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Santa Luzia ganha mais iluminação pública e se prepara para receber asfalto e rede de esgoto

A comunidade de Santa Luzia, na Cidade Estrutural, alcança um novo ciclo de urbanização com a chegada de iluminação pública, rede de esgoto, drenagem e asfalto. Durante visita à região, a governadora Celina Leão destacou o pacote de reformas estruturantes do Governo do Distrito Federal (GDF), voltado à ampliação da infraestrutura urbana e à melhoria da qualidade de vida de milhares de moradores de uma das áreas mais vulneráveis do DF. Segundo a chefe do Executivo, a expansão da iluminação pública já representa uma transformação concreta para a população, enquanto as demais obras estruturantes começam a avançar. “A Chácara Santa Luzia está sendo transformada. Uma área que não tinha perspectiva de regularização fundiária agora começa a receber melhorias concretas, como iluminação, esgoto, drenagem e, em breve, asfalto”, afirmou Celina Leão. A governadora Celina Leão destacou o pacote de reformas estruturantes do Governo do Distrito Federal (GDF) | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Transformação urbana Santa Luzia está no centro de um conjunto de intervenções voltadas para urbanização e regularização da comunidade. A implantação da rede de esgoto e da drenagem vai melhorar as condições sanitárias e reduzir problemas históricos relacionados ao escoamento da água da chuva. Já a futura pavimentação chegará em breve para melhorar a mobilidade local, facilitando o deslocamento de moradores, pedestres e veículos, especialmente em períodos chuvosos, quando as vias sofrem com lama e erosão. Para a governadora, as obras simbolizam um novo momento para a região. “As melhorias não chegam sozinhas. Chegam com infraestrutura, com dignidade e com a perspectiva de um futuro melhor para as famílias que vivem aqui”, reforçou Celina Leão. Para o padre Lourenço Ferronato, da Paróquia Jesus Bom Pastor, responsável pela Capela Santa Luzia, a chegada da iluminação representa mais segurança para a comunidade, especialmente no período noturno Iluminação pública A CEB Iluminação Pública e Serviços (CEB IPes) já iniciou a implantação do novo sistema de iluminação em LED na comunidade. Ao todo, serão instalados cerca de 750 postes, em investimento de aproximadamente R$ 700 mil. A governadora ressaltou que essa era uma demanda histórica da comunidade: “É uma alegria para essa população que esperava há anos ter iluminação pública, ou seja, poder chegar em casa sem estar no escuro”.   Segundo o presidente da CEB IPes, Elie Chidiac, parte da instalação já foi concluída e a expectativa é finalizar toda a comunidade nos próximos dias. “São 750 postes e um investimento na ordem de R$ 700 mil. Esperamos que entre 20 e 30 dias toda a comunidade esteja completamente iluminada”, afirmou. De acordo com ele, a nova iluminação vai ampliar a sensação de segurança e melhorar o cotidiano de trabalhadores, estudantes e famílias da região: “Isso, certamente, vai trazer qualidade de vida, sensação de segurança e bem-estar para a população”. Para o padre Lourenço Ferronato, da Paróquia Jesus Bom Pastor, responsável pela Capela Santa Luzia, a chegada da iluminação representa mais segurança para a comunidade, especialmente no período noturno. “A iluminação, sobretudo, trará segurança. As pessoas muitas vezes são obrigadas a voltar para casa à noite, depois do trabalho ou de outras atividades, e a escuridão traz insegurança muito grande”, destacou. Segundo ele, a intervenção também beneficiará os frequentadores da igreja, cujas celebrações ocorrem à noite. “Mesmo para participar das missas, as nossas celebrações são à noite. Para poderem se deslocar de casa até a igreja e depois voltar, eles terão mais proteção estando iluminados”, completou.

