DF Folia 2026 espalha o Carnaval por todo o Distrito Federal com programação diversa e descentralizada
O Carnaval do Distrito Federal em 2026 promete agitar os foliões. De 13 de fevereiro a 1º de março, o DF Folia leva mais de duas semanas de programação gratuita para ruas, praças, parques e grandes áreas públicas, reunindo blocos tradicionais, festas populares, atrações infantis, eventos voltados à diversidade e grandes circuitos carnavalescos no Plano Piloto e nas regiões administrativas. A abertura oficial ocorre na sexta-feira (13), com a Charanga da Alegria, em Taguatinga, e o System Safadown, no Setor Comercial Sul. A partir de sábado (14), o DF entra de vez no ritmo do Carnaval, com programação intensa e simultânea em diferentes pontos do território. No Plano Piloto, a Esplanada dos Ministérios recebe o Gran Folia 2026, de sábado a terça-feira (14 a 17), sempre das 16h à 1h. No mesmo período, o Setor Carnavalesco Sul consolida-se como um dos principais polos da festa, com programação diária das 10h às 22h, reunindo blocos de diferentes estilos e públicos. O Museu Nacional da República também se transforma em palco fixo da folia, com a Plataforma Monumental e blocos como Bloco do Amor e Bloco das Montadas. De 13 de fevereiro a 1º de março, o DF Folia leva mais de duas semanas de programação gratuita para ruas, praças, parques e grandes áreas públicas | Foto: Divulgação/Secec-DF A programação contempla famílias e crianças, com blocos infantis como Baratinha, Eminha Kids e Grien – Pintinho de Brasília. Jovens e adultos encontram desde o samba e o pagode até o rock, o eletrônico e fusões contemporâneas, com blocos como Pacotão, Aparelhinho, Bloco do Rock – Quaresmada, T.H.C. (Techno, House e Carnaval) e Filhos de Guetta. A descentralização é uma das marcas do DF Folia 2026. Ceilândia, Taguatinga, Planaltina, Samambaia, Águas Claras, Gama, São Sebastião, Sobradinho, Riacho Fundo, Recanto das Emas, Fercal, Estrutural e Jardim Botânico estão entre as regiões que recebem atrações ao longo do Carnaval e no período de ressaca, garantindo acesso à festa perto de casa e fortalecendo a cultura local. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa, Claudio Abrantes, o DF Folia reflete uma escolha política de ampliar o acesso à cultura e valorizar quem constrói o Carnaval nas cidades. “O DF Folia é, antes de tudo, um Carnaval feito pelas pessoas e para as pessoas. Quando a festa ocupa o centro e as cidades, quando chega aos parques e às praças do DF, a gente reafirma a cultura como um direito e como um espaço de encontro, de trabalho e de geração de renda para milhares de famílias”, afirma. Além do impacto cultural, o evento movimenta a economia criativa, gera empregos temporários e fortalece cadeias como a música, a produção cultural, o comércio local e os serviços. Blocos tradicionais dividem espaço com novas iniciativas, muitas delas organizadas por coletivos comunitários, grupos culturais independentes e artistas locais. A programação segue até o início de março, com blocos de ressaca e eventos especiais nos fins de semana seguintes ao Carnaval oficial. Toda a agenda é gratuita e está sujeita a alterações por motivos técnicos, operacionais ou de força maior. Com diversidade de estilos, públicos e territórios, o DF Folia 2026 reafirma o Carnaval de Brasília como uma festa plural, democrática e cada vez mais presente no cotidiano da cidade. A programação contempla famílias e crianças, com blocos infantis como Baratinha, Eminha Kids e Grien – Pintinho de Brasília | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Confira a programação completa do DF Folia 2026 A programação está sujeita a alterações por motivos técnicos, operacionais ou de força maior. Sexta (13) → Charanga da Alegria: 14h às 19h30 – Setor QI, Taguatinga → System Safadown: 15h às 22h – Setor Comercial Sul, Setor Carnavalesco Sul, Plano Piloto De 14 a 17 → Gran Folia 2026: 16h às 1h – Esplanada dos Ministérios, Quadrante 2, Plano Piloto → Plataforma Monumental: 13h às 21h – Museu Nacional da República, Setor Cultural da República, Plano Piloto → Setor Carnavalesco Sul/Circuito Brasília em Folia: 10h às 22h – Setor Comercial Sul, vias das quadras 5 e 3 e Via S2, Plano Piloto → Parque Folia Kids: 15h às 20h – Estacionamento 5, Parque da Cidade, Plano Piloto → Bloco Pagodão Delas: 19h às 22h – Setor Comercial Sul, Plano Piloto Sábado (14) → Bloco Guardiões do Samba: 18h às 3h – Praça do Gaguinho, Bairro São José, São Sebastião → Bloco Carnaflow: 10h às 23h – Praça do Cidadão, Ceilândia Norte → Bloco Mamãe Taguá 2026: 12h às 20h – Estacionamento do Centro Cultural do Taguaparque, Taguatinga → Bloco do Rock/ Quaresmada: 15h às 22h – Galeria dos Estados, Eixão Sul, Plano Piloto → Bloco Brincantes do Gama: 16h às 21h – Praça Lourival Bandeira, Gama → Bloco do Amor: 12h às 20h – Museu Nacional da República, Setor Cultural Sul, Plano Piloto → Bloco Na Batida do Morro: 13h às 19h – Setor Comercial Sul, Quadra 4, Plano Piloto → Bloco Vassourinhas de Brasília: 15h às 19h – SCTS Lote 1, Plano Piloto (concentração em frente ao Sesi Lab) → Aparelhinho: 11h às 19h – concentração na Fonte da Torre de TV, percurso pelo Eixo Monumental e encerramento atrás do Conic, Plano Piloto →Unidos do Recanto: horário a definir - av. Recanto das Emas, estacionamento público em frente ao shopping → Aparelhinho: 9h às 23h59 – Av. Recanto das Emas, Quadra 103, estacionamento público em frente ao shopping, Recanto das Emas → Rebu o Bloco/Bloco Sapatão: 14h às 22h – Setor Bancário Sul, estacionamento ao fundo do edifício sede do Banco do Brasil, Plano Piloto → Sorriso da Rua: 9h às 13h – Estacionamento do Estádio Augustinho Lima, Sobradinho → Bloco Baile da Piki: 14h às 22h – Rua do Lazer, Águas Claras → Bloco Saly: 17h às 22h – Setor Comercial Sul, Plano Piloto [LEIA_TAMBEM]Domingo (15) → Grito Carnaval Bloco Menino de Ceilândia: 11h às 17h – EQNM 1/3, Via NM 1, em frente ao Shopping Popular, Ceilândia → Bloco Baratinha 2026/A Criança Longe das Drogas: 13h às 20h – Estacionamento 12 do Parque da Cidade Dona Sarah Kubitschek, Plano Piloto → Charrete: 12h às 20h – Praça Zé Ramalho, Acampamento Rabelo, Vila Planalto, Plano Piloto → Seca Pimenteira: 15h às 22h – Avenida Ponte Alta, Quadra 603, Casa 16, Riacho Fundo II → Bloco dos Raparigueiros 2026: 16h à meia-noite – Esplanada dos Ministérios, Plano Piloto → Bloco da Toca: 16h às 22h – Rua do Lazer, Avenida Boulevard Norte, esquina com a Avenida Parque de Águas Claras, Águas Claras → Bloco Afro Àsè Dúdú: 16h às 23h – Taguaparque, Estacionamento 2, em frente ao Centro Cultural, Taguatinga → Bloco das 11: 17h às 23h59 – Avenida Comercial, Quadra 4, Setor Leste, Estrutural (SCIA) → Bloco das Montadas: 13h às 21h – Museu Nacional da República, Setor Cultural da República, Plano Piloto → Bloco dos Artistas: 15h às 19h – Parque de Águas Claras, às margens da Avenida Parque, Águas Claras → Bloco Carnapati: 10h às 18h – Setor Bancário Sul, Quadra 1, estacionamento ao fundo do Edifício-Sede do Banco do Brasil, Plano Piloto → Bloco Desmaiô: 10h às 20h – Galeria dos Estados, entre SCS e SBS, Plano Piloto → Eu Acho é Pouco: 16h às 00h – Quadra 32, Lote 11, Praça do Gaguinho, Bairro São José, São Sebastião → Eminha Kids: 9h às 14h – Quadra 300, Praça da Bíblia, Recanto das Emas (também no dia 16) → Bloco de Pífanos Ventoinha de Canudo: 16h às 22h – atrás da comercial da 201 Norte, rumo ao túnel da tesourinha da 201/202 Norte, Plano Piloto (também no dia 17) Dia 16 → Bloco Deficiente é a Mãe: 13h às 18h – Praça Central da Feira da Torre de TV, Plano Piloto → Bloco Baratona 2026: 13h às 20h – Estacionamento 12 do Parque da Cidade, Plano Piloto → Bloco Galinho de Brasília: 15h às 21h – Setor de Autarquias Sul, Estacionamento Matrix da Caixa, Plano Piloto → Bloquinho da Barriguda: 12h às 22h – Setor Residencial Leste, Buritis, Quadra 1, ao lado do campo sintético, Planaltina → Concentra Mas Não Sai: 16h às 23h – SCES, Trecho 3, Conjunto 6, estacionamento do Minas Brasília Tênis Clube, Plano Piloto → Bloco Só Contatinho: 14h às 18h – SHCES Quadra 609 AE, estacionamento do Ginásio do Cruzeiro, Cruzeiro → Grien (Grêmio Recreativo Infantil da Expressão Nordestina)/ Pintinho de Brasília: 9h às 14h – SAS Quadra 3/4, atrás da matriz da Caixa Econômica Federal, Plano Piloto → Pintinho de Brasília: 9h às 14h - SAS Quadra 3/4, atrás da matriz da Caixa Econômica Federal → Bloco Vem Kem Ker: 17h à meia-noite – Avenida Central, Quadra 1, Conjunto 1, Setor Leste, Estrutural (SCIA) → Bloco Ledsbora: 15h às 22h – Setor Bancário Sul, Quadra 1, estacionamento do Edifício Luiza, Plano Piloto → Bloco Brilho Cor e Som: 14h às 22h – Rua do Lazer, Águas Claras Dia 17 → Bloco do Porão: 13h às 20h – Arena Conic, Setor de Diversões Sul, Plano Piloto → Bloco H Zeiros: 14h às 22h – AE 3, Praça Central do Riacho Fundo → Carna Rock 2026: 15h às 21h – Rua 15 de Novembro, Planaltina → Carnasarau: 17h às 23h – Praça da Bíblia, QNP 19, Área Especial, Ceilândia Norte → Bloco do Seu Júlio: 14h às 20h – Parque de Exposições de Planaltina, Vila Nossa Senhora de Fátima, Planaltina → Carnafercal: 14h às 20h – Galpão da Feira Permanente da Fercal, Setor Engenho Velho, Fercal → Du Nada um Samba: 15h às 22h – Estação do Metrô do Guará → Bloco T.H.C (Techno, House e Carnaval): 15h às 22h – Setor Bancário Sul, Quadra 1, estacionamento do Bloco G, atrás do Edifício Luiza, Plano Piloto → Groove do Bem 2026: 16h às 23h – Taguaparque, Estacionamento 2, em frente ao Centro Cultural, Taguatinga → Bloco Pacotão 2026: 12h às 20h – Concentração na 302 Norte, com trajeto pela contramão da W3, sentido Gran