Janeiro Branco orienta servidores do GDF sobre saúde mental
Com foco na promoção da saúde mental e do bem-estar, a Secretaria de Economia (Seec-DF), por meio da Secretaria Executiva de Valorização e Qualidade de Vida (Sequali), realiza, até o dia 31 deste mês, uma ação especial em alusão à campanha Janeiro Branco, voltada a servidores, empregados públicos e colaboradores. Ao longo de todo o mês, serão divulgados vídeos explicativos e conteúdos informativos nas redes sociais da Seec-DF, com orientações e reflexões sobre a importância do cuidado com a saúde mental, a prevenção do adoecimento emocional e a construção de uma rotina mais equilibrada. Além das ações digitais, a programação conta com atividades presenciais promovidas pela Academia Buriti, que oferecerá aulões de respiração funcional, cardio, yoga, dança circular e dança charme. As atividades buscam integrar saúde física e mental, reforçando a importância do autocuidado como parte da qualidade de vida no trabalho. As inscrições podem ser feitas por meio do WhatsApp da Academia Buriti. Os aulões ocorrerão de forma presencial, e os interessados deverão se inscrever previamente, conforme orientações que serão divulgadas nos canais oficiais da Secretaria de Economia | Foto: Divulgação/Seec-DF Os aulões ocorrerão de forma presencial, e os interessados deverão se inscrever previamente, conforme orientações que serão divulgadas nos canais oficiais da Secretaria de Economia. “Cuidar da saúde mental é essencial para o bem-estar individual, para a construção de relações de trabalho mais saudáveis e para a melhoria do ambiente institucional. Com essa iniciativa, o GDF reafirma seu compromisso com a valorização das pessoas”, destaca o secretário-executivo de Valorização e Qualidade de Vida, Epitácio Júnior. Confira abaixo a programação. Aulão de respiração funcional - Aprenda a técnica para relaxar a mente - Quinta-feira (8), às 17h - Professor Aldo Júnior - Inscrições pelo WhatsApp da Academia Buriti Aulão de dança circular - Conecte corpo e mente por meio de movimentos rítmicos em roda - Sexta-feira (9), às 13h10 - Professora Sevília Ximenes Aulão de cardio - Revitalize corpo e mente - Dia 16, às 12h10 - Professora Sueli Moraes Aulão Paz e equilíbrio - equipamento Bosu - Aulão com equipamento para desenvolver equilíbrio - Dia 22, às 12h10 - Professor Renato Pinheiro Aulão de yoga - Esvazie sua mente - Dia 23, às 13h10 - Professor Mestre Dada Aulão de dança charme - Movimente sua mente pela coordenação motora - Dia 30, às 12h10 - Professora Sueli Moraes *Com informações da Seec-DF
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Cepi Rosa do Campo acolhe famílias de Santa Maria e leva desenvolvimento infantil para mais de 200 crianças
Inaugurado há pouco mais de um ano e meio por este Governo do Distrito Federal (GDF), o Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Rosa do Campo, em Santa Maria, já se consolidou como ponto de acolhimento, segurança e desenvolvimento infantil para a comunidade. Esse é um dos 27 inaugurados pelo governador Ibaneis Rocha desde 2019. Por lá, o investimento foi superior a R$ 4,2 milhões e hoje atende a mais de 200 crianças de até 3 anos em período integral. É nesse cenário de estrutura qualificada e atendimento humanizado que muitas famílias encontraram a chance de reorganizar a rotina, trabalhar com tranquilidade e garantir segurança aos filhos. Esse é o caso da autônoma Antonia Leite, 36 anos, e do agente de portaria José Carlos Silva de Lacerda, 44. Pais de Ângelo Miguel, de 3 anos, e da pequena Maria Clarice, de 2, eles contam que a creche chegou como fonte de apoio em um momento delicado. Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Rosa do Campo, em Santa Maria, já se consolidou como ponto de acolhimento, segurança e desenvolvimento infantil para a comunidade | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Perdi meu filho mais novo há oito meses e a escola foi o nosso apoio, a nossa fortaleza. Depois disso, eu comecei a ficar mais preocupada de alguma coisa acontecer com Ângelo ou com Maria Clarice. Eu sempre ligava aqui para escola questionando e eles me mandavam foto, me acalmavam. Foram muito atenciosos com a fase que estávamos passando”, conta Antonia. A integração entre escola, família e alunos também foi o que mais chamou a atenção da autônoma Kerollen Araújo, 34. Mãe de Benjamin, de 1 ano e 6 meses, ela ressalta a importância do convívio social para garantir o desenvolvimento do filho e reorganizar as demandas do trabalho. “Ele está muito mais inteligente. Chega em casa contando, pedindo água, demonstrando coisas que aprendeu aqui”, relata. Segundo Kerollen, se não fosse o apoio do GDF, o custo seria alto para pagar uma instituição particular: “Eu tenho dois filhos e eu gastava R$ 800 por mês para alguém ficar com eles. Hoje, é um dinheiro que eu posso usar para comprar coisas para eles, brinquedos, livros ou para pagar as contas de casa. Ajuda muito mesmo.” “Ele está muito mais inteligente. Chega em casa contando, pedindo água, demonstrando coisas que aprendeu aqui", relata Kerollen Araújo, mãe do pequeno Benjamim Para além do ensino e do cuidado dentro de sala de aula, os centros de educação da primeira infância (Cepis) cuidam também do vínculo da equipe pedagógica com a comunidade. “Eu enxergo esse lugar como uma família. Tenho uma troca muito boa com professoras, monitoras e a diretoria. Tudo o que acontece aqui dentro eu sou informada. E o Benjamin demonstra tudo isso quando chega em casa ou quando venho deixá-lo. Dá para ver que ele fica feliz de estar aqui”, acrescenta Kerollen. A creche dispõe de 1.311,97 m², seguindo o padrão do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Ao todo, são dez salas de atividades, sala multiúso, lactário, solários, fraldários, espaço de amamentação, refeitório, playground, pátio para brinquedos, sanitários acessíveis, além de cozinha, lavanderia e áreas administrativas. O funcionamento integral, das 7h30 às 17h30, garante até dez horas de atendimento diário, com cinco refeições, banho, hora do sono e atividades pedagógicas. A estrutura robusta e moderna dos novos prédios reflete diretamente no avanço no comportamento e desenvolvimento das crianças, conforme relatam os pais. “O Ângelo não sabia brincar com outros colegas. Hoje é super comunicativo, já faz até apresentação em grupo”, conta Antonia Leite, mãe do pequeno. Acolhimento não só para crianças “As nossas crianças aprendem brincando, com musicalização e rodinhas. A gente percebe cada vez mais o avanço delas por meio do lúdico”, conta Maria de Fátima Nunes, diretora do Cepi De acordo com a diretora do Cepi, Maria de Fátima Nunes, o trabalho vai além do cuidado cotidiano. “A gente preza por esse momento com os filhos e com a família, porque eles também são nossos pilares. Não tem como trabalhar com a criança sem acolher o pai, a mãe, os irmãos. Mantemos a família sempre muito perto”, explica. Segundo ela, o desenvolvimento infantil é estimulado principalmente por atividades lúdicas. “As nossas crianças aprendem brincando, com musicalização e rodinhas. A gente percebe cada vez mais o avanço delas por meio do lúdico”, diz. Atualmente, os berçários contam com uma professora e duas monitoras; as turmas de maternal, com uma professora e uma monitora. “Procuramos acolher as crianças da melhor forma possível para que os pais possam trabalhar tranquilos”, complementa.
