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Celina Leão acompanha planejamento integrado das forças de segurança para o Carnaval no DF

A vice-governadora Celina Leão acompanhou, neste sábado (14), o planejamento operacional integrado das forças de segurança para o Carnaval. A agenda ocorreu na Cidade da Segurança, estrutura que centraliza o monitoramento, a coordenação estratégica e a atuação conjunta das corporações durante os dias de folia. Durante a visita técnica, a vice-governadora enfatizou o diferencial do DF como espaço carnavalesco com toda a segurança | Foto: Luh Fiuza/VGDF Participaram da visita ao lado da vice-governadora o secretário de Segurança Públia, Sandro Avelar; o secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Rabelo Patury; o comandante do CBMDF, coronel Moisés Alves Barcelos; e a comandante da PMDF, coronel Ana Paula Barros Habka. A operação reúne as polícias Militar (PMDF) e Civil (PCDF), o Corpo de Bombeiros (CBMDF) e o Departamento de Trânsito (Detran-DF), entre outros órgãos, com foco na prevenção, presença ostensiva e resposta rápida a ocorrências.  “Em algumas áreas, os índices já são tão objetivos que é difícil até superá-los. No caso da importunação sexual, tivemos zero registro no ano passado. É essa meta que queremos manter neste ano” Celina Leão, vice-governadora Ao lado de Sandro Avelar, Celina ressaltou que o modelo integrado consolidou um novo padrão de atuação no período carnavalesco: “Nós iniciamos esse projeto há três anos, e é um sucesso, que traz segurança hoje ao folião aqui do DF, o Carnaval mais seguro do Brasil”. A vice-governadora afirmou que o desafio é manter os indicadores alcançados nos últimos anos e avançar onde for possível. “Eu comentava aqui com o nosso time, com a Ana Paula [Habka] e com toda a Polícia Civil que, em algumas áreas, os índices já são tão objetivos que é difícil até superá-los. No caso da importunação sexual, por exemplo, tivemos zero registro no ano passado. É essa meta que queremos manter neste ano.” Brasília como destino carnavalesco Sandro Avelar lembrou que a integração das forças tem contribuído para consolidar o Distrito Federal como destino carnavalesco. “Nós estamos aqui reunidos mais uma vez, como sempre estivemos durante a sua gestão e a gestão do governador Ibaneis, e o resultado que se espera é um Carnaval pacífico”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]O secretário também destacou que o DF tem atraído foliões de outros estados: “A gente sabe que os nossos colegas de Goiás, por exemplo, estão vindo para cá para passar o Carnaval. Isso nos enche de orgulho, e muito disso graças à segurança que tem trabalhado muito bem nesse período — aliás, em todos os períodos do ano”. Centro de comando  Na Cidade da Segurança, as equipes acompanham em tempo real o fluxo de público, as ocorrências e a movimentação nas principais áreas de concentração. O planejamento prevê reforço de efetivo, mapeamento de pontos estratégicos e integração permanente entre as corporações. A estratégia combina prevenção, presença ostensiva e coordenação centralizada para garantir um Carnaval seguro, organizado e com manutenção dos indicadores registrados nos últimos anos.  

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Vigilância Sanitária adverte sobre cuidados com limpeza e manutenção de piscinas no DF