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GDF investe mais de R$ 14 milhões para ampliar cirurgias ginecológicas na rede pública

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Aberta consulta pública sobre política de prevenção de acidentes elétricos com animais silvestres

A Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) abriu consulta pública para receber contribuições sobre a criação da Política Distrital de Prevenção de Acidentes Elétricos com Animais Silvestres. O aviso foi publicado nesta quarta-feira (17), no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF), e integra o processo de construção de um marco normativo voltado à proteção da fauna silvestre afetada pela infraestrutura de transmissão e distribuição de energia elétrica. Lobo-guará é solto na natureza: meta da Sema-DF é aprimorar prevenção de acidentes com animais que se aproximam de ambientes urbanos | Foto: Arquivo/Agência Brasília  A proposta busca estabelecer diretrizes para prevenir acidentes envolvendo animais silvestres e reduzir os impactos causados por redes, postes e demais equipamentos do sistema elétrico. A iniciativa também pretende fortalecer mecanismos de monitoramento, prevenção e mitigação de ocorrências que resultem em ferimentos ou mortes de espécies presentes no território do Distrito Federal. “Estamos construindo uma política pública que une proteção ambiental, conhecimento técnico e participação social”, aponta o secretário do Meio Ambiente, Rafael Santana. “O objetivo é reduzir os impactos sobre a fauna silvestre e ampliar as medidas de prevenção em áreas onde a infraestrutura elétrica representa risco para os animais.” Desenvolvimento sustentável [LEIA_TAMBEM]A consulta pública permanecerá aberta até 11 de julho, período em que cidadãos, pesquisadores, representantes do setor elétrico e organizações da sociedade civil poderão encaminhar sugestões ao texto em discussão. As contribuições recebidas servirão de subsídio para o aperfeiçoamento da proposta antes das próximas etapas de tramitação. “O desenvolvimento sustentável exige planejamento e responsabilidade”, enfatiza a governadora Celina Leão. “Estamos trabalhando para construir soluções que conciliem o crescimento da infraestrutura com a conservação dos recursos naturais e da fauna do Distrito Federal.” Os documentos submetidos à consulta estão disponíveis no portal da Secretaria do Meio Ambiente. As manifestações poderão ser encaminhadas aos endereços eletrônicos asbio@sema.df.gov.br e gedoc@sema.df.gov.br até as 23h59 de 11 de julho. Após o encerramento da consulta, as contribuições serão analisadas pela equipe técnica da secretaria. A expectativa é que as sugestões auxiliem na consolidação de uma política pública capaz de ampliar a proteção dos animais silvestres e reduzir os riscos associados à operação da rede elétrica no Distrito Federal.    *Com informações da Secretaria do Meio Ambiente

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No Dia Mundial da Doença Falciforme, Hemocentro entrega carteirinhas de identificação a pacientes