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Ouvidoria da Secretaria de Saúde recebeu 77 mil manifestações em 2025
A população da capital federal teve voz ativa nas ações da Secretaria de Saúde (SES-DF). Entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025, a pasta recebeu por volta de 77 mil manifestações em seu sistema de ouvidoria. Com relação ao trabalho de servidores, os profissionais de saúde foram os que mais receberam elogios dentre as atuações que compõem o Governo do Distrito Federal (GDF). A moradora de Santa Maria, Daerdane dos Santos, 33 anos, precisava cadastrar um dos três filhos em sua Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência, para que conseguisse uma consulta médica pela rede da SES-DF. Após não ter sucesso em agendar o serviço, recorreu ao Participa DF para registrar uma reclamação e conseguir resolver o problema. A Ouvidoria é o canal oficial de relacionamento do cidadão com o GDF, registrando quaisquer manifestações relacionadas aos serviços prestados pela Administração. Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde DF Em cinco dias, Daerdane recebeu a visita de Agentes Comunitários de Saúde (ACS), que cadastraram toda a família na UBS e já marcaram a consulta do filho caçula. “O sistema foi muito eficiente, muito prestativo, acolhedor. O interessante é você poder acompanhar toda a situação por meio do Participa DF. A comunicação, a resposta da ouvidoria pelo e-mail, me dando um feedback, foi essencial”, relembra. Direito previsto na Constituição O chefe da Ouvidoria da SES-DF, Thyerys Araruna, ressalta que o direito do cidadão à saúde é reforçado pelos princípios de participação da sociedade nas decisões da administração pública. “O texto constitucional incluiu a eficiência como princípio obrigatório da administração e abriu caminho para que a população pudesse participar ativamente da fiscalização e do aperfeiçoamento dos serviços oferecidos pelo Estado”, reforça o gestor. O fortalecimento dos sistemas de ouvidoria no país coincide, segundo Araruna, com a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). “Na prática, as ouvidorias funcionam como canais democráticos que recebem, analisam e encaminham manifestações da população. As informações coletadas são sistematizadas e utilizadas para aprimorar políticas e gestão. Elas operam em rede integrada nas diferentes esferas do SUS, promovendo a corresponsabilização entre gestores e cidadãos”, explica. Transparência ativa [LEIA_TAMBEM]Além do sistema de ouvidoria, a SES-DF disponibiliza informações de interesse do cidadão sem que haja necessidade de requerimento prévio — a chamada “transparência ativa”. Um exemplo é o sistema de monitoramento das portas do Serviço Hospitalar de Emergência, criado pela pasta neste ano. A iniciativa, inédita no Brasil, rendeu à SES-DF o Prêmio Ipê de Inovação em Transparência 2025 e o Prêmio do Índice de Transparência (ITA) do GDF. O sistema de monitoramento acompanha, em tempo real, as portas de emergências dos hospitais da pasta. A ferramenta transforma dados internos em informação transparente e atualizada automaticamente, disponibilizada em um mapa interativo, mostrando painéis por unidades hospitalares e atenção especializada, além de consulta individual da posição na fila. Pelo painel, o usuário identifica, por exemplo, quantos pacientes aguardam em cada porta de emergência; o tempo médio de espera por classificação de risco; o volume de atendimento; a situação por território, hospital e especialidade; e espera de atendimento. *Com informações da SES-DF
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Operação Sossego aborda 220 condutores em Samambaia
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou, entre 21h e 23h desta quarta-feira (7), mais uma edição da Operação Sossego, desta vez na região de Samambaia. A ação teve como foco a fiscalização de motocicletas e a redução de infrações que colocam em risco a segurança viária. Em duas horas, foram realizadas 220 abordagens. Durante a operação, os agentes identificaram um número expressivo de irregularidades, com destaque para motocicletas utilizadas em serviços de entrega por aplicativo. Muitos desses veículos apresentavam problemas como escapamentos irregulares, ausência de equipamentos obrigatórios e más condições de conservação, fatores que aumentam o risco de sinistros de trânsito. A Operação Sossego leva segurança ao motociclista e a outros motoristas | Foto: Divulgação/Detran-DF Ao todo, 30 