Resultados da pesquisa

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Fiscalização autua 44 condutores por embriaguez ao volante no fim de semana

Entre sexta-feira (31/10) e domingo (2/11), o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF), com apoio da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), realizou ações de fiscalização em cinco regiões administrativas: Itapoã, Núcleo Bandeirante, Planaltina, Santa Maria e Sobradinho. Ao todo, 235 condutores foram abordados. Durante as operações, os agentes autuaram 44 motoristas por dirigir após o consumo de bebida alcoólica, 14 por estarem inabilitados, quatro por conduzir com a CNH vencida há mais de 30 dias, quatro por uso de calçado inadequado, três por escapamento irregular e outros 30 por infrações diversas. O Detran-DF, em parceria com a PMDF, realizou ações de fiscalização em cinco regiões administrativas durante o final de semana | Foto: Divulgação/Detran-DF Na tarde de sexta, durante operação em Sobradinho, os agentes do Detran-DF abordaram um motociclista e constataram diversas irregularidades. O veículo não possuía espelhos retrovisores, apresentava o sistema de iluminação inoperante, e o condutor não era habilitado. Além disso, ele pilotava usando chinelos. De acordo com o Código de Trânsito Brasileiro (CTB), conduzir veículo com calçado que não se firme nos pés é infração média, punida com multa de R$ 130,16 e quatro pontos na CNH. O motociclista foi autuado, e a motocicleta, removida ao depósito. [LEIA_TAMBEM]Já no sábado, durante a operação 5º Mandamento, em Santa Maria, um motorista foi autuado por dirigir sob o efeito de álcool. Após a notificação, o veículo foi liberado para outro condutor. Poucos quilômetros depois, o mesmo carro voltou a ser abordado pela equipe de fiscalização. Os agentes constataram que o motorista anteriormente flagrado havia reassumido a direção. Ele foi novamente autuado por embriaguez ao volante, e o veículo acabou removido ao depósito. Segundo o CTB, dirigir após o consumo de bebida alcoólica é infração gravíssima, com multa de R$ 2.934,70 e suspensão do direito de dirigir por um ano. A reincidência em até 12 meses acarreta multa em dobro — R$ 5.869,40. *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)

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Pesquisa vai traçar panorama da violência contra a mulher no DF

O Governo do Distrito Federal (GDF) inicia, nesta segunda-feira (3), a pesquisa inédita Panorama da Violência contra a Mulher no Distrito Federal, que vai mapear o perfil sociodemográfico das vítimas de violência doméstica na capital. O objetivo é subsidiar ações e políticas públicas voltadas à proteção da vida e à segurança das mulheres. A coleta de dados será realizada até 11 de novembro. O levantamento é conduzido pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), em parceria com a Vice-Governadoria e com a Secretaria da Mulher (SMDF). A pesquisa vai ouvir cinco mil pessoas — homens e mulheres — presencialmente, em todas as 35 regiões administrativas do DF. Além de traçar o perfil das mulheres vítimas de violência doméstica, o estudo vai investigar o contexto em que essas situações ocorrem: a presença de testemunhas, a autonomia financeira, as vulnerabilidades relacionadas às condições de trabalho, à rede de apoio e à presença de filhos. Também será analisado o grau de concordância da população com políticas públicas voltadas à proteção das vítimas e à promoção da equidade de gênero de forma mais ampla. Levantamento vai traçar o perfil sociodemográfico das vítimas de violência doméstica no Distrito Federal | Foto: Geovana Albuquerque/Agência Brasília “Essa pesquisa representa um avanço importante no enfrentamento à violência de gênero em nossa capital. Ao detalhar o perfil sociodemográfico das vítimas, estabelecemos um alicerce sólido para a formulação de políticas públicas mais eficazes, visando assegurar a vida e a segurança das mulheres no Distrito Federal. Nosso compromisso é transformar nossa cidade no melhor lugar para nascer menina e crescer mulher”, afirma a vice-governadora, Celina Leão. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destaca que “compreender as múltiplas faces da violência é fundamental para enfrentá-la de forma eficaz. Esse estudo vai nos permitir enxergar a realidade das mulheres do Distrito Federal com mais profundidade, entender suas necessidades e fortalecer as políticas públicas que salvam vidas. A pesquisa é mais um passo do GDF no compromisso de proteger, acolher e garantir direitos às mulheres”. [LEIA_TAMBEM]O diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino Barros Neto, reforça o papel estratégico do instituto: “Ao colocar esta pesquisa em campo, o IPEDF reafirma seu compromisso em fornecer inteligência de dados para orientar decisões públicas estratégicas. Com um diagnóstico sólido da violência contra a mulher no DF, o governo fortalece sua capacidade de responder com agilidade e responsabilidade, transformando conhecimento em ação concreta para proteger vidas”. Para a diretora de Estudos e Políticas Sociais do IPEDF (Dipos), Marcela Machado, “ao ouvir mulheres e homens em todas as regiões do DF, buscamos compreender as múltiplas dimensões que atravessam a violência de gênero, desde a autonomia econômica até a rede de apoio disponível. Produzir dados de qualidade é garantir que nenhuma decisão sobre políticas para as mulheres seja baseada em suposições, mas em evidências concretas que respeitam a vida e a realidade de quem enfrenta a violência no cotidiano”. *Com informações do Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF)