Em alusão ao Dia Mundial de Conscientização sobre a Doença Falciforme, celebrado nesta sexta-feira (19), a Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) vai realizar a entrega oficial de novas carteirinhas de identificação para pacientes do Distrito Federal. O evento social ocorrerá a partir das 14h30, no Auditório do Hemocentro, reunindo usuários e familiares. O documento foi estruturado para funcionar como uma ferramenta de segurança clínica nas portas de urgência e emergência da rede pública de saúde.  Nesta semana, o Hemocentro promoveu capacitação técnica para aprimorar o acolhimento imediato de pessoas com doença falciforme | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A iniciativa consolida o papel da FHB como o órgão coordenador da política de atenção integral a esse público no âmbito do Distrito Federal. Nesta nova etapa, foram confeccionadas 229 carteirinhas para os usuários que cumpriram os requisitos institucionais estabelecidos. A distribuição ocorre em um encontro presencial que contará também com dinâmicas conduzidas pelas equipes de enfermagem e psicologia da fundação.  "Pessoas com doença falciforme podem apresentar complicações agudas, como crises intensas de dor, infecções e anemia grave, que exigem intervenção precoce. A carteira contribui para que as equipes identifiquem rapidamente a condição clínica e adotem as condutas apropriadas" Marcelo Jorge Carneiro, hematologista do Hemocentro de Brasília O lançamento do documento complementa o esforço de integração da rede iniciado na quarta-feira (17), quando o Hemocentro promoveu uma capacitação técnica no auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs). Na ocasião, gestores e profissionais de saúde da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF), do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) e do Hospital da Criança de Brasília (HCB) debateram estratégias para aprimorar e acelerar o acolhimento imediato desses pacientes nas linhas de frente dos hospitais e das UPAs. Tecnologia e segurança no socorro imediato  A nova versão da carteirinha reuniu diretrizes específicas de classificação de risco e possui um QR code que direciona o médico plantonista diretamente a protocolos de urgência e manuais técnicos. A ferramenta visa subsidiar as equipes de saúde na tomada de decisões rápidas e qualificadas durante episódios críticos da patologia. O chefe da Unidade Técnica e hematologista do Hemocentro de Brasília, Marcelo Jorge Carneiro, ressalta que o documento foi desenhado para mitigar os impactos das intercorrências mais comuns da doença. "Pessoas com doença falciforme podem apresentar complicações agudas, como crises intensas de dor, infecções e anemia grave, que exigem intervenção precoce. A carteira contribui para que as equipes identifiquem rapidamente a condição clínica e adotem as condutas apropriadas", explica o especialista.  A fonoaudióloga Luana Carolina Martins valida a experiência: ela é uma das coordenadoras da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme e recebeu a carteirinha pioneira em um projeto-piloto em 2021  "A carteirinha vai ajudar as pessoas com doença falciforme quando chegarem à UPA ou a outras emergências, auxiliando a equipe médica a verificar os protocolos pelo QR code e a ter um norte para saber cuidar" Luana Carolina Martins, fonoaudióloga e uma das coordenadoras da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme  No Distrito Federal, a assistência clínica é descentralizada e gerida pela SES-DF, sendo o diagnóstico precoce realizado na triagem neonatal pelo Teste do Pezinho. O HCB é a referência para o tratamento de crianças e adolescentes, enquanto adultos recebem o acompanhamento nos Núcleos de Hematologia e Hemoterapia dos hospitais regionais como Hospital Regional da Asa Norte (Hran), Hospital Regional de Ceilândia (HRC), Hospital Regional do Gama (HRG), Hospital Regional de Sobradinho (HRS) e Hospital Regional de Taguatinga (HRT). O papel direto do Hemocentro envolve o suporte transfusional especializado de sangue fenotipado.  O que é a doença falciforme De natureza genética e hereditária, a doença falciforme altera o formato das hemácias, que assumem a forma de foice ou meia-lua, obstruindo os vasos sanguíneos e reduzindo o transporte de oxigênio pelo organismo. Essa condição gera crises de vaso-oclusão, dores agudas e vulnerabilidade a infecções. Atualmente, a Rede SES-DF possui mais de mil pacientes com a patologia cadastrados e sob acompanhamento especializado. A confecção das novas carteirinhas ocorreu em parceria com a Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme (Abradfal). [LEIA_TAMBEM]A fonoaudióloga Luana Carolina Martins, que convive com a condição e atua como uma das coordenadoras da Associação Brasiliense de Pessoas com Doença Falciforme (Abradfal), recebeu sua carteirinha pioneira em um projeto-piloto em 2021 e hoje valida a importância da ampliação do documento para toda a rede pública. "A carteirinha vai ajudar as pessoas com doença falciforme quando chegarem à UPA ou a outras emergências, auxiliando a equipe médica a verificar os protocolos pelo QR code e a ter um norte para saber cuidar. O Hemocentro é um grande parceiro da nossa luta para divulgar mais sobre a doença", afirma. Luana aproveita a relevância da data para reforçar a importância da adesão rigorosa ao tratamento contínuo fornecido pela rede pública. "Com 47 anos, posso olhar para a minha vida e dizer que é possível conviver bem com a doença, desde que receba todos os cuidados. Minha vida mudou para melhor depois do tratamento adequado. Fica o convite para os pacientes não abandonarem os medicamentos, manterem as consultas regulares e fazerem o autocuidado, porque se a gente não se conhece, não sabe como enfrentar a doença", conclui.  *Com informações do Hemocentro   

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Mesmo silencioso, o câncer de rim pode ser identificado precocemente com exames de rotina

