Creas Migrantes alcança mais de 1,7 mil atendimentos no primeiro ano de funcionamento com unidade própria
O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) para Migrantes completou um ano de funcionamento na Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF). Pioneiro no Brasil, o serviço oferecido pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) já atendeu, nos últimos 12 meses, pelo menos 1.739 migrantes, refugiados e apátridas vítimas de violação de direitos. A marca coincide com o Dia Internacional dos Migrantes, celebrado em 18 de dezembro. Equipe do Creas Migrantes atua em diversas frentes, como encaminhamento a serviços de saúde e educação | Foto: Divulgação/Sedes-DF As nacionalidades mais atendidas pelo Creas Migrantes, no período de novembro de 2024 a novembro deste ano, foram pessoas da Venezuela, com 422 atendimentos, seguidas por aquelas de Cuba (127) e do Haiti (50). Ao longo do mesmo período, foram emitidos 1.532 benefícios relacionados a nascimento, morte, situação de vulnerabilidade temporária, calamidade pública, além do benefício excepcional. Na DPDF, o Creas Migrantes está em funcionamento desde novembro do ano passado, de segunda a sexta-feira, das 8h às 18h, oferecendo atendimento socioassistencial em português, inglês, francês e espanhol, e inclusão em programas sociais para imigrantes vítimas de xenofobia, tráfico internacional de pessoas, além de dificuldades de integração envolvendo barreiras linguísticas e culturais. Também são feitos encaminhamentos para serviços de saúde, educação, entre outros. Os interessados podem comparecer diretamente na unidade, para orientações, ou ser encaminhados formalmente por diversos órgãos. Pioneirismo “Nossa capital concentra um número significativo de órgãos públicos e oferece diversas oportunidades de acesso ao mercado de trabalho, atraindo pessoas de diferentes nacionalidades que buscam construir uma nova vida, incluindo aquelas que fogem de conflitos em seus países de origem” Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Apesar de contar com uma unidade própria, o serviço de atendimento específico para migrantes internacionais é oferecido pela Sedes-DF desde 2022. Antes, o trabalho da equipe era realizado em conjunto com Creas da Diversidade, equipamento projetado para atender a diversidade em toda a sua expressão. “O Creas Migrantes é pioneiro no Brasil como uma unidade pública de assistência social e foi implementado há três anos em resposta ao aumento da imigração em Brasília”, afirma a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. “Nossa capital concentra um número significativo de órgãos públicos e oferece diversas oportunidades de acesso ao mercado de trabalho, atraindo pessoas de diferentes nacionalidades que buscam construir uma nova vida, incluindo aquelas que fogem de conflitos em seus países de origem. Por isso é tão importante que esse serviço conte com uma unidade própria, que agora completa um ano de funcionamento.” O gerente do Creas Migrantes, Aquiles Brayner, explica que as pessoas migrantes também podem ser atendidas pelos demais Cras e Creas da região onde residem. “No entanto, diante de situações de violação de direitos pela condição migratória dessas pessoas, elas serão atendidas pela nossa equipe, que é composta por diferentes áreas e realiza o atendimento multilíngue especializado”, enfatiza. Perfil dos imigrantes De acordo com dados da Sedes-DF, atualmente há 6.929 imigrantes inscritos no Cadastro Único (CadÚnico) com endereço ativo no Distrito Federal. Desses, 3.852 são mulheres (55,59%), 3.069 são homens (44,30%) e oito são pessoas transgênero ou não binárias cadastradas (0,11%). 2.929 Número de migrantes que recebem o Bolsa Família no DF O Cadastro Único é uma plataforma que permite ao governo brasileiro identificar a realidade socioeconômica das famílias de baixa renda no país. Funciona como a porta de entrada para programas e benefícios sociais, como o Bolsa Família, o Benefício de Prestação Continuada (BPC) e a tarifa social para desconto na conta luz, entre outros. Ao todo, 2.929 imigrantes recebem o Bolsa Família no DF. Ainda com base nos 6.929 imigrantes inscritos no Cadastro Único, entre as pessoas que já frequentaram a escola, 18 passaram por creche, classe de alfabetização ou pré-escola. Outras 901 migrantes internacionais cursaram o ensino fundamental, incluindo alfabetização para adultos e a Educação de Jovens e Adultos (EJA). Educação O maior contingente corresponde àquelas que cursaram o ensino médio, incluindo a EJA para nível médio, totalizando 2.508 pessoas. Além disso, 941 imigrantes declararam ter frequentado o