Operação Saturação prende 39 traficantes em dois meses na área central de Brasília
A Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) prendeu 39 traficantes na área central de Brasília nos meses de março e abril. As detenções fazem parte da Operação Saturação, coordenada por agentes da 5ª DP (SCS) e da 2ª DP (Asa Norte). Ao todo a operação flagrou 18 pessoas na área da 2ª DP, incluindo oito adolescentes, e 21 na área da 5ª DP. Na tarde desta terça-feira (14), a PCDF prendeu em flagrante uma mulher de 36 anos por tráfico de drogas durante a Operação Saturação. A ação é realizada por equipes da 5ª Delegacia de Polícia, no Setor Comercial Sul (SCS), área central de Brasília. A autora foi flagrada comercializando crack, e, com ela, foram apreendidas porções do entorpecente e a quantia de R$ 8. Dois usuários também foram detidos e liberados após assumir compromisso de comparecimento à Justiça. A mulher foi encaminhada à carceragem da PCDF, ficando à disposição do Judiciário. *Com informações da PCDF
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Polo de Cinema e Vídeo do DF tem nova área aprovada
O plenário da Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) aprovou, nesta terça-feira (14), o redimensionamento da área destinada ao Polo de Cinema e Vídeo do DF, medida que também permite avançar na regularização fundiária do Assentamento José Wilker, que ocupa parte da área originalmente destinada ao complexo audiovisual, em Sobradinho. Proposta foi aprovada na Câmara em dois turnos e na redação final, conciliando desenvolvimento e habitação | Foto: Divulgação “A aprovação do novo dimensionamento permite compatibilizar o desenvolvimento do setor audiovisual com a realidade social da região” Fernando Modesto, secretário de Cultura e Economia Criativa interino A proposta destina 16 hectares ao Polo de Cinema e Vídeo, na Gleba 4 da fazenda Sobradinho Mogi, e revoga a Lei Complementar nº 633/2002, que reservava 400 hectares, na mesma região, para a instalação do equipamento cultural. A revisão do uso da área elimina a sobreposição de destinações, já que, ao longo dos anos, a mesma área acabou sendo direcionada ao Programa de Assentamento de Trabalhadores Rurais (Prat), resultando na comunidade hoje instalada no local. O texto unifica o projeto de lei complementar nº 77/2025, de autoria do deputado Wellington Luiz, e o PLC nº 98/2026, encaminhado pelo Executivo. A matéria foi aprovada em dois turnos e em redação final. Nova estrutura [LEIA_TAMBEM]A redefinição busca conciliar o desenvolvimento do setor audiovisual com o direito à moradia das famílias que vivem na região. A área de 16 hectares é considerada suficiente pelo Executivo para a construção de uma estrutura com estúdios de imagem e som, além de cidade cenográfica permanente, com potencial turístico, oficinas técnicas (marcenaria, serralheria e costura), centro de treinamento e cinemateca. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa interino, Fernando Modesto, a medida representa um avanço no planejamento territorial e na política cultural do Distrito Federal. “A aprovação do novo dimensionamento permite compatibilizar o desenvolvimento do setor audiovisual com a realidade social da região”, aponta. “É uma solução que respeita as famílias que já vivem no território e, ao mesmo tempo, garante as condições necessárias para estruturar um polo cultural estratégico para o DF”. A iniciativa insere-se no esforço do GDF de reorganizar áreas públicas com base em critérios técnicos e sociais, promovendo segurança jurídica, estímulo à economia criativa e melhoria das condições de vida das comunidades envolvidas. *Com informações da Secec-DF
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Projeto que usa arte para discutir inclusão entra em reta final de apresentações em escolas do Gama
O projeto Vivências da Música no Cognitivo (VMC) Escola Anticapacitista entra na fase final de circulação em instituições públicas do Gama, com apresentações previstas para esta quinta-feira (16), na Escola Classe 18. A iniciativa utiliza o rock, o circo e o grafite como ferramentas para discutir inclusão, combater o capacitismo e ampliar o protagonismo de artistas com deficiência no ambiente escolar. Realizado pelo produtor Wellington Negrão, com recursos do Fundo de Apoio à Cultura do Distrito Federal (FAC-DF), o projeto percorreu escolas da região entre março e abril deste ano, com público estimado em mais de mil alunos. A ação também marca os 20 anos de um trabalho iniciado por Sérgio Fonseca e ganha um significado adicional ao se conectar com a memória pessoal da artista Ayla Serena, que transforma o luto pela perda da mãe em expressão artística e celebração da vida. O artista plástico com síndrome de Down Lucio Piantino participou do projeto | Foto: Divulgação O secretário de Cultura e Economia Criativa interino do DF, Fernando Modesto, destaca que projetos como o VMC Escola Anticapacitista reafirmam o compromisso da política cultural do Distrito Federal com a inclusão, a diversidade e o acesso à arte como direito. “Ao ocupar o ambiente escolar e valorizar o protagonismo de artistas com deficiência, a iniciativa contribui para a formação de uma sociedade mais consciente, empática e aberta às diferenças, fortalecendo o papel da cultura como instrumento de transformação social”, ressalta. Além das apresentações musicais, o projeto promove intervenções visuais nas escolas. A grafiteira surda Amanda, conhecida como “Santa Surda”, faz pinturas ao vivo durante as atividades, deixando registros permanentes nas instituições. A circulação também contou com a participação de um artista plástico com síndrome de Down, o renomado Lucio Piantino, durante passagem pela Escola Classe 10 do Gama. O encerramento contará com a participação especial do grupo Baião de 2, formado por alunos e docentes da Associação de Pais e Amigos dos Excepcionais do Distrito Federal (Apae-DF).
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Módulo 14 do Setor de Mansões Itiquira, em Planaltina, passa a contar com iluminação pública
Moradores do Setor de Mansões Itiquira, no Módulo 14, em Planaltina, passaram a contar com iluminação pública pela primeira vez. A obra integra o pacote de expansão do Governo do Distrito Federal (GDF), executado pela CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes), e representa um investimento estimado em R$ 190 mil. Antes da intervenção, a localidade não possuía rede de iluminação. Com a implantação da nova infraestrutura, a expectativa é melhorar a visibilidade nas vias, aumentar a sensação de segurança para moradores e pedestres, além de contribuir para a mobilidade urbana. A ação faz parte de um conjunto de 100 obras lançadas e acompanha o crescimento urbano do Distrito Federal. Em Planaltina, a expansão da rede de iluminação pública segue em andamento, com outros seis projetos já aprovados. Entre os locais contemplados estão a região da Rajadinha, a academia comunitária da Vila Vicentina, a pista de ciclismo e caminhada, a rodovia DF-128 e o condomínio Nova Petrópolis. As iniciativas reforçam a estratégia do GDF, por meio da CEB IPes, de ampliar a cobertura da iluminação pública em todo o Distrito Federal, aliando eficiência operacional, melhoria dos serviços e mais qualidade de vida para a população. *Com informações do CEB Ipes
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