O câncer de rim costuma evoluir de forma silenciosa e, na maioria dos casos, só apresenta sintomas quando a doença já está em estágio avançado. Por isso, exames de rotina podem fazer toda a diferença para identificar o problema precocemente e aumentar as chances de tratamento. O alerta é do urologista Guilherme Coaracy, do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). Nesta quinta-feira (18), é lembrado o Dia Mundial de Conscientização do Câncer de Rim. Segundo o especialista, muitos tumores são descobertos durante exames de imagem realizados por outros motivos, antes mesmo de o paciente perceber qualquer alteração. "Quando o corpo começa a apresentar os sintomas, significa que o câncer já está em estado avançado", explica. Tabagismo, sedentarismo, alimentação não balanceada e consumo de álcool estão entre os principais fatores de risco para o câncer de rim | Fotos: Divulgação/IgesDF Foi exatamente assim que Carolina (nome fictício, a pedido da entrevistada), de 62 anos, descobriu a doença. Sem histórico de problemas renais, ela não imaginava que os sintomas estivessem relacionados ao câncer. "Nunca tinha tido problemas no rim antes. Então, nem desconfiei. Comecei a sentir uma dor muito forte no abdômen e ter sangue na urina, então minhas filhas decidiram me trazer para o hospital", relembra. A paciente está internada no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), onde será submetida a um procedimento cirúrgico. Além da detecção precoce, Guilherme Coaracy destaca a importância da prevenção. Tabagismo, sedentarismo, alimentação não balanceada e consumo de álcool estão entre os principais fatores de risco para a doença. A predisposição genética também merece atenção. Em pessoas com histórico familiar, a recomendação é manter acompanhamento médico periódico. Entre 2024 e 2025, o HBDF realizou 122 procedimentos para tratamento de câncer de rim [LEIA_TAMBEM]O principal tratamento para tumores malignos é a cirurgia. Entre 2024 e 2025, o HBDF realizou 122 procedimentos para tratamento de câncer de rim. "Quando se retira o nódulo, você garante que ele não evolua e nem se espalhe. Dependendo do tamanho e da localização, é preciso retirar todo o rim, e o paciente pode ou não precisar de diálise depois", detalha. O Hospital de Base é referência no Distrito Federal para cirurgias urológicas, incluindo o tratamento do câncer de rim. Em caso de suspeita, a orientação é procurar uma Unidade Básica de Saúde (UBS) para avaliação médica. Se houver confirmação da doença, o paciente poderá ser encaminhado para atendimento especializado na unidade. *Com informações do IgesDF  

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Blitz educativa comemora Dia do Orgulho Autista

Das 9h40 às 11h desta quinta-feira (18), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal estará com uma blitz educativa em homenagem ao Dia do Orgulho Autista, na ligação da W3 Norte e Sul.  Além de orientações sobre os cuidados para uma acessibilidade segura às pessoas com autismo, agentes do Detran vão alertar para os riscos de dirigir sob influência de álcool |  Na ação, serão entregues o cordão do autista, material adesivo "Detran-DF amigo do autista", e os condutores receberão orientações sobre os cuidados necessários para garantir uma acessibilidade segura às pessoas com autismo. Lei Seca Os educadores de trânsito do Detran-DF vão aproveitar as abordagens também para relembrar os riscos de dirigir sob influência de álcool, tendo em vista que nesta sexta-feira (19), além de ser o aniversário da Lei Seca, haverá o jogo do Brasil pela Copa do Mundo Fifa de 2026.  *Com informações do Detran-DF 

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Taguatinga e Paranoá recebem ação de acolhimento à população em situação de rua nesta sexta (19) 

