GDF assina decreto que atualiza regras do transporte escolar
Uma legislação de transporte escolar mais moderna é um dos focos do Governo do Distrito Federal (GDF), concretizado nesta sexta-feira (16), com a assinatura do ato normativo que altera o Decreto nº 37.332, de 12 de maio de 2016, e regulamenta o cadastramento e a exploração do serviço de transporte coletivo de escolares no DF. A ação ocorreu durante agenda oficial em Samambaia. Na solenidade, a governadora em exercício Celina Leão destacou que o objetivo é atualizar a regulamentação, corrigir divergências legais e reduzir exigências burocráticas que não impactavam diretamente na segurança. Celina Leão: “Vamos ampliar o uso de plataformas eletrônicas e tornar os processos mais rápidos. Muitas vezes, eles ficavam dependentes de trâmites lentos. Essa é uma demanda antiga, discutida no âmbito do Detran, e que vai atender melhor a categoria dos transportadores escolares e, principalmente, a população | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília Entre as principais mudanças estão a regularização do transporte escolar para aulas extras e universitários, a criação de um banco de dados específico de condutores para eventuais substituições, a retirada da obrigatoriedade de condutor substituto por veículo e a redução de exigências consideradas excessivas. Após cumprimentar os transportadores escolares presentes na ocasião, Celina destacou que a novidade é a desburocratização do sistema administrativo, principalmente dentro do Departamento de Trânsito (Detran-DF) para trazer mais agilidade ao trabalho dos agentes. Celina Leão destacou que o objetivo é atualizar a regulamentação, corrigir divergências legais e reduzir exigências burocráticas que não impactavam diretamente na segurança “Vamos ampliar o uso de plataformas eletrônicas e tornar os processos mais rápidos. Muitas vezes, eles ficavam dependentes de trâmites lentos. Essa é uma demanda antiga, discutida no âmbito do Detran, e que vai atender melhor a categoria dos transportadores escolares e, principalmente, a população”, declarou.
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Rede de saúde mental do DF ganhará quatro novos centros de atenção psicossocial
Esta época do ano, marcada por metas e novas oportunidades, também costuma trazer à tona sentimentos de ansiedade, luto e pressão cotidiana, temas que movimentam a campanha nacional Janeiro Branco. Nesse cenário, os centros de atenção psicossocial (Caps) desempenham um papel essencial. São unidades do Sistema Único de Saúde (SUS), de caráter comunitário e acolhedor, que oferecem suporte e acompanhamento para pessoas passando por dificuldades emocionais intensas, incluindo problemas relacionados ao uso abusivo de álcool e drogas, com uma equipe multiprofissional dedicada à continuidade do tratamento e à reintegração social. "Ao ampliarmos o número de Caps em nossa rede, estamos derrubando essas barreiras e assegurando que o acolhimento chegue antes do agravamento do quadro" Fernanda Falcomer, subsecretária de Saúde Mental Para a subsecretária de Saúde Mental da Secretaria de Saúde (SES-DF), Fernanda Falcomer, o Caps é o equipamento mais estratégico de atendimento especializado em saúde mental. “Por ser um serviço de portas abertas, ele é o elo direto entre a comunidade e o cuidado especializado. Quando uma pessoa entra em crise ou precisa de suporte contínuo, ela não pode encontrar barreiras. Ao ampliarmos o número de Caps em nossa rede, estamos derrubando essas barreiras e assegurando que o acolhimento chegue antes do agravamento do quadro”, afirma. Para garantir a eficiência desses centros, é indispensável que as unidades tenham instalações adequadas, ambientes acolhedores e estrutura técnica compatível para atender a equipes e usuários com qualidade. É nesse contexto que a Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), em parceria com a SES-DF, se destaca ao transformar planejamento e engenharia em equipamentos públicos capazes de ampliar o acesso aos serviços de saúde mental e a melhorar a qualidade do atendimento. Atualmente, o Distrito Federal conta com 18 unidades de Caps, distribuídas por todas as regiões de saúde. A distribuição é feita com base no perfil populacional e na complexidade do cuidado necessário em cada área. Carlos Alberto Spies, diretor de Planejamento e Projetos da Novacap, lembra que o Janeiro Branco convida a priorizar a saúde mental durante todo o ano. O GDF investe, atualmente, em dois novos Caps, totalizando um investimento de R$ 7,3 milhões | Fotos: Antonio Pinzan/Novacap “Do ponto de vista da infraestrutura, isso significa oferecer espaços adequados para acolher com dignidade, segurança e humanização. Quando a Novacap participa da implantação de um Caps, estamos contribuindo para que o cuidado