Resultados da pesquisa

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Pesquisa detalha o cenário na composição familiar no DF

O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) divulga nesta quarta-feira (21) os resultados da Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A-2024), apontando que mais de um terço dos domicílios do DF são formados por casais com filhos, seguidos pelos casais sem filhos, que representam 20,7% do total. Os lares com mães solo são 14,8% do total de domicílios do DF, enquanto outros 6,4% são formados por mulheres sem cônjuge, com filhos e com parentes. Arte: Divulgação/IPEDF Composição familiar por região Entre as regiões administrativas (RAs), os maiores percentuais de arranjos familiares do tipo casais com filhos em relação ao total de domicílios foram identificados no Jardim Botânico (50,7%), Itapoã (43,5%) e Park Way (43,5%). As regiões com menores percentuais são Núcleo Bandeirante (28,9%) e Taguatinga (27,9%). A composição de casais com filhos e parentes apresenta maior incidência nas RAs de Sol Nascente/Pôr do Sol (9,9%) e Candangolândia (9,6%). Domicílios compostos por casais sem filhos estão concentrados no Plano Piloto (35,84%), Sudoeste/Octogonal (33,92%) e Águas Claras (32,16%). Os menores percentuais estão nos domicílios do Varjão (12,28%), Paranoá (13,09%) e Brazlândia (14,06%). [LEIA_TAMBEM] Mães solo e rede de apoio As famílias formadas por mulheres sem cônjuge e com filhos, também conhecidas por mães solo, apresentam os maiores percentuais no Paranoá (25,4%) e Varjão (25,1%) e os menores percentuais no Lago Sul (7,9%) e Park Way (5,5%). Ao observar a composição das famílias com mães solo e presença de rede de apoio de parentes (mulher sem cônjuge, com filhos e com parentes), os destaques ficam com as RAs Recanto das Emas (10,5%) e Santa Maria (10,0%), que apresentam os maiores percentuais, em relação às demais. O Plano Piloto é a RA com o menor percentual de famílias com essa configuração.   *Com informações do IPEDF  

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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Guará nesta quinta-feira (22)

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em quatro endereços distintos do Guará. Se necessário, também haverá ação no Setor Hoteleiro Norte, Quadras 04 e 05, nas proximidades do Torre Palace Hotel em razão da implosão do local, prevista para domingo (25). A ação está prevista para ter início às 9h desta quinta-feira (22), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional — como o RenovaDF — e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante | Foto: Agência Brasília Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Pontos de ação no Guará para quinta (22) Atrás do posto de gasolina e próximo ao Chalé da Traíra, no Guará II Área pública em frente à QE 38 QE 38, na antiga lagoa de oxidação SHJK QE 60. *Com informações da DF Legal

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PREGÃO ELETRÔNICO  Nº  90002/2026

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Com aumento de 146% nos casos de influenza, DF convoca população para vacinação

O Distrito Federal registrou, em 2025, mais de 1,4 mil casos de Síndrome Respiratória Aguda Grave (SRAG) causados pelo vírus Influenza. O número representa um salto de 146% frente ao ano anterior, quando foram registradas 578 ocorrências. Por esse motivo, até 31 de janeiro, a Secretaria de Saúde (SES-DF) convida toda a população com mais de 6 meses de idade para se proteger da gripe. São mais de cem salas de vacinação preparadas para aplicar a dose em quem não se vacinou em 2025. "No ano passado, as síndromes provocadas pelo vírus Influenza foram a principal causa de óbitos em idosos e uma das principais causas de mortes em crianças", alerta a gerente de Vigilância das Doenças Imunopreveníveis e de Transmissão Hídrica e Alimentar da SES-DF, Renata Brandão. Os dados da SES-DF mostram que, em 2025, o vírus Influenza provocou 65 óbitos, superando os 37 registrados de covid-19. No ano anterior, foram 1.434 casos de influenza contra 487 de covid-19. Observa-se que idosos e crianças pequenas são os mais afetados pelas duas doenças. Assim, embora qualquer pessoa possa vacinar-se até o fim deste mês, o foco está, especialmente, em gestantes, idosos acima dos 60 anos e crianças menores de 6 anos. Vacina contra o vírus Influenza previne quadros graves, internações e até óbitos por Síndrome Respiratória Aguda Grave | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Cobertura baixa A cobertura vacinal está abaixo do esperado para grupos prioritários. Ao longo de 2025, e nas primeiras semanas de 2026, a SES-DF aplicou mais de 880 mil doses da vacina contra a influenza. Mas, de acordo com os levantamentos populacionais, vacinaram-se apenas 22,4% das gestantes, 53% das crianças de 6 meses e menores de 6 anos e 57,7% dos idosos a partir dos 60 anos. A meta é de 90% para esses públicos. Hoje, o estoque da SES-DF é de pouco mais de 136 mil doses. A gerente substituta da Rede de Frio Central da SES-DF, Laís Soares, ressalta que a vacina aplicada protege contra os vírus Influenza A (H1N1 e H3N2) e Influenza B (linhagem Áustria). "A imunização é a principal estratégia para reduzir casos graves, internações e óbitos, além de otimizar o uso das doses já disponíveis." Quem já tomou uma dose em 2024 precisa receber a vacina mais uma vez, segundo a gerente. "Isso porque, todos os anos, o imunizante é atualizado conforme as cepas do vírus com maior registro de circulação daquele período. Além disso, a imunidade obtida pela vacina dura de 6 a 12 meses", explica. Portanto, aqueles que já receberam a dose em 2025, não precisam de outra neste mês. "A vacinação é válida para quem não tomou nenhum imunizante contra a gripe em 2025", finaliza. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Aprovado plano de ocupação do Parque Denner, no Guará

A Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF) aprovou o projeto do plano de ocupação do Parque Urbano Denner, localizado no Guará II, entre o Polo de Moda e a Colônia Agrícola Bernardo Sayão. A Portaria nº 8, com a aprovação, foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta terça-feira (20). Área demarcada passará por reformas para melhorar as condições de uso pelo público | Foto: Divulgação/Seduh-DF  A reforma do parque, uma área de 27.359 metros quadrados, é uma demanda antiga da comunidade local. O projeto apresentado pela Administração do Guará e aprovado pela Seduh-DF prevê, entre outras melhorias, a substituição dos mobiliários urbanos danificados e ainda a modernização da iluminação, manutenção da vegetação e ações destinadas à segurança do local para os frequentadores do parque.   “O Parque Denner é um espaço muito utilizado no Guará, tanto para lazer quanto para a prática esportiva”, lembra o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz. “O plano de ocupação aprovado visa a organizar essas atividades e permitir uma melhora na infraestrutura e segurança.” Divisões O projeto propõe a criação de pelo menos quatro zonas distintas. Começa pela Zona A, que vai abrigar espaço recreativo familiar, skatepark, playgrounds infantis, parcão, banheiros e vestiários.  A Zona B, próxima ao lago central, receberá um deque de madeira e projeto de paisagismo com árvores nativas. Também serão criados circuitos de caminhada e ciclovia, favorecendo a integração do parque com a rede cicloviária do Guará. [LEIA_TAMBEM]Já na Zona C, a área será destinada à administração do parque e terá uma guarita para os vigilantes e um ponto de apoio da Polícia Militar, com uma unidade destinada a oferecer suporte logístico e funcional para as atividades de policiamento ostensivo do parque. No local também será instalado um bicicletário. A Zona D, por sua vez, terá espaço para a promoção da cultura esportiva e lazer, valorização do meio ambiente e atividades esportivas ao ar livre, com a instalação de quadras poliesportivas. Em relação aos usos para o parque, serão permitidos apenas pequenos comércios, prestação de serviços e uso institucional, que deverão obedecer aos parâmetros de ocupação do solo definidos.   *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação

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Governo atualiza regras sobre uso de solo no DF

O Governo do Distrito Federal atualizou a tabela que detalha a aplicação da Lei de Uso e Ocupação do Solo (Luos). A norma foi publicada no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) de terça-feira (20), por meio do Decreto nº 48.165/2026, e reúne as classes e subclasses de atividades econômicas, além das restrições ambientais e de incomodidade, exigidas no projeto, associadas a cada uso. A medida ajusta a regulamentação técnica às alterações mais recentes da legislação urbanística do DF. De autoria da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh), embora a nova norma não altere o texto da Luos, ela promove uma atualização do seu principal instrumento técnico de aplicação: o Anexo I do Decreto nº 43.374/2022, que consolida a chamada Tabela de Usos e Atividades. Esse anexo é fundamental para o planejamento urbano, ao detalhar de forma precisa quais atividades podem funcionar em cada tipo de lote, considerando critérios como impacto ambiental, geração de ruídos, tráfego e convivência com o entorno urbano. A medida ajusta a regulamentação técnica às alterações mais recentes da legislação urbanística do DF | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Na prática, a atualização do anexo alinha a regulamentação técnica às mudanças feitas na Luos ao longo de 2025, garantindo maior clareza e segurança jurídica na aplicação da lei. A revisão é especialmente relevante para os processos de análise de projetos urbanísticos, de licenciamento e de funcionamento de atividades econômicas em regiões que tiveram sua legislação atualizada, como Guará, Lago Sul e Santa Maria, reduzindo ambiguidades e conflitos interpretativos. Nesse sentido, a medida visa a fortalecer a previsibilidade das decisões administrativas e contribui para um ambiente mais equilibrado entre desenvolvimento econômico, proteção ambiental e qualidade de vida urbana. “Essa atualização é essencial para que a legislação acompanhe as transformações da cidade. O objetivo é dar mais transparência e segurança tanto para o poder público quanto para empreendedores e cidadãos, garantindo que o uso do solo esteja em consonância com a realidade urbana atual”, afirmou o secretário de Desenvolvimento Urbano e Habitação, Marcelo Vaz. Histórico A Luos, instituída em 2019, consolidou as regras de uso e ocupação do solo no Distrito Federal, substituindo um conjunto fragmentado de normas urbanísticas. Desde então, ajustes pontuais vêm sendo realizados para adequar a legislação às dinâmicas econômicas, sociais e territoriais da capital. Dessa forma, a atualização do Anexo I do decreto regulamentador representa mais um passo no processo contínuo de aprimoramento do planejamento urbano do DF. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh-DF)