Folia, Plano Piloto → Carnaguariba/ 7ª edição: 15h às 22h – EQNN 18/20, Guariroba, Ceilândia Sul Dia 21 → Bloco Maria Vai Casoutras: 13h às 21h – Estacionamento Ana Lídia, Parque da Cidade, Plano Piloto → Bloco Calango Alternativo/ edição Rolê da Quebrada e da Diversidade: 14h às 23h – Corredor ao lado da Home Center Castelo Forte e Caesb, QN 302, Conjunto 8, Samambaia Sul → Bloco Joaninha 2026: 12h às 20h – estacionamento do Centro Cultural do Taguaparque, Taguatinga → Bloco Ressaca do Carnaval de Brasília: 16h à meia-noite – Núcleo Bandeirante Dia 22 → Bloco Manga Botânica: 14h às 22h – Parque Vivencial do Jardim Botânico III, Jardim Botânico → Choro no Eixo com Márcio Marinho e convidados: 9h às 17h – Eixão, altura da 7 Norte, Plano Piloto Dia 28 → Samba Quente: 18h à meia-noite – Quadra 1, Lote 22/23, estacionamento em frente à Administração Regional, Água Quente → Canteiro do Samba/A Maratona da Ressaca (Carnaval 2026): 16h às 4h – Setor Bancário Sul, Quadra 2, Plano Piloto 1º de março → Bloco Carnaval Delas: 15h às 22h – Praça São Sebastião, Setor Tradicional, Planaltina → Carnaflash: 16h às 22h30 – Praça da Bíblia, Setor P, QNP 19E, Ceilândia → Filhos de Guetta: 15h às 22h – Galeria dos Estados, SBS Quadra 2, Loja 46, Asa Sul, Plano Piloto. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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Som alto no Carnaval pode causar perda auditiva
O zumbido após um ou mais dias de folia não deve ser encarado como algo normal se persistir. A sensação de ouvido tampado, audição abafada ou dificuldade para entender o que as pessoas falam pode indicar que houve agressão às partes internas do ouvido responsáveis pela audição. Durante o Carnaval, trios elétricos e caixas de som podem ultrapassar níveis seguros de ruído, com risco de danos temporários ou permanentes. Médico otorrinolaringologista do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade gerida pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), João Henrique Zanotelli explica que existem dois tipos principais de lesão relacionados ao excesso de ruído. “O trauma acústico agudo acontece após uma exposição intensa em curto período, como ficar muito próximo a uma caixa de som. A pessoa pode perceber a audição ‘abafada’ e apresentar chiado ou zumbido. Em alguns casos é temporário, mas nem sempre. Já a exposição repetida e prolongada pode levar à perda auditiva progressiva e irreversível, porque as células da audição não se regeneram”, explica. Segundo o especialista, uma orientação simples para saber se o volume está perigoso é observar se é preciso gritar para conversar com alguém ao lado. “Se você precisa elevar muito a voz para ser ouvido, o ambiente provavelmente está acima do nível seguro. Como referência, exposições a 90 decibéis não deveriam ultrapassar quatro horas por dia. Já a 100 decibéis, o tempo seguro cai para cerca de uma hora, e perto de trios elétricos o volume pode ser ainda maior”, alerta. “Quanto maior a intensidade do som, menor é o tempo seguro de exposição.” Durante o Carnaval, trios elétricos e caixas de som podem ultrapassar níveis seguros de ruído, com risco de danos temporários ou permanentes | Foto: Divulgação/IgesDF Medidas simples fazem diferença A fonoaudióloga do HBDF Thaynara dos Santos, profissional que atua diretamente na prevenção e no cuidado com a audição, reforça que os sintomas iniciais não devem ser banalizados. “Zumbido, sensação de ouvido tampado, sensibilidade aumentada aos sons e dificuldade para entender a fala indicam que as células auditivas sofreram fadiga. Exposições frequentes podem causar perda auditiva causada pelo ruído excessivo, além de zumbido crônico e dificuldade permanente para compreender fala, principalmente em ambientes ruidosos”, afirma. Ela orienta que atitudes simples podem reduzir os riscos, como manter distância das caixas de som e dos trios elétricos, evitar permanecer por muitas horas seguidas no mesmo ponto e fazer pausas em ambientes silenciosos. Alternar dias de maior exposição com períodos de descanso também é recomendado. O advogado Paullo Inácio, de 36 anos, admite que nunca deu muita atenção ao tema. “Não costumo me preocupar com os riscos do som alto durante o Carnaval. O único cuidado que tomo é ficar longe das caixas de som”, conta. Ele relata que já sentiu zumbido após eventos e que, nesses casos, procura apenas um local silencioso até melhorar. Descansar os ouvidos ajuda, mas especialistas alertam que a repetição dessas situações aumenta o risco de dano definitivo. Uma das formas mais eficazes de prevenção é o uso de protetores auriculares, que são acessíveis, discretos e não impedem a diversão. “Os protetores podem reduzir o som que chega ao ouvido entre 15 e 35 decibéis, dependendo do modelo. Há opções simples vendidas em