Episódios recentes de intoxicação por produtos químicos quando banhistas utilizavam a piscina de uma academia em São Paulo acenderam o alerta da população sobre os cuidados necessários ao frequentar esses espaços. Embora os casos ainda estejam sob investigação, a Diretoria de Vigilância Sanitária (Divisa) da Secretaria de Saúde (SES-DF) adverte sobre as precauções exigidas no manuseio do cloro, elemento mais utilizado na limpeza de piscinas e tanques d’água. A Vigilância Sanitária recomenda que a qualidade da água deve ser averiguada com frequência enquanto houver banhistas na piscina | Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde-DF  “Em piscinas de uso coletivo, há a obrigatoriedade de verificar a qualidade da água”, orienta a diretora da Divisa, Márcia Olivé Roseno. “O parâmetro de pH deve estar entre 7,2 e 8,4. Também é importante aferir o nível de cloração [adição de cloro à água], que deve estar no mínimo em 0,5 mg/l e no máximo em 1,5 mg/l.” Esse controle, reforça ela, deve ser feito pelo menos três vezes ao dia por um especialista operador de piscinas.  Por ser altamente volátil, o cloro, quando misturado de forma inadequada a outros elementos, especialmente em áreas fechadas, pode levar à intoxicação. “O produto é utilizado para eliminar micro-organismos patogênicos, incluindo bactérias e vírus”, explica a gestora. "Acima de 1,5 mg/l, há riscos aos banhistas, como tosse, alergia e irritação nos olhos; e até reações mais graves, como confusão mental, edema pulmonar [acúmulo de líquido nos pulmões], queimadura nas vias aéreas e insuficiência respiratória”.  Precauções ao entrar na água [LEIA_TAMBEM]Como medida preventiva, é preciso observar a aparência da água antes de entrar. É melhor evitar o banho se ela estiver turva, esverdeada, com muito material suspenso ou depositado no fundo da piscina, com sujidade nas bordas e um cheiro intenso de cloro.  A Diretoria de Vigilância Sanitária em Saúde tem por atribuição fiscalizar todos os estabelecimentos que possuam piscina, tanto por demanda da população quanto dos órgãos de controle e licenciamento, seja em operações de rotina. Caso o cidadão encontre irregularidades, pode acionar a Ouvidoria do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do ParticipaDF, ligando para a Central 162 ou ir presencialmente aos órgãos governamentais. A Divisa fica no prédio da Subsecretaria de Vigilância à Saúde (EQS 712/912, Bloco D, Asa Sul).    *Com informações da Secretaria de Saúde          

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Moto com quase R$ 300 mil em débitos e 819 infrações é retirada de circulação

Na tarde desta sexta-feira (13), dois agentes de trânsito rodoviário do Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) foram acionados pelo Centro de Controle Operacional (CCO) para atender a um sinistro com vítimas no Km 21 da DF-003 (Epia), sentido sul, próximo à Candangolândia. A ocorrência envolveu um carro e uma motocicleta. Motocicleta tinha licenciamento vencido desde 2008, além de diversas outras infrações acumuladas | Foto: Divulgação/DER-DF No local, durante as consultas de praxe, os agentes constataram que a motocicleta vermelha Yamaha, com placa de Timon (MA), estava com o licenciamento vencido desde 2008 e acumulava pendências financeiras superiores a R$ 297 mil, referentes a tributos, encargos e, principalmente, 819 autos de infração. Entre as infrações registradas estão excesso de velocidade (até 20% e 50% acima do limite permitido), avanço de sinal vermelho, circulação em acostamento e em faixas exclusivas. Além dessas irregularidades, o condutor não possuía Carteira Nacional de Habilitação (CNH), agravando o risco à segurança viária. [LEIA_TAMBEM]O motociclista recebeu os primeiros socorros no local do acidente e, devido a um ferimento na perna, foi encaminhado ao Hospital de Base, com apoio do Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu) e do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF). A motocicleta foi removida ao depósito. O caso evidencia como a condução sem habilitação, aliada ao descumprimento reiterado das normas de trânsito, potencializa acidentes e coloca em risco não apenas o condutor, mas também pedestres e outros motoristas. A fiscalização é importante para identificar e retirar de circulação veículos e condutores que representam ameaça à segurança nas vias do Distrito Federal.   *Com informações do DER-DF  

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Drones reforçam alcance do monitoramento da segurança ampliam resposta integrada durante o Carnaval

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Territórios Folia 2026: embarque na programação popular