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Saúde apresenta experiências bem-sucedidas e fortalece troca de conhecimento com outros estados

Nesta terça-feira (20), representantes da Secretaria de Saúde (SES-DF) apresentaram experiências exitosas por meio do Colabora APS, evento promovido pela Escola Nacional de Saúde Pública Sergio Arouca (ENSP/Fiocruz), em parceria com o Ministério da Saúde. A iniciativa tem como objetivo promover a troca de aprendizados na Atenção Primária à Saúde (APS) em todo o país.   Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos ganhou destaque nas apresentações do encontro | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF “Pretendemos estabelecer trocas, experiências de vínculos, um movimento que não existiria sem os servidores dedicados”  Ana Carolina Brandão, da coordenação-geral da ENSP A proposta do encontro é fortalecer as conexões, reconhecer os esforços e contribuir para o fortalecimento contínuo da APS por meio do intercâmbio das estratégias adotadas por diferentes unidades da Federação. A rede também atua na identificação, sistematização e apoio à qualificação de experiências inovadoras, ampliando sua visibilidade e potencial de replicação em diferentes contextos. Durante a abertura do encontro, o gerente de Estratégia de Saúde da Família da SES-DF, Virgílio Marques, reforçou a importância dessa interação para o fortalecimento da inovação na gestão e na assistência em saúde: “Temos núcleos de experiências exitosas sensacionais, que são muito importantes para manter uma saúde da família mais unida e mais alinhada”. [LEIA_TAMBEM]Uma das experiências inovadoras do DF destacada foi a Rede de Hortos Agroflorestais Medicinais Biodinâmicos (Rhamb). O gerente de Práticas Integrativas da SES-DF, Marcos Trajano, falou sobre o protagonismo da capital federal na consolidação de iniciativas inovadoras: “O Distrito Federal tem uma característica de ser pioneiro. Temos orgulho de ter esse espaço muito especial para inovação, um ambiente muito favorável. Posso com orgulho apontar que a oferta de plantas medicinais no SUS [Sistema Único de Saúde] começou no DF, também nas práticas integrativas”. Ana Carolina Brandão, da coordenação-geral da ENSP, ressaltou: “Mais de 400 experiências se candidataram para mostrar projetos inovadores, e, dessas, pudemos acompanhar com orgulho os resultados. Pretendemos estabelecer trocas, experiências de vínculos, um movimento que não existiria sem os servidores dedicados”.   *Com informações da Secretaria de Saúde    

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Revista Com Censo está com vaga aberta para revisor(a) de texto

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DF Folia 2026 divulga resultado provisório e abre prazo para recursos

A Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF (Secec-DF) divulgou, na noite desta terça-feira (20), o resultado provisório dos blocos e territórios selecionados para o DF Folia 2026. A publicação marca também a abertura oficial da fase recursal, etapa em que os proponentes podem solicitar a revisão do resultado dentro do prazo estabelecido no cronograma oficial. Para consultar o resultado provisório, clique aqui. Já os recursos devem ser encaminhados por formulário eletrônico. De acordo com a Secec-DF, os recursos podem ser apresentados até as 18h da próxima quinta-feira (22). A análise seguirá os critérios previstos no edital, respeitando o número de vagas disponíveis para esta edição do carnaval de rua do Distrito Federal. O resultado provisório sucede o período de inscrições, encerrado no dia 13, e a divulgação da lista completa de blocos cadastrados, publicada no dia 15. Após a etapa recursal, o resultado definitivo dos selecionados será divulgado no dia 23, também às 18h. O DF Folia 2026 integra a política pública de apoio ao carnaval de rua, reconhecendo a festa como manifestação cultural, instrumento de inclusão e vetor de desenvolvimento local | Foto: Divulgação/Secec-DF Para os organizadores, este é um momento decisivo do processo. É quando blocos tradicionais e iniciativas mais recentes têm a oportunidade de garantir presença na programação oficial do DF Folia, que movimenta diferentes regiões administrativas, fortalece a cultura popular e impulsiona a economia criativa durante o período carnavalesco. “O carnaval de rua é expressão cultural, encontro e pertencimento. Cada bloco representa uma história construída com a comunidade. Por isso, tratamos cada etapa com transparência e responsabilidade, garantindo espaço para o diálogo e para o direito ao recurso”, afirma o secretário de Cultura e Economia Criativa do DF, Claudio Abrantes. “Nosso compromisso é com um DF Folia plural, organizado e acessível, que valorize quem faz a festa acontecer nas ruas”. A Secec-DF orienta que os responsáveis pelos blocos acompanhem atentamente os prazos e as orientações oficiais para a interposição de recursos. O DF Folia 2026 integra a política pública de apoio ao carnaval de rua, reconhecendo a festa como manifestação cultural, instrumento de inclusão e vetor de desenvolvimento local. Serviço Resultado provisório – DF Folia 2026 Link para a solicitação de recurso Edital nº 34 e demais documentos *Com informações da Secec-DF

