Semana termina com mais de mil vagas de emprego abertas nas agências do trabalhador
As agências do trabalhador do Distrito Federal estão com 1.023 oportunidades profissionais abertas nesta sexta-feira (9). Os maiores salários são de R$ 2,8 mil, encontrado em 30 vagas para pedreiro e dez para pintor de obra no Guará, e de R$ 2,5 mil, disponível em uma chance para caseiro no Lago Sul — em nenhuma há cobrança de experiência. Outros postos também não exigem atuação prévia do candidato. São mais de 120 para atendentes balconistas, de padaria e de lanchonete, 80 para auxiliar de limpeza, 30 para ajudante de obras, 20 para ajudante de carga e descarga de mercadoria — das quais dez são reservadas para pessoas com deficiência (PcD), 15 para assistente de mídias, 14 para cumim, entre outras. Os salários são a partir de R$ 1.621. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das chances do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).
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Hotel Social integra rede do GDF e leva acolhimento e segurança para pessoas em situação de rua
Inaugurado em julho pelo Governo do Distrito Federal (GDF), o primeiro Hotel Social do Distrito Federal é administrado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) e já ultrapassou 30 mil acolhimentos noturnos. O espaço funciona das 19h às 8h, oferece 200 vagas e recebe também os animais de estimação das pessoas acolhidas. Coordenador do Plano Distrital para a População em Situação de Rua, o secretário-chefe da Casa Civil, Gustavo Rocha, explica que o Hotel Social integra um conjunto de ações desenvolvidas pelo GDF para permitir que as pessoas saiam das ruas com condições reais de autonomia. O espaço funciona das 19h às 8h, oferece 200 vagas e recebe também os animais de estimação das pessoas acolhidas | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Segundo ele, a política representa uma ruptura com práticas anteriores. “Não adianta ver uma pessoa em situação de rua e apenas retirá-la dali. Tirava de um lugar e ela ia para outro. A ideia do plano distrital é dar condições para que a pessoa possa sair da rua. O êxito do programa é fazer com que ela tenha onde dormir, onde trabalhar e como reconstruir a própria vida.” Rocha destaca que o plano foi elaborado com base em estudo técnico conduzido pela Casa Civil e mais sete órgãos do governo. “Foi feito o mapeamento, o perfil dessas pessoas e o levantamento do que faltava ser oferecido. Moradia, local para ficar à noite, qualificação técnica, escola para os filhos e até local para deixar os animais de estimação”, afirma. Ele reforça que aceitar animais não foi detalhe, mas necessidade identificada. “Quando abordávamos as pessoas, muitas se recusavam a ficar em acolhimento porque não tinham onde deixar seus cachorros. Eu mesmo tenho sete. Se estivesse na rua e não tivesse onde levá-los, eu também não iria.” Para ele, o Hotel Social cumpre exatamente esse papel. “As vagas ficam praticamente lotadas todos os dias. Já atendemos a mais de 30 mil pessoas há poucos meses. A ideia do governador é abrir outras unidades em outras regiões para que mais pessoas tenham onde dormir.” O secretário-chefe da Casa Civil também faz uma síntese da função estratégica do equipamento: “O foco não é tirar da rua. O foco é acolher. Acolher e dar condições para que as pessoas possam sair da rua.” Maicon Gonçalves é um dos acolhidos do Hotel Social Atendimento diversificado O serviço atende diferentes perfis: idosos, mulheres, crianças e pessoas em tratamento contra dependência química. Há cama, banho quente, guarda de pertences, ventiladores, jantar e café da manhã. Em novembro, o espaço ganhou também uma biblioteca comunitária, com livros para leitura e empréstimo. A unidade faz parte da rede de apoio do GDF, que inclui o Centro Pop, a concessão de passagens interestaduais para quem deseja retornar ao estado de origem, refeições gratuitas nos restaurantes comunitários, além de programas de qualificação e emprego como o RenovaDF e o QualificaDF. Dormir com segurança O Hotel Social nasceu como resposta emergencial durante a pandemia de Covid-19, quando o GDF abriu dois alojamentos provisórios para acolher pessoas em situação de rua durante o fechamento do comércio. A lotação rápida mostrou que o pernoite poderia ser porta de entrada para outros serviços. A partir dessa experiência, o edital foi lançado e, em julho, a primeira unidade passou a funcionar de forma contínua. