília era uma capital com espaço sobrando nas pistas, pelas quais os carros circulavam com os números marcando centenas na área do odômetro, já que nem semáforos havia — era desnecessário sinalizar um traçado tão bem-feito.Vieram as leis de trânsito para proteger nossas vidas, a velocidade passou a ser controlada e a gente foi aprendendo a se mover dentro de um padrão básico de civilidade. Céu de Brasília: desde o nascer do dia ao cair da tarde, espetáculo visual é uma das marcas da cidade | Foto: Anderson Parreira/Agência Brasília Como ocorre com a maioria das cidades, o tempo trouxe várias mudanças a Brasília. Mas ainda somos privilegiados por respirar um ar não poluído, contar com o imenso espaço verde do Parque da Cidade em pleno ambiente urbano, poder circular de Zebrinha pelas vias mais estreitas, usar as tesourinhas para fazer retorno, atravessar pela faixa de pedestre sem medo e, de quebra, conseguir enxergar logo acima de nossas cabeças todo o céu que nos protege. O formato de avião fica no imaginário de quem chega a Brasília pelo ar | Imagem: GoogleEarth Ah, o céu de Brasília! Homenageado em música de Toninho Horta e Fernando Brant — mineiros, como eles e eu, cultivam uma relação de grande afeto com a capital federal —, o firmamento local, que parece estar a poucos centímetros de nossos ombros, é uma joia pela qual todo mundo se apaixona à primeira vista. E é desse céu com cara de obra de arte viva que se “administra” um clima como poucos no Brasil. Temos água por todo canto, e nada como a seca pontual de quase seis meses para nos lembrar dessa dádiva. Por mais quente que a temperatura esteja, o clima vai se amenizando noite adentro e bate levinho nas janelas convidando-as a se abrirem para espalhar frescor pelo quarto. Brasília permite sonhos bons, e o clima do Cerrado se encarrega de nos aconchegar nos braços deles. Pelo menos duas vertentes de azul também formam abraço com esse céu que só existe aqui, sinalizando a existência de um pincel invisível orquestrado por mão divina nos bastidores de toda Brasília: a Igreja Dom Bosco e a Sala do Egito, na LBV. São dois cenários internos em meio aos quais a gente se percebe já na beira do trampolim para mergulhar em nós mesmos. O avião idealizado nos esboços finais da cidade continua aqui. Ao redor dele há a imensidão aquática do Paranoá, a Ermida, o ar de cidade do interior de Sobradinho e do Colorado, as cachoeiras, o Jardim Botânico, o Vale do Amanhecer, os parques ecológicos e um não-acaba-mais de construções e monumentos naturais Monumentos? Falar disso é perceber que a cidade é toda monumental. Catedral, Igrejinha da 308 Sul, o Congresso e seus icônicos semicírculos situados lado a lado em posição invertida um ao outro, os painéis de Lucio Costa e a Vila Planalto inteirinha estão entre as brasilidades que fazem o coração da gente bater feliz. E o melhor: isso nem é tudo. O avião idealizado nos esboços finais da cidade continua aqui. Avistá-lo do alto já exige acuidade dos olhos, mas ao redor dele há a imensidão aquática do Paranoá, a Ermida, o ar de cidade do interior de Sobradinho e do Colorado, as cachoeiras, o Jardim Botânico, o Vale do Amanhecer, os parques ecológicos e um não-acaba-mais de construções e monumentos naturais a nos lembrar de agradecer, todos os dias, por morar aqui. Eu, que nasci antes de Brasília e vim para cá pensando em passar apenas uma temporada, faço coro.
