GDF encaminha projeto de lei à Câmara Legislativa com objetivo de reforçar capital do BRB
O BRB informa que o Governo do Distrito Federal, acionista controlador do Banco de Brasília, encaminhou à Câmara Legislativa do DF (CLDF) projeto de lei solicitando autorização para a realização de garantia de capital no banco. O documento foi protocolado nesta sexta-feira (20). A proposição legislativa autoriza a recomposição, o reforço e a ampliação do patrimônio líquido e do capital social, bem como a realização de garantia patrimonial de bens, de forma a assegurar a adequada estrutura de capital da instituição. [LEIA_TAMBEM]No âmbito do plano de capital, o pedido de autorização à Câmara Legislativa do Distrito Federal soma-se a medidas que já estão sendo implementadas pela nova diretoria do BRB para garantir liquidez e fortalecer o capital. O objetivo prioritário é assegurar a robustez dos indicadores financeiros do banco e garantir a continuidade dos serviços prestados à sociedade. Proteger o BRB significa proteger serviços que impactam diariamente a vida de milhões de brasilienses. A execução da proposta apresentada pelo acionista controlador estará em consonância com as normas do Conselho Monetário Nacional e do Banco Central. As futuras medidas também devem observar a legislação aplicável às instituições financeiras e às alienações de bens públicos, bem como os princípios de legalidade, eficiência, economicidade, transparência e governança. O banco segue operando normalmente, com solidez, transparência e governança reforçada, mantendo diálogo constante com o Banco Central e demais órgãos de controle. A comunicação com o mercado e com a sociedade seguirá sendo feita de forma transparente, acompanhando o andamento dos trâmites na CLDF e a implementação das demais iniciativas previstas no plano. *Com informações do BRB
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DF recolhe mais de 4,2 milhões de toneladas de descarte irregular em sete anos
O Serviço de Limpeza Urbana do Distrito Federal (SLU) recolhe, todos os dias, grandes volumes de lixo descartado de forma irregular em ruas, áreas públicas e espaços de convivência. Nos últimos sete anos, as ações de zeladoria retiraram mais de 4,2 milhões de toneladas de descarte irregular. Somente em 2025, foram 678 mil toneladas. Esse resultado é atribuído ao fortalecimento das ações de educação ambiental, campanhas de conscientização e também à aplicação de multas. Segundo a diretora técnica do SLU, Andrea Almeida, foi adotada uma estratégia integrada de governo para combater o descarte irregular, envolvendo as administrações regionais, a Novacap, o SLU e outros órgãos do GDF. “Como resultado desse esforço conjunto, de 2023 para 2024 o aumento foi de apenas cerca de 2 mil toneladas, passando de aproximadamente 651 mil para 653 mil toneladas, um quantitativo considerado muito pequeno, equivalente a menos de um dia de geração de resíduos”, explica. Na prática, segundo ela, o volume se manteve estável nesse período. A estratégia usada pelo GDF para combater o descarte irregular é a integração entre vários órgãos | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Já de 2024 para 2025, houve um acréscimo de cerca de 25 mil toneladas, o que, segundo a diretora, também não representa um crescimento expressivo diante do volume anual — seria equivalente a cerca de dez dias de geração ao longo de um ano. Paralelamente, o SLU identificou um aumento significativo na destinação correta de resíduos nos papa-entulhos, especialmente de restos da construção civil, móveis velhos, galhadas e outros volumosos. O recolhimento nesses equipamentos passou de 31 mil toneladas, em 2023, para 49 mil toneladas em 2025. Para a diretora, isso demonstra que o crescimento do descarte irregular deixou de ser vertiginoso porque a população passou a contar com mais opções adequadas para a entrega dos materiais. Desde 2019, a rede de papa-entulhos é ampliada. Atualmente, o DF conta com 26 unidades. Em breve, o governo inaugura mais duas, no Núcleo Bandeirante e no Riacho Fundo, o que eleva o total para 28 unidades. Até o fim do ano, a previsão é alcançar 43 unidades. A definição dos locais de instalação considera mapeamentos georreferenciados que identificam as áreas com maior incidência de descarte irregular. O planejamento ocorre em conjunto com as administrações regionais e demais órgãos envolvidos, com