Os Territórios Folia são a cara do Carnaval de Brasília. Trata-se de espaços idealizados pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), em parceria com a Associação Artise, para reunir múltiplas atrações, ampliando o acesso dos foliões e garantindo uma programação diversa, organizada e segura. A iniciativa conta com investimento de R$ 10 milhões. Público poderá se divertir em três espaços distintos demarcados pelos Territórios Folia | Fotos: Maria Aquino/Secec-DF Neste ano, os territórios são Gran Folia 2026, na Esplanada dos Ministérios, Quadrante 2; a Plataforma Monumental, no Museu Nacional da República; e o Setor Carnavalesco Sul/Circuito Brasília em Folia, no Setor Comercial Sul (SCS), nas vias das quadras 5 e 3 e na Via S2. São áreas de fácil acesso para brincantes de todo o DF, pelas linhas de ônibus ou pelo metrô.  “É uma grande economia que gira a partir do território, otimizando recursos e permitindo que blocos que não foram contemplados com recursos públicos saiam na rua. A nossa ideia é essa: fomentar blocos novos, criar público e fazer com que o Carnaval da cidade cresça todos os anos” Rafael Reis, coordenador do Setor Carnavalesco Sul “Os Territórios Folia traduzem a nossa visão de política cultural: uma cultura que ocupa a cidade, gera pertencimento e movimenta a economia local”, afirma o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes. “Ao organizar esses espaços, ampliamos o acesso ao Carnaval, fortalecemos blocos, garantimos segurança e criamos oportunidades de trabalho e renda. É uma festa pensada para as pessoas, para que todos possam viver o Carnaval de Brasília como um direito, com diversidade, acolhimento e respeito à cidade.” Na mesma linha, o coordenador do Setor Carnavalesco Sul, Rafael Reis, avalia: “É uma grande economia que gira a partir do território, otimizando recursos e permitindo que blocos que não foram contemplados com recursos públicos saiam na rua. A nossa ideia é essa: fomentar blocos novos, criar público e fazer com que o Carnaval da cidade cresça todos os anos”.  Centro de Brasília  Próximo à Rodoviária do Plano Piloto, o Gran Folia também terá uma grande concentração de energia carnavalesca.“O diferencial desse circuito é que ele é feito totalmente por trios elétricos”, assinala o coordenador do Gran Folia, Jean Costa. “As pessoas podem brincar à vontade. A segurança é garantida pela entrada com revista. É uma grande entrega para a sociedade, pois geramos emprego e renda.  O território também conta com espaço de acessibilidade para PcD [pessoas com deficiência], para todo mundo poder brincar com conforto”. [LEIA_TAMBEM]Por sua vez, o Carnaval Monumental reúne blocos que já são memória afetiva para muitos foliões do DF. Ao todo, serão seis agremiações, ao longo dos quatro dias de carnaval, como os blocos das Montadas e Na Batida do Morro.  O coordenador-geral do DF Folia, Dorival Brandão, enfatiza: “Os Territórios Folia são uma estratégia estruturante para o Carnaval do Distrito Federal. A proximidade entre os três territórios permite circulação a pé, amplia as opções para o folião e fortalece tanto a mobilidade urbana quanto a estratégia de segurança pública. É uma política que diversifica a programação, amplia o acesso e consolida o Carnaval como direito à cidade e instrumento de desenvolvimento cultural e econômico”. Confira abaixo a programação. PLATAFORMA CARNAVAL MONUMENTAL    Sábado (14) 16h - Concentração 17h - Banda da Baratinha  18h30 - Banda Asé Dúdú 20h30 - Orquestra Galinho de Brasília  22h30 - Banda Baratona  Domingo (15) 16h - Bloco dos Raparigueiros  Segunda-feira (16) 16h - Concentração  17h - Banda Batucada dos Raparigueiros  18h30 - Banda Podre do Pacotão  20h30 - Banda Mamãe Taguá  22h30 - Orquestra Popular Menino de Ceilândia    Terça-feira (17) 19h - Bloco Pacotão    PLATAFORMA CARNAVAL MONUMENTAL    Sábado  13h às 21h – Bloco do Amor   Domingo  13h às 21h – Bloco das Montadas   Segunda-feira  13h às 19h – Bloco Na Batida do Morro 19h às 21h – Bloco Baile Bregue   Terça-feira  13h às 16h – Bloco Nave Pirata 16h às 21h – As Leis de Gaga   SETOR CARNAVALESCO SUL Sábado  ► Palco Setor Carnavalesco Sul | SCS quadras 4/5 - em frente ao Museu Correios 14h às 15h30 - Bloco Trava no Glitter 16h às 18h30 – Folha Seca 19h às 20h – Vassourinhas convida Orquestra Marafreboi 20h30 às 22h – Martinha do Coco e a Grande Roda   ► Palco Diversidade | SCS Quadra 1 - estacionamento em frente ao Morro Vermelho 14h às 15h – Pagodão Delas/ Samba Flores 15h às 16h30 – Pagodão Delas/Elas que Toquem 17h às 18h – É de Nãnan 18h30 às 20h – Bloco Na Baladêra 20h30 às 22h – Macetada   ► Aparelhagem  SCS Quadra 3 - estacionamento em frente ao prédio da Oi 14h às 19h – Bloco Rainha de Corpas 19h às 22h – Bloco de Vênus convida Miss Tacacá   ► Cortejos S2 | Via S2 14h às 18h30 – Vassourinhas 18h30 às 19h – Batukenjé   Domingo  ► Palco Setor Carnavalesco Sul | SCS quadras 4/5 - em frente ao Museu Correios 14h às 15h30 – Bloco Praga de Baiano 16h às 20h – Bloco DEsMAIÔ (Edital) 20h30 às 22h – Palhaço Elétrico   ► Palco Diversidade | SCS Quadra 1 - estacionamento em frente ao Morro Vermelho 14h às 17h – Bloco Maria Fumaça convida Digital Dub 17h30 às 19h – Bloco System Safadow/Galinha Preta 19h30 às 22h – Bloco System Safadown   ► Aparelhagem | SCS Quadra 3 - estacionamento em frente ao prédio da Oi 15h30 às 17h – A-RAXXTA 17h30 às 22h – Bloco Maria Fumaça   ► Cortejos S2 | via S2 14h às 15h30 – Batuque da Oficina Percussiva Vivendo & Batucando 16h às 17h – Ventoinha de Canudo 16h30 às 17h30 – Maracatu do Boiadeiro Boi Brilhante 18h às 20h – Raízes Africanas   Segunda-feira ► Palco Setor Carnavalesco Sul | SCS quadras 4/5 - em frente ao Museu Correios 14h às 15h – Bloco Passo Largo 15h30 às 17h – Bloco Lambada da Serpente 17h30 às 19h30– Oxente Véi 20h30 às 22h – Bloco Bora Coisar convida Felipe Cordeiro   ► Palco Diversidade | SCS Quadra 1 - estacionamento em frente ao Morro Vermelho 14h às 17h – Bloco do afeto convida DJ Ipê 17h às 18h30 – Banda Rebu 18h30 às 20h – Bya Alves 20h às 22h – Trio Rebu   ► Aparelhagem | SCS Quadra 3 - estacionamento em frente ao prédio da Oi 15h30 às 17h30 – Distrito Sonoro 18h às 22h – Bloco do kLap   ► Cortejos S2 | Via S2 18h às 19h30 – Bateria das Escolas de Samba   Terça-feira  ► Palco Setor Carnavalesco Sul | SCS quadras 4/5 - em frente ao Museu Correios 15h às 15h30 – Meninos de Ceilândia 16h às 17h30 – Coisa de Pele 17h30 às 19h – Dudu 7Cordas 19h às 21h – Kris Maciel   ► Palco Diversidade | SCS Quadra 1 - estacionamento em frente ao Morro Vermelho 14h às 16h – Bloco B de Beyonce apresenta Abelha Rainha 16h30 às 22h – Bloco da Saly   ► Aparelhagem | SCS Quadra 3 - estacionamento em frente ao prédio da Oi 14h às 18h30 – Los Hijos 19h às 22h – Bloco das Braba   ► Cortejos S2 | Vvia S2 17h às 18h – Rataria Lunática.   *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa     

