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👮‍♂️🧑‍🚒🚔🚒II Conferência de Segurança Pública ilab-segurança 2026

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Treinamento em emergência cardíaca fortalece atendimento na UTI do Hospital de Santa Maria

Os primeiros minutos de uma parada cardíaca são determinantes entre a vida e a morte. Pensando nisso, enfermeiros e fisioterapeutas da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Santa Maria participaram, nesta quinta-feira (19), de um treinamento teórico-prático sobre Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS). A capacitação, conduzida pelo intensivista do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), Fernando Oliveira Gomes, abordou a resposta a emergências cardíacas graves. O foco incluiu o manejo de paradas cardiorrespiratórias, bradicardias (ritmo lento) e taquicardias (ritmo acelerado), priorizando a segurança e a rapidez no atendimento. “Quando ocorre algum evento do tipo, a equipe precisa agir imediatamente. Não há tempo para dúvidas. Cada profissional precisa saber exatamente qual é o seu papel. O treinamento serve para que essa resposta seja quase automática, ordenada e eficiente”, explica o médico. Durante o encontro, os participantes revisaram protocolos e treinaram etapas essenciais do atendimento. Segundo o especialista, o ACLS pode ser resumido em três pilares fundamentais: tempo, qualidade e trabalho em equipe. Nos primeiros minutos, a prioridade é seguir a chamada cadeia de sobrevivência no adulto, que envolve reconhecimento precoce da parada cardíaca e acionamento imediato do time, realização de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade, desfibrilação rápida quando indicada, manejo avançado de via aérea com administração de medicamentos, identificação de causas reversíveis e, após o retorno da circulação espontânea, cuidados intensivos pós-parada. Durante o encontro, os participantes revisaram protocolos e treinaram etapas essenciais do atendimento | Foto: Divulgação/IgesDF Cada segundo conta Na prática, cada profissional precisa ter funções específicas dentro do atendimento. A equipe de enfermagem é responsável pelo monitoramento do paciente, preparo e administração de medicamentos, obtenção de acesso venoso e registro das ações realizadas. Já a fisioterapia atua principalmente no manejo da via aérea, no controle da ventilação e na otimização da oxigenação do paciente. Ambos trabalham diretamente nas compressões torácicas, revezando a cada dois minutos para manter a qualidade da manobra e reduzindo ao máximo as pausas, fator essencial para aumentar as chances de sobrevivência. Para a enfermeira intensivista e chefe do Serviço de Enfermagem da UTI, Flávia Carvalho, o treinamento fortalece a segurança assistencial e a integração da equipe. “É um momento para esclarecer dúvidas, aprimorar a identificação dos ritmos cardíacos e melhorar a comunicação entre os profissionais. Em uma intercorrência, sincronia e agilidade são fundamentais. Treinamos para que, quando acontecer, todos saibam exatamente como agir”, afirma. A capacitação faz parte de um ciclo de treinamentos que contempla toda a equipe multiprofissional da UTI. Paralelamente, também estão sendo realizadas aulas sobre Suporte Básico de Vida (BLS), ministradas pelo médico intensivista Clayton Ferreira, com foco nas primeiras manobras em situações de emergência. Ao todo, o treinamento ocorre ao longo de quatro dias, com quatro turmas diárias, totalizando 16 encontros. A organização em diferentes horários garante a participação de todos os colaboradores sem comprometer a assistência prestada aos pacientes. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF)

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GDF inicia vacinação contra dengue para profissionais de saúde que atuam em linha de frente