motocicletas foram flagradas com escapamentos irregulares, prática que, além de causar poluição sonora, compromete a segurança e o bem-estar da população. A fiscalização também resultou na autuação de 17 condutores inabilitados e de sete motoristas com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida há mais de 30 dias. Outro ponto de atenção foi o uso inadequado do capacete. Doze motociclistas foram autuados por utilizarem o equipamento em desacordo com a legislação de trânsito. O uso incorreto do capacete é um fator relevante para a ocorrência de sinistros graves. Utilizá-lo corretamente é fundamental para a preservação da vida do motociclista. A operação identificou ainda seis veículos com o sistema de iluminação alterado, oito motocicletas sem retrovisores, quatro veículos em mau estado de conservação e três casos de equipamento de segurança ineficiente. Foram registradas outras 20 infrações por motivos diversos. Destaque [LEIA_TAMBEM]Um dos destaques da ação foi a abordagem de um motociclista inabilitado que conduzia o veículo com o proprietário da moto na garupa. Embora habilitado, o proprietário foi autuado por entregar o veículo a pessoa não habilitada. Ambas as infrações são consideradas gravíssimas e acarretam a suspensão do direito de dirigir. Segundo o diretor de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do Detran-DF, Danilo Lino, a Operação Sossego é uma das ações mais efetivas do órgão. “O motociclista é um dos atores mais vulneráveis do trânsito e representa uma parcela significativa das vítimas de sinistros. Por isso, é fundamental desenvolver ações e operações voltadas à segurança desse público e, consequentemente, de todos os usuários das vias do DF. Nosso objetivo é salvar vidas”, destacou. *Com informações do Detran-DF
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Saúde amplia metodologia que foca na agilidade no atendimento a usuários do SUS
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) começou este ano com um reforço importante na forma de organizar o trabalho dentro das unidades. A metodologia Lean, que ajuda a enxugar burocracias, reduzir atrasos e tornar os serviços mais ágeis, vai ser aplicada também nos setores de Recursos Humanos do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e das unidades de pronto atendimento (UPAs). A expectativa é que os reflexos cheguem até o usuário do SUS, ainda neste ano, com equipes mais bem-estruturadas, processos mais rápidos e maior apoio aos profissionais que atendem a população. Com a implantação do projeto, profissionais de saúde terão como dedicar mais atenção a demandas sensíveis | Foto: Alberto Ruy/IgesDF A ampliação do Lean para o RH representa um avanço na consolidação da metodologia dentro do IgesDF. Na prática, permitirá a redução de processos excessivos, maior automatização de rotinas administrativas e uma gestão mais inteligente do tempo e dos fluxos de trabalho. Com isso, os profissionais da área poderão dedicar mais atenção a demandas que exigem sensibilidade, análise humana e tomada de decisão qualificada, fortalecendo o cuidado também nos bastidores da assistência. “Quando falamos em eficiência, falamos em cuidar melhor das pessoas, otimizar recursos públicos e garantir que o paciente esteja no centro das decisões. O Lean tem mostrado que é possível transformar processos e, ao mesmo tempo, humanizar o atendimento” Cleber Monteiro, diretor-presidente do IgesDF Esse movimento é resultado direto dos ganhos obtidos ao longo de 2025, ano em que o projeto Lean se consolidou como uma ferramenta estratégica de transformação no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) e no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A metodologia impactou positivamente tanto a assistência direta ao paciente quanto os processos de gestão e apoio, demonstrando que eficiência e humanização caminham juntas. Resultados comprovados O diretor-presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, vê no projeto Lean um pilar fundamental para o futuro da instituição: “Quando falamos em eficiência, falamos em cuidar melhor das pessoas, otimizar recursos públicos e garantir que o paciente esteja no centro das decisões. O Lean tem mostrado que é possível transformar processos e, ao mesmo tempo, humanizar o atendimento”. Durante 2025, as ações implementadas tiveram como foco o aumento da produção assistencial, a redução da superlotação, a diminuição de cancelamentos, a padronização de processos e a otimização do tempo