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Curso de marcenaria sustentável abre inscrições em fevereiro

O Governo do Distrito Federal (GDF), por intermédio da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), publicou chamamento público para o preenchimento de vagas em cursos de qualificação profissional do projeto “Territórios Criativos, Saudáveis e Sustentáveis”. O edital tem como objetivo selecionar participantes para o curso de marcenaria sustentável, correspondente ao terceiro módulo do projeto, que visa promover a capacitação profissional aliada a práticas sustentáveis e à valorização da economia criativa no Distrito Federal. A Sedet-DF oferecerá 20 vagas para o curso gratuito de marcenaria sustentável; inscrição vão de 2 a 11 de fevereiro | Foto: Divulgação/Sedet-DF Inscrições As inscrições estarão abertas para 20 vagas e deverão ser realizadas exclusivamente de forma eletrônica, no portal oficial da Sedet-DF, no período de 2 a 11 de fevereiro. Para participar do processo seletivo, os interessados deverão preencher o Formulário de Inscrição – Instituto Cultura e Social no Setor. Organização do curso A capacitação em marcenaria sustentável será ofertada em uma única turma, com aulas presenciais distribuídas ao longo da semana. A formação ocorrerá às segundas, quartas e sextas-feiras, das 14h às 18h. [LEIA_TAMBEM]Qualificação e sustentabilidade O projeto Territórios Criativos, Saudáveis e Sustentáveis tem como foco a qualificação profissional orientada para práticas ambientalmente responsáveis, estimulando a geração de renda, o empreendedorismo e o desenvolvimento local sustentável. O módulo de marcenaria sustentável busca capacitar os participantes no uso consciente de materiais, no reaproveitamento de recursos e em técnicas produtivas alinhadas à preservação ambiental. A Sedet-DF destaca que as vagas são limitadas e recomenda que os interessados realizem a inscrição dentro do prazo estabelecido, atentando-se ao correto preenchimento do formulário eletrônico. Chamamento Público – Projeto Territórios Criativos, Saudáveis e Sustentáveis · Curso: Marcenaria Sustentável (3º módulo) · Vagas: 20 · Inscrições: de 2 a 11 de fevereiro · Site: www.sedet.df.gov.br *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF)

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M-TECH 2026 abre inscrições para cursos gratuitos em tecnologia e empreendedorismo

Brasília avança na preparação de profissionais para as carreiras do futuro com o lançamento do M-TECH 2026, projeto gratuito que une capacitação em tecnologia, inovação e desenvolvimento humano. A iniciativa é realizada pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com a Brasil Startups, e tem como foco conectar a população do DF às oportunidades da economia digital. Voltado a jovens e adultos entre 16 e 65 anos, o M-TECH 2026 oferece uma jornada formativa completa, combinando cursos presenciais em programação, inteligência artificial, marketing digital e desenvolvimento web, além de mentorias e palestras voltadas ao fortalecimento de competências como liderança, comunicação, inovação e planejamento de carreira. “O M-TECH 2026 é uma porta de entrada para o futuro, que amplia o acesso ao conhecimento tecnológico e fortalece o ecossistema de inovação do Distrito Federal” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação “O M-TECH 2026 é mais do que um curso. É uma porta de entrada para o futuro, que amplia o acesso ao conhecimento tecnológico e fortalece o ecossistema de inovação do Distrito Federal, preparando pessoas para ocupar espaços estratégicos no mercado de trabalho”, destaca o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino. A formação técnica é dividida em dois níveis. O curso básico, com carga horária de 132 horas, é destinado a quem está iniciando na área e aborda lógica de programação, Python, inteligência artificial aplicada, desenvolvimento web, marketing digital, chatbots e a construção de um projeto final com portfólio. Além de aulas presenciais, o projeto oferece formação comportamental e mentorias online | Foto: Divulgação/Secti-DF Já o curso avançado, com 160 horas, aprofunda conhecimentos em Python e IA, banco de dados, aplicativos mobile e criação de sistemas e negócios digitais, permitindo que os participantes desenvolvam soluções reais. Além do conteúdo técnico, o projeto se diferencia pela formação comportamental e pelas mentorias online, estruturadas em ciclos que abordam temas como protagonismo, empreendedorismo, criação de MVPs, trabalho em equipe e networking. A proposta é formar profissionais completos, capazes de unir conhecimento técnico, visão estratégica e atitude inovadora. As inscrições estão abertas e podem ser feitas por meio do formulário online. As vagas são limitadas e as aulas iniciam no dia 9 de fevereiro.   *Com informações da Secti-DF  

