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No Brasília Summit, Celina Leão defende inovação tecnológica e mudança do eixo econômico do DF
A governadora Celina Leão afirmou, nesta quarta-feira (15), que o Distrito Federal precisa combinar inovação tecnológica e diversificação econômica para ganhar eficiência na gestão pública e reduzir a dependência do serviço público. A declaração foi feita no painel de abertura do 6º Brasília Summit — Eficiência na Gestão Pública, promovido pelo Lide em parceria com o Correio Braziliense, no Brasília Palace Hotel. Ao abordar os desafios do poder público, Celina Leão disse que eficiência, eficácia, experiência e preparo devem estar no centro da administração. Segundo ela, a boa gestão precisa ser requisito para quem ocupa cargos no Executivo, diante da necessidade de dar respostas mais rápidas e mais precisas à população. “O tema hoje, sobre gestão e eficácia, talvez devesse ser o critério mínimo para qualquer pessoa disputar um cargo para o Poder Executivo”, afirmou. “O Estado pode e consegue fazer isso, desde que tenha seriedade, transparência e eixos estratégicos bem definidos.” Na avaliação da governadora, um dos principais entraves da máquina pública está na fragmentação de sistemas e na dificuldade de transformar informação em decisão. Ela afirmou que o GDF trabalha para integrar estruturas antes dispersas em diferentes áreas do governo, de modo a aproximar a administração do cidadão e dar mais base técnica à formulação de políticas públicas. “Uma tomada de decisão sem dados, para o gestor público, é uma grande probabilidade de erros”, disse. “Nós tínhamos vários sistemas e várias secretarias com vários sistemas, que não se comunicavam entre si e não se comunicavam principalmente com o cidadão e com a gestão.” Segundo ela, essa realidade está prestes a mudar com a Secretaria de Governança Digital e Integração, criada na última sexta-feira (10). Na avaliação da governadora Celina Leão, um dos principais entraves da máquina pública está na fragmentação de sistemas e na dificuldade de transformar informação em decisão | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Outro eixo central abordado pela chefe do Executivo foi a defesa de uma mudança na base econômica do Distrito Federal. Celina afirmou que a capital precisa abrir mais espaço para áreas de maior valor agregado, como tecnologia, economia limpa, economia verde e bioinsumos, para crescer. “Nós precisamos mudar o eixo econômico do Distrito Federal. Essa cidade tem que buscar vocação financeira e econômica”, pontuou a governadora. Secretaria de Governança Digital e Integração A reestruturação da área responsável por tecnologia, inovação e serviços digitais faz parte desse processo de modernização da máquina pública. A nova Secretaria de Governança Digital e Integração foi criada e passou a concentrar ações ligadas à transformação digital, à integração de dados governamentais e aos serviços digitais ao cidadão. “Estamos fazendo agora a unificação dos sistemas e eu tenho certeza de que teremos um Distrito Federal rapidamente modernizado, com eficiência e eficácia”, concluiu Celina Leão.
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Evolução de documentos fiscais e de reclamações - 2018
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Com mais de 300 ações de orientação em 2025, Controladoria fortalece prevenção na gestão pública do DF
Ao longo de 2025, a Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) promoveu um total de 327 ações de orientação direta a corregedorias de órgãos e entidades do DF. A iniciativa tem como foco apoiar gestores na correta aplicação das normas, prevenir irregularidades e fortalecer a tomada de decisões no serviço público. Controladoria-Geral do DF efetuou quase 500 análises iniciais de admissibilidade em 2025 | Foto: Divulgação/CGDF ”Ao orientar os órgãos, prevenimos irregularidades e indicamos caminhos mais seguros para a tomada de decisão” Ismara Roza, subcontroladora de correição administrativa da CGD Na prática, a atuação contribui para reduzir falhas, evitar desperdícios e melhorar a eficiência dos serviços prestados à população. “O nosso objetivo não é o processo pelo processo, mas a excelência da gestão”, aponta a subcontroladora de correição administrativa da CGDF, Ismara Roza. “Ao orientar os órgãos, prevenimos irregularidades e indicamos caminhos mais seguros para a tomada de decisão.” Também durante o ano passado, foram feitas 495 análises iniciais de admissibilidade, etapa que verifica se há indícios suficientes para abertura de processos formais de apuração. O procedimento permite direcionar esforços para casos com maior relevância e evita gastos com investigações sem fundamento. [LEIA_TAMBEM]Na área de correição administrativa, a CGDF identificou potencial de retorno de R$ 25 milhões por meio de Tomada de Contas Especiais (TCE). O instrumento permite a recomposição de valores devidos ao Estado de forma mais ágil, sem a necessidade de longas disputas judiciais. “Há potencial de retorno aos cofres públicos, com possibilidade de reforço a áreas essenciais como saúde, educação e infraestrutura”, explica Ismara Roza. Para 2026, a CGDF pretende ampliar as ações preventivas, com foco na orientação normativa e na gestão de riscos, fortalecendo uma atuação cada vez mais voltada à prevenção e à melhoria contínua da gestão pública. O conjunto de ações reforça o papel do controle interno também no apoio à gestão, contribuindo para que os recursos públicos sejam utilizados com mais eficiência e retornem em benefícios diretos para a sociedade. *Com informações da Controladoria-Geral do DF
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Evolução de documentos fiscais e de reclamações - 2015
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