ensino superior, incluindo pós-graduação, especialização, mestrado ou doutorado. No grupo de imigrantes que atualmente frequentam a escola, 269 estão na creche, classe de alfabetização ou pré-escola. Apenas oito frequentam o ensino fundamental até o 5º ano, incluindo alfabetização de adultos e EJA inicial. Outros 1.411 frequentam o ensino fundamental, incluindo a EJA. No ensino médio, há 309 imigrantes frequentando essa modalidade, incluindo a EJA para nível médio, enquanto 75 estão no ensino superior ou em cursos de pós-graduação. O levantamento mostra ainda que 489 imigrantes não possuem nenhum curso declarado no Cadastro Único. Suporte [LEIA_TAMBEM]Inscrita no CadÚnico, Ewa Lamina, de 30 anos, é natural da Nigéria e chegou ao Brasil em 2022. Ela relata que começou a ser atendida pelo Creas Migrantes no início deste ano, após ter sido acompanhada pela equipe do Creas de Taguatinga. Desde então, recebeu acompanhamento com especialistas da Sedes-DF e acesso ao Cartão Prato Cheio e outros programas sociais, incluindo auxílios relacionados à moradia e à situação de vulnerabilidade socioeconômica, oferecidos pela pasta. “Meu objetivo daqui para a frente é conseguir uma oportunidade de trabalho para que eu consiga cuidar do meu filho pequeno, uma oportunidade em que eu possa ter condições financeiras de manter a família”, afirma ela. Em 18 de dezembro de 1990, a Assembleia Geral da Organização das Nações Unidas (ONU) adotou a Convenção Internacional sobre a Proteção dos Direitos de Todos os Trabalhadores Migrantes e de seus Familiares. Posteriormente, em 2000, a ONU proclamou 18 de dezembro como o Dia Internacional dos Migrantes, com o objetivo de chamar a atenção para o elevado número de migrantes no mundo e a necessidade de garantir o respeito aos direitos desse público. *Com informações da Sedes-DF
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Hospital de Base inaugura novo arco cirúrgico e reforça capacidade assistencial
O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) inaugurou, nesta quinta-feira (18), um novo arco cirúrgico, equipamento essencial para procedimentos que exigem visualização interna precisa e em tempo real durante as cirurgias. Além de ampliar o parque tecnológico do hospital, o aparelho contribui para tornar os procedimentos mais seguros e eficientes. O investimento fortalece a autonomia cirúrgica da maior unidade hospitalar do Distrito Federal, amplia o acesso da população a procedimentos complexos e reafirma o compromisso do Instituto de Gestão Estratégica em Saúde (IgesDF) com uma saúde pública moderna, segura e resolutiva. A nova tecnologia representa uma versão mais moderna e avançada dos outros oito aparelhos do tipo já existentes no Hospital de Base. O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) inaugurou um novo arco cirúrgico, equipamento que contribui para tornar os procedimentos mais seguros e eficientes | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF O nome arco cirúrgico faz referência ao formato em “C” do aparelho, que permite mobilidade e a captação de imagens em diferentes ângulos, sem a necessidade de movimentar o paciente durante o procedimento. O recurso é utilizado em cirurgias de ortopedia, cardiologia, neurologia, urologia e gastroenterologia. Segundo o diretor de Atenção à Saúde do IgesDF, Edson Gonçalves, o novo equipamento incorpora avanços tecnológicos importantes, como menor emissão de radiação e integração imediata ao sistema de prontuário eletrônico, o que possibilita acesso mais rápido às imagens durante os procedimentos. “Com a visualização imediata, o médico não precisa esperar a revelação de filmes radiográficos para confirmar se um procedimento foi bem-sucedido. Ele já consegue ver na hora”, detalha. [LEIA_TAMBEM]Na prática, esses avanços impactam diretamente a rotina cirúrgica da unidade. Além de reduzir a dependência de equipamentos mais antigos, o novo arco cirúrgico amplia a capacidade cirúrgica com suporte de imagem, otimiza o uso das salas operatórias e contribui para a redução das filas de espera. A especialista clínica Maria Carolina Campelo destaca que o aparelho garante maior eficiência tanto em procedimentos complexos quanto nos de menor porte. “Essa máquina tem resolução muito alta, o que permite ampliar a imagem com bastante zoom e visualizar a região operada com muitos detalhes e alta acurácia”, complementa. Para a gestão do IgesDF, a entrega do equipamento reforça uma estratégia mais ampla de modernização da rede. O presidente do Instituto, Cleber Monteiro, ressalta que o novo arco cirúrgico representa um avanço concreto na qualidade da assistência prestada