Detran-DF realiza Operação Sossego em Samambaia
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Ateliê do MAB oferece programação de férias com minicursos de bordado e pintura
Já pensou em começar o ano aprendendo uma nova habilidade manual? Se sim, o Ateliê do Museu de Arte de Brasília (MAB) pode ajudar. O museu preparou uma programação especial para janeiro, com oficinas de pintura e bordado até o dia 18. Basta comparecer ao local no dia e horário indicado e aproveitar a experiência. São abertas 20 vagas por sessão, respeitando a faixa etária de cada uma e participação por ordem de chegada. As oficinas gratuitas compõem o Ateliê do MAB, projeto viabilizado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). A iniciativa começou em novembro para oferecer ao público a oportunidade de vivenciar processos artísticos no ambiente do museu, com atividades diversas, incluindo um encontro mediado pelo grafiteiro surdo Odrus sobre artes visuais para pessoas com deficiência. O museu preparou uma programação especial para janeiro, com oficinas de pintura e bordado até o dia 18 | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “O Ateliê do MAB traduz aquilo em que acreditamos para a política cultural do Distrito Federal: museus vivos, abertos à cidade e às pessoas”, salienta o titular da pasta, Claudio Abrantes. “Ao ampliar a programação, o MAB se afirma como um espaço de convivência, aprendizado e criação coletiva, onde crianças, jovens e adultos podem experimentar a arte com as próprias mãos. Com o apoio do FAC, estamos garantindo acesso, formação e oportunidades, fortalecendo vínculos e mostrando que a cultura é também um lugar de acolhimento, troca de saberes e construção de cidadania.” Localizado no Setor de Hotéis e Turismo Norte, o MAB foi reaberto por este GDF em 21 de abril de 2021, no aniversário de 61 anos da capital federal. O espaço foi inaugurado como galeria em 7 de março de 1985, sendo fechado em 2007 para reformas, totalizando 14 anos sem funcionamento. De volta ao público, o museu conta com um acervo robusto, com milhares de peças clássicas, modernas e contemporâneas. Segundo a coordenadora do Ateliê do Museu de Arte de Brasília (MAB), Isabela Formiga, a ampliação da programação cultural é uma estratégia para atender a uma demanda antiga do público e fortalecer as ações educativas da instituição. “Quanto mais oficinas e atividades a gente oferece para dialogar com o acervo e proporcionar experiências, mais o lugar ganha força e visitação. É um trabalho de construção de público”, ressalta. “Esse projeto veio para valorizar o que já existia e promover mais práticas artísticas para a comunidade local”. A psicóloga Nathalia Ferreira foi ao Ateliê do MAB acompanhada pela filha Mão na massa Os minicursos foram organizados em módulos sequenciais, permitindo tanto um percurso contínuo de aprendizagem quanto a entrada de novos participantes a qualquer momento. Da última segunda-feira (5) até este domingo (11), o foco será o bordado, enquanto do dia 12 ao 18 os encontros vão abordar a pintura. O período da manhã, a partir das 10h, é dedicado às crianças a partir de 6 anos. À tarde, são atendidos jovens e adultos, às 14h de segunda a sexta e às 16h nos finais de semana. No curso de bordado, os participantes aprendem sobre os tipos de ponto — invisível, atrás, pirulito e corrente — e técnicas para fixar botões e outros materiais. Na oficina de pintura, são incluídos temas como círculo cromático, texturas, luz, sombra e trabalho com camadas, composição e equilíbrio, e figurativo e abstrato. Os mesmos assuntos são abordados com as crianças de modo lúdico, combinando brincadeira, exploração sensorial e criação. A psicóloga Nathalia Ferreira Borba, 40 anos, soube do Ateliê do MAB pelas redes sociais e decidiu levar a filha, a estudante Alice Borba, 10, para aprender a bordar. “É muito interessante ter opções de entretenimento como essas, que servem também para aprender outras formas de expressão, ainda mais no museu, que é um espaço muito propício para conhecer coisas novas”, afirma a mãe. “É um projeto em que recebemos desde crianças a idosos. Tivemos um caso em que o neto trouxe a avó e os dois aprenderam juntos, ou seja, a