Pessoas que se encontram instaladas em 31 endereços irregulares em Taguatinga e no Paranoá receberão, nesta sexta-feira (19), a oferta de acolhimento e assistência social de representantes do Governo do Distrito Federal (GDF). A ação começa às 9h. Entre os serviços oferecidos está o transporte de itens pessoais a lugares que possam ser indicados pelos ocupantes | Foto: Agência Brasília Coordenada pela Casa Civil, a iniciativa envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e de Desenvolvimento Econômico,Trabalho e Renda (Sedet-DF), bem como o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   As pessoas em situação de rua vão receber oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Igualmente estarão disponíveis vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais. Após o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer da semana, o GDF atuou em abordagens sociais prévias, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja, abaixo, os pontos de ação programados para esta sexta.  Taguatinga  ⇒  Imediações do Centro Pop ⇒ Área verde em frente ao pronto-socorro do Hospital Regional de Taguatinga ⇒ QNC, muro lateral do HRT, próximo à entrada do Banco de Leite Humano e à Promotoria de Justiça de Taguatinga ⇒ QNC/QNF 1, área de mata localizada acima do campo de futebol de terra e próximo ao Senai ⇒ QND 21/23, marquise da calçada em frente ao comércio local ⇒ QNH Área Especial 178 ⇒ QNM 36, Setor M Norte ⇒ QNM 34/36, em frente ao Bom Preço ⇒ QNL 13 Bloco H ⇒ QNL 4, Bloco D, próximo ao Edifício Braz Viana ⇒ Ponto de captação de água, córrego cortado, margem da Avenida Elmo Serejo ⇒ CNB 3, marquise do Templo Budista ⇒ Biblioteca Pública na Avenida Comercial ⇒ C12, atrás do Lote 13 ⇒ Quadra C7, marquise das Casas Bahia ⇒ Quadra C5, marquise do Lote 6 ⇒ Quadra C3, marquise da Caixa Econômica ⇒ Setor Hoteleiro ⇒ Avenida Samdu Sul, na altura da QSB 12/13 ⇒ QSD 22/32, área de mata atrás da 3ª Igreja Presbiteriana de Taguatinga ⇒ CSG 13, atrás do Super Adega. Paranoá ⇒ PEC ao lado da administração regional ⇒ Quadra 6 ⇒ Quadra 14, Conjunto G ⇒ Praça central, no coreto ⇒ Paranoá Parque, Quadra 2, Conjunto 1, atrás da UPA ⇒ Paranoá Parque, atrás da Paróquia Anchieta ⇒ Quadra 33, Lote 4, estacionamento ao lado da delegacia ⇒ Quadra 32, Conjunto M, próximo ao Setor de Oficinas ⇒ Quadra 30, Conjunto 22, atrás do comércio ⇒ Quadra 28, Conjunto K.   *Com informações da DF Legal

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Mais de 14 mil famílias podem perder Tarifa Social de Energia Elétrica por falta de atualização cadastral

Mais de 14 mil famílias do Distrito Federal correm o risco de perder os benefícios da Tarifa Social de Energia Elétrica (TSEE) nos próximos meses por não manter os dados atualizados. O alerta é da Neoenergia Brasília, que orienta os consumidores a regularizar as informações junto ao Cadastro Único para Programas Sociais do Governo Federal (CadÚnico) e à distribuidora. Além desse grupo, levantamento da empresa aponta que outras 107.783 famílias têm perfil para receber a TSEE ou o Desconto Social de Energia Elétrica (DSEE), mas ainda não estão incluídas nos programas. A Tarifa Social de Energia Elétrica assegura gratuidade nos primeiros 80 kWh consumidos mensalmente | Foto: Divulgação/Neoenergia A concessão dos benefícios ocorre após o cruzamento das informações cadastradas no CadÚnico ou no Instituto Nacional do Seguro Social (INSS), para beneficiários do Benefício de Prestação Continuada (BPC/Loas), com os registros da distribuidora. Por isso, a atualização dos dados é fundamental para garantir o acesso aos descontos. [LEIA_TAMBEM]A Tarifa Social de Energia Elétrica assegura gratuidade nos primeiros 80 quilowatts-hora (kWh) consumidos mensalmente. Já o DSEE concede redução de 13,6% sobre os primeiros 120 kWh utilizados. Caso o consumo ultrapasse esses limites, a diferença será cobrada pela tarifa convencional. Quem tem direito à TSEE Famílias inscritas no CadÚnico com renda mensal de até meio salário mínimo por pessoa, incluindo indígenas e quilombolas Idosos e pessoas com deficiência que recebem o BPC/Loas Famílias cadastradas no CadÚnico residentes em sistemas isolados, sem conexão ao Sistema Interligado Nacional Núcleos familiares com renda de até três salários mínimos que tenham integrante com doença ou condição de saúde que exija o uso contínuo de equipamentos elétricos indispensáveis à manutenção da vida Quem pode receber o DSEE Famílias inscritas no CadÚnico com renda mensal superior a meio salário mínimo e de até um salário mínimo por pessoa, incluindo indígenas e quilombolas Moradores de sistemas isolados cadastrados no CadÚnico  *Com informações da Neoenergia  

