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Fiscalização flagra 79 condutores alcoolizados no fim de semana

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), com o apoio da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), realizou entre sexta-feira (6) e domingo (8) a operação Carnaval: Folia Segura 2026, com o objetivo de coibir infrações e retirar das vias condutores que insistem em dirigir após consumir bebida alcoólica. Durante a ação, as equipes efetuaram 854 abordagens e aplicaram 839 testes de etilômetro, nas regiões de Taguatinga, Águas Claras, Santa Maria, Plano Piloto, Gama e Ceilândia. Durante a ação, as equipes efetuaram 854 abordagens e aplicaram 839 testes de etilômetro, nas regiões de Taguatinga, Águas Claras, Santa Maria, Plano Piloto, Gama e Ceilândia | Foto: Divulgação/Detran-DF Ao todo, 79 motoristas foram autuados por dirigir sob a influência de álcool, sendo dois conduzidos à delegacia de polícia por apresentarem teor alcoólico configurado como crime. Também foram flagrados 31 condutores inabilitados, dois com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) suspensa e outros 69 por infrações diversas. Além disso, 27 veículos estavam com os escapamentos alterados. Ações preventivas Durante o fim de semana, as equipes de fiscalização do Detran-DF realizaram ações de controle do tráfego e promoveram interdições em vias do Distrito Federal em razão de diversos eventos. No Parque da Cidade, os agentes atuaram durante o Me Leva Festival. No Eixão Sul, foram realizadas intervenções viárias por causa dos blocos Beco Elétrico e Desodorante do Suvaco. Já no Setor Bancário Sul (SBS), as interdições ocorreram em função dos blocos Galo Cego e Carnaval Urgente. Os agentes também estiveram presentes no estacionamento do Eixo Cultural Ibero-americano (antiga Funarte), durante o Bloco Cafuçu do Cerrado, e na Vila Planalto, onde houve interdições e controle do tráfego devido a um evento esportivo, com foco na segurança viária e na manutenção da fluidez das vias.   *Com informações do Detran-DF

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Série 'Gogó das Sete' transforma o Polo de Cinema do DF em cenário de memória, investigação e reflexão social

As gravações da série Gogó das Sete — Nas Entranhas da Polícia estão em pleno andamento no Polo de Cinema e Vídeo Grande Otelo, no Setor de Indústrias Gráficas (SIG). A produção revisita o assassinato do jornalista Mário Eugênio Rafael de Oliveira, conhecido como Gogó das Sete, e lança um novo olhar sobre um caso que marcou a relação entre imprensa, polícia e poder institucional no país. O local escolhido para as filmagens carrega forte simbolismo. Inaugurado há 33 anos, o Polo de Cinema e Vídeo Grande Otelo passa por um processo de reforma simbólica e artística, reafirmando seu papel como espaço estratégico para a produção audiovisual do Distrito Federal e como território de preservação da memória cultural da cidade. A série propõe ir além da reconstituição factual. Ao longo da narrativa, surgem novas informações, personagens pouco explorados e perspectivas inéditas sobre as contradições da segurança pública da época. O ponto de partida da trama é o atendimento inicial feito pelo então jovem agente Carlos Abrahão Faiad, responsável por registrar a primeira ocorrência ligada ao jornalista. A partir desse encontro, a história se desdobra em uma complexa rede de relações, tensões e disputas de poder. A produção revisita o assassinato do jornalista Mário Eugênio Rafael de Oliveira, conhecido como Gogó das Sete | Foto: Divulgação/Secec-DF Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes, a produção cumpre um papel que ultrapassa o entretenimento. “A cultura também é um espaço de escuta, de memória e de coragem. Apoiar uma obra como Gogó das Sete é afirmar que o Distrito Federal valoriza o audiovisual como instrumento de reflexão social, de fortalecimento da democracia e de respeito à história da imprensa brasileira”, destaca. Além de movimentar a cadeia produtiva do audiovisual local, a série reforça a importância de Brasília como cenário e personagem de grandes narrativas nacionais. Ao ocupar um equipamento cultural histórico, a produção conecta passado e presente, mostrando que a cidade segue viva como espaço de criação, debate e expressão artística. Mais do que contar uma história, Gogó das Sete — Nas Entranhas da Polícia convida o público a refletir sobre silenciamentos, responsabilidades e o custo de buscar a verdade. Um debate que permanece atual e necessário, dentro e fora das telas. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)