A Secretaria de Saúde (SES-DF) iniciou, nesta quinta-feira (19), a vacinação contra a dengue para profissionais da área no Distrito Federal. No primeiro momento, a imunização contempla trabalhadores com maior exposição à doença, como é o caso dos agentes de Vigilância Ambiental (Avas), que atuam no combate aos focos do Aedes aegypti, e dos que atendem diretamente pacientes, caso das equipes de Consultório na Rua (eCR) e de Saúde da Família (eSF). A enfermeira Larissa Andrade, da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 do Núcleo Bandeirante, ressalta a diferença que a imunização pode fazer na assistência: "Para mim, é muito importante ficar protegida. Assim, evito ficar doente e posso cuidar melhor dos pacientes", argumenta. "Essa vacina me dá a segurança necessária para fazer os atendimentos", acrescenta a técnica de enfermagem Rosiane Correa, da eCR da UBS. A enfermeira Larissa Andrade destaca que estar protegida contra a doença significa poder cuidar dos pacientes | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Estratégia complementar A vacinação contra a dengue continua aberta a todas as crianças e adolescentes de 10 a 14 anos de idade. Em paralelo, a chegada de novas doses produzidas pelo Instituto Butantan permitiu o início da nova estratégia, focada na proteção dos profissionais de saúde que atuam na linha de frente do combate à doença.  “Essa é uma medida estratégica de proteção coletiva, que contribui para reduzir afastamentos, garantir a continuidade dos serviços e assegurar assistência qualificada à população do DF”, explica o coordenador da Atenção Primária da SES-DF, Afonso Abreu. Nesse sentido, as salas de vacina têm recebido doses suficientes para atender tanto seus servidores elegíveis quanto os Avas dos Núcleos de Vigilância Ambiental próximos.  Tereza Luiza Pereira, gerente da Rede de Frio da SES-DF, endossa o papel de equipes de saúde mais protegidas para garantir a qualidade da rede pública. “Ao vacinar quem está na linha de frente, zelamos também pelos usuários do sistema, pois ampliamos a capacidade de resposta dos serviços de saúde”, avalia.  *Com informações da SES-DF

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GDF lança edital que permite regularização por interesse social em Arniqueira

Nesta quinta-feira (19), o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), lançou edital que cria uma alternativa para famílias de menor renda que vivem em áreas em processo de regularização fundiária no DF. A primeira região contemplada será Arniqueira. Com a medida, moradores que se enquadrarem na Regularização Fundiária de Interesse Social (Reurb-S) poderão solicitar o enquadramento e ter acesso a benefícios como redução da taxa de juros, possibilidade de utilização do FGTS na aquisição do imóvel e, nos casos previstos em lei, a regularização do lote por meio de doação. "O objetivo é facilitar a vida de quem deseja regularizar sua área de moradia e ter a tranquilidade de receber a escritura definitiva" Governador Ibaneis Rocha O governador Ibaneis Rocha destacou que o edital publicado para aquisição dos terrenos em Arniqueira foi amplamente construído em diálogo com a administração regional e lideranças locais. Segundo ele, o documento prevê condições facilitadas para os moradores, com redução de preços ao máximo possível, ampliação do prazo de parcelamento e diminuição das taxas de juros. “O objetivo é facilitar a vida de quem deseja regularizar sua área de moradia e ter a tranquilidade de receber a escritura definitiva”, afirmou. Em Arniqueira, toda a área estava anteriormente enquadrada apenas como Regularização Fundiária de Interesse Específico (Reurb-E), o que significava que todos os ocupantes precisariam adquirir o lote por meio de compra. Com a nova medida, famílias que se enquadrarem como “interesse social” poderão solicitar o reenquadramento