Fercal terá primeira creche pública
A governadora Celina Leão assinou, nesta sexta-feira (26), um acordo de cooperação técnica entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e empresas de cimento para a construção da primeira creche pública da Fercal. O termo foi firmado pela administração regional da cidade com as empresas Cimento Planalto - Ciplan S/A e Pedreira Contagem. Conforme o documento, a unidade de educação infantil será erguida exclusivamente com recursos privados, com fornecimento de materiais, maquinário e mão de obra. O acordo foi celebrado durante visita da chefe do Executivo à fábrica da Ciplan, localizada no km 2,5 da DF-205. Para ela, a parceria entre o governo e iniciativa privada é fundamental para atender aos anseios da população em quesitos como infraestrutura, geração de renda e emprego. “Hoje foi um dia de conhecer quem produz, quem trabalha e de receber essa doação da creche com muito carinho. A comunidade da Fercal fica muito feliz”, afirmou. “Hoje foi um dia de conhecer quem produz, quem trabalha, e de receber essa doação da creche com muito carinho. A comunidade da Fercal fica muito feliz”, declarou a governadora Celina Leão | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Soubemos pelo responsável da empresa que há a possibilidade de ampliação daqui. Se isso acontecer, são mais de 600 milhões investidos e mais empregos sendo gerados. Isso é muito importante porque aqui tem um produto fundamental para as nossas obras, que é o cimento”, comentou Celina Leão, citando também uma possível parceria no processamento de resíduos. O pavimento rígido está presente nas vias mais movimentadas do DF, como a Estrutural e a Hélio Prates. Para viabilizar a construção da creche, cabe à Administração Regional da Fercal a disponibilização do terreno e a garantia do acesso das equipes das empresas durante a vigência da obra, assegurar a celeridade no licenciamento edifício e ambiental e a execução das obras de acabamento, já na fase final, após a entrega da estrutura base, assegurando as condições necessárias para o funcionamento pedagógico da unidade. O administrador regional da Fercal, Fernando Madeira, salientou que a cidade recebeu uma série de investimentos ao longo dos últimos anos, beneficiando os mais de 9 mil moradores. “Nos últimos sete anos e meio, foram mais de 100 obras entregues à população, pavimentação em frente às escolas rurais, agora vindo a construção da creche”, comemorou. O acordo foi celebrado durante visita da governadora à fábrica da Ciplan A visita à fábrica da Ciplan ocorreu após a inauguração de um trecho de 2,7 km da DF-205, que beneficia mais de 10 mil pessoas diariamente, além de facilitar o deslocamento de veículos pesados e o escoamento rural. Durante a solenidade, a governadora autorizou, ainda, a pavimentação de 1,7 km da DF-326, na comunidade Lobeiral, e a reforma do Centro Comunitário do Alto da Bela Vista. Prestes a completar 70 anos, em 11 de setembro deste ano, a Fercal ocupa área de 15.438,01 hectares e reúne mais de 9 mil habitantes. Dos moradores, mais de 50% são do sexo masculino e a idade média é de 30 anos. Os dados são da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios (Pdad) 2024.