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Câncer renal tem no diagnóstico precoce um dos maiores desafios

Doença silenciosa, o câncer renal é um dos principais desafios para a saúde pública. A ausência de sintomas nas fases iniciais dificulta o diagnóstico; quando surgem, podem ser facilmente confundidos com outras condições. O alerta é de Gustavo Ribas, chefe da Assessoria de Política de Prevenção e Controle do Câncer da Secretaria de Saúde (SES-DF). O Hospital Regional da Asa Norte (Hran) é uma das unidades de saúde do DF que atuam com cirurgia oncológica  | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF “Mais da metade dos tumores renais é descoberta durante exames realizados por outros motivos, como ultrassonografia ou tomografia do abdômen”, explica o médico. “Por não existir programa de rastreamento populacional e, por frequentemente [o câncer] não causar sintomas iniciais, muitos casos podem permanecer silenciosos por anos.” “Quando identificado ainda localizado no rim, o câncer renal apresenta altas taxas de controle e cura, geralmente por meio de tratamento cirúrgico” Gustavo Ribas, chefe da  Assessoria de Política de Prevenção e Controle do Câncer da Secretaria de Saúde Com cerca de 400 mil diagnósticos e 170 mil mortes no mundo registrados em 2020, o câncer renal está entre os 13 tipos mais incidentes da doença — que, no Brasil, é responsável por quase 12 mil casos e representa cerca de 2% a 3% dos tumores mais frequentes em adultos. No Distrito Federal, são registradas aproximadamente 45 ocorrências anuais. O câncer renal ocorre quando células anormais passam a se multiplicar de forma desordenada nos rins. O carcinoma de células renais é o mais comum, representando cerca de 90% dos tumores que se originam nesse órgão. Sintomas e prevenção Os sintomas mais comuns do câncer renal incluem sangue na urina (hematúria), dor lombar persistente, massa palpável na região abdominal ou lombar, perda de peso sem explicação, fadiga, febre prolongada sem causa aparente e anemia.  Para identificar o problema, são feitos diferentes exames: ultrassonografia abdominal, tomografia computadorizada com contraste (principal exame para avaliação), ressonância magnética em situações específicas, testes laboratoriais de sangue e urina e biópsia, quando indicada. A detecção precoce é fundamental, aponta Gustavo Ribas. “Quando identificado ainda localizado no rim, o câncer renal apresenta altas taxas de controle e cura, geralmente por meio de tratamento cirúrgico”, reforça. Tratamento [LEIA_TAMBEM]A escolha do tratamento adequado seguirá a orientação de um especialista, que poderá se basear no tamanho do tumor de acordo com o estágio e indicar entre imunoterapia, radioterapia, crioterapia e, principalmente, cirurgia. É possível que os procedimentos sejam realizados separadamente ou combinados. A porta de entrada preferencial para os serviços da SES-DF na identificação da doença é a Unidade Básica de Saúde (UBS). A partir da primeira consulta, são solicitados exames de rastreio, e, a depender do caso, o paciente é direcionado ao serviço especializado para uma investigação mais aprofundada. Na rede pública, há quatro hospitais regionais com atividade em cirurgia oncológica: os de Sobradinho (HRS), Ceilândia (HRC), Gama (HRG) e Asa Norte (Hran). Além disso, no Centro de Alta Complexidade em Oncologia (Cacon), no Hospital de Base (HBDF), há duas unidades de assistência de alta complexidade em oncologia (Unacons), no Hospital Universitário de Brasília (HUB) e no Regional de Taguatinga (HRT).   *Com informações da Secretaria de Saúde      

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Estudos apontam relação entre violência doméstica, tráfico de drogas e vulnerabilidade social

