Projeto Futuro em Ação abre inscrições para cursos de tecnologia no Núcleo Bandeirante
Estão abertas as inscrições para as 100 vagas do Futuro em Ação: Construindo Soluções com Ciência, Arte e Tecnologia. A iniciativa, voltada a crianças e jovens de 6 a 17 anos, é fruto de uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e a Associação Cultural Namastê. Interessados em participar das atividades no Núcleo Bandeirante devem realizar a inscrição por meio de formulário online. O projeto foca no desenvolvimento de competências digitais, socioemocionais e criativas alinhadas às demandas contemporâneas e oferece suporte pedagógico contínuo. A formação busca ampliar o acesso à educação digital e fortalecer o protagonismo juvenil por meio da inovação social. Entre as metas centrais estão o estímulo ao pensamento crítico, ao trabalho em equipe e ao uso ético da tecnologia. A metodologia adota práticas ativas, como a aprendizagem baseada em projetos e atividades "mão na massa", que visam a criação de pelo menos 100 produtos ou protótipos autorais pelos participantes. A programação soma 320 horas de atividades, divididas entre cursos e oficinas interdisciplinares | Foto: Divulgação/Secti-DF A programação soma 320 horas de atividades, divididas entre cursos e oficinas interdisciplinares. Os estudantes participam de formações em Introdução ao Marketing Digital e Comunicação Criativa, Tecnologia e Sustentabilidade Criativa, Robótica Criativa e Introdução à Inteligência Artificial. Complementam o aprendizado as oficinas de artes visuais e as rodas de diálogo voltadas ao apoio psicossocial. O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, destaca que a iniciativa prepara as novas gerações para o mercado de trabalho moderno enquanto promove a inclusão social no Distrito Federal: “O Futuro em Ação é um investimento estratégico no capital humano do Distrito Federal. Ao unirmos tecnologia e arte, oferecemos ferramentas reais para que nossos jovens superem desigualdades e ocupem espaços de destaque na economia criativa e no setor tecnológico”, afirma. O encerramento das atividades prevê uma mostra final das produções desenvolvidas, com o objetivo de integrar famílias, comunidade e poder público. A ação consolida o Núcleo Bandeirante como um polo de educação tecnológica e protagonismo juvenil no Distrito Federal. *Com informações da Secti-DF
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II Conferência Distrital Extraordinária de Direitos Humanos do Distrito Federal será realizada nos dias 25 e 26 de fevereiro
A II Conferência Distrital Extraordinária de Direitos Humanos do Distrito Federal será realizada nos dias 25 e 26 de fevereiro de 2026, com programação híbrida, nos formatos virtual e presencial. O encontro tem como principal objetivo fortalecer a participação da sociedade civil na composição do Conselho Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos (CDPDDH). No dia 25 de fevereiro, a programação ocorrerá de forma virtual, das 15h às 18h, por meio da plataforma Zoom. Já no dia 26, a etapa presencial terá início às 13h, no auditório do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), localizado no Eixo Monumental, na Praça do Buriti, em Brasília. A conferência tem como finalidade eleger 16 membros titulares e 16 suplentes da sociedade civil para integrar o conselho, vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), além de aprovar o regimento que orientará o processo eleitoral. A iniciativa reafirma o compromisso com a transparência, a representatividade e o fortalecimento do controle social nas políticas públicas de direitos humanos no DF. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, a conferência simboliza o fortalecimento da democracia participativa no DF. “A participação da sociedade civil é essencial para a construção de políticas públicas mais justas, efetivas e alinhadas às reais necessidades da população. A conferência é um espaço legítimo de diálogo, escuta e fortalecimento dos direitos humanos”, destacou. A conferência tem como finalidade eleger 16 membros titulares e 16 suplentes da sociedade civil para integrar o Conselho, vinculado à Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) | Foto: Divulgação/Sejus-DF O presidente do Conselho Distrital de Promoção e Defesa dos Direitos Humanos, Juvenal Araújo, reforça a importância do momento. “Essa conferência representa a renovação do compromisso coletivo com a defesa dos direitos humanos no Distrito Federal. É a oportunidade de garantir um Conselho plural, representativo e alinhado às demandas da sociedade civil”, afirmou. A programação presencial contará com abertura cultural, composição da mesa de autoridades, palestra magna, apresentação do relatório de atividades do Conselho, entrega de certificados aos conselheiros que encerram o mandato e apresentação dos candidatos habilitados ao pleito. A votação será secreta, pessoal e intransferível, permitida apenas aos delegados devidamente inscritos e presentes até as 15h, conforme as regras estabelecidas em regimento. A conferência representa um momento estratégico para assegurar a renovação democrática e ampliar a participação ativa da sociedade civil na promoção e defesa dos direitos humanos no Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)
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Curso de Especialização EaD Gratuito em Direitos Humanos e Diversidades (UFG/SECADI/MEC)
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Itapoã Parque recebe Curso Básico de Síndico
Moradores do Itapoã Parque terão uma importante oportunidade de qualificação e fortalecimento da gestão condominial com o Curso Básico de Síndico, programado para os dias 26 e 27 deste mês, no auditório da Escola Classe 502 do Itapoã Parque. A iniciativa é fruto de parceria entre a Administração Regional do Itapoã, o Instituto Nacional dos Condomínios e Cidades Inteligentes (INCC) e a Assosíndicos-DF, dentro do programa de gestão comunitária desenvolvido para ampliar o protagonismo dos moradores e qualificar lideranças locais. “Capacitar síndicos e lideranças é investir diretamente na qualidade de vida e na organização dos condomínios da região” Dilson Bulhões, administrador regional do Itapoã Com carga horária de dez horas, certificação e participação gratuita mediante doação solidária de alimentos não perecíveis, o curso abordará temas essenciais da rotina condominial, como convivência, legislação, gestão financeira, mediação de conflitos e boas práticas administrativas. “O curso é uma demanda dos moradores, e nós criamos na administração um programa de gestão comunitária justamente para atender as necessidades da população do Itapoã Parque”, afirma o administrador regional do Itapoã, Dilson Bulhões. “Capacitar síndicos e lideranças é investir diretamente na qualidade de vida e na organização dos condomínios da região.” Valorização patrimonial Para o presidente do INCC, Paulo Melo, a formação representa um avanço na profissionalização da gestão condominial e no fortalecimento das cidades inteligentes. “O síndico é um verdadeiro gestor comunitário”, aponta. “Quando ele está preparado, todo o condomínio evolui. O Itapoã Parque é exemplo de como a parceria institucional gera resultados concretos para a população”. [LEIA_TAMBEM]O presidente da Assosíndicos-DF, Emerson Tormann, também elogia a iniciativa e o compromisso da administração regional com a qualificação comunitária. “A formação de síndicos é uma ação estratégica para promover organização, valorização patrimonial e convivência harmoniosa nos condomínios”, enfatiza. A expectativa é reunir síndicos, subsíndicos, conselheiros, lideranças e moradores interessados em atuar na gestão condominial, consolidando o Itapoã Parque como referência em organização comunitária e participação cidadã. Curso Básico de Síndico – Itapoã Parque ⇒ Data: dias 26 e 27 deste mês ⇒ Horário: das 19h às 22h30 ⇒ Carga horária: dez horas ⇒ Local: Auditório da Escola Classe 502 do Itapoã Parque ⇒ Investimento: 2 kg de alimento não perecível ⇒ Inscrições neste link. *Com informações da Administração Regional do Itapoã
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Rede pública amplia estrutura de nefrologia e moderniza atendimento em hemodiálise no DF