atividade proporcionou a interação familiar além da descontração e troca de conhecimentos”, destaca o oficineiro Wander Mendes Sem nenhum conhecimento prévio sobre bordado, Alice mostrou curiosidade e animação em participar do minicurso. “Sempre quando eu aprendo uma coisa nova, me sinto muito bem. Não fico só largada no sofá, assistindo televisão, me sinto mais produtiva”, conta. “Ano passado nós viemos para a oficina de biscuit e foi muito legal, deu vontade até de trabalhar com isso”. O oficineiro Wander Mendes ressalta que a programação foi pensada para ser democrática, permitindo a participação de diferentes faixas etárias e níveis de técnica. “É um projeto que recebemos desde crianças a idosos. Tivemos um caso em que o neto trouxe a avó e os dois aprenderam juntos, ou seja, a atividade proporcionou a interação familiar além da descontração e troca de conhecimentos”, afirma. Serviço – Ateliê do MAB Oficinas de pintura e bordado Endereço: Museu de Arte de Brasília, no Setor de Hotéis e Turismo Norte (a linha de ônibus nº 104, saindo da Rodoviária, passa no museu) Horários: 10h para crianças a partir de 6 anos; 14h (finais de semana) e 16h (dia útil) para jovens e adultos Não é necessária a inscrição (20 vagas por sessão) Funcionamento: Todos os dias, exceto terça-feira, de 10h às 19h Acesso: gratuito.
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Quarta edição do programa Mulher, Não se Cale! atendeu a mais de 646 mil pessoas no DF
A campanha Mulher, Não se Cale! orienta, acolhe e amplia o debate sobre a violência contra a mulher ao alcançar o público em seu dia a dia nas estações do metrô do Distrito Federal, um dos principais espaços de circulação de mulheres no transporte público. Na 4ª edição, encerrada após quatro meses de ações, o projeto se consolidou como uma das maiores campanhas de prevenção e enfrentamento à violência de gênero no DF, impactando mais de 646 mil pessoas por meio de atendimentos diretos, abordagens, distribuição de materiais informativos e veiculação educativa. O impacto humano da campanha pode ser visto em histórias como a de Kathelyn, mulher em situação de vulnerabilidade social que frequentava diariamente o Estande da Beleza, onde recebia maquiagem, massagem e acolhimento. Ao final das atividades, ela deixou uma carta emocionada para a equipe: “Família, vocês trazem muitas coisas boas para mim, amo vocês. Eu morava numa profunda escuridão, onde não encontrava saída. Obrigada por tornar minha vida melhor.” O relato simboliza a força transformadora do projeto, que vai além da entrega de serviços e promove autoestima, apoio emocional e esperança. Mulher em situação de vulnerabilidade deixou bilhete de agradecimento à equipe do Estande da Beleza | Foto: Divulgação/SMDF Realizado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher, em parceria com o Instituto Inside e com apoio do Metrô-DF, o projeto atuou em três frentes principais: Estande da Beleza, Estande Itinerante e veiculação educativa. Juntas, essas ações garantiram presença constante em diversas estações e permitiram que a campanha dialogasse diretamente com a população ao longo de todo o período. Segundo a governadora em exercício Celina Leão, “a 4ª edição do projeto Mulher, Não se Cale! reafirma nosso compromisso com a proteção das mulheres e a conscientização da sociedade sobre todas as formas de violência de gênero. Ao levar informação, orientação e serviços diretamente às estações do metrô, conseguimos ampliar o debate público e fortalecer o apoio às mulheres em situação de vulnerabilidade. Cada ação, cada atendimento e cada campanha educativa reforçam que reconhecer e prevenir a violência é responsabilidade de todos”. "Ao levar informação, orientação e serviços diretamente às estações do metrô, conseguimos ampliar o debate público e fortalecer o apoio às mulheres em situação de vulnerabilidade" Celina Leão, governadora em exercício No Estande da Beleza, instalado nas estações Galeria, Praça do Relógio e Ceilândia Centro, foram realizados 2.520 atendimentos diretos, incluindo maquiagem, massagem e acolhimento especializado, com orientações sobre canais de denúncia e serviços de apoio. As promotoras que atuaram no local realizaram