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Modelo de prevenção criminal desenvolvido no DF é destaque na Paraíba

A Polícia Militar do Distrito Federal expandiu sua atuação como referência nacional em Prevenção Criminal pelo Design do Ambiente (Cpted, sigla em inglês para Crime Prevention Through Environmental Design), durante o 2º Curso Multiplicador Cpted, encerrado em João Pessoa (PB). A capacitação, ministrada pelo tenente-coronel Isângelo Senna, doutor e mestre em psicologia social, reuniu policiais militares, guardas civis e técnicos de diversas áreas para transformar diagnósticos urbanos em ações concretas de prevenção à criminalidade. Trabalho da Polícia Militar do DF foi apresentado a representantes da Secretaria de Segurança Pública da Paraíba | Foto: Divulgação/PMDF  “Quando a cidade cuida dos seus espaços junto com a polícia, os benefícios vão além da segurança: crescem o pertencimento, a convivência e a qualidade de vida” Tenente-coronel Isângelo Senna, da PMDF  O curso foi promovido pela Polícia Militar da Paraíba (PMPB) em parceria com o Serviço Pastoral dos Migrantes do Nordeste, formando multiplicadores de vários estados, além de representantes de guardas municipais, arquitetos do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan) e do Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico do Estado da Paraíba (Iphaep), técnicos de secretarias estaduais e municipais e lideranças comunitárias. A iniciativa contou com o apoio da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), da Assembleia Legislativa da Paraíba e da Loteria do Estado da Paraíba (Lotep). Políticas públicas O modelo de Cpted adotado pela PMDF foi desenvolvido a partir das pesquisas acadêmicas do tenente-coronel Isângelo Senna em parceria entre o Instituto Superior de Ciências Policiais da PMDF e o Grupo Influência, da Universidade de Brasília (UnB). O trabalho resultou em métodos e indicadores que hoje orientam políticas públicas de segurança e urbanismo em todo o país. Em João Pessoa, a PMDF atuou com mentoria técnica, compartilhando uma metodologia de baixo custo e alto impacto, adaptável às realidades locais e focada em gestão compartilhada entre comunidade e poder público. [LEIA_TAMBEM]Durante cinco dias, os participantes estudaram fundamentos das ciências comportamentais e estratégias clássicas da Cpted: manutenção, vigilância natural, controle de acesso, territorialidade e participação popular. A abordagem incluiu o diagnóstico rápido de territórios, construção de metas e definição de indicadores de resultado, com foco na redução de crimes, na valorização de espaços públicos e no fortalecimento do sentimento de pertencimento social. “Quando a cidade cuida dos seus espaços junto com a polícia, os benefícios vão além da segurança: crescem o pertencimento, a convivência e a qualidade de vida”, enfatizou Isângelo Senna. Ao final da capacitação, os grupos apresentaram planos de ação imediata, com responsabilidades divididas entre polícia, comunidade e instituições locais, consolidando a transferência do conhecimento da PMDF e fortalecendo a PMPB como polo regional de difusão da Cpted.  *Com informações da PMDF  

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‘Bom é Ser Criança’ reúne cerca de 10 mil em Brazlândia