especializado esteja acessível perto das pessoas, com estrutura adequada para equipes e pacientes, fortalecendo assim a rede pública de atenção psicossocial”, afirmou. Novos Caps para a população Por meio da Novacap, o Governo do Distrito Federal (GDF) investe, atualmente, em dois novos centros que tiveram as obras iniciadas no 1º semestre de 2025, totalizando um investimento de R$ 7,3 milhões. No Gama, está sendo construída uma unidade (Caps III), localizada no Setor Norte da cidade, com aporte de R$ 3,68 milhões. Já no Recanto das Emas, está sendo construído o Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi) no Setor Hospitalar, com investimento de R$ 3,61 milhões. A previsão de conclusão de ambos os centros é ainda no 1º trimestre de 2026. Além disso, dois outros Caps, com obras previstas para iniciarem em 2026, contemplarão as regiões de Ceilândia e de Taguatinga, com investimentos que ultrapassam R$ 10 milhões. R$ 4,94 milhões Investimento no Caps infantojuvenil de Ceilândia Na região administrativa de Ceilândia, na QNN 27, Área Especial D, será implantado um Caps Infantojuvenil, com investimento estimado em R$ 4,94 milhões em uma estrutura de 608 m², em um terreno amplo de 79.688 m². No local já estão alocados outras instalações de saúde, como a Unidade de Pronto Atendimento (UPA) e o Hospital do Sol. O projeto contempla sala de acolhimento, ambientes para enfermagem e administração, farmácia, banheiros feminino e masculino e áreas de convivência interna e externa com jardins. Esse modelo de atendimento visa promover intervenções precoces e acompanhar casos em fase de desenvolvimento, evitando complicações mais graves no futuro. Já em Taguatinga, no Setor L Norte, na EQNL EQ 1/3, Lote 1, será construído um Caps Álcool e Outras Drogas, com previsão de investimento de R$ 5,38 milhões para uma área construída de 741 m², em um terreno de 4.800 m². [LEIA_TAMBEM] O projeto prevê enfermarias feminina e masculina, salas de medicação e enfermagem, espaços administrativos, refeitório e cozinha, vestiários, áreas de convivência e jardins internos. A futura unidade busca oferecer um ambiente acolhedor e funcional, essencial para o acompanhamento clínico e psicossocial de quem enfrenta problemas relacionados ao uso de substâncias psicoativas. “A ampliação da nossa rede de atenção psicossocial é prioridade para o nosso governo. As obras que estão sendo entregues e as que terão início em breve representam a garantia de mais acesso e, sobretudo, mais dignidade para cada cidadão que precisa de atendimento especializado em saúde mental”, finaliza Falcomer. *Com informações da Novacap
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AgroEmater-DF
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Valor Bruto de Produção da Agroindústria
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Placas antes restritas ao Plano Piloto passam a identificar outras regiões administrativas
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Valor Bruto da Produção Agropecuária
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Relatório de Produção Agropecuária do DF
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Com apoio da assistência técnica, DF amplia número de produtores com certificação orgânica
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Hospital de Base reforça atendimento com novo tomógrafo
O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) está prestes a colocar em operação um novo tomógrafo, que vai reforçar o atendimento à população. Em fase final de instalação, o aparelho deve dobrar a capacidade diagnóstica e reduzir o tempo de espera por exames — o que consolida o hospital como referência em alta complexidade. Novo aparelho, para o qual estão sendo feitas adequações no hospital, permite maior precisão e agilidade nos exames | Foto: Alberto Ruy/IgesDF O equipamento é utilizado para a execução de tomografias computadorizadas, que produzem imagens detalhadas do interior do corpo humano e auxiliam no diagnóstico de diversas patologias, especialmente em casos de urgência, emergência e no acompanhamento clínico. O investimento do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), responsável pela administração do hospital, foi de R$ 2,6 milhões na aquisição do tomógrafo, além de R$ 1.161.870 em obras de adequação, totalizando R$ 3.761.870. Os recursos foram repassados pelo governo federal, por meio do Ministério da Saúde. [LEIA_TAMBEM]“Estamos incorporando ao Hospital de Base um tomógrafo que vai ampliar nossa capacidade diagnóstica”, enfatiza o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro. “Isso significa exames mais rápidos e um aumento significativo no número de atendimentos, especialmente em situações críticas. É um investimento que impacta diretamente a qualidade do atendimento e a segurança do paciente.” O superintendente do HBDF, Paulo Saad, reforça: “O novo equipamento vai garantir maior eficiência operacional, o que contribui para diagnósticos mais assertivos e decisões clínicas mais rápidas”. Para que o aparelho entre em funcionamento, o hospital promove adequações no espaço físico, com ajustes estruturais e técnicos no setor de radiologia. *Com informações do IgesDF