ainda cerca de 50 mil abordagens, ampliando o repasse de informações e o alcance das ações educativas. O Estande Itinerante percorreu dez estações entre setembro e outubro, realizando atendimentos rápidos e próximos ao público, com a entrega de materiais informativos e orientações sobre prevenção e enfrentamento à violência. No total, essa frente registrou aproximadamente 18.740 abordagens, fortalecendo o vínculo direto com mulheres que transitam pelo sistema metroviário. [LEIA_TAMBEM]A campanha também se destacou pela veiculação educativa contínua. Durante 93 dias, peças visuais permaneceram expostas em estações e trens, atingindo um público indireto estimado em 500 mil pessoas. A iniciativa foi reforçada pela distribuição de mais de 90 mil folders e 5.621 ecobags, ampliando o alcance da mensagem de prevenção e conscientização. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, os resultados comprovam o impacto da iniciativa: “Esta edição do projeto mostrou a força da informação na prevenção da violência contra a mulher. Com as ações nas estações do metrô, alcançamos milhares de pessoas, levando conhecimento sobre os diferentes tipos de violência e orientações sobre como buscar ajuda. Cada frente da campanha — educativa, itinerante e o Estande da Beleza — reforçou nosso compromisso em proteger, acolher e empoderar as mulheres do Distrito Federal”. *Com informações da Secretaria da Mulher
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GDF amplia manutenção de vias em São Sebastião após chuvas fortes
Um trabalho em conjunto de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) segue em São Sebastião para atender demandas relacionadas à malha viária afetada pelas chuvas recorrentes. A parceria conta com o programa GDF Presente, a Companhia Urbanizadora Nova Capital (Novacap), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e a administração regional local. Além da recuperação das vias, as equipes atuam na limpeza de bocas de lobo em toda a rede de drenagem pluvial da região. As intervenções priorizaram áreas centrais, consideradas mais impactadas pelo volume acumulado de chuva. Serviço, que contempla reparos em rotas de ônibus escolares, é executado por meio de parceria | Foto: GDF Presente “Precisamos dar respostas mais emergenciais na proporção de força do nosso trabalho, devolvendo o direito de ir e vir da população e atendendo sem medir esforços” Leandro Cardoso, coordenador do Polo Sudoeste do GDF Presente Entre os trabalhos em ação, estão as manutenções em vias no bairro Vila Nova, com o uso de cerca de 3 mil toneladas de massa asfáltica — além de reparos na Avenida Principal do bairro Zumbi dos Palmares e no Morro da Cruz, rotas muito utilizadas por ônibus escolares. Para a execução dos serviços, foram mobilizados cerca de 15 caminhões, oito máquinas e aproximadamente 50 trabalhadores, além de duas equipes do GDF Presente. Segundo o coordenador do Polo Sudoeste do GDF Presente, Leandro Cardoso, trata-se de uma resposta emergencial às condições climáticas atípicas enfrentadas neste período. “É um trabalho para amenizar os estragos na malha viária, decorrente do grande volume de água que afetou a cidade”, explica. “Precisamos dar respostas mais emergenciais na proporção de força do nosso trabalho, devolvendo o direito de ir e vir da população e atendendo sem medir esforços.” [LEIA_TAMBEM]O chefe de gabinete da Administração Regional de São Sebastião, Valmir José da Conceição, relata que os serviços foram concentrados nas áreas mais afetadas, com a manutenção de vias pavimentadas e não pavimentadas. “Tivemos um problema sério com uma das maiores chuvas acumuladas na região”, lembra. “São Sebastião registrou um acúmulo de 71 milímetros de chuva em um único evento, o que agravou os danos em diferentes pontos da cidade.” O gestor enfatiza que as ações em conjunto são essenciais e seguem conforme a demanda identificada nos bairros, com foco na redução dos impactos causados pelas chuvas no cotidiano da população: “Esse mutirão foi de suma importância para melhorar a trafegabilidade e a qualidade de vida da população de forma mais rápida”, elogia. “O GDF veio de pronto atendimento para realizar esses trabalhos.”
