Atenção, instrutores: prazo para isenção da taxa de autorização termina dia 30/6
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Agências do trabalhador oferecem mais de 2 mil vagas de emprego nesta quarta (17)
As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta quarta-feira (17), 2.461 vagas para quem procura emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência prévia. Os salários chegam a R$ 6,9 mil, valor oferecido para o cargo de gerente de marketing, em Águas Claras, que conta com uma vaga aberta e se destaca como a oportunidade com a maior remuneração do dia. Outro cargo que também se destaca pela quantidade de vagas é o de açougueiro, com 212 oportunidades abertas. A remuneração pode chegar a R$ 2,5 mil, além de benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).
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Notícia de Exemplo
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Hemocentro lança jogo desenvolvido pela Secti-DF para incentivar doação de sangue
A Fundação Hemocentro de Brasília (FHB) lançou, nesta terça-feira (16), o Flappy Donor, game desenvolvido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) para integrar a programação do Junho Vermelho 2026. A iniciativa utiliza de tecnologia e gamificação para tornar o momento de espera dos doadores mais interativo, estimulando a conscientização sobre a importância da doação de sangue. A ação de lançamento contou com a participação do presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, Osnei Okumoto; e do secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino, que realizaram juntos a primeira experiência com a ferramenta. O jogo pode ser acessado por meio de QR Code disponibilizado nas dependências do Hemocentro, permitindo que os participantes enfrentem desafios, acumulem pontos e acompanhem o ranking de jogadores. Inspirado em jogos de habilidade, o Flappy Donor conecta entretenimento, educação e solidariedade. A proposta é incentivar uma competição saudável entre os doadores, transformando o tempo de espera em uma oportunidade de aprendizado e engajamento com a causa. Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação do DF, Rafael Vitorino, a ferramenta mostra como a inovação pode ser aplicada para aproximar o cidadão de ações importantes para a sociedade.“Quando usamos a tecnologia para incentivar uma atitude que salva vidas, estamos mostrando que a inovação pode estar presente nas mais diversas áreas. O Flappy Donor é uma forma criativa de engajar as pessoas, tornar a experiência mais acolhedora e fortalecer a cultura da doação de sangue no Distrito Federal”, destacou o secretário. Inspirado em jogos de habilidade, o Flappy Donor conecta entretenimento, educação e solidariedade | Foto: Divulgação/Secti-DF “O Flappy Donor representa uma nova forma de aproximar as pessoas da causa da doação de sangue. Queremos que cada momento vivido no Hemocentro seja também uma oportunidade de conscientização e engajamento. Ao unir tecnologia, educação e solidariedade, conseguimos tornar a experiência do doador ainda mais acolhedora, fortalecendo uma cultura de doação contínua e ajudando a garantir estoques seguros para quem precisa de transfusão”, destacou o presidente da Fundação Hemocentro de Brasília, Osnei Okumoto. Durante o lançamento, o doador Thiago Silva participou da experiência e ressaltou a importância de contribuir com o próximo. Em sua terceira doação, ele contou que aproveitou uma pausa no trabalho para realizar o gesto solidário.“É a minha terceira vez. A importância é sempre pensar no próximo. Eu venho pensando nisso sempre”, afirmou Thiago, que trabalha com transporte e possui uma empresa do setor. A parceria entre a Secti-DF e o Hemocentro de Brasília reforça o uso da tecnologia como ferramenta de impacto social, mostrando como soluções inovadoras podem contribuir para fortalecer políticas públicas e incentivar atitudes que fazem diferença na vida da população. *Com informações Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF)
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PGDF obtém vitória judicial que reconhece legalidade na arrecadação do Difal/ICMS anterior a legislação específica de 2022
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Carta de Serviços
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Ouvidoria
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Policial penal do DF integra missão de capacitação no sistema penitenciário peruano
A doutrina da Polícia Penal do Distrito Federal ultrapassou fronteiras mais uma vez. O policial penal Lucélio de Araújo Galeno, lotado na Diretoria Penitenciária de Operações Especiais (DPOE) da Secretaria de Estado de Administração Penitenciária do Distrito Federal (Seape/DF), foi instrutor em uma missão internacional de capacitação realizada em Lima, no Peru. O intercâmbio contribuiu para a formação de profissionais do sistema penitenciário peruano em técnicas especializadas de operações táticas. A atividade integrou a edição de 2026 da cooperação internacional entre Brasil, Peru e Argentina, realizada entre os dias 11 e 29 de maio. A equipe brasileira foi composta por quatro policiais penais de diferentes estados, entre eles o representante do Distrito Federal, que atuou ao lado de um policial militar argentino na capacitação de servidores do Instituto Nacional Penitenciário do Peru. Na capacitação, brasileiro e argentino atuaram como instrutores em simulações de situações críticas dentro do sistema prisional | Foto: Divulgação/Seape-DF Durante o treinamento, foram ministradas instruções em técnicas de CQB (Close Quarters Battle), voltadas à atuação em ambientes confinados, além de procedimentos de resgate de reféns, áreas consideradas essenciais para a atuação em situações críticas dentro do sistema prisional. A capacitação também abordou temas relacionados à intervenção em ambiente prisional, escolta tática, armamento e tiro, atendimento pré-hospitalar de combate, uso de instrumentos de menor potencial ofensivo, imobilizações táticas e gestão de crises, sempre fundamentados em protocolos operacionais modernos e alinhados aos direitos humanos e às normas internacionais de custódia. Esta iniciativa reafirma o compromisso da Seape-DF com a qualificação permanente de seus profissionais, a valorização da Polícia Penal e a atuação pautada pela técnica, pela legalidade e pelo respeito à dignidade humana. Além do policial penal do DF, outros três profissionais brasileiros participaram das atividades na capital peruana Cooperação que fortalece a segurança [LEIA_TAMBEM]A parceria internacional teve origem em 2023, a partir da articulação entre profissionais dos sistemas penitenciários do Brasil e do Peru. Na primeira edição, realizada na cidade de Huancayo, policiais penais brasileiros capacitaram 86 servidores do Inpe em diversas áreas operacionais. A edição de 2026 representou um novo marco para a iniciativa ao incorporar também a participação da Argentina, ampliando o intercâmbio de conhecimentos e experiências entre os países envolvidos. Além da transferência de conhecimento técnico, a cooperação permite o compartilhamento de boas práticas, o aprimoramento de protocolos operacionais e o fortalecimento das relações institucionais entre os sistemas penitenciários participantes. O intercâmbio contribui para a construção de soluções mais eficientes para a gestão prisional, especialmente em temas relacionados à segurança, à gestão de crises e à atuação de equipes especializadas. Referência nacional em operações penitenciárias A doutrina brasileira de intervenção prisional teve origem no Distrito Federal em 2000, com a criação da Diretoria Penitenciária de Operações Especiais (DPOE), considerada referência na formação e no desenvolvimento de protocolos voltados à atuação em situações críticas no ambiente prisional. Ao longo dos anos, esse conhecimento técnico foi consolidado e passou a contribuir para a capacitação de profissionais em diferentes regiões do Brasil e, mais recentemente, em outros países da América Latina. *Com informações da Seape-DF
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