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Ação de acolhimento atendeu a 47 pessoas em situação de rua no DF na última semana

Entre os dias 20 e 25 de janeiro deste ano, 47 pessoas foram atendidas pelo Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua do Governo do Distrito Federal (GDF), coordenado pela Casa Civil. As equipes, com a participação integrada de secretarias e órgãos do governo, atuaram em diferentes áreas do Plano Piloto, Taguatinga e Guará, totalizando 18 pontos de intervenção. Ao longo de toda a semana, as ações resultaram na desconstituição de 34 estruturas precárias e na remoção de nove caminhões de entulho, consolidando o trabalho integrado do GDF no atendimento à população em situação de rua. O secretário da Casa Civil e coordenador do plano de ação integrada, Gustavo Rocha, afirmou que a pasta atua na articulação entre os diferentes órgãos do GDF para garantir que as ações sejam coordenadas, efetivas e respeitosas, oferecendo alternativas de acolhimento e proteção social. “Esse trabalho representa uma resposta concreta a uma realidade complexa, com foco na dignidade das pessoas e na efetivação de políticas públicas que vão além da emergência, promovendo reinserção, cuidado e cidadania”, declarou. Ao longo de toda a semana, as ações resultaram na desconstituição de 34 estruturas precárias e na remoção de nove caminhões de entulho, consolidando o trabalho integrado do GDF no atendimento à população em situação de rua | Foto: Arquivo/Agência Brasília Durante as abordagens, as equipes do GDF oferecem diversos serviços públicos que incluem saúde, educação, assistência social, orientação sobre cuidados com animais de estimação e benefícios como deslocamento interestadual — além de um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Também são disponibilizadas vagas em abrigos e programas de qualificação profissional, como o RenovaDF, e cadastro para unidades habitacionais. Participam dos trabalhos os profissionais das secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF). Também atuam agentes da Segurança Pública (SSP-DF), das polícias Militar e Civil, do Corpo de Bombeiros Militar, do Conselho Tutelar, da Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap), da Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab) e do Departamento de Trânsito (Detran-DF). “Esse trabalho representa uma resposta concreta a uma realidade complexa, com foco na dignidade das pessoas e na efetivação de políticas públicas que vão além da emergência, promovendo reinserção, cuidado e cidadania” Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil e coordenador do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua Balanço da semana Na terça-feira (20), a ação ocorreu em quatro pontos no Plano Piloto, onde oito pessoas foram encontradas e atendidas pelas equipes. Durante a operação, foram retiradas sete estruturas precárias, construídas com lonas e madeiras. Ao final do dia, houve a remoção de dois caminhões de entulho, com os materiais inservíveis encaminhados para a Unidade de Recebimento de Entulho (URE). Já na quarta-feira (21), as equipes atuaram em três pontos do Plano Piloto, situados no Setor de Quadras Sul (SQS) 904 e Setor Comercial Sul (SCS). Durante as abordagens, oito pessoas receberam atendimento e quatro estruturas precárias foram removidas, além de um caminhão de entulho. Na quinta-feira (22), a operação ocorreu em dois pontos no Guará: na QE 38 e na QE 36. No total, sete pessoas foram atendidas e cinco estruturas precárias foram desconstituídas, com um caminhão de entulho sendo encaminhado à URE. Na sexta-feira (23), as equipes passaram por três pontos em Taguatinga, onde 12 pessoas foram atendidas e 8 estruturas precárias foram removidas, além de dois caminhões de resíduos. Dando continuidade ao cronograma, no sábado (24), quatro pontos no Plano Piloto foram alvos da ação: o Setor Hoteleiro, a SQN 601 e as SQNs 908 e 916. Nos locais, oito pessoas foram acolhidas pelas equipes e dez estruturas precárias foram removidas, além de dois caminhões de entulho. Para encerrar o fim de semana, no domingo (25), o trabalho foi realizado em dois pontos no Plano Piloto, onde quatro pessoas foram atendidas e dois caminhões de entulho saíram dos locais. Abordagem ampliada O Distrito Federal foi a primeira Unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF promoveu visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo a cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. [LEIA_TAMBEM]Em julho de 2025, a vice-governadora Celina Leão, então em exercício como governadora, assinou decreto que lançou o programa Acolhe DF, que propõe busca ativa e oferta de tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas — tanto as ilícitas quanto álcool e tabaco —, criando uma linha de atendimento a essas pessoas e, consequentemente, aprimorando as ações já existentes do GDF voltadas a esse público. Também em 2025, Brasília recebeu o primeiro hotel social da capital da República, destinado a acolher e abrigar a população em situação de rua. O equipamento oferece 200 vagas para pernoite e recebe também animais de estimação. Só na primeira semana, foram registrados mais de mil acolhimentos no local. Além disso, desde 2022, o GDF promove, em períodos de baixas temperaturas, a chamada Ação Contra o Frio, com oferta de espaços públicos para pernoite de pessoas em situação de rua. Apenas neste ano, a unidade aberta na Asa Sul registrou 6,6 mil atendimentos. No local, também são oferecidos casacos e cobertores arrecadados por meio da campanha Agasalho Solidário, da Chefia-Executiva de Políticas Sociais.