para Reurb-S. A medida leva em consideração o perfil socioeconômico dos moradores e a metragem de interesse social | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Na prática, quando o lote for incluído em edital de venda direta da Terracap, o morador que tiver renda familiar de até cinco salários mínimos, residir em imóvel de até 250 metros quadrados, não possuir outro imóvel no DF, não ter sido beneficiado anteriormente por programa habitacional e atender aos critérios técnicos estabelecidos poderá solicitar o enquadramento como interesse social. Nesses casos, o processo será encaminhado à Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF), com possibilidade de regularização por meio de doação, conforme previsto em lei. A administradora regional de Arniqueira, Telma Rufino, destacou que a medida atende a demandas específicas da região, levando em consideração o perfil socioeconômico dos moradores e a metragem de interesse social. “Essa foi uma demanda que levamos à Terracap, pensando nas famílias que moram há muitos anos na região e que não têm condições de adquirir o lote pelas regras tradicionais. São pessoas que vivem em lotes menores, de até 250 metros quadrados, e que realmente precisam desse olhar social”, afirmou. Telma Rufino: "É uma medida que garante dignidade e segurança jurídica a quem mora há anos nessas áreas e não tinha condições de regularizar o imóvel" De acordo com Telma Rufino, o pleito foi construído em parceria entre a administração e a equipe técnica da Terracap, até resultar na proposta atual. Ela ressaltou que a iniciativa amplia o acesso a moradia não apenas em Arniqueira. “Não é uma medida restrita à nossa cidade. Vai alcançar todo o Distrito Federal, atendendo moradores de outras áreas classificadas como interesse social. É uma medida que garante dignidade e segurança jurídica a quem mora há anos nessas áreas e não tinha condições de regularizar o imóvel”, explica a administradora regional. Entenda “Estamos lançando mais um edital de venda direta em Arniqueira, mas agora com diferenciais importantes, e essas pessoas poderão se beneficiar da regularização social, algo que estamos lançando pela primeira vez em Arniqueira" Izídio Santos Júnior, presidente da Terracap Os moradores de Arniqueira que se enquadrarem nos critérios poderão solicitar o benefício junto à Terracap. Será necessário atender aos requisitos estabelecidos no edital. Segundo o presidente da Terracap, Izidio Santos Junior, o novo edital de venda direta lançado em Arniqueira traz novidades importantes para as famílias que vivem em áreas em processo de regularização. “Estamos lançando mais um edital de venda direta em Arniqueira, mas agora com diferenciais importantes, e essas pessoas poderão se beneficiar da regularização social, algo que estamos lançando pela primeira vez em Arniqueira”, afirma. De acordo com o presidente, os editais anteriores já previam benefícios, como desconto de 25% para pagamento à vista no primeiro chamamento, e essas condições continuam mantidas. No entanto, a utilização do FGTS e as novas condições voltadas especificamente à população de menor renda são os principais acréscimos desta edição. [LEIA_TAMBEM]Nos casos de conversão da concessão onerosa de uso em aquisição definitiva, após a apresentação da carta de habite-se do imóvel, o concessionário que optar pela utilização de recursos do FGTS terá prazo total de 90 dias corridos para realizar as tratativas junto à Caixa Econômica Federal e efetuar o pagamento do valor do imóvel à Terracap. O edital também prevê 180 dias de carência para início do pagamento. Além disso, houve redução nas taxas de juros: Imóveis comerciais: de 0,5% para 0,25% ao mês; Imóveis residenciais: de 0,4% para 0,2% ao mês. As medidas visam facilitar a regularização e tornar as condições de aquisição mais acessíveis aos ocupantes.  