pelo Hospital de Base. “Temos buscado tecnologias que vão realmente fazer a diferença para o paciente, e isso é a nossa razão de ser. Podem ter certeza de que estamos em tratativas para adquirir outros equipamentos do mesmo nível, para que todos tenham acesso ao melhor equipamento possível”, afirma. O nome arco cirúrgico faz referência ao formato em “C” do aparelho, que permite mobilidade e a captação de imagens em diferentes ângulos, sem a necessidade de movimentar o paciente durante o procedimento Modernidade e benefícios A aquisição do novo arco cirúrgico representa uma solução tecnicamente superior, mais segura e alinhada à política institucional de redução de riscos e modernização da infraestrutura hospitalar. A Gerência de Engenharia Clínica do IgesDF foi responsável pela especificação técnica do equipamento e pela condução de todo o processo de instalação, assegurando conformidade regulatória, segurança operacional e plena integração à rotina assistencial do Hospital de Base. O investimento foi de R$ 1,27 milhão, viabilizado por emendas parlamentares da bancada do Distrito Federal na Câmara dos Deputados. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Novas calçadas no Riacho Fundo II ampliam mobilidade de pedestres
As obras para a construção de novas calçadas no Riacho Fundo II continuam e já começam a transformar a mobilidade de pedestres na região. Ao todo, cerca de 11 mil m² de passeios estão sendo executados no trajeto que liga a QS 6 à QS 20, passando por pontos importantes da cidade, como a rodoviária da região administrativa. A iniciativa busca garantir mais segurança e conforto para quem circula pela região. Com investimento de R$ 1,1 milhão do Governo do Distrito Federal (GDF), a obra é executada pela empresa RVA, contratada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), em parceria com a Administração do Riacho Fundo II. Com investimento de R$ 1,1 milhão do Governo do Distrito Federal (GDF), a obra é executada pela empresa RVA, contratada pela Sedet-DF, em parceria com a Administração do Riacho Fundo II | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Segundo a vice-governadora Celina Leão, iniciativas como esta mostram como o governo está atento às necessidades da população. “Nós estamos atendendo a uma solicitação legítima da população. Como poder público, estamos cumprindo o nosso dever de garantir mobilidade e segurança. As obras também levam cidadania ao incluir as pessoas com mobilidade reduzida, garantindo que possam se deslocar com mais autonomia”, ressalta. A administradora regional, Ana Maria da Silva, destaca a celeridade das obras. “Essa calçada tem 11 mil m² e, em apenas três semanas de obra, a empresa já avançou bastante. A rapidez surpreendeu e os serviços estão próximos de serem finalizados”, afirmou. Segundo ela, trechos concluídos já começaram a ser utilizados pelos moradores. “As famílias já estão usufruindo, passeando com os filhos, andando de bicicleta, passeando com animais. Como ciclista, eu já usava essa calçada antes, mesmo bastante danificada. E agora a diferença é visível”, completou. Morador da região desde 2005, o motorista de ônibus Edgar Martins, de 63 anos, destacou a mudança na rotina após o início das obras. “Antes, estava tudo quebrado, era perigoso. Eu não andava no passeio, andava no asfalto. Agora está ficando maravilhoso, dá mais segurança, evita atropelamento e crianças correndo na rua. Está ficando bacana mesmo”, relatou. "Antes, estava tudo quebrado, era perigoso. Eu não andava no passeio, andava no asfalto. Agora está ficando maravilhoso, dá mais segurança, evita atropelamento e crianças correndo na rua. Está ficando bacana mesmo” A dona de casa Maria Ribeiro, 57, conta que as condições anteriores da calçada limitavam até atividades simples do dia a dia. “Eu evitava fazer caminhada porque caía muito, a pé e de bicicleta também. Agora está bem segura, tranquila, dá pra fazer caminhada sossegada. Quando começaram a medir a área, há algumas semanas, eu já fiquei alegre, porque sabia que ia melhorar. Agora então, com a obra quase pronta, nem se fala”, acentuou. Além das calçadas, a região também recebe intervenções complementares, como a construção de uma ciclovia próxima ao local, com 10 km até o Balão do Periquito, ampliando as opções de mobilidade ativa e uso dos espaços públicos no Riacho Fundo II. Para a autônoma Ivonete Figueiredo, 46, as obras e a nova calçada trazem mais qualidade de vida: “Antes era horrível, muito barro. Agora está muito bom, dá pra caminhar, correr. Valoriza a região e fica mais confortável para andar de bicicleta e investir na saúde”, avaliou.
