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Com a entrega dos cartões Ração e Castração pelo GDF, protetores de animais já realizam as primeiras compras

Esta quinta-feira (29) marcou a primeira compra realizada com o Cartão Ração — um benefício que, junto ao Cartão Castração, integra o Programa de Apoio aos Protetores de Animais, instituído pelo Governo do Distrito Federal (GDF) e executado pela Secretaria Extraordinária de Proteção Animal (Sepan-DF). A ação inédita marca o início prático da política pública voltada ao fortalecimento do trabalho de protetores independentes, abrigos e organizações que atuam no cuidado de cães e gatos em situação de abandono no DF. O programa oferece auxílio financeiro mensal por meio de um cartão do Banco de Brasília (BRB), dividido em duas modalidades. O Cartão Ração, voltado a abrigos que acolhem cães e gatos, concede valores entre R$ 1,5 mil e R$ 6 mil, conforme o tamanho do plantel. Já o Cartão Castração, destinado a protetores independentes, garante R$ 600 por mês exclusivamente para serviços de esterilização em clínicas credenciadas. Um mesmo beneficiário pode receber os dois auxílios, desde que cumpra os requisitos. Para o secretário de Proteção Animal, Cristiano Lopes da Cunha, benefícios reconhecem a importância dos protetores e defensores dos animais | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “O GDF partiu na frente, fizemos um trabalho unido para chegarmos a esse ponto que estamos, não só de entrega, mas da consolidação desse cartão. É um marco muito importante na vida desses protetores, que tanto prestam serviço para o DF e cuidam dos nossos animais, e também para o próprio governo, ao reconhecer oficialmente esse trabalho e oferecer apoio estrutural”, declarou o secretário de Proteção Animal, Cristiano Lopes da Cunha. 205 protetores foram contemplados pelos cartões do GDF Além do apoio direto aos cuidadores, o gestor destacou que o programa tem reflexos na saúde pública e no meio ambiente: “O Cartão Castração contribui para o controle populacional de cães e gatos, inclusive animais em vida livre, enquanto o Cartão Ração auxilia na manutenção dos abrigos, reduzindo custos elevados com alimentação e insumos básicos.” Chegando na ponta A lista de beneficiários foi publicada no Diário Oficial do dia 19 de dezembro e contempla 205 protetores: 121 recebem o Cartão Ração; 84 contam com o Cartão Castração. Oficializada em 25 de novembro, com a sanção da lei e a assinatura do decreto que instituíram os cartões, a iniciativa já chegou até a cadelinha Lince, que poderá usufruir de uma boa ração e outros produtos comprados em uma das agropecuárias credenciadas no programa.  Déborah Stephanny dos Santos, protetora independente, foi uma das primeiras beneficiárias a utilizar o Cartão Ração: “Alívio no bolso” Com Lince no colo, a protetora independente Hanlery Stephanny dos Santos, de 34 anos, contou que abriga cerca de 45 animais em casa, na região da Fercal. Ela relatou que o apoio financeiro chega em um momento importante, diante dos altos custos mensais com alimentação, medicamentos e cuidados diários.  “O apoio do GDF com os cartões vai auxiliar muito na alimentação e na qualidade de vida desses animais. Eu gasto em média R$ 3 mil por mês, então o valor disponibilizado pelo Cartão Ração ajuda a reduzir mais da metade desse impacto, especialmente na compra de ração, areia e medicamentos. Estou sempre buscando atender os pets da melhor forma possível, então é um alívio no bolso, estou muito feliz”, ressaltou a cuidadora. A irmã dela, Déborah Stephanny dos Santos, 38, também é uma protetora independente, cuidando de cerca de 33 animais em outra casa na mesma região. Ela conta que o momento da confirmação do benefício foi marcado por emoção e sensação de esperança, especialmente pela possibilidade de garantir alimentação de qualidade e cuidados básicos para os animais acolhidos.  Jader Fayad (e), proprietário de um dos primeiros estabelecimentos credenciados, afirma que a medida do GDF é um reforço para os pequenos e médios comércios “Eu comecei a chorar de alegria, porque achei que ia demorar para receber, foi uma luz no fim do túnel. Estar aqui fazendo a primeira compra é emocionante, sabendo que vou levar uma comidinha de qualidade para os animais. Essa ajuda de custo com medicação, areia, insumos em geral para eles, não tem preço, é fantástica.” Para Déborah, o cartão representa alívio financeiro e segurança para continuar o trabalho, que envolve uma rotina de cuidados constantes, preparação de alimentação especial e atenção a animais idosos ou com necessidades específicas. “Só quem cuida sabe o peso e, ao mesmo tempo, a gratificação que é esse ato”, observou. Lojas credenciadas O programa entra em uma nova etapa, buscando ampliar o credenciamento de lojas agropecuárias e clínicas veterinárias. Segundo a Sepan-DF, a meta é aumentar a rede de atendimento, para ter pelo menos uma unidade credenciada em cada uma das regiões administrativas como forma de facilitar o acesso dos protetores aos serviços e produtos. [LEIA_TAMBEM]Uma das lojas já habilitadas é a Jamil Agropecuária, na Asa Norte, onde ocorreu a primeira compra do programa. Para o médico veterinário e proprietário do estabelecimento, Jader Fayad, a iniciativa fortalece tanto a causa animal quanto o comércio local. “É uma medida que valoriza o comércio do Distrito Federal e incentiva o pequeno e médio empresário a participar dessa causa.” Segundo ele, o processo de credenciamento ocorreu de forma rápida, por meio de edital, e permite que os beneficiários utilizem o cartão para adquirir ração para cães e gatos, além de insumos como medicamentos básicos e materiais de limpeza, conforme as regras do decreto. A lista completa dos beneficiários dos cartões e lojas credenciadas está disponível no Diário Oficial do Distrito Federal e no site da secretaria, junto a mais informações de como realizar o cadastro, que segue ativo durante todo o funcionamento do programa.