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Especialistas alertam para efeitos do álcool e de outras drogas no cérebro e no organismo

Socialmente aceito, o álcool ainda é visto como inofensivo por grande parte da população. No entanto, trata-se de uma substância tóxica, capaz de provocar dependência, danos cerebrais, doenças graves e até morte. No Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo, celebrado nesta sexta-feira (20), médicos do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) chamam a atenção para um problema silencioso que compromete o corpo, a mente e as relações sociais. “O álcool é uma substância altamente tóxica, capaz de provocar danos significativos ao cérebro e aos neurônios. A síndrome de abstinência alcoólica está entre as mais graves quando comparada a outras substâncias e pode evoluir para a forma gravíssima do quadro, com alta taxa de mortalidade”, explica Sérgio Cabral Filho, chefe do Serviço de Psiquiatria do Hospital de Base do Distrito Federal. Segundo o médico, além dos prejuízos diretos ao organismo, o álcool também aumenta o risco de comportamentos perigosos. “Em estado de alteração, a pessoa pode ficar mais agressiva, se envolver em brigas, dirigir alcoolizada ou sofrer intoxicação alcoólica grave, que pode levar ao coma”, acrescenta. De acordo com o especialista, o consumo de álcool, drogas ilícitas e até alguns medicamentos, como sedativos e opioides, pode causar dependência porque essas substâncias atuam diretamente no sistema de recompensa do cérebro. Elas aumentam a liberação de dopamina, neurotransmissor ligado à sensação de prazer, reforçando o comportamento de uso. “Algumas drogas, como heroína e crack, liberam grandes quantidades dessa substância e têm alto potencial de vício. Além disso, há pessoas com maior predisposição à dependência por características neurológicas próprias”, aponta. No Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo, celebrado nesta sexta-feira (20), médicos do IgesDF chamam a atenção para um problema silencioso que compromete o corpo, a mente e as relações sociais | Foto: Bruno Henrique/IgesDF Dependência química é doença e exige cuidado A dependência química costuma se manifestar por prejuízos progressivos na vida pessoal, profissional e social. Entre os principais sinais estão perda de interesse por atividades antes prazerosas, isolamento, queda no desempenho no trabalho ou nos estudos e foco excessivo no consumo. “Quando a pessoa passa a viver em função da próxima dose e perde objetivos de vida, esse é um sinal importante de dependência. Muitas vezes, ela também rompe vínculos sociais e familiares”, destaca o psiquiatra. O apoio familiar, segundo ele, é fundamental, especialmente porque a dependência pode comprometer a capacidade de reconhecer o problema ou de buscar ajuda espontaneamente. O estigma ainda é um dos principais obstáculos para o tratamento. Muitos pacientes evitam procurar assistência por medo de julgamento ou discriminação. “A dependência química é uma doença. Quando ela se instala, a pessoa perde a liberdade de escolha sobre o uso. O que ela pode escolher é iniciar o tratamento. Com apoio adequado, é possível recuperar a autonomia”, afirma. O especialista também ressalta a relação entre dependência e saúde mental. Embora algumas pessoas utilizem substâncias como forma de aliviar sintomas de ansiedade ou depressão, a maioria dos casos de dependência surge pelo efeito direto da droga no cérebro. Uma vez instalada, pode desencadear ou agravar transtornos psiquiátricos, como depressão, crises de ansiedade, pânico e até quadros psicóticos. Pessoas com predisposição genética, como histórico familiar de esquizofrenia, por exemplo, apresentam risco aumentado. “Se há vulnerabilidade genética e o uso começa cedo, isso pode antecipar ou desencadear quadros psiquiátricos graves”, alerta. Quando há associação entre dependência e outro transtorno mental, o tratamento da dependência deve ser priorizado. “Se o paciente apresenta depressão e dependência alcoólica, por exemplo, é essencial tratar primeiro a dependência para depois abordar adequadamente o quadro depressivo”, observa. A prevenção entre adolescentes e jovens exige atenção redobrada, já que o cérebro ainda está em desenvolvimento e mais suscetível aos efeitos tóxicos das substâncias. “Essas substâncias podem comprometer o desenvolvimento cerebral e desencadear quadros psiquiátricos graves, às vezes irreversíveis. O diálogo em casa e nas escolas é fundamental”, reforça o psiquiatra. Álcool pode causar danos físicos graves e irreversíveis Do ponto de vista clínico, o álcool pode afetar praticamente todos os órgãos. A supervisora da Residência Médica em Hepatologia do Hospital de Base, Liliana Mendes, destaca que fatores biológicos tornam algumas pessoas ainda mais vulneráveis. “As mulheres têm menor capacidade de metabolizar o álcool no estômago, o que faz com que a mesma quantidade ingerida resulte em níveis mais elevados no sangue, aumentando o risco de danos aos órgãos". Entre as principais complicações estão doenças cardiovasculares, pancreatite, lesões gastrointestinais e enfermidades hepáticas graves. “O álcool pode provocar hepatite alcoólica, esteatose hepática e cirrose. Em estágios avançados, pode levar a hemorragia digestiva, acúmulo de líquido no abdômen e até câncer de fígado”, adverte. Segundo a especialista, ainda persiste a ideia equivocada de consumo seguro. “Não existe quantidade segura de álcool. Mesmo pequenas doses podem provocar inflamação hepática e agravar doenças metabólicas, como diabetes e hipertensão”. Outro ponto de atenção é a associação entre transtornos psiquiátricos, compulsão alimentar e consumo de álcool, especialmente após cirurgia bariátrica. “Se a compulsão não for tratada, o paciente pode substituir a comida pelo álcool após a cirurgia. Isso reforça a importância do acompanhamento psicológico e psiquiátrico”, enfatiza a hepatologista. Para a especialista, campanhas de conscientização devem ampliar o debate sobre os impactos do álcool e das drogas na saúde, indo além dos riscos no trânsito. Tratamento é possível e acessível O tratamento da dependência envolve desintoxicação, acompanhamento médico, suporte psicológico e, em alguns casos, uso de medicamentos. A rede pública oferece atendimento especializado por meio dos Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD), com equipe multiprofissional formada por médicos, psicólogos, assistentes sociais e enfermeiros. “A motivação é uma ferramenta essencial no tratamento. Mesmo diante de recaídas, o mais importante é retomar o plano terapêutico o quanto antes”, orienta o psiquiatra Sérgio Cabral. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Agências do trabalhador têm 734 vagas de emprego abertas nesta sexta-feira (20)

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta sexta-feira (20), 734 vagas para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 3.843,90. O posto com maior remuneração é o de mecânico de veículos automotores a diesel (exceto tratores). Há uma vaga aberta para pessoas com ensino médio completo e experiência prévia na função. [LEIA_TAMBEM]Outros cargos destacam-se pela quantidade de vagas disponíveis. Entre eles, o de repositor de mercadorias em Ceilândia Sul, com 30 oportunidades, sem exigência de escolaridade mínima nem de experiência, e salário de R$ 1,7 mil. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).