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Detran-DF lança Balcão Virtual para atendimento ao cidadão
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) lança mais uma plataforma para facilitar o atendimento ao cidadão, com flexibilidade de horários e na comodidade de sua casa. É o Balcão Virtual, canal de atendimento 100% digital que permite ao cidadão solicitar serviços sem ter que se deslocar a uma unidade presencial. Na nova plataforma, o cidadão vai comprovar a autenticidade da solicitação dos serviços de forma digital, pelas contas prata ou ouro do Gov.br, podendo solicitar de casa até mesmo aqueles serviços que não podiam ser feitos de forma automatizada nas demais plataformas do Detran-DF, pois exigiam a aferição da identidade do condutor, proprietário ou representante legal. O Detran-DF já estuda a possibilidade de disponibilizar o acesso ao Balcão Virtual também pelo aplicativo Detran-DF Digital | Foto: Divulgação/Detran-DF No Balcão Virtual, o cidadão pode realizar, por exemplo, comunicado de venda de veículo, transferência de veículo de outra unidade da Federação, obtenção da cópia do prontuário de habilitação e solicitação de baixa de gravame. A partir da próxima semana, também serão disponibilizados serviços da Gerência de Penalidades: pedir antecipação do cumprimento de penalidades de suspensão ou cassação, desbloqueio da Carteira Nacional de Habilitação (CNH) e acesso aos processos de penalidades. Esses três serviços representam aproximadamente 70% da demanda por atendimento presencial do setor e, agora, o cidadão vai poder fazer de casa, a qualquer hora do dia ou da noite. Depois de solicitado, o serviço será executado por um servidor e a resposta será disponibilizada no ambiente virtual, evitando o deslocamento e garantindo que a solicitação seja feita a qualquer tempo, 24h por dia. “Como a solicitação não depende de consulta a banco de dados, mesmo se houver indisponibilidade no sistema do Detran, o Balcão Virtual continua em operação, poupando tempo e evitando deslocamentos desnecessários ao cidadão”, explica o coordenador-geral de Atendimento, André Lima. Segurança e praticidade O Balcão Virtual pode ser acessado pelo Portal de Serviços, na aba “atendimento”, ou diretamente pelo endereço eletrônico, utilizando o login pelo Gov.br de conta prata ou ouro, a fim de garantir a autenticidade da solicitação. Para garantir segurança e validade jurídica, os documentos devem ser enviados exclusivamente em formato digital, nítidos e completos. Quando o serviço exigir, as assinaturas devem ser digitais, realizadas por meio do Gov.br ou outro meio aceito legalmente. Somente após o envio correto das informações e documentos o serviço será analisado e executado pelo Detran-DF. Todas as etapas do atendimento são feitas de forma online, desde o envio de documentos até o acompanhamento do andamento da solicitação. Feita a solicitação, o cidadão receberá por e-mail a notificação da confirmação da abertura do pedido, eventuais pendências e conclusão do serviço, mas o cidadão pode acompanhar as etapas do serviço diretamente no próprio ambiente do Balcão Virtual. O Detran-DF já estuda a possibilidade de disponibilizar o acesso ao Balcão Virtual também pelo aplicativo Detran-DF Digital. Uso e aprovação A nova plataforma está em operação experimental desde o dia 11 de novembro e, desde então, todos os 1.080 usuários que utilizaram os serviços disponibilizados avaliaram o atendimento com 5 estrelas. *Com informações do Detran-DF
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Termos de Fomento
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Publicação de Termo de Cooperação Técnica do Viva Flor aprimora atendimento e fortalece política de prevenção
Foi publicada, na edição desta quinta-feira (18) do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), a renovação do Termo de Cooperação Técnica (TCT) que fortalece o programa Viva Flor — política pública de proteção de mulheres em situação de violência doméstica e familiar no DF entre o Governo do Distrito Federal e o sistema de justiça local. A renovação consolida avanços importantes, incluindo o aprimoramento dos fluxos de atendimento e a integração operacional entre Justiça e Segurança por meio do Processo Judicial Eletrônico (PJe), o que garante maior celeridade na comunicação, na análise dos casos e na resposta às vítimas. O TCT foi assinado por meio da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), da Secretaria da Mulher (SMDF), do Tribunal de Justiça do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (TJDFT), Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), das polícias Civil (PCDF) e Militar (PMDF) e do Corpo de