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, explica que o pernoite aproxima quem ainda não está pronto para ingressar em casas de acolhimento. “O pernoite melhora a adesão”, diz. Para ela, dormir em segurança abre caminho para tratamento, reconstrução de vínculos familiares, alimentação gratuita, retorno para a cidade natal e inclusão produtiva. “A assistência garante o mínimo para que a pessoa tenha dignidade e esperança.” “Na rua, já dormi e acordei sem mochila, sem chinelo, sem documento. Já sofri agressões por ser homossexual e por estar na rua. Aqui, eu consigo dormir sem medo" Maicon Gonçalves, acolhido A vida antes do Hotel Social Entre os acolhidos está Maicon Gonçalves, que veio de Goiás para estudar e trabalhar, mas não conseguiu manter aluguel e faculdade. Depois de perder o emprego, passou dois meses nas ruas de Taguatinga. “Por ficar dois meses na rua, eu peguei pneumonia e depois agravou para uma tuberculose.” Ele relata que a falta de endereço formal bloqueia qualquer chance de trabalho. “Se você está na rua, mesmo com currículo bom, não consegue emprego. Se você dá o endereço do Centro Pop ou da casa de passagem, não chamam para a vaga.” Dormir no Hotel Social mudou sua capacidade de se reorganizar. “Aqui dá para acordar, tomar banho, comer e tentar um emprego no outro dia.” Ele destaca ainda que no hotel, se sente mais seguro. “Na rua, já dormi e acordei sem mochila, sem chinelo, sem documento. Já sofri agressões por ser homossexual e por estar na rua. Aqui, eu consigo dormir sem medo.” Maicon comenta ainda sobre o atendimento humanizado do hotel. “Aqui você consegue falar e ser ouvido. Eles tratam a gente como pessoa.” Para ele, o acolhimento somado à estrutura faz toda a diferença. “A cama é quentinha, a coberta é cheirosa, tem ventilador quando esquenta, água gelada, e a comida é feita na hora.” Planos para o futuro Maicon reorganiza suas metas após recuperar a saúde. “Quero voltar para o mercado de trabalho, cuidar da minha saúde emocional e medicamentosa, e ter uma base familiar. Família pode ser quem te estende a mão.” Para ele, o Hotel Social representa uma pausa na violência e no ciclo da rua. “Muita gente deixou alguma coisa quando escolheu estar aqui dentro. Só de ter segurança e gente que te trata como pessoa, isso quebra o ciclo da rua.” Olhar individualizado e continuidade Ana Paula afirma que cada caso exige resposta diferente. “Se você tem 100 pessoas em situação de rua, você vai ter 100 histórias distintas.” A partir do pernoite, podem ocorrer encaminhamentos para tratamento, passagens interestaduais, refeições gratuitas, vagas reservadas em obras públicas, cursos de qualificação e benefício excepcional de aluguel por até seis meses. Para Gustavo Rocha, essa integração é central. “A porta de entrada é o acolhimento, mas a saída depende de trabalho. Sem emprego, as pessoas continuarão na rua. O foco é qualificar, acolher e dar condições para trabalhar.” Ele destaca que as ações já têm resultados mensuráveis. “Só nesse período empregamos mais de 200 pessoas”, afirma. Sobre a política de retorno familiar, ele acrescenta: “Em 2024, mais de mil pessoas voltaram para suas cidades de origem. Este ano já estamos perto de 800 passagens. É a pessoa que decide. É direito de ir e vir.” Rocha resume o impacto das iniciativas: “Você vê gente chorando porque conseguiu um lugar para morar e um trabalho depois de passar o ano inteiro na rua. Isso mostra que o programa está funcionando.” "Você vê gente chorando porque conseguiu um lugar para morar e um trabalho depois de passar o ano inteiro na rua. Isso mostra que o programa está funcionando" Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil e coordenador do Plano Distrital para a População em Situação de Rua Doações O Hotel Social recebe doações de roupas, livros e itens de higiene pessoal. As entregas podem ser feitas de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h, no SAAN/SIA, Trecho 17, Conjunto 3.