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Aberto chamamento público para gestão do Serviço Veterinário Público do DF
A Secretaria Extraordinária de Proteção Animal do Distrito Federal (Sepan-DF) publicou o Edital de Chamamento Público nº 01/2026 para seleção de Organização da Sociedade Civil (OSC) responsável pela operacionalização do Serviço Veterinário Público (HVEP). O processo tem como objetivo a celebração de Termo de Colaboração para execução do serviço, que contempla a prestação gratuita de assistência veterinária a cães e gatos, incluindo atendimentos clínicos gerais, procedimentos diagnósticos, cirurgias eletivas e procedimentos especializados. A atuação da organização selecionada ocorrerá nas instalações já utilizadas pelo Serviço Veterinário Público, localizadas em Taguatinga, além da unidade móvel responsável por atendimentos itinerantes à população, garantindo a continuidade do atendimento em diferentes regiões do Distrito Federal. As propostas deverão ser enviadas exclusivamente por meio da Plataforma de Parcerias do Governo do Distrito Federal (GDF), dentro do prazo estabelecido no edital. O processo de seleção seguirá etapas de análise, classificação de propostas e fase de habilitação, conforme critérios técnicos definidos no documento. Entre os requisitos previstos, as organizações interessadas deverão comprovar experiência na execução de serviços compatíveis com o objeto da parceria, além de atender às exigências legais, fiscais e administrativas estabelecidas no edital. O processo tem como objetivo a celebração de Termo de Colaboração para execução do serviço, que contempla a prestação gratuita de assistência veterinária a cães e gatos | Foto: Divulgação/Sepan-DF Após a etapa de seleção, a organização classificada será convocada para apresentação de documentação de habilitação e posterior elaboração do plano de trabalho, que será analisado pela administração pública antes da formalização da parceria. Segundo o secretário de Proteção Animal, Cristiano Cunha, a iniciativa reforça a estruturação das políticas públicas de proteção e cuidado animal no Distrito Federal. “O chamamento público reforça o compromisso da Sepan com a organização e a continuidade do serviço veterinário público, garantindo que a execução do HVEP seja feita com base em critérios técnicos e legais”, afirmou o secretário. O edital completo está disponível no site da Sepan e na Plataforma de Parcerias do GDF. *Com informações da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal do Distrito Federal (Sepan-DF)
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Governadora inaugura pavimentação da DF-205 na Fercal
Mais mobilidade para a população da Fercal: a governadora Celina Leão inaugurou, nesta sexta-feira (26), a pavimentação de 2,7 km da DF-205 Oeste, na região do Catingueiro, que beneficia mais de 10 mil pessoas diariamente. Na ocasião, a chefe do Executivo assinou a ordem de serviço para a pavimentação da DF-326, na comunidade Lobeiral, com investimento previsto de R$ 2 milhões, e a reforma do Centro Comunitário do Alto Bela Vista. As intervenções integram o conjunto de investimentos do Governo do Distrito Federal (GDF) para fortalecer a infraestrutura das áreas rurais, facilitar o acesso às comunidades, às escolas e ao escoamento da produção agrícola. “São entregas relevantes, principalmente as obras nas proximidades da escola, que são fundamentais para nós, pois garantem mais dignidade para que crianças e profissionais da educação possam chegar ao local com segurança e melhores condições”, ressaltou a governadora. Governadora Celina Leão: “São entregas relevantes, principalmente as obras nas proximidades da escola, que são fundamentais para nós, pois garantem mais dignidade para que crianças e profissionais da educação possam chegar ao local com segurança e melhores condições” | Foto: Lúcio Bernardo Jr / Agência Brasília O presidente do DER-DF, Fauzi Nacfur, destacou a importância das obras de pavimentação para o desenvolvimento da região, que reúne comunidades rurais e grandes indústrias de cimento. “Estamos praticamente a 50 quilômetros do centro da capital, em uma área rural e industrial. Entregamos 