Bombeiros (CBMDF). Segundo o Secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, celebrar a renovação do Termo de Cooperação Técnica do Viva Flor é reafirmar o compromisso do Governo do Distrito Federal com uma política pública que salva vidas e protege mulheres em situação de violência. "Trata-se de uma iniciativa que materializa a integração entre Justiça e Segurança Pública, com fluxos mais eficientes, uso de tecnologia e atuação humanizada. Nosso objetivo é claro: fortalecer uma rede moderna, eficaz e sensível, para que nenhuma mulher enfrente a violência sozinha”, afirmou. Nesta quinta-feira (18), Avelar reuniu-se com representantes dos principais veículos de comunicação do DF para tratar do formato de divulgação de casos de violência e o Viva Flor foi um dos temas abordados. “Este é um tema urgente e prioritário. Nos reunimos para reforçar que o objetivo não é pautar a imprensa, mas construir diretrizes baseadas em evidências para que essa divulgação seja cada vez mais eficaz. Defendemos a união dos grandes veículos em uma agenda permanente de aprimoramento da comunicação sobre feminicídio e violência doméstica”, completou. Inicialmente, o Viva Flor funcionava apenas por meio de um aplicativo no celular. A partir de 2021, passou a contar também com um dispositivo próprio semelhante a um telefone móvel | Divulgação/SSP-DF O TCT garante, ainda, que o atendimento de emergência por meio do Copom Mulher da Polícia Militar do DF (PMDF) passe a integrar o sistema de acolhimento e que seja feita a capacitação de todos os operadores do Centro de Operações da PMDF (Copom), para atualização de conhecimentos relacionados ao protocolo de atendimento. A secretária da Mulher Giselle Ferreira ressalta a importância do trabalho em rede e da proteção das mulheres. “O Viva Flor representa o compromisso do Governo do Distrito Federal com a proteção das mulheres. É uma política pública que vai além da prevenção: ela age no tempo certo para evitar que a violência avance. Com ele estamos dizendo claramente às mulheres que elas não estão sozinhas e que o Estado estará ao lado delas no momento em que mais precisarem”, ressaltou. Para a subsecretária de Prevenção Criminal, Regilene Rozal, o crescimento expressivo representa o esforço do GDF em fortalecer os programas de proteção a mulheres vítimas de violência, de forma eficiente e responsável. “O Viva Flor é um programa que evoluiu com responsabilidade, inovação e foco em resultados concretos. Desde o projeto piloto, avançamos significativamente em vários aspectos, permitindo, por exemplo, que a mulher já saia da delegacia de polícia com a proteção ativa, reduzindo de forma expressiva o tempo de resposta do poder público. Hoje, contamos com soluções tecnológicas que ampliam o acesso, seja por aplicativo no celular da vítima ou por meio de dispositivos fornecidos pelo Estado, garantindo inclusão e segurança. Os números demonstram a efetividade da política: mais de 2.700 mulheres já passaram pelo programa, com cerca de 1.540 atualmente atendidas, e nenhum caso de feminicídio entre as participantes. Isso comprova que a eficiência precisa caminhar junto com a ampliação da proteção”. Crescimento Criado como projeto piloto em 2017 e implementado oficialmente em 2018, o Viva Flor utiliza duas tecnologias de proteção: aplicativo (instalado no aparelho da mulher) e dispositivo (Smartphone emprestado pela SSP) de acionamento imediato com georreferenciamento, assegurando atendimento prioritário pelas forças de segurança e proteção em tempo real. Desde sua implantação, o programa registra 100% de eficácia, sem feminicídios entre as mulheres assistidas. Desde a criação, em 2018, o número de mulheres assistidas cresceu de forma gradativa, chegando a 1540 mulheres participantes atualmente. As regiões administrativas de Santa Maria, Ceilândia, Gama, Riacho Fundo, Taguatinga, Planaltina, Águas Claras, Recanto das Emas, Sobradinho I, Sobradinho II, Samambaia, São Sebastião, Guará, Brasília, Paranoá, Brazlândia, Sol Nascente, Estrutural, Itapoã, Núcleo Bandeirante, Jardim Botânico, Riacho Fundo I, Riacho Fundo II, Vicente Pires, Lago Norte, Cruzeiro, Fercal, Sudoeste, Arniqueira, Candangolândia, Lago Sul, Águas Lindas, Park Way, Sia, Varjão do Torto, Guará e Estrutural. A faixa etária predominante das mulheres atendidas está entre 30 e 59 anos. “O Programa Viva Flor é um exemplo concreto de como a atuação integrada do Estado salva vidas. A renovação dessa cooperação técnica reafirma o compromisso da Polícia Civil do Distrito Federal com a proteção das mulheres em situação de violência doméstica e familiar, especialmente aquelas sob risco extremo e iminente de violência grave ou potencialmente