Equipes iniciam concretagem e instalação de bloquetes nas novas calçadas da W3 Norte
A região das quadras 700, na Asa Norte, passa por uma ampla reforma das calçadas que dão acesso aos comércios locais, com foco em acessibilidade, reorganização dos estacionamentos e paisagismo. Atualmente, os trabalhos estão na fase final de concretagem das calçadas e na preparação do leito para o assentamento dos bloquetes de estacionamento. O serviço, de acordo com a Secretaria de Obras e Infraestrutura (SODF), integra a reforma da W3 Norte, no trecho das quadras 713 a 716, com investimento de R$ 4,25 milhões. A construção de 42 mil m² de calçadas acessíveis faz parte do pacote de obras | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília Entre as principais intervenções estão a construção de 42 mil m² de novas calçadas acessíveis e 17 mil m² de áreas verdes e paisagismo, além da criação de 1.368 vagas para veículos, 229 para motos e 135 para bicicletas. O projeto inclui ainda o plantio de 226 novas árvores, a instalação de travessias elevadas e rampas de acessibilidade, o uso de pavimento intertravado para melhorar a drenagem superficial e a reorganização dos estacionamentos, com o rebaixamento das calçadas comerciais. Segundo o engenheiro da SODF responsável pela obra, Adoney de Jesus, parte da intervenção abrange ajustes de acessibilidade e melhorias no acesso às lojas. “Readequamos todas as calçadas onde não havia passagem para cadeirantes, rebaixamos os anéis e adaptamos as rampas”, relata. “Também reorganizamos os acessos para facilitar o carregamento de mercadorias e o trânsito de veículos de manutenção, já que algumas lojas trabalham com serviços automotivos”. [LEIA_TAMBEM]Adoney explica que o trabalho de drenagem também foi reforçado, especialmente com a adoção de pavimento intertravado: “Antes, o asfalto comum fazia a água acumular e dificultava o escoamento. Agora, com o piso intertravado, a permeabilidade melhora, e a água infiltra com mais facilidade, reduzindo o risco de alagamentos”. Impacto A comerciante Rita da Silva acompanha os trabalhos: “Vai ficar bem melhor, esteticamente falando. As expectativas são boas, e a gente torce para que tudo fique pronto logo” Uma das reclamações mais frequentes de comerciantes e pedestres é a falta de iluminação pública. Segundo Adoney, o problema da escuridão na região já está sendo monitorado e acompanhado de perto. “À medida que a obra avançava e as valas foram abertas, houve muito furto de fiação, inclusive de semáforos, o que deixou alguns trechos sem luz”, lembra. “Entramos em contato com a CEB [Companhia Energética de Brasília], que fez os reparos, mas os furtos se repetiam. A 716 Norte foi a que mais sofreu com isso. Felizmente, nas últimas semanas, conseguimos resolver boa parte dessas ocorrências”. A comunicação com os lojistas tem sido constante. Dona de um brechó na 715 Norte, Rita Regina da Silva, 54 anos, conta que o movimento caiu desde o início das obras, mas acredita que o resultado final vai compensar o transtorno. “Vai ficar bem melhor, esteticamente falando”, afirma. “Não vai ser só a calçada, vai ter paisagismo e drenagem. Aqui, quando chove, vira uma piscina. Então, essas melhorias são necessárias. As expectativas são boas, e a gente torce para que tudo fique pronto logo”. Outro comerciante da quadra, Fernando Freitas, 48, encara com naturalidade a movimentação das equipes. “É barulhento, mas faz parte”, aponta. “Não existe construção sem isso. Com o paisagismo e as calçadas novas, vai atrair mais clientes, com certeza. Aqui alagava muito, ficava tudo cheio de água, as cadeiras boiando. Acho que agora isso vai mudar”.
