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Detran-DF torna pública a suspensão do direito de dirigir de mais de 2,5 mil condutores

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Restaurantes Comunitários do DF inspiram boas práticas de outros estados

Os restaurantes comunitários do Distrito Federal servem de inspiração a governantes de outros estados como política de segurança alimentar. O Restaurante Comunitário do Varjão, por exemplo, recebeu durante a ação do Nosso Natal, na última quarta-feira (17), representantes de Pernambuco, Santa Catarina, Paraná e do Conselho Federal de Nutrição (CFN) para troca de experiências e boas práticas de programas de combate à fome do Distrito Federal. A comitiva conheceu as estruturas e o funcionamento do restaurante comunitário, onde foi apresentado o modelo de boas práticas de segurança alimentar e nutricional, referência para outras políticas públicas do país. A unidade é gerida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Márcia Ribeiro, secretária-executiva de Segurança Alimentar da prefeitura de Recife, relatou sua experiência durante a visita. “É um restaurante com uma estrutura maravilhosa, a gente na realidade se inspira muito na experiência dos restaurantes comunitários do Distrito Federal para implantar também essa iniciativa em Recife. Chegamos no dia ideal, ver todas estas pessoas, famílias inteiras, tendo essa oportunidade de consumir uma comida de Natal, isso é fantástico”, enalteceu Márcia. A comitiva conheceu as estruturas e o funcionamento do Restaurante Comunitário, onde foi apresentado o modelo de boas práticas de segurança alimentar e nutricional, referência para outras políticas públicas do país | Foto: Divulgação/Sedes-DF A comitiva veio a Brasília para participar do prêmio Brasil Sem Fome, organizado pelo Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS). O Governo do Distrito Federal (GDF) foi destaque com duas ações de combate à fome e promoção da segurança alimentar e nutricional. “Isso só confirma que o governador Ibaneis Rocha é uma liderança nacional no combate à fome, além de enaltecer o trabalho que temos feito neste período em que estou na secretaria. A gente vê a evolução, mas quando outros estados e instâncias reconhecem e levam como referência, temos a certeza de que a população está bem assistida”, afirmou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. Cartão Prato Cheio Os representantes também estiveram no edifício-sede da Secretaria para reunião na Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan), onde conheceram mais sobre o programa Cartão Prato Cheio. O benefício que atende 130 mil famílias com 18 parcelas mensais de R$ 250 para compra de alimentos é referência nacional e foi uma das ações que contribuíram para o primeiro lugar do DF no Selo Betinho de ações de combate à fome. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto nesta quarta-feira (24)

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Segov: execução de obras, nova lei de quiosques e Administração Regional 24 Horas marcam conquistas de 2025

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GDF recupera calçadas no Setor Oeste do Gama

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Zebrinhas ampliam mobilidade e atendem 17 regiões do Distrito Federal