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Escolas públicas do Distrito Federal refletem arquitetura moderna de Brasília
Curvas, traços e espaços abertos encantam moradores e visitantes de Brasília, que celebra 66 anos nesta terça-feira (21). Projetada por Lucio Costa e Oscar Niemeyer, a capital tornou-se referência mundial em urbanismo e arquitetura. Monumentos como a Catedral Metropolitana e o Congresso Nacional ajudam a narrar a trajetória de uma cidade planejada para o futuro. Escola Classe Juscelino Kubitschek: estrutura remete à vocação arquitetônica de Brasília, destacando aqui todo o prédio em piso térreo, que prioriza a acessibilidade | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Os traços conhecidos e vistos nos monumentos e nas ruas da cidade também orientam e inspiram a construção das novas escolas públicas do Distrito Federal. A Secretaria de Educação (SEEDF) tem adotado um novo olhar no planejamento das unidades escolares. A proposta é criar ambientes mais modernos, acessíveis e que estimulem a convivência, a prática esportiva e o desenvolvimento integral dos estudantes. Iêdes Braga, secretária de Educação interina: “A arquitetura passa a fazer parte da aprendizagem, com ambientes integrados, acessíveis e que incentivam a colaboração” | Foto: André Amendoeira/SEEDF “Hoje, pensamos a escola como um espaço que vai além das salas de aula”, afirma a secretária de Educação interina, Iêdes Braga. “A arquitetura passa a fazer parte da aprendizagem, com ambientes integrados, acessíveis e que incentivam a colaboração. Também investimos em espaços esportivos para promover saúde, bem-estar e o desenvolvimento dos nossos alunos.” A influência dos criadores de Brasília segue presente nas escolas públicas do Distrito Federal. Segundo Tiago Reges da Silva, diretor de Arquitetura da SEEDF, os princípios de Lucio Costa e Oscar Niemeyer continuam orientando os projetos. “O pensamento de Lucio Costa aparece na organização dos espaços e na forma como tudo se integra”, aponta. “Já Niemeyer inspira a criatividade e o uso da arquitetura como experiência. Hoje, adaptamos essas ideias às necessidades atuais, sem abrir mão da base moderna que marca Brasília”. Integração de ambientes Servidora da Subsecretaria de Infraestrutura Escolar (Siae) a SEEDF, a arquiteta Aline Lima explica que os projetos das novas escolas seguem princípios da arquitetura moderna ao valorizarem a integração entre os ambientes internos e externos. Segundo ela, essa conexão aparece especialmente nos pátios cobertos e descobertos, que ampliam o uso dos espaços e favorecem a convivência. “O uso dos cobogós, que dialogam com a linguagem de prédios de Brasília, além de garantir iluminação e ventilação natural, também cria um elemento de interesse e identidade nas edificações” Aline Lima, da Subsecretaria de Infraestrutura Escolar As escolas são planejadas como espaços integrados, substituindo o modelo antigo de blocos separados. Isso facilita o controle dos ambientes e aumenta a sensação de segurança, sem perder a conexão com a comunidade. Os cobogós, elementos tradicionais em Brasília, também fazem parte dessa estrutura. “Nos projetos das unidades escolares, buscamos integrar os espaços internos e externos, principalmente por meio dos pátios cobertos e descobertos, seguindo princípios da arquitetura moderna”, detalha a arquiteta. “O uso dos cobogós, que dialogam com a linguagem de prédios de Brasília, além de garantir iluminação e ventilação natural, também cria um elemento de interesse e identidade nas edificações.” Exemplos dessa proposta podem ser vistos em projetos como o Centro Educacional (CED) Jardins Mangueiral, que possui pátios integrados e áreas que favorecem a convivência. A circulação vertical na unidade é feita por uma rampa circular com inclinação suave, pensada para garantir acessibilidade. Ela organiza o espaço e forma um átrio interno que amplia a entrada de luz natural, melhora a ventilação e integra visualmente os pavimentos. Ampliação da rede pública de ensino Entre 2019 e este ano, a rede pública de ensino do DF foi ampliada com 17 novas unidades escolares, entre construções, reconstruções e reformas. As entregas contemplaram Itapoã, Ceilândia, Samambaia, Recanto das Emas, Gama e Riacho Fundo, com destaque para as escolas técnicas de Santa Maria e Leste Sérgio Damasceno, no Paranoá, e a Escola Bilíngue do Plano Piloto. [LEIA_TAMBEM]Na educação infantil, 28 unidades do Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) foram entregues, ampliando o atendimento em regiões como Sol Nascente, Recanto das Emas, Gama e Planaltina. Entre eles, destacam-se o Cepi Jandaia, no Pôr do Sol, o Cepi Sarah Kubitschek, no Sol Nascente, e o Cepi Manacá, em Taguatinga. Mostra educativa No Espaço Neusa França, que fica na sede da Secretaria de Educação, segue em cartaz a exposição Projetando Saberes, dedicada à arquitetura escolar pública do DF. Com visitação de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, a mostra prestigia o papel da arquitetura na educação e evidencia como os ambientes escolares vão além da função estrutural, tornando-se capazes de influenciar o aprendizado e contribuir para o bem-estar e a convivência. *Com informações da Secretaria de Educação Tags: Aniversário de Brasília, 66 anos, arquitetura escolar, rede pública, exposição, Lúcio Costa, Oscar Niemeyer, Projetando Saberes.