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GDF e Embaixada do México debatem fortalecimento de cooperação cultural
A secretária de Educação do Distrito Federal, Hélvia Paranaguá, recebeu, nesta quinta-feira (8), o embaixador do México no Brasil, Carlos García de Alba, em reunião institucional com foco no fortalecimento da cooperação cultural e educacional entre a rede pública de ensino e a missão diplomática mexicana. “A cooperação com a Embaixada do México amplia o repertório cultural da rede, valoriza o ensino de línguas estrangeiras e proporciona experiências educativas que vão além da sala de aula. Essas iniciativas contribuem diretamente para uma educação mais plural, integrada e conectada com o mundo”, afirmou. O embaixador Carlos García de Alba também ressaltou a relevância da cooperação para ampliar a visão de mundo dos estudantes da rede pública do DF. “Vivemos em um contexto de crescimento e internacionalização, e os jovens precisam desenvolver uma abertura mental desde cedo. A oportunidade oferecida pelo governo de Brasília, ao permitir que a Embaixada do México contribua para esse processo, é fundamental para ajudá-los a conectar-se com o mundo e ampliar seus horizontes”, destacou. A agenda integra o esforço de aproximação entre a Educação do Distrito Federal e a missão diplomática mexicana, com foco na ampliação de iniciativas conjuntas ao longo de 2026, especialmente nas áreas de cultura, ensino de língua estrangeira e intercâmbio educacional. Hélvia Paranaguá destacou a importância da parceria para o fortalecimento da formação cultural dos estudantes | Fotos: André Amendoeira/SEEDF Intercâmbio cultural O diplomata também ressaltou o êxito das ações já desenvolvidas e a expectativa de ampliar o intercâmbio educacional e cultural entre Brasil e México. “Esperamos avançar com propostas que permitam levar estudantes de Brasília ao México e, ao mesmo tempo, nos aproximar dos alunos daqui, seja por meio de visitas às escolas ou de experiências culturais. Isso desperta curiosidade, amplia a compreensão sobre diferentes realidades e contribui para a construção de uma parceria sólida e duradoura entre a Embaixada do México e o Governo de Brasília”, concluiu. Diálogo institucional Durante a reunião, foram apresentados e alinhados projetos já desenvolvidos em parceria, como ações culturais com a participação dos Centros Interescolares de Línguas (CILs), além de propostas para novas atividades voltadas a estudantes e professores da rede pública. A iniciativa busca consolidar a cooperação entre a SEEDF, a Embaixada do México e outros órgãos do Governo do Distrito Federal. O secretário de Relações Exteriores, Paco Britto, o embaixador do México no Brasil, Carlos García de Alba, e a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá O encontro contou ainda com a participação do secretário de Relações Exteriores do Governo do Distrito Federal, Paco Britto, e do ministro de Assuntos Culturais da embaixada, José Manuel Cuevas López, reforçando o caráter interinstitucional da agenda e o alinhamento entre as áreas de educação e relações internacionais. Paco Britto ressaltou o impacto positivo das ações conjuntas desenvolvidas com missões diplomáticas. “Iniciativas como o Programa Embaixada de Portas Abertas e o Pontes para o Mundo fortalecem o diálogo internacional e aproximam os estudantes do DF de outras culturas. Essa integração amplia horizontes e consolida parcerias estratégicas para o desenvolvimento educacional e cultural do DF”, afirmou. Entre os temas abordados, estiveram propostas de mostras culturais, atividades pedagógicas, eventos comemorativos e ações de valorização da língua espanhola e da cultura mexicana a serem desenvolvidas em parceria com os CILs e demais unidades da rede pública de ensino. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
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Cinco anos após reforma, Escola Classe Porto Rico oferece educação de qualidade para mais de 500 estudantes
Vinte salas de aula, quadra poliesportiva, parquinho infantil, pátio, estacionamento e muito mais: o que antes era um sonho distante hoje é realidade para a Escola Classe 01 Porto Rico, em Santa Maria. A reforma da unidade foi iniciada em 2014 e permaneceu sem avanços até 2019, quando foi destravada por este Governo do Distrito Federal (GDF). O espaço foi devolvido para a população em 15 de abril de 2021, 11 meses após a retomada da obra, em março do ano anterior, voltando a ser palco de transformação social e educação de qualidade. Atualmente, são atendidos mais de 500 estudantes a partir de 6 anos em período integral, com quatro refeições diárias, nos anos iniciais do ensino fundamental. Segundo a diretora da unidade, Zeneide Araújo, a cobertura só é possível graças à ampliação do equipamento, uma demanda