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Hospital de Santa Maria fortalece a vigilância epidemiológica e amplia a resposta em saúde pública

O Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) vem fortalecendo a vigilância epidemiológica por meio das ações desenvolvidas pelo Núcleo de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (Nuepi). Ao longo de 2025, diante dos desafios identificados nos processos de notificação e no registro de agravos, o setor promoveu a reorganização dos fluxos internos, com foco na qualificação das informações e na ampliação da capacidade de resposta às demandas de saúde pública. As iniciativas reforçaram a atuação do HRSM, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), em frentes estratégicas da saúde pública, como os comitês de óbitos materno-infantis da Região Sul; de transmissão vertical da sífilis; e a Rede Cegonha. Além disso, contribuem para respostas mais ágeis e eficazes frente a agravos e surtos. De acordo com dados da Rede de Vigilância Epidemiológica Hospitalar (Reveh), o HRSM ocupa a quinta posição entre os hospitais que mais notificam agravos no Distrito Federal, entre as 64 unidades cadastradas. O planejamento do Nuepi reforça a importância da vigilância epidemiológica no ambiente hospitalar | Foto: Divulgação/IgesDF Para 2026, o Nuepi projeta o fortalecimento do trabalho em equipe, a ampliação das capacitações profissionais, a consolidação das fichas de notificação no sistema MV e a implantação de um painel de indicadores das notificações, reafirmando o compromisso com a melhoria contínua dos processos e da assistência prestada. Segundo a chefe do Nuepi, Larysse Lima, esse planejamento reforça a importância da vigilância epidemiológica no ambiente hospitalar: “O aprimoramento contínuo dos processos e da qualificação das equipes contribui diretamente para uma resposta mais eficiente às demandas de saúde pública.” Ano de conquistas Colaboradores do HRSM foram vacinados para aumentar a proteção aos pacientes Em 2025, o Nuepi teve várias conquistas. Entre as principais iniciativas estão a produção de boletins e materiais informativos voltados à orientação das equipes no cotidiano assistencial, além da ampliação do acesso às fichas de notificação, medida que contribuiu para o correto registro das informações pelos profissionais de saúde. Outra ação relevante foi a realização de imunização in loco para os colaboradores, contemplando profissionais dos turnos diurno e noturno. A estratégia ampliou o acesso às vacinas, respeitando a dinâmica de trabalho das equipes.  O HRSM mantém, ainda, o controle e a oferta de vacinas, imunoglobulinas e soros essenciais, fortalecendo a capacidade de resposta da unidade diante de situações de urgência epidemiológica. [LEIA_TAMBEM]O fortalecimento do núcleo também resultou em maior integração com os setores assistenciais. Em 2025, foram realizadas blitzes da Vigilância Epidemiológica em diferentes áreas da unidade, além de maior participação da equipe nos rounds clínicos, especialmente em setores estratégicos, como as unidades de terapia intensiva (UTIs) e a ortopedia. A atuação contribuiu para a identificação precoce de agravos e para a adoção de intervenções oportunas. No campo da gestão da informação, destaca-se a implantação de um painel com relatórios em tempo real das fichas de notificação nos setores de interface. A ferramenta possibilita o monitoramento contínuo dos registros e amplia a capacidade de análise e de tomada de decisão no âmbito hospitalar. “As melhorias implementadas fortaleceram a equipe, qualificaram os processos e ampliaram as ações de prevenção. Ao facilitar o acesso dos profissionais às estratégias de vigilância, também fortalecemos a resposta em saúde pública”, afirma Larysse Lima. *Com informações do IgesDF  

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