2,7 km pavimentados e, quando toda a ligação até Brazlândia estiver pronta, conseguiremos retirar boa parte dos caminhões que hoje passam pelo centro de Brasília”, afirmou. O trecho inaugurado contemplou serviços de terraplenagem, pavimentação, drenagem, sinalização horizontal e vertical, além de ciclovia, com investimento de mais de R$ 5,6 milhões. Segundo o presidente, a obra avança de forma gradual. “É uma obra cara e grande, mas estamos fazendo de pedacinho em pedacinho. A cada dois quilômetros, atendemos comunidades rurais e avançamos nessa importante ligação entre as regiões Norte e Oeste do Distrito Federal”, explicou Nacfur. "Entregamos 2,7 km pavimentados e, quando toda a ligação até Brazlândia estiver pronta, conseguiremos retirar boa parte dos caminhões que hoje passam pelo centro de Brasília” Fauzi Nacfur, presidente do DER Impacto Com investimento de R$ 2 milhões, a pavimentação de outra via, a DF-326, atenderá equipamentos públicos essenciais para a população: a Unidade Básica de Saúde (UBS) da região, o Centro de Ensino Fundamental Queima Lençol e a Escola Classe Lobeiral. A obra contempla 1,7 km da via, incluindo os serviços de terraplenagem, pavimentação, drenagem, sinalização horizontal e vertical, com recursos e maquinários do DER-DF. A pavimentação da estrada era aguardada há anos pela comunidade do Lobeiral. A diretora da Escola Classe Lobeiral, Samira Santana, afirma que a obra vai impactar diretamente a rotina dos 230 alunos da educação infantil e do ensino fundamental recebidos na unidade. “Hoje atendemos crianças que moram próximo da escola, mas também de comunidades mais distantes, como Engenho Velho e Queima Lençol. Todas dependem do transporte escolar, então a pavimentação vai ser muito importante para elas”, conta a diretora, que revela que os alunos já perceberam as mudanças da DF-205. “Algumas crianças já passaram pela DF-205, que foi pavimentada, e acharam excelente. Agora elas esperam o mesmo aqui.” Dona de casa, Tereza Souza, 52 anos, afirma que a pavimentação na DF-326 é a realização de um sonho antigo [LEIA_TAMBEM] Moradora da região há mais de 20 anos, a dona de casa Tereza Souza, 52 anos, afirma que a pavimentação na DF-326 é a realização de um sonho antigo. “Essa pavimentação representa tudo para a gente, era esperada há muitos anos. Tenho uma filha que faz faculdade e é muito difícil para ela por causa da poeira”, comentou. “A comunidade recebe essa obra de braços abertos. É um orgulho ver a nossa estrada asfaltada. Vamos poder caminhar com tranquilidade, sem poeira no rosto, sem o cabelo ficar duro de poeira.” Quem também comemora a autorização da obra é a artesã Aline Amaral, 36, que mora na comunidade desde que nasceu. Ela reforçou o benefício para a saúde e segurança dos moradores. “Tem muita poeira. Os carros passam o tempo todo e mal dá para enxergar a estrada. É muito ruim, prejudica a nossa saúde, a garganta fica ardendo por causa da poeira e a gente acaba adoecendo”, comentou Aline, que também costuma utiliza a DF-205. “Lá melhorou muito. Acabou boa parte da poeira, os carros passam com tranquilidade e não tem mais aqueles buracos. É essa melhora que a gente espera para a DF-326.” Ponto de convivência Com a autorização para reforma, o Centro Comunitário do Alto Bela Vista deve voltar a ser um ponto de encontro para a comunidade da região. O espaço foi construído há mais de uma década pelos próprios moradores, mas acabou abandonado ao longo dos anos. Neste ano, a comunidade doou o equipamento para a administração regional da cidade, que vai contratar empresa especializada para executar a reforma. A transferência do Centro Comunitário do Alto Bela Vista para a Administração Regional da Fercal foi oficializada por meio do Diário Oficial do Distrito Federal, publicado em 6 de maio deste ano. Após a incorporação do imóvel ao patrimônio público, a administração elaborou o projeto de reforma e iniciou o processo de contratação da empresa especializada para execução dos serviços. Localizado no km 12 da DF 150, o centro comunitário vai voltar a ser palco de reuniões, cursos, oficinas, atividades culturais e ações voltadas ao fortalecimento da comunidade Alto Bela Vista.