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Refeições gratuitas: restaurantes comunitários reforçam segurança alimentar para pessoas em situação de vulnerabilidade no DF

O Governo do Distrito Federal (GDF) vem fortalecendo a segurança alimentar e nutricional na capital por meio dos restaurantes comunitários. Desde 2019, a política pública foi reforçada com a inauguração de novas unidades, a ampliação do número de refeições e dos dias de atendimento e a redução do valor do almoço, que passou de R$ 3 para R$ 1. Já em 2020, as pessoas em situação de rua passaram a ter direito à gratuidade nas refeições servidas. Em 2025, mais de 1.800.000 refeições gratuitas foram fornecidas pelos restaurantes comunitários do DF a pessoas em situação de rua | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília O secretário-chefe da Casa Civil e coordenador do plano distrital, Gustavo Rocha, citou a gratuidade e o volume de refeições oferecidas como parte da estratégia de segurança alimentar. “O governador Ibaneis Rocha determinou que a alimentação para essas pessoas no restaurante comunitário é gratuita. Só neste ano passado a gente forneceu para essas pessoas mais de 1.800.000 refeições. É justamente para que essas pessoas tenham condições de se alimentar, tenham a sua segurança alimentar e possam seguir com o seu dia a dia, pelo menos, alimentadas.” A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, relacionou a política de segurança alimentar ao combate à fome e ao acesso regular a refeições. “Quando a gente fala de segurança alimentar e nutricional, nós estamos falando do combate à fome e é o que eu digo, ninguém com fome pensa direito. Então, a primeira coisa que a gente precisa fazer é alimentar bem todas as pessoas que estão aqui no Distrito Federal.” Ela também ressaltou a trajetória dos restaurantes comunitários e a manutenção do valor atual das refeições. “Os restaurantes comunitários já faziam de alguma forma esse trabalho com um preço simbólico, mas é importante sempre colocar que governos anteriores aumentaram esse valor para R$ 3. Hoje, o almoço continua sendo R$ 1.” “Independente do dia, aqui eu tenho minha refeição garantida” Frequentador do Restaurante Comunitário de Ceilândia, Rafael Bruno de Oliveira acompanhou de perto as mudanças no serviço ao longo dos anos. “Eu venho aqui desde 2014. Naquela época era só o almoço. Hoje tem café da manhã, tem jantar também. O cardápio muda todo dia: peixe, feijoada, costelinha de porco, costela bovina. A comida melhorou bastante. Eu gosto demais da comida daqui.” O local serve cerca de 600 refeições gratuitas por dia a pessoas em situação de vulnerabilidade. Rafael relata que vive em situação de