antiga da comunidade que faz diferença na rotina escolar. A diretora Zeneide Araújo destaca que a reforma na escola levou benefícios para a comunidade como um todo | Fotos: Geovana Albuquerque/ Agência Brasília “Traz um impacto positivo porque oferecemos um ambiente limpo, organizado, para o desempenho pedagógico e bem-estar dos nossos alunos, além do trabalho dos professores e demais servidores que estão inseridos no processo de aprendizagem”, comenta a diretora. “Hoje temos uma quadra para aulas de educação física e recreação dos alunos, um parquinho, salas de aula amplas e arejadas, cozinha e refeitório para a alimentação das crianças. Tudo isso veio para benefício da comunidade.” Os serviços foram executados com investimento de R$ 1,6 milhão por meio de licitação promovida pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). O primeiro certame foi lançado em 2014, mas o contrato foi rescindido dois anos depois por problemas financeiros. A segunda licitação ocorreu em 2017, com prazo de finalização para janeiro de 2018. Mais uma vez, não houve sucesso, e o contrato foi rescindido, com aplicação de multa. A companhia que saiu como segunda colocada na licitação negou a convocação, e foi preciso um terceiro concurso em 2019. O chefe da secretaria da escola, Henrique Albuquerque, que acompanhou cada etapa da empreitada, alega que, devido à lentidão, a obra prejudicou o aprendizado dos estudantes. A circulação de máquinas e de operários no espaço reduziu as atividades escolares, e o período integral ficou suspenso. “Algumas empresas assumiram, mas não continuaram. Foi bem difícil trabalhar nesse período com obras”, relata. A área construída da escola é de 1,3 mil metros quadrados, divididos em seis blocos Até que, em abril de 2020, finalmente, a população viveu um recomeço. Sob a gestão deste GDF, os trabalhos ganharam fôlego e foram finalizados em menos de um ano. “Ganhamos muito espaço e também conseguimos ampliar muito o número de matrículas. Temos um retorno positivo por parte dos pais. A escola é muito procurada, tem muita demanda por novas vagas”, comenta Albuquerque. A área construída é de 1,3 mil metros quadrados, divididos em seis blocos. A infraestrutura inclui quadra coberta, parquinho, pátio, estacionamento, biblioteca, sala de artes, sala de informática, sala de recursos e espaços convencionais, como cozinha, refeitório, banheiros e sala de professores. Os recursos foram provenientes do orçamento da Secretaria de Educação (SEEDF) e de emendas parlamentares da deputada distrital Jaqueline Silva e da deputada federal Érika Kokay. Mais conforto, mais aprendizado Regis Cardoso tem dois filhos na EC 01 Porto Rico: "O colégio estava abandonado, com obras paradas, mas este GDF veio e cuidou com carinho" A EC 01 Porto Rico foi fundada em 2009 em caráter provisório e já recebeu milhares de estudantes, que aprenderam a ler, a escrever e, principalmente, a sonhar com apoio do equipamento. Entre os discentes, estão os filhos do cobrador e líder comunitário Regis Cardoso, 49 anos. “Meu filho David Gabriel fez o ensino fundamental aqui, vai concluir o ensino médio e, se Deus quiser, vai para a faculdade. Atualmente eu tenho a Maria Clara, de 8 anos, que chegou com dificuldade em aprender a ler e escrever e hoje já está bem melhor”, conta Regis. “O colégio estava abandonado, com obras paradas, mas este GDF veio e cuidou com carinho. É fantástico saber que as crianças podem jogar uma bola, dançar uma quadrilha, em uma quadra coberta, sem se preocupar com a chuva.” Valentina Alves da Fonseca e Isabel Cristina Cardoso elegeram a quadra poliesportiva e a sala de leitura como os espaços preferidos delas na escola [LEIA_TAMBEM]A quadra poliesportiva e a sala de leitura, instalada em um dos blocos entregues em 2019, são os ambientes preferidos das estudantes Valentina Alves da Fonseca, 11, e Isabel Cristina Cardoso, 11. “Na quadra, a gente brinca, se diverte, e na sala de leitura podemos assistir a filmes, ler, fazer várias coisas”, afirma Valentina. Isabel completa: “A gente tem tempo para respirar depois das aulas, que são bem puxadas. Lá na quadra, é um momento que temos para brincar e socializar”. Outras intervenções também foram executadas nos últimos anos para manter a ordem e as boas condições da escola com recursos do Programa de Descentralização Administrativa e Financeira (Pdaf). A verba destinada é originária da SEEDF e de emendas parlamentares para uso autônomo da instituição. Desde 2022, mais de R$ 92,5 mil foram recebidos e executados pela Escola Classe Porto Rico em diferentes ações, como pintura das salas de aula e regularização das paredes, instalação de arames cortantes na parte superior dos muro e manutenção da serralheira das janelas, além da pintura dos corredores, demais dependências internas, do muro e do pátio.
