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Ibaneis Rocha recebe atletas do LFA e reforça apoio a evento internacional de MMA em Brasília

Brasília volta a ocupar posição de destaque no cenário esportivo internacional com mais uma edição do Legacy Fighting Alliance (LFA), um dos principais eventos de artes marciais mistas do mundo. O governador do Distrito Federal, Ibaneis Rocha, recebeu, nesta sexta-feira (23), atletas e representantes da organização no Palácio do Buriti, ocasião em que foi formalizado o convite para o evento, marcado para começar às 17h, no Ginásio Nilson Nelson. O encontro contou com a presença do atleta de MMA Rogério Minotouro, do vice-presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão, além de representantes da organização e do secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira. Durante a reunião, o governador também recebeu um kit institucional do evento, com camiseta e outros materiais. Ibaneis Rocha se reuniu com atletas e representantes da Legacy Fighting Alliance (LFA), nesta sexta (23), no Palácio do Buriti | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Ao destacar a importância da competição para o Distrito Federal, Ibaneis Rocha convidou a população a prestigiar o evento. “Primeiro evento do ano, nós temos um LFA hoje, no Nilson Nelson. Certamente será um grande evento para a população do Distrito Federal. Estejam lá, compareçam a partir das 17h e não percam. É um esporte que tem crescido muito no Brasil e no mundo e que tem atraído multidões”, afirmou. Segundo o secretário de Esporte e Lazer, Renato Junqueira, o LFA abre o calendário esportivo de 2026 no DF e reflete o crescimento das artes marciais na capital. “A modalidade cresce muito aqui no Distrito Federal. A gente vê impacto nas academias cheias, vê a demanda aumentando nos centros olímpicos e, a cada evento, uma adesão maior da população”, explicou. O chefe da pasta ressaltou que a organização de eventos desse porte vai além do entretenimento e gera oportunidades concretas para os brasilienses. “Nós queremos que os atletas do DF estejam no octógono, para que possam ser prospectados para novas lutas. O LFA é o maior prospector de atletas para o UFC. Um evento dessa magnitude em Brasília faz com que esses atletas possam mudar suas vidas e suas perspectivas”, destacou. De acordo com Junqueira, cerca de 25 mil a 30 mil alunos participam atualmente de modalidades de artes marciais nos centros olímpicos do DF, além de projetos sociais e parcerias com academias privadas, fortalecendo a base esportiva da cidade. Rafael Feijão, vice-presidente do LFA na América do Sul: "Desde o primeiro até este quarto evento, entendemos que houve uma crescente muito boa. Hoje, no card, temos seis atletas de Brasília e mais um que treina aqui" Brasília no radar internacional do MMA O vice-presidente do LFA na América do Sul, Rafael Feijão, comemorou o crescimento do evento em Brasília e a presença expressiva de atletas locais no card. “Desde o primeiro até este quarto evento, entendemos que houve uma crescente muito boa. Hoje, no card, temos seis atletas de Brasília e mais um que treina aqui. Isso mostra a força da cidade e nos deixa muito felizes”, afirmou. O atleta Rogério Minotouro também destacou o papel do LFA como vitrine internacional e convidou o público a participar. “O card vai ser sensacional, com disputa de cinturão, padrão internacional. É um dos grandes eventos do Brasil. A entrada é gratuita, portão aberto, então convido todo mundo a prestigiar os lutadores locais e um grande evento de qualidade”, afirmou. Rogério Minotouro, atleta: "Nem todo menino vai ser atleta profissional, mas o esporte agrega demais na vida deles. Ensina a ganhar, a perder, respeito, hierarquia e meritocracia" Além da programação esportiva, Minotouro ressaltou as ações sociais realizadas em Brasília nos dias que antecedem o evento, com visitas a projetos e encontros com crianças e jovens. “A gente chegou no início da semana e já está fazendo ações de divulgação do LFA e do esporte, palestras com crianças. Está de parabéns o trabalho do governo com centenas de crianças de escolas e núcleos esportivos”, relatou. Para o atleta, o contato direto com os ídolos amplia horizontes e reforça o papel transformador do esporte. “Nem todo menino vai ser atleta profissional, mas o esporte agrega demais na vida deles. Ensina a ganhar, a perder, respeito, hierarquia e meritocracia. Quando eles veem que a gente é uma pessoa comum, com duas pernas e dois braços, eles entendem que também podem chegar lá”, completou.