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Campanha durante o Carnaval chama a atenção para o uso consciente de água

Durante o período de Carnaval, a Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) realiza a campanha de conscientização “Água não é Confete” para reforçar a importância de os foliões aproveitarem os blocos de rua com responsabilidade e uso consciente dos recursos naturais. A iniciativa inclui divulgação de orientações práticas voltadas ao descarte correto de resíduos e ao consumo consciente nas redes sociais. A proposta é estimular pequenas atitudes que, adotadas coletivamente, geram impactos positivos para a cidade e para o meio ambiente. A campanha da Adasa é realizada nas redes sociais e presencialmente | Foto: Divulgação/Adasa [LEIA_TAMBEM]As postagens destacam atitudes simples e eficazes, como guardar o próprio lixo até encontrar o local adequado para descarte, evitar comprar fantasias novas e customizar roupas que você já possui, e optar por banhos rápidos após a folia. O objetivo é mostrar que é possível celebrar com alegria sem descuidar da preservação ambiental. Como parte das ações presenciais, a Adasa participará, no domingo (15), do bloco infantil Baratinha, no Parque da Cidade, a partir das 13h. Na ocasião, serão distribuídos copos reutilizáveis ao público, com o objetivo de reduzir o consumo de copos descartáveis e minimizar a geração de resíduos durante a festa, contribuindo para um Carnaval mais limpo e ambientalmente responsável. *Com informações da Adasa  