A Praça da Bíblia, em Brazlândia, transformou-se em um convidativo parque de diversões neste fim de semana. Com o projeto “Bom é Ser Criança”, a administração da cidade estima ter reunido um público de aproximadamente 10 mil pessoas. A estrutura montada no local ofereceu atividades recreativas, garantindo que cada criança encontrasse sua fonte particular de diversão. Crianças e adultos se divertiram durante o fim de semana em Brazlândia | Foto: Divulgação/Administração Regional de Brazlândia Brinquedos diversos tomaram conta da cena, com pula-pula, tobogã, a divertida partida de futebol de sabão e outras brincadeiras. Para recarregar as energias, os participantes ganharam pipoca, algodão-doce e picolés. “Um dia como este não é apenas sobre brincar; é sobre criar memórias duradouras, promover o bem-estar comunitário e celebrar a fase mais mágica da vida”, afirmou a administradora de Brazlândia, Luciana Lima Almeida. “Mais de dez mil sorrisos deixaram a Praça da Bíblia com a certeza de que, de fato, bom é ser criança.” *Com informações da Administração Regional de Brazlândia

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Fiscalização autua 44 condutores alcoolizados no fim de semana

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Brasília reafirma sua força literária e premia autores do Brasil e de Portugal

A Sala Martins Pena, do Teatro Nacional Cláudio Santoro, celebrou o Prêmio Candango de Literatura na sexta-feira (31), data que, oportunamente, registra o aniversário do poeta Carlos Drummond de Andrade (1902-1987). A 2ª edição do evento, realizada pela Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF) em parceria com o Instituto Cultural Casa de Autores (ICA), revelou os vencedores de sete categorias, exaltando o talento e a diversidade da língua portuguesa: Melhor Romance, Melhor Livro de Contos, Melhor Livro de Poesia, Prêmio Brasília, Melhor Capa, Melhor Projeto Gráfico e Projeto de Incentivo à Leitura. Foram distribuídos R$ 195 mil em prêmios. O titular da Secec-DF, Claudio Abrantes, destacou o alcance da edição, que recebeu quase três mil obras inscritas, de autores do Brasil e de outros 17 países, o que demonstra a diversidade e a potência criativa da língua portuguesa. “Fernando Pessoa dizia que a literatura, como toda a arte, é a confissão de que a vida não basta. Queremos histórias, queremos sonhos e a possibilidade da eternidade que a palavra nos propicia”, afirmou o secretário, ressaltando o papel de Brasília como polo de convergência cultural. “É uma alegria ver esta sala novamente pulsando com o talento dos nossos escritores e escritoras. O Candango é mais que um prêmio, é um gesto de afirmação da nossa língua, da nossa identidade e da força criadora que une povos e gerações”, completou. Na ocasião, ele ainda compartilhou uma boa notícia: a confirmação da 3ª edição do Prêmio Candango de Literatura, já para o primeiro semestre de 2026 (a distância entre a 1ª e a 2ª edição foi de quase três anos). Premiação No eixo Literário, a escritora carioca Giovanna Ramundo conquistou o título de Melhor Romance com Sorriso sorvete de cereja (Editora Cambucá). “Entrar para a história do Prêmio Candango, mais que uma alegria, é uma grande honra”, celebrou a autora. O baiano Luís Pimentel levou Melhor Livro de Contos com A viagem e outros contos (Editora Patuá). “A literatura se faz do que se vê, do que se escuta e, principalmente, do que se lembra”, destacou o escritor. O português Ricardo Gil Soeiro foi o vencedor de Melhor Livro de Poesia com Lições da miragem (Assírio & Alvim). “Este prêmio é a prova de que a poesia pode transcender oceanos”, afirmou Daniel Stanchi, que recebeu o prêmio em nome do amigo. E, no Prêmio Brasília, dedicado a autores do Distrito Federal, a brasiliense Juliana Monteiro venceu com o romance Nada lá fora e aqui dentro (Editora Patuá). “Ter recebido o Candango pelo meu primeiro romance é algo que eu nunca vou me esquecer”, enfatizou. No total, foram distribuídos R$ 195 mil em prêmios | Fotos: Divulgação/Secec-DF No eixo Editorial, a obra Cavalos no escuro, de Rafael Gallo (Editora Record), rendeu ao designer carioca Leonardo Iaccarino o reconhecimento de Melhor Capa. “Receber esse prêmio em Brasília, a capital política do Brasil, tem um significado especial. Viva os livros, viva a cultura!”, afirmou o designer. O goiano Jeferson Barbosa conquistou o prêmio de Melhor Projeto Gráfico com Verso horizonte (Editora Mondru). “É uma alegria imensa receber este Prêmio através da obra de Axé Silva e Fábio Teixeira”, destacou. Já o eixo Pedagógico premiou o Sarau da Dalva e Estreloteca, idealizado por Sabrina Sanfelice, de São Paulo, na categoria Projeto de Incentivo à Leitura. “Esse prêmio não é só meu, é de toda uma gente que se junta para que a leitura esteja viva nas comunidades”, disse. O evento reuniu escritores, editores, artistas, gestores, representantes da cena literária e autoridades, reforçando Brasília como um centro pulsante de cultura, arte e criatividade. Participaram da mesa de abertura o secretário de Cultura; o embaixador de Portugal, Luís Faro Ramos; a presidente do Instituto Casa de Autores, Iris Borges; o subsecretário de Patrimônio Cultural, Felipe Ramón; o coordenador do prêmio, Maurício Melo Júnior e o curador da edição, João Anzanello Carrascoza. Falas como a do escritor, jornalista e membro do ICA, Maurício Melo Junior, coordenador da premiação, ressaltaram o espírito coletivo que moveu a premiação e a vitalidade da língua portuguesa. “Duas coisas chamam a atenção no Prêmio Candango de Literatura: a comunhão das pessoas que o fazem e a intensidade da nossa língua, essa língua que Olavo Bilac chamou de ‘inculta e bela’ e que hoje reconhecemos como profundamente bela e profundamente culta.” O cantor Toquinho foi a atração musical da noite de premiação  Arte, emoção e descontração A efervescência começou já no foyer, com a feira de livros de autores, livreiros e editoras e muitas fotos no cenário temático. A descontração seguiu noite adentro, com a condução conferida pela dupla de mestres de cerimônia Adriana Nunes e Adriano Siri. Entre falas de autoridade e premiação, houve espaço para homenagear dois gigantes da literatura brasileira. Em celebração ao legado de Drummond, o público assistiu à declamação do poema No meio do caminho tinha uma pedra, momento em que Adriana Nunes e Juliana Zancanaro dividiram inspiradas estrofes, acompanhadas do violão de Vitor Batista. Já para relembrar a verve cômica e irônica de Luís Fernando Veríssimo, as atrizes encenaram o diálogo entre as personagens Gisela e Martô, do texto Cuecas. O público respondeu com risos. No encerramento, o cantor, compositor e violonista Toquinho compartilhou não só sua música, mas passagens de uma trajetória vivida ao lado de tantos poetas. “Eu convivi, amigavelmente, com Fernando Sabino, Rubem Braga, o próprio Drummond, que foi homenageado, e, também, com Vinicius de Morais, com quem tive uma parceria de 10 anos. Imagine o quanto eu fui privilegiado em absorver o aprendizado desse homem, com sua gentileza enorme, uma cultura profunda, mas nunca ostentada. Ele encontrava Ismael Silva, que dizia ‘nós vai’, então o Vinicius falava ‘nós vai’ também. Ele não impunha seu conhecimento, embora tivesse estudado poetas nas línguas originais. Era simples, direto, afetuoso. Um homem de uma delicadeza de alma enorme”, compartilhou o artista. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa do Distrito Federal (Secec-DF)