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Na Hora Empresarial registra alta procura e soma quase 3 mil atendimentos em duas semanas

A empresária Kadima Teixeira saiu de casa para resolver uma questão no cartório e acabou descobrindo um novo serviço para quem empreende. Enquanto estava no Venâncio Shopping, no Setor Comercial Sul, viu a unidade do Na Hora Empresarial, no terceiro andar, e decidiu entrar. Em poucos minutos, conseguiu adiantar a ligação de água da nova loja que está abrindo. “A água já foi atendida, e agora estou aguardando a Neoenergia. Foi tudo muito rápido. Também achei a escolha do local excelente. É o melhor lugar, perto de tudo”, diz a produtora de eventos. Kadima Teixeira gostou tanto do serviço que o indicou para colegas em grupos de mensagens | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Kadima ainda compartilhou a descoberta com colegas do setor. “Participo de vários grupos de mensagens com produtores e organizadores de eventos e enviei a novidade. Todos acharam a iniciativa muito boa”, conta. Inaugurado em 3 de fevereiro pelo governador Ibaneis Rocha, o Na Hora Empresarial tem mais de 500 m². A unidade foi criada para reunir, em um só lugar, serviços essenciais para abertura, regularização e expansão de empresas. O atendimento é presencial e não há necessidade de agendamento. Alta demanda "Nosso objetivo é facilitar a vida de quem empreende, reduzir entraves administrativos e criar um ambiente cada vez mais favorável ao desenvolvimento econômico do DF, com atendimento humanizado e soluções rápidas para o cidadão" Rodrigo Barbosa, subsecretário do Na Hora Até o dia 18 de fevereiro, foram 2.595 atendimentos realizados. O número chama atenção, principalmente porque a unidade ficou fechada no sábado (14) de Carnaval e só retomou as atividades na Quarta-feira de Cinzas (18), no período da tarde. Para o subsecretário do Na Hora, Rodrigo Barbosa, o Na Hora Empresarial representa um avanço importante na política de desburocratização do Governo do Distrito Federal. “Em poucas semanas, estamos chegando a quase 3 mil atendimentos, o que demonstra a alta demanda da população por serviços mais ágeis, integrados e resolutivos. Nosso objetivo é facilitar a vida de quem empreende, reduzir entraves administrativos e criar um ambiente cada vez mais favorável ao desenvolvimento econômico do DF, com atendimento humanizado e soluções rápidas para o cidadão”, afirma. Segundo a gerente da unidade, Débora Lyra, o retorno dos empresários tem sido muito positivo. “Principalmente, pela estrutura, organização e concentração dos serviços em um só lugar. A localização também é um diferencial. A unidade fica no Plano Piloto, em um ponto de fácil acesso, perto de escritórios e empresas, o que facilita o dia a dia. E o horário acompanha o funcionamento do comércio e dos escritórios”, explica. Serviços integrados O espaço conta com estandes da Polícia Federal, da Neoenergia, da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), do Departamento de Trânsito (Detran-DF), da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Junta Comercial, Industrial e Serviços (Jucis-DF), da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), do Instituto Brasília Ambiental e do Corpo de Bombeiros Militar. Marcos Rodrigues elogia a praticidade e a celeridade dos órgãos presentes no Na Hora Empresarial [LEIA_TAMBEM]Os números mostram que a maior demanda nesses primeiros dias esteve concentrada na Polícia Federal, com 2.374 atendimentos. Em seguida aparecem a Neoenergia, com 69, e a Caesb, com 33. Também registraram atendimentos o DF Legal e o Sebrae, com 31 cada; o Detran-DF, com 24; e a Jucis-DF, com 18. Já a Vigilância Sanitária e a Seduh contabilizaram quatro atendimentos cada, e o Brasília Ambiental, três. Marcos Rodrigues já conhecia a unidade e passou em vários estandes de atendimento. Ele trabalha há 15 anos com regularização imobiliária e expansão de empresas. “A gente facilita toda essa parte burocrática para os clientes, desde a solicitação até o acompanhamento nos órgãos. Antes, a gente precisava ir ao Na Hora da Rodoviária, que é muito cheio. Aqui ficou bem mais prático. Foi uma mão na roda. Melhora a celeridade, porque a gente resolve tudo mais rápido”, comemora.  