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Museu Nacional da República será o cenário da 4ª edição do Casamento Comunitário de 2025
Faltando um mês para a 4ª edição do Casamento Comunitário de 2025, marcado para 7 de dezembro, os preparativos já estão em andamento, aumentando a expectativa entre os futuros noivos. Depois de edições realizadas em locais simbólicos da capital, como o Pontão do Lago Sul e a Concha Acústica, a cerimônia será realizada no Museu Nacional da República. O Casamento Comunitário é um programa promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF) que oferece a casais em situação de vulnerabilidade a oportunidade de oficializar a união de forma gratuita, com toda a estrutura e o cuidado que o momento exige. Yara Ferreira Silva e Murilo Nascimento oficializaram a união na última edição do Casamento Comunitário | Foto: Divulgação/Sejus-DF Apaixonados desde a adolescência, Yara Ferreira Silva, 36 anos, e Murilo Nascimento, 39, reafirmaram o amor ao lado dos três filhos e de familiares durante a terceira edição do Casamento Comunitário deste ano, realizada em setembro. A dona de casa e o motorista contaram que o desejo de casar sempre existiu, mas a preocupação com os gastos era um obstáculo para a oficialização da união. “Casar sempre foi um sonho, mas os custos, a burocracia e as prioridades com os filhos nos fizeram adiar por muito tempo. Com o Casamento Comunitário, pudemos realizar esse sonho com tudo a que tivemos direito”, contou Yara. Enquanto isso, quem vive a expectativa pelo Casamento Comunitário com ainda mais intensidade é Jane da Cunha Silva, de 34 anos. A dona de casa se inscreveu no programa durante a edição do GDF Mais Perto do Cidadão em São Sebastião. Além da ansiedade para saber se será contemplada para oficializar a união com o vigilante Josenaldo Francisco da Silva, Jane espera Aurora, a primeira filha do casal. “Não vejo a hora de realizar dois grandes sonhos: casar com o companheiro de toda uma vida e dar à luz à nossa pequena”, contou, emocionada. A expectativa é que esta edição do Casamento Comunitário conte com 100 casais inscritos | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Os casais interessados ainda podem participar da última edição de 2025. As inscrições são realizadas presencialmente em pontos de atendimento do DF, como o Na Hora da Rodoviária do Plano Piloto, as Praças dos Direitos da Ceilândia (QNN 13) e do Itapoã (Quadra 203, Del Lago II), e a Estação Cidadania do Recanto das Emas (Quadra 113, Lote 09), além das edições do programa GDF Mais Perto do Cidadão, que ocorrem quinzenalmente em diferentes regiões administrativas. [LEIA_TAMBEM]Para participar, o casal deve ser maior de idade, comprovar residência no DF, apresentar declaração de hipossuficiência e os documentos exigidos. Todas as informações estão disponíveis no site da Sejus. A expectativa é que mais cem casais oficializem suas uniões nesta edição, totalizando mais de 400 casamentos realizados ao longo de 2025 pelo programa. O projeto oferece aos casais isenção de taxas cartoriais, produção completa para as noivas — com vestido, maquiagem e penteado inclusos —, terno para os noivos, transporte até o local da cerimônia e uma festa coletiva para celebrar o momento. Tudo isso é possível graças ao apoio de diversas instituições parceiras da Sejus, que ajudam a tornar inesquecível o grande dia desses casais. “Garantir o direito ao matrimônio civil, sem que o custo seja um obstáculo, é promover respeito e inclusão às famílias que constroem nossa cidade. A formalização do amor não deve ser vista como um privilégio, e sim tratada como um direito”, afirma a secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani. *Com informações da Sejus-DF
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Estudantes de Santa Maria participam de preparação especial para o Enem
