PGDF institui Política de Sustentabilidade e fortalece gestão responsável dos recursos públicos
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Programa de Pós-Graduação em Ciências para a Saúde da ESP/DF é nota 5 em avaliação da Capes
O Programa de Pós-Graduação em Ciências para a Saúde da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF) conquistou nota 5 na mais recente avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), referente ao quadriênio 2021–2024. O resultado representa um avanço significativo e posiciona o curso entre os programas de excelência acadêmica no país. O reconhecimento do programa, criado em 2012 na Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) e migrado para a ESP/DF em 2025, foi uma conquista obtida por meio do esforço contínuo dos docentes, estudantes e colaboradores nos trabalhos em prol da produção de conhecimento científico e do ensino de qualidade. A avaliação é baseada na análise de pontos como a produção científica de docentes, discentes e egressos | Foto: Divulgação/Fepecs “Essa avaliação ocorre a cada quatro anos e se baseia em um relatório detalhado que reúne informações sobre as atividades do programa, a produção científica de docentes, discentes e egressos, além de outros indicadores de qualidade”, explica o coordenador de Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu da ESP/DF, Levy Santana. Para a professora e coordenadora do Programa de Pós-graduação em Ciências para a Saúde, Leila Göttems, “o resultado da avaliação da Capes com o aumento da nota de 4 para 5, em um programa profissional, representa na prática, que atingimos um novo patamar de maturidade e excelência. É o reconhecimento oficial de que nossa produção científica e tecnológica e a formação dos nossos estudantes estão entre as melhores do Brasil”. Sobre o programa Vinculado à área de conhecimento de Enfermagem da Capes, o Programa de Pós-Graduação em Ciências para a Saúde foi criado em 2012, inicialmente ligado à Fepecs. Atualmente, o programa oferta o Mestrado Profissional em Ciências para a Saúde, tendo formado mais de 160 profissionais ao longo de sua trajetória. [LEIA_TAMBEM]Em 2025, foi implementado o curso de doutorado profissional, tornando a ESP/DF a primeira instituição de ensino vinculada ao Governo do Distrito Federal (GDF) a oferecer formação nessa modalidade. No processo seletivo mais recente, realizado em agosto de 2025, ingressaram oito novos doutorandos e 26 novos mestrandos. Com caráter multiprofissional, o programa tem se destacado pela produção de trabalhos que contribuem diretamente para a soluções de problemas previamente identificados nos serviços de saúde nos aspectos gerenciais, do cuidado e da vigilância. Desta forma, contribui direta e indiretamente na melhoria do cuidado que o SUS oferta à população do Distrito Federal e Região. *Com informações da Fepecs
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Programa Acolhe DF realizou mais de 450 abordagens a pessoas em situação de rua desde julho de 2025
A reestruturação do programa Acolhe DF, oficializada pelo Decreto nº 47.423, em julho de 2025, marcou um novo momento na política do Distrito Federal voltada ao atendimento de pessoas em situação de rua. Desde então, a iniciativa se consolidou como programa de governo, reunindo diferentes pastas e promovendo uma atuação integrada, humanizada e contínua. De julho até dezembro de 2025, as equipes realizaram 453 abordagens, com foco no acolhimento, na escuta qualificada e na construção de alternativas reais para quem vive em situação de vulnerabilidade. Coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Acolhe DF mobiliza equipes multiprofissionais das áreas de saúde, assistência social, cidadania, educação e trabalho. Do total de pessoas abordadas no período, 76% são homens, refletindo o perfil predominante da população atendida nas ações de busca ativa realizadas em diferentes regiões administrativas do DF. Tratamento voluntário O principal encaminhamento realizado pelo programa é para o tratamento contra a dependência química, sempre de forma voluntária. Entre 28 de julho e 19 de dezembro de 2025, 105 pessoas aceitaram o acolhimento em uma das seis comunidades terapêuticas parceiras do Acolhe DF, onde podem permanecer por até 12 meses, com acompanhamento contínuo e suporte psicossocial. Do total de pessoas abordadas no período, 76% são homens, refletindo o perfil predominante da população atendida nas ações de busca ativa realizadas em diferentes regiões administrativas do DF | Foto: Divulgação/Sejus-DF Foi esse o caminho escolhido por Carlos (nome fictício), de 38 anos, que viveu por anos em situação de rua após romper vínculos familiares e perder o emprego. “Eu já tinha perdido a esperança. O que