vulnerabilidade após perder os pais e romper vínculos familiares. “Eu perdi meus pais muito cedo e a minha família não me aceitou em casa pela minha orientação sexual.” Para ele, a gratuidade ajuda a assegurar a alimentação diária. “Um almoço de R$ 1 é barato, mas nem todo dia a gente consegue R$ 1 para comer. Independentemente do dia, aqui eu tenho minha refeição garantida. De segunda a sábado eu como aqui. Se eu tivesse que correr atrás de comida todo dia, ia ser bem mais difícil”, explica. Rafael Bruno de Oliveira: "Eu venho aqui desde 2014. Naquela época era só o almoço. Hoje tem café da manhã, tem jantar também. Eu gosto demais da comida daqui" “Eu trabalho com reciclagem, mas nem todo dia a rua está rica de lata. Tem dia que você consegue algum dinheiro, tem dia que não consegue quase nada. Não é um dinheiro certo. Por isso eu ainda não consegui alugar uma casa. Saber que todo dia você vai comer já é muita coisa”, acrescenta. Jaílson Santos Gonçalves frequenta o restaurante comunitário há cerca de cinco anos. Ele conta que passou a viver em situação de vulnerabilidade após problemas com drogas e rompimento familiar. “Foi problema com drogas. Depois disso, a família não aceita. Aí eu fui morar na rua.” O acesso às refeições gratuitas veio após atendimento no Centro de Referência de Assistência Social (Cras). “Eu fui no Cras, expliquei a minha situação, eles fizeram a ficha e me deram o encaminhamento. A partir daí eu comecei a almoçar aqui de graça.” Jaílson Santos Gonçalves, frequentador do restaurante comunitário há cerca de cinco anos: "Saber que você não vai passar fome muda muita coisa" Para Jaílson, ter a alimentação assegurada traz tranquilidade. “Antes, eu acordava e não tinha café da manhã, não tinha almoço. Hoje eu sei que vou acordar e vou ter o meu alimento. Isso me deixa mais tranquilo. Teve época que eu tomava café da manhã, almoçava e pegava a janta aqui. Saber que você não vai passar fome muda muita coisa. Hoje eu estou tentando mudar. Já faz quase um mês que eu estou sem usar drogas. Estou tirando meus documentos, um passo de cada vez.” Ele resume o impacto do serviço de forma direta. “Mesmo sendo de graça, é uma grande coisa. Saber que todo dia você vai comer já é muita coisa para quem vive na rua.” [LEIA_TAMBEM]Crescimento no número de refeições servidas Veja a seguir o número de refeições servidas pelos restaurantes comunitários nos últimos anos: • 2021: 99.922; • 2022: 320.175; • 2023: 628.910; • 2024: 1.111.253; • 2025: 1.724.871 (até o final de novembro); • Previsão total para 2025: 1.881.677.

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Média de rendimento per capta no DF é de R$ 3 mil, segundo Informe Distrital de Rendimento