base em critérios técnicos e ambientais. Eldan Gonçalves, destaca a importância da atuação dos reeducandos no trabalho de zeladoria Os papa-entulhos são a destinação correta para até um metro cúbico de resíduos da construção civil por descarga. Caso o volume seja maior, é necessário contratar caçambas autorizadas, cuja lista está disponível no site do SLU. Também podem ser descartados nesses locais resíduos de poda, galhadas, móveis e materiais volumosos, desde que não tenham componentes eletrônicos, além de recicláveis e óleo de cozinha usado, este último em parceria com a Caesb. O funcionamento é das 7h às 18h, e os endereços podem ser consultados no site do SLU, no aplicativo SLU Coleta DF ou pelo Participa DF. A população também pode sugerir novos locais para instalação, que passam por análise técnica de viabilidade. “A gestão de resíduos sólidos é uma responsabilidade compartilhada. Cabe ao poder público oferecer estrutura e fiscalização, mas é fundamental que a população faça o descarte correto e também a separação entre resíduos convencionais e recicláveis”, ressalta Andrea. Ela reforça ainda que não se deve confundir papa-entulho com papa-lixo: o papa-lixo é destinado apenas ao resíduo convencional e orgânico, enquanto o papa-entulho recebe resíduos da construção civil e volumosos. São equipamentos complementares, o que entra em um não deve ser destinado ao outro, e vice-versa. [LEIA_TAMBEM]Limpeza contínua O sistema de limpeza em todo o Distrito Federal é contínuo, mas, nos períodos que antecedem grandes eventos, o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) realiza uma força-tarefa nas áreas que receberão maior fluxo de público. As equipes intensificam a varrição, a coleta de resíduos e a retirada de inservíveis, além de fazer uma vistoria preventiva para eliminar materiais que possam oferecer riscos à população. O trabalho é planejado com antecedência, a partir do mapeamento dos pontos estratégicos, e conta com a atuação integrada de outros órgãos do governo. O gerente de manutenção e conservação da administração, Eldan Gonçalves, destaca, ainda, a importância da atuação dos reeducandos no trabalho de zeladoria. “Os participantes são apenados em regime semiaberto, que saem durante o dia para trabalhar e retornam ao Centro de Progressão Penitenciária (CPP) à noite, e esse projeto representa uma oportunidade de ressocialização e também reforça a execução dos serviços, que nos ajuda a atender toda a demanda que temos”, afirma. A parceria com a Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap) garante apoio fundamental às equipes.
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DF Folia continua com programação pós-Carnaval até 1º de março
O Carnaval termina deixando aquele gostinho de quero mais. E como ainda tem muita gente com energia de sobra para brincar, o DF Folia 2026 reservou uma programação para os próximos finais de semana. Dez blocos se apresentam nos dias 21, 22 e 28 de fevereiro e 1º de março, distribuídos por oito diferentes cidades do DF, fechando os trabalhos com chave de ouro, com proposta para todos os públicos, incluindo blocos infantis. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, “o DF Folia mostra que cultura se constrói com presença nos territórios, diversidade de linguagens e acesso democrático. Ao estender a programação para o pós-Carnaval, fortalecemos os blocos, valorizamos artistas locais e garantimos que a festa chegue a diferentes cidades e públicos, incluindo as crianças e as famílias. Essa é uma política cultural viva, que respeita a identidade de cada região e transforma o espaço público em lugar de encontro, alegria e pertencimento.” Na QN 302, da Samambaia Sul, a partir das 12h do sábado (21), o Calango Alternativo faz aquela mistura de batuques com o Projeto Kalungada, Quadrilha Êta Lasquêra, Grupo SPC-F, Banda Entre Quadras, Banda Página 2 e DJ CNX. No mesmo dia, no Núcleo Bandeirante, o Bloco Ressaca do Carnaval de Brasília tem Banda Papel Marchê, Banda DNA Salvador e DJs. O encontro é no SIBS Quadra 3, a partir das 16h. Dez blocos se apresentam nos dias 21, 22 e 28 de fevereiro e 1º de março, distribuídos por oito diferentes cidades do DF | Foto: Divulgação/Secec-DF Blocos infantis Ainda no sábado, dois blocos fazem a festa dos pequenos, com muita brincadeira, espuma, confete e música. O Maria Vai Casoutras, no Estacionamento 