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Detran-DF realiza transporte aéreo de coração para transplante até o Hospital das Forças Armadas

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Agências do trabalhador do DF têm 398 vagas abertas nesta terça-feira (30)

O ano está quase chegando ao fim, mas ainda é tempo de conseguir um emprego. As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta terça-feira (30), 398 vagas para quem quer começar 2026 empregado. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 2.025. O posto com a maior remuneração é o de fiscal de prevenção de perdas, em Taguatinga, que tem uma vaga aberta. É necessário ter ensino médio completo, mas não há exigência de experiência. Outros cargos destacam-se pela quantidade de oportunidades oferecidas, com 30 cada: assistente de prevenção de perdas, atendente de padaria, auxiliar de limpeza, fiscal de prevenção de perdas, operador de caixa e repositor de mercadorias. As exigências variam conforme a vaga, assim como os salários, que, nesses casos, podem chegar a R$ 1,7 mil. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das Agências do Trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

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Aluguel Social atende 676 mulheres vítimas de violência doméstica no DF

O Governo do Distrito Federal criou, em 2024, por meio da Secretaria da Mulher (SMDF), o programa Aluguel Social para enfrentar uma das maiores angústias vividas por mulheres em situação de violência doméstica: o medo de não ter para onde ir. Em 2025, a iniciativa se consolidou como uma política pública essencial ao oferecer moradia segura, proteção e a oportunidade real de recomeçar longe do agressor. O programa Aluguel Social oferece ajuda de custo para que mulheres vítimas de violência doméstica garantam uma moradia segura | Fotos: Divulgação/SMDF Atualmente, 676 mulheres são atendidas pelo programa, que assegura o repasse mensal de R$ 600 para auxiliar no pagamento do aluguel. Apenas em 2025, o Governo do Distrito Federal destinou cerca de R$ 3 milhões à iniciativa, convertendo recursos públicos em cuidado, segurança e dignidade. Entre essas histórias, a de Joane (nome fictício), 33 anos, revela com clareza o impacto transformador do Aluguel Social. Para ela, o benefício representou mais do que um apoio financeiro: significou, sobretudo, a retomada da própria vida. Após anos de medo, Joane encontrou na política pública a primeira noite de tranquilidade. Mãe, trabalhadora e sobrevivente da violência doméstica, ela enxergou no programa a porta de saída do ciclo que a aprisionava. “Quando percebi que teria um lugar seguro para mim e para meus filhos, senti que finalmente podia respirar. Foi ali que comecei a acreditar que minha vida podia ser diferente”, relata Joane. Sua vivência traduz o que o Aluguel Social se propõe a oferecer: a chance concreta de reconstruir uma história com autonomia e segurança. Joane (nome fictício), vítima de violência doméstica: “Quando percebi que teria um lugar seguro para mim e para meus filhos, senti que finalmente podia respirar. Foi ali que comecei a acreditar que minha vida podia ser diferente” A vice-governadora Celina Leão reforça que o programa é um compromisso permanente com a proteção das mulheres. “Nenhuma mulher deve permanecer em situação de violência por falta de alternativas. O Aluguel Social é uma resposta concreta do GDF para garantir proteção, autonomia e esperança a quem mais precisa”, afirma. O impacto da iniciativa, no entanto, vai além da moradia. O programa oferece acompanhamento integrado, ampliando o acesso das beneficiárias a outros programas sociais, ao cadastro em políticas habitacionais e ao suporte especializado. As ações incluem análise da composição familiar, construção do mapa da vida, agendamento de atendimentos contínuos e suporte jurídico e assistencial, conforme cada realidade. [LEIA_TAMBEM]Segundo a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, cada benefício concedido carrega uma trajetória marcada por desafios, mas também por coragem e superação. “O Aluguel Social salva vidas e hoje já é uma política pública institucionalizada no Distrito Federal. Ele deixou de ser uma ação pontual e se tornou um compromisso permanente do Estado com a proteção das mulheres. Nosso foco agora é fortalecer e ampliar o programa, garantindo que mais mulheres tenham condições reais de romper o ciclo da violência com dignidade, segurança e apoio contínuo”, destaca. Para acessar o benefício, é necessário que a mulher resida no Distrito Federal e esteja em atendimento por algum equipamento da Rede de Proteção à Mulher Vítima de Violência da Secretaria da Mulher. Para mais informações, acesse o site da pasta. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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Investimento de R$ 150 milhões em obras e equipamentos amplia a rede de saúde pública do DF