de atendimento. Os resultados refletiram ganhos concretos de eficiência operacional, qualidade do cuidado e melhoria do ambiente de trabalho para os profissionais de saúde. No Centro Cirúrgico do Hospital de Base, onde a metodologia foi iniciada em agosto de 2023, os avanços foram históricos. O ano de 2025 registrou recordes de cirurgias em maio, julho e setembro, com até 1.333 procedimentos em um único mês, representando um aumento de 40% em relação ao período anterior à implantação da metodologia. Também houve crescimento de 20% no início das primeiras cirurgias (realizadas até as 7h30) e redução de 28% nos cancelamentos, ampliando o acesso da população aos procedimentos eletivos. Resultados semelhantes foram observados no Centro Cirúrgico Geral e Obstétrico do Hospital de Santa Maria, onde o Lean teve início em maio de 2024. Em 2025, a unidade alcançou crescimento de 10% no total de cirurgias, aumento de 13% nas cirurgias ortopédicas e redução de 13% nos cancelamentos, além de novos recordes mensais de produção, mesmo diante de desafios estruturais enfrentados pela unidade. [LEIA_TAMBEM] No Centro Obstétrico do HRSM, tanto no pronto-socorro quanto na internação, o impacto do Lean foi ainda mais perceptível na experiência das gestantes. Houve aumento de 30% no número de pacientes atendidos, com redução significativa do número médio de internações. A implantação da rastreabilidade de medicamentos, a realização de reuniões multidisciplinares e a criação de fluxos exclusivos reduziram em até 80% o tempo de espera das gestantes que procuram o serviço para administração de medicação, qualificando a experiência do cuidado. “Foi um ano muito relevante e de enorme sucesso do Lean”, avalia o superintendente da Qualidade e Melhoria de Processos do IgesDF, Clayton Souza. “Os resultados são inquestionáveis, mas o grande ganho foi avançar na sustentação da melhoria contínua como cultura do IgesDF. A metodologia Lean é também um modelo mental, um jeito de fazer e enxergar as coisas.” Cultura em construção Além da assistência, o Lean avançou em áreas estratégicas de gestão e suporte. Um dos destaques foi o projeto Lean no RH, iniciado em agosto de 2025, com foco na reposição de vagas sem aumento de custos. Em projeto-piloto no HRSM, houve redução de 80% na quantidade de processos tramitados, e a expectativa é diminuir em 35% o tempo de reposição de vagas. Outro projeto em fase inicial é o de diálise peritoneal no HBDF, que busca ampliar, a partir de 2026, a oferta do procedimento e reduzir custos. A coordenadora de Melhoria Contínua do IgesDF, Isabel Lima, pontua que 2025 foi um ano marcante para a área: “Os resultados demonstram que os esforços para tornar o atendimento mais eficiente e humanizado já começam a ser reconhecidos pelos pacientes e seus acompanhantes”. *Com informações do IgesDF
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Planetário de Brasília recebe oficinas de ciência e exposição interativa gratuitas
O Planetário de Brasília se transforma, a partir deste mês, em um grande laboratório de experimentação e descoberta. Uma parceria da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) com o Instituto Futuro Certo traz a Brasília o Planetário Jovem. A iniciativa contempla oficinas temáticas, apresentações, observação astronômica e uma ampla exposição voltada a crianças, adolescentes e jovens, promovendo o conhecimento científico, tecnológico e a inovação, além de estimular a curiosidade e o interesse pelas áreas de ciência e tecnologia. Instalada no espaço externo do Planetário, a exposição contará com totens sustentáveis e permanecerá aberta ao público por 155 dias, promovendo o contato direto com conceitos científicos de forma acessível e lúdica, transformando o espaço em um ambiente de aprendizagem contínua. As oficinas atenderão a mais de mil crianças e adolescentes até março deste ano | Fotos: Divulgação/Secti-DF Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, o projeto é um pilar estratégico para o desenvolvimento humano e tecnológico do DF. “Nossa missão é democratizar o acesso ao conhecimento e despertar vocações científicas desde cedo. Ao oferecermos uma programação gratuita e de alta qualidade no Planetário, estamos utilizando o lúdico para desmistificar a tecnologia. Queremos que as crianças e jovens do Distrito Federal percebam que a ciência é fascinante, acessível e uma ferramenta essencial para construir o futuro e solucionar desafios reais da nossa sociedade”, destaca Vitorino. Além