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Novo Pdot combate o déficit habitacional, promove crescimento ordenado do território e dá segurança jurídica à população

Entre os principais avanços do novo Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot), sancionado pelo governador Ibaneis Rocha nesta segunda-feira (23), está a integração entre as políticas de regularização fundiária e habitação, ampliando o acesso à moradia digna e promovendo maior equilíbrio no desenvolvimento das regiões administrativas. O texto também incorpora o conceito de resiliência territorial, voltado ao enfrentamento das mudanças climáticas e à melhoria da qualidade ambiental, além de prever um modelo mais robusto de fiscalização e monitoramento da ocupação do solo. Na solenidade de sanção, o chefe do Executivo lembrou a trajetória para chegar ao documento final do Pdot. “Havia um projeto que tinha sido encaminhado pelo ex-governador, mas que eu fiz questão de comparecer à Câmara Legislativa para pedir que fosse aprovado. Porque, se nós fôssemos recomeçar o trabalho, teríamos perdido em torno de 2 anos. Então, aprovamos e desde já iniciamos a melhoria dele para que a gente entregasse realmente uma legislação que a cidade merece”, afirmou Ibaneis Rocha. Segundo o governador, o documento traz mais segurança na atuação da pasta: “Avançamos tanto na questão de legislação que os projetos já não ficam parados mais na Seduh porque os servidores estão empenhados e hoje eles têm segurança porque muita coisa não tinha andamento porque não havia uma segurança de que estavam fazendo as coisas corretas. Hoje eles recebem um projeto e, pela clareza da legislação, têm segurança de dar encaminhamento”, acrescentou.    De acordo com o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz, a ideia é que o Pdot atualizado sirva de norte para novas normas editadas a partir de agora. “Temos o plano diretor como uma norma programática, então ela traz uma série de diretrizes para que a gente consiga executar as legislações menores. A partir de agora a gente começa a regulamentação para definir como esse documento vai ser aplicado. Vamos também criar um observatório territorial para que a gente consiga definir como esse plano está sendo executado, se está dando certo ou não, até pensando já na próxima revisão daqui a dez anos”, complementou o chefe da pasta. Para a vice-governadora Celina Leão, o plano coloca o Distrito Federal em uma posição de vanguarda para o futuro. “Ao sancionar a revisão do Pdot, modernizamos as diretrizes que organizam o nosso território e consolidamos um modelo de desenvolvimento que equilibra moradia digna, crescimento econômico e sustentabilidade. Este é um plano construído com o povo e para o povo, ampliando a transparência e garantindo que cada política pública tenha monitoramento e efetividade. Estamos preparando o Distrito Federal para as próximas décadas com planejamento rigoroso, responsabilidade e, acima de tudo, uma visão clara de futuro”, afirmou Celina. De acordo com o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz, a ideia é que o Pdot atualizado sirva de norte para novas normas editadas a partir de agora | Foto: Renato Alves/Agência Brasília O que muda? Veja as principais estratégias propostas na nova legislação: Moradia digna e zoneamento inclusivo: O plano reconhece a moradia como direito fundamental e propõe estratégias para enfrentar o déficit habitacional, que atinge mais de 100 mil pessoas no DF. A proposta prevê planejamento territorial articulado à política habitacional, com foco na inclusão social e no uso eficiente do solo. Entre as formas de oferta de moradia estão imóveis prontos, lotes urbanizados com infraestrutura básica, locação social subsidiada, assistência técnica gratuita ou a baixo custo para projetos habitacionais e moradia emergencial para situações de risco ou desastres. O Pdot também delimita Áreas de Oferta de Habitação de Interesse Social, priorizando vazios urbanos com infraestrutura instalada e regiões planejadas para novos núcleos habitacionais. A estratégia busca evitar a expansão desordenada e estimular o adensamento qualificado. O instrumento de zoneamento inclusivo passa a direcionar o desenvolvimento urbano para a produção de habitação social, por meio de incentivos a maiores densidades e usos mistos em áreas estratégicas. Outro ponto importante dentro do conceito de moradia digna é a regularização fundiária. O novo Pdot propõe a regularização de 28 novas áreas, com potencial de beneficiar cerca de 20 mil famílias. A medida busca transformar ocupações irregulares em áreas formais integradas à cidade, garantindo segurança jurídica, acesso a serviços públicos e infraestrutura urbana. As áreas foram selecionadas com base em mapeamento técnico que considerou critérios como grau de consolidação, porte da ocupação e viabilidade legal e ambiental. As regularizações serão classificadas em duas modalidades: Áreas de Regularização de Interesse Social (Aris): voltadas à população de baixa renda, com maior apoio e subsídios públicos. Das 28 áreas, 17 se enquadram nessa categoria. Áreas de Regularização de Interesse Específico (Arine): destinadas a ocupações cujos moradores podem arcar com os custos do processo de regularização, totalizando 11 áreas. Desenvolvimento econômico e fortalecimento de centralidades: Para promover maior equilíbrio territorial e reduzir a concentração de empregos no Plano Piloto, o Pdot estabelece quatro estratégias para áreas urbanas e diretrizes específicas para centralidades. A Estratégia de Dinamização de Áreas Urbanas foca regiões com potencial de geração de emprego e renda, como Ceilândia, Taguatinga, Sobradinho, EPIA e o Polo JK, em Santa Maria. Já a Estratégia de Requalificação de Espaços Urbanos abrange áreas consolidadas que demandam melhorias para manter sua vocação econômica, como SIG, SIA, SAAN, Setor Central do Gama, Taguatinga Centro, Complexo de Lazer de Brazlândia e áreas econômicas de Águas Claras e do Núcleo Bandeirante. Território resiliente e mobilidade sustentável: O novo Pdot estabelece quatro estratégias voltadas à resiliência territorial, com ações para proteção do Cerrado, uso inteligente do solo e da água, promoção da justiça climática e incentivo a energias limpas. As intervenções serão priorizadas em áreas mais vulneráveis, com base em mapeamentos de potencial de recuperação ecológica. Na mobilidade, o plano propõe integração entre planejamento urbano e políticas de transporte, com o objetivo de reduzir a dependência do automóvel e incentivar deslocamentos a pé, por bicicleta e por transporte coletivo. Duas estratégias estruturam essa diretriz: a Rede Estrutural de Transporte Coletivo e Desenvolvimento Orientado, que articula o crescimento urbano à expansão de sistemas de alta capacidade, como metrô e BRT; e a Cidade Integrada e Acessível, voltada à qualificação dos deslocamentos de curta distância, com foco em segurança viária e infraestrutura para pedestres e ciclistas, em alinhamento com o Plano Diretor de Transporte Urbano. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação

