Rodoviária do Plano Piloto recebe espaço exclusivo para inscrições do Casamento Comunitário 2026
Quem passa pela plataforma inferior da Rodoviária do Plano Piloto, no coração de Brasília, agora acha mais do que correria e conexões de viagem: encontra a oportunidade de transformar sonhos em realidade. A Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) inaugurou, nesta quarta-feira (28), um espaço exclusivo para as inscrições da primeira edição do Casamento Comunitário 2026, cuja cerimônia será realizada no próximo dia 22 de março. O estande funcionará de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h, oferecendo atendimento individualizado, com orientações completas sobre o programa, a cerimônia e os direitos garantidos com a formalização da união civil. O ambiente também apresenta elementos simbólicos do grande dia, como um manequim com modelo de vestido de noiva e uma maquete de bolo de casamento, proporcionando aos casais uma prévia da experiência oferecida pela iniciativa. Logo no primeiro dia de funcionamento, o espaço despertou grande interesse. Centenas de pessoas que circulavam pela rodoviária pararam para conhecer o programa. Muitas foram atendidas no local por servidores da Sejus, enquanto outras optaram por salvar o QR Code disponível no estande para realizar a inscrição de forma online, pelo número (61) 98382-0147. O estande funcionará de segunda a sexta-feira, das 7h30 às 16h, até o encerramento do prazo de inscrições, em março, oferecendo atendimento individualizado, com orientações completas sobre o programa, a cerimônia e os direitos garantidos com a formalização da união civil | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Um sonho encontrado no caminho do trabalho Entre os atendimentos realizados está o de Ana Amélia Rocha, 55 anos, servente de limpeza e moradora da Estrutural. A caminho do trabalho, ela se surpreendeu ao encontrar o estande do Casamento Comunitário e viu ali a chance de concretizar um desejo antigo. “Sempre tive vontade de oficializar nossa relação, mas era algo distante por tudo que envolve uma cerimônia. Fiquei surpresa com a facilidade e, principalmente, por encontrar essa oportunidade justamente no lugar por onde passo todos os dias”, contou. Ao concluir a inscrição e ver o vestido exposto, Ana Amélia já se imaginou no grande dia. “Quando vi o vestido, já me imaginei de noiva dizendo sim. Nunca é tarde para ser feliz”, afirmou, emocionada. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, a escolha da Rodoviária do Plano Piloto como ponto de inscrição reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal em aproximar políticas públicas da população. “O Casamento Comunitário é uma ação que transforma vidas, fortalece famílias e garante cidadania. Levar esse serviço para um local de grande circulação facilita o acesso, amplia o alcance do programa e permite que mais pessoas realizem o sonho de oficializar sua união”, destacou a secretária. Além do espaço especial na Rodoviária, os interessados também podem se inscrever nas Praças dos Direitos de Ceilândia e do Itapoã, na Estação Cidadania do Recanto das Emas e durante as edições do programa GDF Mais Perto do Cidadão. Logo no primeiro dia de funcionamento, o espaço despertou grande interesse Muito além do “sim”: cidadania, dignidade e cuidado Criado em 2021, o Casamento Comunitário da Sejus-DF é uma política pública voltada a casais em situação de vulnerabilidade social. O programa garante a isenção das taxas cartoriais e oferece uma estrutura completa para que os noivos vivam esse momento com dignidade e emoção. Entre os benefícios estão vestido de noiva, terno para o noivo, transporte para o local da cerimônia, produção básica, decoração, fotografia e toda a organização do evento, permitindo que os casais celebrem a união civil em um ambiente preparado especialmente para eles. Nos últimos seis anos, a iniciativa já possibilitou que mais de mil casais oficializassem suas uniões no Distrito Federal. Somente em 2025, mais de 400 casais participaram das quatro edições realizadas, reafirmando o alcance social do programa, que promove cidadania, dignidade e o fortalecimento dos vínculos familiares. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)