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Com drones e mosquitos wolbitos, GDF alia tecnologia e controle biológico no combate à dengue

O Governo do Distrito Federal (GDF) intensificou o combate ao mosquito Aedes aegypti em 2025 com ações que aliam tecnologia e controle biológico. Desde outubro do ano passado, drones contratados pela Secretaria de Saúde (SES-DF) sobrevoaram 22 regiões administrativas, com mapeamento de mais de 2,1 mil hectares e identificação de cerca de 3 mil possíveis criadouros. Além disso, em setembro, outra estratégia entrou em vigor com a inauguração do Núcleo Regional de Produção Oswaldo Paulo Forattini — Método Wolbachia, colocando Brasília na vanguarda do controle biológico do vetor. As frentes de combate são coordenadas pelo Núcleo de Controle Químico e Biológico da SES-DF, que funciona como um hub de controle vetorial. O espaço reúne o núcleo de produção dos mosquitos, a central de controle dos fumacês e a base de armazenamento e distribuição de larvicidas, inseticidas, bombas costais e outros insumos utilizados contra as arboviroses. Anderson Leocadio: "O drone funciona como um novo agente de saúde, capaz de identificar focos ocultos em grandes alturas e até realizar o tratamento químico onde o agente não consegue chegar" | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília O método Wolbachia foi desenvolvido por pesquisadores brasileiros e consiste na liberação de mosquitos inoculados com uma bactéria que impede a transmissão da dengue, da zika e da chikungunya. Após 14 semanas de produção e 13 semanas de liberação, foram soltos aproximadamente 13 milhões de wolbitos, apelido para os “mosquitos amigos”, em cerca de 14 mil pontos de soltura no DF. “Protegendo o mosquito, a gente protege a população”, afirma o chefe do Núcleo de Controle Químico e Biológico da SES-DF, Anderson Leocadio. Já o drone auxilia tanto na visualização como no tratamento dos focos do mosquito. “O drone funciona como um novo agente de saúde, capaz de identificar focos ocultos em grandes alturas e até realizar o tratamento químico onde o agente não consegue chegar”, ressalta Leocádio. Os dispositivos foram incorporados por meio do projeto Voo pela Saúde, executado pela empresa GRS80, com o objetivo de mapear 30% do território do DF. Já foram sobrevoadas cidades como Paranoá, Ceilândia, Brazlândia, Sol Nascente, Estrutural, São Sebastião, Arapoanga e Fercal.   [LEIA_TAMBEM] Segundo a gerente de Vigilância Ambiental de Vetores e Animais Peçonhentos e Ações de Campo, Herica Bassani, as ações de combate, conscientização e prevenção ao mosquito da dengue são contínuas para manter o trabalho atualizado e eficaz, mas devem ser combinadas com o cuidado dos cidadãos. “Pedimos para que a população faça a sua parte e abra as portas para os agentes, que têm um olhar diferenciado e poderão te orientar da melhor maneira para não ter nenhum foco com mosquito na sua residência.” Em 2025, 362 servidores visitaram mais de 1,8 milhão de residências do DF. A gerente observa que a atenção deve ser redobrada no período chuvoso devido às características do mosquito. Uma delas é a durabilidade dos ovos em condições secas, que pode ultrapassar um ano. “A fêmea coloca os ovos acima da linha d'água e eles podem sobreviver ali no seco por mais de um ano. Por isso que, depois que chove, rapidamente o número de mosquitos aumenta, é perceptível. Em contato com a água, em 30 minutos temos a larva do mosquito e uma semana, dez dias depois, temos o mosquito adulto”, conclui.