Representantes das forças de segurança pública, do sistema de justiça e da administração regional reuniram-se na última segunda-feira (15), no Recanto das Emas, para discutir estratégias integradas de enfrentamento à violência doméstica e familiar contra a mulher. Participaram equipes do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), da Polícia Civil (PCDF), da Administração Regional do Recanto das Emas, da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e da Subsecretaria de Enfrentamento às Drogas. O encontro teve como base dois estudos técnicos desenvolvidos pelo Programa de Prevenção Orientada à Violência Doméstica (Provid), da Polícia Militar (PMDF), que revelam a forte correlação entre os crimes de gênero, o tráfico de drogas, o consumo abusivo de substâncias psicoativas e fatores de vulnerabilidade social presentes na região. Representantes das forças de segurança, do MPDFT, da Sejus-DF e da Administração Regional do Recanto das Emas debateram o tema | Foto: Divulgação/PMDF Os levantamentos apresentados pela PMDF fornecem um panorama detalhado da dinâmica da violência doméstica no Recanto das Emas e reforçam a necessidade de ações coordenadas entre diferentes órgãos públicos para interromper ciclos de agressão e reduzir fatores de risco associados à criminalidade. Provid O primeiro estudo identificou uma significativa convergência espacial entre os registros de violência doméstica e os pontos com maior incidência de tráfico de entorpecentes. A análise demonstrou que grande parte das ocorrências enquadradas na Lei Maria da Penha está concentrada nas mesmas áreas em que há intensa atuação do tráfico, evidenciando a influência de contextos marcados pela criminalidade, pela vulnerabilidade social e pela circulação de drogas sobre a ocorrência de agressões contra mulheres. Nível de reincidência entre agressores, muitos dos quais têm antecedentes criminais foi um dos dados que mais chamou a atenção no estudo   Já o segundo levantamento, baseado nos atendimentos realizados pelo Provid entre 2023 e 2025, apontou um crescimento expressivo da demanda por acolhimento e acompanhamento de vítimas. O estudo revelou ainda que o consumo abusivo de álcool, cocaína, maconha e crack figura como o principal fator associado aos casos mais graves acompanhados pelo programa, incluindo lesões corporais, violência sexual, ameaças de morte e tentativas de feminicídio. Outro dado que chamou a atenção foi o elevado índice de reincidência entre agressores. Muitos dos autores de violência doméstica analisados possuem antecedentes criminais, envolvimento com atividades ilícitas e histórico de descumprimento de medidas protetivas de urgência, circunstâncias que aumentam significativamente o risco para as vítimas e dificultam a interrupção do ciclo de violência. Atuação integrada Os estudos também destacaram os impactos indiretos da violência doméstica sobre crianças e adolescentes inseridos nesses ambientes. A exposição frequente a situações de agressão, abuso de substâncias e conflitos familiares foi apontada como fator de risco para problemas emocionais, evasão escolar, reprodução de comportamentos violentos e maior vulnerabilidade social. Diante das evidências apresentadas, os representantes dos órgãos participantes convergiram no entendimento de que a repressão criminal, embora necessária, não é suficiente para enfrentar de forma efetiva o problema. O consenso foi que o combate à violência doméstica exige uma atuação multidisciplinar e integrada, envolvendo segurança pública, assistência social, saúde, educação e políticas públicas de prevenção. [LEIA_TAMBEM]Entre as principais propostas debatidas durante a reunião, destacou-se a implantação de um Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (Caps AD) no Recanto das Emas, iniciativa considerada estratégica para ampliar o atendimento a pessoas com transtornos decorrentes do uso de substâncias psicoativas e reduzir fatores associados à violência intrafamiliar. Também foram discutidas medidas voltadas para o fortalecimento da rede de proteção às vítimas, para a ampliação do atendimento a dependentes químicos, para o combate qualificado ao tráfico de drogas, para a intensificação da fiscalização sobre a comercialização de bebidas alcoólicas e para a implementação de melhorias na infraestrutura urbana, especialmente em áreas identificadas como mais vulneráveis. Ao final do encontro, a Polícia Militar do Distrito Federal reafirmou seu compromisso com a produção de conhecimento técnico aplicado à segurança pública e com o desenvolvimento de ações fundamentadas em evidências, fortalecendo a integração entre instituições e a construção de soluções capazes de promover mais segurança, proteção às mulheres e qualidade de vida para a população do Distrito Federal.   *Com informações da Polícia Militar do DF

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