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Detran-DF realiza Operação Carnaval Seguro em Taguatinga

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou, na tarde desta sexta-feira (13), mais uma edição da Operação Carnaval Seguro 2026, desta vez em Taguatinga. A fiscalização ocorreu das 15h às 17h30, com apoio da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e teve como principal objetivo coibir a combinação de álcool e direção. Ao todo, foram realizadas 180 abordagens e aplicados 130 testes de etilômetro. Cinco condutores foram autuados por dirigir sob efeito de álcool. As equipes também flagraram seis inabilitados, cinco veículos com sistema de iluminação irregular, dois com película fora das normas, seis com escapamento alterado, dois com alteração de características e três por transporte de carga incompatível. Outras dez infrações foram registradas por motivos diversos. As ações de fiscalização seguem intensificadas ao longo do Carnaval, com foco na preservação de vidas e na segurança de condutores e pedestres. *Com informações do Detran-DF

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Ressaca ou intoxicação alcoólica? Saiba identificar sinais de alerta pós-Carnaval

Dor de cabeça, enjoo, fraqueza e sede intensa são sintomas comuns de quem exagera na bebida. Na maioria das vezes, a ressaca melhora com hidratação e repouso. No entanto, em algumas situações, o quadro pode evoluir para intoxicação alcoólica, uma condição grave que exige atendimento imediato. Durante o Carnaval, período marcado por longas horas de festa, altas temperaturas, alimentação irregular e mistura de álcool com bebidas energéticas, o número de atendimentos relacionados ao consumo excessivo costuma aumentar nas emergências. “Recebemos muitos pacientes que, após a associação do álcool a outras substâncias, como drogas, chegam desacordados e desidratados,”, explica a enfermeira e gerente da UPA do Recanto das Emas, Idê Ingrid Rodrigues Borges. "O consumo excessivo pode provocar rebaixamento do nível de consciência, vômitos e alterações na pressão arterial" Idê Ingrid Rodrigues Borges, gerente da UPA do Recanto das Emas Segundo a profissional do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), também são frequentes atendimentos decorrentes de quedas, brigas e acidentes que poderiam ser evitados. “O consumo excessivo pode provocar rebaixamento do nível de consciência, vômitos e alterações na pressão arterial. Pessoas com doenças como diabetes e hipertensão podem descompensar e chegar em estado mais grave à unidade.” O que é ressaca e quando deixa de ser “normal”? A diferença entre uma ressaca comum e um quadro mais grave está, principalmente, na intensidade dos sintomas. A ressaca é a resposta do organismo ao consumo exagerado de álcool: o fígado trabalha para metabolizar a substância enquanto o corpo sofre com desidratação, queda dos níveis de açúcar no sangue e irritação do estômago. Em casos de ressaca leve, o conselho é  beber bastante água, água de coco ou soro de reidratação, manter alimentação leve e descansar | Foto: Divulgação/IgesDF Quando o quadro é leve, algumas medidas ajudam na recuperação: beber bastante água, consumir líquidos como água de coco ou soro de reidratação, manter alimentação leve com frutas e alimentos de fácil digestão e descansar adequadamente. Essas atitudes costumam ser suficientes para aliviar os sintomas ao longo do dia. Por outro lado, é importante evitar práticas que podem agravar o problema. Recorrer a “remédios milagrosos”, tomar anti-inflamatórios com o estômago vazio (o que pode causar gastrite e até sangramento) ou ingerir mais álcool para “curar” a ressaca são erros comuns. Também não é recomendado utilizar medicamentos sem orientação profissional. O sinal de alerta aparece quando os sintomas ultrapassam o desconforto esperado. Vômitos persistentes, sonolência profunda ou dificuldade para acordar, confusão mental, desmaio, respiração lenta ou irregular, pele fria ou arroxeada e convulsões podem indicar intoxicação alcoólica. Nesses casos, há risco de coma alcoólico, uma emergência médica que pode levar à morte se não houver intervenção rápida. Para a analista administrativa Ieda Soares, que se prepara todos os anos para curtir a folia, cuidar da saúde faz diferença. “A primeira coisa que eu penso é na hidratação. Sempre sigo a orientação de me alimentar bem e intercalar bebida com água. Eu amo o Carnaval, mas o mais importante é aproveitar com responsabilidade e fazer boas amizades.” Álcool com energético aumenta os riscos Energéticos contêm cafeína e outras substâncias estimulantes que reduzem a sensação de sono e mascaram os efeitos da embriaguez Outro fator que merece atenção é a combinação de álcool com energético, bastante comum nas festas. Essa mistura pode aumentar os perigos porque os energéticos contêm cafeína e outras substâncias estimulantes que reduzem a sensação de sono e mascaram os efeitos da embriaguez. Com isso, a pessoa se sente mais alerta do que realmente está e pode consumir ainda mais álcool. Esse “falso estado de lucidez” favorece intoxicação alcoólica, desidratação grave, arritmias cardíacas e comportamentos de risco.  Para Idê Ingrid, existe o mito de que basta deixar a pessoa dormir para melhorar. Em casos leves, o repouso ajuda. No entanto, diante de sinais de alerta, dormir pode ser perigoso. “A pessoa pode evoluir para depressão respiratória, apresentar lentificação da respiração ou até parada respiratória sem que ninguém perceba”, alerta. Por isso, se houver dificuldade para acordar ou alterações no padrão respiratório, é fundamental procurar atendimento imediatamente. *Com informações do IgesDF  