farmácias e lojas de material de construção. A pessoa continua curtindo a música, mas com menor risco de lesão”, orienta Thaynara. Crianças, idosos e pessoas que já apresentam perda auditiva precisam de cuidado especial. O sistema auditivo infantil ainda está em desenvolvimento, o que aumenta a vulnerabilidade ao dano. A recomendação é evitar proximidade das caixas de som e utilizar protetores adequados para a idade. Já idosos e pessoas com queixas auditivas devem limitar o tempo de exposição e reforçar a proteção. Quando procurar atendimento médico? O otorrinolaringologista João Henrique Zanotelli alerta que alguns sintomas indicam necessidade de avaliação, principalmente se não houver melhora após ficar em um local silencioso e dar um descanso para os ouvidos. É importante buscar atendimento se houver: - zumbido persistente por mais de 24 a 48 horas; - dor no ouvido; - sensação contínua de ouvido tampado ou audição reduzida; - tontura ou outros sintomas associados. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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No Carnaval, prevenção também faz parte da festa
Carnaval é tempo de alegria, bloquinhos e muita gente nas ruas, mas também é um período em que aumentam os casos de mal-estar causados por desidratação e intoxicação alimentar. O calor intenso, o consumo de bebidas alcoólicas e a alimentação improvisada ao longo do dia formam uma combinação que pode transformar a festa em caso de emergência. Especialistas recomendam investir em alimentação saudável e reforçar a hidratação no período da folia | Foto: Divulgação/IgesDF Ana Cecília Nunes, chefe do Serviço de Nutrição do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), lembra que quem vai brincar deve encarar a folia como uma atividade que exige preparo e atenção à saúde. “O calor intenso e o esforço físico elevam a temperatura corporal, tornando o organismo mais suscetível à desidratação”, atenta. “Por isso, beber água regularmente é indispensável para evitar complicações.” Com exposição prolongada ao sol, esforço físico e longas horas em pé, o corpo perde líquidos mais rapidamente e fica mais vulnerável. Os cuidados valem para todos, mas devem ser ainda maiores no caso de crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas. Olho vivo Manter a hidratação ao longo do dia é essencial para evitar sintomas como tontura, dor de cabeça e até desmaios. A recomendação é priorizar sempre a água, podendo intercalar com água de coco ou sucos naturais, que auxiliam na reposição de minerais perdidos pelo suor. “Não adianta se cuidar por um lado e se desproteger de outro” Tazio Vannim, médico infectologista do Hospital de Base Para quem optar por consumir bebidas alcoólicas, vale uma regra simples: beber um copo de água entre um drinque e outro. Isso porque o álcool contribui para a desidratação e pode mascarar sinais de cansaço extremo, aumentando o risco de mal-estar. Os principais sintomas de desidratação incluem sede intensa, boca seca, urina escura, tontura e fraqueza. Já a intoxicação alimentar pode causar náuseas, vômitos, diarreia, dor abdominal e febre. Em casos de agravamento, especialmente em crianças, idosos e pessoas com doenças crônicas, a orientação é procurar uma unidade de saúde. Comida de rua Sair de casa sem se alimentar e passar horas pulando nos bloquinhos pode causar mal-estar, fraqueza e indisposição. Antes de iniciar a programação, o ideal é fazer uma refeição equilibrada, com carboidratos, proteínas e gorduras boas, garantindo saciedade e mais disposição durante o dia. O mais indicado é consumir frutas e manter a ingestão de líquidos. Lanches leves e de fácil digestão ajudam a repor energia sem sobrecarregar o organismo. Mesmo petiscos simples podem causar intoxicação alimentar se não estiverem armazenados ou preparados corretamente, por isso também se recomenda atenção à alimentação de rua. [LEIA_TAMBEM]Para reduzir os riscos, é importante observar as condições de higiene do local e como o alimento está sendo produzido, bem como se os produtos estão protegidos da luz solar e se a pessoa manuseia dinheiro separado da comida. Priorize vendedores de confiança e evite produtos que estragam facilmente, como os preparados com maionese, molhos e produtos que precisam de refrigeração constante. Prevenção Além dos cuidados com alimentação e hidratação, especialistas reforçam a importância da prevenção contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). O uso de preservativo deve ser indispensável, principalmente em períodos festivos, quando aumentam os encontros casuais. “Não adianta se cuidar por um lado e se desproteger de outro”, aponta o médico infectologista Tazio Vannim, do Hospital de Base." Com cuidados redobrados, é possível curtir a folia com segurança e garantir que as lembranças do Carnaval sejam apenas de alegria.” *Com informações do IgesDF