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Sala Lilás é inaugurada e programa Viva Flor é ampliado no DF
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Sala Lilás é inaugurada e programa Viva Flor é ampliado no DF
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) inaugurou, nesta sexta-feira (26), um novo espaço destinado ao atendimento humanizado de mulheres em situação de violência doméstica e familiar, a Sala Lilás, que passa a funcionar no Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob). Durante a solenidade, foi anunciada a expansão do Programa Viva Flor, que passará a atender mulheres em mais seis delegacias do Distrito Federal, o que amplia o acesso à tecnologia de proteção e fortalece a rede de enfrentamento à violência de gênero. A expansão leva o atendimento especializado a 8ª DP na Cidade Estrutural; 21ª DP em Taguatinga Sul; 26ª DP em Samambaia; 33ª DP em Santa Maria; 35ª DP Sobradinho; e 30ª DP em São Sebastião. O serviço já era oferecido, além das Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher (Deams) I e II, na 6ª DP no Paranoá; na 16ª DP em Planaltina; na 18ª DP em Brazlândia; na 20ª DP no Gama; e na 27ª DP no Recanto das Emas. Desta forma, as vítimas de violência doméstica podem solicitar a inclusão imediata de mulheres no Programa Viva Flor durante o registro da ocorrência. Com a descentralização do atendimento, as mulheres em situação de risco deixam de depender exclusivamente das Deams para ingressar no programa e podem sair da delegacia já protegidas pelo sistema de monitoramento da SSP-DF. A escolha das novas unidades foi baseada em estudos técnicos da pasta, que identificaram regiões com maior incidência de violência doméstica e familiar e necessidade de ampliar a capacidade de resposta do Estado. Durante a solenidade, que contou com a presença de autoridades, foi anunciada a expansão do Programa Viva Flor | Fotos: Divulgação/SSP-DF O secretário de Segurança Pública, Alexandre Patury, afirmou que a inauguração da Sala Lilás e a ampliação do Programa Viva Flor representam um novo passo na qualificação do atendimento e no fortalecimento da prevenção à violência. “Temos um programa que salva vidas, mas entendemos que a tecnologia, por si só, não basta. Era preciso garantir que as mulheres fossem acolhidas com dignidade, privacidade e respeito no momento em que mais precisam do Estado. A Sala Lilás nasce com esse propósito e a expansão do Viva Flor para mais delegacias aproxima essa proteção das vítimas, permitindo que elas saiam da unidade policial já amparadas. São avanços construídos a partir da escuta das mulheres e do compromisso permanente de aperfeiçoar as políticas públicas de enfrentamento à violência contra a mulher”. A secretária da Mulher, Jackeline Aguiar, ressaltou que as medidas reforçam a atuação integrada da rede de proteção. “A proteção das mulheres se fortalece quando as instituições atuam de forma integrada. A Sala Lilás e a expansão do Viva Flor representam esse compromisso conjunto de oferecer acolhimento humanizado, resposta rápida e políticas públicas cada vez mais acessíveis para quem mais precisa da atuação do Estado.” Representando a governadora Celina Leão, a ex-comandante-geral da PMDF, coronel Ana Paula Habka, que atualmente é assessora especial da Governadoria, ressaltou que a integração entre os órgãos têm ampliado a capacidade de proteção do Estado. “A inauguração da Sala Lilás e a expansão do Viva Flor demonstram que a proteção das mulheres exige firmeza, mas também humanidade, acolhimento e trabalho integrado. São políticas públicas que fortalecem a atuação do Estado e fazem a diferença na vida de quem mais precisa.” "Era preciso garantir que as mulheres fossem acolhidas com dignidade, privacidade e respeito no momento em que mais precisam do Estado. A Sala Lilás nasce com esse propósito e a expansão do Viva Flor para mais delegacias aproxima essa proteção das vítimas, permitindo que elas saiam da unidade policial já amparadas" Alexandre Patury, secretário de Segurança Pública do DF Já o comandante-geral da PMDF, Rômulo Palhares, destacou a importância da atuação integrada entre as instituições e da participação da sociedade no enfrentamento à violência de gênero. “O enfrentamento à violência contra a mulher é um compromisso permanente