7 do Parque da Cidade, começa às 13h e tem na programação Maria Kids, Batalá Brasília e a Banda Maria Vai Casoutras. O Bloco Joaninha vai trazer músicas infantis e intervenções visuais para a criançada. Sobem ao palco o mágico Tio André, Banda Mamãe Taguá e Banda Portadores da Alegria. A programação começa às 12h, no estacionamento do Centro Cultural do Taguaparque, em Taguatinga. Domingo Vai ter ressaca de Carnaval também no Eixão do Lazer, na altura da 204 Norte, com o tradicional Choro no Eixo, com samba, pagode e muita batucada. Estão confirmados Cortando Cebola, Me Chame Pelo Nome, Folha Seca, Márcio Marinho e convidados e Rivotril. A programação começa às 10h. No Parque Vivencial do Jardim Botânico 3, a bateria da Escola de Samba Unidos do Jardim Botânico abre os trabalhos do bloco Manga Botânica, às 14h. Também tocam Batuqueiras, DJ Naomi Leaks e Drags, Banda Embolados e DJ Túlio Bueno. Pós-Carnaval A programação do pós-Carnaval segue no fim de semana dos dias 28 de fevereiro e 1º de março. No sábado (28), o Samba Quente vai esquentar a Quadra 1 do Condomínio Don Francisco, em Água Quente, a partir das 18h. Elas que Toquem, Gleison Rodrigo, DJ Drigo, Sidney e Raabe, Zamir e Figura compõem a programação pós-carnavalesca da mais jovem cidade do DF. No Museu Nacional, no coração da cidade, o Canteiro do Samba apresenta Nó cego, Maria Vai Casoutras, Bloco Eduardo e Mônica, Elas que Toquem e Samba Nosso. O encontro é a partir das 17h. No domingo (1º/3), a partir das 15h, tem folia na Praça do Cidadão, em Ceilândia com o Carnaflash. A programação conta com Companhia De Dança Eletro Rock, Companhia De Dança Bad Boy, Companhia De Dança Over Boys, Companhia De Dança Moviment Xxi, Companhia De Dança Ballet Dance e Companhia De Dança Comunidança. Na Praça São Sebastião, em Planaltina, o Carnaval Delas começa às 17h. Sobem ao palco Asé Dudu, DJ Cri$tyle, DJ Ana Ximenes e performances artísticas de poesia e drag queens. “Isso não é apenas uma extensão da programação de Carnaval — é a consolidação de uma política cultural descentralizada, que fortalece os territórios e amplia o acesso da população à festa”, assinala o coordenador-geral do DF Folia, Dorival Brandão. “A forte adesão de público registrada no pré-Carnaval e durante os dias oficiais da folia demonstra a potência do nosso movimento cultural. E o pós-Carnaval vem com essa mesma força, com grande expectativa de mobilização popular nas diferentes cidades do DF”, completa. Confira a programação: Sábado (21): → Bloco Maria Vai Casoutras: 13h às 21h – Estacionamento Ana Lídia, Parque da Cidade, Plano Piloto → Bloco Calango Alternativo/ edição Rolê da Quebrada e da Diversidade: 14h às 23h – Corredor ao lado da Home Center Castelo Forte e Caesb, QN 302, Conjunto 8, Samambaia Sul → Bloco Joaninha 2026: 12h às 20h – estacionamento do Centro Cultural do Taguaparque, Taguatinga → Bloco Ressaca do Carnaval de Brasília: 16h à meia-noite – Núcleo Bandeirante Domingo (22): → Bloco Manga Botânica: 14h às 22h – Parque Vivencial do Jardim Botânico III, Jardim Botânico → Choro no Eixo com Márcio Marinho e convidados: 9h às 17h – Eixão, altura da 7 Norte, Plano Piloto Sábado (28): → Samba Quente: 18h à meia-noite – Quadra 1, Lote 22/23, estacionamento em frente à Administração Regional, Água Quente → Canteiro do Samba/A Maratona da Ressaca (Carnaval 2026): 16h às 4h – Setor Bancário Sul, Quadra 2, Plano Piloto Domingo (1°/3): → Bloco Carnaval Delas: 15h às 22h – Praça São Sebastião, Setor Tradicional, Planaltina → Carnaflash: 16h às 22h30 – Praça da Bíblia, Setor P, QNP 19E, Ceilândia → Filhos de Guetta: 15h às 22h – Galeria dos Estados, SBS Quadra 2, Loja 46, Asa Sul, Plano Piloto. *Com informações da Secec-DF
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Hospital de Base registra queda de cerca de 10% nos atendimentos no Carnaval e nenhum caso por arma de fogo