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Relatórios de Atendimento 2026 – NA HORA

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Novacap age rápido na limpeza de bocas de lobo e redes de águas pluviais após chuvas intensas em Taguatinga

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Tratamento para epilepsia leva qualidade de vida a crianças e adolescentes

A segunda segunda-feira do mês de fevereiro foi instituída como o Dia Internacional da Epilepsia, data dedicada a aumentar a visibilidade sobre a doença. Caracterizada por uma atividade cerebral anormal, ela leva a descargas elétricas que se tornam questões clínicas.  “A epilepsia é uma predisposição do cérebro em ter crises convulsivas não provocadas por febre, traumas ou infecção. Ela engloba não só as crises convulsivas, mas também os aspectos negativos no campo biológico do paciente, psicológico, social, financeiros da família”, explica a neurologista do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB), Maria Olívia Fernandes. Os casos de epilepsia são tratados no HCB em atendimento ambulatorial, internação e intervenções cirúrgicas | Fotos: Maria Clara Oliveira/HCB O HCB acompanha crianças e adolescentes com epilepsia, oferecendo atendimento ambulatorial, internação e cirurgias, quando necessário. O tratamento é feito com medicamentos, mas, em vários casos, essa abordagem não é suficiente para reduzir as crises convulsivas.  “Entre as epilepsias, 30% dos pacientes, tanto adultos quanto crianças, são farmacorresistentes. Então, você tem que ter um serviço especializado para esse paciente”, afirma a neurologista do HCB, Renata Brasileiro. Para esses casos, o hospital conta com outras condutas, como a dieta cetogênica (que visa mudar a fonte de energia para o cérebro) e, quando indicada, a abordagem cirúrgica. João Pedro Gonçalves, 12 anos, é uma das crianças que fazem tratamento para epilepsia no HCB. O menino teve a primeira crise aos 2 anos de idade, mas o diagnóstico veio quase três anos depois. “A gente só chegou aqui depois de um trauma que ele sofreu muito grave, um traumatismo craniano. Do Hospital de Base, a gente foi encaminhado para cá; ele já estava perto de completar 5 anos”, relata Julle Gonçalves, mãe do menino. Em sete anos de tratamento, João Pedro chegou a passar por algumas internações, mas chegou a um momento de mais entendimento da doença. “Hoje, a gente consegue ter um controle melhor, mas nas primeiras crises, a gente ficava muito assustado e sempre vinha para cá”, lembra Julle. João Pedro Gonçalves, ao lado da mãe, segue as orientações de estilo de vida e alimentação dadas pela equipe do HCB e conseguiu melhorar a qualidade de vida Seguindo as orientações da equipe do HCB, João Pedro reduziu a frequência das crises e conseguiu alcançar mais qualidade de vida, praticando atividade física, mantendo boa alimentação e boa rotina de sono. Ele mesmo é responsável por lembrar o horário das duas medicações que toma diariamente. “Um é muito doce e o outro é muito amargo, mas eu fui me acostumando com o tempo”, conta o menino. [LEIA_TAMBEM]Diferentes tipos de crise Para chegar ao diagnóstico de epilepsia, a equipe verifica se a criança apresenta ao menos duas crises convulsivas não provocadas em um intervalo de mais de 24 horas. “É importante falar que a convulsão tônica generalizada, que é a que o leigo consegue identificar, não é a mais frequente na população pediátrica”, alerta a neurologista Maria Olívia Fernandes. Segundo a médica, as crianças geralmente apresentam crises focais, a depender da área do cérebro em que as descargas elétricas acontecem: “Os pacientes podem ter parada comportamental, movimentos ritmados, tremor em um braço; às vezes, a criança só faz um desvio de face, crise de enrijecimento.” De acordo com Fernandes, alguns comportamentos da criança podem ser indícios de que é hora de buscar apoio médico. “Movimentos diferentes do braço ou da perna; quando a criança apresenta comportamento de ficar parada várias vezes ao dia; a própria convulsão clássica”, lista a médica. Além do tratamento, o Hospital da Criança de Brasília realiza exames para chegar ao diagnóstico da epilepsia. A equipe se baseia no histórico clínico do paciente, em ressonância magnética e no eletroencefalograma, que verifica a atividade cerebral entre uma crise e outra.  *Com informações do HCB  

