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Zoo abre chamamento público para venda de alimentos no parque

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Cozinha hospitalar do Hran é reinaugurada, com investimento de R$ 1,3 milhão

O Hospital Regional da Asa Norte (Hran) ganhou uma nova cozinha hospitalar. O espaço foi reinaugurado nesta terça-feira (8) pela governadora Celina Leão, após receber investimento de R$ 1.324.249,34 em obras e equipamentos. A obra contou ainda com R$ 500 mil em emenda parlamentar do deputado Robério Negreiros. Cozinha foi reformada com foco no reforço à segurança no preparo e distribuição das refeições, o que melhora a qualidade de alimentação dos pacientes | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A estrutura passou por uma reforma completa para reforçar a segurança no preparo e na distribuição de refeições. Essa é a sétima unidade da rede pública de saúde que recebe investimentos de reforma no refeitório. A governadora Celina Leão acompanhou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda, durante a reinauguração: “É uma área muito importante, porque trata da alimentação de quem está internado e também de quem trabalha todos os dias dentro do hospital” “Entendemos que isso melhora a qualidade da alimentação oferecida ao paciente e também as condições de trabalho dos servidores da saúde”, afirmou a governadora. “É uma área muito importante, porque trata da alimentação de quem está internado e também de quem trabalha todos os dias dentro do hospital.”   Adequação A intervenção incluiu reformulação total da rede elétrica, impermeabilização integral da área, substituição dos revestimentos de piso e parede e modernização dos equipamentos usados na rotina da cozinha. As mudanças atendem às normas sanitárias e operacionais e reforçaram a segurança na armazenagem e no preparo dos alimentos. “O investimento melhora o manejo dos alimentos servidos a pacientes e equipes e reforça uma área importante para o hospital, para o cuidado com o paciente e para as condições de trabalho dos servidores” Juracy Lacerda, secretário de Saúde Entre os novos equipamentos estão fogão industrial, freezers, panelas industriais, caixas térmicas, sistemas de banho-maria, bancadas de apoio, armários para os funcionários e cubas para preparo e higienização. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, anunciou que os trabalhos continuam em outras unidades de saúde. “O investimento melhora o manejo dos alimentos servidos a pacientes e equipes e reforça uma área importante para o hospital, para o cuidado com o paciente e para as condições de trabalho dos servidores”, disse. “O próximo a receber a reforma será o Hospital do Gama e, depois, o Hmib [Hospital Materno Infantil de Brasília]”. O superintendente da Região Central de Saúde, Paulo Roberto da Silva Júnior, enfatizou o alcance das intervenções: “Toda a rede elétrica e a hidráulica foram trocadas. Agora, temos um equipamento moderno para atender usuários e servidores, com melhores condições na hora da alimentação”. Um novo Hran desde 2019 [LEIA_TAMBEM]A reinauguração da cozinha se soma a outras intervenções executadas pelo GDF no Hran nos últimos anos. Em 2020, durante a pandemia, a Secretaria de Saúde (SES-DF) empenhou R$ 822,6 mil em reformas prediais, com pintura das fachadas, troca de letreiros, readequação da radiologia para instalação de um novo tomógrafo, reforma do box do pronto-socorro e manutenção das redes elétrica e hidráulica. Em 2023, o pronto-socorro e o centro cirúrgico passaram por modernização, com reforma das oito salas cirúrgicas e das áreas de recuperação anestésica, renovação de piso, paredes e teto, climatização, iluminação blindada, novos focos, mesas cirúrgicas e uma farmácia satélite. Em 2024, o GDF investiu mais R$ 2,8 milhões para reformar a ala de fissurados, com intervenções também na unidade odontológica, na de queimados e no centro cirúrgico ambulatorial. Já em 2025, o hospital ganhou uma usina fotovoltaica de R$ 1 milhão, capaz de gerar mais de 500 MWh por ano e suprir cerca de 15% do consumo da unidade.

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Carteira de identificação garante direitos a pessoas com TEA; saiba como solicitar