Em 2025, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) consolidou um dos maiores ciclos de modernização de sua história. Com quase R$ 150 milhões investidos, o IgesDF aprimorou a infraestrutura, ampliou serviços e deu início à maior expansão de unidades de pronto atendimento (UPAs). Reformas, ampliações e novos equipamentos transformaram os espaços geridos pelo instituto, o que fortalece a capacidade assistencial e prepara a rede para uma expansão significativa a partir de 2026. Segundo o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, cada entrega representa mais que ampliação estrutural. “É cuidado, acolhimento e dignidade. Cada reforma, equipamento instalado e espaço renovado impacta diretamente pacientes e profissionais. Investimos mais de R$ 30 milhões nas unidades e, somente nas novas UPAs, aplicamos R$ 117 milhões”, afirma. Reformas e modernizações Ao longo do ano, hospitais e UPAs passaram por um amplo processo de requalificação física, com intervenções de áreas administrativas a setores críticos da assistência. Enfermarias do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) foram completamente reformadas, assim como setores da psiquiatria, do Centro de Investigação e Diagnóstico de Epilepsia e da Recuperação Pós-Anestésica. Investimento em reformas e ampliações garantiram atendimento de qualidade para a população do DF | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), as obras envolveram a Central de Comando Operacional, a cozinha do refeitório e as enfermarias. Ambientes também foram preparados para receber novos serviços, garantindo processos mais eficientes e acolhedores. [LEIA_TAMBEM]Nas UPAs, as intervenções priorizaram acessibilidade, segurança e conforto. Houve adequações em salas de classificação de risco, coleta, apoio clínico, áreas de circulação e ambientes técnicos. As obras incluíram renovação de instalações elétricas e hidráulicas, impermeabilizações, substituição de quadros elétricos, revitalização de caixas d’água, troca de luminárias, reforço da segurança física e ajustes em áreas de apoio. Ampliações preparam a rede para novos serviços Além das reformas, 2025 foi marcado pela ampliação de espaços estratégicos, permitindo reorganizar fluxos e melhorar a experiência do paciente. Ambientes foram adaptados para receber equipamentos de alta complexidade, ampliar a capacidade de atendimento e fortalecer a eficiência operacional. Projetos estruturantes foram implementados em diferentes frentes, como a modernização do pronto-socorro do HBDF, a criação do setor de psiquiatria na UPA do Núcleo Bandeirante e as adequações necessárias para expandir serviços especializados no HRSM e nas UPAs. Esses trabalhos seguem em execução e integram o pacote de entregas previsto para 2026. “Cada reforma, equipamento instalado e espaço renovado impacta diretamente pacientes e profissionais. Investimos mais de R$ 30 milhões nas unidades e, somente nas novas UPAs, aplicamos R$ 117 milhões” Cleber Monteiro, presidente do IgesDF Para o vice-presidente do IgesDF, Rubens de Oliveira, o trabalho realizado em 2025 criou as bases do futuro. “Reorganizamos fluxos, destravamos processos e aceleramos entregas. Mas, principalmente, preparamos o terreno para 2026, com projetos como o novo centro cirúrgico do HBDF e ampliações no HRSM e nas UPAs”, destaca. Novos equipamentos  A modernização da infraestrutura foi acompanhada de um robusto investimento em tecnologia e equipamentos. Hospitais e UPAs receberam monitores hemodinâmicos, mamógrafos, aparelhos de anestesia e outros dispositivos essenciais para qualificar diagnóstico, tratamento e segurança do paciente. Salas de tomografia foram reformadas e preparadas para novos equipamentos. Projetos de maior complexidade, como a instalação de aceleradores lineares e novos tomógrafos, avançaram ao longo do ano e seguem em execução para serem entregues em 2026. Esses investimentos ampliam a resolutividade da rede e reduzem a necessidade de deslocamentos dos usuários para outros serviços. O superintendente de Engenharia e Arquitetura do IgesDF, Adisson Gabriel Vieira, explica a dimensão do trabalho feito: “Estivemos presentes em enfermarias, cozinhas, prontos-socorros e áreas técnicas. Cada entrega é resultado de engenharia, gestão e compromisso com quem depende do SUS”. Novos equipamentos ajudaram a destravar filas por exames e ampliaram o atendimento do SUS | Foto: Alberto Ruy/IgesDF Crescimento da rede de urgência O ciclo de investimentos também marcou o início da maior expansão da rede de unidades de pronto atendimento do Distrito Federal. Com aporte de R$ 117 milhões, o IgesDF iniciou a construção de seis novas UPAs, que serão entregues ao longo de 2026 nas regiões Sol Nascente/Pôr do Sol, Taguatinga Sul, Estrutural, Água Quente, Guará e Águas Claras. A sétima unidade, prevista para Arapoanga, aguarda nova contratação após a desistência da empresa vencedora da licitação. Com a conclusão das obras, o Distrito Federal passará a contar com 20 UPAs, fortalecendo a rede de urgência e ampliando o acesso da população a atendimentos mais próximos e resolutivos. Para o presidente do IgesDF, a expansão das UPAs traduz o compromisso institucional com os próximos anos. “Cada obra é um gesto concreto de respeito à vida. Estamos estruturando hoje a saúde pública que o Distrito Federal precisa para o futuro”, destaca. * Com informações do IgesDF

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DISPENSA DE LICITAÇÃO Nº 22/2025

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Esplanada terá bloqueios, revista pessoal e reforço policial para a festa de virada do ano