Pensando em preparar os estudantes da rede pública para o Exame Nacional do Ensino Médio (Enem), o projeto Se Liga no Enem está promovendo duas semanas de aulões intensivos em Santa Maria. As aulas acontecem no período noturno, no auditório da Escola Técnica de Santa Maria, e são voltadas à revisão dos conteúdos nas semanas que antecedem as provas. A iniciativa, que teve início no Centro Educacional (CED) 310, foi abraçada pela Coordenação Regional de Ensino (CRE) de Santa Maria e expandida para todos os estudantes da cidade. “Quando a Ana Cláudia veio para ser a coordenadora intermediária da Regional do Ensino Médio, ela apresentou o projeto, e toda a regional abraçou a ideia”, explica a professora Anne Cellos, uma das idealizadoras. O projeto é aberto a toda a comunidade e tem atraído, inclusive, estudantes de outras regiões administrativas, como o Gama. “A gente viu que era importante. Faz total diferença uma preparação focada, voltada para a prova do Enem”, reforça Anne. Estudantes da rede pública revisam conteúdos e tiram dúvidas com professores durante o aulão do Se Liga no Enem | Fotos: Felipe de Noronha/SEEDF Para Débora Santos da Rocha, 17 anos, estudante do 3º ano, a iniciativa é uma forma de democratizar o acesso ao ensino superior. “Com certeza, é muito importante, não é só para revisar. A gente sabe como, por exemplo, o cursinho é muito caro, o acesso é mais difícil. Então, com esses aulões, temos ótimos professores, ótimas explicações, e acaba facilitando muito para quem não tem condições”, avalia a estudante. Débora, que sonha em cursar direito na Universidade de Brasília (UnB), vê a iniciativa como um apoio fundamental. "Eu já fiz o vestibular tradicional, fiz também o exame do Programa de Avaliação Seriada (PAS), e estou fazendo o Enem para ter mais uma chance", destaca. Professores e organizadores do projeto recebem os alunos com kits de material de apoio e lanches O formato dos aulões, testado com sucesso no ano anterior, é dividido em duas etapas: uma semana dedicada às disciplinas de humanas, antes da primeira prova (agendada para o dia 9), e uma semana focada em exatas, antes da segunda prova (dia 16). Além das aulas, os estudantes recebem um kit de apoio. “Tem uma barrinha de cereal, apostila, material, camisa e garrafinha de água para eles levarem. É uma forma da gente apoiar os meninos que estudam, que se dedicam, que estão aí preocupados com o futuro”, detalha Anne. O auditório possui cerca de 200 vagas, mas a organização garante que ninguém ficará de fora. "A gente acha um lugarzinho aqui. Caso lote, a gente bota a cadeira, e ninguém vai ficar sem aula", conclui. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
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Corrida altera o trânsito na L3 Norte neste sábado (8)
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Conselho dos Direitos da Mulher traça metas e planejamento para 2026
A sexta reunião ordinária do Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal (CDM-DF), vinculado à Secretaria da Mulher (SMDF), foi realizada nesta sexta-feira (7). O encontro teve como objetivo definir as principais ações e estratégias para 2026, além de celebrar os avanços alcançados este ano na promoção dos direitos das mulheres. Entre os temas debatidos durante o encontro, destacaram-se a proposta de planejamento estratégico | Foto: Divulgação/SMDF “O nosso objetivo é promover ações efetivas e alinhadas com as necessidades reais das mulheres no DF” Celina Leão, vice-governadora Durante a reunião, foram debatidos temas como a sugestão de alteração na minuta do edital do processo seletivo do CDM-DF 2026, encaminhada pelo Ministério Público, e a aprovação do calendário de reuniões para o próximo ano. Também foram apresentados a proposta de planejamento estratégico e o orçamento elaborados pelo grupo de trabalho do conselho. “O nosso objetivo é promover ações efetivas e alinhadas com as necessidades reais das mulheres no DF”, declarou a vice-governadora Celina Leão. “É essencial esse debate com a sociedade sobre temas relevantes, que tragam voz, autonomia e proteção para todas.” Políticas públicas A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, enfatizou o papel das políticas públicas na prevenção e no enfrentamento à violência de gênero: “O IPEDF [Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal], em parceria com a Secretaria da Mulher e a Vice-Governadoria, iniciou uma pesquisa para mapear o perfil sociodemográfico das vítimas de violência doméstica na capital. A coleta de dados envolveu 5 mil pessoas, entre homens e mulheres, em todas as 35 regiões administrativas do DF. Esse é um grande avanço para nós”. O CDM-DF também tem entre suas atribuições incentivar e apoiar estudos, debates e pesquisas voltados às mulheres, contando com a participação de órgãos como o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), Tribunal