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A 500 dias da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™, conheça a arte que representa Brasília como cidade-sede

Faltando 500 dias para o início da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™, a entidade divulgou, nesta segunda-feira (9), as ilustrações inspiradas nas cidades-sede que fazem parte da marca do torneio. A arte que representa Brasília traduz a capital federal como um espaço de movimento, projeção e futuros possíveis. O conceito foi criado pela artista visual e muralista Izzy Credo. Natural de Trindade (GO), Izzy buscou referências na cultura popular do Cerrado, no protagonismo negro e na relação entre o sagrado e o profano para construir a narrativa visual da capital. “Brasília me traz um imaginário de lugar de futuros possíveis. A arquitetura dialoga muito com essa ideia de movimento, de expectativa, de projeção. Essas são ideias que, quando a gente pensa em futebol, invariavelmente também vêm à cabeça”, explica a artista. Reprodução/Izzy Credo Com cores vibrantes e formas orgânicas, a ilustração apresenta a torcida como parte da paisagem e da narrativa do futebol brasileiro. “Quando penso nessa mistura de Cerrado, futebol e torcida, vejo a torcida como um objeto no cenário, que não só compõe o ambiente, mas faz parte da história. Torcer no Brasil é diferenciado não só pela energia e pelo calor, mas também pela estética”, completa Izzy. A artista destaca, ainda, que o processo criativo foi atravessado por memórias afetivas e coletivas ligadas ao futebol. “Pensar em Copa e em futebol no Brasil é pensar em cultura e em experiência coletiva. Durante o processo, me vi voltando à infância, às brincadeiras na rua, às calçadas pintadas de verde e amarelo. Espero que essa nostalgia chegue às pessoas, porque esse sentimento não é individual, ele é coletivo”, afirma. A Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™ será disputada entre 24 de junho e 25 de julho, com jogos em oito cidades brasileiras. Em Brasília, as partidas serão no Estádio Nacional Mané Garrincha, que já recebeu grandes eventos esportivos e culturais e integra o conjunto de arenas do país aptas a sediar competições internacionais. "Torcer no Brasil é diferenciado não só pela energia e pelo calor, mas também pela estética" Izzy Credo, artista plástica Além da capital federal, também são cidades-sede Fortaleza (CE), Recife (PE), Salvador (BA), Belo Horizonte (MG), Rio de Janeiro (RJ), São Paulo (SP) e Porto Alegre (RS). A expectativa é que o torneio consolide ainda mais o Brasil como referência global na realização de grandes eventos esportivos e na valorização do futebol feminino. Brasília no radar do futebol feminino O Distrito Federal tem se consolidado ao longo dos anos como polo estratégico para eventos esportivos, graças a investimentos em atletas profissionais da cidade e infraestrutura esportiva. [LEIA_TAMBEM]Em dezembro de 2025, o governo criou o Programa de Apoio ao Futebol do Distrito Federal, para desenvolver os clubes da cidade. Do ponto de vista de infraestrutura, foram feitas as reformas dos estádios Bezerrão, no Gama, com investimento de R$ 3,9 milhões; Augustinho Lima, em Sobradinho; Joaquim Domingos Roriz (Rorizão), em Samambaia; e JK, no Paranoá. Os locais poderão ser utilizados como centros de treinamento (CTs) pelas seleções da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™. Para garantir a organização do torneio internacional foi criado o Comitê Intersetorial de Coordenação da Copa do Mundo Feminina da FIFA 2027™, sob coordenação geral da Casa Civil e com participação de representantes de 12 secretarias, incluindo as de Esporte e Lazer, Economia, Governo, Comunicação, Segurança Pública, Transporte e Mobilidade, Justiça e Cidadania, Turismo, Mulher e Cultura e Economia Criativa.  