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Centro Cirúrgico do Hospital de Base inicia campanha Adorno Zero para reduzir risco de infecções

O Centro Cirúrgico do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), iniciou uma campanha de conscientização para reforçar a política do chamado “adorno zero”, que proíbe o uso de acessórios durante o trabalho. A regra, já vigente na unidade, tem um objetivo direto: reduzir o risco de infecções e fortalecer a segurança do paciente. “O adorno zero não é uma novidade. Já é uma regra do hospital. A campanha vem justamente para reforçar essa cultura e garantir que ela esteja cada vez mais consolidada entre as equipes”, explica o gerente de Serviços Cirúrgicos do HBDF, Danillo Almeida. A medida chama atenção para um cuidado importante dentro do ambiente hospitalar. Adornos podem transportar germes, vírus e bactérias de ambientes externos para dentro do hospital e aumentar o risco de contaminação, especialmente em locais onde há pacientes vulneráveis, como aqueles internados, em recuperação ou submetidos a procedimentos cirúrgicos. Mesmo com a lavagem adequada das mãos, o uso desses itens dificulta a limpeza completa e pode contribuir para infecções adquiridas durante o atendimento hospitalar. Além disso, o risco não se limita ao paciente: esses micro-organismos também podem ser levados para fora da unidade, alcançando o convívio familiar dos colaboradores. Arte: IgesDF Outro ponto destacado é o risco de acidentes, já que adornos podem se enroscar em equipamentos médicos ou em objetos utilizados durante procedimentos. Segundo Danillo Almeida, o momento é estratégico, especialmente com a chegada de novos profissionais à unidade. “Somos um hospital-escola e, em breve, receberemos novos residentes. A ideia é que eles já entrem no centro cirúrgico com essa consciência, entendendo que segurança do paciente começa nos detalhes”, destaca. O que é considerado adorno? De acordo com a política institucional, é considerado adorno qualquer acessório utilizado como enfeite, mesmo que tenha função prática, como anéis e alianças, pulseiras e relógios, colares e correntes, brincos e broches, piercings expostos, gravatas e itens semelhantes. A única exceção é o uso de óculos de grau, por serem essenciais para a visão do profissional. Ainda assim, eles devem ser higienizados regularmente e não podem ser utilizados com cordões ou correntes. A campanha também reforça que o uso correto da máscara é obrigatório, sendo o único item permitido no rosto, desde que cubra adequadamente nariz, boca e queixo. O cumprimento das orientações faz parte da responsabilidade profissional e das boas práticas assistenciais. Mais informações estão disponíveis na Política de Adorno Zero, documento interno do Hospital de Base. Para o diretor de Atenção à Saúde do IgesDF (Diase), Edson Gonçalves, a iniciativa reforça um padrão essencial de qualidade e segurança que deve ser seguido em toda a rede administrada pelo Instituto. Segundo ele, a campanha, iniciada no Hospital de Base, será ampliada para as demais unidades, fortalecendo as boas práticas assistenciais no dia a dia dos serviços. “A segurança do paciente é um compromisso institucional e precisa estar presente em cada etapa do cuidado, desde as atitudes mais simples da rotina. A campanha Adorno Zero reforça exatamente isso: padronização, prevenção e responsabilidade. Por isso, nossa meta é estender essa conscientização para todas as unidades do IgesDF, garantindo que a orientação seja seguida de forma uniforme por todas as equipes”, afirma.   *Com informações do IgesDF

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Fevereiro Roxo reforça cuidado a pacientes com dor crônica no Hospital de Santa Maria