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Com investimento de R$ 1,68 milhão, GDF reforça manutenção das passagens subterrâneas do Eixão

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Sancionado, novo Pdot atualiza planejamento urbano do DF para os próximos dez anos

Em um momento histórico para o Distrito Federal, o governador Ibaneis Rocha sancionou, nesta segunda-feira (23), em cerimônia no Palácio do Buriti, a Lei Complementar que revisa o Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot). A sanção encerra um período de seis anos de debates entre a sociedade civil, o setor produtivo e o governo. Durante a cerimônia, Ibaneis destacou o caráter estruturante do plano para o futuro do DF. “Além de regularizar aquilo que estava irregular e que, a partir de agora, entra no processo de reorganização, nós aprovamos mais diversas áreas de expansão. Tivemos um olhar muito forte para o crescimento na área da moradia de interesse social. Esse foi o grande objetivo nosso ao longo desses anos. Levar para a população do Distrito Federal um futuro organizado, preservando a nossa cidade, que é a melhor cidade para se morar no Brasil, dando condições de desenvolvimento, gerando emprego e renda e fazendo com que as pessoas possam dormir em paz com as suas escrituras debaixo do braço”, afirmou o governador. “Esse foi o grande objetivo nosso ao longo desses anos. Levar para a população do Distrito Federal um futuro organizado, preservando a nossa cidade, que é a melhor cidade para se morar no Brasil, dando condições de desenvolvimento, gerando emprego e renda e fazendo com que as pessoas possam dormir em paz com as suas escrituras debaixo do braço” Governador Ibaneis Rocha A proposta, de autoria da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do DF (Seduh-DF), atualiza as normas do instrumento central da política urbana e é a principal referência para o planejamento, a gestão e o desenvolvimento sustentável do Distrito Federal nos próximos dez anos. “Hoje é um dia histórico, que é o momento em que atualizamos a legislação de ordenamento territorial do DF. Basicamente, essa lei é a que traçará o rumo do crescimento do Distrito Federal para os próximos dez anos. Essa é a principal norma de ordenamento do território, é ela que define o planejamento, a gestão e o desenvolvimento sustentável, conversando com todas as secretarias do governo para traçar a melhor estratégia para a nossa capital”, acrescentou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz. “Nós estamos entregando uma cidade com leis atualizadas. Temos uma Câmara Legislativa honrada, homens e mulheres que mudam todos os dias a vida das pessoas que mais precisam. Por isso, a gente carrega um sentimento único de que fizemos o melhor pelo Distrito Federal, um sentimento de dever cumprido de entregar uma cidade moderna que se desenvolve todo dia dentro de leis realmente que mudam a vida das pessoas”, complementou a vice-governadora Celina Leão. Cabe ao Plano Diretor organizar o território, definindo onde estão e quais são as diretrizes e estratégias aplicáveis às zonas urbanas e rurais do DF, às áreas ambientalmente sensíveis e aos locais que podem ser destinados à moradia, por exemplo.   Para isso, foram definidos quatro grandes eixos: regularização fundiária, moradia digna, desenvolvimento econômico e centralidades e território resiliente com mobilidade sustentável. A implementação das diretrizes será acompanhada por instrumentos de gestão, monitoramento e controle social, assegurando transparência e efetividade na execução das políticas públicas e promovendo melhorias concretas na qualidade de vida da população. A revisão da lei é fruto de um amplo processo técnico e participativo. A proposta incluiu debates públicos, contribuições da sociedade civil e aprovação do Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan). “Temos uma Câmara Legislativa honrada, homens e mulheres que mudam todos os dias a vida das pessoas que mais precisam. Por isso, a