letal. A possibilidade de ingresso no programa, tanto por decisão judicial quanto por ato administrativo do delegado de polícia, reduziu de forma significativa o tempo entre a denúncia e a disponibilização do dispositivo de proteção, tornando as medidas protetivas mais efetivas”, destacou o assessor-chefe da Ascom da PCDF, delegado Lúcio Valente. Acesso facilitado A entrada no programa ocorre por decisão judicial — com a concessão da medida protetiva — ou por ato administrativo do delegado de polícia, conforme previsto em portaria conjunta entre SSP-DF, PMDF e Polícia Civil do DF (PCDF). Essa inovação reduziu significativamente o tempo entre a denúncia da violência e a disponibilização do dispositivo de proteção, ampliando a efetividade das medidas. Tecnologia Inicialmente, o Viva Flor funcionava apenas por meio de um aplicativo no celular. A partir de 2021, passou a contar também com um dispositivo próprio semelhante a um telefone móvel, viabilizando, desta forma, a inclusão das mulheres em situação de maior vulnerabilidade. Atualmente, as duas ferramentas estão disponíveis às mulheres com medidas protetivas. Expansão Neste ano, um dos avanços foi a expansão do Programa Viva Flor, que passou a ser implementado também em delegacias circunscricionais. Antes restrito às Delegacias Especiais de Atendimento à Mulher I e II (Deams I e II), na Asa Sul e Ceilândia respectivamente, o projeto foi ampliado para Paranoá, Planaltina, Gama, Santa Maria e Brazlândia. O serviço permite que as vítimas saiam das delegacias já com o dispositivo de proteção e monitoramento, garantindo resposta rápida e mais segurança. Delegacias que oferecem o serviço •Deam I e II - Asa Sul e Ceilândia •6ª DP – Paranoá •16ª DP – Planaltina •18ª DP – Brazlândia •20ª DP – Gama •27ª DP – Recanto das Emas *Com informações da SSP-DF
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Produto Interno Bruto da Ride-DF será apresentado nesta sexta (19)
O Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF) fará, nesta sexta-feira (19), às 10h, a apresentação dos dados do Produto Interno Bruto (PIB) da Região Integrada de Desenvolvimento do Distrito Federal e Entorno (Ride-DF), referentes aos anos de 2022 e 2023. Arte: Divulgação/IPEDF A divulgação traz uma análise detalhada do desempenho econômico da Ride-DF, contribuindo para a compreensão da dinâmica produtiva regional e para o aprimoramento do planejamento e das políticas públicas voltadas ao desenvolvimento do território. A apresentação será transmitida ao vivo pelo canal do YouTube do IPEDF. Apresentação do Produto Interno Bruto da Ride-DF ⇒ Data: sexta-feira (19) ⇒ Horário: 10h ⇒ Acompanhe pelo canal do IPEDF no YouTube ⇒ Mais informações: comunicacao@ipe.df.gov.br.
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Encontro reforça pacto pela comunicação responsável no enfrentamento à violência doméstica
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) promoveu, na manhã desta quinta-feira (18), um encontro com representantes dos principais veículos de comunicação do Distrito Federal para discutir estratégias de enfrentamento à violência doméstica e familiar e o formato de divulgação dos casos. O diálogo reuniu instituições do Sistema de Justiça e de Proteção — Ministério Público, Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT) e Defensoria Pública — com o objetivo de apresentar material técnico produzido em parceria e alinhar diretrizes de comunicação responsável, prevenção e cooperação institucional. A iniciativa teve como foco qualificar a cobertura jornalística sobre violência de gênero, a partir de fundamentos técnicos, estatísticos e jurídicos, incluindo o debate sobre o chamado “efeito copycat” (contágio/imitação) e como a forma de noticiar pode influenciar percepções, comportamentos e, sobretudo, a busca por ajuda. Em encontro com jornalistas, o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, ressaltou a importância da transparência | Fotos: Divulgação/SSP-DF Na abertura, foi ressaltado o caráter colaborativo do encontro, pensado como espaço de escuta, troca e alinhamento para ampliar o acesso da população a informações seguras, úteis e humanizadas. O material foi produzido por meio de um grupo de trabalho, formado a partir de encaminhamento de uma reunião do grupo executivo da Câmara Técnica de Monitoramento de Homicídios e Feminicídios (CTMHF). O secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, reforçou que a construção proposta é conjunta e baseada em evidências, com compromisso inegociável com a transparência. “O compromisso que nós temos aqui é a transparência. A gente quer construir um pacto experimental para fazer do Distrito Federal um modelo que pode