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Notícia de exemplo
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Planejamento integrado reforça a segurança nos jogos do Candangão Série A 2026
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) consolidou o planejamento operacional para os jogos da 1ª fase do Campeonato Candango de Futebol Profissional – Série A 2026, que ocorrerão entre 10 de janeiro e 21 de março, nos estádios Juscelino Kubitschek (Paranoá), Serejão (Taguatinga), Abadião (Ceilândia) e Bezerrão (Gama). A estratégia integrada tem como foco o reforço da segurança, a preservação da ordem pública e a garantia de uma experiência segura para torcedores, atletas e trabalhadores envolvidos nos eventos. "Nosso objetivo é garantir que o torcedor possa ir ao estádio com tranquilidade, segurança e respeito, contando com a atuação coordenada das forças de segurança, dos órgãos de mobilidade e fiscalização e de serviços públicos, desde o entorno até o interior das arenas" Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública “O planejamento do Candangão Série A 2026 foi construído de forma integrada, técnica e preventiva, com base em análise de riscos e na experiência do Distrito Federal na realização de grandes eventos. Nosso objetivo é garantir que o torcedor possa ir ao estádio com tranquilidade, segurança e respeito, contando com a atuação coordenada das forças de segurança, dos órgãos de mobilidade e fiscalização e de serviços públicos, desde o entorno até o interior das arenas”, ressalta o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. “Tratamos o Campeonato Candango com a mesma seriedade e planejamento dedicado a eventos de grande porte. O reforço da segurança, a atuação integrada das forças e o diálogo permanente com a organização e as torcidas refletem o compromisso do Governo do Distrito Federal com a ordem pública, a prevenção da violência e a proteção do cidadão”, completa Avelar. O plano foi construído de forma coordenada entre instituições, órgãos e agências dos eixos de segurança pública, mobilidade, fiscalização e prestação de serviços, a partir de análises de risco e protocolos já aplicados com êxito em grandes eventos esportivos no DF. As vistorias dos estádios foram realizadas pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e pelo Corpo de Bombeiros, dando um aval para que os estádios pudessem ser utilizados. “Quando oferecemos segurança e organização, fortalecemos o esporte como política pública e incentivamos cada vez mais a participação da população em eventos esportivos”, ressalta o secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira. Não será permitida a entrada de torcedores nos estádios portando materiais como capacetes, garrafas e artefatos explosivos | Foto: Divulgação/SSP-DF A PMDF fará o reforço do policiamento ostensivo, com tropas especializadas em condições de acionamento, além da escolta das torcidas organizadas, evitando encontros durante deslocamentos e pontos de concentração. Haverá linhas de revista pessoal, controle rigoroso de materiais permitidos e emprego de cães policiais. As demais forças de segurança atuarão dentro do planejamento próprio. Com o objetivo de garantir a segurança do público, atletas e trabalhadores envolvidos nos jogos do Campeonato Candango Série A 2026, não será permitida a entrada de torcedores nos estádios portando materiais como capacetes, garrafas e artefatos explosivos. “A segurança pública do DF conta com a colaboração de todos os torcedores para que possamos realizar um Campeonato Candango seguro, organizado e tranquilo. A participação responsável do público, o respeito às regras e à diversidade e a convivência pacífica dentro e fora dos estádios são fundamentais para que o futebol seja um espaço de lazer e celebração para todos os presentes”, ressalta o coordenador de planejamento da Subsecretaria de Operações Integradas, Keldison Sousa. [LEIA_TAMBEM]Materiais que não podem ser levados ao estádio: Sinalizadores, fogos de artifício e qualquer artefato explosivo; Objetos que produzam fogo, calor ou fumaça; Capacetes; Garrafas, copos e similares; Guarda-chuva; Carrinhos de bebê; Frascos de perfume; Bandeiras maiores que 4 x 4 m; Cigarros eletrônicos (tipo vaper) e isqueiros Materiais perfurocortantes; Drones não autorizados; Cartazes, bandeiras, símbolos ou cânticos com mensagens ofensivas ou que atentem contra a dignidade da pessoa humana, especialmente de caráter racista, homofóbico, sexista ou xenófobo. *Com informações da SSP-DF