O planejamento operacional das forças de segurança do Distrito Federal para as festividades de Réveillon está definido. Coordenadas pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), as ações têm como foco garantir a segurança e a tranquilidade do público que escolheu Brasília para celebrar a virada do ano. As estratégias foram definidas em reuniões de alinhamento que envolveram as forças de segurança, órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) e a organização do evento. A principal área de impacto será a Esplanada dos Ministérios, que terá o trânsito de veículos interrompido a partir das 15h de quarta-feira (31), em razão da programação de shows e eventos. Também estão previstos eventos na Praça dos Orixás (Prainha), nos dias 30 e 31, com reforço no policiamento. A principal área de impacto das operações da SSP-DF será a Esplanada dos Ministérios, que terá o trânsito de veículos interrompido a partir das 15h de quarta-feira (31) | Fotos: Divulgação/SSP-DF De acordo com o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, o planejamento foi elaborado com base na integração entre as instituições e na eficiência das operações. “Nosso planejamento foi construído de forma conjunta, com atenção aos eventos programados e participação efetiva de todos os envolvidos, para garantir a segurança e a tranquilidade da população”, afirmou. Avelar destacou ainda que a atuação integrada permite manter o atendimento às demais demandas da área. “Chegamos a um planejamento que assegura a segurança dos eventos de fim de ano sem deixar de atuar nas outras frentes da segurança pública do Distrito Federal”, completou. Os eventos serão monitorados pela SSP-DF por meio do Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), que reúne 31 órgãos, instituições e agências do GDF responsáveis por áreas como segurança, mobilidade, saúde, fiscalização e prestação de serviços públicos. Segundo o secretário, o monitoramento em tempo real é essencial para a rápida tomada de decisões. “Essa integração é fundamental para garantir respostas mais rápidas e eficazes, sempre colocando o interesse público em primeiro lugar”, ressaltou. Os eventos de final de ano serão monitorados pela SSP-DF por meio do Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) Cidade da Segurança Para facilitar a atuação e dar celeridade aos atendimentos, as forças de segurança terão como base a estrutura da Cidade da Segurança, que será montada ao lado do Museu da República. O local servirá como ponto de apoio aos agentes, com os comandos móveis das corporações. Imagens de drones e das câmeras localizadas no comando móvel da Polícia Militar (PMDF) vão contribuir com o policiamento. O Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF) estará no local e atuará de forma integrada e estratégica durante os eventos de ano-novo no DF, com o objetivo de garantir a segurança da população e uma pronta resposta a emergências. As principais ações da corporação incluem viaturas e equipes especializadas posicionadas em pontos estratégicos, prevenção e combate a incêndios em áreas de grande fluxo, atendimento pré-hospitalar com suporte imediato, atendimento aéreo para ampliar a capacidade de resposta e integração com órgãos parceiros para coordenação efetiva. Os militares atuarão em toda a área impactada e também estarão presentes na Cidade da Segurança. Em caso de emergência, a orientação é acionar o telefone 193. Os efetivos da 1ª e da 5ª delegacias de polícia e da Delegacia da Criança e do Adolescente I (DCA I), responsáveis pela região, terão reforço. Haverá prioridade nos atendimentos de ocorrências relacionadas aos eventos. A Divisão de Operações Aéreas (DOA) poderá ser acionada, caso necessário, e o canal de denúncias da Polícia Civil do DF funcionará de forma ininterrupta. As denúncias podem ser feitas de forma online, pelo e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br; pelo telefone 197, opção zero; ou pelo WhatsApp (61) 98626-1197. Os policiais farão revistas pessoais antes do acesso ao local dos shows, que ocorrerão no quinto quadrante da Esplanada Trânsito A PMDF e o Departamento de Trânsito (Detran-DF) coordenarão o bloqueio de vias e o trânsito na região central. Serão realizadas ações de sinalização, controle e