O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) apresenta, nesta segunda-feira (26), os dados do Informe Distrital de Rendimentos, recorte analítico vinculado à Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (PDAD-A 2024). O documento oferece um retrato detalhado sobre os rendimentos e a capacidade econômica das famílias no DF, utilizando como referência o salário mínimo vigente em julho de 2024, no valor de R$ 1.412,00. Conforme o levantamento, a média do rendimento domiciliar mensal no DF Urbano é de R$ 5.424,77. Já o rendimento domiciliar per capita, obtido pela divisão do rendimento total do domicílio pelo número de moradores, foi de R$ 3.168,94. O estudo considera a soma dos rendimentos oriundos do trabalho principal, de outros trabalhos, de benefícios sociais, de aluguéis e de aplicações financeiras. Para garantir a precisão dos dados, a metodologia excluiu do cálculo os domicílios em que houve recusa na informação de valores ou desconhecimento sobre a renda do trabalho, evitando, assim, a subestimação das médias apresentadas. No Lago Sul, o rendimento domiciliar médio é de R$ 29,8 mil | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Observando o rendimento domiciliar médio, por região administrativa do DF, o Lago Sul lidera o ranking ao apresentar um valor domiciliar médio de R$ 29.802,04 e per capita de R$ 15.780,19. Em seguida, destacam-se o Lago Norte e o Plano Piloto, com rendas per capita de R$ 11.603,22 e R$ 10.407,82, respectivamente. As RAs com menores valores de renda per capita são o SCIA (R$ 815,85 por morador), seguido pelo Sol Nascente/Pôr do Sol, com renda de R$ 845,62 por morador. Ainda entre as regiões com as menores faixas de rendimento per capita estão a Fercal (R$ 959,90) e o Paranoá (R$ 1.059,70). [LEIA_TAMBEM]As regiões do Itapoã, Sudoeste/Octogonal e Arniqueira apresentaram limitações de significância estatística para o cálculo dos rendimentos, em recortes específicos. Renda por ocupação A observação dos rendimentos médios, conforme a posição na ocupação, apontou um rendimento médio de R$ 10.483,53 para os ocupados no setor público (incluindo militares) e de R$ 3.003,32 para empregados do setor privado. Os dados indicam, ainda, que a categoria empregador apresenta os maiores patamares de rendimento médio, no valor de R$ 10.523,66, enquanto o empregado doméstico registra média de R$ 1.615,73. *Com informações do IPEDF  

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Projeto Code promove inclusão digital e formação tecnológica para jovens

Os jovens do Distrito Federal que estão no período de férias escolares agora têm mais uma oportunidade voltada à formação em áreas estratégicas ligadas à economia digital e ao uso consciente da tecnologia. O projeto Comunidade, Oportunidade, Digital e Educação (Code) abre inscrições nesta segunda-feira (26) para cursos totalmente gratuitos. O projeto Code oferece formações em Informática Básica, Empreendedorismo Digital, Performance em E-Sports e Produção de Conteúdo e Branding Gamer | Foto: Divulgação/Secti-DF As oficinas são online e oferecem certificação ao final do curso. Os interessados podem escolher entre as formações em Informática Básica, Empreendedorismo Digital, Performance em E-Sports e Produção de Conteúdo e Branding Gamer. Para participar, basta acessar o site do projeto e realizar o cadastro. Como forma de garantir acesso democrático às atividades, o projeto contará também com um espaço presencial de apoio, equipado com computadores e internet, localizado na Asa Norte. A parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e o Instituto Social Integrado (ISI) aposta na educação digital como ferramenta de inclusão social, geração de oportunidades e desenvolvimento de habilidades alinhadas às demandas do mercado tecnológico. [LEIA_TAMBEM]“Investir em educação digital é investir no futuro da nossa juventude. Ao ampliar o acesso ao conhecimento tecnológico, estimulamos o desenvolvimento de competências essenciais, abrimos caminhos para novas oportunidades profissionais e promovemos a inclusão desses jovens em um mundo cada vez mais conectado, dinâmico e competitivo”, destaca o secretário Rafael Vitorino. Além da formação teórica, o projeto promove a Copa Code de E-Sports, evento presencial realizado com as equipes formadas pelos próprios participantes. O objetivo é estimular a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos ao longo das oficinas, além de fortalecer valores como trabalho em equipe, disciplina e liderança, em um ambiente seguro, educativo e supervisionado. Para a Secti-DF, a iniciativa representa uma política pública estratégica de impacto social, ao oferecer formação qualificada a jovens em situação de vulnerabilidade social, contribuindo para o uso produtivo do tempo livre, o desenvolvimento de talentos e a construção de novas perspectivas de futuro por meio da tecnologia e da educação. Code (Comunidade, Oportunidade, Digital e Educação) Apoio presencial: 702/703 Norte — Asa Norte Data de inscrição: A partir desta segunda (26), pelo site do Code *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)  

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Cronograma 2026

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Agências do trabalhador do DF oferecem 845 vagas nesta segunda-feira (26), com salários de até R$ 3,5 mil

