Novo ciclo do Aprova DF tem inscrições abertas
Oportunidade, inclusão e transformação definem o novo ciclo do projeto Aprova DF, que abriu inscrições nesta semana para mais uma etapa de preparação gratuita voltada a candidatos de nível médio e superior interessados em disputar processos seletivos e concursos públicos. Promovida pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), em parceria com a Associação Cresce-DF, a iniciativa já se consolidou como um dos maiores projetos de capacitação do país, alcançando mais de 250 mil participantes desde julho do ano passado. As inscrições para a primeira aula deste ciclo podem ser feitas até dia 13 de dezembro pelo site aprovadf.com.br ou diretamente no local das aulas, no Edifício Oscar Alvarenga (SCS, Quadra 3). Para as próximas, as inscrições estarão abertas sempre na semana que antecede as classes do fim de semana. O objetivo central é democratizar o acesso aos estudos e garantir que pessoas sem condições de pagar por cursinhos preparatórios tenham acesso a conteúdos de qualidade, ministrados por professores experientes e reconhecidos em Brasília. As primeiras aulas deste novo ciclo começam dia 13 de dezembro, e o projeto seguirá até 13 de dezembro de 2026. Além de assistir a aulas com professores experientes, os alunos ganham o material de estudo e lanche | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus Estrutura completa As aulas do Aprova DF ocorrem sempre aos sábados e domingos, das 8h às 17h, no Edifício Oscar Alvarenga, na Quadra 3 do Setor Comercial Sul. Os participantes recebem apostilas, kit lanche e material escolar para garantir conforto e melhores condições de estudo. A programação inclui disciplinas essenciais para concursos, como português, matemática, redação, raciocínio lógico e atualidades, além de conteúdos cobrados com frequência em certames públicos, como direito administrativo e direito constitucional. Neste novo ciclo, serão incluídas novas matérias, como Lei Orgânica do DF, além de novos professores de cursinhos renomados da capital. Transformação pela educação Maria Aparecida Santos: "Com os professores daqui, que dão a vida e se dedicam, percebi que posso" Entre os milhares de alunos que já passaram pelo Aprova DF, Maria Aparecida Santos, 41 anos, moradora do Gama, se destaca pela força e pela superação. Auxiliar de serviços gerais durante a semana, ela conheceu o projeto em setembro do ano passado e, desde então, compareceu a todas as aulas aos fins de semana — inicialmente sem pretensão de prestar concursos. A surpresa veio depois do primeiro certame, no qual ficou entre as classificadas. Faltaram apenas seis pontos para conquistar a vaga direta. “O que aprendi aqui e esse resultado me fizeram entender que o concurso público também é para mim. Eu vi que tinha capacidade. Com os professores daqui, que dão a vida e se dedicam, percebi que posso. E eu vou entrar no concurso público, porque o Aprova tem me ajudado bastante”, afirma. Com o Aprova DF, Édipo Batista espera realizar o sonho de ser um servidor público História semelhante é a do atleta de basquete em cadeira de rodas Édipo Batista, 29 anos, morador do Riacho Fundo II. Ele participa do projeto desde novembro do ano passado e reconhece que o Aprova DF abriu portas que antes pareciam inalcançáveis. “Ser servidor público se tornou um sonho desde que me tornei deficiente. Mas esse sonho estava distante, porque não tinha condição de pagar um curso preparatório presencial. Um curso com tanta excelência e ainda gratuito faz muita diferença na minha vida. Fora que aqui estou fazendo novos amigos que também têm sido fundamentais para concretizar esse objetivo”, destaca. [LEIA_TAMBEM]Professora de Direito Administrativo e participante de ciclos anteriores, Ingrid Santos ressalta a dimensão humana do projeto e o impacto direto que testemunha na vida dos alunos. “As pessoas chegam carentes de conhecimento e de oportunidade, mas com uma vontade enorme de mudar de vida. Muitas nunca conseguiram estudar porque não tinham acesso, tempo ou recursos. Aqui, elas encontram essa chance. É um projeto que transforma realidades e, para mim, participar disso é extremamente gratificante”, resume. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o projeto cumpre uma função social fundamental ao romper barreiras e ampliar horizontes. “O Aprova DF vai além da preparação acadêmica. Ele mostra que, quando o poder público investe nas pessoas, transforma vidas. O projeto devolve esperança, cria oportunidades reais e abre caminhos para quem sempre sonhou com a carreira pública, mas não tinha onde começar.” O presidente da Associação Cresce-DF, Eduardo Campos, reforça o compromisso da iniciativa. “O Aprova DF é um divisor de águas para muita gente. É preparação, é acolhimento e é também a certeza de que todos podem sonhar — e realizar.” *Com informações da Sejus-DF
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Ponte JK receberá nova pintura
A Ponte Juscelino Kubitschek, que fica sobre o Lago Paranoá e conecta o Lago Sul ao Plano Piloto, passará por uma manutenção estética com um serviço de pintura emergencial. A obra foi contratada pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), com investimento de aproximadamente R$ 2,4 milhões, e será executada pela empresa Civil Engenharia Ltda. O contrato foi assinado em 27 de novembro e os serviços devem durar cerca de 150 dias corridos. No momento, aguarda-se a emissão da ordem de serviço para o início das atividades. Considerada um símbolo arquitetônico e um dos cartões-postais mais conhecidos da capital, a ponte apresenta sinais de desgaste visual, como pintura desbotada, pichações e áreas corroídas. “A Ponte JK faz parte da identidade de Brasília e não pode transmitir a imagem de abandono. Esta intervenção devolve dignidade visual a uma das estruturas mais fotografadas da cidade”, afirma o diretor de Planejamento e Projetos da Novacap, Carlos Alberto Spies. O objetivo principal da manutenção é melhorar a aparência da ponte, promovendo uma transformação percebida por moradores e turistas. A Ponte JK passará por uma manutenção estética que envolve limpeza, tratamento anticorrosivo e pintura | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília A pintura será feita usando a técnica airless, que envolve diversas etapas. O primeiro passo será a limpeza das superfícies com hidrojateamento de baixa pressão, técnica que remove sujeira, fuligem, poeira e materiais orgânicos sem prejudicar a tinta existente ou contaminar o Lago Paranoá. Além disso, será realizado tratamento anticorrosivo e recuperação de áreas específicas, especialmente nos arcos metálicos, no tabuleiro, nos pilares e nas passagens de pedestres. Para alcançar os pontos mais altos, como os arcos metálicos, serão utilizadas plataformas elevatórias articuladas do tipo tesoura, garantindo a segurança dos trabalhadores. “Todo o método foi pensado para preservar a estrutura, reduzir o impacto ambiental e garantir segurança operacional. É uma intervenção estética, mas com critérios técnicos rigorosos”, explica Spies. Assim que for emitida a ordem de serviço, será divulgado o cronograma detalhado de execução. [LEIA_TAMBEM]Além de valorizar o ponto turístico, a obra busca estimular o turismo, aumentar a sensação de segurança pública e preservar o patrimônio arquitetônico de Brasília. Ela integra um projeto maior de recuperação estrutural da ponte, previsto para ocorrer ao longo dos próximos anos. “A pintura é uma resposta rápida a uma demanda muito visível da população, enquanto preparamos a grande obra de recuperação estrutural, que exige estudos mais complexos e maior prazo de execução”, complementa o diretor. Durante o período de recuperação, poderão ocorrer interdições parciais em algumas faixas para instalação de andaimes, mas a Novacap ainda avaliará a necessidade de bloqueios temporários completos. O que é pintura airless? A técnica de pintura airless é um método de pulverização de tinta sem o uso de ar comprimido, utilizando alta pressão para atomizar o material por meio de um bico. Ela oferece aplicação mais rápida, uniforme e eficiente, com menos respingos e desperdício em comparação com sistemas tradicionais. *Com informações da Novacap
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Programa atenderá a demandas urgentes da primeira infância
A Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) deu um passo estratégico na consolidação de políticas de promoção de direitos e de fortalecimento das estruturas familiares ao expandir o programa Defensoria nas Escolas. A partir de agora, além das instituições de ensino fundamental e médio, a atuação passa a abranger as creches da rede pública e conveniadas com o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do novo eixo denominado Defensoria na Primeira Infância, que será lançado nesta quinta-feira (4), durante a cerimônia de encerramento do Defensoria nas Escolas. A iniciativa tem como propósito atender demandas urgentes, como ajuizamento de pedidos de pensão alimentícia, regularização de guarda e procedimentos de reconhecimento de paternidade. A proposta visa garantir acolhimento qualificado às mães solo, fortalecer vínculos familiares e assegurar a efetivação de direitos essenciais às crianças desde os primeiros anos de vida. No Defensoria na Primeira Infância, a família de alunos de creches do DF contará com o auxílio de defensores públicos | Foto: Divulgação/DPDF A atuação nas creches envolverá atendimentos jurídicos amplos, orientações sobre guarda, procedimentos de registro civil e facilitação do acesso a benefícios sociais. O Defensoria na Primeira Infância será implementado de forma humanizada, no próprio ambiente escolar, com a presença de defensores públicos e servidores e da Unidade Móvel de Atendimento Itinerante da DPDF, que disponibiliza suporte jurídico completo. “Essa iniciativa nasce com o propósito de garantir uma rede consistente de proteção desde os primeiros anos de vida. Reconhecemos que muitas famílias enfrentam vulnerabilidades, e, com esse novo braço de atuação, conseguimos assegurar dignidade, segurança jurídica e apoio efetivo já na primeira infância. Trata-se de um avanço decisivo para impedir que qualquer criança permaneça desassistida em sua trajetória escolar e social”, afirmou o defensor público-geral do DF, Celestino Chupel. [LEIA_TAMBEM]O defensor público e coordenador do projeto, Rodrigo Duzsinski, destacou que a iniciativa produz impacto direto e imediato na garantia de direitos básicos: “Levar diversos serviços a creches permite que crianças e famílias tenham direitos reconhecidos de forma célere, eficiente e humanizada. É a DPDF chegando exatamente onde as famílias mais precisam, com acolhimento, escuta qualificada e acesso real à Justiça.” O projeto será executado em etapas, abrangendo creches de diferentes regiões administrativas do DF. A expectativa é de que, ao longo dos próximos meses, milhares de famílias sejam atendidas. *Com informações da DPDF
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Hospital da Criança promove atualização de conhecimentos no atendimento fonoaudiológico pediátrico
O Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB) realizou, na quarta-feira (26), o primeiro Simpósio de Fonoaudiologia Hospitalar. O evento reuniu fonoaudiólogos de diversas unidades de saúde e estudantes de fonoaudiologia para compartilhar conhecimentos sobre a área. Na quarta (26), o Hospital da Criança de Brasília José Alencar realizou o primeiro Simpósio de Fonoaudiologia Hospitalar | Fotos: Divulgação/HCB Segundo a fonoaudióloga e coordenadora de Reabilitação do HCB, Milene Fleury, a fonoaudiologia é considerada uma profissão recente, com poucos profissionais atuando na pediatria. “Com o evento, o Hospital auxilia o desenvolvimento dessa profissão e divulga o trabalho que fazemos aqui, atuação nas doenças raras, complexas. Fazendo esse tipo de evento, auxiliamos no desenvolvimento, no interesse de novos profissionais”, observou. [LEIA_TAMBEM]A equipe de fonoaudiologia do HCB realiza atendimentos ambulatoriais, de internação e nas unidades de terapia intensiva (UTI). “Temos profissionais de referência nas linhas de cuidado e profissionais inseridos nas outras equipes, como a da neuromuscular e a de cuidados paliativos”, relatou Fleury. Ela acrescenta que, para compor as equipes multidisciplinares, os fonoaudiólogos do Hospital precisam ter um olhar atento e especializado ao perfil dos pacientes