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Audiência pública debate regulamentação da profissão de brigadista florestal

A Comissão de Meio Ambiente e Desenvolvimento Sustentável da Câmara dos Deputados realizou, nessa terça-feira (2), audiência pública para discutir a regulamentação da profissão de brigadista florestal. O encontro, solicitado pela deputada Célia Xakriabá e pelo deputado Nilto Tatto, contou com representantes de órgãos ambientais e da categoria. Célia Xakriabá presidiu parte da sessão e destacou a relevância da categoria, classificando os brigadistas como “verdadeiros heróis na proteção das nossas florestas e no combate aos incêndios”. Segundo ela, “essas pessoas dedicam suas vidas ao cuidado com a natureza, muitas vezes enfrentando situações de extremo risco, e é fundamental que haja reconhecimento e valorização de seu trabalho”. A parlamentar afirmou ainda que serão realizados diálogos junto aos órgãos e à sociedade civil para que a lei seja aprovada o mais breve possível. Já Nilto Tatto encerrou a sessão ressaltando a importância da categoria para a defesa do meio ambiente: “Celebramos indicadores positivos da política ambiental no Brasil, que só são possíveis graças ao trabalho realizado por vocês na ponta.” Encontro contou com representantes de órgãos ambientais e da categoria | Fotos: Divulgação/Brasília Ambiental “Os brigadistas florestais realizam um trabalho fundamental de prevenção e combate aos incêndios. Eles protegem vidas e promovem educação ambiental, essencial para a preservação do meio ambiente. A regulamentação dessa profissão é de suma importância não apenas para esses profissionais, mas para toda a sociedade”, destacou a vice-governadora Celina Leão. Compromisso O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, reafirmou o compromisso do instituto com os profissionais. “Brigadista de combate a incêndios florestais não quer competir com ninguém, ele quer apenas ser reconhecido pelo trabalho que faz e pelo tanto que oferece à humanidade na preservação do meio ambiente”, disse. Nemer usou a oportunidade para lembrar a importância do diálogo com a categoria, que sabe da sua necessidade. “Quando fazemos uma lei junto com quem será beneficiado por essa lei, as chances de errar são muito poucas. Parabéns pela iniciativa”, ressaltou. O brigadista do Brasília Ambiental, Célio Henrique, manifestou o sentimento de invisibilidade da categoria perante o serviço prestado à população: “Precisamos cuidar de nós também. Já cuidamos da fauna, da flora, dos recursos hídricos; além de combater o fogo, também fazemos o reflorestamento. Estamos aqui para tratar da regulamentação de uma profissão. Eu não entendo muito sobre leis, mas entendo que precisamos que os deputados façam essa lei para que nos sintamos parte de um todo”, desabafou. Rôney Nemer: “Quando fazemos uma lei junto com quem será beneficiado por essa lei, as chances de errar são muito poucas. Parabéns pela inciativa” Além dos parlamentares que solicitaram a audiência, dos brigadistas e do presidente do Brasília Ambiental, o encontro reuniu representantes de órgãos ambientais federais e distritais. Estiveram presentes, por exemplo: a coordenadora-geral do Centro Nacional de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (Prevfogo/Ibama), Flávia Saltini Leite; técnica administrativa em manejo integrado do fogo do Instituto Chico Mendes de Conservação da Biodiversidade (ICMBio), Camila Lobo; e Rafael Gava, presidente da Rede Nacional de Brigadas Voluntárias (RNBV).   *Com informações do Brasília Ambiental

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IgesDF reforça cuidados com equipamentos clínicos e inicia ciclo de conscientização e treinamentos