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Licenciamento de condomínio do Jardim Botânico inaugura calendário de Audiências Públicas do Brasília Ambiental em 2026

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Bombeiros do DF fazem transporte de paciente que está em Fortaleza

O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) enviou na tarde dessa quinta-feira (22) uma equipe a Fortaleza (CE) a fim de realizar uma missão de transporte aeromédico até Brasília. O paciente é uma criança que estava em férias com a família, passou mal e foi diagnosticada com problemas cardíacos. A tripulação da aeronave Resgate 09 (avião adquirido em 2025) é composta por seis operadores, sendo um piloto, um copiloto, um médico e um enfermeiro especialistas em operações aéreas e transporte aeromédico, um médico pediatra e um operador aero-tático especialista em busca e resgate. O copiloto é um agente da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), instituição co-irmã e frequentemente requerida a contribuir em ocorrências dessa natureza. Os demais integrantes são bombeiros militares do Comando de Aviação do CBMDF. A aeronave e sua tripulação pernoitaram em Petrolina (PE), seguindo viagem nesta sexta-feira (23), quando chegarão a Fortaleza, embarcando o paciente e iniciando o retorno a Brasília, com previsão de chegada no DF ainda na sexta-feira à noite, quando a criança, junto com a família, dará continuidade ao tratamento. *Com informações do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF)

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Cuidado que molda o futuro: órteses ajudam bebês a se desenvolver melhor

Aos 4 meses de idade, Murilo Teles já tem história para contar. Sua primeira órtese veio logo nas três primeiras semanas de vida, após chegar ao Hospital Regional de Ceilândia (HRC), no fim de agosto de 2025. Desde então, cada ajuste e cada pequeno avanço integram uma jornada que une profissionalismo, tecnologia e cuidado, com foco em garantir conforto e desenvolvimento saudável ao pequeno. “Sou muito grata pelo serviço prestado. Ver a evolução do Murilo nos dá segurança e tranquilidade. É um processo, um passo por vez. Saber que ele está sendo cuidado desde tão pequeno faz toda a diferença para a nossa família”, conta a mãe, Mirtes Ribeiro, 43. Murilo nasceu com pé torto posicional direito e luxação no joelho esquerdo, o que levou à indicação de órteses para o alinhamento. Já o pé esquerdo apresenta uma alteração congênita e, por isso, o tratamento será realizado com gesso. O bebê Murilo Teles usa órtese voltada para o alinhamento do pezinho direito | Foto: Matheus Oliveira/ Agência Saúde DF Cuidado especializado Desde 2022, a terapeuta ocupacional da Secretaria de Saúde (SES-DF) e referência técnica distrital (RTD) na área, Hellen Delchova, confecciona órteses para bebês internados na Unidade de Terapia Intensiva (UTI) Neonatal do HRC que apresentam a necessidade do dispositivo. “O intuito é estabilizar o segmento corporal, prevenir deformidades, contraturas e tratar lesões que precisam de algum tipo de imobilização”, explica. [LEIA_TAMBEM]Moldadas diretamente no membro do bebê, as órteses são produzidas sob medida, com termoplástico. Conforme a criança cresce, novas peças precisam ser confeccionadas para manter o encaixe adequado e a eficácia do tratamento. O processo envolve a retirada do molde, o aquecimento do material e a adaptação cuidadosa ao corpo da criança, sempre priorizando segurança e conforto. Os pacientes também são acompanhados no ambulatório de desenvolvimento neuropsicomotor, com atendimento de terapia ocupacional, fisioterapia e fonoaudiologia. Essa estratégia já apresenta resultados. O joelho do pequeno Murilo, por exemplo, está hoje totalmente corrigido com o uso da órtese. “É um êxito que reforça a importância do nosso trabalho e do impacto positivo que a intervenção precoce e a tecnologia assistiva têm na qualidade de vida das crianças e de suas famílias. A possibilidade de mudar o curso da vida de uma criança no momento certo é extremamente valiosa”, afirma a RTD. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Jardim Botânico vai receber novo Empório Rural do GDF