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Fevereiro Roxo: campanha mobiliza cuidados sobre doenças crônicas
Neste mês, a campanha Fevereiro Roxo convida a população a olhar com mais atenção para o lúpus, a fibromialgia e a doença de Alzheimer. Como forma de alertar sobre a importância do diagnóstico precoce, do tratamento contínuo e do autocuidado, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) reforça a necessidade de buscar orientação médica ao perceber os primeiros sinais. O lema deste ano é “Se não houver cura, que no mínimo haja conforto". Embora sejam doenças incuráveis, é possível que o paciente tenha qualidade de vida. O acompanhamento começa nas unidades básicas de saúde (UBSs), com encaminhamento para serviços especializados quando necessário. O Lúpus pode ocorrer em pessoas de qualquer idade e etnia, porém é prevalente em mulheres, principalmente na faixa etária entre 20 e 45 anos | Imagem: Freepik Lúpus Doença inflamatória autoimune, o Lúpus Eritematoso Sistêmico (LES ou apenas lúpus) ocorre quando o sistema imunológico ataca, por engano, tecidos saudáveis do corpo. Pode se manifestar de forma cutânea, com manchas avermelhadas em áreas expostas ao sol, como rosto, colo e braços, ou sistêmica, quando órgãos internos são afetados. [LEIA_TAMBEM]De acordo com o reumatologista da SES-DF e referência no assunto Rodrigo Aires, a doença não tem causa única nem é contagiosa. “Existe uma combinação de fatores genéticos, hormonais, ambientais e imunológicos que contribuem para o desenvolvimento do lúpus, o que explica por que ele se apresenta de formas tão diferentes entre os pacientes”, afirma. Os sintomas mais comuns são fadiga intensa, dores articulares e musculares, febre, inflamações e alterações na pele. Sem controle desses sinais, a enfermidade pode comprometer rins, coração e sistema nervoso. “Embora não tenha cura, o tratamento adequado permite controlar a atividade do lúpus, prevenir complicações e garantir mais qualidade de vida”, enfatiza Aires. Secretaria de Saúde oferece diversas práticas integrativas gratuitas que podem auxiliar no tratamento da fibromialgia e controle da dor | Foto: Breno Esaki/Arquivo Agência Saúde DF Fibromialgia A fibromialgia é caracterizada por dor muscular generalizada e crônica, provocando fadiga, distúrbios do sono, ansiedade, alterações de memória, cansaço excessivo e depressão. Dados da Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR) indicam que cerca de 3% da população brasileira convivem com a síndrome, mais comum entre mulheres de 30 e 50 anos. O tratamento é individualizado e envolve medicamentos, atividade física e outras abordagens não medicamentosas. “O cuidado precisa ser multiprofissional e contínuo, com foco na redução da dor, melhora do sono e da funcionalidade”, explica o reumatologista. Na rede pública, um exemplo é o Grupo Supera Dor, da UBS 17 de Ceilândia, voltado a pessoas com dor crônica. A iniciativa trabalha o autocuidado e estratégias para melhorar a qualidade de vida. O residente em fisioterapia Gabriel Freitas Cândido destaca os benefícios da atividade coletiva: “As ações do grupo contribuem para o controle da dor, melhora da mobilidade e da funcionalidade, além de oferecer apoio psicossocial. Apresentamos ferramentas que possibilitem ao indivíduo manter a realização das atividades básicas de vida diária, mesmo na presença da dor, evitando a piora do quadro clínico." Tratamento do Alzheimer pode contribuir para a redução da evolução dos sintomas e proporcionar qualidade de vida | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Alzheimer Por sua vez, a doença de Alzheimer é um transtorno neurodegenerativo progressivo, marcado inicialmente pela perda de memória recente. De acordo com a Associação Brasileira de Alzheimer (Abraz), a condição é responsável por 60% a 70% dos casos de demência. Estimativas do Ministério da Saúde indicam que cerca de 1,2 milhão de brasileiros convivem com a enfermidade, muitos sem diagnóstico. Com a progressão do Alzheimer, surgem sintomas como perda de memória remota (do passado), irritabilidade, falhas na linguagem e dificuldade de orientação no tempo e no espaço. O diagnóstico baseia-se na avaliação clínica, em exames físicos e neurológicos e na análise das funções cognitivas. O tratamento adequado, iniciado precocemente, contribui para aliviar sintomas e estabilizar ou retardar a progressão da doença. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)
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Ampliação da nefrologia fortalece atendimento e reduz espera por diálise no DF
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Concurso avalia melhoria nos serviços prestados nas ouvidorias do DF