Aline Campos, de 45 anos, recebeu em 2022 o diagnóstico de que o filho, João Campos, hoje com 13 anos, tinha Transtorno do Espectro Autista (TEA). No mesmo ano, a servidora pública fazia os exames que, mais tarde, confirmariam que ela própria também estava no espectro. Foi nesse contexto que Aline conheceu a Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea). "Foi muito tranquilo, eu tive contato com o pessoal da Secretaria da Pessoa com Deficiência em um evento que participei, a Semana Azul. Foi aí que peguei todo o passo a passo para dar entrada na documentação", lembrou. Assim como Aline e o filho, 21.815 pessoas com Transtorno do Espectro Autista estão registradas no Cadastro da Pessoa com Deficiência do Distrito Federal (CADPcD) e têm direito à Ciptea. O documento não é uma mera formalidade. Com ele, é possível ser oficialmente identificado como PcD/TEA, o que pode conferir prioridades, abrir portas para benefícios sociais e facilitar o acesso a políticas públicas, a exemplo do DF Acessível, que garante transporte porta a porta em casos elegíveis, bem como — também após avaliação — isenção de IPVA e de impostos na compra de veículos (IPI e IOF). "A Ciptea não é apenas um documento, é um instrumento de cidadania. Ela garante visibilidade às pessoas com Transtorno do Espectro Autista e assegura que seus direitos sejam respeitados em todos os espaços. No Distrito Federal, estamos comprometidos em transformar políticas públicas em ações concretas que impactem a vida das famílias", ressaltou o secretário da Pessoa com Deficiência, Willian Cunha. A Carteira de Identificação da Pessoa com Transtorno do Espectro Autista (Ciptea) não é uma mera formalidade. Com ele, é possível ser oficialmente identificado como PcD/TEA, o que pode conferir prioridades, abrir portas para benefícios sociais e facilitar o acesso a políticas públicas | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília De fato, a carteira ajudou o dia a dia de Aline e João, que ainda citaram mais exemplos de benefícios e acesso a direitos. “Você consegue colocar os contatos de emergência, caso seja necessário em um momento de crise do autista. Então, esse benefício foi maravilhoso. O atendimento prioritário também, tanto em serviços públicos quanto privados. E um outro serviço de enorme valia foi o acesso à vaga especial de estacionamento [conferido pelo Departamento de Trânsito — Detran], que facilita muito a vida, principalmente daquele autista que precisa de mais suporte e requer um pouco mais de cuidado na hora de sair de casa”, elencou a servidora. “A Ciptea traz vários benefícios, como a melhora da identificação de pessoas com Transtorno do Espectro Autista, ajudando a ampliar de forma geral a conscientização da população sobre os autistas. E isso ajuda a gente a conseguir mais respeito e empatia, porque a gente sofre muito bullying por sermos diferentes”, arrematou o jovem. Como solicitar A Ciptea pode ser solicitada pela internet. Então, basta preencher o formulário com os dados do solicitante e anexar documentos pessoais (RG e CPF), foto 3x4, comprovante de residência e laudo médico de psiquiatra ou neurologista (com conclusão detalhada em casos de diagnóstico na fase adulta). Após análise e validação das informações, a carteira digital já ficará disponível para download.

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Sobradinho e Sobradinho II terão ação de acolhimento à população em situação de rua nesta quinta (9)

Com ação prevista para ter início àss 9h desta quinta-feira (9), o Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 15 endereços distintos em Sobradinho e Sobradinho II. Representantes de diversos órgãos do GDF participam da ação, que envolve acolhimento e orientação aos ocupantes de endereços irregulares | Foto: Agência Brasília Coordenada pela Casa Civil, a iniciativa envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), bem como o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientações sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias fizeram abordagens sociais e atendimentos prévios, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja, abaixo, os pontos da ação desta quinta-feira.  ⇒  Ginásio de Esportes de Sobradinho, Quadra 2 ⇒  Canteiro central, em frente ao Shopping Sobradinho ⇒  Espaço Cultural de Sobradinho ⇒  Quadra 17, Horto Florestal em frente ao Bloco Adriana Moreira ⇒  Quadra Central, ao lado da Caixa Econômica Federal ⇒  Quadra Central, antigo Procon, próximo à Administração Regional de Sobradinho ⇒  Atrás do Atacadão Drogacenter ⇒  Quadra 04, ao lado do muro do Caps de Sobradinho e da 13ª DP ⇒  Quadra 04, ao lado do muro da Igreja Bom Jesus dos Migrantes ⇒  Setor de Expansão Econômica, AE 02 ⇒  Avenida Central Conjunto 22 Lote 10 ⇒  AR 15 Conjunto 2 Lote 20A e AR 15 Conjunto 3 Lote 13, em frente à Creche Canela de Ema ⇒  AR 15 entre os conjuntos 3 e 7 ⇒  AR 20 Conjunto 1 Lote 1 ⇒  Pergolado ao lado dos aparelhos de ginástica comunitária e em frente à UPA. *Com informações da DF Legal

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Concurso de receitas com goiaba transforma a fruta em vitrine de negócios em Brazlândia