de Justiça do Distrito Federal e dos Territórios (TJDFT), Câmara Legislativa do Distrito Federal (CLDF), Ordem dos Advogados do Brasil (OAB) e Universidade de Brasília (UnB). Conselho dos Direitos da Mulher [LEIA_TAMBEM]Criado em 1988, o Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal é um órgão consultivo e deliberativo, responsável por formular e propor diretrizes de ação governamental voltadas à garantia da liberdade, igualdade de oportunidades e pleno exercício da cidadania e do protagonismo feminino nos âmbitos econômico, social, político e cultural do DF. O colegiado é composto por 12 representantes do poder público distrital, entre eles as secretarias da Mulher (SMDF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), da Pessoa com Deficiência (SEPD), de Economia (Seec-DF), de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Governo (Segov) e a Casa Civil, além da Defensoria Pública do DF e do IPEDF. *Com informações da Secretaria da Mulher
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Estudantes do CIL 02 participam de celebração do Dia dos Mortos na Embaixada do México
Celebrar a vida e aqueles que já faleceram. Esse é o propósito de uma das mais conhecidas tradições mexicanas. Na comemoração da data neste ano, a Embaixada do México convidou discentes do Centro Interescolar de Línguas (CIL) 02, da Asa Norte, para participar do evento de Día de los Muertos (Dia dos Mortos) realizado na terça-feira (4), no Espaço Cultural Alfonso Reyes. O convite dá continuidade ao intercâmbio cultural entre a delegação do país no Brasil e a Secretaria de Educação (SEEDF). Para abrir a noite de festa, o ministro de Assuntos Culturais do México, José Manuel Cuevas López, e o encarregado de Negócios da Embaixada, Alejandro Ramos Cardoso, discursaram a respeito do significado da data. Segundo Alejandro, o Dia dos Mortos não é uma celebração da ausência, mas uma ocasião para lembrar de um dia em que as cores, os sabores e os aromas se misturam para construir uma ponte entre o mundo dos vivos e o dos mortos. “Hoje, nos reunimos para comemorar uma das tradições mais emblemáticas do meu país, o Dia dos Mortos, a festa dos mortos, que nada mais é do que a festa da vida. E como é isso possível? Não faz sentido, né? Porém, meus amigos e minhas amigas, faz todo o sentido se concebermos a vida e a morte como parte de um mesmo ciclo”, explicou. O encarregado de Negócios da Embaixada do México, Alejandro Ramos Cardoso, e o ministro de Assuntos Culturais do México, José Manuel Cuevas López | Fotos: André Amendoeira/Ascom SEEDF Ele explicou que, para os povos originários mexicanos, a morte não significava o fim da vida: “É apenas uma etapa a mais de viagem. Hoje, é uma data em que nós homenageamos aqueles que já não estão fisicamente conosco, mas que estão com a sua presença nas nossas vidas, na nossa memória e nas nossas lembranças.” A festividade contou com a presença de autoridades, diplomatas, representantes culturais e convidados, e a programação incluiu apresentação de uma banda de mariachis, abertura do altar, premiação para os 30 convidados mais bem-caracterizados e também degustação de pratos e bebidas tipicamente mexicanos. O ministro Cuevas afirmou que um dos propósitos das atividades culturais promovidas pela embaixada é estabelecer novas alianças, contatos e colaborações. “Este ano tivemos a experiência muito grata de contar com a participação dos estudantes de espanhol do CIL 02. Queremos ampliar esta colaboração porque, para nós, o ensino do espanhol nas escolas públicas de Brasília é uma tarefa fundamental, e nossas atividades culturais estão orientadas para isso”, disse. Sariní Lima, estudante do 4º semestre de espanhol do CIL 02, sentiu-se honrada com o convite para a experiência: “Acho que faz todo o sentido a troca cultural. Quando a gente fala de aprendizado de um novo idioma, vivenciar a cultura dessa nova língua. É uma alegria estar aqui, porque além da diversão, é um ambiente de muito aprendizado.” Mariachis fazem apresentação de músicas típicas do México em celebração ao Día de los Muertos Imersão cultural Os centros interescolares de línguas (CILs) destacam-se não apenas pelo ensino de idiomas, mas também por promover experiências que aproximam os estudantes de culturas de outros países. Nesse sentido, a chefe do Núcleo de Língua Estrangeira