Dor que não aparece em exames, mas limita movimentos, afeta o sono e compromete o dia a dia. Essa é a realidade de quem convive com fibromialgia, síndrome crônica que exige acompanhamento contínuo e cuidado multidisciplinar. No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), pacientes com dor crônica contam com suporte especializado por meio do Ambulatório da Dor. É essa estrutura que hoje acompanha a rotina de Rosalina Lopes, 54 anos. Diagnosticada há sete anos, ela só buscou acompanhamento especializado no ano passado. Desde então, integra os encontros do ambulatório e relata melhora significativa. “Tem dias em que minhas mãos e braços doem muito. Quando venho para cá e faço infiltração de bloqueio, chego em casa bem mais aliviada”, conta. De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), cerca de 3% da população brasileira convive com fibromialgia. A cada dez pessoas diagnosticadas, entre sete e nove são mulheres, principalmente na faixa dos 30 aos 60 anos. Apesar da maior incidência feminina, a síndrome também pode atingir homens, idosos, adolescentes e até crianças. Em janeiro deste ano, entrou em vigor a Lei nº 15.176/2025, que reconhece a fibromialgia e outras doenças correlatas como condições que podem configurar deficiência. A legislação prevê atendimento multidisciplinar e a capacitação de profissionais especializados, ampliando o olhar sobre a complexidade do quadro. No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), pacientes com dor crônica contam com suporte especializado por meio do Ambulatório da Dor | Foto: Divulgação/IgesDF A fibromialgia provoca dor difusa, sobretudo em músculos e tendões. Também pode estar associada a cansaço persistente, distúrbios do sono, ansiedade, alterações de memória e concentração, além de sintomas depressivos. Embora não seja progressiva, ainda não há cura, o que torna o acompanhamento contínuo essencial para garantir mais qualidade de vida. Para a reumatologista do HRSM, Rafaela Cruz, um dos maiores desafios enfrentados pelos pacientes é justamente a invisibilidade da doença. “A fibromialgia é uma doença invisível. Não há uma alteração física aparente, como em uma fratura, por exemplo. Trata-se de uma resposta exacerbada à dor. O paciente sente de forma real e intensa, mas isso nem sempre é percebido por quem está ao redor”, explica. Segundo a médica, o diagnóstico é clínico, baseado na história e nos sintomas apresentados. “Não existem exames laboratoriais ou de imagem que confirmem a doença. O cérebro interpreta sinais comuns como extremamente dolorosos, e fatores como ansiedade e depressão podem agravar esse processo”, detalha. Como funciona o Ambulatório da Dor no HRSM O atendimento às pessoas com dores crônicas acontece por meio do Ambulatório da Dor, projeto estruturado em 12 encontros semanais. A proposta vai além do controle dos sintomas. O foco está na educação em saúde, na compreensão da condição e no fortalecimento da autonomia para o enfrentamento diário. Durante o programa, os participantes contam com acompanhamento multiprofissional. Na fisioterapia, aprendem exercícios, alongamentos e técnicas voltadas ao alívio da dor. O suporte psicológico oferece acolhimento emocional e psicoeducação, fundamentais para quem convive com sofrimento contínuo. Já a terapia ocupacional avalia os impactos nas atividades diárias e propõe adaptações que preservem funcionalidade e independência. Para a fisioterapeuta Thayze Braga, o objetivo é oferecer estratégias aplicáveis fora do ambiente hospitalar, ajudando o paciente a lidar melhor com os sintomas no dia a dia. “Trabalhamos alongamentos, relaxamentos e auriculoterapia. Quando o paciente entende que existem recursos para lidar com a dor e que ela não precisa ser totalmente limitante, há melhora na qualidade de vida e até redução do uso excessivo de medicamentos”, destaca. O acesso ao grupo ocorre por encaminhamento médico. De acordo com a chefe do Serviço de Psicologia do HRSM, Paola Palatucci Bello, pacientes regulados para a reumatologia passam por avaliação e, ao ser identificado um padrão de dor persistente, podem ser direcionados ao programa. “O encaminhamento é entregue à enfermagem, que organiza a lista de espera. À medida que novos grupos são formados, os pacientes são chamados. Cada turma reúne, em média, 15 participantes”, explica. Usuários atendidos pela ortopedia também podem ser incluídos, desde que atendam aos critérios clínicos estabelecidos. Neste mês de conscientização, o HRSM reforça a importância do diagnóstico e do acompanhamento especializado, oferecendo atendimento multiprofissional e acolhedor às pessoas com fibromialgia e outras condições associadas à dor crônica. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Carnaval reforça hospitalidade e impulsiona turismo no Distrito Federal

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