dar certo e servir de exemplo para o restante do país”, destacou Sandro Avelar, ao defender a união dos grandes veículos em uma agenda permanente de aprimoramento da comunicação sobre feminicídio e violência doméstica. "Não é ‘combate ao feminicídio’ como se ele fosse o começo. Feminicídio é consequência. A gente tem que combater o machismo e a violência doméstica" Alexandre Patury, secretário executivo de Segurança Pública Durante o encontro, o secretário executivo de Segurança Pública da SSP-DF, Alexandre Patury, reforçou que o enfrentamento deve ocorrer ainda nos primeiros sinais de agressão, e que a mensagem pública precisa ser clara quanto à intolerância institucional à violência. “Não é ‘combate ao feminicídio’ como se ele fosse o começo. Feminicídio é consequência. A gente tem que combater o machismo e a violência doméstica. É lá no empurrão, no soco, naquela ‘pequena violência’, que a pessoa tem que ser alcançada pelo braço firme do Estado — e com a ajuda dos meios de comunicação dizer: nós não toleramos, nós não aceitamos”, afirmou. Para o secretário-executivo Institucional e de Políticas Públicas de Segurança, Paulo André Vieira, o encontro marca um ponto de virada ao colocar, na mesma mesa, os poderes e instituições que compõem a resposta do Estado, além da imprensa, reconhecida como força cultural capaz de salvar vidas. “Nós temos aqui o Executivo, o Judiciário, o Ministério Público, a Defensoria e o quarto poder, que por muitas vezes é o primeiro poder: a imprensa. É ela que muda cultura, que faz as coisas acontecerem. O que a gente ganha com isso é uma mudança estrutural: vida e legado”, enfatizou. Evidências A CTMHF apresentou achados e alertas sobre riscos associados a picos de exposição e como o tema exige responsabilidade adicional na cobertura. Em um dos pontos técnicos, o coordenador da Câmara, Marcelo Zago, detalhou a importância de fortalecer a confiança nas medidas protetivas e nos serviços já existentes no DF. “O cenário ideal, do ponto de vista de dados, é aumentar o registro da violência doméstica — reduzindo a subnotificação — e diminuir feminicídios. Aqui, toda morte suspeita de mulher é registrada inicialmente como feminicídio para evitar subnotificação e garantir protocolo específico de investigação”, explicou. No encontro com a imprensa, representantes do Executivo e do Judiciário ressaltaram a importância de uma parceria com o chamado quarto poder Representantes do Sistema de Justiça reforçaram que o objetivo não é pautar a imprensa, mas construir diretrizes baseadas em evidências para evitar romantização, culpabilização da vítima, detalhes cruéis, linguagem que normalize a violência e conteúdos que reforcem estereótipos. “A ideia é trazer fundamentos e também um quadro de diretrizes práticas para que, ao comunicar feminicídios, a gente transmita a rede de proteção e não reforce julgamentos e estereótipos”, explicou a defensora pública e coordenadora do Núcleo de Promoção e Defesa dos Direitos das Mulheres da Defensoria Pública do DF, Rafaela Mitre. A juíza Fabriziane Zapata, coordenadora do Núcleo Judiciário da Mulher (NJM) e titular do Juizado de Violência Doméstica e Familiar do Riacho Fundo, ressaltou a importância da parceria entre os órgãos. “O nosso objetivo é ter a imprensa ao nosso lado. O TJDFT conta com 19 Juizados de Violência Doméstica e uma Coordenadoria da Mulher que articula o Judiciário com as políticas públicas, em parceria permanente com a SSP-DF e outras áreas do governo. Este é um momento especial para aproximar ainda mais a imprensa desse tema e caminhar juntos na mesma direção. A mídia chega onde o Estado não consegue chegar, e esse diálogo é fundamental para qualificar o debate público e fortalecer as políticas de enfrentamento à violência contra a mulher.” Na mesma linha, a promotora de justiça do MPDFT, Gabriela Gonzales, reforçou o papel social do jornalismo na desconstrução de um imaginário historicamente permissivo à violência contra a mulher. “Quem está presente no dia a dia das famílias são vocês, não o Ministério Público. Por isso, a importância de caminharmos juntos para conscientizar e desconstruir uma violência que sempre foi minimizada. Hoje apresentamos esse aporte teórico para fortalecer o diálogo permanente com a imprensa. Por isso, o papel de vocês é fundamental para conscientizar a população diante do avanço da violência doméstica e para nos ajudar a desconstruir um imaginário social que, historicamente, minimizou e inviabilizou esse tipo de violência. Caminhar juntos é essencial para transformar essa realidade.” Imprensa “Essa parceria me parece fundamental para melhorar a nossa comunicação e atingir o sonho de não ter feminicídio na