da exposição, o projeto promoverá oficinas educativas dentro do Planetário, entre janeiro e março de 2026, com capacidade total para 1.080 participantes. Para garantir o atendimento de qualidade e a interação de todos os jovens, serão oferecidas duas turmas por oficina, com 45 vagas disponíveis em cada uma delas. As atividades são organizadas por faixa etária, atendendo crianças e adolescentes de 6 a 14 anos, e adotam metodologias baseadas na experimentação, no trabalho em grupo e no aprendizado ativo. As atividades realizadas no Planetário de Brasília aproximam as crianças da ciência a partir de links com a realidade e com a rotina delas “As oficinas foram pensadas para aproximar a ciência da realidade das crianças, mostrando que aprender pode ser algo divertido, prático e transformador. Usamos materiais simples, muitas vezes reutilizáveis, para mostrar que o conhecimento está ao alcance de todos”, afirma Marcelo de Souza Câmara Cortes, do Instituto Futuro Certo. Programação das oficinas ⇒ Pequenos Inventores (13/1) Estimula criatividade e lógica com invenções simples (catapultas, pontes) Faixa etária: 6 a 8 anos Conteúdo: Força, equilíbrio, movimento Materiais: Palitos, elásticos, papelão Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças) ⇒ Micromundo (14/1) Introduz observação científica e biologia básica Faixa etária: 6 a 8 anos Atividade: Coleta e análise de amostras com lupas e microscópios Materiais: Lupas, lâminas, lápis Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças) ⇒ A Magia da Eletricidade (15/1) Ensina energia e circuitos simples Faixa etária: 8 a 10 anos Atividade: Experimentos com balões e LEDs Materiais: Pilhas, fios, fita isolante Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Laboratório Vivo (20/1) Explora ecossistemas e fotossíntese Faixa etária: 10 a 12 anos Atividade: Montagem e observação de terrários Materiais: Garrafões, terra, sementes Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ A Química das Cores (21/1) Mostra reações químicas e variação de pH Faixa etária: 10 a 12 anos Atividade: Extração de pigmentos naturais Materiais: Repolho roxo, vinagre, bicarbonato Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Missão Espaço (22/1) Introduz astronomia e física básica Faixa etária: 10 a 12 anos Atividade: Construção e lançamento de foguetes PET Materiais: Garrafas, rolhas, bomba de ar Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ DNA e o Corpo Humano (23/1) Explica hereditariedade e estrutura do DNA Faixa etária: 12 a 14 anos Atividade: Extração de DNA de frutas Materiais: Morango, álcool, detergente Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Energia sustentável (27/1) Aborda energias limpas e renováveis Faixa etária: 12 a 14 anos Atividade: Miniturbinas e painéis solares Materiais: Painéis, motores, fios Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Pequenos Meteorologistas (10/3) Observa clima e fenômenos naturais Faixa etária: 8 a 10 anos Atividade: Construção de pluviômetro e anemômetro Materiais: Garrafas PET, régua, papel Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Laboratório das Ideias (11/3) Desenvolve soluções científicas em grupo Faixa etária: 6 a 14 anos Atividade: Projetos sobre água, energia e resíduos Materiais: Recicláveis e eletrônicos simples Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) [LEIA_TAMBEM] ⇒ Robótica Sustentável (12/3) Desenvolve raciocínio lógico, criatividade e consciência ambiental Faixa etária: 10 a 14 anos Atividade: Construção de robôs simples com princípios básicos de robótica e circuitos elétricos. Materiais: Sucata eletrônica, motores pequenos, pilhas, fios, fitas adesivas e ferramentas simples Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Cientistas do Clima (13/3/) Estimula o pensamento científico e a compreensão das mudanças climáticas Faixa etária: 8 a 12 anos Atividade: Experimentos demonstrativos sobre efeito estufa, evaporação e condensação Materiais: Garrafas PET, termômetros, lâmpadas, água, marcadores e cartolina Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ As oficinas ocorrerão em dois turnos, das 8h às 12h e das 14h às 18h, sendo acompanhadas por monitores capacitados e treinados, inclusive para participação de crianças com deficiência, em conformidade com a Portaria nº78, de 11 de julho de 2025. As inscrições deverão ser realizadas pelos responsáveis legais, por meio do site. *Com informações da Secti-DF
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