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GDF entrega licença ambiental do Assentamento Patrícia Aparecida, no Paranoá
O assentamento de trabalhadores rurais Patrícia Aparecida, na área rural do Paranoá, recebeu, nesta quinta-feira (8), a licença ambiental emitida pelo Instituto Brasília Ambiental. A medida assegura a regularização da área, que abriga 24 famílias instaladas no local desde 2013, e permite o desenvolvimento das atividades produtivas de forma sustentável e alinhada às normas ambientais. O documento tem validade de dez anos. Licença ambiental permite à comunidade aprimorar a produção, a partir da utilização de modelo agroecológico | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Com área total de 377 hectares, o assentamento está situado próximo ao entroncamento das rodovias BR-251 e DF-130, em região inserida na Zona Rural de Uso Controlado I do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) e na Zona de Uso Sustentável da Área de Proteção Ambiental do Planalto Central. Por isso, o processo de regularização era essencial para assegurar a conformidade com as diretrizes de proteção ambiental do local. A Licença Ambiental Simplificada nº 24/2025 emitida pelo Brasília Ambiental autoriza a atividade de assentamento rural, com condicionantes e regras para o uso do solo, como a adoção obrigatória do modelo agroecológico de produção, a utilização exclusiva de irrigação por gotejamento e a proteção das áreas de preservação permanente. “Essas 24 famílias estão aqui há 13 anos, de forma precária, sem poder construir nada, sem água e sem luz, tudo na gambiarra. Hoje, estamos garantindo que elas possam viver com dignidade e produzir” Rôney Nemer, presidente do Instituto Brasília Ambiental Durante a solenidade, a chefe de gabinete da Vice-governadoria, Juliana Bonfante, anunciou que outras regiões serão contempladas. “O trabalho do Governo do GDF é regularizar e deixar tudo em ordem”, afirmou. “Aqui estava para se fazer [a regularização] há muito tempo, e agora está tudo certo. O governo tem muita coisa ainda para fazer em outros lugares. O trabalho continua.” Conquista O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressaltou que a entrega do documento corrige uma espera histórica. “Essas 24 famílias estão aqui há 13 anos, de forma precária, sem poder construir nada, sem água e sem luz, tudo na gambiarra", afirma. “Houve uma determinação do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão para que déssemos prioridade à regularização dessas áreas. Hoje, estamos cumprindo esse papel e garantindo que elas possam viver com dignidade e produzir." Segundo o gestor, além da segurança jurídica, a licença permite que o assentamento se consolide como espaço produtivo e ambientalmente responsável. “Eles sempre foram parceiros do meio ambiente”, lembrou. “Preservaram o Cerrado, não atrapalharam o refúgio de vida silvestre. As condicionantes que colocamos, na prática, eles já executam. Agora, vão poder ocupar a área de forma definitiva, com qualidade, infraestrutura e fornecer produção agrícola para toda a população do Distrito Federal.” A produtora Elenice Ramos comemora: “Sem essa licença, estava tudo travado: financiamento, empréstimo, banco. A gente precisava plantar e expandir nossa produção. Isso aqui é o início de tudo” Entre as exigências previstas estão a manutenção de faixas de proteção não edificáveis de 17,6 metros ao longo dos canais naturais de escoamento superficial, a implantação de fossas sépticas ou soluções ambientalmente adequadas para tratamento de efluentes domésticos, o cercamento das áreas de preservação permanente e a proibição de supressão de vegetação