O Centro de Trauma do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) registrou redução no número de atendimentos durante o Carnaval deste ano. Entre sábado (14) e terça-feira (17), foram contabilizados 217 pacientes, quase 10% a menos que no mesmo período de 2025, quando houve 241 registros. Outro dado de destaque foi a ausência de ocorrências por arma de fogo. No Carnaval do ano passado, o hospital atendeu a seis casos desse tipo. Já os atendimentos relacionados a arma branca passaram de três para seis neste ano. Administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), o Hospital de Base é referência em Trauma no Distrito Federal e na Região Centro-Oeste. A redução no número de atendimentos acompanha o balanço das forças de segurança pública no período. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), mais de 1,5 milhão de pessoas foram revistadas nos acessos aos blocos carnavalescos e às estações de transporte público. As ações resultaram na apreensão de 459 armas brancas, 595 objetos com potencial de uso como arma e uma arma de fogo. De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF), mais de 1,5 milhão de pessoas foram revistadas nos acessos aos blocos carnavalescos e às estações de transporte público | Foto: Fabio Rodrigues-Pozzebom/Agência Brasil Para o chefe do Centro de Trauma do Hospital de Base, Renato Lins, o reforço na segurança contribui para um cenário mais tranquilo nas unidades de emergência, mas a preparação da equipe é permanente. “Claro que ter o aumento da segurança representa mais tranquilidade em um pronto-socorro, mas estamos sempre preparados para atender as pessoas do DF, não importa a situação. O Hospital de Base é referência em trauma no Distrito Federal e no Centro-Oeste, e nos orgulhamos do trabalho feito aqui”, ressalta. Perfil dos atendimentos A maior parte dos casos foi classificada como de menor gravidade, incluindo acidentes domésticos e outras intercorrências. A queda da própria altura foi a principal causa de entrada no Centro de Trauma, com 53 registros. Em seguida, aparecem os acidentes de trânsito, responsáveis por 46 atendimentos. Quedas de maior altura somaram 19 casos, enquanto outros tipos de agressão totalizaram 37 ocorrências. *Com informações do IgesDF
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Dia de Campo da Competição de Cultivares de Soja reúne mais de 600 participantes
A AgroBrasília promoveu, nesta sexta-feira (20), o Dia de Campo da Competição de Cultivares de Soja e reuniu mais de 600 participantes entre produtores rurais, pesquisadores, técnicos e autoridades do setor. A iniciativa é promovida pela Coopa-DF, com apoio da Emater-DF. O evento é um dos principais momentos técnicos que antecedem a feira e tem como objetivo apresentar, em condições reais de campo, o desempenho de diferentes materiais genéticos. O resultado final da competição será divulgado no dia 30 de abril. O evento é uma oportunidade para o produtor conhecer marteriais e técnicas e decidir o melhor para o negócio dele | Foto: Divulgação/ Emater-DF A abertura contou com a presença do presidente da Coopa-DF, José Guilherme Brenner; do Secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural do Distrito Federal, Rafael Bueno; do presidente da Emater-DF, Cleison Duval; e do chefe-geral da Embrapa Cerrados, Jorge Werneck. “É uma oportunidade para o agricultor olhar os materiais, comparar e decidir aquilo que melhor se adapta à sua realidade produtiva”, destacou Brenner. "A soja é uma das principais engrenagens da atividade agrícola no DF. O produtor precisa ver de perto o desempenho das variedades para tomar decisões estratégicas” Cleison Duval, presidente da Emater-DF O presidente da Emater-DF ressaltou o impacto da cultura da soja na economia regional. “A soja é uma das principais engrenagens da atividade agrícola no DF. O produtor precisa ver de perto o desempenho das variedades para tomar decisões estratégicas”, pontuou Cleison Duval. Expectativa de safra positiva Durante o evento, o secretário Rafael Bueno afirmou que a projeção do Governo do Distrito Federal é de crescimento na safra em comparação ao ano anterior. Segundo ele, o investimento em genética e tecnologia tem sido determinante para o avanço da produtividade na região. “Estamos com uma grande expectativa. A Coopa-DF vem trazendo tecnologia em sementes e genética para fortalecer ainda mais a produção local”, afirmou. A competição de cultivares funciona como um ensaio técnico comparativo. As variedades são avaliadas sob as mesmas condições de manejo, na mesma época de plantio e com critérios agronômicos padronizados. Participaram desta edição 20 empresas, com 53 cultivares de soja em análise. O chefe-geral da Embrapa Cerrados reforçou a importância do ambiente técnico para o produtor. “Esse tipo de iniciativa amplia as opções e contribui para que o produtor adapte seus sistemas com mais