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Semana começa com 854 vagas de emprego disponíveis nas agências do trabalhador
As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 854 oportunidades profissionais abertas nesta quarta-feira (22). Os maiores salários são encontrados em duas vagas para técnico de refrigeração (R$ 3 mil) na Asa Norte, duas para garçom (R$ 2,5 mil) em Vicente Pires e uma para técnico automotivo (R$ 2,5 mil) em Samambaia. Para pessoas com deficiência (PcD), estão disponíveis dez oportunidades como ajudante de carga e descarga de mercadoria (R$ 1.691,80), dez vagas para empacotador à mão (R$ 1,7 mil), dez para operador de telecobrança (R$ 1.621), dez para operador de telemarketing ativo (R$ 1.621), quatro para porteiro (R$ 2.028,15), duas para ajudante de cozinha (R$ 1.962) e uma para auxiliar de limpeza (R$ 1.862,10). Os postos são localizados no Guará, Samambaia, Plano Piloto e Águas Claras. Todos os postos oferecem benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das chances do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre nesta 3ª e 4ª no Plano Piloto
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 25 endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h desta terça-feira (21), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Plano Piloto para terça-feira (21) e quarta-feira (22): Eixão Norte, altura das quadras 107, 110, 114 e 115; Hemocentro, em frente à SQN 302; 601 Norte; L2 Norte, na altura da 602, abaixo do Serpro; SGAN 606, Via L3 próximo à cerca dos módulos C, D e E; SGAN 607, área verde; SGAN 608, Via L3, atrás do IDP; SGAN 611; Estacionamento ao lado do Ilhas do Lago; Ao lado do Clube da Aeronáutica; Ao lado do Posto Melhor; Via L4 Norte, próximo à Via N1 Leste; Rua DFL, Casa 1; Torre de TV, subsolo; Buraco do Rato; Setor Comercial Sul; CLS 102 Bloco A, ao lado da Drogasil; 303 Sul, atrás do Bloco D; CLS 305, ao lado da Drogasil e próximo ao Pão de Açúcar; CLS 409, ao lado do Bloco A; CLS 209, próximo ao Bloco C; SCLS 413, entre os blocos C e D; Centro POP; Vias W5 e W4 Sul, extensão da 903 à 905 e da 702 à 705. *Com informação da DF Legal
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Eu Amo Cerrado: plataforma interativa conecta população à biodiversidade do DF
A fauna e a flora do Distrito Federal são destaque na plataforma interativa Eu Amo Cerrado, criada pela Unidade de Educação Ambiental do Instituto Brasília Ambiental em 2019. No site, os visitantes de parques e unidades de conservação do quadradinho podem registrar fotos do que avistaram nos passeios, reforçando a conexão entre a população e a natureza local. Mapeamento da região permite expandir conhecimento sobre a biodiversidade da nossa região | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Ao reunir informações, materiais pedagógicos e experiências interativas, o portal contribui para formar cidadãos mais conscientes e comprometidos com a preservação do nosso bioma” Gutemberg Gomes, presidente do Brasília Ambiental “Essa iniciativa convida crianças, jovens e adultos a conhecerem melhor a biodiversidade dos nossos parques e unidades de conservação, despertando um sentimento de pertencimento e responsabilidade pela proteção do Cerrado”, salienta o presidente do Brasília Ambiental, Gutemberg Gomes. Além de possibilitar que os cidadãos compartilhem suas experiências e descobertas, o site oferece dados sobre aves, mamíferos, anfíbios, peixes, árvores e frutos, funcionando como um guia digital gratuito. “Ao reunir informações, materiais pedagógicos e experiências interativas, o portal contribui para formar cidadãos mais conscientes e comprometidos com a preservação do nosso bioma”, resume Gutemberg. Educação ambiental [LEIA_TAMBEM]No ano passado, a plataforma foi integrada ao ambiente institucional do Governo do Distrito Federal (GDF), migrando do domínio “.com.br” para “GOV.BR” – reforçando a importância da ferramenta para a educação ambiental. Devido à atualização, o sistema de login e o registro de avistamentos estão temporariamente suspensos para adequações tecnológicas. Outras funcionalidades seguem normalmente. O programa Eu Amo Cerrado é uma campanha permanente, que inclui a plataforma online e publicações ecopedagógicas com versões virtuais e impressas, como revistas, cartazes, fôlderes, jogos, álbuns de figurinhas e fotografias. O material impresso é exposto e distribuído em diversos eventos, mostrando de forma lúdica e artística a vida do Cerrado em todas as suas manifestações. Acesse o material para impressão.