nativa sem autorização do órgão ambiental. [LEIA_TAMBEM]Além disso, o assentamento deverá desenvolver um projeto de educação ambiental junto às famílias, tendo como foco práticas agrícolas sustentáveis, reforçando o compromisso com a conservação dos recursos naturais e a produção responsável. Para quem vive da terra, a licença representa um divisor de águas. A produtora rural Elenice Moreira Ramos, de 61 anos, enfatizou que o documento abre caminhos promissores para o futuro da comunidade. No local, ela cultiva mandioca, além de hortaliças como quiabo, jiló, berinjela, pepino e outras variedades. “A importância é enorme, eu não tenho nem palavras”, declarou Elenice. “Sem essa licença, estava tudo travado: financiamento, empréstimo, banco. A gente precisava plantar e expandir nossa produção. Isso aqui é o início de tudo.” Pedro Paulo dos Santos produz jiló, quiabo, mandioca, pepino, tomate e maracujá: “Hoje, com a licença na mão, o mundo se abriu de novo. Trabalhamos com mais vontade e segurança” O produtor rural Pedro Paulo dos Santos, 56, acompanha o assentamento desde o primeiro dia e também celebrou a regularização. “Antes era uma coisa, agora melhorou 150%”, avaliou ele, que produz tomate, pepino, mandioca, pimenta, quiabo, jiló e maracujá. “A gente trabalhava com medo de multa, sem tranquilidade. Hoje, com a licença na mão, o mundo se abriu de novo. Trabalhamos com mais vontade e segurança. Com esse documento, a vontade é crescer mais. Agora precisamos avançar também na parte da comercialização, e tenho certeza de que o governo vai ajudar.”
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Parceria reforça educação antirracista nas escolas da rede pública do DF
A construção de uma sociedade sem racismo começa na sala de aula. Para tornar esse compromisso uma ação contínua, a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) recebeu, nesta segunda-feira (5), representantes da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF). A reunião formalizou uma parceria para fortalecer a aplicação da Lei Federal nº 10.639/2003, que garante o ensino da história e das culturas afro-brasileira e africana nas escolas. O encontro entre a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, e o presidente da OAB-DF, Paulo Maurício Siqueira, reforçou a importância de ir além de ações isoladas e garantir que o tema racial esteja presente no currículo escolar de forma contínua. O objetivo é oferecer aos estudantes da rede pública uma formação que estimule a cidadania, o pensamento crítico e o respeito à diversidade. Secretária Hélvia Paranaguá recebe representantes da OAB-DF para alinhar estratégias de promoção da igualdade racial nas escolas | Foto: Jotta Casttro/SEEDF Para a gestão da SEEDF, a parceria institucional é fundamental na ampliação do alcance das políticas públicas já em desenvolvimento. A educação antirracista não é apenas um cumprimento legal, mas uma ferramenta de justiça social que empodera a juventude e combate desigualdades históricas na base. “Educar para a equidade racial é plantar sementes de justiça para o futuro. Essa união de esforços com a OAB fortalece nossa missão de não apenas combater o racismo, mas de construir ativamente uma cultura escolar onde a história e a cultura afro-brasileira sejam protagonistas”, destacou a secretária Hélvia Paranaguá. Durante a reunião, representantes da OAB-DF ressaltaram a importância de monitorar o cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A visão compartilhada pelas instituições é a de que garantir o ensino da história e da cultura afro-brasileira é cuidar do presente para transformar o futuro, assegurando que nenhuma criança cresça sem reconhecer o valor de sua própria história e identidade. Políticas em ação "Educar para a equidade racial é plantar sementes de justiça para o futuro" Hélvia Paranaguá, secretária de Educação O compromisso firmado dialoga diretamente com ações já implementadas pela secretaria. De acordo com dados recentes da pasta, a rede pública de ensino do Distrito Federal conta com mais de 377 projetos voltados à educação das relações