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2026
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Diagnóstico rápido e tratamento especializado fortalecem combate à leucemia no DF
Aos 30 anos, o consultor Alysson Borges ouviu uma notícia que muda qualquer vida: diagnóstico positivo para leucemia. O impacto foi imediato, mas a reação também veio com firmeza e esperança. “Quando recebi o diagnóstico, eu pensei: quero ficar curado. Vou enfrentar de cabeça erguida. Eu vou vencer. Você automaticamente fica triste. Ninguém quer passar por isso”, relembra. Os primeiros sintomas pareciam comuns: tosse persistente, febre alta, cansaço intenso e sonolência. Ao se alimentar, Alysson sentia como se algo estivesse entalado na garganta. “Parecia que eu estava sufocando”. A busca por atendimento o levou a uma Unidade Básica de Saúde (UBS). Lá foi feito o encaminhamento ao Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), onde faz o tratamento para Leucemia. Diagnóstico precoce pode salvar vidas A leucemia é um tipo de câncer que se origina na medula óssea, responsável pela produção das células do sangue. A doença ocorre quando células anormais passam a se multiplicar de forma desordenada, prejudicando a produção saudável do organismo. A leucemia é um tipo de câncer que se origina na medula óssea, responsável pela produção das células do sangue | Foto: Divulgação/IgesDF Segundo a chefe do Serviço de Hematologia do HBDF, Laura Ferraz, o quadro pode provocar anemia, sangramentos e infecções, o que exige atenção rápida. “Fadiga constante, palidez, infecções frequentes, febre recorrente, sangramentos espontâneos, manchas roxas sem causa aparente, dor nos ossos e falta de ar são sintomas que não devem ser ignorados. Nas leucemias agudas, os sinais costumam evoluir em poucos dias ou semanas. Já nas crônicas, podem surgir de forma mais lenta, ao longo de meses”, explica. Referência no tratamento de cânceres hematológicos na rede pública do Distrito Federal, o Hospital de Base concentra o diagnóstico e o cuidado desses pacientes, com atendimento especializado e equipe formada por diferentes profissionais da saúde. A gerente de operações do Centro de Infusão do HBDF, Larissa Dias, destaca que o fluxo é ágil e sem demora para iniciar o tratamento. “Hoje temos uma triagem sem fila de espera. O paciente chega com os exames, fecha o diagnóstico e já sai com o tratamento programado. Em média, são cerca de 15 dias entre o diagnóstico, a liberação das medicações e o início da terapia”, informa. Tratamento moderno e acompanhamento especializado Para Alysson, o maior desafio tem sido enfrentar as sessões de quimioterapia e radioterapia. “A quimioterapia é difícil, tem reações, é um processo pesado. Mas eu coloco na minha mente que aquela medicação é o que vai me curar. É o que vai me fazer ficar bem”, conta. Além da quimioterapia convencional, o Hospital de Base oferece medicamentos mais modernos, muitos com menos efeitos colaterais, e faz encaminhamento para transplante de medula óssea quando há indicação clínica. “Hoje temos respostas muito positivas aos tratamentos. É fundamental que o paciente mantenha o acompanhamento regular e confie na equipe”, reforça Larissa Dias. Atualmente em remissão, Alysson destaca o apoio recebido durante todo o processo. “A força não vem só de dentro. Vem da família, dos amigos, dos profissionais de saúde e até de outros pacientes. Sou muito grato ao IgesDF, ao Hospital de Base e ao SUS. Desde o início fui muito bem atendido. Tenho confiança de que vou vencer. É uma luta que a gente trava junto”, afirma. Campanha reforça conscientização e orienta população Este mês é marcado pela campanha Fevereiro Laranja, dedicada à conscientização sobre a leucemia e à importância do diagnóstico precoce. A mobilização busca informar a população sobre sinais de alerta, incentivar a doação de medula óssea e reforçar que o tratamento está disponível gratuitamente na rede pública. A porta de entrada para o cuidado começa na rede básica de saúde. Ao identificar sintomas como anemia, fraqueza e palidez, a UBS solicita exames iniciais e, diante de suspeita, encaminha o paciente ao Serviço de Hematologia do Hospital de Base. A campanha também reforça a importância do cadastro como doador de medula óssea, que pode salvar vidas e ampliar as chances de cura de pacientes que precisam de transplante. “Neste Fevereiro Laranja, a principal mensagem é que informação salva vidas. O IgesDF e o Hospital de Base seguem comprometidos em oferecer diagnóstico precoce, tratamento oportuno e cuidado humanizado, garantindo assistência qualificada do primeiro sinal à continuidade do cuidado”, reforça Laura Ferraz. Para doar medula óssea no Distrito Federal, cadastre-se no Hemocentro de Brasília. Para mais informações entre no site do Hemocentro.