fez a diferença foi a forma como eles conversaram comigo, sem julgamento. Hoje estou em tratamento, pensando em voltar a estudar e reconstruir minha vida”, relata. Após o período nas comunidades terapêuticas, os acolhidos podem acessar cursos de capacitação profissional, como os ofertados pelo RenovaDF, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), ampliando as chances de autonomia financeira e reinserção social. Novos caminhos Além do tratamento para dependência química, as abordagens do Acolhe DF resultaram em diversos outros encaminhamentos, respeitando a realidade e o desejo de cada pessoa atendida. No período analisado, 24 pessoas retornaram para seus estados de origem, enquanto 19 foram reintegradas ao convívio familiar. O acesso ao trabalho também tem sido um dos eixos do programa: 27 pessoas foram encaminhadas para oportunidades de emprego, rompendo ciclos de exclusão e fortalecendo a autonomia. Já 26 atendidos foram direcionados para tratamento de saúde, incluindo atendimentos especializados, e 37 receberam encaminhamento para a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab), ampliando o acesso à política habitacional. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o balanço evidencia o fortalecimento do programa como uma política pública estruturante. “O Acolhe DF é a prova de que a atuação integrada do governo faz diferença na vida das pessoas. Cada abordagem é uma oportunidade de reconstrução, feita com respeito, dignidade e cuidado”, destaca. "Inserido na Política Distrital para a População em Situação de Rua, o Acolhe DF reafirma o empenho em promover ações integradas nas áreas de saúde, assistência social e cidadania. A iniciativa evidencia que políticas públicas consistentes são construídas quando os órgãos governamentais atuam de maneira coordenada, com olhar humano e compromisso social", afirma o secretário-chefe da Casa Civil do DF e coordenador da Política Distrital para a População em Situação de Rua, Gustavo Rocha. Confiança e persistência Segundo o subsecretário de Enfrentamento às Drogas da Sejus, Diego Moreno, o vínculo construído pelas equipes é essencial para o sucesso das ações. “O acolhimento acontece no tempo da pessoa. Muitas vezes, é preciso voltar duas, três, quatro vezes até que ela se sinta segura para aceitar ajuda. Tudo é feito de forma voluntária, com paciência e escuta”, explica. As ações do Acolhe DF ocorrem semanalmente, em parceria com administrações regionais e outros órgãos do GDF, passando por áreas com maior concentração de pessoas em situação de rua e por equipamentos públicos, como o Hotel Social, no Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN). *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)
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Equipes iniciam troca do piso da pista de atletismo do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho
O Governo do Distrito Federal (GDF) dá mais um passo na reforma do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho. Nesta nova etapa da obra, as equipes iniciaram a retirada do material da pista de atletismo, procedimento necessário para a adequação da base que receberá o novo piso, conforme os padrões técnicos exigidos para treinamentos e competições oficiais. Para o secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira, a intervenção representa a recuperação de um equipamento histórico da região. “O Augustinho Lima é um patrimônio da cidade e uma demanda antiga da população”, afirma. “O estádio ficou muito tempo sem jogos e com a estrutura bastante deteriorada. Essa reforma é importante porque devolve o estádio à comunidade e permite que ele volte a cumprir seu papel, recebendo grandes eventos e diferentes modalidades esportivas”. Renato Junqueira: "Essa reforma é importante porque devolve o estádio à comunidade e permite que ele volte a cumprir seu papel, recebendo grandes eventos e diferentes modalidades esportivas" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A reforma teve início em novembro de 2025 e é financiada com recursos do Fundo de Apoio ao Esporte (FAE). Ao todo, os investimentos chegam a R$ 4,4 milhões e contemplam intervenções estruturais no campo e na pista, além de melhorias no sistema de iluminação do estádio. Na etapa anterior, foram aplicados cerca de R$ 1,8 milhão em serviços de drenagem, irrigação e preparo do gramado. Renato Junqueira ressalta que o impacto da obra vai além do alto rendimento: “O Augustinho Lima se tornou uma referência nacional e internacional com grande repercussão, que vai muito além do esporte de alto rendimento. Ali também se formam jovens cidadãos, que encontram no esporte uma oportunidade de inserção no mercado de trabalho e a chance de proporcionar uma vida