O transporte público é um dos pilares da mobilidade urbana, por garantir acesso a serviços, trabalho e oportunidades. Com esse foco, o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF), amplia o transporte de vizinhança, o Zebrinha, voltado à circulação interna dos bairros e à conexão com áreas comerciais, rodoviárias e estações de metrô. Antes restrito ao Plano Piloto, o serviço hoje alcança 17 regiões administrativas e transporta cerca de 20,7 mil pessoas por dia. A Semob-DF avalia que a expansão tem sido um sucesso e estuda novas áreas para receber o serviço. Em Águas Claras, primeira região fora do centro de Brasília a receber o Zebrinha, o número de viagens foi ampliado e há expectativa de crescimento adicional. “Para implantar uma nova rota, o governo considera dois fatores principais: o interesse de deslocamento, isso é, para onde e como os usuários querem viajar, e a existência de demanda suficiente que justifique o investimento, já que o governo subsidia parte da tarifa”, explica o secretário de Transporte e Mobilidade, Zeno Gonçalves. A passagem do Zebrinha custa R$ 2,70, valor mantido pelo complemento tarifário pago pelo GDF, responsável por garantir que Brasília tenha hoje a tarifa média mais baixa do Brasil. O GDF leva em conta dois fatores antes de implantar novas linhas de transporte público: interesse de deslocamento e tamanho da demanda | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília O secretário destacou que, nos últimos meses, a demanda pelos miniônibus cresceu 26%, reflexo da recuperação do transporte público no DF. “Brasília foi a primeira capital a retomar os níveis pré-pandemia. Em 2019, eram 359 milhões de viagens por ano; após queda durante a crise sanitária, o sistema alcançou 362 milhões em 2024 e deve chegar a quase 390 milhões de viagens em 2025”, destaca. Esse crescimento, segundo ele, é resultado da renovação da frota, hoje a mais nova do país, além da manutenção das tarifas e da maior confiança dos usuários. Atualmente, o Zebrinha opera com 68 veículos, e a secretaria estuda novas expansões para o primeiro semestre do próximo ano. Como os ônibus são menores, precisam ser encomendados especificamente para o serviço. A iniciativa funciona como integração de ônibus e metrô. O usuário paga R$ 2,70 na primeira viagem e complementa até R$ 5,50 caso faça segunda ou terceira viagem no mesmo sentido. Se utilizar somente deslocamentos internos nos bairros atendidos, paga apenas a tarifa básica. Pioneiro O tempo gasto diminuiu e a qualidade do deslocamento de Carla Tavares aumentou com a chegada dos Zebrinhas a Águas Claras  Em operação há quase dois anos, a linha 0.008 de Águas Claras foi uma das primeiras do transporte de vizinhança a operar fora das regiões do Plano Piloto, Cruzeiro, Sudoeste e Noroeste. Segundo a Semob-DF, a região transporta cerca de mil passageiros por dia e serve de alternativa, principalmente, para aqueles que moram nas quadras mais distantes das estações do metrô. Além disso, é muito útil para estudantes de escolas e universidades particulares da região. O motorista dessa linha, Roberto Lopes, 39, contou que está há cerca de seis meses na rota e que o fluxo de passageiros aumentou significativamente ao longo do último ano, desde que o Zebrinha começou a operar na região. Segundo ele, os horários de maior movimento são por volta das 7h. Moradora do Gama e trabalhadora em Águas Claras, a cuidadora de crianças Carla Tavares, 48, conta que o Zebrinha mudou completamente o deslocamento diário. Antes, fazia todo o trajeto a pé após descer do ônibus. Agora, com o transporte de vizinhança, consegue reduzir o percurso e chegar ao trabalho com mais rapidez. Ela afirma que o serviço facilitou muito a rotina e diminuiu o tempo total de viagem. “Eu gosto muito, porque antes eu caminhava cerca de 40 minutos para chegar ao trabalho. Muito mais confortável, e não é cheio.” Zebrinha reduz tempo de deslocamento para trabalhadores e estudantes entre regiões administrativas atendidas A estagiária Sara Gualberto, 24, utiliza o metrô diariamente para chegar ao trabalho. Antes de o Zebrinha operar na região, tinha que ir a pé até a estação, o que se tornava um desconforto diário, e atualmente o trajeto se tornou mais prático e rápido. “Hoje mesmo eu acordei um pouquinho atrasada e mesmo assim consegui pegar ele. Estava saindo e ele estava passando. Para mim é superprático. Passa perto da minha casa”, afirma. O trajeto do Zebrinha em Águas Claras passa pela administração regional, Arniqueira, Concessionária, Taguatinga Shopping e da Universidade Católica de Brasília, um circuito de aproximadamente uma hora e meia. Os ônibus operam das 6h às 23h com intervalos fixos de 30 minutos, inclusive nos horários de pico. Maior programa de gratuidade [LEIA_TAMBEM]Entre as ações de maior impacto está o programa Vai de Graça, que democratizou a circulação no transporte público aos domingos e feriados. Desde o início do programa, mais de 20,4 milhões de viagens gratuitas foram realizadas, considerando também datas especiais com ampliação do benefício. Antes da medida, o transporte público registrava média de 270 mil acessos aos domingos; hoje, são cerca de 500 mil, um crescimento de 70%, segundo a Secretaria de Transporte e Mobilidade. Esse número é superior ao da maior cidade brasileira com tarifa zero universal, Caucaia (CE), que registra cerca de 385 mil passageiros. Brasília, portanto, possui o maior programa de gratuidade dominical do país, que inclui ônibus e metrô em todo o território do DF.