segurança”, afirmou Werneck. Decisão no campo A competição de cultivares funciona como um ensaio técnico comparativo Para quem produz, o Dia de Campo é uma ferramenta prática de gestão. O produtor Valdemar Cenci ressaltou que o acesso às informações técnicas impacta diretamente a produtividade. “Para ter bons resultados, o produtor precisa buscar conhecimento, e o evento traz informações qualificadas”, afirmou. Cenci contou ainda que já iniciou a colheita do plantio 2025/2026. “Estamos com cerca de 10% da área colhida, e as expectativas são muito positivas”, completou. A AgroBrasília é realizada anualmente e, este ano, será de 18 a 23 de maio, no Parque Tecnológico Ivaldo Cenci, na BR-251, km 5 (PAD-DF). Na edição anterior, a feira registrou 188 mil visitantes, R$ 5,1 bilhões em negócios, 564 expositores e mais de 25 startups no Ambiente de Inovação e Tecnologia (AITEC) *Com informações da Emater-DF
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Sábado (21) terá ações especiais de vacinação no DF
A estratégia de imunização fora das unidades de saúde vai continuar neste sábado (21). No Distrito Federal, haverá equipes para atender pessoas de todas as faixas etárias na Rua de Lazer, no Guará, das 8h às 11h30; e na Praça do Reggae, em São Sebastião, das 9h às 16h. Já o Carro da Vacina estará no Núcleo Rural Boa Esperança, em Ceilândia. Além das ações nas ruas, 46 unidades básicas de saúde (UBSs) também vão aplicar vacinas no sábado. A orientação é levar um documento de identificação válido com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. Em caso de perda da caderneta, a equipe da SES-DF irá avaliar a situação do paciente nos sistemas online. Se for identificada a necessidade, serão aplicados imunizantes conforme a faixa etária de cada pessoa, seguindo o indicado no calendário de rotina. Não haverá imunização no domingo (22). Na segunda-feira (23), mais de cem salas de vacina voltam ao atendimento normal, a partir das 7h. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Prestes a receber a Copa do Mundo Feminina, Brasília se consolida como capital dos grandes eventos esportivos
Reconhecida pelo céu de nuvens brancas e pelos traços de Niemeyer, Brasília também tem se consolidado como capital dos grandes eventos esportivos. Desde 2019, a cidade foi palco de competições acirradas em diversas modalidades, desde o mundial de saltos altos, no Lago Paranoá, às disputas que lotaram as arquibancadas da Arena BRB Mané Garrincha e Arena BRB Nilson Nelson. O calendário robusto de eventos é fruto de investimentos do Governo do Distrito Federal (GDF) em infraestrutura esportiva e fortalecimento de políticas públicas voltadas tanto ao alto rendimento quanto à inclusão social por meio do esporte. Mais de 80 eventos foram organizados com apoio da Secretaria de Esporte e Lazer (SEL-DF) no ano passado. Milhares de pessoas assistiram às etapas do Circuito Mundial de Vôlei de Praia, o STU National Brasília – Super Final Street, o Troféu Brasil de Ginástica Artística, entre outros torneios. “Brasília se tornou a capital não só administrativa, mas também a capital do esporte. Realizamos eventos grandes e fora da curva, como foi a última edição da Corrida de Reis, que foi a maior de todos os tempos”, afirma o subsecretário de Esporte, Lazer e Espaços Esportivos, Nivaldo Félix. “Brasília se tornou a capital não só administrativa, mas também a capital do esporte. Realizamos eventos grandes e fora da curva, como foi a última edição da Corrida de Reis, que foi a maior de todos os tempos” Nivaldo Félix, subsecretário de Esporte, Lazer e Espaços Esportivos No final de janeiro, a Corrida de Reis registrou a maior edição da história, com cerca de 30 mil pessoas participando direta ou indiretamente do evento, entre corredores e público. Em fevereiro, outro marco: mais de 71 mil torcedores prestigiaram o jogo entre Flamengo e Corinthians, pela Supercopa do Brasil, em clima de festa, sem registro de conflitos, brigas ou ocorrências graves. Já no ano passado, o destaque em relação aos números foi para os Jogos da Juventude 2025, com cerca de 5 mil jovens atletas, recorde da história do evento. Este ano também promete ser memorável. Brasília foi escolhida para receber o Campeonato Mundial de Marcha Atlética por Equipes da World Athletics em 2026. O anúncio da escolha foi feito pelo presidente da World Athletics, Sebastian Coe, em março de 