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Reinaugurada UTI do Hospital Regional Leste, com novos equipamentos e tecnologia de ponta
Com investimentos que somam mais de R$ 1,8 milhão, o Hospital Regional Leste, no Paranoá, passa a contar com uma Unidade de Terapia Intensiva (UTI) totalmente reformada e equipada com tecnologia de ponta para cirurgias de alta complexidade na rede pública de saúde. Depois de passar por uma ampla reforma, o espaço foi entregue pela governadora em exercício do Distrito Federal, Celina Leão, nesta sexta-feira (16). A unidade passou por uma manutenção completa e recebeu novos equipamentos, ampliando a segurança e a qualidade do atendimento a pacientes em estado crítico. O número de leitos foi mantido, totalizando dez vagas de UTI, agora com estrutura modernizada, novos monitores, central de monitorização, mobiliário renovado e aparelhos de hemodiálise integrados, que antes eram restritos a quatro leitos e agora estão disponíveis em todos os dez. “Essa UTI está completamente nova, com o que há de mais moderno hoje na área da saúde. Aqui temos o telemonitoramento, que permite acompanhar, em tempo real, todos os leitos ao mesmo tempo, sem a necessidade de deslocamento físico. Qualquer alteração sensível já é sinalizada no sistema. É a mesma tecnologia usada nos hospitais privados, que agora estamos trazendo para a rede pública”, destacou a governadora em exercício. O número de leitos foi mantido, totalizando dez vagas de UTI, agora com estrutura modernizada, novos monitores, central de monitorização, mobiliário renovado e aparelhos de hemodiálise integrados | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A intervenção foi executada pela Secretaria de Saúde (SES-DF) e incluiu melhorias de infraestrutura e a aquisição de equipamentos assistenciais essenciais. O investimento foi de R$ 1.841.169,54, sendo R$ 1.466.969,54 aplicados na infraestrutura física e R$ 374.200,00 destinados à compra de equipamentos, como ventiladores pulmonares e camas elétricas com balança integrada. O secretário de Saúde, Juracy Cavalcante, destacou o impacto direto da modernização no cuidado ao paciente. “Estamos inaugurando dez leitos que dão um suporte muito grande para um hospital que opera alta complexidade em ortopedia. São leitos com padrão altamente humanizado e tecnológico. A UTI é um ambiente dinâmico, e hoje, com a telemetria, conseguimos monitorar os pacientes em tempo real. Qualquer alteração, como uma queda na frequência cardíaca, já aciona a equipe para agir rapidamente”, explicou. Segundo ele, a ampliação do suporte hemodialítico também representa um avanço significativo: “Antes, tínhamos apenas quatro leitos com esse suporte. Hoje são dez. Isso amplia o acesso, melhora o fluxo e garante mais segurança, sempre com o paciente no centro do cuidado”. Para Celina Leão, esse investimento faz parte de um planejamento mais amplo de modernização da rede. “Esse mesmo projeto já está em andamento no Hospital de Sobradinho. A intenção do governo é atualizar e modernizar os leitos de UTI de toda a rede. É um trabalho de planejamento estratégico permanente, feito por equipes técnicas, para que a população sinta essa melhora na ponta”. O Hospital Regional Leste é referência da SES-DF para procedimentos ortopédicos de alta complexidade, como cirurgias de coluna e de mãos, além do atendimento a vítimas de traumas A modernização também foi reconhecida por usuários do hospital. A sushiwoman Viviane Ribeiro, de 35 anos, mãe de um jovem que passou por cirurgia no braço, destacou a importância dos investimentos. “Quando o hospital recebe o que precisa, isso é bom para toda a comunidade, não só para o Paranoá, porque vêm pessoas de várias regiões. É muito bom ver esses equipamentos chegando aqui. Espero que consigam manter esse serviço”, afirmou. Além da UTI, o HRL também recebeu manutenções pontuais em outros espaços, como o auditório e o parquinho infantil. Referência regional O Hospital Regional Leste é referência da SES-DF para procedimentos ortopédicos de alta complexidade, como cirurgias de coluna e de mãos, além do atendimento a vítimas de traumas. Mesmo cirurgias eletivas frequentemente demandam permanência pós-operatória em UTI, o que torna a retaguarda de leitos e a qualidade da estrutura fatores decisivos para ampliar a capacidade cirúrgica da unidade.
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