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Mães atípicas ganham apoio em capacitação com famílias de crianças com síndrome de Down
A Secretaria da Mulher (SMDF) esteve presente, nesse sábado (18), na Capacitação Pedagógica para Mães de Crianças com Síndrome de Down. O evento reuniu cerca de 100 participantes em um espaço de escuta, troca de experiências e construção de propostas para o fortalecimento das políticas públicas voltadas às mães atípicas no DF. A governadora Celina Leão também participou da agenda e destacou o compromisso da gestão com o cuidado integral das famílias e o fortalecimento da rede de apoio | Foto: Divulgação/SMDF Promovido pelo Instituto Ápice Down, que completa 22 anos de atuação, o encontro contou com a participação da secretária da Mulher, Giselle Ferreira. Ao longo do dia, foram debatidas demandas e apresentados avanços importantes, como a consolidação do programa Mães Mais que Especiais como política permanente no Distrito Federal. A governadora Celina Leão também participou da agenda e destacou o compromisso da gestão com o cuidado integral das famílias e o fortalecimento da rede de apoio, ressaltando a importância de políticas públicas que garantam suporte às mulheres que exercem o cuidado diário. Outro destaque foi o anúncio da implantação da Casa da Mãe Atípica, no Parque da Cidade. O espaço será voltado ao acolhimento, orientação e apoio às mães. “Estamos avançando com políticas estruturantes, que olham para a realidade dessas mulheres. A Casa da Mãe Atípica será um marco, um espaço pensado para oferecer suporte, escuta e oportunidades”, ressaltou a secretária. Durante a capacitação, as participantes também apresentaram sugestões para o aprimoramento dos serviços, como a ampliação do passe livre para mães atípicas, a agilização na concessão de redução de carga horária para servidoras públicas que cuidam de filhos com deficiência e a criação de um transporte acessível entre a Rodoviária do Plano Piloto e o Parque da Cidade. O evento ainda destacou o projeto Mãe Rara, estruturado nos eixos de escuta, capacitação e acolhimento. A iniciativa recente já apresenta resultados importantes ao promover ações voltadas ao fortalecimento emocional, à qualificação e ao suporte contínuo às mães atípicas. *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)
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Iluminação do Lago Veredinha, em Brazlândia, passa por manutenção
A CEB IPes já recuperou parte da iluminação pública no Lago Veredinha e segue com equipes atuando de forma intensiva para concluir os serviços em toda a orla ainda hoje. Durante a vistoria, foi identificado o desligamento de disjuntores em um dos quadros de comando, sistema de proteção que evita danos à rede em casos de interferências. As equipes também encontraram pontos com emendas, ligações irregulares e trechos de rede mais antigos, que estão passando por ajustes para garantir mais segurança e estabilidade da iluminação. Um dos circuitos já foi normalizado, e os demais seguem em fase final de verificação, inclusive em área próxima a intervenções recentes. A previsão é de que todo o Lago Veredinha esteja completamente iluminado até as 18h. Quadro de comando Os quadros de comando funcionam de forma semelhante aos disjuntores de uma casa. Eles podem ser desligados automaticamente em situações como oscilações de energia, furto, curto ou outras interferências, protegendo a rede e evitando danos aos equipamentos. Sempre que precisar de manutenção na iluminação pública, a população pode acionar a CEB IPes pelos canais de atendimento: telefone 155, aplicativo Ilumina DF e WhatsApp (61) 3774-1155. *Com informações da CEB IPes
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Mulher e Segurança | 2024
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