da SEEDF, Fernanda Cavalini, ressaltou que a parceria com as embaixadas tem sido um passo importante, abrindo portas para o diálogo intercultural e criando oportunidades reais de contato com a diversidade linguística e cultural do mundo. “Essas ações permitem que os alunos vivenciem na prática o que aprendem em sala de aula, ampliando horizontes, despertando o interesse por novas formas de comunicação e fortalecendo o papel da educação como ponte entre povos e culturas”, reforçou. Além das parcerias com embaixadas e outras instituições de ensino, como o Instituto Cervantes e a Aliança Francesa, as unidades do CIL também organizam atividades pedagógicas para conectar os alunos aos costumes de diferentes países. É o caso da Feira Internacional do CIL 01, a Semana Internacional do CIL Gama, festas de Halloween, entre outras. Altar decorado para o Día de Los Muertos com flores de calêndula, caveiras de açúcar e chocolate, pão dos mortos, água, velas e outros itens A coordenadora do curso de espanhol do CIL 02, Cibele Chaves, ressaltou a relevância do intercâmbio cultural para o processo de aprendizagem: “É o momento em que eles vivem aquilo que leem nos livros, e que, às vezes, é uma realidade distante. Muitos não têm oportunidade de sair do Brasil, conhecer outro país. Então, quando uma embaixada abre suas portas e traz os alunos para vivenciarem in loco essa cultura tão rica, para eles, é algo deslumbrante. Eles ficam encantados e motivados a continuar, a estudar mais, a buscar mais e eles se sentem valorizados.” Día de los Muertos O Día de los Muertos é uma tradição da cultura mexicana que foi declarada pela Unesco, em 2003, Patrimônio Cultural Imaterial da Humanidade. Tem origem nas raízes indígenas das culturas nativas da Mesoamérica, que, de acordo com os historiadores, fundiu-se com as crenças católicas e originou um feriado que sofreu outras influências ao longo dos anos.[LEIA_TAMBEM] A celebração começa no final de outubro e vai até 2 de novembro para lembrar familiares e entes queridos falecidos cujas almas regressam por uma noite para partilhar o mundo dos vivos. Por essa razão, os altares são decorados com flores de calêndula, onde são incluídas caveiras de açúcar e chocolate, pão dos mortos, água, velas, frutas, vinho e outros alimentos e bebidas favoritas dos ancestrais. *Com informações da Secretaria de Educação
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Hospital de Santa Maria recebe reconhecimento da Fiocruz por excelência e inovação no cuidado materno-infantil
O banco de leite humano do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) recebeu um importante reconhecimento da Fundação Oswaldo Cruz (Fiocruz) pelo compromisso com a qualidade, a inovação e a segurança no cuidado com o aleitamento materno. O hospital é administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Durante o encontro, foi abordada a cooperação técnica entre Brasil e Paraguai para qualificação dos bancos de leite humano | Foto: Divulgação/IgesDF A certificação foi concedida pelo programa Fiocruz de Qualificação de Bancos de Leite Humano (PCFio-BLH) durante o 1º Congresso Binacional Brasil–Paraguai de Certificação de Qualidade em Bancos de Leite Humano, aberto na segunda-feira (4) e com atividades previstas até esta sexta (7), em Ciudad del Este, no Paraguai, e em Foz do Iguaçu (PR). O evento marca um novo capítulo na cooperação técnica em saúde entre os países e destaca o papel estratégico da Rede de Bancos de Leite Humano (rBLH) na promoção da segurança alimentar e nutricional de recém-nascidos e lactentes. Trabalho conjunto [LEIA_TAMBEM]“Esta conquista reflete o empenho conjunto de profissionais dedicados, que diariamente trabalham com ética, sensibilidade e excelência técnica para garantir um atendimento humanizado às mães, bebês e famílias assistidas”, resume a coordenadora do banco de leite do HRSM, Maria Helena Farias, que representou o hospital no encontro junto à enfermeira Maria Ivone Ventura. O processo de qualificação exigiu empenho constante na padronização de rotinas, atualização de protocolos, capacitação e aprimoramento das práticas assistenciais e de gestão, sempre com foco na segurança alimentar e na promoção do aleitamento materno. Além do reconhecimento, o congresso também proporcionou espaço para a troca de experiências, reunindo gestores públicos, pesquisadores, profissionais de saúde e representantes de organismos internacionais. *Com informações do IgesDF