A rede pública de saúde do Distrito Federal passou por uma reestruturação no atendimento em nefrologia, com modernização de espaços, aquisição de novos equipamentos e atualização dos sistemas de filtragem de água utilizados na hemodiálise. As intervenções ampliaram a capacidade de atendimento e reforçaram a assistência a pacientes renais em diferentes unidades hospitalares. Nos hospitais regionais de Taguatinga e do Gama, a modernização elevou a oferta de sessões mensais de hemodiálise de 774 para 2.220. A ampliação foi possível com a substituição das máquinas, a renovação dos sistemas de filtragem avançada e a readequação das áreas de tratamento, garantindo mais segurança e eficiência no procedimento. O setor de nefrologia do HRT ganhou novos pontos de hemodiálise e sistema de osmose reversa | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília No Hospital Regional de Taguatinga (HRT), o setor de nefrologia passou por reforma completa, com novos pontos de hemodiálise, pintura renovada, adequações elétricas e a troca integral do sistema de osmose reversa, responsável pela purificação da água utilizada no tratamento. Considerado essencial para a segurança dos pacientes, o equipamento assegura padrões rigorosos de qualidade no procedimento. O investimento de R$ 4,7 milhões garantiu a aquisição de 75 novas máquinas de hemodiálise para a rede pública, sendo 29 destinadas ao HRT. Com a modernização, a capacidade da unidade passou de 50 para 140 vagas, ampliando significativamente a oferta de tratamento. No Hospital Regional do Gama (HRG), o novo setor de nefrologia também foi modernizado, com investimento de cerca de R$ 3 milhões. A reestruturação incluiu sistema de osmose com tecnologia de duplo passo, novas máquinas de hemodiálise, monitores multiparamétricos, poltronas específicas, rede de gases medicinais e manutenção elétrica, hidráulicas e de climatização. O novo setor de nefrologia do HRG recebeu investimento de R$ 3 milhões | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Com as intervenções, a capacidade hospitalar do HRG dobrou, passando de 20 para 40 vagas. A unidade também passou a oferecer suporte dialítico para pacientes no box de emergência e ampliou para 20 leitos de UTI com suporte para hemodiálise, fortalecendo o atendimento a casos críticos. A ampliação da estrutura permite reduzir o tempo de espera, evitar transferências desnecessárias entre unidades e garantir continuidade do tratamento após a alta da UTI. As mudanças também aumentam o giro de leitos e possibilitam atender mais pacientes com segurança e agilidade. Somente em 2025, o Hospital Regional de Taguatinga realizou 6.538 atendimentos em hemodiálise, consolidando-se como o maior serviço de nefrologia do Distrito Federal e referência regional no tratamento de pacientes renais.
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Com investimento de R$ 14,1 milhões, CEF 01 do Jardins Mangueiral é inaugurado
O governador Ibaneis Rocha inaugurou, nesta terça-feira (24), o Centro de Ensino Fundamental 01 do Jardins Mangueiral. Trata-se da terceira unidade educacional entregue à região nesta gestão do Governo do Distrito Federal (GDF), que já construiu e colocou em funcionamento o Centro Educacional (CED) Jardins Mangueiral e o Centro de Ensino da Primeira Infância (Cepi) Flor do Cerrado. A nova escola amplia a rede pública no Jardim Botânico e oferece estrutura moderna, planejada para proporcionar melhores condições ao desenvolvimento pedagógico dos estudantes. Com 20 salas de aula distribuídas em três pavimentos, o CEF 01 do Jardins Mangueiral foi inaugurado nesta terça (24) Segundo o chefe do Executivo, a unidade chega para resolver em definitivo um problema antigo de falta de equipamentos públicos na região. “Essa é uma escola que conta com uma estrutura totalmente recente, com um projeto muito bem feito, que vai atender a uma demanda da região que era muito importante. Todos os alunos eram transportados para as mais diversas escolas do DF porque quem construiu o bairro esqueceu que precisava de unidade de ensino. Agora está aí, entregue para a comunidade, e em breve teremos mais uma escola também a ser inaugurada”, afirmou Ibaneis Rocha. Com 20 salas de aula distribuídas em três pavimentos, a escola tem capacidade