Até outubro deste ano, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) destinou mais de R$ 35 milhões para a aquisição de equipamentos de alta tecnologia destinados ao Hospital de Base (HBDF), ao Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), ao Hospital Cidade do Sol (HSol) e às 13 unidades de pronto atendimento (UPAs) do DF. Parte desses investimentos ocorreu por meio de convênios com o Ministério da Saúde e por emendas parlamentares. Para garantir o uso adequado e preservar o parque tecnológico, o Instituto iniciou, nesta semana, uma campanha de conscientização acompanhada de um ciclo de treinamentos sobre boas práticas no manuseio dos dispositivos clínicos. As equipes já participam de capacitações oferecidas pelos fabricantes sempre que um novo equipamento é instalado, e esta nova etapa inclui uma requalificação voltada aos cuidados diários e ao uso responsável dos aparelhos. A iniciativa reforça orientações essenciais para manter os dispositivos em pleno funcionamento, entre elas o uso apropriado, a limpeza correta, o transporte cuidadoso, o armazenamento adequado e a atenção durante toda a operação. Esses cuidados reduzem danos, evitam interrupções e asseguram que os pacientes recebam atendimento contínuo e seguro. Profissionais do HBDF realizam estudo de caso em aparelho de tecnologia 3D | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Manutenção necessária O assessor da superintendência do HBDF, Márcio Pascoal, explica que recebe diariamente chamados relacionados ao funcionamento dos equipamentos. Muitos problemas surgem por desgaste natural ou falhas técnicas, mas há situações em que o uso inadequado resulta em paralisações temporárias. Segundo Pascoal, a equipe de manutenção busca solucionar os problemas com a maior agilidade possível, mas alguns reparos dependem de peças específicas ou exigem mais tempo de execução. O profissional destaca que a adoção de boas práticas ajuda a evitar danos mais graves. “Existem situações em que o dano é mais complexo ou envolve componentes que precisam de mais tempo para serem substituídos. Por isso é fundamental conscientizar os colaboradores sobre o uso correto e o cuidado diário, evitando interrupções prolongadas e prejuízos ao atendimento”, afirma. A gerente de Manutenção e Infraestrutura do IgesDF, Luana Lucchini, reforça a importância do cuidado contínuo. “Cada equipamento das nossas unidades é uma ferramenta essencial para salvar vidas. Pequenos descuidos podem gerar grandes prejuízos para a equipe e para os pacientes. Cuidar bem dos aparelhos é também cuidar de quem cuida”, observa. A chefe do Serviço de Enfermagem em Radiologia do HBDF, Eva Fernanda Muniz, destaca que a atenção aos equipamentos de imagem é determinante para a segurança dos profissionais e dos pacientes. Ela cita a ressonância magnética como exemplo. “Esse equipamento requer atenção especial, principalmente quanto à presença de objetos metálicos que podem ser atraídos violentamente pela máquina. Além de causar danos ao aparelho, esses objetos podem ferir quem estiver no ambiente”, explica. Avisos na entrada da sala de ressonância magnética do Hospital de Base reforçam os cuidados necessários com o equipamento Investimento em alta tecnologia Para qualificar ainda mais a assistência e garantir maior eficiência nos cuidados em toda a rede, o IgesDF vem ampliando seu parque tecnológico com equipamentos modernos e infraestrutura renovada. Entre os principais investimentos está a construção do novo Centro Cirúrgico do HBDF, que contará com 16 salas equipadas com tecnologia de ponta, incluindo duas destinadas a procedimentos robóticos. O Hospital de Base também recebeu, em 2025, um novo angiógrafo e uma ressonância magnética, única do tipo na rede pública do Distrito Federal. O aparelho realiza cerca de 15 exames de alta resolução por dia em áreas como neurologia, ortopedia, cardiologia, oncologia e obstetrícia. A tecnologia também gera economia aproximada de 800 reais por exame, antes realizado em clínicas conveniadas. [LEIA_TAMBEM]No HRSM, o novo tomógrafo tem capacidade para processar entre 180 e 200 exames por dia, o que agiliza diagnósticos, melhora o fluxo assistencial e oferece imagens mais precisas para a equipe médica. Nas UPAs, o IgesDF entregou gasômetros capazes de analisar rapidamente parâmetros metabólicos e respiratórios dos pacientes. Além disso, seguem em construção sete novas unidades de Pronto Atendimento, que irão ampliar o acesso da população ao atendimento de urgência e emergência no Distrito Federal. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Programa Incubadora Digital transforma o acesso à tecnologia e à inovação no DF

A Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com o Instituto Sociocultural Humanidade Diversificada e Unida (HDUN), lançará o Incubadora Digital, o maior programa de inovação já estruturado para jovens e adultos do DF. A iniciativa tem a proposta de ampliar oportunidades e provocar transformações reais nas 35 regiões administrativas do DF. O projeto nasce com a missão de aproximar tecnologia, formação profissional e empreendedorismo de quem mais precisa. Duas carretas-escola totalmente equipadas vão circular por todo o DF, ofertando cursos, oficinas e atividades práticas diretamente nas RAs. Além disso, o programa terá uma sede fixa no Plano Piloto, destinada a capacitações complementares, mentorias e aprofundamento técnico. Entre os cursos oferecidos pelo Incubadora Digital estão drones e operações digitais e vendas online | Foto: Divulgação/Secti-DF  [LEIA_TAMBEM]Laboratórios completos, computadores, drones, estúdios e equipamentos de ponta estarão à disposição dos participantes, sempre com acompanhamento de professores especializados e mentores experientes no ecossistema de inovação. Os cursos oferecidos são tecnologia e informática; marketing digital e produção de conteúdo; audiovisual; vendas online; empreendedorismo e modelos de negócio; drones e operações digitais; e inovação e desenvolvimento de projetos. O lançamento oficial será no dia 10 de dezembro, no Planetário de Brasília, e apresentará ao público toda a estrutura do programa, detalhando seu funcionamento, seus objetivos e impacto social esperado. A entrada é gratuita, mediante retirada de ingresso na plataforma Sympla. A quantidade disponível de vagas por curso, horários e cronograma serão divulgados posteriormente no site oficial do projeto. *Com informações da Secti-DF  

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Programa de Monitorização Contínua de Glicose completa 5 anos e melhora a vida de mais de 800 pacientes

Aos 27 anos, Milana da Silva lembra exatamente do dia em que descobriu que tinha a diabetes tipo 1. “Foi em 2018, uma semana depois de eu fazer 20 anos. Eu sentia muita sede, cansaço e dor na barriga. Quando fui ao hospital, veio a confirmação”, conta a fisioterapeuta. O choque inicial veio com uma rotina nova e difícil. “Eu tinha que furar o dedo toda hora. Teve vezes em que apliquei insulina demais e não comia o suficiente. Eu tive episódios de hipoglicemia de madrugada e meus pais ficavam muito preocupados”, diz. Segundo ela, a virada veio quando entrou no Programa de Monitorização Contínua de Glicose da Secretaria de Saúde (SES). Milana passou a usar o sensor do programa, um dispositivo fixado no braço que mede a glicemia o tempo todo e compartilha os dados com a SES. “Quando comecei a usar o sensor, achei uma maravilha. É rápido, prático. O gráfico mostra como a glicemia se comporta e dá para ver se apliquei demais ou de menos”, afirma Milana. Mais de 800 pessoas no DF participam do Programa de Monitorização Contínua de Glicose, criado em dezembro de 2020 | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília Ela diz que o programa tornou um aparelho inacessível em algo possível. “Um sensor custa R$ 300. Eu preciso de dois por mês, o que dá R$ 600. Eu não ia conseguir pagar. Ainda bem que tem esse programa porque o sensor dá autonomia e qualidade de vida”, aponta a fisioterapeuta. Além dela, outras 846 pessoas no DF participam do Programa de Monitorização Contínua de Glicose, criado em dezembro de 2020. Segundo Eliziane Leite, endocrinologista do Centro Especializado em Diabetes, Obesidade e Hipertensão Arterial (Cedor), o DF é referência no tratamento de diabetes no Brasil. “Além do histórico de oferecer as melhores insulinas muito antes de o Ministério da Saúde incorporá-las para pacientes com diabetes tipo 1, também fomos pioneiros no programa de bomba de insulina e no programa de monitorização glicêmica”, destaca a médica. Quem tem direito Eliziane Leite explica que, para ser atendido no Cedor, o paciente precisa ser encaminhado pela Unidade Básica de Saúde (UBS). “Para participar do programa, o paciente precisa ter diagnóstico de diabetes tipo 1 há pelo menos dois anos, hemoglobina glicada igual ou acima de 8% e rotina de autocuidado”, esclarece a médica. Segundo ela, todo o processo de entrada é online: o paciente envia exames, dados do tratamento e a receita médica. Depois, uma equipe técnica avalia e autoriza o uso. “Temos ainda os critérios de continuidade no programa. O paciente precisa mostrar compromisso e comprovar que está usando bem a tecnologia”, complementa. O professor de Língua Portuguesa Lucas Ferreira conheceu o programa depois de ser encaminhado pela regulação e, há cerca de um ano, usa o sensor. “O glicosímetro, que precisa dos furos no dedo, só mostra um momento. Já o sensor mostra tudo: como foi meu dia inteiro, como a minha glicose ficou durante a noite. Isso me dá mais liberdade, basta estar com o celular para acompanhar”, conclui.