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem 845 vagas de emprego nesta segunda-feira (26), distribuídas por diversas regiões administrativas e voltadas a candidatos com diferentes níveis de escolaridade e experiência. A maior remuneração é de R$ 3.500 para o cargo de oficial de serviços gerais na manutenção de edificações no Paranoá, com uma vaga e benefícios. Também há oportunidades com salários de R$ 3.000 para supervisor de montagem, na Zona Industrial do Guará, e de R$ 2.600 para pedreiro de reforma geral, em Ceilândia Norte. Do total de oportunidades, 724 vagas não exigem experiência comprovada. Há ainda 114 postos sem exigência de escolaridade e cinco destinados a candidatos com ensino superior completo. A maior parte das vagas está concentrada entre ensino fundamental completo, com 366 postos, e ensino médio completo, com 259. Os locais com maior número de vagas são Águas Claras, com 206 oportunidades; Setor Habitacional Vicente Pires, com 123; Recanto das Emas, com 82; e Asa Norte, com 63. Há ainda 160 oportunidades sem local de trabalho fixo. Os cargos com maior número de vagas são repositor de mercadorias, com 108 postos; operador de caixa, com 103; açougueiro, com 84; auxiliar de limpeza, com 83; e fiscal de prevenção de perdas, com 50. Como se candidatar Para participar dos processos seletivos, os trabalhadores podem cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou comparecer a uma das 16 agências do trabalhador do Distrito Federal, que funcionam de segunda a sexta-feira, das 8h às 17h. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja compatível com o perfil do candidato, o cadastro permanece ativo e permite o cruzamento automático de dados com as vagas oferecidas pelas empresas. Empregadores e empreendedores interessados em ofertar vagas ou utilizar a estrutura das agências do trabalhador para a realização de entrevistas podem se cadastrar presencialmente nas unidades, pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br ou por meio do Canal do Empregador, disponível no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).  

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Em audiência pública, população do DF poderá avaliar o programa Prato Cheio

A partir das 15h desta terça-feira (27), a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) promove audiência pública no Restaurante Comunitário do Varjão. O objetivo da iniciativa é permitir que a população avalie tanto o serviço prestado pelo refeitório quanto a concessão e a utilização do Cartão Prato Cheio. Audiência pública no Restaurante Comunitário do Varjão permitirá que a população avalie tanto o serviço prestado pelo equipamento quanto o Cartão Prato Cheio | Foto: Divulgação/Sedes-DF “Nossa ideia é que os frequentadores façam suas considerações acerca do atendimento, do serviço e da alimentação, além da estrutura do local. Em relação ao Prato Cheio, os beneficiários devem participar para que possam contribuir com opiniões e sugestões para a contínua melhoria do programa”, destacou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Apesar de o encontro ser no Varjão, pessoas de outras regiões podem e devem participar do encontro, contribuindo com opiniões e observações sobre as duas principais iniciativas voltadas à segurança alimentar e nutricional do Governo do Distrito Federal (GDF). [LEIA_TAMBEM]Sobre os programas Em 2025, o combate à fome foi prioridade deste GDF, com a ampliação para 130 mil famílias beneficiadas pelo Cartão Prato Cheio e o aumento de nove para 18 parcelas. “Mais famílias foram contempladas e terão maior previsibilidade para sair da situação de insegurança alimentar. Neste ano, também ampliamos a oferta de refeições em mais quatro restaurantes comunitários: Gama, Riacho Fundo, Santa Maria e Samambaia”, pontua. Atualmente, 15 dos 18 restaurantes comunitários do DF oferecem café da manhã (R$ 0,50), almoço (R$ 1) e jantar (R$ 0,50) e funcionam todos os dias, incluindo domingos e feriados, com a oferta gratuita de refeições para a população em situação de rua. Em 2025, foram oferecidas cerca de 17 milhões de refeições. Somente na unidade do Varjão, quase 1 milhão. As iniciativas contribuíram para que o DF terminasse o ano ocupando o primeiro lugar no ranking nacional do Selo Betinho, voltado para ações de combate à fome. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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