para atender até 700 alunos por turno. A unidade conta com 5.098,44 m² de área construída e recebeu investimento total de R$ 14.125.856,84. O espaço dispõe de sala de artes cênicas, sala de música, sala de leitura, sala de artes plásticas, sala multiúso, sala multimídia, grêmio estudantil, salas de apoio pedagógico, cozinha industrial e refeitório, vestiários e sanitários, salas administrativas, pátio coberto e laboratórios. Também conta com paraciclos, parquinho infantil e quadra poliesportiva coberta. “A inauguração do CEF 01 reafirma o nosso compromisso em levar escolas públicas de qualidade para todas as crianças do Distrito Federal, garantindo mais que o direito à educação, mas a um futuro melhor”, declarou a vice-governadora Celina Leão. Ibaneis Rocha: "Essa é uma escola que conta com uma estrutura totalmente recente, com um projeto muito bem feito, que vai atender a uma demanda da região que era muito importante" Estrutura para ensino e aprendizagem O CEF 01 foi projetado para oferecer ambientes amplos, seguros e preparados para o desenvolvimento educacional, contribuindo para melhores condições de ensino e aprendizagem na região do Jardins Mangueiral. Sobre os diferenciais, a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, ressaltou a proposta pedagógica dos espaços. “É uma escola com auditório, sala de artes, espaços diversificados e até área para o grêmio estudantil. Veio com uma proposta diferente para uma região que aguardava muito por essa entrega”, afirmou. De acordo com a secretária, o Mangueiral já conta com unidades que atendem dos anos iniciais ao ensino médio. Ela lembrou que, antes das construções, todos os estudantes do Mangueiral precisavam de transporte escolar para unidades no Jardim Botânico, Lago Norte e São Sebastião. “Era um transtorno grande para as famílias. Quando o bairro foi planejado, essas estruturas estavam previstas, mas só agora saíram do papel. Hoje, as crianças entram na creche e podem concluir o ensino médio aqui mesmo”, destacou. Quem aprovou a escola nova foram os estudantes Mariana Carvalho, de 11 anos, e Arthur Corado, de 10. Alunos do sexto ano, antes eles precisavam de transporte escolar para ir às aulas, mas essa realidade mudou. “Eu estou gostando bastante dos professores. Além de tudo, a escola é muito boa e o lanche é ótimo. Antes eu pegava ônibus para ir para a escola, era uma meia hora para ir. Agora já não preciso mais disso porque fica perto da minha casa. Eu também amei que tem ar-condicionado, a gente não passa mais calor”, elogiou Mariana. Já para Arthur, o grande ganho veio nos minutos de sono a mais conquistados com a escola próxima de casa. “Eu estudava na Asa Norte. Era muito longe para mim. Tinha dia que meu pai não conseguia me buscar, eu voltava com minha mãe e a gente pegava dois ônibus. Agora eu venho de bike, andando, e consigo dormir até um pouco mais tarde também”, comentou. A nova escola tem capacidade para atender até 700 alunos por turno, em ambientes amplos, seguros e preparados para o desenvolvimento educacional Ampliação da rede A nova unidade integra o conjunto de ações do GDF voltadas ao fortalecimento da infraestrutura educacional, com construção de escolas, ampliação de vagas e melhoria das condições de ensino em diversas regiões do Distrito Federal. Entre as obras entregues no Jardins Mangueiral está o primeiro Centro de Ensino da Primeira Infância (Cepi) Flor do Cerrado, localizado na Praça de Atividades, com capacidade para atender 188 crianças de 4 meses a 4 anos em tempo integral. Para viabilizar o projeto, foram investidos mais de R$ 7,3 milhões. O governo também destinou mais de R$ 15,3 milhões para a construção do Centro Educacional (CED) Jardins Mangueiral, a primeira instituição de ensino erguida do zero para a comunidade local, que hoje ultrapassa 20 mil habitantes. Com estrutura instalada em um terreno de quase 6 mil m², a unidade tem capacidade para atender até 1,2 mil estudantes. Para o governador, a entrega reforça o planejamento para o futuro da educação. “Educação é prioridade. Cada nova escola entregue significa mais oportunidades e melhores perspectivas para nossas crianças e jovens”, concluiu.