fiscalização de trânsito na Esplanada dos Ministérios. A partir das 15h de quarta (31), o trânsito na via N1/S1, entre a Catedral e o 1º Grupamento de Bombeiro Militar, será interrompido nos dois sentidos. O Buraco do Tatuí (ligação entre a L2 Sul e a L2 Norte) terá o trânsito liberado para veículos. A reabertura das vias será feita na madrugada de sexta (2/1), após a dispersão do público e avaliação das autoridades de trânsito. Para garantir maior segurança na passagem de pedestres, equipes do Detran-DF e da PMDF apoiarão a travessia e também atuarão para coibir infrações, como alcoolemia e estacionamento irregular. Os estacionamentos dos anexos dos ministérios estarão liberados para uso do público. Outros locais disponíveis são os estacionamentos dos setores bancário, de autarquias e a plataforma superior da Rodoviária do Plano Piloto. [LEIA_TAMBEM]Pessoas com deficiência (PcDs) poderão deixar os veículos no estacionamento do Ministério da Saúde. O acesso poderá ser feito pelo túnel do Itamaraty, com entrada pela via S2, pela contramão, até o estacionamento. Os anexos dos três primeiros ministérios (sentido Rodoviária–Congresso Nacional) serão os pontos destinados para táxis e aplicativos. Revistas pessoais Os policiais farão revistas pessoais antes do acesso ao local dos shows, que ocorrerão no quinto quadrante da Esplanada, antes da Avenida José Sarney. As unidades especializadas da PMDF — como Cavalaria, BPCães e Bope — e da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) estarão de prontidão para atuar. As escadarias dos ministérios paralelas ao local do evento serão interditadas. Somente estarão acessíveis as três primeiras escadarias dos lados sul e norte da Esplanada dos Ministérios. Durante todo o dia 31, haverá reforço do policiamento na área da Esplanada, na Rodoviária do Plano Piloto e nos setores hoteleiros Sul e Norte. As linhas de revista serão realizadas em todo o perímetro da Esplanada, da Rodoviária e da Estação Central do Metrô, inclusive com a utilização de cães. Além da Esplanada, as tropas especializadas da corporação estarão posicionadas em Ceilândia e Planaltina, para qualquer eventualidade. Prainha Em razão do Réveillon da Prainha, serão montados dois pontos de controle de trânsito (PCTran) nas proximidades da Praça dos Orixás. Nesses pontos, os agentes atuarão das primeiras horas de terça (30) até a madrugada de sexta-feira (2). O objetivo das equipes de fiscalização e policiamento de trânsito é garantir maior fluidez ao tráfego, inibir o estacionamento irregular e auxiliar a travessia de pedestres. Além dos pontos fixos de controle, haverá patrulhamento nas imediações do evento, a fim de coibir a prática de infrações de trânsito que coloquem em risco a segurança viária. O planejamento operacional envolve todas as forças de segurança do Distrito Federal Itens proibidos → Fogos de artifício e similares; → Armas de fogo em geral; → Latas, copos e garrafas de vidro; → Apontadores a laser ou similares; → Artefatos explosivos; → Sprays e aerossóis; → Animais em geral, com exceção de cães-guia; → Bolsas e mochilas com mais de 100 cm na soma das dimensões dos três lados (altura, largura e profundidade); → Máscaras de qualquer tipo e tamanho, exceto as de proteção facial; → Mastros confeccionados com qualquer tipo de material para sustentar, ou não, bandeiras e cartazes; → Malas, pastas, caixas e similares; → Churrasqueiras de qualquer tamanho; → Barracas e similares de qualquer tamanho ou tipo; → Drones não autorizados; → Armas brancas ou qualquer outro objeto que possa causar ferimentos, mesmo que representem utensílios de trabalho ou culturais, como tesouras, martelos, flechas, tacos, tacapes, brocas etc.; → Fogões e similares que utilizem gás e/ou eletricidade; → Armas de brinquedo, réplicas, simulacros e quaisquer itens que possuam aparência de arma de fogo; → Drogas ilícitas, conforme a legislação brasileira; → Substâncias inflamáveis de qualquer tamanho ou tipo; → Quaisquer outros itens que possam comprometer a segurança; → Quaisquer outros itens a serem divulgados, com antecedência mínima de 24h da operação, pela PMDF e/ou SSP e/ou GDF. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Ação de acolhimento atende 142 pessoas em situação de rua no Plano Piloto