2025, diretamente da China. Será a estreia do campeonato não só no DF ou no Brasil, mas no Hemisfério Sul, reforçando a importância da capital brasileira no cenário esportivo global. O evento está previsto para abril, na Esplanada dos Ministérios. “Será a primeira vez da Marcha Atlética Mundial no Hemisfério Sul, com a presença do nosso medalhista olímpico, Caio Bonfim, além de mais de 40 países presentes. Teremos mais competições ao longo do ano e nos preparamos para a Copa do Mundo Feminina da FIFA, em que Brasília é uma das oito cidades-sede”, ressalta o subsecretário. O torneio mundial de futebol será entre 24 de junho e 25 de julho de 2027, no Mané Garrincha. Formação, inclusão e alto rendimento Para sustentar e impulsionar o crescimento do setor esportivo, o GDF investe em infraestrutura e inclusão social. Somente no ano passado, foram aplicados cerca de R$ 22 milhões em obras, reformas e manutenções. Entre as principais intervenções estão a retomada da iluminação do Estádio Abadião, em Ceilândia, após quase duas décadas sem jogos noturnos, e a reforma do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho, com investimento superior a R$ 4,4 milhões. O equipamento é usado, inclusive, para treinos do atleta Caio Bonfim e receberá reparos no gramado e na pista de atletismo. Os esforços também contemplam os 12 Centros Olímpicos e Paralímpicos do DF, que atendem a mais de 45 mil alunos de 4 a 90 anos em diversas modalidades, como futsal, natação, atletismo e artes marciais. Uma nova unidade está sendo construída no Paranoá com capacidade para atender a 5 mil pessoas. No alto rendimento, programas como o Compete Brasília e o Bolsa Atleta têm sido fundamentais para ampliar a presença de atletas brasilienses em competições nacionais e internacionais | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília No alto rendimento, programas como o Compete Brasília e o Bolsa Atleta têm sido fundamentais para ampliar a presença de atletas brasilienses em competições nacionais e internacionais. Em 2025, o Compete beneficiou 5.255 atletas e paratletas, com investimento de R$ 9,1 milhões. Já o Bolsa Atleta atende atualmente 132 atletas olímpicos e 115 paralímpicos, com valores reajustados para garantir melhores condições de preparação. Além disso, em dezembro de 2025, o governo criou o Programa de Apoio ao Futebol do Distrito Federal, para desenvolver os clubes da cidade. O estádio Bezerrão, no Gama, passou pela maior reforma desde 2008, com reparos estruturais, recuperação das arquibancadas e do gramado, além da modernização da rede elétrica e do sistema de combate a incêndios. O investimento foi de mais de R$ 3,9 milhões. Outros espaços que receberam serviços de manutenção são o Joaquim Domingos Roriz (Rorizão), em Samambaia, e o JK, no Paranoá. Os três estádios, incluindo também o Augustinho Lima, poderão ser utilizados como centros de treinamento pelas seleções da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™. Do tatame ao impacto social Um exemplo de como o investimento no alto rendimento reverbera na comunidade é a trajetória da atleta e presidente da Associação Kron de Lutas, Selma Bernardes. Professora da rede pública por três décadas, Selma iniciou no jiu-jitsu após os 40 anos, buscando aliviar a pressão do ambiente escolar. A prática, no entanto, rapidamente se transformou em propósito. “Encontrei no jiu-jitsu muito mais que um esporte. Ele me deu objetivo, disciplina e ferramentas para lidar com a pressão”, conta. Em pouco tempo de tatame, Selma passou a competir em alto nível, sem colocar a idade como empecilho. Graças ao Compete Brasília, pôde participar de campeonatos nacionais e internacionais, conquistando títulos mundiais de 2022 a 2025 — duas vezes ouro e duas vezes prata, além de títulos europeus em 2025 e 2026. “Quando a gente começa a competir fora de Brasília, rompe uma bolha. Você passa a ter novos parâmetros, entende o que precisa melhorar e evolui muito mais rápido. Cada campeonato é um aprendizado que volta para a comunidade”, afirma. “Brasília está dando estrutura para que os atletas sonhem. E quando a gente planta no esporte, a gente colhe transformação social", destaca Selma Bernardes A vontade de contribuir com o crescimento de outros atletas e incentivar crianças e adolescentes fez surgir a Associação Kron de Lutas, localizada na Praça do Bicalho, em Taguatinga. “Quando você