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Biblioteca Pública de Ceilândia terá contação de histórias neste sábado (10)

Durante o recesso escolar, a Biblioteca Pública de Ceilândia Carlos Drummond de Andrade reforça seu papel como espaço de incentivo à leitura e à cultura, oferecendo uma programação especial voltada a crianças, adolescentes e famílias da região. Neste sábado (10), a partir das 9h30, o público poderá participar do projeto Contação de Histórias, iniciativa gratuita executada em todo segundo sábado de cada mês. Entre os destaques da biblioteca, há espaço para leitura inclusiva, com publicações em Braille | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia A biblioteca também oferece atividades literárias, oficinas criativas e ações de estímulo à leitura. “O projeto Contação de Histórias com atividades lúdicas é um dos momentos do mês mais esperados por mim”, relata a professora Elis Campos. “Me encanto, me divirto, brinco e sorrio com as crianças. É dessa forma que incentivamos a leitura de maneira lúdica e significativa, promovendo aprendizado e desenvolvimento de forma leve e prazerosa". Incentivo à leitura A iniciativa tem o apoio da Administração Regional de Ceilândia. Aberto a toda a comunidade, o evento contará com um espaço temático preparado para receber leitores de todas as idades, fortalecendo o hábito da leitura e o acesso democrático à cultura. [LEIA_TAMBEM]“É de grande relevância pensar em atividades culturais para as crianças, especialmente em uma região tão rica em talentos como Ceilândia”, avalia o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. “Quanto mais políticas públicas forem criadas para garantir o acesso à arte, à música e às demais manifestações artísticas, maior será o impacto positivo dessas ações.” A Biblioteca Pública de Ceilândia possui capacidade para abrigar mais de 70 mil obras, incluindo livros em Braille. O espaço também oferece computadores com acesso à internet e área infantil, além de desenvolver diversos projetos voltados ao incentivo à leitura, como peças teatrais, apresentações culturais e narração de histórias. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Acompanhe lançamento da 53ª edição da Corrida de Reis do DF

 

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Filhos deste Solo amplia formação empreendedora e fortalece protagonismo da juventude rural no DF em 2025

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Carreta Sedet Mais Perto de Você presta atendimento na Rodoviária do Plano Piloto

Quem circula pela região central de Brasília pode ter acesso facilitado a diversos serviços públicos. A unidade móvel do programa Sedet Mais Perto de Você está na plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto, oferecendo atendimento especializado em empregabilidade, fomento econômico e qualificação profissional, durante todo este mês, sempre das 8h às 17h. Atendimento itinerante é prestado por meio de parceria e oferece diferentes serviços | Foto: Divulgação/Sedet-DF  “Estar no coração de Brasília permite que o trabalhador que passa por lá diariamente consiga resolver pendências e buscar novas oportunidades de emprego sem precisar se deslocar para outras regiões” Ivan Alves, secretário adjunto da Sedet-DF A iniciativa é da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), em parceria com o Instituto Nacional de Empoderamento Social e Qualificação (Inesq). O objetivo é descentralizar os serviços da secretaria, levando o atendimento para onde o fluxo de pessoas é intenso, facilitando a vida do trabalhador e do microempreendedor. Entre os serviços disponíveis na carreta, destacam-se a intermediação de mão de obra (cadastro em vagas de emprego), orientação para o Seguro-Desemprego, inscrições em cursos de qualificação e suporte para o microempreendedor individual (MEI). Espaço para soluções [LEIA_TAMBEM]O secretário adjunto da Sedet-DF, Ivan Alves, vê a escolha da Rodoviária como estratégica para maximizar o alcance social da ação. “Nossa missão é aproximar o governo do cidadão”, aponta. “Estar no coração de Brasília permite que o trabalhador que passa por lá diariamente consiga resolver pendências e buscar novas oportunidades de emprego sem precisar se deslocar para outras regiões.” A estrutura conta com equipe técnica preparada para prestar atendimentos rápidos e eficazes, garantindo que a pessoa saia com encaminhamentos concretos. A parceria com o terceiro setor é apontada como um dos pilares para o sucesso da operação itinerante. “O Inesq tem muito orgulho de caminhar ao lado da Sedet nesta iniciativa”, afirma a presidente do Inesq, Lúcia Batista. “Nosso foco é garantir um atendimento humanizado e eficiente, proporcionando as ferramentas necessárias para que as pessoas retomem sua autonomia financeira e dignidade através do trabalho e da capacitação.” Para atendimento, as pessoas interessadas devem levar documentos pessoais, como RG, CPF e, se possível, a Carteira de Trabalho (física ou digital).   *Com informações da Sedet-DF