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Projeto Sou de Brasília, Mas Não Conhecia leva 30 escolas a conhecer história e pontos turísticos do DF
O auditório do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 4 do Gama está cheio. Estudantes de 14 e 15 anos acompanham a palestra do projeto "Sou de Brasília, Mas Não Conhecia". O palestrante, Rafael Marinho, que é guia turístico, pergunta: “Já ouviram falar no presidente Juscelino Kubitschek? E no arquiteto Oscar Niemeyer? Quem planejou Brasília? Quando a cidade foi inaugurada?” As mãos dos alunos se levantam, as respostas se cruzam e a curiosidade toma conta do espaço. A dinâmica faz parte do Turismo Pedagógico, primeira etapa do projeto promovido pelo Instituto Cultural Caminhos (ICC), com apoio da Secretaria de Turismo (Setur-DF). "É uma oportunidade única para que nossos jovens conheçam de perto a riqueza histórica, cultural e cívica da nossa capital. Mais do que visitas, oferecemos experiências que despertam o sentimento de pertencimento, fortalecem a identidade brasiliense e ampliam o acesso ao turismo de forma inclusiva”, afirma o secretário de Turismo, Cristiano Araújo. Com fomento de quase R$ 700 mil da Secretaria de Turismo do DF, a iniciativa vai beneficiar mais de 10 mil estudantes do DF e do Entorno até dezembro | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília O CEF 4 do Gama é uma das 30 escolas públicas do Distrito Federal atendidas pelo projeto. Com fomento de quase R$ 700 mil da Setur-DF, a iniciativa vai beneficiar mais de 10 mil estudantes do DF e do Entorno até dezembro, com palestras e visitas guiadas sobre o patrimônio cultural e histórico da capital. “É por meio da educação e da vivência que formamos cidadãos conscientes do valor do nosso patrimônio e protagonistas no fortalecimento do turismo interno”, complementa o secretário. Turismo e cidadania João Pedro Rodrigues, estudante de 15 anos, assistiu à palestra empolgado. Ele diz que sempre se interessou pela história de Brasília. “Eu conhecia muito pelos livros, sempre gostei de ler sobre a cidade. Eu já sabia um pouco da trajetória do Athos Bulcão e do Lucio Costa. Agora poderemos visitar pessoalmente tudo o que antes víamos só nos livros. Eu acho isso muito legal”, diz, animado. “Eu, por exemplo, não fui em todos, mas já conheci alguns pontos turísticos. Meu pai e minha mãe trabalham muito, então fica difícil para eles me levarem em todos os lugares”, conta a estudante Ana Beatriz Alves Já Ana Beatriz Alves, também de 15 anos, conta que ainda não teve a oportunidade de conhecer todos os pontos turísticos de Brasília. “Eu, por exemplo, não fui em todos, mas já conheci alguns. Meu pai e minha mãe trabalham muito, então fica difícil para eles me levarem em todos os lugares”, explica a aluna. Para o presidente do Instituto Cultural Caminhos e idealizador do projeto, Stein Anistia, a iniciativa busca aproximar os alunos do patrimônio de Brasília. “Somos pioneiros no turismo pedagógico, que é falar sobre os pontos turísticos da cidade de forma educativa. Mostramos imagens da Torre de TV, da Ponte JK e de outras construções no telão, enquanto o guia explica detalhes e o sentimento de pertencimento. A segunda etapa do projeto é um passeio com os mesmos alunos, levando-os gratuitamente aos pontos turísticos que foram apresentados durante as atividades”, explica Stein.