A Emater-DF promove, neste sábado (11), em Brazlândia, o 6º Concurso de Receitas e Circuito Gastronômico com Goiaba, iniciativa que une gastronomia, inovação e valorização da produção rural do Distrito Federal. A ação faz parte da 11ª Feira da Goiaba de Brasília e conta com o apoio da Administração Regional de Brazlândia e da Associação Rural e Cultural Alexandre de Gusmão (Arcag). O concurso será realizado em duas etapas. A primeira já está em andamento e consiste na comercialização das receitas durante todos os dias de funcionamento da festa. Já a segunda etapa, com avaliação e premiação, será neste sábado, das 10h às 12h, no Empório da Goiaba, no estande institucional da Emater-DF. A segunda etapa do 6º Concurso de Receitas da Emater-DF, com avaliação e premiação dos pratos, será neste sábado (11), das 10h às 12h | Foto: Divulgação/Emater-DF Voltado ao público rural atendido pelos escritórios de Alexandre de Gusmão, Brazlândia e Ceilândia, o concurso tem como objetivos estimular a criatividade dos produtores, incentivar o consumo da goiaba e ampliar a geração de renda por meio da agregação de valor aos produtos. A proposta também contribui para divulgar Brazlândia como referência na produção da fruta. Os inscritos no concurso também são expositores no Empório da Goiaba e concorrem, individualmente ou em grupos de até três pessoas, com receitas inéditas ou adaptadas que tenham a fruta como ingrediente principal. Os pratos devem ser apresentados em porções individuais e serão avaliados por júri técnico e popular, com critérios como apresentação, originalidade, aroma, criatividade e sabor. Os três melhores colocados serão premiados e terão destaque nos estandes de comercialização. "Além da competição, os participantes têm a oportunidade de comercializar suas receitas durante a festa, estimulando sua criatividade, fortalecendo o vínculo direto com o público e ampliando as possibilidades de negócio. É uma atividade que valoriza o trabalho da mulher no campo", aponta a extensionista da Emater-DF Keila Xisto. Além de competir, os participantes têm a oportunidade de comercializar suas receitas durante a festa Economia rural A realização do concurso está diretamente ligada à importância econômica da goiaba no Distrito Federal, especialmente em Brazlândia, principal polo produtor da fruta. Em 2025, a cultura ocupou uma área de 432 hectares, com produção de 7.434 toneladas. Ao todo, 156 produtores atuam na atividade, o que gerou um Valor Bruto da Produção (VBP) de R$ 38.491.161. A feira A 11ª Feira da Goiaba de Brasília teve início no dia 4 deste mês e segue ao longo desta semana, desta quinta (9) a domingo (12), na Arcag, em Brazlândia. No Empório da Goiaba, a programação ocorre na quinta e na sexta-feira, das 18h às 22h, e no sábado e domingo, das 10h às 22h. Já nos demais espaços da festa, as atividades de sábado e domingo se estendem até as 2h da manhã, ampliando as opções de lazer e entretenimento para o público. O evento é promovido pelo Instituto Alvorada e pela Arcag e conta com apoio da Emater-DF, além de parceria da Administração Regional de Brazlândia e das secretarias de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF) e de Turismo (Setur-DF). Em 2025, a cultura da goiaba ocupou uma área de 432 hectares no Distrito Federal, com produção de 7.434 toneladas Programação da 11ª Feira da Goiaba 2025 → Quinta-feira (9) | Das 18h às 22h 18h – Abertura das exposições 18h – Abertura do Salão Tecnológico Palco Culinária Japonesa 19h – Alexandre 20h – Débora Liri → Sexta-feira (10) | Das 18h às 1h30 18h – Abertura dos portões 18h – Abertura do Salão Tecnológico Palco Culinária Japonesa 19h – Washington 20h – Batma Rocha Palco Principal 18h – DJ Ana Ximenes (intervalos) 18h50 – Sérgio Queiroz e Santiago 20h – Real Samba 21h10 – Bruno Bittar 22h20 – Igor Tavares 0h – Henry Freitas → Sábado (11) | Das 10h às 2h 10h – Abertura dos portões 10h – Abertura do Salão Tecnológico 10h às 12h – 6º Concurso de Receitas e Circuito Gastronômico com Goiaba (avaliação e premiação), no espaço institucional da Emater-DF, no Empório da Goiaba [LEIA_TAMBEM]Palco Culinária Japonesa 15h – Aline 16h – Igor Mirai 17h – Michel Couto 18h – Bruno Zarate 19h – Juvaci dos Teclados 20h – Henrique Pereira Palco Principal 18h – Leon Correa 19h10 – DJ Diego Costa (intervalos) 19h40 – Oslayn 20h40 – Artur Câmara 22h10 – Artista surpresa 0h – Zezo → Domingo (12) | Das 10h às 1h30 10h – Abertura dos portões 10h – Abertura do Salão Tecnológico Palco Culinária Japonesa 15h – Júlia Carvalho 16h – Fefezinho 17h – Alessandro Rocha 18h – Hugo Brasileiro Palco Principal 18h – Samba News 18h30 – DJ Cleiton (intervalos) 19h – Emanuel e Mikael 20h – Marcelo Duques 21h30 – Ju e Mari 23h – Eduardo Costa. *Com informações da Emater-DF