gente carrega um sentimento único de que fizemos o melhor pelo Distrito Federal, um sentimento de dever cumprido de entregar uma cidade moderna que se desenvolve todo dia dentro de leis realmente que mudam a vida das pessoas”, destacou a vice-governadora Celina Leão “Esse processo foi iniciado em 2019. Nós tivemos uma suspensão por conta da pandemia, porque a recomendação era que fizéssemos as reuniões presenciais. A partir daí, a gente organizou novamente o planejamento dessas ações e, em 2023, principalmente, nós tivemos um avanço muito grande nos encontros. Foram mais de 86 eventos públicos, ouvindo a população, traçando o diagnóstico para entender quais eram as demandas e a partir daí formular propostas para que a gente conseguisse entregar ao brasiliense o que era esperado desse novo documento”, detalhou Marcelo Vaz. Votação na CLDF O Projeto de Lei Complementar foi aprovado pela Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF) em novembro do ano passado. Os distritais apresentaram mais de 600 emendas, sendo cerca de 200 delas acatadas nas comissões. Todas foram discutidas caso a caso com o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz, juntamente com a equipe técnica da Seduh-DF. “Isso tudo não seria possível se nós não tivéssemos firmeza no diálogo com os nossos secretários e administradores para fazer legislações transparentes. Mas isso tudo não seria possível sem o apoio da Câmara Legislativa do Distrito Federal que não nos faltou em nenhum momento”, agradeceu Ibaneis Rocha. Presente na solenidade, o presidente da CLDF, Wellington Luiz, destacou a parceria: “Os colegas parlamentares foram fundamentais nesse processo. Se não fosse o trabalho do Executivo em sintonia com o Legislativo, em parceria com o setor produtivo e com a sociedade civil organizada, não estaríamos hoje comemorando uma vitória tão maravilhosa como essa”. Histórico Marcelo Vaz: "Foram mais de 86 eventos públicos, ouvindo a população, traçando o diagnóstico para entender quais eram as demandas e a partir daí formular propostas para que a gente conseguisse entregar ao brasiliense o que era esperado desse novo documento” A última versão do Pdot era de 2009. A revisão da lei, que deve ocorrer a cada 10 anos, foi iniciada em 2019, mas acabou suspensa devido à pandemia da Covid-19. Os trabalhos continuaram nos anos posteriores, com o Plano Diretor sendo revisado pela Seduh-DF, em conjunto com outras áreas do Governo do Distrito Federal (GDF) e da sociedade civil. As estratégias de mobilização social desenvolvidas pela Seduh-DF resultaram na realização de 86 eventos públicos, abertos a toda a comunidade do DF, com a participação de mais de 12 mil cidadãos. Também foi criada, pela equipe técnica da pasta, uma ferramenta virtual interativa no site do Pdot, que permitiu à população consultar a minuta e apresentar contribuições, gerando mais de 5 mil manifestações sobre o projeto de lei. Além disso, foram realizadas diversas reuniões técnicas com mais de 30 órgãos do GDF e do governo federal para análise e ajustes nas propostas e, posteriormente, na minuta da lei.[LEIA_TAMBEM] O texto foi construído com base nas contribuições recebidas por meio da ferramenta virtual, nas reuniões públicas, oficinas participativas, sugestões encaminhadas por parlamentares, manifestações protocoladas na Seduh-DF, contribuições de técnicos do GDF e de membros do Comitê de Gestão Participativa (CGP) — colegiado responsável por acompanhar o processo de revisão do Pdot, propor sugestões ao texto e garantir a participação social ao longo de todo o processo. “Foram anos aguardando a aprovação de um projeto dessa natureza, que precisou de homens e mulheres valorosos que estivessem à frente desse trabalho para poder entregar para toda a comunidade do Distrito Federal a oportunidade de ter desenvolvimento com sustentabilidade. E é nesse caminho que nós vamos continuar tocando”, concluiu o governador Ibaneis Rocha.   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação

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GDF atua após chuvas intensas e mobiliza equipes em diversas regiões de Brasília

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Inscrição para cursos de pós-graduação lato sensu em Ciências da Natureza, no âmbito do Programa de Especialização Docente (PED Brasil)

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Plano Piloto terá ação de acolhimento à população em situação de rua nesta 3ª (24) e na 4ª (25) 

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 17 endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h desta terça-feira (24). Com coordenação da Casa Civil, a iniciativa envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Participam ainda o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   Durante as abordagens, serão oferecidos aos ocupantes serviços essenciais de saúde, cidadania e qualificação | Foto: Agência Brasília As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional — como o RenovaDF — e o cadastro para unidades habitacionais igualmente estarão disponíveis. Após o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA (Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável.  No decorrer de toda a semana, as secretarias fizeram abordagens sociais e atendimentos prévios, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja abaixo os pontos da ação no Plano Piloto para terça e quarta-feiras. ⇒ Via de acesso SGAN 908/909, do balão à via W5 ⇒ SGAN 909 e SGAN 910, entre a quadra e o Parque Burle Marx ⇒ SGAN 913, entre o colégio Anjo da Guarda e a Mesquita Islâmica ⇒ SGAN 915, ao lado da escola Sagrada Família Menino Deus ⇒ SHCGN 716, entre os blocos G e H ⇒ SHCN EQN 315/316, Igreja Messiânica do Brasil ⇒ SCLN 115 Bloco A ⇒ Quadra 313/314 Norte, fundos da 1ª Igreja Batista ⇒ Área verde entre a 311/312 Norte, fundos da Capela da Divina Misericórdia ⇒ Setor Comercial Sul ⇒ Torre de TV, subsolo ⇒ Centro Pop ⇒ Área verde entre o colégio Serios e o Aeroclube ⇒ SGAS 902, nas proximidades da Faculdade Mackenzie ⇒ SGAS 904, atrás da UDF ⇒ SHIGS 703/704, praça Galdino Jesus do Santos ⇒ Via W5 e W4, extensão da 903 à 905 Sul e da 702 à 705 Sul.   *Com informações da DF Legal

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Atendimento itinerante para resolver questões de energia chega a seis regiões administrativas nesta semana