do HCB: “São condições em que o agravo pode ser muito intenso na vida da criança. O fonoaudiólogo, em nível terciário de saúde, atua para minimizar danos”. O simpósio contou com apresentações de profissionais de outras instituições. A fonoaudióloga do Hospital Materno Infantil de Brasília (Hmib) Monique Barreto destacou que, muitas vezes, crianças atendidas em uma unidade de saúde também passam por outros hospitais da rede pública de saúde do DF: “Existe uma correlação muito estreita nas crianças que chegam aqui e que tiveram intercorrências, principalmente no período pré-natal, perinatal e síndromes raras. Se a criança começa a ser atendida no Hmib nós, de certa forma, tentamos prepará-la para que ela siga um acompanhamento em rede, de forma integral, como os princípios do SUS já descrevem”. Milene Fleury, fonoaudióloga e coordenadora de Reabilitação do HCB: "Com o evento, o Hospital auxilia o desenvolvimento dessa profissão e divulga o trabalho que fazemos aqui, atuação nas doenças raras, complexas" A fonoaudióloga do Hospital Universitário de Brasília (HUB) Rayenne Bendor teve a experiência de ser residente no HCB e retornou ao hospital para participar do simpósio como palestrante. “Na enfermaria pediátrica, precisamos saber um pouquinho de todas as áreas, para saber quando encaminhar, quando encaminhar para o ambulatório; tem muitas questões na enfermaria que não conseguimos tratar durante a internação”, afirmou. Bendor ressalta que esse é um ponto positivo do HCB, já que a equipe ambulatorial consegue dar seguimento às intervenções cuja necessidade é identificada na internação. A diretora executiva do HCB, Valdenize Tiziani, destacou que a realização do evento reflete o compromisso do Hospital com o ensino e a pesquisa como forma de qualificar a assistência oferecida pela instituição. “Nosso compromisso é com a criança, trabalhamos em buscar o que há de melhor no atendimento. A fonoaudiologia é um serviço extremamente importante para nossas crianças e vamos seguir nessa pauta, sempre discutindo e tentando aprimorar o que fazemos aqui”, ressaltou. O I Simpósio de Fonoaudiologia Hospitalar do HCB foi patrocinado pela academia Overworld. *Com informações do Hospital da Criança de Brasília José Alencar (HCB)
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Festival do Parque BSB levou cerca de 60 mil pessoas ao Parque da Cidade
Ao longo de cinco dias, o Festival do Parque BSB — Primeiro Salão Tecnológico do Parque da Cidade, realizado na Praça das Fontes, no Parque da Cidade, levou música, tecnologia e lazer ao público, movimentando cerca de R$ 20 milhões em diversas cadeias da economia. Após intensas atividades, o evento chegou ao fim no domingo (30/11). Foram registradas cerca de 60 mil presenças ao longo de toda a programação. A organização estima uma movimentação econômica de aproximadamente R$ 20 milhões em torno do festival. O evento foi realizado pelo Instituto Alvorada Brasil, com apoio das secretarias de Esporte e Lazer (SEL-DF), de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), e de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF). O Festival do Parque BSB movimentou R$ 20 milhões ao longo de cinco dias de evento, no Parque da Cidade | Foto: Divulgação/Secec-DF “Ver o Festival do Parque BSB reunir 60 mil pessoas em cinco dias e movimentar cerca de R$ 20 milhões na nossa economia mostra a força que a cultura, a tecnologia e o lazer têm para transformar o Distrito Federal. Isso significa emprego, renda, oportunidade e, principalmente, acesso. Quando vemos quase 800 estudantes vivendo a experiência do salão tecnológico, quando percebemos que 30 mil brinquedos serão doados a famílias do DF, entendemos que entregamos algo que vai além do entretenimento. Este festival reafirma o compromisso do GDF com políticas públicas que aproximam inovação e cultura da vida real das pessoas. E isso nos enche de orgulho e responsabilidade para seguir ampliando iniciativas como esta”, enfatizou o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes. O Festival do Parque apresentou uma proposta ousada e inovadora ao despertar o olhar para a ciência e a tecnologia, voltada