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Detran-DF adia leilão de veículos 2025
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) adiou o Leilão Público nº 01/2025, inicialmente previsto para os dias 10, 11 e 12 deste mês. A mudança foi necessária para a realização de adequações técnicas no pátio de visitação. Com a alteração, as novas datas de visitação serão de 25 a 28 deste mês, das 9h às 17h, no pátio da Via Brasília Segura (1ª Avenida Sul SMSE, Setor de Mansões, sentido Samambaia). O leilão ocorrerá de 1º a 3 de dezembro, exclusivamente na modalidade online, por meio do site www.vipleiloes.com.br. O leilão ocorrerá de 1º a 3 de dezembro, exclusivamente na modalidade online | Foto: Divulgação/Detran-DF O edital completo e seus anexos serão republicados e poderão ser consultados tanto no portal do Detran-DF quanto no site da empresa leiloeira. Os lotes incluem veículos conservados (aptos à circulação), sucatas aproveitáveis e sucatas com motor inservível (motor suprimido). O Detran-DF esclarece que os cadastros já realizados permanecem válidos e reforça os cuidados contra golpes virtuais. O órgão não realiza contato por WhatsApp ou outras redes sociais, não solicita pagamentos antecipados nem cobra qualquer taxa para participação no leilão. Mais informações podem ser obtidas pelos telefones (61) 4020-1464 e (11) 3777-5942 (WhatsApp). O aviso foi publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira, 7 de novembro de 2025. Leilão público nº 01/2025 – Detran-DF Novas datas do leilão: 1º, 2 e 3 de dezembro Visitação: de 25 a 28 deste mês, das 9h às 17h Local: pátio da Via Brasília Segura – 1ª Avenida Sul SMSE, Setor de Mansões, sentido Samambaia, Brasília – DF Modalidade: online, pelo site www.vipleiloes.com.br Informações: (61) 4020-1464 / (11) 3777-5942 (WhatsApp). *Com informações do Detran-DF
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Obra da nova ponte no Incra 9 reforça segurança e mobilidade na zona rural de Ceilândia
A construção da nova ponte sobre o riacho do Incra 9, no Núcleo Rural Alexandre Gusmão, em Ceilândia, segue em ritmo acelerado e já ultrapassou 70% de conclusão. A obra — realizada pela Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o Governo do Distrito Federal (GDF), o Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF), Novacap e a Seagri-DF — representa um importante avanço para a mobilidade e a segurança de quem vive e trabalha na região. Além de substituir a antiga ponte de madeira por uma estrutura moderna e resistente, o projeto foi desenvolvido levando em consideração a preservação ambiental, com o cuidado de manter árvores nativas e reduzir o impacto sobre o curso d'água. Nos últimos dias, as equipes concluíram a instalação das grandes manilhas para drenagem das águas pluviais e avançaram na compactação do aterro e na finalização das alas de sustentação da ponte. A estrutura também contará com guarda-corpos laterais, garantindo mais segurança para motoristas, pedestres e transporte escolar que circulam diariamente pelo local. Além de substituir a antiga ponte de madeira por uma estrutura moderna e resistente, o projeto foi desenvolvido levando em consideração a preservação ambiental | Foto: Administração Regional de Ceilândia O administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende, ressaltou a importância da obra e o compromisso da gestão com a comunidade rural. “Essa é uma conquista muito esperada pelos moradores do Incra 9 e de toda a área rural de Ceilândia. Depois de anos de reivindicações, estamos entregando uma ponte segura, moderna e construída com responsabilidade ambiental. Essa obra simboliza o compromisso do GDF com a segurança, o desenvolvimento e a qualidade de vida das famílias que vivem e produzem nessa região”, ressaltou. O técnico do DER-DF, Wanderley de Oliveira Passos, responsável pela sinalização e edificações e que acompanha de perto a execução dos serviços, destacou a segurança da nova estrutura. “A estrutura foi planejada para suportar o intenso fluxo da região, especialmente durante o período de chuvas. Além disso, serão instalados guarda-corpos em ambos os lados da ponte, o que vai garantir mais segurança para quem trafega pelo local”, explicou Wanderley. Moradores também comemoram o