A Neoenergia Brasília participa, na próxima quarta-feira (25), da 16ª edição do evento Quarta do Cidadão, das 8h às 14h, na Biblioteca Nacional. Organizado pela Defensoria Pública do Distrito Federal, o evento tem o intuito de efetuar o atendimento de homens em situação de risco e vulnerabilidade social e respectivos familiares. Na próxima sexta-feira (27), das 9h às 16h, e no próximo sábado (28), das 9h às 12h, a distribuidora estará na 69ª edição do GDF Mais Perto do Cidadão, em frente à escola CED Dona América Guimarães, em Arapoanga. O programa leva diversos serviços públicos e atividades de cidadania, saúde, cultura e esporte diretamente às comunidades, funcionando em edições itinerantes por diferentes regiões administrativas do DF. Esta semana a Neoenergia participará dos eventos Quarta do Cidadão e GDF Mais Perto do Cidadão, no Plano Piloto e em Arapoanga, respectivamente | Foto: Divulgação/Neoenergia A Neoenergia estará com todos os serviços técnicos e comerciais da distribuidora disponíveis à população do DF, como parcelamento de débitos, solicitação de reparo por danos elétricos, troca de titularidade, ligação nova, entre outros. Os clientes podem, também, buscar orientações de segurança, consumo consciente e regularização da energia elétrica. A distribuidora realiza também o atendimento nas administrações regionais, no formato presencial e itinerante, conforme cronograma de demanda e sem hora marcada. Essa ação busca aproximar a população dos serviços oferecidos pela distribuidora. O cronograma semanal de atendimento pode ser consultado no site da Neoenergia Brasília (neoenergiabrasilia.com). A Neoenergia oferece também outros pontos fixos de atendimento presencial no Paranoá, em Planaltina, São Sebastião, Samambaia e no Lago Sul sem necessidade de agendamento. Outra possibilidade são os sete postos do Na Hora. Confira abaixo o local de atendimento itinerante entre segunda (23) e sábado (28) Segunda-feira 8h às 12h: Seduh 14h às 18h: Ceilândia Terça-feira 8h às 12h: Santa Maria 14h às 18h: Gama Quarta-feira 8h às 12h: Projeto Quarta do Cidadão 8h às 14h: Edifício da Biblioteca Nacional, no evento Quarta do Cidadão 14h às 18h: Seduh Quinta-feira 8h às 12h: Arniqueira 14h às 18h: Estrutural Sexta-feira 9h às 16h: Mansões Arapoanga, Quadra 10, em frente à escola Dona América Guimarães, no evento GDF Mais Perto do Cidadão Sábado 9h às 12h: Mansões Arapoanga, Quadra 10, em frente à escola Dona América Guimarães, no evento GDF Mais Perto do Cidadão *Com informações da Neoenergia

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Cadastro identifica cães e gatos do Distrito Federal