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Comunidade do Varjão avalia positivamente o restaurante comunitário da região
Comida boa, barata e saudável. Essa foi a ponderação geral extraída durante o Papo Social com Você, audiência pública promovida no Restaurante Comunitário do Varjão. O encontro, na tarde desta terça-feira (27), contou com cerca de 100 participantes, além da secretária de Desenvolvimento Social do DF, Ana Paula Marra, e do administrador regional do Varjão, Daniel Crepaldi. Durante mais de uma hora de bate-papo, a comunidade fez sugestões, reclamações, pedidos e, principalmente, elogiou o atendimento da unidade. Para o aposentado Barbosa Melo, a principal questão foi o atendimento. “Nem em restaurante chique os funcionários são tão gentis quanto nesse aqui”, enfatizou. Em relação a uma reclamação, o usuário pediu que os frequentadores evitassem levar cães até a porta do restaurante para eles não entrarem no espaço ou atacarem outros clientes. O aposentado Barbosa Melo é assíduo no restaurante: "Nem em restaurante chique, os funcionários são tão gentis quanto nesse aqui" | Fotos: Renato Raphael/Sedes Uma fala emocionante foi da refugiada venezuelana Adelaide Chirinos, que chegou ao Brasil devido à crise econômica e social vivida nos últimos anos no país vizinho. “Restaurantes como esse são exemplo para todo o mundo. Eu venho de episódios de muito sofrimento e dificuldade e, ao chegar aqui, me deparei com um local onde vende comida de qualidade a um preço pelo qual todos podem pagar”, disse a advogada. Frequentador assíduo da unidade, o administrador regional do Varjão, Daniel Crepaldi, sempre fiscaliza o local para acompanhar de perto a qualidade dos serviços e ouvir a população para encaminhar possíveis demandas de melhoria. “O que mais me chama a atenção aqui é as pessoas dizerem que, ao pagar R$ 2 pelas três refeições, elas economizam dinheiro para investirem em outras demandas familiares”, comentou o gestor. A comunidade do Varjão levou sugestões de melhora e elogios ao Restaurante Comunitário do Varjão Responsável pela implantação do Restaurante Comunitário do Varjão, a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, fez questão de lembrar a importância do equipamento para quem mais precisa. “Nossos refeitórios são de acesso irrestrito e universal, mas o principal público é aquele em vulnerabilidade social, pois, aqui, essas pessoas encontram não apenas uma comida barata, mas uma refeição saudável, variada e digna”, destacou. [LEIA_TAMBEM]Atualmente, 15 dos 18 restaurantes comunitários do DF oferecem café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50) e funcionam todos os dias, incluindo domingos e feriados, com a oferta gratuita de refeições para a população em situação de rua. Em 2025, foram oferecidas cerca de 17 milhões de refeições. Somente na unidade do Varjão, quase 1 milhão. As iniciativas contribuíram para que o DF terminasse o ano ocupando o primeiro lugar no ranking nacional do Selo Betinho, voltado a ações de combate à fome. Próxima edição O segundo Papo Social com Você ocorre às 15h desta sexta-feira (30), no Restaurante Comunitário de Sol Nascente, na QNR 1, Área Especial número 2. Além de colocar em pauta os serviços e o atendimento no espaço, a audiência pública também quer ouvir sobre o programa Cartão Prato Cheio. *Com informações da Sedes-DF
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DF amplia Teste do Pezinho e registra alta no número de exames em 2025
O Distrito Federal registrou aumento no número de recém-nascidos atendidos pela triagem neonatal em 2025 em relação ao ano anterior. No ano passado, foram realizados 39.891 testes, contra 36.858 em 2024, um crescimento de mais de três mil exames, impulsionado pela maior adesão da rede privada ao serviço público e pela ampliação do rol de doenças rastreadas, que passou a incluir cerca de 62 condições — o que reforça o acesso ao Teste do Pezinho na rede pública de saúde, que atende moradores do DF e do entorno. “O crescimento é resultado de um amplo trabalho que temos realizado para levar saúde de qualidade para a nossa população”, ressalta a vice-governadora Celina Leão. “Ainda como deputada distrital, apresentei o projeto que amplia o Teste do Pezinho, por meio do PL nº 1.994/2018, que hoje é uma realidade na proteção das nossas crianças”, lembra. Segundo ela, essa ampliação traz a tecnologia a serviço da vida, o que permite prevenção, tratamento adequado e, acima de tudo, dignidade e qualidade de vida para as famílias da região. “O diagnóstico precoce é o maior aliado que uma família pode ter, e a nossa missão é garantir que todo recém-nascido seja atendido", conclui. Em 2019, o Distrito Federal ampliou o Teste do Pezinho, com a inclusão de doenças lisossomais e da imunodeficiência combinada grave (SCID), seguida, em 2021, da incorporação