da Polícia Militar e de toda a rede de proteção. Seguiremos atuando com prioridade, sensibilidade e integração para garantir respostas rápidas às vítimas, fortalecendo uma política pública que depende também da participação de toda a sociedade”. O Viva Flor é destinado às mulheres em situação de violência doméstica e familiar que possuem medidas protetivas ou são classificadas em situação de risco durante o atendimento realizado pela Polícia Civil do Distrito Federal. Após essa avaliação, a vítima é incluída no programa, que funciona por meio de um aplicativo instalado no telefone celular e utilizado como botão de emergência. O titular do Juizado de Violência Doméstica e Familiar Contra as Mulheres do Núcleo Bandeirante, juiz Ben-Hur Viza, destacou que o Viva Flor se consolidou como uma referência nacional na prevenção à violência. “O Distrito Federal tem construído políticas públicas que se tornaram referência no enfrentamento à violência contra a mulher. Quando vemos histórias como a da vítima que deu o depoimento hoje, percebemos que esse trabalho faz diferença porque salva vidas. É o resultado da atuação integrada entre o sistema de Justiça, a segurança pública e toda a rede de proteção.” Para a defensora pública do DF, Antônia Carneiro, as medidas fortalecem ainda mais o atendimento às vítimas. “O Viva Flor é um programa que salva vidas e se tornou referência para o Distrito Federal e para o país. A inauguração da Sala Lilás representa mais um avanço dessa política pública, qualificando o acolhimento das mulheres e fortalecendo uma atuação integrada que tem produzido resultados concretos na prevenção do feminicídio.” Uma das beneficiárias do Programa Viva Flor há quase um ano, contou que o dispositivo devolveu a tranquilidade para reconstruir a vida após anos de violência doméstica. Segundo ela, o atendimento rápido das forças de segurança foi decisivo para evitar uma tragédia. “No dia em que acionei o Viva Flor, achei que não sairia viva. A Polícia Militar chegou em questão de segundos e mudou a minha história. Hoje eu consigo sair de casa com meus filhos sabendo que, se eu precisar, o Estado estará ao meu lado. Esse programa me devolveu a segurança, a liberdade e a esperança de recomeçar.” Ao ser acionado, o chamado recebe prioridade máxima no Ciob, possibilitando o envio imediato de equipes da Polícia Militar do Distrito Federal. “A expansão do Viva Flor significa levar proteção para mais perto de quem precisa. Hoje, a mulher já pode sair da delegacia com acesso imediato ao programa, recebendo atendimento prioritário sempre que estiver em situação de risco. É uma política pública construída em rede que salva vidas e devolve às mulheres a segurança para retomarem suas vidas”, ressaltou a secretária-executiva Institucional e de Políticas de Segurança Pública, Regilene Siqueira. Também inaugurada nesta sexta-feira, a Sala Lilás passa a integrar a estrutura do Ciob como espaço permanente de acolhimento às mulheres em situação de violência doméstica e familiar Nos casos em que o aparelho celular não seja compatível com o aplicativo, a Secretaria disponibiliza um Dispositivo de Proteção à Pessoa (DPP), garantindo o mesmo nível de monitoramento e prioridade no atendimento. Desde 2018, 3.276 mulheres já foram atendidas pelas tecnologias de proteção da SSP-DF. Atualmente, 2.031 mulheres permanecem vinculadas ao programa. Os resultados reforçam a efetividade da iniciativa: nenhuma mulher assistida pelo Viva Flor foi vítima de feminicídio enquanto esteve sob proteção do programa. Atendimento humanizado "Hoje eu consigo sair de casa com meus filhos sabendo que, se eu precisar, o Estado estará ao meu lado. Esse programa me devolveu a segurança, a liberdade e a esperança de recomeçar" Depoimento de beneficiária do programa Viva Flor Também inaugurada nesta sexta-feira, a Sala Lilás passa a integrar a estrutura do Ciob como espaço permanente de acolhimento às mulheres em situação de violência doméstica e familiar. O ambiente foi planejado para oferecer atendimento reservado, humanizado e qualificado às mulheres que procuram a Secretaria de Segurança Pública para acessar políticas como o Viva Flor e o Dispositivo de Proteção à Pessoa. A unidade funcionará 24 horas por dia, todos os dias da semana, incluindo finais de semana e