Na Hora - Unidade Samambaia
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Ceilândia terá ação de acolhimento à população em situação de rua nesta quinta-feira (26)
A partir das 9h desta quinta (26), o Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas instaladas em três endereços distintos em Ceilândia. Entre outros serviços oferecidos, haverá orientações sobre cuidados com animais domésticos | Foto: Agência Brasília Coordenada pela Casa Civil, a ação envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), assim como o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientações sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para quem estiver sem condições de pagar aluguel. Igualmente estarão disponíveis vagas em abrigos, programas de qualificação profissional, como o RenovaDF, e o cadastro para unidades habitacionais. Após o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelos ocupantes. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias atuaram em abordagens sociais e atendimentos prévios no DF, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja, a seguir, os pontos de ação em Ceilândia nesta quinta-feira. ⇒ EQNN 3/5, atrás do bloco A e em frente à quadra de esportes ⇒ EQNN 3/5, atrás da Igreja Metodista, em frente ao Conjunto I ⇒ Extensão da QNN 11. *Com informações da DF Legal
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Novo exame para detectar gravidez reduz tempo de diagnóstico
A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) passou a ofertar o exame Beta-hCG quantitativo, que mede a concentração do hormônio no sangue e proporciona maior precisão diagnóstica. Com a reestruturação, o teste passou a ser utilizado de forma mais ampla e estratégica. Além de confirmar a gravidez com elevada sensibilidade e especificidade, o Beta-hCG auxilia no diagnóstico precoce de condições como a gravidez ectópica, reduzindo riscos e complicações. Além disso, identifica doenças trofoblásticas gestacionais, como a mola hidatiforme (gravidez molar). A análise também pode ser usada como marcador tumoral em neoplasias (tumores) específicas. Novo exame Beta-hCG oferece diagnóstico rápido e está disponível em hospitais e unidades básicas de saúde do DF | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Ampliação do acesso Antes restrito a poucos laboratórios e utilizado principalmente como marcador tumoral, o exame, agora, está disponível em todos os laboratórios hospitalares da rede, conforme explica o especialista em patologia clínica da SES-DF, Samuel Dias Araújo Júnior: “Atualmente, todos os laboratórios da rede realizam o exame também em caráter de urgência e emergência. Assim, quando solicitado pelo médico para avaliação de gravidez, o resultado pode ser liberado em até duas horas”. O Beta-hCG quantitativo contribui para a tomada de decisão mais célere, especialmente em situações que exigem avaliação de condutas terapêuticas específicas O Beta-hCG quantitativo contribui para a tomada de decisão mais célere, especialmente em situações que exigem avaliação de condutas terapêuticas específicas. Em casos como suspeita de gravidez ectópica ou doença trofoblástica gestacional, o diagnóstico torna-se mais rápido, favorecendo a condução clínica adequada. Anteriormente, tanto os hospitais quanto as unidades básicas de saúde (UBSs) utilizavam majoritariamente testes imunocromatográficos qualitativos, que indicam apenas a presença ou ausência do hormônio, sem mensuração de sua concentração. A mudança impacta diretamente o atendimento nas unidades de saúde, permitindo que o diagnóstico seja feito em um único atendimento. [LEIA_TAMBEM]Celeridade Um exemplo é a inserção do Dispositivo Intrauterino (DIU). Anteriormente, a paciente precisava realizar testes em momentos distintos para descartar uma possível gestação. Com o Beta-hCG quantitativo apresentando resultado negativo, é possível inserir o dispositivo de forma imediata, conforme avaliação clínica. Apesar da ampliação diagnóstica, o exame quantitativo não substitui os testes qualitativos já utilizados na SES-DF. Esses testes permanecem disponíveis nas UBSs e demais serviços como ferramenta de triagem inicial, sendo úteis em casos de menor complexidade. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF (SES-DF)
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Descarte correto de medicamentos protege população e meio ambiente