melhor para suas famílias”. Estrutura moderna A reforma inclui pontos como a drenagem do novo gramado, a instalação de uma pista sintética apta a receber competições oficiais e a modernização da iluminação | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Um dos responsáveis técnicos pela obra, o engenheiro Thyago Veras explica que os trabalhos avançam de forma integrada: “Neste momento, estamos na fase de retirada da pista antiga e de preparação do local para receber o novo piso. É uma intervenção conjunta, que envolve tanto o campo quanto a pista, com foco em qualidade técnica e durabilidade”. Segundo o engenheiro, somente nesta fase voltada à pista de atletismo, o investimento gira em torno de R$ 2 milhões. “Isso vai garantir melhores condições de treinamento para atletas de alto rendimento e adequar o espaço aos padrões nacionais e internacionais”, especifica. Além do novo gramado, que já recebeu drenagem e sistema de irrigação, o projeto prevê a instalação de uma pista sintética certificada, apta a sediar competições oficiais, e a modernização da iluminação, ampliando a capacidade de uso do estádio para diferentes modalidades e eventos esportivos. Formação esportiva O Estádio Augustinho Lima é um dos principais polos do atletismo no Distrito Federal e atende atletas de Sobradinho, Planaltina, Paranoá e regiões do Entorno. O local também é centro de treinamento do marchador Caio Bonfim, nascido e criado em Sobradinho, medalhista de prata nas Olimpíadas de Paris-2024, quatro medalhas em Jogos Pan-Americanos e outras quatro em Campeonatos Mundiais no currículo. Ele é o atual campeão do mundo nos 20km da marcha atlética. João Sena: "Aqui temos iniciação esportiva, projetos educacionais e alto rendimento. Manter essa estrutura em boas condições é fundamental para o desenvolvimento do esporte" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Em 6 de dezembro, enquanto realizava treino no estádio, Caio Bonfim lembrou a importância do investimento do GDF para a rotina dos atletas e para o fortalecimento do esporte de alto rendimento no Distrito Federal. Na ocasião, o marchador ressaltou que a qualidade da estrutura interfere diretamente no desempenho técnico e amplia as condições para que Sobradinho receba eventos esportivos de maior porte. [LEIA_TAMBEM] Caio, que é treinador e pai de João Sena, enfatiza o papel histórico do estádio para o atletismo brasileiro: “Essa é a única pista da região norte do DF e atende não só Sobradinho, mas também Planaltina, Paranoá e o entorno. Aqui temos iniciação esportiva, projetos educacionais e alto rendimento. Manter essa estrutura em boas condições é fundamental para o desenvolvimento do esporte”. Atleta da marcha atlética e estudante de educação física, Gabriela de Souza Muniz, campeã brasileira, sul-americana e pan-americana, também ressalta a relevância da obra: “Esse espaço é usado diariamente por nós atletas e também pela comunidade. Uma pista de qualidade faz muita diferença na preparação para competições nacionais e internacionais. A gente fica muito feliz em acompanhar essa melhoria”.
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Resultado Final de Habilitação FAC I/2025
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Governadora em exercício recebe Selo Diamante em Transparência Pública em reunião com secretários do DF
Em reunião realizada nesta segunda-feira (12) com secretários de Estado do Distrito Federal, a governadora em exercício, Celina Leão, recebeu oficialmente o Selo Diamante em Transparência Pública, o mais alto reconhecimento concedido pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). Ao receber a homenagem, a governadora em exercício enfatizou: “Esse selo representa o compromisso permanente do Governo do Distrito Federal com a responsabilidade, o respeito ao cidadão e a clareza na aplicação dos recursos públicos” | Foto: Luh Fiuza/VGDF O troféu foi entregue pelo controlador-geral do Distrito Federal, Daniel Lima, como forma de reconhecer o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com uma gestão pública íntegra, acessível e orientada ao cidadão. O DF conquista o Selo Diamante pelo segundo ano consecutivo, resultado do trabalho coordenado pela Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF). O governador Ibaneis Rocha recebeu o troféu em dezembro de 2025. Ao receber o reconhecimento, a governadora em exercício afirmou: “Esse selo representa o compromisso permanente do Governo do Distrito Federal com a responsabilidade, o respeito ao cidadão e a clareza na aplicação dos recursos públicos. Transparência fortalece a confiança da população e qualifica a relação entre governo e sociedade”. Transparência A honraria avalia critérios rigorosos relacionados à transparência