Com o objetivo de ampliar os canais de comercialização e gerar novas oportunidades para os produtores da agricultura familiar, o Governo do Distrito Federal (GDF) implantará mais um empório rural, desta vez no Jardim Botânico. Com investimento superior a R$ 1,4 milhão, as obras estão atualmente na fase de preparo do terreno. O novo equipamento será construído na Rodovia DF-463, no Setor Habitacional Jardins Mangueiral. A expectativa, segundo o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno, é que o novo empório também cumpra o papel de beneficiar produtores das regiões de São Sebastião, Jardim Botânico, Santa Bárbara e Tororó, ao permitir a comercialização direta ao consumidor e reduzir a atuação de intermediários. “Como o espaço será exclusivo para produtores rurais, a iniciativa contribui para aumentar a rentabilidade no campo”, afirma. O novo empório rural terá área de 747 m² e poderá abrigar 20 boxes de produtores locais | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A área de 747 m² cedida pelo Departamento de Estradas de Rodagem (DER) à Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF) segue o mesmo sistema construtivo do Empório Rural do Colorado, na DF-150, que combina madeira tratada e alvenaria, com uso de telhas de material reciclado e estética rural, para preservar a identidade do campo e valorizar os produtos vindos diretamente de homens e mulheres do meio rural. O espaço será composto por 20 boxes, sendo 18 destinados à exposição e venda de produtos, como queijarias artesanais premiadas, ovos, frutas, legumes, verduras, charcutaria, vinhos, mel e doces, e dois para lanchonetes, o que criará um ambiente adequado para a comercialização de produtos locais. A gestão do local será feita por associação ou cooperativa, a ser definida por chamamento público, com critérios como quantidade de produtores familiares, prioridade para organizações com maior participação de mulheres e preferência para grupos da própria região. Rafael Bueno: "Como o espaço será exclusivo para produtores rurais, a iniciativa contribui para aumentar a rentabilidade no campo" O secretário também afirmou que o GDF já tem recursos garantidos para a construção de mais dois empórios em 2026: um em Brazlândia, em frente à Associação Rural e Cultural Alexandre Gusmão (Arcag-DF), com foco no morango, produto símbolo da região; e outro no Gama, seguindo o mesmo modelo de diversidade e valorização da produção local. Impacto A iniciativa do novo empório atende diretamente às demandas dos produtores rurais das regiões administrativas do Jardim Botânico e de São Sebastião, áreas reconhecidas pela diversidade e qualidade da produção agrícola. A região de São Sebastião é atualmente a maior produtora de orgânicos do Distrito Federal, com 67 produtores certificados, responsáveis pelo cultivo de frutas, hortaliças e ovos orgânicos. Destacam-se produções consolidadas, como morango orgânico, além do crescimento recente da produção de ovos, cafés especiais e queijos artesanais, integrados à Rota do Queijo. Parte dos produtores da região já participa de programas de compras institucionais, como o Programa Alimenta Brasil (PAB), o Programa de Aquisição da Produção da Agricultura (Papa-DF) e o Programa Nacional de Alimentação Escolar (PNAE). Além disso, os produtos também são comercializados em feiras e por meio de cooperativas locais. Atualmente, a região administrativa de São Sebastião está localizada a cerca de 33 quilômetros da Ceasa-DF, principal centro de comercialização do DF. Essa distância dificulta o escoamento da produção e eleva os custos logísticos, especialmente com transporte e frete, o que impacta diretamente a renda dos agricultores familiares. Empório do Colorado Pedro Sena destaca que a abertura do Empório Rural do Grande Colorado consegue atender ao público de Sobradinho, Sobradinho II e Setor de Mansões O Empório Rural do Colorado, na DF-150, que se consolidou como um sucesso e se tornou um ponto de encontro da região, foi inaugurado pelo governador Ibaneis Rocha em outubro de 2024. Ele beneficia mais de 40 produtores do Grande Colorado, Sobradinho e região do Lago Oeste, além da população em geral que frequenta a região. Os produtores antes ocupavam um espaço improvisado e foram despejados por decisão judicial, por estarem em área particular. No empório construído pelo GDF, atendem o público às sextas-feiras, e aos sábados e domingos. Segundo o vice-presidente da Associação dos Permissionários do Empório Colorado (Apec) e produtor rural, Pedro Sena, o novo projeto trouxe melhorias significativas, como boxes maiores, corredores mais largos e melhor circulação, além de um ganho importante em visibilidade. “O espaço anterior ficava entre o Posto Flamingo e o Atacadão, onde se imaginava que haveria boa visibilidade, mas muitas pessoas do Taquari nem conheciam o local. Aqui, graças a Deus, o movimento é muito bom”, relata. Ele também destaca que a divulgação ajudou a atrair público de regiões como Grande Colorado, Sobradinho, Sobradinho II e Setor de Mansões, que antes não frequentavam o espaço. A abertura às sextas-feiras também contribuiu para aumentar o fluxo de clientes, especialmente aqueles que não conseguiam ir aos sábados. Com mais conforto, visibilidade e movimento, as vendas aumentaram para todos. “Não foi algo como dez vezes mais, mas todo mundo que trabalha sério aqui teve aumento nas vendas. Foi muito bem recebido pela população, que avalia o espaço como ótimo.” Investimento completo [LEIA_TAMBEM]O Governo do Distrito Federal tem feito um investimento completo na agricultura familiar, desde o apoio inicial ao produtor, com máquinas, adubo e sementes, passando pela assistência técnica e pelo financiamento por meio do Fundo de Desenvolvimento Rural (FDR), com juros de apenas 3% ao ano. Além disso, o GDF compra parte da produção para a merenda escolar e cria canais para a comercialização, como os empórios e galpões. Na prática, o governo acompanha o produtor desde o momento em que ele planta até a venda do produto final. Esse modelo integrado tem fortalecido o setor e explica por que a gestão é hoje bem avaliada na área rural. Segundo o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno, produtores relatam que se sentem representados pelo governo, justamente porque as políticas públicas conectam o campo à cidade e criam oportunidades reais de renda e desenvolvimento.