abraça um atleta, você impacta toda a comunidade que está ao redor dele. O Compete não investe só em mim, investe em tudo que eu devolvo para a minha comunidade”, afirma. “Brasília está dando estrutura para que os atletas sonhem. E quando a gente planta no esporte, a gente colhe transformação social.” A experiência de Selma inspira atletas mais jovens, como Bianca Alves, que começou no jiu-jítsu aos 14 anos e hoje compete em nível nacional. Beneficiada pelo Compete Brasília desde 2022, ela afirma que o programa foi decisivo para alcançar novos patamares na carreira. “Para você subir no ranking, não basta competir no seu estado. O Compete me permitiu lutar em São Paulo, Rio de Janeiro, Curitiba, Salvador e outros centros fortes do jiu-jitsu”, explica. Graças a esse apoio, Bianca alcançou o primeiro lugar no ranking nacional da sua categoria entre 2023 e 2024. Bianca também destaca o papel do programa na valorização dos atletas brasilienses. “Muita gente não vê Brasília como um estado forte no jiu-jítsu. Quando a gente vai para fora e traz resultados, mostra que aqui tem talento e que o DF é um dos lugares que mais investem nos atletas”, conclui.
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Distrito Federal ultrapassa 218 mil árvores plantadas desde 2019 e amplia meta até 2027
Brasília é historicamente marcada pela concepção de cidade-parque, com áreas verdes integradas ao desenho urbano. Nos últimos anos, essa característica vem sendo reforçada com a ampliação do plantio de mudas em todas regiões administrativas. A Novacap plantou mais de 218 mil árvores desde 2019 em todas as regiões administrativas do Distrito Federal. O volume consolida uma política contínua de arborização urbana ao longo das duas últimas gestões e já conta com nova etapa contratada para nova etapa de expansão até 2027. Segundo o engenheiro florestal Matheus Marques Dy Lá Fuente Gonçalves, assessor do Departamento de Parques e Jardins (DPJ) da Novacap, o acumulado mais recente supera 280 mil mudas produzidas no período, considerando plantios executados e contratos encerrados. O viveiro da Novacap abriga mudas de mais de 130 espécies | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “O programa de arborização desde 2019 atingiu mais de 280 mil mudas. Agora fechamos novos contratos para execução em 2026 e 2027. A ideia é expandir. A gente saiu de 100 mil mudas e quer alcançar 200 mil neste próximo ciclo”, afirma Lá Fuente. A produção é majoritariamente própria, realizada nos viveiros da Novacap. Cerca de 97% das mudas são originadas de sementes coletadas no Distrito Federal e em expedições técnicas ao Cerrado, em Goiás e Minas Gerais. O viveiro trabalha atualmente com mais de 130 espécies. "A gente tem uma diversidade muito grande aqui. Cada espécie tem sua peculiaridade, seu tempo, seu recipiente adequado”, explica o engenheiro. As mudas permanecem entre oito meses e um ano em cultivo antes do plantio definitivo. Nesse período passam por rustificação, processo que as prepara para vento, variação térmica e estresse hídrico. “Elas ficam aqui amadurecendo, se adaptando. Quando vão para o campo, já estão aptas”, comenta. Entre as espécies mais plantadas estão o ipê-branco (Tabebuia roseo-alba), o jacarandá-mimoso (Jacaranda mimosaefolia) e a pitangueira (Eugenia uniflora) Entre as espécies mais plantadas estão o ipê-branco (Tabebuia roseo-alba), o jacarandá-mimoso (Jacaranda mimosaefolia) e a pitangueira (Eugenia uniflora). A diretriz atual prioriza espécies do bioma Cerrado ou adaptadas ao ambiente urbano. “O nosso norte hoje é priorizar espécies do Cerrado, mas entendendo que é arborização urbana. Não é recriar o campo natural no meio da quadra. A gente precisa se adaptar ao contexto da cidade.” Aprendizados de seis décadas de arborização O planejamento arbóreo da capital passou por revisões técnicas ao longo de mais de seis décadas. Espécies antes utilizadas deixaram de integrar o planejamento urbano à medida que novos estudos e experiências de campo indicaram ajustes necessários. Matheus Marques Dy Lá Fuente Gonçalves: "O nosso norte hoje é priorizar espécies do Cerrado, mas entendendo que é arborização urbana" A espatódia (xixi de macaco), por exemplo, deixou de ser utilizada devido ao impacto sobre as abelhas. O guapuruvu saiu do planejamento urbano por risco estrutural elevado. “São aprendizados de décadas. Hoje a gente evita