da atrofia muscular espinhal (AME) e da adesão à Lei Federal nº 14.154, que estabeleceu um rol mínimo nacional com implantação por etapas. Atualmente, o DF está na etapa 5 da legislação federal e realiza o rastreamento de cerca de 62 doenças, o que o coloca entre as unidades da Federação com maior abrangência na triagem neonatal. No ano passado, foram realizados 39.891 testes, contra 36.858 em 2024, um crescimento de mais de três mil exames, impulsionado pela maior adesão da rede privada ao serviço público e pela ampliação do rol de doenças rastreadas | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O médico Lourenço Evangelista, assessor técnico do Laboratório Especializado em Triagem Neonatal — Unidade Genética, explica que o principal fator para o crescimento atual é a maior adesão da rede privada ao serviço público. “Antes, muitos recém-nascidos de hospitais e maternidades privadas não faziam o teste conosco. Hoje, eles procuram as UBSs [unidades básicas de saúde] para coletar, porque aqui o Teste do Pezinho oferece mais exames do que os disponíveis na rede privada ou nos planos de saúde”, afirma. Segundo ele, o número de coletas nas UBSs, que em grande parte correspondem a bebês da rede privada, saltou de pouco mais de 3 mil para mais de 5 mil. Ele também destacou a ampliação do rol de doenças rastreadas desde 2023. Entre as novas incorporações estão os defeitos primários da imunidade, identificados por exames específicos, que permitem acompanhamento especializado em imunologia e tratamento adequado, inclusive nos casos mais leves. Outra doença incluída foi a atrofia muscular espinhal, uma condição neuromuscular grave, mas que tem tratamento. “Já tivemos 14 casos diagnosticados, alguns ainda sem sintomas, outros com histórico familiar ou sinais clínicos iniciais. O diagnóstico precoce permite iniciar o tratamento antes mesmo do surgimento dos sintomas”, explica. Também foram incorporadas doenças lisossômicas de depósito, um grupo de erros inatos do metabolismo que podem causar sintomas neurológicos e sistêmicos, e que, em muitos casos, têm tratamento disponível. O médico reforça que o princípio da triagem neonatal é rastrear doenças de importância populacional que tenham tratamento, para que o diagnóstico precoce realmente traga benefícios. “Já tivemos casos de sucesso em que a criança não apresentava nenhum sintoma, mas o exame molecular identificou a doença, o diagnóstico foi confirmado, e o tratamento, iniciado antes do aparecimento dos sinais clínicos”, destaca. Esse é o caso da bebê Anny Kimberly Alves, de um ano, que nasceu com atrofia medular espinhal. Filha de Yasmin Alves, de 20 anos, moradora do entorno do Distrito Federal, ela recebeu o diagnóstico sete dias após o parto, a partir da realização do Teste do Pezinho. Yasmin já conhecia a importância do exame, que ajuda a identificar diversas doenças. “Foi um alívio receber o resultado, mas também um momento difícil, já que ninguém quer que um filho nasça com algum problema de saúde”, conta. A bióloga Gabriella Vasconcelos explica que a triagem neonatal é um programa que se preocupa com todo o processo, desde a qualidade da coleta realizada nas unidades de saúde, o uso correto do cartão, a capacitação contínua das equipes, até o transporte refrigerado das amostras, garantindo que cheguem ao laboratório no menor tempo possível e em condições adequadas Embora não haja cura, existem tratamentos que melhoram a qualidade de vida e retardam a progressão da doença. Desde então, Anny faz acompanhamento no Hospital da Criança de Brasília José de Alencar, onde recebe todo o apoio necessário. “Ela faz fisioterapia, fonoaudiologia, acompanhamento nutricional e outras terapias. Esse acompanhamento é bom e importante porque facilita o desenvolvimento da minha filha”, afirma. Como funciona As amostras do Programa de Triagem Neonatal (PSN) são encaminhadas diretamente pelas unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF), como hospitais, maternidades, casas de parto e UBSs. Na rede conveniada, já existe uma logística organizada para o transporte até o laboratório. Já na rede privada, como não há essa logística estruturada, geralmente os pais aguardam a alta da criança e fazem a coleta nas UBSs, de onde o material é enviado para análise. Atualmente, o serviço recebe, em média, cerca de 4 mil cartões de amostras por mês. Esses materiais vêm de várias regiões, incluindo UBSs que entregam os cartões em pontos de coleta regionais antes do envio ao laboratório. Ao chegar, cada criança recebe um código único, que funciona como uma identidade dentro do sistema. Esse código acompanha todo o histórico da criança, especialmente nos casos em que há diagnóstico positivo, exames confirmatórios e acompanhamento contínuo. A primeira amostra geralmente é feita entre 24 e 48 horas após o nascimento. Crianças