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Veja o que abre e o que fecha no Carnaval em Brasília
Antes de sair para a folia, é bom saber como ficam os serviços na capital. Com a chegada do Carnaval e da quarta-feira de Cinzas, entre os dias 16 e 18 de fevereiro, alguns órgãos e serviços do Governo do Distrito Federal vão funcionar em horário diferente. Confira abaixo o que abre e o que fecha no período. Transporte público o programa Vai de Graça garante transporte público gratuito entre 0h de sábado e 23h59 de terça-feira | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Durante o Carnaval, o programa Vai de Graça garante transporte público gratuito entre 0h de sábado (14) e 23h59 de terça-feira (17). A gratuidade vale para todas as linhas de ônibus e para o metrô. Além disso, haverá reforço de 110 ônibus, especialmente nos horários de dispersão dos blocos. Na quarta-feira (18), os ônibus voltam à programação normal de dia útil, com reforço entre 11h e 13h, já que o expediente nas repartições públicas começa às 14h. O metrô também terá horários especiais. Sábado, o funcionamento será das 5h30 à 1h (após as 23h30, apenas Estação Central estará aberta para embarque); domingo, será das 7h à 1h (após 23h30, apenas Estação Central estará aberta para embarque); segunda (16), das 5h30 à 1h (após 23h30, apenas Estação Central estará aberta para embarque) e terça e quarta, será das 5h30 às 23h30. Saúde Serviços da Saúde estarão à disposição do folião | Foto: Tony Oliveira/ Agência Brasília As unidades básicas de saúde (UBSs) seguem o calendário oficial e não funcionam nos dias 16 e 17. No sábado, abrem as unidades que já têm atendimento habitual. Na quarta-feira, o funcionamento será retomado a partir das 14h. Os Caps III Samambaia, Caps AD Ceilândia, Caps AD Samambaia e Caps AD Brasília funcionam 24 horas. Casos de emergência psiquiátrica têm como referência o Hospital São Vicente de Paulo (HSVP) e o Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). O Hospital Regional da Asa Norte (Hran) mantém emergência odontológica 24 horas durante todo o feriado. No Hospital Regional do Gama (HRG), o atendimento odontológico funciona de segunda a sexta, das 18h à meia-noite, e aos fins de semana, das 7h às 19h. O Hemocentro abre no sábado, das 7h15 às 18h; na segunda, das 7h15 às 12h; fecha na terça; e reabre na quarta, das 14h15 às 18h. As Farmácias de Alto Custo funcionam no sábado, das 7h às 12h, e fecham domingo, segunda e terça, retornando na quarta às 14h. Educação As escolas públicas estarão fechadas nos dias 16, 17 e 18. As aulas retornam normalmente no dia 19 de fevereiro. Na Hora e assistência social As unidades do Na Hora só reabrem na quarta-feira de Cinzas, às 14h | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência do Trabalhador As unidades do Na Hora fecham no sábado e reabrem na quarta, a partir das 14h. Os restaurantes comunitários funcionam normalmente no café da manhã, almoço e jantar, exceto o da Estrutural, que está fechado para manutenção, e o de Ceilândia e Sol Nascente, que servem apenas o almoço e café da manhã. A Casa da Mulher Brasileira e a Casa Abrigo funcionam 24 horas por dia, todos os dias, inclusive durante o Carnaval. Os demais equipamentos da Secretaria da Mulher estarão fechados nos dias 16 e 17 de fevereiro. O atendimento será retomado na quarta-feira, a partir das 14h. Detran-DF Não haverá atendimento presencial durante o período. O atendimento retorna na quarta, a partir das 14h. Serviços online seguem disponíveis normalmente. Ações de fiscalização e educação de trânsito continuam funcionando. Novacap e serviços urbanos As atividades administrativas da Novacap estarão suspensas, mas os serviços essenciais serão mantidos. Equipes de poda trabalham normalmente até as 19h. Equipes de drenagem ficam de sobreaviso para emergências. O SLU mantém coleta de lixo normalmente sábado, segunda e terça | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília O SLU mantém coleta de lixo normalmente sábado, segunda e terça. No domingo, parte das unidades não funciona, mas a coleta e limpeza seguem