feriados, garantindo atendimento ininterrupto às mulheres em situação de vulnerabilidade. A estrutura conta com recepção, sala de atendimento individualizado para escuta qualificada, ambiente reservado para acolhimento e brinquedoteca, proporcionando maior conforto às mulheres acompanhadas de seus filhos durante o atendimento. Além do acolhimento realizado pelas equipes da SSP-DF, a Sala Lilás também foi estruturada para ampliar o acesso aos serviços da rede de proteção, com a oferta de orientações nas áreas jurídica, psicológica e de assistência social, por meio de parcerias institucionais e Acordos de Cooperação Técnica com instituições de ensino superior. *Com informações da SSP-DF
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AVISO DIA 29 - PONTO FACULTATIVO PERÍCIA MÉDICA
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GDF investe R$ 36,9 milhões em novo bloco de doenças raras do Hospital de Apoio de Brasília
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Fim de semana terá provas de línguas estrangeiras do programa Pontes para o Mundo
A Secretaria de Educação (SEEDF) realiza, neste fim de semana, a prova de conhecimentos em línguas estrangeiras do programa Pontes para o Mundo 2026. Ao todo, 1.177 estudantes foram convocados para esta etapa da seleção, que será aplicada no sábado (27) e no domingo (28), em diferentes locais e horários. No dia da prova, é obrigatório apresentar documento oficial com foto. Estudantes foram orientados a chegar com, pelo menos, 30 minutos de antecedência | Foto: Divulgação/SEEDF “A prova tem duração de uma hora e o resultado será divulgado no dia 6 de julho” David Nogueira, coordenador do programa O coordenador do programa, David Nogueira, orienta os candidatos a verificar com antecedência o dia, o horário e o local da prova. As informações foram enviadas para o e-mail institucional de cada um dos inscritos e também estão disponíveis no site da SEEDF. Segundo David Nogueira, a maior parte das avaliações será realizada no sábado para facilitar a participação dos estudantes e de suas famílias. Já as provas de domingo são destinadas aos candidatos que, por motivos religiosos ou necessidades específicas, não poderão fazer a avaliação no primeiro dia. Confira o local da prova aqui. “No dia da prova, é obrigatório apresentar um documento oficial com foto. Sem ele, não será possível realizar a avaliação. Também recomendamos chegar com pelo menos 30 minutos de antecedência, já que cada candidato foi convocado para um horário específico. A prova tem duração de uma hora e o resultado será divulgado no dia 6 de julho”, explicou o coordenador. [LEIA_TAMBEM]As provas serão aplicadas em dois turnos, pela manhã e à tarde. Os horários de cada candidato estão disponíveis na lista de convocados. Em todas as etapas, a entrada na sala será permitida 30 minutos antes do início, e os portões serão fechados 15 minutos após o horário previsto. Vagas ampliadas Criado em 2025, o Pontes para o Mundo levou 102 alunos da rede pública para um intercâmbio de três meses em instituições de ensino do Reino Unido. Em 2026, o programa foi ampliado, o número de participantes subiu para 400 estudantes e, além dos países que compõem o Reino Unido, também haverá instituições no Canadá, na França e na Espanha. O programa do Governo do Distrito Federal (GDF), promovido por meio da SEEDF, amplia as oportunidades de aprendizagem de idiomas e oferece experiências educacionais e culturais aos estudantes da rede pública. Até agora, os candidatos foram avaliados por critérios documentais. A partir desta etapa, o conhecimento do idioma escolhido passa a ser o principal critério para definir os 400 selecionados que irão ao intercâmbio. Os alunos aprovados terão uma imersão de 13 a 16 semanas no exterior, com atividades promovidas exclusivamente na língua do país de destino e convivência com estudantes de diferentes nacionalidades. Cronograma Após a prova de idiomas, o cronograma prevê a divulgação do resultado preliminar em 6 de julho, com prazo para recursos entre 7 e 8 de julho. O resultado final será divulgado em 29 de julho. Para mais informações, os candidatos podem acessar a página do programa. *Com informações da SEEDF
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Divulgação do programa: Luz,câmara e formação!