étnico-raciais (ERER). Iniciativas como o projeto Taguatinga Plural, agraciado com o Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, demonstram a potência pedagógica das escolas na valorização da diversidade. Além disso, a SEEDF regulamentou recentemente a Política Distrital de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola e Indígena (Portaria nº 1.313/2025). Essa normativa, somada à criação do Protocolo de Consolidação da Educação Antirracista, desenvolvido em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), oferece diretrizes claras para que as unidades escolares atuem na prevenção e no enfrentamento ao racismo. Formação docente [LEIA_TAMBEM]Para que a teoria se concretize na prática, o investimento no capital humano é essencial. Por meio da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape), a secretaria tem intensificado a oferta de percursos formativos. Entre 2006 e 2024, mais de 3.600 matrículas foram registradas em cursos sobre história e cultura afro-brasileira. Atualmente, formações como Educação para as Relações Étnico-Raciais e as Amefricanidades como Potência Pedagógica preparam professores para atuar como agentes multiplicadores dessa consciência em sala de aula. *Com informações da Secretaria de Educação do DF
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Parceria intensifica a roçagem de terrenos e garante ações permanentes de cuidado em Ceilândia
Com o objetivo de manter a cidade limpa, segura e bem-cuidada, a Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o GDF Presente, Novacap, SLU e outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), vem intensificando os serviços de zeladoria urbana em diversas áreas da região administrativa. Áreas públicas recebem a ação que visa à exterminação de insetos e roedores que transmitem doenças | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia A roçagem de áreas públicas e becos é feita para minimizar o aparecimento de insetos e roedores transmissores de doenças. Em razão do período chuvoso, que favorece o crescimento acelerado do mato, os servidores seguem percorrendo vários pontos da cidade de forma contínua. Nesta semana, com o auxílio de tratores e outros maquinários, equipes do SLU fizeram a roçagem e retirada de entulho de um beco localizado na QNM 24, em Ceilândia Norte. Na manhã desta quinta-feira (8), equipes da Novacap também roçaram a área verde da QNN 36, em Ceilândia Sul, e a área especial da QNN 12, em Ceilândia Norte. Saúde “O trabalho contínuo de limpeza e roçagem é fundamental para garantir mais saúde, segurança e qualidade de vida para a população”, afirma o presidente do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) do Distrito Federal, Luiz Felipe Cardoso. “Em Ceilândia, nossas equipes atuam diariamente para manter os espaços públicos mais limpos e organizados, contribuindo diretamente para o bem-estar da comunidade.” [LEIA_TAMBEM]De acordo com a Novacap, todas as áreas públicas passarão pelo serviço de roçagem. Já os terrenos particulares cujos proprietários não fizerem a manutenção adequada também serão roçados, com posterior cobrança do serviço ao responsável legal, conforme previsto em lei. O objetivo é evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti. “Estamos intensificando a roçagem e a limpeza em toda a cidade, especialmente neste período chuvoso, quando o risco de proliferação de doenças aumenta, mas é fundamental que a população faça a sua parte, cuidando dos seus terrenos e respeitando os espaços públicos”, pontua o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Áreas de Águas Claras ficam sem energia para serviços na rede nesta sexta-feira (9)
O fornecimento de energia elétrica será interrompido em áreas de Águas Claras, nesta sexta-feira (9), para manutenção da rede. Serão afetadas as residências da QS 1 e da QS 5, das 9h às 15h, para garantir a segurança dos profissionais e da população. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer de acabar a energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.
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