a públicos de todas as idades. Nesse sentido, contou com o Salão da Tecnologia, com robótica, realidade virtual, simulador de direção, fliperama, Museu do Videogame e diversos jogos disponíveis para os visitantes. Além disso, o espaço sediou campeonato de videogame, concurso de cosplay e palestras sobre tecnologia, mercado e reflexões sobre o presente e o futuro em uma realidade cada vez mais atrelada ao mundo virtual. “Do sonho à realidade, entregamos o Festival do Parque BSB com a certeza do dever cumprido. Agradecemos a cada pessoa que esteve aqui, que curtiu esses momentos com a gente, cada profissional envolvido”, destacou o presidente do Instituto Alvorada Brasil, Francisco Almeida. O público lotou o espaço para conferir apresentações de grandes nomes da música nacional, como a dupla sertaneja Bruno e Marrone e os músicos baianos Tuca Fernandes e Léo Santana O evento começou na quarta-feira (26), com abertura para receber estudantes de diversas escolas do Distrito Federal até a sexta-feira (27). Ao todo, quase dez unidades de ensino estiveram presentes — alunos e docentes tiveram acesso a toda a programação voltada à tecnologia, além da animação de DJs, do coletivo de dança e do lanche oferecido pela organização. Os shows, realizados à noite a partir do dia 28, tiveram acesso mediante retirada gratuita de ingressos via web, além da doação de um brinquedo na entrada. Até o momento, foram contabilizadas cerca de 30 mil peças, entre carrinhos, bonecas, bolas e outros itens. As doações serão encaminhadas a entidades beneficentes do DF. Marcado pela emoção, o encerramento ficou a cargo da dupla sertaneja Bruno e Marrone. Antes deles, o músico baiano Tuca Fernandes subiu ao palco e mostrou toda a sua musicalidade. Os shows começaram na sexta, com a dupla Pedro Paulo e Mateus e o cantor Pablo. No sábado, foi a vez de Lucas e Bárbara, Filhos do Brasil e Léo Santana, com seu repertório de sucessos autorais. [LEIA_TAMBEM]Tecnologia A tecnologia foi a tônica do Festival do Parque, e o Salão Tecnológico chamou a atenção dos visitantes pela variedade de atrações. O espaço contou, por exemplo, com uma imersão total no mundo criado por computadores. Com a utilização de óculos virtuais, os participantes puderam se conectar integralmente à realidade digital e interagir com ela. Disputado no domingo (30), o campeonato de games também foi destaque. O vencedor foi o servidor público André Luiz Gil de Souza. Praticante de jogos de luta há dois anos, ele demonstrou habilidade e capacidade de adaptação. No mesmo dia, foi realizado o concurso de cosplay, que é a arte de se fantasiar de personagens e interpretá-los. O salão ficou repleto de cores e figurinos chamativos, e a competição contou com dez participantes. A premiação em dinheiro foi distribuída em quatro categorias: Melhor Caracterização, Destaque Criativo, Melhor Performance e Master Cosplay. O espaço também sediou palestras, e uma das que mais chamaram a atenção do público foi a do gamer e influenciador digital Mateus Pinho. Detentor de cerca de 1 milhão de seguidores nas redes sociais, ele abordou o tema “Inteligência Artificial, Amiga ou Inimiga?”. “Depende da sua relação com ela, da forma como ela atinge sua vida e de como você se posiciona nesse processo”, afirmou. No domingo (30), foi realizado o concurso de cosplay; a competição contou com dez participantes Economia Além do papel de difusão da tecnologia e do entretenimento saudável, o Festival do Parque BSB se mostrou um importante motor da economia neste final de ano. Os R$ 20 milhões movimentados levam em consideração as variadas cadeias impactadas, como artística, logística, alimentação, comércio e outras. Foram gerados 800 empregos diretos e fomentados outros. No que diz respeito à cadeia de alimentação, a praça de gastronomia do festival foi abastecida com cerca de vinte restaurantes, com opções como hambúrguer, crepe e muito mais, além da presença de diversos quiosques. Havia também lojas de roupas e souvenirs relacionados ao universo dos games e seus personagens. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF)
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