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GDF amplia alcance do Wi-Fi Social em Taguatinga e região

O Governo do Distrito Federal (GDF) ampliou a cobertura do Wi-Fi Social para novos pontos estratégicos de Taguatinga e arredores, fortalecendo uma das iniciativas mais relevantes de inclusão digital da capital. Coordenado pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), o programa garante acesso gratuito à internet em espaços públicos, sem qualquer custo para o usuário. Com a ampliação do serviço, cada vez mais cidadãos podem ter acesso gratuito à internet no DF | Foto: Divulgação/Secti-DF “A ampliação atende a uma crescente demanda por acesso à informação e serviços digitais, especialmente em regiões onde a conectividade gratuita funciona como ponte para oportunidades de estudo, trabalho e lazer” Rafael Vitorino, secretário de Ciêntia, Tecnologia e Inovação A política de acesso digital, já consolidada em áreas de grande circulação como rodoviárias, feiras, estações do metrô, praças e unidades de saúde, chega agora a nove novos endereços: Praça do Relógio, Feira dos Goianos, Feira dos Importados, Taguacenter, Praça do DI, Praça do Bicalho, Praça da Vila Dimas, Praça da Vila Mathias e Taguapark, abrangendo também a Colônia Agrícola Samambaia, em Taguatinga. “A ampliação atende a uma crescente demanda por acesso à informação e serviços digitais, especialmente em regiões onde a conectividade gratuita funciona como ponte para oportunidades de estudo, trabalho e lazer”, afirma o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. “Com o Wi-Fi Social, cidadãos conseguem realizar atividades essenciais, como acessar serviços do GDF, estudar, trabalhar e até mesmo ações do dia a dia, como utilizar mapas, aplicativos de transporte e comunicação.” [LEIA_TAMBEM]Ao levar internet gratuita a espaços comunitários, o programa fortalece a cidadania, estimula a permanência das pessoas em áreas de convivência e apoia o desenvolvimento econômico local, especialmente em feiras e centros comerciais, que dependem de fluxo constante de consumidores. Com essa expansão, o Wi-Fi Social segue se consolidando como uma política pública estratégica e essencial na construção de uma cidade mais inteligente, acessível e integrada às necessidades da população.   *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação

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Alunos da Escola Parque 313/314 Sul se apresentam no Teatro Nacional

Um espetáculo encantou o público da Sala Martins Pena do Teatro Nacional Claudio Santoro, nesta terça-feira (2), quando estudantes da Escola Parque 313/314 Sul apresentaram A Bela e a Fera para cerca de 450 pessoas. A apresentação integrou o projeto Educar Dançando, iniciativa que une arte e desenvolvimento integral dos alunos da rede pública. “Ações como essa mostram que a escola pública é um celeiro de talentos e que a arte é essencial para o desenvolvimento pleno dos nossos estudantes”, destacou a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá. Com cenários e figurinos detalhados, estudantes transformaram a Sala Martins Pena no universo de 'A Bela e a Fera' | Fotos: João Pedro Eliseu/SEEDF A escolha do clássico A Bela e a Fera reforça valores importantes no ambiente escolar, como olhar além das aparências e valorizar a essência humana. Do ponto de vista educacional, a obra também incentiva a leitura, já que a protagonista, Bela, é uma leitora apaixonada. Além disso, trabalha competências socioemocionais como empatia, gentileza e superação de preconceitos. Para a professora de teatro e artes, Bruna Cardoso, a experiência de atuar em um dos principais teatros de Brasília agrega valor à formação dos alunos. “Estar no Teatro Nacional, como professora e atriz, é muito relevante e grandioso. Poder levar as crianças a esse espaço tão simbólico é único. É um momento especial para a educação e para cada um dos estudantes”, celebrou. Educação além da sala de aula Rafael Honorato, pai da estudante Júlia Tavares, acompanhou a apresentação e destacou como a integração entre arte e ensino enriquece a formação das crianças O impacto do projeto também é percebido pelas famílias. Rafael Honorato da Rocha, pai da estudante Júlia Tavares, assistiu à apresentação e destacou como a Escola Parque amplia os horizontes do aprendizado. “A Escola Parque é muito especial porque integra diversas modalidades que vão além do ensino tradicional. No projeto de dança, as crianças têm contato com referências clássicas da música e das artes cênicas. Isso estimula o lúdico e a criatividade, sempre em diálogo com o que é trabalhado na escola. É uma integração rica, que amplia o repertório e o conhecimento”, afirmou. *Com informações da Secretaria de Educação  