avanço. “Esperamos há muito tempo por essa obra. Essa ponte é o nosso caminho para tudo — escola, trabalho, transporte da produção. É muito bom ver que agora vai sair do papel”, contou o produtor rural Gilson Fernandes Pessoa, morador da Gleba 4. Durante o período de execução, o tráfego segue com desvio sinalizado, garantindo o deslocamento seguro de veículos, pedestres, viaturas e ambulâncias. A Administração Regional de Ceilândia reforça que segue trabalhando com comprometimento e responsabilidade para melhorar a infraestrutura, a mobilidade e as condições de vida tanto na área urbana quanto na rural, promovendo mais integração e desenvolvimento para toda a cidade. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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UPA de Brazlândia disponibiliza fisioterapia ao ar livre e potencializa recuperação de pacientes
Tomar banho de sol e se movimentar em um ambiente ao ar livre faz parte da rotina de muitas pessoas, mas, para quem está em recuperação dentro de uma unidade de saúde, essa simples mudança de cenário pode representar um grande diferencial. Na Unidade de Pronto Atendimento (UPA) de Brazlândia, administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), a fisioterapia ao ar livre passou a ser adotada como estratégia de cuidado, promovendo mais conforto, estímulo e bem-estar aos pacientes. “O diferencial é tirar o paciente do leito ou de um ambiente fechado e levá-lo para o espaço externo”, explica a fisioterapeuta Franciele Chaves. As sessões em grupo acontecem, em média, a cada 15 dias, sempre que há duas fisioterapeutas no plantão, garantindo segurança, apoio da equipe e mobilidade adequada para cada caso. “O diferencial é tirar o paciente do leito ou de um ambiente fechado e levá-lo para o espaço externo”, explica a fisioterapeuta Franciele Chaves | Fotos: Alberto Ruy/IgesDF Franciele acrescenta que a proposta vai além do exercício físico. Segundo ela, a equipe busca aliar o movimento à ludicidade, com estímulos para mobilidade, interação e fortalecimento muscular. “Nosso objetivo é trazer uma forma de interação para o paciente, mas também trabalhar o equilíbrio e a força. Dependendo do diagnóstico, fazemos uma triagem prévia. Em muitos casos, observamos melhora significativa, principalmente no desmame de oxigênio, em pacientes com Doença Pulmonar Obstrutiva Crônica (DPOC). Com isso, conseguimos antecipar a alta, sempre em parceria com a equipe médica”, explica. Quem participa e como funciona Participam da fisioterapia ao ar livre pacientes com estabilidade clínica, que apresentem condições de deslocamento externo com segurança. A cada atividade, até sete enfermos da sala amarela são acompanhados por fisioterapeutas e, quando há liberação médica, aqueles internados na sala vermelha também podem participar. Durante as sessões, são realizados jogos, caminhadas assistidas e exercícios de funcionalidade em duplas ou pequenos grupos. “A prática estimula a mobilidade, controle de tronco, força física, autonomia e, principalmente, o convívio social. O que contribui para reduzir sequelas motoras e favorecer o bem-estar emocional”, explica a fisioterapeuta. A fisioterapia ao ar livre passou a ser adotada como estratégia de cuidado, promovendo mais conforto, estímulo e bem-estar aos pacientes Impactos à saúde e ao cuidado A gerente da UPA de Brazlândia, Célia Maria Gonçalves, destaca o impacto da atividade no acolhimento e na experiência do paciente durante a permanência na unidade. Segundo ela, esse tipo de ação traz um cuidado mais humanizado para a unidade e uma boa experiência para pacientes e equipe. “Quando o paciente vem para o ar livre, é outra sensação. Ele esquece que está com soro e até que está internado. Isso faz diferença não só para os pacientes, mas para toda a equipe, porque sabemos o quanto a fisioterapia contribui para uma recuperação mais rápida”, ressalta. Eliane Rocha, 50 anos, moradora de Brazlândia, está na UPA há uma semana devido a um quadro de crise renal e contou como a atividade contribuiu na sua recuperação. “Foi libertador! O tempo passa diferente. Só de poder respirar o ar, conversar, ver a luz do sol, já muda tudo. Eu fiz caminhada e me ajudou até no sono e nas dores na perna. A equipe é muito acolhedora. Nota 10”, revela. *Com informações do IgesDF
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