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Jardim Botânico é a próxima região a ganhar um empório rural
O Jardim Botânico é a segunda cidade do Distrito Federal a ganhar um empório rural. A ordem de serviço para dar início à construção foi assinada pelo governador Ibaneis Rocha, nesta terça-feira (24). O equipamento será erguido na rodovia DF-463, no Setor Habitacional Jardins Mangueiral. O investimento, estimado em R$ 1.484.463,12, tem o objetivo de fortalecer a agricultura familiar, reduzir custos logísticos e aproximar produtores dos consumidores. O novo espaço terá 747,26 metros quadrados e será construído em eucalipto autoclavado, com cobertura em telhas ecológicas, priorizando sustentabilidade e durabilidade. O projeto prevê 18 boxes para comercialização de produtos rurais, dois boxes de alimentação, sanitários acessíveis, lavatório comunitário e área externa com mesas e cadeiras para o público. Ibaneis Rocha: "Esse equipamento tem não só a finalidade de fornecer produtos, mas principalmente a de dar ao homem do campo a oportunidade de expor sua produção e ter uma renda que justifique ele permanecer no campo" | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília O governador destacou o impacto da iniciativa para o desenvolvimento rural do Distrito Federal: “O empório é uma coisa lindíssima. Quem visitar o da DF-150 vai ficar encantado. Esse equipamento tem não só a finalidade de fornecer produtos, mas principalmente a de dar ao homem do campo a oportunidade de expor sua produção e ter uma renda que justifique ele permanecer no campo. É um equipamento que dá condições para melhorar a qualidade de quem optou por morar no campo”. A vice-governadora Celina Leão ressaltou que "a construção do empório vai levar desenvolvimento não só ao Jardim Botânico, mas a toda a região. Um espaço que tem a sustentabilidade como cerne desde a sua concepção e que terá como foco a comercialização de hortifrutis, orgânicos e artesanato, apoiando a economia local e melhorando a vida da população". Após a conclusão da obra, o espaço será cedido a uma associação de produtores rurais familiares, escolhida por chamamento público, garantindo gestão comunitária e continuidade da política pública. “A nossa expectativa é entregar esse empório daqui uns meses, quando nós já vamos ter a associação ou cooperativa escolhida para fazer a administração do espaço. Esse processo de escolha se dará por meio de chamamento público, promovido pela Seagri, priorizando e valorizando as entidades locais que têm suas sedes próximas do local”, defendeu o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno. Fortalecimento da economia rural O empório rural vai aquecer a economia local, com o comércio de hortifrúti, orgânicos, artesanato e outros artigos produzidos na região [LEIA_TAMBEM]O empório rural vai concentrar a comercialização de hortifrúti, orgânicos, artesanato e outros produtos locais, beneficiando especialmente agricultores de São Sebastião, maior região produtora de orgânicos do DF, além de Jardim Botânico, Sobradinho II e áreas vizinhas. Para Rafael Bueno, o equipamento aquece o mercado na região: “Do mesmo jeito que foi um sucesso o empório na DF-150, no Grande Colorado, onde tem mudado vidas, aqui temos uma expectativa grande também. Os produtores familiares da região de São Sebastião, do Tororó, de Santa Bárbara poderão comercializar produtos frescos produzidos em suas propriedades, como queijo, pão de queijo e bolo, direto à população das redondezas”. Segundo Rafael Bueno, há outras regiões que, em breve, receberão o equipamento. “Já temos emendas parlamentares para construir um empório em Brazlândia e outro no Gama. O governo realmente quer alinhar a população com a produção local. Essa sinergia representa produtos frescos e melhoria na alimentação das pessoas. Isso é mais dinheiro no bolso do produtor rural e crescimento para o Distrito Federal”, adianta o gestor.