Fortes aliados da saúde, os medicamentos exigem cuidados além do uso. O descarte apropriado de remédios é fundamental, e seu descumprimento acarreta riscos para a população e para o meio ambiente. Especialmente os medicamentos devem ser descartados em locais específicos, para seus componentes não interagirem quimicamente com o resto do lixo | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde-DF “Um fármaco jogado na privada ou no lixo comum, por exemplo, pode chegar ao esgoto e trazer sérios prejuízos ao meio ambiente, contaminando o solo e a água”, explica o farmacêutico Marcelo Martins, da Unidade Básica de Saúde (UBS) 3 da Vila Planalto. Ele lembra que as substâncias químicas presentes nos medicamentos podem interagir com as do lixo comum. “É importante que as seringas sejam descartadas sem as agulhas, pois trazem muitos riscos para quem maneja” Daniela Matias, enfermeira, responsável técnica pela UBS 3 da Vila Planalto Martins reforça que medicamentos vencidos não podem ser utilizados: “Todo remédio passa por uma série de estudos de estabilidade que determinam em quanto tempo vai produzir os efeitos desejados. A data estampada na embalagem, portanto, é a garantia que o laboratório dá ao consumidor sobre o funcionamento correto daquele fármaco”. Onde descartar Atualmente, unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF), farmácias e drogarias recebem medicamentos vencidos ou fora de uso para o descarte correto. Diversos pontos de saúde no DF já instalaram o coletor de medicamentos em locais visíveis. “O coletor é um incremento às atividades que já realizamos aqui, como a arrecadação de pilhas e baterias”, detalha a enfermeira Daniela Matias, responsável técnica pela UBS 3, que já dispõe de um ponto de coleta. “Percebemos que a população aderiu muito bem a essas iniciativas.” A população, orienta ela, pode jogar tanto os medicamentos quanto as embalagens no coletor. A equipe da UBS separa os fármacos, quinzenalmente, para o descarte químico. O restante do material das embalagens passa pela coleta seletiva. “É importante que as seringas sejam descartadas sem as agulhas, pois trazem muitos riscos para quem maneja”, adverte Daniela. Responsabilidade ambiental [LEIA_TAMBEM]Dependendo da gravidade, o descarte incorreto de medicamentos pode ser enquadrado pela Lei nº 9.605/1998, a Lei de Crimes Ambientais. Em 2025, foram feitas mais de 6,6 mil vistorias em locais de saúde geradores de resíduos, tendo sido autuados cinco estabelecimentos por descumprimento da norma. “O papel da Vigilância Sanitária é fiscalizar o espaço, que deve descrever como separar, armazenar, transportar e descartar cada tipo de lixo — químico, infectante, perfurocortante e comum —, bem como [indicar] quais são as empresas licenciadas para a coleta”, reforça a diretora de Vigilância Sanitária da SES-DF, Márcia Olivé. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Iluminação está comprometida no centro de Brasília após danos por plantio de árvores
A CEB IPes avaliou que a iluminação na área central de Brasília, no trecho entre a Rodoviária e a Torre de TV, está comprometida após danos à rede subterrânea causados por dezenas de perfurações para o plantio de mudas de árvores. As intervenções atingiram cabos do sistema de iluminação pública, exigindo atuação técnica mais complexa para reparo dos trechos afetados. A recomposição da rede já está em andamento, mas, devido à extensão e à complexidade da ocorrência, os serviços serão executados de forma gradual durante os próximos dias. *Com informações da CEB IPes
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MGI
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Governador participa do lançamento de livro escrito por comunidade diplomática em celebração ao Brasil
O governador Ibaneis Rocha esteve presente no lançamento do livro Embracing Brazil/Abraçando o Brasil, nesta terça-feira (24), no foyer da Sala Villa-Lobos do Teatro Nacional Claudio Santoro. A obra foi idealizada pelo Grupo de Cônjuges dos Chefes de Missão em Brasília (GCCM) e reúne depoimentos de representantes de 53 países sobre o afeto pelo Brasil e pela população brasileira. “Nossa capital foi construída por Juscelino Kubitschek com o objetivo de unir todos os brasileiros, mas também todas as nações. Esse objetivo se cumpriu e faz da nossa capital a capital voltada para o mundo”, observou o chefe do Executivo. “Ao longo do meu mandato, tive a oportunidade, junto com o nosso secretário [de relações internacionais] Paco Britto, de receber diversas delegações internacionais no Palácio do Buriti e conhecer também o que cada nação podia ofertar à nossa capital e à nossa República. Essa obra que é lançada hoje consolida toda essa visão que os outros países têm da nossa capital e do nosso país.” Ibaneis Rocha: "Essa obra que é lançada hoje consolida toda essa visão que os outros países têm da nossa capital e do nosso país" | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília "Hoje nós estamos provando para o mundo inteiro que a diplomacia vai além dos grandes encontros políticos" Mayara Noronha