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Divulgado edital do Programa Educador Social Voluntário 2026

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) publicou, nesta sexta-feira (23), a Portaria nº 125, que estabelece as diretrizes do Programa Educador Social Voluntário (ESV) para o ano letivo de 2026. Ao todo, serão ofertadas 8.500 vagas distribuídas entre as 14 Coordenações Regionais de Ensino (CREs). As inscrições começam na próxima quarta-feira (28) e seguem até 4 de fevereiro, devendo ser realizadas exclusivamente de forma online pelo site. O processo seletivo será realizado por meio de análise curricular pelas comissões avaliadoras de cada unidade escolar. O edital deste ano traz mudanças no tempo de trabalho dos voluntários e também no valor pago pelo dia de atuação, destinado exclusivamente para cobrir despesas com alimentação e transporte. Os educadores sociais voluntários selecionados atuarão por cinco horas diárias ininterruptas, de segunda a sexta-feira, em dias letivos presenciais. Os selecionados farão jus a um ressarcimento diário de R$ 80. O pagamento será creditado mensalmente em conta poupança obrigatoriamente vinculada ao Banco de Brasília (BRB). O Programa Educador Social Voluntário auxilia estudantes com deficiência e do ensino em tempo integral, promovendo maior suporte nas atividades diárias nas escolas do DF | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF Principais atribuições e requisitos O programa tem como finalidade principal auxiliar estudantes com deficiência ou Transtorno do Espectro Autista (TEA) em atividades diárias como locomoção, higienização e alimentação via oral. Além disso, os voluntários dão suporte a estudantes de escolas em tempo integral e auxiliam na integração de alunos migrantes e indígenas. A atuação do ESV é de natureza voluntária, não gerando vínculo empregatício ou obrigações trabalhistas e previdenciárias com a SEEDF. Para participar, o candidato deve ter idade mínima de 18 anos e possuir o certificado do curso online “Noções Básicas para Atuação no Programa Educador Voluntário Social”, ofertado pela Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape). Também é exigida a comprovação de escolaridade (mínimo ensino fundamental completo) e experiência na área. Os candidatos que ainda não possuem o certificado do curso online da Eape podem inscrever-se normalmente. Nesse caso, o link da formação será encaminhado após a inscrição, e o candidato deverá apresentar o certificado do curso somente no ato de assinatura do termo de adesão. É importante destacar que o voluntário não poderá atuar na unidade escolar onde tenha filhos matriculados, exceto em escolas do campo. Cronograma e resultados Inscrições: 28/1 a 4/2 Divulgação do resultado final: 13/2 Convocação para assinatura do Termo de Adesão: 19/2 a 24/2 *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre neste fim de semana no Plano Piloto