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Vigilância Sanitária capacita ambulantes para o Carnaval

Enquanto a maioria das pessoas enxerga os blocos de Carnaval como momentos de lazer, Samara Paixão vê como uma possibilidade de ampliar a renda. O plano é vender cerveja e churrasco em todos os dias de festa na Esplanada dos Ministérios. Para garantir que tudo corra com tranquilidade, ela foi uma das mais de 150 pessoas que participaram nesta sexta-feira (13) de encontros com representantes da Diretoria de Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde (SES-DF), realizados na sede do Detran DF. "É um dinheirinho extra que a gente está tentando arrecadar. E eu acho bom estarem orientando as pessoas", elogia Paixão. O objetivo das reuniões foi, por meio de fotos e de exemplos práticos, apresentar boas práticas e explicar quais aspectos serão cobrados em caso de fiscalização. Foram abordados detalhes como não deixar isopor com bebidas no chão, manter alimentos e produtos de limpeza separados, a importância de o gelo ser preparado com água potável e a proibição de venda de bebidas sem comprovação de origem, sem lacre ou sem rótulo adequado, entre outros aspectos. Mais de 150 pessoas que participaram de encontros com representantes da Diretoria de Vigilância Sanitária da Secretaria de Saúde (SES-DF), realizados na sede do Detran DF | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF  A gerente de alimentos da Diretoria de Vigilância Sanitária da SES-DF, Dillian Silva, mostrou fotos e citou exemplos para tornar a explicação clara aos ambulantes. "Estamos fazendo aqui ação de prevenção de riscos à saúde. Preferimos fazer esse trabalho preventivo do que chegar a um evento e precisar tomar medidas administrativas mais fortes, como interdição ou apreensão de produtos", afirma. Ela ressalta que o objetivo principal é preservar a saúde da população. "Nossa intenção é qualificar o trabalho deles, para tentar garantir que o produto que eles estejam comercializando seja de melhor qualidade", acrescenta. Entre pré-Carnaval e Carnaval, a Diretoria de Vigilância Sanitária planeja fiscalizar mais de 170 eventos ao longo do mês de fevereiro. Os auditores verificam o comércio de comidas e bebidas, além de estruturas dos postos médicos e das ambulâncias — considerando as rotas de fuga para os serviços de urgência e emergência — e a disponibilidade de banheiros químicos, de acordo com a quantidade de foliões. Entre os principais focos estão coibir a venda de produtos irregulares, como cigarros eletrônicos e bebidas alcoólicas falsificadas, alteradas e sem procedência conhecida.   *Com informações da SES-DF

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Detran-DF realiza Operação Carnaval Seguro em Taguatinga

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