Rocha, primeira-dama Em seu discurso, a primeira-dama Mayara Noronha Rocha salientou a importância do diálogo entre as nações para solucionar conflitos e auxiliar quem mais precisa. “Esse livro representa um momento de unidade entre todas as nações. Hoje nós estamos provando para o mundo inteiro que a diplomacia vai além dos grandes encontros políticos. Começa com um olhar atencioso e carinhoso com os detalhes do Brasil, onde muitos de nós, muitas das vezes, não conseguimos parar e analisar”, afirmou. Por sua vez, o secretário de Relações Internacionais, Paco Britto, destacou a parceria entre este GDF e a comunidade diplomática. “Esse livro, lançado por cônjuges de embaixadores e embaixadoras, é um reconhecimento do trabalho do GDF e é muito importante que nós também reconheçamos o trabalho deles, que é o trabalho da causa social. Há oito anos participam de feijoadas, com atividades, ajudando igrejas. Hoje é dia de celebração, de contemplação”, ressaltou ele, que também observou a importância de promover o lançamento no Teatro Nacional Claudio Santoro, reaberto no ano passado. Annette Baingana: "Percebemos que todos nós amamos o Brasil e decidimos reunir textos como uma carta de amor ao país" Fundado em 2004, o GCCM conta atualmente com 67 membros ativos, ligados a embaixadas e organizações internacionais acreditadas no país. A presidente do grupo e embaixatriz de Ruanda, Annette Baingana, afirmou que o livro lançado pelo coletivo surgiu para ampliar a arrecadação de recursos destinados a projetos sociais no Brasil. “Desde 2022, apoiamos cerca de 17 projetos sociais e queríamos fazer mais. O bazar anual não era suficiente, então pensamos em uma forma de servir ainda mais a comunidade. Percebemos que todos nós amamos o Brasil e decidimos reunir textos como uma carta de amor ao país”, explicou.
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Profissionais de saúde são treinados para identificar sinais de violência contra mulheres e acolher as vítimas no DF
A cada quatro minutos, uma mulher sofre violência física no Brasil, segundo o Fórum Brasileiro de Segurança Pública. Em muitos casos, os primeiros sinais surgem nos serviços de saúde e passam despercebidos. Diante desse cenário, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) capacita profissionais para reconhecer esses indícios e garantir acolhimento adequado às vítimas. Na manhã desta terça-feira (24), profissionais participaram de uma capacitação voltada à identificação e ao acolhimento de mulheres em situação de violência doméstica, realizada no auditório do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A formação reuniu equipes de diferentes áreas da assistência e teve como foco qualificar a escuta, ampliar a capacidade de reconhecer sinais muitas vezes silenciosos e garantir encaminhamentos adequados dentro da rede de proteção. Durante o encontro, a assistente social do IgesDF e palestrante Beatriz Sousa Liarte destacou que os indícios de violência nem sempre são evidentes no momento do atendimento. “A mulher raramente chega ao serviço de saúde relatando diretamente a agressão. Muitas vezes, ela apresenta queixas que parecem desconectadas, mas que, quando analisadas com atenção, podem revelar uma situação de vulnerabilidade”, afirma. Entre os principais alertas estão as chamadas queixas inespecíficas, como consultas frequentes sem diagnóstico definido, dores crônicas sem causa aparente, faltas recorrentes a atendimentos, tanto da mulher quanto dos filhos, e a presença de parceiros com comportamento controlador. Também chamam atenção sinais na saúde sexual e reprodutiva, como infecções sexualmente transmissíveis de repetição, lesões sem explicação consistente, início tardio do pré-natal, dor durante a relação sexual e gestações não planejadas. “O corpo fala e, muitas dessas manifestações, são respostas dos abusos e precisam ser acolhidas com escuta ativa e responsabilidade profissional”, reforça Beatriz. A formação reuniu equipes de diferentes áreas da assistência e teve como foco qualificar a escuta, ampliar a capacidade de reconhecer sinais muitas vezes silenciosos e garantir encaminhamentos adequados dentro da rede de proteção | Foto: Divulgação/CGDF No campo da saúde mental, sintomas como ansiedade, depressão, estresse, insônia, dificuldade de concentração e comportamentos autodestrutivos também podem estar associados à violência e exigem avaliação integrada. A forma de abordagem é determinante para garantir segurança e vínculo. A orientação é evitar questionamentos que gerem julgamento ou culpabilização e priorizar uma postura empática e acolhedora. O primeiro passo é assegurar o cuidado integral à paciente, atendendo às necessidades imediatas, sejam físicas ou psicológicas. Em seguida, é