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Novembro começa com 384 vagas de emprego disponíveis nas agências do trabalhador

O ano está quase chegando ao fim, mas ainda dá tempo de conquistar uma nova chance profissional com apoio das agências do trabalhador do Distrito Federal. Nesta segunda-feira (3), estão disponíveis 384 oportunidades profissionais em diversas regiões administrativas.  Os maiores salários são encontrados no Guará: há uma vaga para lanterneiro de automóveis (R$ 5 mil), uma para montador de veículos (R$ 3,5 mil) e uma para funileiro de veículos (R$ 3 mil). Nenhuma das chances cobra escolaridade ou experiência. Na mesma cidade, empregadores buscam por dez pedreiros e dez pintores de obras (R$ 2,8 mil) que já tenham atuado na área.  Em relação à demanda, destaque para 67 chances para frentista na Candangolândia e em Taguatinga, com oferta de R$ 1.518 a R$ 1.975,40, e 65 para auxiliar de linha de produção em Vicente Pires e em Ceilândia, em que os selecionados vão receber até R$ 1.640. Para estágio, há dois postos para técnico de segurança do trabalho em Planaltina (R$ 400/quinzena). Os candidatos devem estar cursando graduação na área.  Todas as oportunidades oferecem benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 15 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma seja atraente ao candidato, o cadastro vale para chances futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).

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