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Fim de semana no DF tem arte, música, aniversário do Zoológico e transporte de graça

O fim de semana no Distrito Federal promete uma agenda intensa e diversa, com opções que vão da arte ao entretenimento ao ar livre. E com uma vantagem: é possível ir a quase todos os eventos sem gastar nada com transporte, em razão do programa Vai de Graça, que prevê ônibus e metrô gratuitos no domingo. A Fundação Jardim Zoológico de Brasília (FJZB) comemora 68 anos nesta semana e preparou uma programação especial, e totalmente gratuita, para sexta-feira (5), sábado (6) e domingo (7). Entre as atrações, haverá brinquedos infláveis para as crianças no sábado, atividades de enriquecimento ambiental para os animais e a abertura de um novo espaço dedicado à educação ambiental, conservação e lazer: o tão aguardado aviário de imersão. Em Brasília, o espetáculo que marcou o surgimento do projeto Viva a Vida retorna aos palcos: O Aniversário do Espelho, montagem que celebra 25 anos de trajetória e reacende a memória afetiva do público. As apresentações serão realizadas no sábado e no domingo, no Espaço Cultural Renato Russo, na 508 Sul. Em 2025, para celebrar o aniversário do grupo, o espetáculo ganha uma nova versão sob direção e encenação de Andy do Futuro, que acompanhou o ator Tullio Guimarães desde 2016 em trabalhos do Viva a Vida e também em projetos realizados em unidades do Sesc-DF. A remontagem acontece após o falecimento de Tullio, no final de 2024, e assume também um caráter de homenagem ao seu legado artístico e pedagógico. Os ingressos estão à venda pela plataforma Sympla, com valores acessíveis e política de meia-entrada conforme a legislação vigente. O projeto Viva a Vida retorna aos palcos com O Aniversário do Espelho, montagem que celebra 25 anos de trajetória e reacende a memória afetiva do público | Foto: Divulgação No Gama, fiel ao lema “Quem ama, Mora”, o Parque Diversom abre mais uma etapa do circuito itinerante, com experiências sonoras para todas as idades, ao Bosque da Administração, onde ficará até o dia 23. Com entrada gratuita, o projeto transforma som e movimento em brincadeira e convida crianças, jovens e adultos a explorar música, ritmo e imaginação em um ambiente lúdico e coletivo. Além das atividades abertas ao público, estão previstas visitas a escolas públicas com alunos com deficiência nas regiões por onde o Diversom circula, com o intuito de ampliar o alcance educativo e inclusivo da iniciativa. No Gama, a Ação Acessível está prevista para o domingo. O projeto é realizado com recursos do Fundo de Apoio à Cultura (FAC/DF), da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). Já no Museu da República, o público poderá acompanhar os rituais da programação especial da mostra Bancos Indígenas, que reforçam a presença e a força das tradições originárias na cena cultural da capital. Com base nesse enfoque, a exposição apresenta 54 obras de 39 etnias. Vai de Graça Quer aproveitar as atrações do fim de semana? O Vai de Graça, benefício do Governo do Distrito Federal (GDF), permite a gratuidade nos ônibus e metrô aos domingos e feriados para milhares de pessoas. Os passageiros podem utilizar Cartão Mobilidade, Vale-Transporte ou cartões PcD, Idoso ou Passe Livre Estudantil para a liberação automática da catraca. Quem não tem nenhuma das opções pode utilizar cartões de crédito e débito, sem qualquer cobrança. Cobradores e fiscais estão orientados a auxiliar os passageiros nos ônibus e nas estações de metrô. Serviço Aniversário de 68 anos do Zoológico de Brasília Zoológico terá programação especial e gratuita neste final de semana | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília Entrada gratuita sexta (5), sábado (6) e domingo (7) Programação especial → Sexta: Inauguração do aviário de imersão. → Sábado: Brinquedos infláveis para as crianças no Teatro de Arena. O aviário de imersão estará aberto ao público. → Domingo: O aviário de imersão estará aberto ao público. Espetáculo O Aniversário do Espelho → Sábado, às 20h → Domingo, às 19h → Local: Espaço Cultural Renato Russo – 508 Sul → Ingressos - Sympla (Espetáculo O Aniversário do Espelho - 25 anos do Grupo Viva a Vida de Teatro (60+ em Brasília): R$ 40 (inteira) e R$ 20 (meia-entrada para estudantes, idosos, pessoas com deficiência, jovens de baixa renda, professores e profissionais da saúde) Circulação Parque Diversom 2025 → Local: Bosque da Administração (Setor Central 55/56) – Gama → Data: Até o dia 23 → Acesso livre | Funcionamento diário, das 8h às 20h Ação Acessível → Domingo, às 10h Bancos Indígenas — Rituais → Local: Museu da República - Galeria 1 → Data: Até 22 fevereiro de 2026.