internadas, como prematuros ou aquelas em UTI, seguem protocolos específicos, com até três coletas sequenciais em períodos determinados. As amostras são identificadas por cores: o cartão cinza indica primeira coleta, o azul representa a recoleta (segunda amostra) e o laranja é utilizado quando há suspeita de alteração e necessidade de nova coleta com maior urgência. O médico Lourenço Evangelista, assessor técnico do Laboratório Especializado em Triagem Neonatal — Unidade Genética, explica que o principal fator para o crescimento atual é a maior adesão da rede privada ao serviço público Nos casos em que há suspeita de alteração, a equipe entra em contato com a família para que a criança seja levada diretamente ao serviço, garantindo uma coleta mais rápida. Isso é fundamental, pois, em algumas situações, o intervalo entre a coleta na UBS e a chegada ao laboratório pode ser de quatro a sete dias, o que não é ideal quando há risco de diagnóstico positivo e necessidade de início imediato do tratamento. A bióloga Gabriella Vasconcelos explica que a triagem neonatal é um programa que se preocupa com todo o processo, desde a qualidade da coleta realizada nas unidades de saúde, o uso correto do cartão, a capacitação contínua das equipes, até o transporte refrigerado das amostras, garantindo que cheguem ao laboratório no menor tempo possível e em condições adequadas. Segundo ela, o cuidado também envolve a identificação correta das amostras, a realização dos exames, a liberação dos resultados e, em caso de alteração, o acompanhamento das crianças, com repetição dos exames quando necessário e encaminhamento rápido ao atendimento especializado. Ela destaca que o diagnóstico precoce permite iniciar o tratamento o quanto antes, o que possibilita que a criança tenha um desenvolvimento o mais próximo possível da normalidade. “Crianças que, sem diagnóstico, poderiam não sobreviver ou depender de suporte respiratório e alimentar passam a andar de bicicleta, correr, brincar e ter uma vida próxima do normal”, afirma.
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Com recursos de R$ 4 milhões, programa de pós-graduação da FAPDF é lançado em edital
A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) lançou o edital do Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação (PDPG), que tem como foco a concessão de bolsas de mestrado, doutorado e pós-doutorado em instituições de ensino superior do Distrito Federal. Programa estimula a formação de pesquisadores e a participação de estudantes na produção científica | Foto: Divulgação/FAPDF Com investimento de R$ 4 milhões, a iniciativa busca fortalecer a pós-graduação no DF, ampliar oportunidades de formação acadêmica e contribuir para o desenvolvimento da pesquisa científica e da produção de conhecimento no território. [LEIA_TAMBEM]O edital é voltado a instituições públicas e privadas de ensino superior, com sede e administração no Distrito Federal, que possuam programas de pós-graduação stricto sensu próprios ou em convênio, autorizados ou credenciados pela Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Ensino Superior (Capes). O PDPG tem como objetivo estimular a formação de pesquisadores e incentivar a participação de estudantes em atividades de pesquisa, inovação e produção científica, contribuindo para o fortalecimento institucional da pós-graduação no DF. Distribuição dos recursos Os recursos previstos para o edital serão distribuídos em 60% para instituições públicas e 40% para instituições privadas. Caso haja menor demanda em um dos grupos, os valores poderão ser remanejados, garantindo melhor aproveitamento do investimento. “Investir na pós-graduação é investir no futuro da ciência, da inovação e do desenvolvimento do DF” Leonardo Reisman, diretor-presidente da FAPDF As propostas institucionais devem ser submetidas exclusivamente pelo Sistema de Informação e Gestão da FAPDF (Sigfap), no período de 9 de fevereiro a 13 de março deste ano, conforme o cronograma estabelecido no edital. Cada proposta deverá ser apresentada por um coordenador com titulação mínima de doutor, vínculo ativo com a instituição proponente e cadastro atualizado no sistema da fundação. O edital terá vigência até 31 de dezembro deste ano, e as propostas selecionadas poderão ter execução de até 48 meses, conforme as regras estabelecidas. “Investir na pós-graduação é investir no futuro da ciência, da inovação e do desenvolvimento do DF”, reforça o diretor-presidente da FAPDF, Leonardo Reisman. “O Programa de Desenvolvimento da Pós-Graduação fortalece os programas existentes, amplia oportunidades para estudantes e contribui para a formação de pesquisadores preparados para enfrentar desafios complexos da sociedade.” Clique aqui e confira todos os editais de 2026 da FAPDF. *Com informações da FAPDF
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