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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto na terça e quarta-feira

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 15 endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h desta terça-feira (10), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional, como o RenovaDF, e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. O GDF oferece vagas em abrigo e em programas de qualificação profissional para a população em situação de rua | Foto: Agência Brasília Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável.  No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Plano Piloto para terça-feira (10) e quarta-feira (11) Hemocentro, em frente à SQN 302 601 Norte L2, na altura da 602 Norte, abaixo do Serpro SGAN 604, fundos do Hospital Universitário de Brasília SGAN 606, em frente à Associação dos Docentes da UnB SGAN 608, no estacionamento do colégio CNEC L3 Norte, altura da 611 e adjacências Setor Comercial Sul Torre de TV, subsolo SHIGS 703/704 Centro Pop Área verde entre o colégio Serios e o Aeroclube SGAS 902 SGAS 904 Vias W5 e W4, extensão da 903 a 905/ 702 a 705 *Com informações da DF Legal

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Serviço itinerante para questões de energia vai a nove regiões administrativas esta semana

A Neoenergia inicia, nesta segunda-feira (9), um novo ciclo de atendimento itinerante nas administrações regionais do Distrito Federal. A ação segue até sexta-feira (13) e tem como objetivo ampliar o acesso da população a serviços técnicos e comerciais, com atendimento presencial e sem necessidade de agendamento. Durante o período, os clientes poderão resolver demandas como parcelamento de débitos, troca de titularidade, solicitação de ligação nova, pedidos de reparo por danos elétricos e orientações sobre segurança, consumo consciente e regularização da energia elétrica. Os clientes poderão resolver demandas como parcelamento de débitos, troca de titularidade e solicitação de ligação nova, entre outros | Foto: Divulgação/Neoenergia A iniciativa reforça a estratégia da distribuidora de estar cada vez mais próxima da comunidade, levando soluções diretamente às regiões administrativas e facilitando a resolução de demandas do dia a dia. Além do atendimento itinerante, a Neoenergia mantém pontos fixos de atendimento em Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Samambaia e Lago Sul, bem como sete unidades do Na Hora, todos com atendimento espontâneo. O cronograma semanal completo pode ser consultado no site neoenergiabrasilia.com. Cronograma de atendimento itinerante ⇒ Segunda-feira (9) 8h às 12h – Seduh 14h às 18h – Núcleo Bandeirante ⇒ Terça-feira (10) 8h às 12h – Sobradinho 14h às 18h – Sobradinho II ⇒ Quarta-feira (11) 8h às 12h – Varjão 14h às 18h – Seduh ⇒ Quinta-feira (12) 8h às 12h – Jardim Botânico 14h às 18h – Itapoã ⇒ Sexta-feira (13) 8h às 12h – Estrutural 14h às 18h – Arniqueira *Com informações da Neoenergia  

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Proprietários são convocados para retirar veículos apreendidos no DF

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de sexta-feira (6), o Edital de Notificação de Retirada de Veículo. O documento convoca proprietários, incluindo fiduciários, arrendatários e instituições credoras, a regularizarem e retirar automóveis, motocicletas e outros veículos recolhidos em operações de trânsito. A convocação vale para todos os bens listados no anexo único do edital, atualmente armazenados no pátio da concessionária do DER-DF e da  Via Brasília Segura, em Samambaia. O prazo para a retirada é de 10 dias corridos, contados a partir da data de publicação. Para recuperar o veículo, o proprietário deve apresentar a quitação de todos os débitos obrigatórios como IPVA, multas, taxa de licenciamento e seguro DPVAT, além de outros encargos legais. Também é possível efetuar a retirada mediante autorização judicial. Caso não haja manifestação dentro do período estabelecido, os veículos serão automaticamente incluídos na próxima lista pública referente ao segundo leilão de 2026. *Com informações do DER-DF

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UBSs do DF oferecem cuidado integral para pacientes idosos