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Público de restaurantes comunitários tem tempo de espera reduzido nas filas
A Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) tem investido em ações para reduzir as filas e tempo de espera de atendimento nos restaurantes comunitários. Entre as medidas, estão o aumento do número de caixas para venda das fichas das refeições e de balcões de atendimento, além do cadastramento dos frequentadores — que recebem um tíquete de identificação prévia. Tempo de espera médio tem sido de pouco mais de 20 minutos nos restaurantes onde a medida já foi implementada | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Nós acompanhamos diariamente junto às equipes dos restaurantes o andamento das filas para evitar que o tempo de espera seja maior que o normal para os frequentadores, mas é claro que a procura aumenta em dias de cardápios específicos, como na terça-feira, em que é servido o frango assado, e na sexta-feira, com a feijoada; por isso estamos implementando essas ações que vão qualificar o atendimento”, explica a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Nas unidades em que a medida já foi implementada, como no restaurante de Sobradinho, o tempo de espera na fila é em média de 21 minutos, prazo dentro da Lei nº 2.529/2000, que estabelece o máximo de 30 minutos para o atendimento. “A ideia é que o tempo de espera diminua gradualmente de acordo com o cadastramento e implementação do sistema”, complementa a secretária. 17 milhões Total de refeições servidas pelos restaurantes comunitários do DF em 2025 Atualmente, os restaurantes de Santa Maria, Itapoã, Paranoá e Sobradinho já possuem o tíquete implementado e em funcionamento. A meta é que todos os 18 restaurantes comunitários do Distrito Federal sejam contemplados com o sistema. “É importante destacar que o cadastro não tem a finalidade de impor qualquer restrição ao cidadão que queira utilizar o restaurante comunitário; é uma medida que vai agilizar o atendimento, além de trazer mais segurança para a unidade, porque essa identificação inibe a entrada de pessoas que tenham objetivos diferentes que não sejam os de se alimentar”, resume a titular da Sedes-DF. O aumento do número de caixas para venda das fichas das refeições e de balcões de atendimento também foi uma demanda identificada pelas equipes da Sedes-DF para qualificar o atendimento. “Como estamos implementando o tíquete, muitas pessoas ainda não sabem que têm que fornecer o CPF”, relata a diretora de Gestão de Equipamentos de Segurança Alimentar e Nutricional da secretaria, Karen Moreno. “Muitas vezes, o cidadão chega na hora, vai procurar o CPF e isso acaba demorando um pouco”. Combate à fome [LEIA_TAMBEM]Desde 2019, a Sedes-DF tem ampliado o alcance dos restaurantes para a população. Além da inauguração de quatro unidades, 15 dos 18 restaurantes passaram a servir as três refeições diárias: café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50), com abertura todos os dias, incluindo domingos e feriados. A medida possibilitou a este Governo do Distrito Federal (GDF) oferecer 17 milhões de refeições nos restaurantes em 2025, o que contribuiu para o DF ficar em primeiro lugar no ranking nacional do Selo Betinho de ações de combate à fome. “A procura com certeza aumentaria, por isso estamos atentos para sempre aprimorar o serviço”, pontua a secretária de Desenvolvimento Social. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social
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Período chuvoso no DF exige atenção redobrada contra a dengue
A chuva que refresca o calor do verão pode esconder um perigo silencioso. Em poucos dias, a água acumulada em tampinhas esquecidas, calhas entupidas ou baldes deixados no quintal vira convite para a proliferação do Aedes aegypti, mosquito transmissor da dengue, da zika, da febre amarela e da chikungunya. No Distrito Federal, onde a doença apresenta comportamento sazonal entre outubro e maio, a atenção precisa ser redobrada. Equipes da Vigilância Ambiental da Secretaria de Saúde (SES-DF) percorreram, no último mês, a quadra 508 de Samambaia Sul em uma ação de prevenção, com vistorias domiciliares e orientações aos moradores. A iniciativa permite mapear os índices de infestação e direcionar estratégias de combate ao vetor. Agentes da Vigilância Ambiental da SES-DF percorreram a quadra 508 de Samambaia Sul em ação de combate ao mosquito da dengue | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF A agente de vigilância ambiental (Ava) Sofia Quaresma lembra que a dengue é endêmica no