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Projeto apoiado pela FAPDF desenvolve tecnologia para controle de voo de foguetes
A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) incentiva o desenvolvimento de uma tecnologia considerada estratégica para o setor aeroespacial brasileiro: o sistema de vetorização de empuxo para motores de foguetes. A pesquisa é realizada na Universidade de Brasília (UnB), no Laboratório de Propulsão Química (CPL), sob coordenação do professor Olexiy Shynkarenko. O projeto "Desenvolvimento e teste do sistema de vetorização de empuxo para motores de foguetes” foi contemplado pelo edital Demanda Espontânea, na modalidade de pesquisa tecnológica, com investimento de R$ 140 mil. A proposta tem como objetivo desenvolver e testar um sistema compacto de vetorização de empuxo em nível de maturidade tecnológica TRL 4, que corresponde à validação de componentes em ambiente de laboratório. Na prática, o empuxo é a força de propulsão gerada pelo motor para impulsionar o foguete. O sistema de vetorização de empuxo permite controlar a direção dessa força, corrigindo e orientando a trajetória durante o voo. Essa tecnologia é fundamental para veículos suborbitais, foguetes de sondagem e futuras aplicações em sistemas espaciais mais complexos. Segundo o professor Olexiy Shynkarenko, coordenador do projeto e do Laboratório de Propulsão Química da UnB, a equipe já dominava estudos de propulsão híbrida em motores de pequeno porte. O desenvolvimento do sistema de vetorização de empuxo, conhecido pela sigla TVC, foi o passo seguinte para avançar da propulsão estática para o controle ativo de voo. “A capacidade de controlar a trajetória é o que viabiliza veículos espaciais guiados”, destaca o pesquisador. A tecnologia tem importância estratégica porque o controle de voo é uma das etapas mais sensíveis do desenvolvimento aeroespacial. Em situações de baixa velocidade ou em ambientes de vácuo, por exemplo, o controle por superfícies aerodinâmicas não é suficiente. Nesses casos, direcionar o empuxo do motor se torna essencial para manter a trajetória planejada. O projeto "Desenvolvimento e teste do sistema de vetorização de empuxo para motores de foguetes” foi contemplado pelo edital Demanda Espontânea, na modalidade de pesquisa tecnológica, com investimento de R$ 140 mil | Fotos: Divulgação/FAPDF Além do impacto científico, o domínio dessa tecnologia também contribui para a soberania tecnológica do país. De acordo com o pesquisador, sistemas desse tipo costumam ter acesso restrito no mercado internacional, o que reforça a necessidade de desenvolver soluções nacionais para reduzir a dependência de fornecedores externos. Da simulação ao teste em laboratório O projeto envolve diferentes etapas de pesquisa, desenvolvimento e validação. O trabalho começa com cálculos estruturais e simulações computacionais, usados para prever o comportamento do fluxo de gases, das temperaturas e dos esforços mecânicos envolvidos. Depois, a equipe desenvolve a parte mecânica do sistema, realiza a prototipagem e faz testes de integração com eletrônica e atuadores. Na etapa final, o sistema é acoplado a um motor de foguete em bancada de testes, permitindo a realização de ensaios em condições próximas às necessárias para validar a tecnologia em ambiente laboratorial. Esse processo é o que caracteriza o avanço do projeto para o TRL 4, nível que indica a validação de um componente em laboratório. Outro ponto importante é a preocupação em utilizar materiais, componentes e capacidades industriais disponíveis no Brasil. A equipe priorizou componentes comerciais, ligas metálicas de fácil acesso e processos convencionais de fabricação, de forma a tornar o sistema mais viável