ativa, qualidade das informações disponibilizadas, acessibilidade dos portais institucionais e cumprimento das normas de governança e controle. A certificação posiciona o DF entre os entes federativos mais transparentes do país. [LEIA_TAMBEM]Durante a entrega, Daniel Lima destacou que o reconhecimento reforça uma visão de gestão pública centrada no cidadão: “Transparência não é apenas publicar dados, mas garantir que a informação seja clara, simples e confiável, permitindo que a sociedade acompanhe e participe das ações do governo”. A conquista reflete o aprimoramento contínuo do Portal da Transparência, o fortalecimento das políticas de dados abertos, a adoção de linguagem simples e o avanço em ferramentas de acessibilidade, além da modernização de sistemas e da ampliação da participação social. Além disso, a Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) também apresentou aos secretários de Estado o Radar do DF, um sistema elaborado para orientar os gestores sobre as temáticas mais demandadas pelo cidadão via ouvidorias do GDF. *Com informações da Vice-Governadoria e da Controladoria-Geral do DF
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Resultados 2026 – Clique aqui para consultar! (Mérito Cultural – Resultado Provisório)
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Propostas aprovadas para educação ambiental em 2025 somam mais de R$ 1 milhão
A Unidade de Educação Ambiental (Educ) do Instituto Brasília Ambiental teve em 2025 um ano de muito trabalho. A avaliação é do gestor da área, Luiz Felipe Blanco de Alencar. “Conseguimos executar importantes ações planejadas ao final de 2024 e também avançamos em iniciativas que surgiram de forma espontânea ao longo do ano”, destaca, apontando como uma das principais realizações do ano a aprovação de quatro propostas na Câmara de Compensação Ambiental/Florestal (Ccaf), que juntas somam mais de R$ 1 milhão em recursos destinados à educação ambiental. A governadora em exercício Celina Leão lembra que políticas de educação ambiental são cruciais para uma boa gestão governamental, pois “capacitam cidadãos e servidores, promovem a sustentabilidade e resultam em benefícios econômicos, sociais e ambientais a longo prazo, além de transformarem a forma como a administração pública e a sociedade lidam com os recursos naturais”. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, endossa a importância da área e parabeniza os servidores do Instituto que nela atuam pelas entregas: “Nosso corpo de servidores está de parabéns, porque é, extremamente, comprometido. O resultado disso fica claro no balanço de ano, quando áreas cruciais, como a educação ambiental, revela os altos números dos atendimentos dos seus programas”. Entre as propostas citadas está a campanha de Prevenção a Incêndios Florestais do Programa de Prevenção (Ppcif) para os anos de 2025 e 2026. O gestor da Educ destaca que é a primeira vez na autarquia que uma campanha segue uma lógica integrada de comunicação, incluindo a criação de uma mascote própria — a Tatá —, produção de materiais de divulgação para diferentes públicos e o alinhamento das ações entre as instituições que compõem o Ppcif. O programa Parque Educador atendeu a quase quatro mil crianças em 2025, alcançando, desde 2018, quando foi criado, cerca de 24 mil estudantes, que tiveram a oportunidade de conhecer o Cerrado por meio das unidades de conservação do Brasília Ambiental | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Outra proposta citada pelo gestor é o projeto político-pedagógico do programa Parque Educador, que tem como objetivo registrar conhecimentos, metodologias e processos de gestão, resultando em um documento norteador capaz de explicitar o funcionamento e os princípios do programa. Também estão entre essas quatro propostas aprovadas na Ccaf, a aquisição de materiais e equipamentos para o mesmo programa de educação ambiental. “Essa aquisição é necessária após sete anos de funcionamento. Ela garante a renovação de móveis, instrumentos e materiais de consumo nas unidades participantes”, esclarece Luiz Felipe. E ainda fecha as quatro aprovações , a edição, produção e impressão dos materiais ecopedagógicos do programa Eu Amo o Cerrado e do Mapa Ambiental. “Essa aprovação permite a reposição de estoques e a criação de novas publicações que divulgam as belezas e riquezas do Bioma e fortalecem a presença institucional em eventos e ações educativas”, explica o gestor. Outras realizações No que se refere às iniciativas já padrões da Educ, o programa Parque Educador, por exemplo, atendeu a quase quatro mil crianças em 2025, alcançando, desde 2018, quando foi criado, cerca de 24 mil estudantes, que tiveram a oportunidade de conhecer o Cerrado por meio das unidades de