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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre nesta quinta (4) no Sol Nascente

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em um endereço no Sol Nascente. A ação está prevista para ter início às 9h desta quinta-feira (4), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), além do Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. Ao longo da semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas | Foto: Agência Brasília As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional — como o RenovaDF — e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. [LEIA_TAMBEM]Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo ao responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Ponto de ação no Sol Nascente para quinta (4): • Parque Urbano *Com informações da DF Legal

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COMUNICADO

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Cinema Inclusivo: estudantes de Brazlândia vivenciam sessão adaptada no Cine Brasília

A Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF), em parceria com o Cine Brasília, promoveu, nesta quarta-feira (3), uma sessão de cinema especial para 30 estudantes do Centro de Ensino Especial 01 de Brazlândia (CEEPLS). A programação incluiu a exibição dos filmes O Natal da Patrulha Canina e do curta Antes d’Eu Era Nós. O cinema inclusivo integra o projeto Territórios Culturais, que amplia o acesso dos estudantes da rede pública ao acervo cultural da capital. Para os alunos neurodivergentes, a atividade oferece uma forma mais leve e respeitosa de vivenciar o cinema, com conforto sensorial. O projeto Territórios Culturais é uma parceria entre a SEEDF e a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). Para as sessões atípicas, a sala de exibição é adaptada com luzes suaves, volume reduzido e liberdade de circulação, permitindo que cada pessoa assista aos filmes da maneira mais confortável possível. A sessão atípica ofereceu aos estudantes do Centro de Ensino Especial de Brazlândia uma experiência de cinema inclusivo | Fotos: André Amendoeira/SEEDF Segundo a diretora da escola, Edvânia Gomes, a ação representa mais que acessibilidade, é um reconhecimento da diversidade. “Nós, do CEEPLS, ficamos extremamente gratos pela promoção da sessão atípica. Mais do que uma adaptação, ela valoriza a diversidade humana em sua forma mais autêntica. Ajustes simples, como som reduzido, luzes parcialmente acesas e liberdade para movimentar-se, criam um espaço onde cada estudante pode vivenciar a magia do cinema com conforto, segurança e sem medo de julgamento.” A dona de casa Adailma Brandão, 59 anos, acompanhada do neto Alef Brandão, de 6 anos, contou que a empolgação começou ainda no ônibus. “Ele vinha batendo palmas, muito feliz. Ele não fala muito, mas demonstrou alegria o tempo todo. As outras crianças também estavam animadas, conversando sobre o cinema e dizendo que iam se divertir. Essas oportunidades fazem muito bem para eles, ajudam a desenvolver. É um passeio que marca”, relatou. Para o assessor da Subsecretaria de Educação Inclusiva e Integral (Subin) Alex Mendes Vasconcelos, a iniciativa reforça o compromisso de ampliar o acesso de estudantes neurodivergentes a diferentes espaços culturais. “É uma ação que fortalece a inclusão de forma concreta. A programação adaptada permite que todos participem da experiência cultural”, destacou. Alunos assistiram a exibição dos filmes 'O Natal da Patrulha Canina' e do curta 'Antes d’Eu Era Nós' A professora Ilane Nogueira, representante do projeto Territórios Culturais no Cine Brasília, lembra que o acesso ao patrimônio cultural da capital tem alcançado um grande número de estudantes da rede pública. “Além do Cine Brasília, temos atividades no Memorial dos Povos Indígenas, no Museu da República e no Catetinho. Só no segundo semestre de 2025, mais de três mil alunos participaram das ações no Cine Brasília. Isso mostra o alcance e a importância do projeto”, afirmou. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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