para produção nacional e reduzir gargalos de importação. Impacto para o Distrito Federal e para o setor aeroespacial O desenvolvimento do sistema de vetorização de empuxo pode fortalecer a posição do Brasil no setor aeroespacial ao permitir que projetos nacionais avancem da fabricação de componentes isolados para a engenharia de sistemas integrados. A pesquisa também pode abrir oportunidades para empresas nacionais, startups e indústrias de alta tecnologia. Isso porque o sistema envolve áreas como atuadores eletromecânicos, aquisição de dados, algoritmos de controle e integração mecatrônica, conhecimentos que também podem ser aplicados em automação, robótica e sistemas de posicionamento de precisão. Para o Distrito Federal, o projeto contribui diretamente para a formação de recursos humanos qualificados, especialmente na área de Engenharia Aeroespacial da UnB. A proposta também tem potencial para ampliar a produção científica, gerar cooperações com empresas do setor e fortalecer o ecossistema de ciência, tecnologia e inovação local. Sistema de vetorização de empuxo desenvolvido para controle de voo de foguetes. O apoio da FAPDF foi essencial para que a pesquisa avançasse. O fomento possibilitou a ampliação da infraestrutura do Laboratório de Propulsão Química da UnB e inseriu o Distrito Federal em atividades práticas de desenvolvimento de subsistemas aeroespaciais. Para o professor Olexiy, o investimento permitiu elevar a pesquisa a um novo patamar. “O fomento da FAPDF viabilizou a infraestrutura necessária para elevar a pesquisa de vetorização de empuxo à fase de testes físicos”, afirma. Segundo o pesquisador, atualmente a UnB se destaca por trabalhar com sistemas de vetorização de empuxo de dois graus de liberdade, o que amplia a capacidade de controle e coloca a universidade em posição relevante entre instituições brasileiras que atuam na área. Estratégia para o setor O avanço da pesquisa também se conecta a um movimento mais amplo de fortalecimento do setor aeroespacial no Distrito Federal. Na última semana, foi lançado oficialmente o hub de Inovação Aeroespacial do Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB), durante o SpaceBR Show 2026, realizado em São Paulo. A iniciativa, que tem a FAPDF e a Agência Espacial Brasileira (AEB) entre os parceiros, busca ampliar o protagonismo de Brasília no desenvolvimento de soluções voltadas à economia espacial, à inteligência territorial e à soberania nacional. O hub foi criado como uma plataforma de articulação entre governo, universidades, centros de pesquisa, empresas, startups, investidores e organismos internacionais. Entre os principais eixos de atuação estão inteligência artificial aplicada, monitoramento territorial, drones, nanossatélites, segurança cibernética, tecnologias de uso dual e desenvolvimento de startups deep tech. A proposta reforça o ambiente de inovação no qual pesquisas como a de vetorização de empuxo estão inseridas, contribuindo para consolidar o Distrito Federal como um dos polos estratégicos do setor aeroespacial no país. Próximos passos A base técnica desenvolvida no projeto já começa a ser incorporada em novas pesquisas do laboratório. Um dos desdobramentos é o projeto SARA v3, apoiado pelo CNPq, que prevê um motor híbrido de 1 kN f, ou seja, com força de propulsão equivalente, aproximadamente, ao peso de 100 kg na Terra. A experiência acumulada com o apoio da FAPDF permitiu que esse novo motor fosse concebido já com suporte estrutural para vetorização de empuxo, preparando a tecnologia para futuras etapas de qualificação em bancada e integração em veículos experimentais. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)
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