conservação do Brasília Ambiental. O programa Eu Amo o Cerrado distribuiu mais de 30 mil publicações ao longo do ano, aproximando os cidadãos do DF da biodiversidade local. Já o Centro de Práticas Sustentáveis (CPS) manteve sua vocação como polo de sustentabilidade na região do Jardim Botânico, atingindo mais de 20 mil pessoas atendidas em 2025. Os projetos de educação ambiental vinculados ao licenciamento alcançaram diretamente milhares de moradores do DF, com a Educ analisando mais de 100 processos ao longo do ano. Expectativas Para 2026, a proposta é fortalecer as iniciativas já existentes e aprimorar continuamente os processos de gestão da Educ, buscando maximizar os resultados alcançados com os investimentos realizados. “Mantemos a convicção de que, quanto melhor for o trabalho desenvolvido pela Educ, menos problemas ambientais precisarão ser enfrentados pelos demais setores do Brasília Ambiental”, lembra o gestor da área. *Com informações do Brasília Ambiental
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Ações de acolhimento durante a semana atendem a 25 pessoas em situação de rua no DF
O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua — coordenado pela Casa Civil do Distrito Federal — atendeu, na última semana, a 25 pessoas em diversos locais do DF. De terça-feira (6) a domingo (11), as operações passaram por 13 pontos do Plano Piloto e do Núcleo Bandeirante. “O GDF tem mapeado as regiões com maior concentração de pessoas em situação de rua, com o objetivo de intensificar as ações nessas áreas. Também estamos atentos às demandas apresentadas pela população para promover melhorias nessas regiões”, destacou o secretário-chefe da Casa Civil do DF, Gustavo Rocha, coordenador do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. "Como estado, reafirmamos o compromisso de governar para todos, tendo como principal objetivo promover melhorias na vida de toda a população" Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil “Como Estado, reafirmamos o compromisso de governar para todos, tendo como principal objetivo promover melhorias na vida de toda a população”, acrescentou Gustavo Rocha. Balanço Na terça, as equipes visitaram um ponto no Plano Piloto. Na ocasião, dois caminhões de entulho foram removidos, com os materiais considerados inservíveis sendo levados à Unidade de Recebimento de Entulhos (URE). Na quarta, outro ponto foi visitado no Plano Piloto. Oito pessoas foram localizadas e acolhidas, um caminhão de entulho foi removido e uma estrutura precária foi desconstituída. Na quinta-feira, não foram encontradas pessoas ou estruturas durante a operação. Na sexta, as equipes seguiram para o Núcleo Bandeirante, onde passaram por sete pontos. Ao todo, dez pessoas foram localizadas, dois caminhões foram removidos e cinco estruturas precárias foram desmontadas. No sábado, de volta ao Plano Piloto, três pontos foram visitados, duas estruturas desconstituídas e um caminhão de entulho retirado. Já no domingo, novamente no Plano Piloto, um ponto foi visitado, com sete pessoas acolhidas, oito estruturas desmontadas e um caminhão removido. Política distrital O GDF tem mapeado as regiões com maior concentração de pessoas em situação de rua, com o objetivo de intensificar as ações nessas áreas | Foto: Agência Brasília O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. Em 27 de maio de 2024, o GDF tornou oficial o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Desde então, ocorrem ações semanais em diversos pontos do Distrito Federal. Os órgãos do governo já passaram por regiões como Plano Piloto, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, Águas Claras e Arniqueira. Em julho de 2025, a vice-governadora Celina Leão, então em exercício, assinou decreto que criou o programa Acolhe DF, que propõe uma busca ativa e oferta de tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas — tanto as ilícitas quanto álcool e tabaco —, criando uma linha de atendimento a essas pessoas e, consequentemente, aprimorando as ações já existentes do GDF voltadas a esse público. No mesmo mês, o GDF inaugurou o primeiro hotel social da capital da República, destinado a acolher e abrigar a população em situação de rua. O equipamento oferece 200 vagas para pernoite e recebe também animais de estimação. Além disso, desde 2022, o governo promove, em períodos de baixas temperaturas, a chamada Ação contra o Frio, com oferta de espaços públicos para pernoite de pessoas em situação de rua. Apenas em 2025, a unidade aberta na Asa Sul registrou 6,6 mil atendimentos. No local, também foram oferecidos casacos e cobertores arrecadados por meio da campanha Agasalho Solidário, da Chefia-Executiva de Políticas Sociais.
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