DF, mas ganha força no período chuvoso. “Muita gente acredita que a casa está limpa, mas um restinho de água em um balde, no ralo pouco usado ou até no motor atrás da geladeira já é suficiente para o mosquito se reproduzir. A visita serve para reforçar cuidados e mostrar pontos que o morador nem sempre percebe”, explica. Durante a atividade, os agentes visitaram a casa de Conceição de Maria Araújo, 64 anos. No local, foram identificados recipientes com acúmulo de água da chuva, sendo que um deles apresentava larvas, que foram coletadas para análise. “É muito bom ter esses profissionais para nos orientar. Agora ficarei mais atenta”, afirma. Para a chefe do Núcleo de Vigilância Ambiental de Samambaia, Giselle Melo, o enfrentamento da dengue depende diretamente da parceria com a população. “Costumo dizer que 50% do resultado vem do agente orientando e os outros 50%, do morador colocando em prática o que aprendeu. Separar alguns minutos da semana para olhar o quintal, vedar caixas d’água e eliminar água parada é decisivo para quebrar o ciclo do mosquito”, ressalta. O trabalho dos agentes é primordial para identificar e combater os focos do mosquito da dengue Dados Com foco na prevenção, mais de 360 servidores da Vigilância Ambiental em Saúde visitaram cerca de 1,8 milhão de residências no DF em 2025 e notificaram aproximadamente 25 mil ocorrências suspeitas de dengue, sendo 12 mil casos prováveis. O número representa redução de 96% em comparação com o mesmo período de 2024, quando foram registrados 278 mil casos prováveis no Distrito Federal. Neste ano, até a Semana Epidemiológica 05, foram notificados 1.132 casos suspeitos de dengue em residentes do Distrito Federal, dos quais 616 eram prováveis. Entre os casos prováveis, sete foram confirmados. Os Núcleos Regionais de Vigilância Ambiental em Saúde da SES-DF atuam na prevenção e no controle de fatores ambientais que impactam a saúde da população, com monitoramento de riscos de zoonoses, como dengue, leishmaniose e raiva; controle de vetores, como mosquitos e escorpiões; análise da qualidade da água; e realização de ações educativas voltadas à prevenção de doenças. As atividades são executadas de acordo com a demanda de cada região administrativa. Drones auxiliam no mapeamento de locais mais críticos; fotos tiradas pelo equipamento mostram onde há possíveis focos de água parada, permitindo ações mais precisas Combate ao mosquito As ações de enfrentamento às arboviroses são realizadas de forma ininterrupta, abrangendo residências e locais públicos. Entre as estratégias utilizadas está a Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI), tecnologia que cria uma camada protetora nas paredes internas, capaz de eliminar os mosquitos que pousam nesses locais. O produto apresenta baixa toxicidade para humanos e animais domésticos. Em 2025, foram feitas quase 60 aplicações da BRI, principalmente em locais com grande circulação de pessoas, como rodoviárias e feiras. Outra importante ferramenta de prevenção são as estações disseminadoras de larvicidas (EDLs). Cada unidade é composta por um balde preto, com boia e tela ao redor, impregnada com Pyriproxyfen — inseticida que atua como hormônio regulador do crescimento de insetos, impedindo que atinjam a fase adulta. Mais de 3,2 mil EDLs foram instaladas em diferentes regiões do DF no ano passado. As ovitrampas também tiveram papel fundamental no monitoramento e controle das arboviroses. Em 2025, as equipes de vigilância instalaram mais de 3,8 mil armadilhas. Nelas, um pote preto com água e levedo de cerveja estimula os mosquitos a depositarem seus ovos em uma placa de fibra de madeira (paleta) e na parede do recipiente. Embora as armadilhas se assemelhem a criadouros, são seguras, pois recebem inseticida para impedir o desenvolvimento das larvas. Inspeção identifica recipientes que podem acumular água da chuva e virar criadouro do Aedes aegypti Além das ações em solo, a SES-DF incorporou drones no enfrentamento às arboviroses. Os equipamentos auxiliam no mapeamento de territórios mais críticos. As imagens captadas indicam locais com possíveis focos de água parada, permitindo intervenções mais precisas. Ao todo, os drones realizaram varredura em 22 regiões administrativas, totalizando mais de 2,1 mil hectares mapeados e cerca de 3 mil possíveis criadouros identificados. Outra frente de atuação inovadora foi a liberação dos wolbitos, mosquitos Aedes aegypti inoculados com a bactéria Wolbachia, que impede o desenvolvimento dos vírus de doenças como dengue, zika, febre amarela e chikungunya. Os insetos com a