espécies que dão problema de manutenção ou têm impacto ambiental negativo”, afirma o especialista. O modelo também evoluiu na forma de plantio. Quadras antes formadas por blocos homogêneos passaram a receber maior diversidade, reduzindo vulnerabilidades e custos de manejo. Desafio técnico: solo urbano, pragas e manutenção A etapa de plantio é apenas o início do ciclo. Nos dois primeiros anos, período considerado crítico para o pegamento da muda, a taxa técnica de perda aceitável varia entre 10% e 30%, com meta ideal próxima de 15%. O principal gargalo é o controle de formigas, especialmente em áreas onde o solo original do Cerrado foi alterado durante a urbanização. “Tem área que a gente perde mais de 50%. Em outras, não perde nada. Às vezes são dois quarteirões de distância. O nosso maior desafio hoje são as formigas”, revela o engenheiro. Após o período inicial, a gestão entra em fase de manutenção arbórea, que envolve podas programadas, controle fitossanitário e monitoramento estrutural. A arborização urbana exige acompanhamento permanente e contratos específicos para garantir segurança e qualidade paisagística. Planejamento e participação da população Qualquer pessoa pode pedir o plantio de árvores em sua região por meio dos canais oficiais do GDF O pedido de plantio de árvores nas ruas e praças pode partir dos próprios cidadãos. Qualquer pessoa pode registrar solicitação pelos canais oficiais do Governo do Distrito Federal, como a ouvidoria ou a administração regional da sua área. Cada demanda passa por avaliação técnica antes de ser incluída no planejamento. “A gente recebe os pedidos da população e faz a vistoria em campo. Avalia rede elétrica, calçada, meio-fio, presença de tubulação, espaço disponível e até se há previsão de obra naquela área. Nem sempre é possível plantar uma árvore de grande porte. Às vezes é preciso usar espécie arbustiva ou adaptar o projeto”, explica Matheus. Segundo o engenheiro, o plantio urbano envolve critérios técnicos que nem sempre são perceptíveis no dia a dia do morador. Árvores muito próximas à rede elétrica podem gerar podas frequentes. Espécies inadequadas ao espaço disponível podem comprometer calçadas ou estruturas subterrâneas. Não é simplesmente abrir uma cova e plantar: existe planejamento para evitar desperdício de recursos e conflitos com infraestrutura urbana. [LEIA_TAMBEM]A equipe também verifica se a área está incluída em projetos futuros de urbanização ou intervenção pública, para evitar que a muda seja retirada meses depois por causa de uma obra. O DPJ reforça que intervenções sem autorização são proibidas. O corte irregular de árvore é considerado crime ambiental e pode gerar multa. A orientação técnica é que o morador não realize plantios por conta própria em áreas públicas sem consulta prévia, justamente para evitar problemas com rede elétrica, encanamento ou manutenção futura.
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Restaurantes comunitários serviram quase 200 mil refeições durante o feriado de Carnaval
Os restaurantes comunitários serviram 196 mil refeições durante o feriado do Carnaval, garantindo alimentação para a população vulnerável, entre sexta-feira (13) e a Quarta-feira de Cinzas (18). Os dados são da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), gestora das unidades. Os equipamentos que mais serviram refeições no período foram os restaurantes de Samambaia (Rorizão), com 16,8 mil refeições, seguido de São Sebastião, com 16,2 mil, e Arniqueira, com 15,6 mil. “A busca por esse serviço nestes dias mostra a importância do funcionamento ininterrupto, incluindo fim de semana e feriados. Uma conquista da nossa gestão, para a população que frequenta diariamente as unidades”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Desde 2019, a Sedes-DF amplia o alcance dos restaurantes para a população. Além de inaugurar quatro novas unidades, 15 dos 18 restaurantes passaram a servir as três refeições diárias: café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50), com abertura todos os dias, incluindo domingos e feriados. A medida possibilitou a este Governo do Distrito Federal (GDF) oferecer 17 milhões de refeições nos restaurantes, o que contribuiu para o DF ficar em primeiro lugar no ranking nacional do Selo Betinho de ações de combate à fome. *Com informações da Sedes-DF
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