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 14 endereços distintos no Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h deste sábado (24), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEE-DF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes.   No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas.   Veja abaixo os pontos de ação neste sábado (24) e domingo (25) Setor Hoteleiro Norte Quadras 04 e 05, próximo ao hotel Torre Palace Quadras de 908 a 916 Norte L3 Norte, altura da 611 e adjacências 601 Norte L2, na altura da 602 Norte, abaixo do Serpro Hemocentro, em frente à SQN 302 Torre de TV, subsolo Centro POP Ministério do Meio Ambiente Estacionamento da estação do metrô da 102 Sul 302 Sul, atrás da loja Blumenau 303 Sul, atrás do Bloco D SQS 412, ponto de encontro comunitário em frente ao bloco M CLS 216, atrás do comércio do bloco B *Com informações da DF Legal  

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DF está acima da média nacional do consumo de alimentos ultraprocessados

Um relatório publicado pelo Ministério da Saúde, no último dia 31, mostra que o consumo de alimentos ultraprocessados no Distrito Federal está acima da média nacional. Os dados foram coletados pelo Sistema de Vigilância de Fatores de Risco de Doenças Crônicas por Inquérito Telefônico (Vigitel), relativos aos anos de 2006 a 2024. De acordo com o estudo, o percentual estimado de adultos (pessoas acima de 18 anos) no DF que consumiram cinco ou mais grupos de ultraprocessados no dia anterior ao levantamento foi de 27,5%, acima da média de 25,5% em todo o Brasil. A capital do país ocupa a 8ª colocação das unidades federativas que mais consomem ultraprocessados. A gerente de Vigilância de Doenças e Agravos Não Transmissíveis e Promoção da Saúde (Gvdantps) da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), Mélquia da Cunha Lima, adverte que os produtos ultraprocessados contêm baixíssimo valor nutritivo e estão relacionados a diversos problemas de saúde. “O consumo desse tipo de alimento é responsável pelo excesso de peso corporal e está associado a pelo menos 15 tipos de câncer, bem como à ocorrência de doenças cardiovasculares e diabetes”, afirma. Distrito Federal ocupa a oitava colocação das unidades federativas que mais consomem ultraprocessados | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF Como identificar Os ultraprocessados são definidos como produtos comestíveis de formulação industrial, feitos principalmente de substâncias extraídas de alimentos (óleos, gorduras, açúcar, proteínas), derivadas de constituintes de alimentos (gorduras hidrogenadas, amido modificado) ou sintetizadas em laboratório com base em matérias orgânicas como petróleo e carvão (corantes, aromatizantes, realçadores de sabor e aditivos). Mélquia reforça que “essa junção de elementos faz com que as pessoas consumam de forma excessiva esses produtos, continuem com fome e sigam comendo mais e mais ultraprocessados”. Estão nesse rol biscoitos, balas e sorvetes em geral, cereais açucarados, refrigerantes, refrescos e sopas em pó, embutidos, produtos congelados prontos para aquecimento, misturas para bolo, macarrão instantâneo, tempero pronto, entre outros. Segundo o Ministério da Saúde, uma forma prática de identificar alimentos ultraprocessados é consultar a lista de ingredientes que, por lei, deve constar nos rótulos de alimentos embalados. Um número elevado de ingredientes (frequentemente cinco ou mais) e, sobretudo, a presença de ingredientes com nomes pouco familiares e não usados em preparações culinárias indicam que o produto pertence à categoria de alimentos ultraprocessados. Arte: Agência Saúde-DF Fatores de risco O Vigitel traz ainda outras estimativas sobre a frequência e a distribuição sociodemográfica, nas capitais dos 26 estados brasileiros e no DF, dos principais fatores de risco para o desenvolvimento de diversas doenças crônicas não transmissíveis (DCNT), como diabetes mellitus, hipertensão e depressão. Os fatores de risco apontados incluem excesso de peso e obesidade, padrões de alimentação, padrões de atividade física, consumo de bebidas alcoólicas, tabagismo, morbidade referida, autoavaliação do estado de saúde, prevenção de câncer de mama e de colo do útero, assim como aspectos do sono. Indicadores relacionados à duração e à qualidade do sono passaram a ser monitorados no Vigitel a partir de 2024. No DF, a frequência de adultos com duração curta de sono (menos de 6 horas por noite) foi de 20%, enquanto a incidência de adultos com sintomas de insônia ficou em 31,1%. Ambos os índices ficaram abaixo da média nacional — respectivamente, de 20,2% e 31,7%. Os dados demonstram, ainda, que as mulheres sofrem mais com problemas no sono que os homens. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Centro de Trauma do Hospital de Base é recomendado a receber certificação nacional de excelência