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Articulações institucionais marcam gestão das unidades de conservação do DF em 2025
O ano de 2025 foi marcado por muitas articulações institucionais na Superintendência de Unidades de Conservação, Biodiversidade e Água (Sucon) do Instituto Brasília Ambiental. Elas resultaram em parcerias, acordos de cooperação técnica, visitas técnicas, cursos, estudos, eventos, entre outras iniciativas. Entre os frutos das articulações institucionais estão o estudo técnico com diretrizes para a revisão do Plano de Manejo do Parque Distrital Boca da Mata, os subsídios para atualização do Zoneamento Ambiental do Parque Distrital do Gama, visita técnica de servidoras da Sucon a nove áreas de conservação na República da Costa Rica, participações de servidores em disciplinas oferecidas pelo CDS/UnB e de membros do Projeto Instrutores nas oficinas da 2ª Conferência Distrital de Unidades de Conservação. Essas entregas resultam do Acordo de Cooperação Técnica (ACT) Ibram/UnB. Resultaram das articulações também as atividades correlatas à celebração do ACT com o Ibama, Zoológico e Secretaria de Meio Ambiente (Sema-DF) para o fluxo de animais silvestres resgatados. E ainda os ACTs com o Batalhão da Polícia Militar Ambiental (BPMA), cujo foco é a troca de informações, cursos e treinamentos na área de manejo e reabilitação de fauna silvestre; com a Organização da Sociedade Civil Jaguaracambé, visando a intercâmbio científico; e com a Universidade Católica de Brasília (UCB) para o Monitoramento de capivaras no DF; e a realização da 2ª Conferência Distrital de UCs. No ano que se encerra a Sucon trouxe para a autarquia o prêmio Solo Seguro, do Conselho Nacional de Justiça, e a menção honrosa do prêmio Ipê de Inovação em Transparência, da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Prêmios No ano que se encerrou, a Sucon trouxe para a autarquia o prêmio Solo Seguro, do Conselho Nacional de Justiça (CNJ), e a menção honrosa do prêmio Ipê de Inovação em Transparência, da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF). O prêmio resultou do projeto "Conservação com segurança jurídica: a experiência da Área de Proteção Ambiental São Bartolomeu — APA São Bartolomeu na integração entre licenciamento, regularização fundiária e áreas protegidas”. A menção foi resultado da iniciativa Transparência Ativa na Gestão de Fauna do Distrito Federal. O titular da Sucon, Marcos Cunha, lembra que 2025 foi um ano de muitas entregas. Cita como exemplos a Lei da Brigada, o contrato de manutenção das UCs e a Instrução Normativa que criou o Fundo de Compensação Ambiental. “Essas ações são estruturantes, vão mudar o modo como faremos a gestão de unidades a partir deste ano. Vamos focar um trabalho muito mais preventivo do que reativo em todos os setores da nossa gestão, o que fornece melhor qualidade de vida para nossos usuários”, garante. A governadora em exercício, Celina Leão, ressalta o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a gestão das UCs: “A boa gestão das unidades de conservação é nossa política de governo. A entendemos como crucial por razões que abrangem desde a sustentabilidade ambiental e a proteção da biodiversidade até o desenvolvimento socioeconômico e a qualidade de vida da população”. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, enfatiza que as grandes entregas, feitas pela Sucon no ano, resultam do compromisso e o empenho dos servidores do órgão ambiental: “É uma equipe muito comprometida com a causa ambiental. Aprendo todo dia com eles. Muitos fazem do seu trabalho, que é proteger o nosso Cerrado, uma missão. Cuidam das nossas Unidades de Conservação como se fossem suas casas, de tanto que se empenham no zelo e na proteção”. Outras Realizações Em 2025, a Sucon também adquiriu 300 kits de equipamentos de proteção individual (EPIs) e materiais para resgate de fauna. Realizou monitoramento de visitação nos parques ecológicos, fez monitoramento da qualidade da água em vários pontos do DF, emitiu vários atos autorizativos para ações e eventos nas UCs e promoveu todas as reuniões ordinárias mensais planejadas para o ano da Comissão de Permanente de Planejamento. *Com informações do Brasília Ambiental
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