Entre os dias 22 e 28 de dezembro, 142 pessoas foram atendidas pelo Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua do Governo do Distrito Federal, coordenado pela Casa Civil. As equipes atuaram em diferentes áreas do Plano Piloto, com a participação integrada de secretarias e órgãos do governo. O secretário-chefe da Casa Civil e coordenador do plano de ação integrada, Gustavo Rocha, reforçou que o trabalho contínuo garante atendimento digno e cuidadoso para as pessoas que vivem em situação de vulnerabilidade extrema. “Nossas equipes já visitaram mais de 20 regiões administrativas levando serviços essenciais e oferecendo uma oportunidade de recomeço. A atuação de forma integrada durante as ações semanais mostra que nenhuma pessoa pode ser invisível para o Estado. Seguiremos firmes no desenvolvimento deste trabalho que é prioridade para o GDF”, garante Gustavo Rocha. Ações ao longo da semana desconstituíram 78 estruturas precárias e removeram 30 caminhões de entulho | Fotos: Arquivo/Agência Brasília Balanço semanal Ao longo de toda a semana, as ações de acolhimento resultaram na desconstituição de 78 estruturas precárias e na remoção de 30 caminhões de entulho, consolidando o trabalho integrado do GDF no atendimento à população em situação de rua. Na segunda-feira (22), a ação ocorreu na quadra 611 da Asa Norte, onde 45 pessoas foram encontradas e atendidas pelas equipes das secretarias envolvidas. Durante a operação, foram retiradas 14 estruturas precárias, construídas com lonas e madeiras, além da apreensão de duas barracas de camping e do desligamento de quatro pontos clandestinos de energia pela Neoenergia.  Também foram recolhidas duas bags de recicláveis, encaminhadas para a cooperativa Recicla, e dois fogões, destinados à Diretoria de Bens Apreendidos da Secretaria de Estado de Proteção da Ordem Urbanística do Distrito Federal (DF Legal). Ao final do dia, houve a remoção de 15 caminhões de entulho, com os materiais inservíveis encaminhados para a Unidade de Recebimento de Entulho (URE). [LEIA_TAMBEM]Já na quarta-feira (24), as equipes atuaram em seis pontos do Plano Piloto. Durante as abordagens, cinco pessoas receberam atendimento. Ao longo do trabalho, houve a desconstituição de 30 estruturas precárias e a remoção de três caminhões de entulho, com destinação dos materiais inservíveis à URE. Dando continuidade ao cronograma, na sexta-feira (26), a operação ocorreu em cinco pontos: 216 Norte, 416 Norte, 611 Norte, 601 Norte e 908 Norte. No total, 38 pessoas foram atendidas. Durante a ação, as equipes desconstituíram 19 estruturas precárias e oito caminhões de entulho, encaminhados à URE. No sábado (27), as equipes passaram por três pontos: nas vias de acesso Setor de Grandes Áreas Norte (SGAN) 908/909 e 910. No local, 16 pessoas foram atendidas. A ação resultou na desconstituição de quatro estruturas precárias e na remoção de dois caminhões de entulho, com destinação adequada dos resíduos. Distrito Federal é a primeira Unidade da Federação com um plano de políticas públicas voltado para o acolhimento da população em situação de rua Para encerrar o fim de semana, no domingo (28), o trabalho foi realizado em três pontos — 601 Norte, 602 Norte e 611 Norte. Durante as abordagens, 38 pessoas foram atendidas. Também foram desconstituídas 11 estruturas precárias e dois caminhões de entulho foram removidos e encaminhados à URE. Abordagem ampliada O Distrito Federal foi a primeira Unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF promoveu visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. “A atuação de forma integrada durante as ações semanais mostra que nenhuma pessoa pode ser invisível para o Estado” Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil do DF Em julho deste ano, a vice-governadora Celina Leão, então em exercício como governadora, assinou decreto que lançou o programa Acolhe DF, que propõe busca ativa e oferta de tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas — tanto as ilícitas quanto álcool e tabaco —, criando uma linha de atendimento a essas pessoas e, consequentemente, aprimorando as ações já existentes do GDF voltadas a esse público. Também em julho, o GDF inaugurou o primeiro hotel social da capital da República, destinado a acolher e abrigar a população em situação de rua. O equipamento oferece 200 vagas para pernoite e recebe também animais de estimação. Só na primeira semana, foram registrados mais de mil acolhimentos no local. Além disso, desde 2022, o governo promove, em períodos de baixas temperaturas, a chamada Ação Contra o Frio, com oferta de espaços públicos para pernoite de pessoas em situação de rua. Apenas neste ano, a unidade aberta na Asa Sul registrou 6,6 mil atendimentos. No local, também foram oferecidos casacos e cobertores arrecadados por meio da campanha Agasalho Solidário, da Chefia-Executiva de Políticas Sociais.  

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Ponte Honestino Guimarães terá faixas bloqueadas para reparos

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) informa que a Ponte Honestino Guimarães terá faixas interditadas a partir desta segunda-feira (29) até a manhã de quarta-feira (31). O bloqueio será necessário para que a Novacap possa realizar reparos preventivos na junta de dilatação da ponte. [LEIA_TAMBEM]Os reparos serão realizados em duas das três faixas: a pista central e a que vai do Lago Sul para o Plano Piloto. A fim de minimizar o impacto no trânsito, a interdição ocorrerá de forma alternada, com isolamento somente da faixa central até a manhã de terça-feira (30).  Concluídos os serviços na faixa central, por volta das 7h de terça, ela será liberada para acomodar o fluxo de veículos que estiverem se dirigindo ao Plano Piloto, para que então a outra faixa possa ser reparada, ficando isolada até a manhã de quarta. *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)

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Ponte Honestino Guimarães terá faixas isoladas para reparos

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