capital do Brasil" Henrique Chaves, jornalista O debate também reuniu percepções práticas de redação, destacando o desafio do “tempo real” e do impacto das manchetes e imagens. A colunista Isadora Teixeira, do Portal Metrópoles, defendeu a construção de padrões objetivos para que, já nas primeiras notas factuais, a notícia venha acompanhada de orientação, rede de proteção e canais de ajuda. “A reportagem chega em minutos. A gente precisa aprofundar como lidar com termos, imagens e urgência — e pensar um padrão pronto, inclusive para rede social, com informações que ajudem a população”, pontuou, ao sugerir diálogo permanente com as redações e abertura para conteúdos educativos e artigos de instituições parceiras. O editor e apresentador da Record, Henrique Chaves, reforçou que, embora exista pressão por audiência e apelo, a comunicação pode e deve ser força a favor da vida. “Essa parceria me parece fundamental para melhorar a nossa comunicação e atingir o sonho de não ter feminicídio na capital do Brasil. A repetição é um perigo. Eu tenho uma luta diária por notícias boas — e hoje saio daqui com novas palavras e ferramentas para comunicar melhor e salvar vidas”, declarou. Efeito copycat Um dos pontos centrais do encontro foi o debate sobre o efeito copycat — termo usado para descrever o aumento de atos semelhantes após a exposição a um modelo amplamente divulgado pela mídia, especialmente quando há cobertura intensa, repetitiva e com elementos sensacionalistas. Estudos contemporâneos apontam que esse risco tende a crescer quando se combinam motivação individual (como transtornos psicológicos, desejo de notoriedade, crises e sentimento de exclusão), alta disponibilidade de modelo (exposição midiática massiva, detalhamento de método, romantização ou justificativas do crime) e ausência de mecanismos inibitórios (falhas de controle social e moral, percepção de impunidade e normalização da violência). *Com informações da SSP-DF
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Após um ano de reabertura, Teatro Nacional Claudio Santoro recebeu mais de 100 mil pessoas e quase 150 eventos
O Teatro Nacional Claudio Santoro completa, nesta quinta-feira (18), um ano de reabertura após a restauração da Sala Martins Pena. Em 12 meses, o espaço recebeu quase 150 eventos, atraiu mais de 100 mil pessoas, artistas de todo o DF, do Brasil e do mundo — devolvendo ao público um dos principais patrimônios culturais da capital. A retomada foi marcada por uma programação plural, com espetáculos de diferentes linguagens artísticas, grandes atrações nacionais e forte presença da produção local. A circulação constante de público transformou o teatro novamente em ponto de encontro, convivência e experiência cultural, após um longo período de portas fechadas. Para o secretário de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal, Claudio Abrantes, o primeiro ano simboliza mais do que números. “Esse período representa a volta do teatro para quem sempre foi seu verdadeiro dono: o público. A demanda reprimida virou aplauso, encontro e experiência”, afirmou. Segundo ele, artistas e espectadores têm destacado a qualidade da acústica, o conforto e as condições de acessibilidade da sala restaurada. A retomada foi marcada por uma programação plural, com espetáculos de diferentes linguagens artísticas, grandes atrações nacionais e forte presença da produção local | Foto: Agência Brasília O reconhecimento também veio de quem subiu ao palco. A cantora Priscila Alcântara classificou a Sala Martins Pena como uma das melhores acústicas do Brasil. Já o músico Toquinho, ao visitar o espaço, definiu o teatro como um “teatrinho lindo”, em tom afetuoso, ressaltando a atmosfera acolhedora do ambiente. Além da Martins Pena, a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) tem utilizado o foyer da Sala Villa-Lobos como espaço de experimentação e convivência. Naturalmente interdisciplinar, o local vem sendo ocupado por atividades que ampliam o uso cultural do teatro e aproximam diferentes públicos. A agenda de investimentos continua. De acordo com Abrantes, uma nova etapa do restauro do Teatro Nacional começa em janeiro de 2026. Estão previstas intervenções na Sala Villa-Lobos, na Sala Alberto Nepomuceno e no Espaço Dercy Gonçalves, com foco na preservação do patrimônio e na ampliação do acesso da população à cultura. Ao completar um ano de reabertura, o Teatro Nacional reafirma seu papel como espaço vivo, plural e acessível, reconectando Brasília com um de seus mais importantes símbolos culturais e projetando novos capítulos para a cena artística do Distrito Federal. *Com informações da Secec-DF
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