em regime de plantão. Na quarta, o funcionamento volta ao normal. Água e energia A Caesb não terá atendimento presencial nos dias 16 e 17. Na quarta, o expediente retorna às 14h. A central telefônica (115), aplicativo e WhatsApp funcionam normalmente. As equipes de operação e manutenção trabalharão normalmente. A CEB IPes mantém atendimento 24 horas para manutenção da iluminação pública pelo telefone 155, aplicativo Ilumina DF e WhatsApp. Lazer e parques Os Centros Olímpicos e Paralímpicos fecham nos dias 16 e 17 e retomam as atividades na quarta, a partir das 14h. O Parque da Cidade funciona normalmente durante todo o período. O Jardim Botânico abre normalmente, de 9h às 17h, com entrada permitida até 16h30, exceto na segunda, quando fecha para manutenção. Para quem quiser ir ao Zoológico, o parque funcionará das 8h30 às 17h | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília O Zoológico funciona todos os dias do Carnaval, das 8h30 às 17h, com entrada até as 16h. Os parques ecológicos administrados pelo Brasília Ambiental funcionam normalmente, em horários específicos de cada unidade. Veja os horários de funcionamento: Parque Ecológico do Anfiteatro Natural do Lago Sul: todos os dias, das 6h às 18h Parque Ecológico de Águas Claras: todos os dias, das 6h às 22h Parque Ecológico Areal: todos os dias, das 6h às 22h Parque Ecológico da Asa Sul: todos os dias, das 6h às 20h Parque Distrital das Copaíbas: todos os dias, das 6h às 18h Parque Ecológico Cortado: todos os dias, das 6h às 20h Monumento Natural Dom Bosco: todos os dias, das 6h às 20h Parque Ecológico Ezechias Heringer: todos os dias, das 6h às 22h Parque Ecológico do Gama: todos os dias, das 6h às 22h Parque Ecológico do Lago Norte: todos os dias, das 6h às 20h Parque Ecológico Olhos d’Água: todos os dias. Portão principal, das 5h30 às 20h; portões laterais, das 6h às 18h Parque Ecológico do Paranoá: todos os dias, das 6h às 20h Parque Ecológico Península Sul: todos os dias, das 6h às 18h Parque Ecológico do Riacho Fundo: todos os dias, das 6h às 18h Parque Ecológico Saburo Onoyama: todos os dias, das 6h às 18h Parque Ecológico Sucupira: todos os dias, das 6h às 18h Parque Ecológico Três Meninas: todos os dias, das 7h às 19h Parque Ecológico Veredinha: todos os dias, das 6h às 18h Cultura Alguns espaços culturais fecham durante o Carnaval e reabrem na quarta (18), a partir das 14h, como Biblioteca Nacional, Biblioteca Pública, Museu Nacional da República, Museu de Arte de Brasília e Memorial dos Povos Indígenas. O Complexo Cultural de Planaltina permanece fechado durante todo o feriado. O Teatro Nacional não terá programação. Bancos As agências do BRB não funcionam durante o feriado. Na quarta-feira (18), o atendimento será das 12h às 16h. Defensoria Pública A Defensoria Pública do DF atuará em regime de plantão para casos urgentes, como pedidos de Unidade de Terapia Intensiva (UTI), habeas corpus, autorizações de viagem de criança ou adolescente para o exterior e outras demandas que não possam aguardar o expediente normal. Agências do trabalhador As Agências do trabalhador funcionam normalmente até sexta-feira (13) e retomam o atendimento apenas na quinta-feira (19), após o Carnaval. Secretaria de Desenvolvimento Social Funcionam normalmente durante o Carnaval os centros POP, a Central de Vagas, as unidades de proteção social (UPS) 24 horas e as unidades de acolhimento. Os centros POP atendem o público das 7h30 às 17h. Aos sábados, domingos e feriados não há atendimentos individualizados, recepção, guarda de documentos nem funcionamento do maleiro. Segue garantido o pedido de vagas de acolhimento, além da oferta de quatro refeições diárias (com possibilidade de ajustes nos horários em caso de chuva), banho e lavanderia. O Cras volta a funcionar na quinta-feira | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Já o Centro de Referência de Assistência Social (Cras), o Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) e o Centro de Convivência (Cecon) estarão fechados entre os dias 16 e 18 de fevereiro.
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