Manter a segurança ao caminhar, subir um degrau ou se levantar da cadeira fazem parte dos desafios do envelhecimento. Pequenos desequilíbrios podem gerar acidentes dentro de casa ou na rua, comprometendo a autonomia e a qualidade de vida dos idosos. Em 2025, o Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do Distrito Federal (Samu DF) registrou cerca de 17 mil atendimentos relacionados a quedas por escorregão, tropeção ou passos em falso por idosos, um aumento de 10,7% em relação a 2024. Para reduzir esse cenário, as unidades básicas de saúde (UBSs) promovem circuitos multissensoriais de prevenção de quedas, com metodologias próprias que estimulam força, cognição e equilíbrio de pessoas idosas. Na UBS 1 do Areal, o circuito é realizado toda terça-feira, às 8h, com a participação de 20 idosos, em média. A atividade inclui práticas corporais funcionais, estímulos de atenção e memória. Além disso, os participantes têm acesso a um canal no YouTube, criado pelos próprios profissionais, para que os participantes mantenham a rotina ativa em casa.  Na UBS 1 do Areal, o cuidado com o paciente idoso vai além da abordagem tradicional, englobando aspectos físicos, emocionais, cognitivos, funcionais e sociais | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF “O circuito desenvolvido em nossa unidade foi pensado para cuidar da pessoa idosa de forma ampla, considerando aspectos físicos, emocionais, cognitivos, funcionais e sociais. Essa abordagem nos permite planejar atividades mais adequadas à realidade e às necessidades do grupo”, explica a fisioterapeuta e coordenadora da atividade no local, Núbia Passos. Atendimento integral Além dos exercícios, o grupo trabalha educação em saúde. A farmacêutica Tatiana Borges orienta sobre o uso racional de medicamentos e alerta para os riscos de remédios sem prescrição médica que podem interferir no equilíbrio. “Muitos idosos utilizam medicações por indicação informal, como ansiolíticos, sem acompanhamento adequado, o que pode potencializar tonturas, desequilíbrio e risco de fraturas. Por isso, reforçamos sempre o uso correto e seguro”, afirma. Magali Soares nota melhoras na mobilidade: "Aqui a gente se exercita, convive com pessoas da mesma idade e se sente mais confiante para o dia a dia" A alimentação também faz parte do cuidado. A cada encontro, a nutricionista Jesuana Lemos realiza um momento de educação nutricional. “Com o tempo, é comum que os idosos reduzam o consumo de alimentos nutritivos. Por isso, procuramos constantemente desencorajar o consumo de alimentos ultraprocessados com receitas e dicas práticas de alimentação saudável adequada à faixa etária dos participantes”, ressalta. Há três anos no grupo, a aposentada Magali Soares, 86 anos, percebe mudanças na disposição e na segurança para se movimentar. “Aqui a gente se exercita, convive com pessoas da mesma idade e se sente mais confiante para o dia a dia”, relata. O grupo é destinado a idosos que têm a UBS 1 do Areal como referência, após avaliação da equipe multiprofissional da unidade. Interessados de outras regiões devem procurar a UBS de referência do seu território para conhecer os grupos disponíveis e as formas de participação.  Osteoporose Idosos com diagnóstico de osteoporose têm maior probabilidade de sofrer quedas. A doença óssea é a principal causa de fraturas após os 50 anos e tende a crescer com o envelhecimento da população. A Fundação Internacional de Osteoporose (IOF, na sigla em inglês) estima que uma em cada três mulheres e um em cada cinco homens acima dessa idade sofrerão fraturas relacionadas à condição. Além dos exercícios, o grupo trabalha educação em saúde, com orientação sobre uso de medicamentos “É uma doença silenciosa que não causa dor até que ocorra uma fratura, podendo atingir quadril, coluna e costelas, o que reforça a importância do diagnóstico precoce”, alerta o reumatologista e referência técnica distrital da SES-DF, Rodrigo Aires. [LEIA_TAMBEM]O especialista ressalta que o tratamento envolve medicamentos, suplementação alimentar, exercícios físicos e controle de fatores de risco. “Essas medidas reduzem o risco de fraturas, evitam complicações graves, preservam a autonomia e melhoram a qualidade de vida, desde que haja adesão e mudança de hábitos”, diz. Em 2024, a rede pública do DF realizou cerca de 27 mil atendimentos em reumatologia. Em casos de suspeita ou diagnóstico de osteoporose, o primeiro atendimento deve ser realizado na UBS, que avalia o paciente e, se necessário, o encaminha para acompanhamento especializado.  O acesso aos medicamentos ocorre pelo Componente Especializado da Assistência Farmacêutica, pelo Centro Especializado em Saúde da Mulher ou pela farmácia ambulatorial do Hospital de Base, conforme o perfil clínico. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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