essencial registrar todas as informações em prontuário, incluindo anamnese, exame físico, condutas adotadas e encaminhamentos. “O preenchimento da ficha de notificação de violência também integra esse processo, assim como a orientação sobre o registro de ocorrência policial. Mas isso sempre com cautela, para não afastar a mulher do serviço de saúde”, enfatiza a assistente social. O fluxo inclui ainda o encaminhamento para outros pontos da rede de saúde e para serviços da rede intersetorial de enfrentamento à violência, conforme a necessidade de cada caso. Notificação é obrigatória A capacitação também reforçou a obrigatoriedade da notificação compulsória dos casos de violência. O procedimento consiste na comunicação às autoridades sanitárias e deve ser realizado mesmo diante de suspeitas. A notificação é sigilosa e não tem caráter de denúncia. Nos casos de violência sexual ou tentativa de suicídio, o prazo para registro é de até 24 horas. Já as situações de violência doméstica sem violência sexual devem ser notificadas em até sete dias, por meio do Sistema de Informação de Agravos de Notificação (Sinan). Desde a Lei nº 13.931/2019, os casos de violência contra a mulher passaram a integrar oficialmente a lista de agravos de notificação compulsória, fortalecendo o monitoramento e as políticas públicas de enfrentamento. Uma nova edição da capacitação será realizada na próxima sexta-feira (27), também no HRSM, com o objetivo de ampliar a participação de profissionais de outros plantões. A iniciativa é organizada pelo Núcleo de Educação Permanente (Nudep), pela Gerência de Gestão do Conhecimento (GGCON) e pela Diretoria de Inovação, Ensino e Pesquisa (Diep). *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Governador Ibaneis Rocha assina prorrogação de validade do concurso de auditores de atividades urbanas até 2028
O governador Ibaneis Rocha autorizou, nesta terça-feira (24), a prorrogação até 27 de março de 2028 da validade do concurso público para auditor de atividades urbanas e auditor fiscal de atividades urbanas. A medida garante mais tempo para a convocação de aprovados e reforça a atuação do Estado em áreas essenciais como fiscalização de obras, meio ambiente, transporte e vigilância sanitária. O chefe do Executivo destacou que a medida é importante para garantir mais oportunidades aos aprovados. “A gente sabe a dificuldade hoje de quem estuda, passa no concurso e, muitas vezes, não consegue ser nomeado por questões orçamentárias. Essa prorrogação é legítima e garante mais tempo para que essas pessoas possam ser chamadas”, afirmou. A prorrogação foi formalizada por meio de um edital elaborado pela Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF) que será publicado no Diário Oficial do DF (DODF) de quarta-feira (25). A medida atende a uma demanda das carreiras envolvidas, diante da necessidade de recomposição do quadro de servidores. Para o governador Ibaneis Rocha, a prorrogação da validade do concurso é legítima e garante mais tempo para as pessoas aprovadas serem chamadas | Foto: Renato Alves/Agência Brasília O presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer, explicou que o concurso perderia a validade neste mês e poderia ficar sem respaldo jurídico, o que motivou o pedido de prorrogação específica. “Esse concurso venceria agora e havia o risco de não termos a prorrogação garantida. Por isso, levamos essa demanda ao governador, que atendeu ao pedido da categoria e garantiu mais dois anos para que possamos chamar os aprovados”, destacou. "Hoje temos muitos servidores se aposentando e poucos na ativa. Isso impacta diretamente o serviço público. Com mais servidores, conseguimos melhorar a fiscalização e o atendimento à população" Rôney Nemer, presidente do Instituto Brasília Ambiental Segundo ele, a medida é fundamental para recompor a carreira. “Hoje temos muitos servidores se aposentando e poucos na ativa. Isso impacta diretamente o serviço público. Com mais servidores, conseguimos melhorar a fiscalização e o atendimento à população”, acrescentou. A carreira de auditoria de atividades urbanas abrange áreas estratégicas para o funcionamento da cidade. Entre as atribuições estão a fiscalização de obras, o acompanhamento de atividades econômicas, o controle sanitário de estabelecimentos, a fiscalização do transporte público e a gestão ambiental. O concurso, lançado em 2022, tinha validade inicial de dois anos e agora foi prorrogado por mais dois. A ampliação do prazo permite que o governo continue convocando aprovados conforme a disponibilidade orçamentária e a necessidade das áreas. A expectativa é que novas nomeações ocorram de forma gradual, de acordo com o planejamento do governo.
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