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Ibaneis Rocha inaugura reforma da Praça dos Estados, na Candangolândia

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Festas de fim de ano pedem atenção especial de quem tem diabetes e hipertensão

Ceias, reencontros e celebrações fazem das festas de fim de ano um período esperado por muitas pessoas. Para quem convive com doenças crônicas, como diabetes, hipertensão ou faz uso contínuo de medicamentos, porém, os excessos típicos dessa época podem representar riscos. A endocrinologista do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), Tatiana Wanderley,  indica cuidados essenciais para que todos possam aproveitar as festividades com tranquilidade e responsabilidade. A especialista ressalta que o objetivo não é restringir, mas orientar escolhas seguras. “É totalmente possível curtir as festas, desde que a pessoa conheça suas necessidades e adote pequenos cuidados para evitar descompensações”, afirma. Tatiana Wanderley afirma que é possível curtir as festas desde que se tome certos cuidados com a alimentação | Foto: Bruno Henrique/IgesDF A aposentada Rita Salviano, 73 anos, convive com diabetes há mais de 15 anos e sempre apreciou os pratos tradicionais do Natal. Em 2023, um episódio de mal-estar durante a ceia serviu de alerta. “Eu não sabia que certos pratos podiam aumentar a glicose tão rápido. Fiquei tonta, suando frio, cheguei a cair no chão e precisei ser atendida na UPA”, relembra. Após o susto, Rita passou a seguir rigorosamente as orientações. “Hoje eu como de tudo, mas em quantidades pequenas. Também não saio sem tomar minhas medicações”, destaca. “As ceias concentram carboidratos simples, doces e bebidas alcoólicas. Para o diabético, isso pode provocar picos glicêmicos importantes” Tatiana Wanderley, endocrinologista Casos como o dela são frequentes nesta época do ano. “As ceias concentram carboidratos simples, doces e bebidas alcoólicas. Para o diabético, isso pode provocar picos glicêmicos importantes”, explica Tatiana. Composição do prato e cuidado com o álcool Para quem tem diabetes, o primeiro passo é montar o prato com equilíbrio. Tatiana orienta iniciar a refeição com proteínas, para aumentar a saciedade, fracionar as porções de carboidratos e evitar repetir alimentos ricos em açúcar. “Combinar proteínas magras com legumes e verduras ajuda a reduzir o impacto do açúcar na glicemia”, detalha. O consumo de álcool exige ainda mais cautela. “Não existe uma orientação de consumo seguro. O ideal é reduzir ao máximo e alternar com água para reforçar a hidratação”, alerta. Atenção ao sal escondido Para quem tem hipertensão, pratos muito salgados são os maiores vilões. Embutidos, salames, calabresa, queijos curados, bacalhau mal dessalgado e carnes com tempero excessivo podem elevar rapidamente a pressão arterial. “Alguns pratos parecem inofensivos, mas acumulam grandes quantidades de sal. Isso pode desencadear mal-estar e até crises hipertensivas”, orienta a endocrinologista. Imagem: IgesDF Obesidade e síndrome metabólica Pessoas com obesidade ou síndrome metabólica também devem redobrar os cuidados. Refeições muito calóricas podem causar desconfortos gastrointestinais, especialmente entre quem utiliza medicamentos injetáveis para controle de diabetes tipo 2 e perda de peso. “O ideal é evitar transformar toda a semana em um ciclo de excessos, manter boa hidratação e reforçar a ingestão proteica antes das ceias”, recomenda. Pacientes que utilizam anti-hipertensivos, ansiolíticos, diuréticos ou medicamentos para a tireoide precisam ter atenção redobrada. O álcool pode interagir com essas substâncias e causar reações adversas. “Nenhum remédio deve ser interrompido para que a pessoa possa consumir bebidas alcoólicas”, reforça Tatiana. Quedas e desidratação Entre os idosos, a combinação de cansaço, privação de sono e álcool aumenta o risco de quedas e desidratação. “O ideal é hidratar-se bem, evitar beber em jejum e descansar antes das festas”, orienta. Mesmo com cuidados, alguns sinais exigem busca imediata por atendimento Alterações glicêmicas persistentes Dor no peito, falta de ar ou palpitações Tontura intensa, desmaio ou confusão mental Vômitos repetidos, dor abdominal forte ou sinais de desidratação Inchaço repentino, dor de cabeça intensa ou visão borrada “Se o paciente sentir que algo está diferente do habitual, é melhor procurar ajuda em uma Unidade Básica de Saúde ou Unidade de Pronto Atendimento (UPA). Vale lembrar que os hospitais são destinados a casos mais complexos e de risco de vida, como suspeita de  infarto, AVC, traumas graves, sangramentos intensos, perda da consciência e reações alérgicas graves”, explica a endocrinologista. *Com informações do IgesDF  

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