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Estudantes de Harvard conhecem Sistema Único de Saúde no DF

Estudantes de mestrado e doutorado em Saúde Pública da Universidade de Harvard (EUA) realizaram, nesta terça-feira (6), uma visita técnica a unidades da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF). “O Brasil é o único país com mais de 100 milhões de habitantes a ter um sistema único de saúde sem custos para a população", afirma a professora Márcia Castro, que dá aulas na universidade norte-americana há 18 anos.  A docente defende que o SUS seja um modelo a ser seguido internacionalmente: “A ideia dessa qualificação é mostrar o funcionamento desse sistema. Ao mesmo tempo em que os estudantes aprendem, também ajudam os órgãos de saúde brasileiros a solucionar problemas e desafios”. Estudantes conheceram os serviços ofertados pelas UBSs da Região Norte de Saúde | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Ao todo, 15 alunos de Harvard, assim como 15 estudantes brasileiros de diversas regiões do país, fizeram um tour pela Região de Saúde Norte. O intuito foi observar como o modelo de Atenção Primária à Saúde (APS) do Brasil funciona localmente. A atividade compõe o Curso Colaborativo de Campo em Saúde Pública, parceria entre Harvard e o Ministério da Saúde. A capacitação combina visitas de campo, aulas e trabalhos em grupo para entender o funcionamento do Sistema Único de Saúde (SUS). Estudo pelas unidades A comitiva se dividiu em três grupos para conhecer os serviços na prática. Um visitou a UBS 2 da Fercal, que atende à região rural. Outro conheceu a UBS 8 de Planaltina, no Vale do Amanhecer, e a terceira unidade visitada foi a UBS 5 de Planaltina, em Arapoanga. Alunos analisaram serviços como acolhimento de demanda espontânea, dispensação de medicamentos e realização de atividades comunitárias Representantes da Diretoria Regional de Atenção Primária à Saúde Norte (Diraps) da SES-DF, ao lado dos gestores locais, guiaram os estudantes pelas unidades. Foram apresentados serviços como acolhimento de demanda espontânea, dispensação de medicamentos e realização de atividades comunitárias, além de consultas médicas e de enfermagem em todas as fases da vida.  À frente da Diraps Norte, Alcir Galdino ressalta que a APS é considerada a principal estratégia para garantir saúde à população. “Os municípios brasileiros que investem mais em atenção primária têm melhores indicadores sociais. Além disso, um planejamento governamental de saúde que coloque a APS como o centro do modelo garante maior economicidade do sistema, melhor qualidade no gasto público", avalia.  Exemplo para o mundo Swathi Srinivasan: "Saber que esse sistema funciona em um país tão grande quanto o Brasil, com mais de 200 milhões de habitantes, é surpreendente" [LEIA_TAMBEM]Em seu primeiro ano de doutorado pela Harvard, a norte-americana Swathi Srinivasan acredita que, embora apresente uma organização complexa, o SUS é engenhoso: “Seu funcionamento exige um conhecimento incrível do próprio país, uma enorme compilação de dados e de depoimentos da população. Há a colaboração entre as esferas federal, estadual, distrital e municipal. São todos níveis diferentes, mas que operam em conjunto. Saber que esse sistema funciona em um país tão grande quanto o Brasil, com mais de 200 milhões de habitantes, é surpreendente”. Srinivasan também compara os serviços de APS daqui e os dos EUA. “O SUS é um exemplo para o mundo. Um país rico não é, necessariamente, um país saudável. Os EUA são ricos, mas não sabem como usar seus recursos para fortalecer a saúde pública”, exemplifica.  *Com informações da Secretaria de Saúde  

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