O Cadastro de Identificação Animal (Cria) já está disponível on-line para o cadastramento de cães e gatos no Distrito Federal. Com a iniciativa, o GDF tem como foco fortalecer as políticas públicas de proteção e bem-estar animal. O cadastro foi disponibilizado pela Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF), em parceria com a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), e institui o registro oficial de cães e gatos domiciliados na capital. "Estamos fortalecendo políticas públicas mais humanas, sensíveis e eficazes, baseadas em dados, mas, sobretudo, em empatia e responsabilidade social" Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania “Ao instituirmos o Cria, damos um passo firme na construção de uma cultura de cuidado, responsabilidade e respeito à vida animal. Estamos fortalecendo políticas públicas mais humanas, sensíveis e eficazes, baseadas em dados, mas, sobretudo, em empatia e responsabilidade social”, afirma a secretária de Justiça e Cidadania do Distrito Federal, Marcela Passamani. O Cria representa um avanço institucional ao integrar a identificação animal à gestão pública, possibilitando a formulação, o monitoramento e a avaliação de ações públicas fundamentadas em dados estatísticos confiáveis, atualizados e permanentemente acessíveis. “O Cria vai muito além de um cadastro. É um avanço significativo na forma como o Distrito Federal cuida dos seus animais. Ele fortalece a posse responsável, amplia a proteção contra o abandono, garante mais segurança para os animais e também para os tutores. É uma política pública que reconhece cães e gatos como parte das famílias, e assegura que eles estejam sob o cuidado da sociedade e do Estado”, defende o secretário de Proteção Animal, Cristiano Cunha. A iniciativa promove impactos sociais positivos ao incentivar a posse responsável, fortalecer o vínculo entre tutores e animais | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília A iniciativa promove impactos sociais positivos ao incentivar a posse responsável, fortalecer o vínculo entre tutores e animais e estimular uma cultura de respeito e cuidado coletivo, reafirmando o compromisso do GDF com o bem-estar animal e com a responsabilidade social compartilhada. Como funciona o Cria ⇒ Identificação oficial e base de dados — O cadastro tem como objetivo principal constituir um banco de dados de cães e gatos do Distrito Federal. O sistema utiliza o microchip, método de identificação permanente e seguro, essencial para garantir a precisão e a confiabilidade das informações registradas ao longo da vida desses animais. A centralização de dados permite ao governo obter estatísticas demográficas fundamentais para o planejamento e a execução de ações como campanhas de castração, programas de controle populacional, políticas de adoção responsável e estratégias integradas de combate ao abandono. O Cria reúne informações do animal e dos tutores e, por meio de microchipagem, facilita o reecontro em caso de fugas | Foto: Arquivo/ Agência Brasília ⇒ Ferramenta para a posse responsável e combate ao abandono — A ausência de identificação oficial sempre foi um dos fatores que dificultaram a fiscalização e contribuíram para o abandono de animais. Com a implementação do Cria, cães e gatos passam a ser oficialmente reconhecidos pelo Estado, o que amplia a segurança, fortalece a posse responsável e facilita a responsabilização em casos de abandono ou maus-tratos. Em situações de perda, fuga ou abandono, o cadastro possibilita a rápida identificação do tutor, aumentando significativamente as chances de localização e reencontro do animal, além de contribuir para a atuação integrada dos órgãos de proteção animal. ⇒ Abrangência do cadastro — O cadastro atende prioritariamente o Distrito Federal e, de forma excepcional, municípios de Goiás e Minas Gerais que compõem a Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride).  Para cadastrar o animal, são exigidos dados pessoais do tutor e informações básicas, incluindo o número do microchip, nome, idade, peso, raça e dados sobre castração e saúde. É obrigatório que o animal esteja microchipado para ser cadastrado. [LEIA_TAMBEM]⇒ Informações registradas no sistema — O sistema reúne informações essenciais para a gestão pública e para a proteção animal, como número do microchip, dados do tutor (nome completo, CPF e endereço), local onde o animal vive, espécie, raça, sexo, peso, idade, fotografia, situação de castração, transferência de tutela e óbito (quando for o caso). Cabe ao tutor manter os dados sempre atualizados no cadastro, garantindo a efetividade das informações. ⇒ Incentivo à adoção responsável — O Cria também atua como instrumento de incentivo à adoção responsável, ao disponibilizar uma seção específica para animais aptos à adoção. A plataforma permite a visualização de perfis completos, com fotos e histórico, além de filtros por raça, sexo, idade e outras características, assegurando um processo transparente, seguro e consciente para a adoção responsável. *Com informações da Secretaria Extraordinária de Proteção Animal   

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Saúde convoca usuários para atualizar dados cadastrais