O Centro de Trauma do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) foi recomendado, nesta quinta-feira (22), para receber a Certificação por Distinção da Linha de Cuidado do Paciente de Trauma, no nível Platinum, o segundo mais alto da categoria. O reconhecimento atesta o compromisso da unidade com a melhoria contínua da qualidade assistencial e da segurança do paciente, além de consolidar o HBDF, administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), como referência nacional no atendimento ao trauma. Com a recomendação, o Hospital de Base torna-se o primeiro do Centro-Oeste e o quinto do país a alcançar a certificação. As demais unidades certificadas estão localizadas nos estados de São Paulo e do Rio de Janeiro. O processo é conduzido pelo Instituto Qualisa de Gestão (IQG), uma das principais acreditadoras do Brasil, e envolve uma análise criteriosa e aprofundada dos serviços prestados. Para o superintendente do HBDF, Paulo Saad, a certificação reafirma a vocação do hospital para o atendimento a eventos traumáticos e representa o reconhecimento da qualidade do cuidado oferecido à população. “Esse documento é o resultado do esforço de muitas pessoas que trabalham juntas para salvar vidas e será o pontapé inicial para a busca de novas certificações em outros setores do hospital, que também atuam com excelência”, destaca. Segundo ele, a decisão de buscar uma certificação nacional foi um passo audacioso, pois exigiu submeter os serviços a um processo rigoroso de avaliação. “Nós nos colocamos à disposição para ter nossos processos julgados, analisados e auditados. O objetivo final não é apenas receber uma certificação, mas aprimorar, de forma contínua, a qualidade do serviço prestado”, afirma. Com a recomendação, o Hospital de Base torna-se o primeiro do Centro-Oeste e o quinto do país a alcançar a certificação | Foto: Divulgação/IgesDF Durante o processo de certificação, foram avaliados o perfil epidemiológico da população atendida, o volume de pacientes vítimas de trauma, a agilidade no atendimento, a conformidade com protocolos de segurança e outros critérios técnicos relacionados à assistência. O chefe do Trauma do HBDF, cirurgião Renato Lins, ressalta que o reconhecimento reflete o trabalho desenvolvido pelas equipes e confirma que a unidade segue no caminho certo. “Isso demonstra que estamos preparados para oferecer o melhor atendimento possível às vítimas de trauma no Distrito Federal. É um resultado muito importante para todos nós e reforça a qualidade do serviço prestado”, pontua. Já o superintendente da Qualidade do IgesDF, Clayton Sousa, enfatiza que a certificação simboliza, acima de tudo, o compromisso permanente com a segurança do paciente. “Significa que o Hospital de Base está comprometido com o aprendizado contínuo, a melhoria permanente e a busca constante pela excelência”, afirma. Ele acrescenta que a certificação também gera impactos positivos na gestão. “Quando os processos são aprimorados, há menos desperdício e mais efetividade. Isso permite uma utilização mais racional dos recursos, com economia e melhor direcionamento dos investimentos”, explica. Análise da linha de cuidado A linha de cuidado do paciente politraumatizado é estruturada em quatro grandes fases, todas avaliadas de forma minuciosa pelos responsáveis pela certificação: o Centro de Trauma, o Centro Cirúrgico, a Unidade de Terapia Intensiva (UTI) e o andar de internação da Cirurgia Geral. Cada etapa possui objetivos assistenciais específicos e precisa atender a critérios técnicos detalhados. A auditoria final ocorreu ao longo de dois dias, período em que representantes do IQG inspecionaram as áreas avaliadas, dialogaram com os colaboradores, analisaram a efetividade dos protocolos e constataram a qualidade dos serviços prestados. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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