Wolbachia se reproduzem com os exemplares selvagens, transmitindo a bactéria às próximas gerações. No DF, o programa registrou 14 semanas de produção e 13 de liberação de aproximadamente 13 milhões de “mosquitos amigos”. Nesse período, as ações de campo envolveram 68 rotas semanais, 14 mil pontos de soltura e 813 viagens para distribuição dos insetos em todo o território previsto. [LEIA_TAMBEM]Os agentes de vigilância ambiental da SES-DF receberão, no próximo mês, 683 tablets com caneta digitalizadora e pacote de dados móveis para substituir as fichas em papel. Com o equipamento, o registro das atividades passará a ser feito diretamente em aplicativos e sites oficiais. Os dispositivos vão agilizar o serviço, reduzindo retrabalho e minimizando o risco de perda de informações. Vacinação Até o momento, quase 222 mil doses da vacina contra a dengue foram aplicadas em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos no Distrito Federal. O imunizante previne formas graves da doença e está disponível nas salas de vacina da rede pública de saúde. No total, cerca de 312 mil doses foram aplicadas, considerando todos os públicos nas redes pública e privada. Apesar dos números expressivos, a vacinação contra a dengue ainda não alcançou a cobertura ideal. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Olimpíadas do conhecimento de 2026 têm inscrições abertas
A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) publicou o 1º Informativo Olímpico, com o objetivo de ampliar a divulgação das olimpíadas do conhecimento que já estão com inscrições abertas. Nos próximos meses, serão publicadas ainda novas edições do informativo, à medida que forem abertas as inscrições das diversas competições científicas nacionais, ao longo do ano letivo. O calendário dos eventos pode ser consultado no site da secretaria. A iniciativa busca mobilizar professores e estudantes da rede pública de ensino do DF para participarem das competições, destacando as oportunidades de aprendizagem, desenvolvimento acadêmico e crescimento pessoal proporcionadas por essas experiências. O 1º Informativo Olímpico tem o objetivo de ampliar a divulgação das olimpíadas do conhecimento que estão com inscrições abertas | Foto: Divulgação/ SEEDF As diversas olimpíadas desempenham papel fundamental na formação dos estudantes. Ao estimular o interesse por ciência, tecnologia e outras áreas do saber, as competições despertam a curiosidade e incentivam a busca pelo conhecimento de forma prática, dinâmica e interativa. A ciência deixa de ser apenas conteúdo teórico e passa a ser vivenciada de maneira aplicada e desafiadora. Entre as principais competições nacionais estão a Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (OBMEP), a Olimpíada Brasileira de Matemática (OBM), a Olimpíada Brasileira de Astronomia e Astronáutica (OBA), a Olimpíada Nacional de Ciências (ONC), a Mostra Brasileira de Foguetes (MOBFOG), a Olimpíada Brasileira de Robótica (OBR), a Olimpíada Brasileira de Informática (OBI), a Olimpíada Nacional em História do Brasil (ONHB), a Olimpíada Brasileira de Linguística (OBL) e a Olimpíada de Língua Portuguesa (OLP). Aprendizado que se transforma em oportunidades A participação dos estudantes nas competições fortalece a autoconfiança e motiva os jovens a vislumbrar novas possibilidades acadêmicas e profissionais [LEIA_TAMBEM]Durante as atividades, os estudantes são convidados a resolver problemas, elaborar projetos e propor soluções inovadoras. Esse processo contribui para o desenvolvimento da criatividade, da capacidade de argumentação e do pensamento crítico, além de ampliar o repertório intelectual e melhorar o desempenho acadêmico em diferentes disciplinas. A subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga, explica que, com participação nas olimpíadas, os estudantes aprendem habilidades importantes, “como o trabalho em equipe, a comunicação e a autonomia, que são indispensáveis para o ensino superior e o mercado de trabalho”. Iêdes complementa: “Existe também a possibilidade da obtenção de bolsas de estudos, prêmios e até oportunidades para intercâmbios e estágios para os estudantes que se destacam nessas competições.” A participação fortalece a autoconfiança e motiva os jovens a vislumbrar novas possibilidades acadêmicas e profissionais. Ao incentivar a formação de futuros cientistas, engenheiros, médicos e outros profissionais, as competições contribuem diretamente para a transformação de trajetórias e para o desenvolvimento da sociedade. *Com informações da SEEDF
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