Com o objetivo de melhorar a comunicação e tornar mais efetiva a atuação do Sistema Único de Saúde (SUS), a Secretaria de Saúde (SES-DF) orienta que os usuários atualizem seus dados. A medida beneficia, principalmente, o paciente, facilitando o agendamento de consultas, exames e cirurgias. Atualizar os dados é importante para garantir atendimento aprimorado e eficiente | Arte: Agência Saúde-DF  As informações corretas auxiliam os profissionais de saúde no atendimento e contribuem para um cuidado mais eficiente e seguro. Em caso de mudança de telefone, endereço, e-mail, WhatsApp, entre outros, o usuário deve atualizar esses dados no SUS.  Como atualizar A atualização cadastral pode ser feita diretamente na Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência do paciente ou durante as visitas domiciliares dos agentes comunitários de saúde. Também pode ser feita por meio do aplicativo Meu SUS Digital, do Ministério da Saúde, ou diretamente pelo site Recadastra SUS DF, utilizando o login do gov.br. A dificuldade em acionar o paciente durante um tratamento acarreta prejuízo direto na saúde dele. “Quando não o encontramos por conta de um número de telefone errado, o paciente fica sem resultados de exames, perde consultas e cirurgias agendadas e também deixa de ser contatado para atualizar suas vacinas”, alerta o secretário de Saúde, Juracy Lacerda. Com cadastros mais completos, também é possível identificar as principais demandas e traçar estratégias bem direcionadas, com o real dimensionamento da demanda.  Absenteísmo [LEIA_TAMBEM]Dados da SES-DF mostram que o absenteísmo ultrapassou os 300 mil registros na Atenção Primária à Saúde (APS) em 2025, sendo cerca de 149 mil no primeiro semestre e 159 mil no segundo. Os números representam um acréscimo de 33,04% em relação ao ano anterior, quando foram registrados mais de 230 mil casos de absenteísmo.  Desde o teste do pezinho até as cirurgias, é essencial ter o contato do paciente ou do responsável. “Ainda que o paciente não tenha alterado informações pessoais recentemente, é fundamental que ele acesse seus dados e confira se tudo está preenchido corretamente”, reforça o secretário de Saúde. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Volta às aulas: o que incluir na lancheira das crianças?

Com o início das aulas, a correria volta a fazer parte da rotina. No meio da confusão, como planejar a lancheira das crianças? A escolha de alimentos que forneçam energia e nutrientes adequados para as atividades escolares pode ser simples — e servir de aprendizado para pequenos e adultos. Alimentos in natura ou minimamente processados devem predominar na composição do lanche | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF  “O envolvimento de crianças e adolescentes na hora de fazer a comida permite que a família inteira conheça sobre os alimentos e suas formas de preparo, além de permitir tempo de qualidade juntos” Carolina Gama, gerente do Serviço de Nutrição da Secretaria de Saúde  A premissa básica, apresentada no Guia Alimentar para a População Brasileira, é a mesma para todas as idades: evite produtos ultraprocessados. Alimentos in natura ou minimamente processados — obtidos diretamente de plantas ou de animais, cujo preparo para consumo não altera suas propriedades naturais — são a base para uma alimentação nutricionalmente balanceada. A diferença entre ultraprocessados e processados está no rótulo. De forma simplificada, basta observar a lista de ingredientes: eu conheço o que está escrito? Se for um alimento, é processado; se tiver cinco ou mais componentes, com nomes difíceis de pronunciar e de identificar, é ultraprocessado.  Montagem da lancheira A Associação Brasileira para o Estudo da Obesidade (Abeso) sugere um método fácil para a montagem da lancheira. Os alimentos podem ser divididos em três grupos: frutas e vegetais, grãos (arroz, feijão, aveia, sementes) e proteínas, como carnes, laticínios e ovos. Para uma refeição saudável, o ideal é combinar um alimento de cada grupo. [LEIA_TAMBEM]A participação da família no preparo das refeições pode ajudar a transformar o momento em convívio e aprendizado. “O envolvimento de crianças e adolescentes na hora de fazer a comida permite que a família inteira conheça sobre os alimentos e suas formas de preparo, além de permitir tempo de qualidade juntos”, avalia a gerente do Serviço de Nutrição da Secretaria de Saúde (SES-DF), Carolina Gama. “Dessas experiências, nascem os bons hábitos”. A Lei nº 5.146, de 19 de agosto de 2013, estabelece as diretrizes para promover a alimentação saudável nas instituições de ensino. Cantinas e outros comércios de alimentos devem obedecer a princípios relacionados à proibição e à oferta de determinados tipos de produtos. Além disso, escolas devem adotar conteúdo pedagógico que trate de alimentação, hábitos e estilos de vida saudáveis. Consulte o Fórum Permanente sobre Alimentação Saudável nas Escolas, um colegiado com caráter intersetorial, formado por membros representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) e de entidades da sociedade civil.    *Com informações da Secretaria de Saúde    

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