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Distribuidora de energia vai contratar 60 eletricistas para atuação no DF

A Neoenergia Brasília contratará 60 eletricistas para atuar na rede elétrica no Distrito Federal ao longo do ano. Os interessados têm até o dia 17 deste mês para se candidatar online neste site e participar do processo seletivo. Serviços de manutenção e de ampliação da rede estão entre as atribuições dos profissionais a serem contratados | Foto: Divulgação/Neoenergia As vagas fazem parte do plano de expansão da distribuidora, que prevê o reforço das equipes ao longo de 2026. Desde que iniciou suas operações na capital federal, em março de 2021, a empresa já ampliou em 40% o número de colaboradores, reforçando a mão de obra qualificada para atuar em diversas áreas da distribuidora. Os profissionais selecionados vão atuar em atividades fundamentais para o dia a dia da população, como serviços de manutenção e ampliação da rede elétrica, ligação de novas unidades consumidoras, inspeções, manobras em equipamentos elétricos e apoio à operação do sistema. As funções também incluem ações de segurança, como manejo de vegetação próxima à rede e execução de procedimentos técnicos em campo. Mais de 400 pessoas já se formaram pela Escola de Eletricistas nos últimos cinco anos Para participar dessa etapa do processo seletivo, além da disponibilidade para atuar no DF, é necessário ter ensino médio completo, formação como eletricista de redes de distribuição, certificações obrigatórias (NR 10 básico e complementar, NR 10 SEP e NR 35), vivência na área e carteira de habilitação categoria B.  Para os interessados que não possuem formação na área e desejam concorrer a uma das vagas, a Neoenergia Brasília seguirá investindo na formação gratuita de novos profissionais por meio da Escola de Eletricistas. Em 2026, estão previstas três novas turmas, duas em Taguatinga e uma no Gama. A iniciativa tem alto índice de empregabilidade: 82% dos formados já foram incorporados ao quadro da empresa. Nos últimos cinco anos, já foram formadas 434 pessoas, sendo 45% mulheres. As inscrições para as turmas da escola serão divulgadas nos próximos meses. *Com informações da Neoenergia    

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Acompanhe ao vivo o lançamento da operação Brasília Mais Segura

 

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CIL do Gama orienta estudantes sobre seleção do Pontes para o Mundo 2026

Na noite desta segunda-feira (7), o Centro Interescolar de Línguas (CIL) do Gama promoveu uma apresentação sobre a edição deste ano do programa Pontes para o Mundo com o objetivo de incentivar a participação dos estudantes elegíveis e esclarecer dúvidas sobre o processo. Iêdes Braga, secretária de Educação interina: “A gente cria os filhos para o mundo, e o programa Pontes para o Mundo contribui justamente para essa travessia, ampliando os horizontes de cada estudante” | Foto: Felipe de Noronha/SEEDF “Os pais podem ficar tranquilos, porque o Estado garante toda a estrutura necessária, desde a alimentação até o suporte presencial da equipe durante todo o período do intercâmbio” David Nogueira, coordenador do Pontes para o Mundo O coordenador do programa, David Nogueira, conduziu um passo a passo detalhado para a inscrição e explicou as etapas do processo seletivo. Ele também abordou os critérios de participação e apresentou a estrutura completa do programa, trazendo mais segurança para estudantes, pais e responsáveis. “Os pais podem ficar tranquilos, porque o Estado garante toda a estrutura necessária, desde a alimentação até o suporte presencial da equipe durante todo o período do intercâmbio”, reforçou. Ele lembrou que o Pontes para o Mundo oferece uma experiência de mobilidade acadêmica integral, permitindo que o estudante dê continuidade aos estudos em um sistema educacional internacional.  [LEIA_TAMBEM]David também destacou as estratégias adotadas para assegurar o desempenho acadêmico dos participantes. Entre elas, está a disponibilização de uma plataforma de estudos voltada ao Programa de Avaliação Seriada (PAS), além de acompanhamento contínuo e apoio psicológico para lidar com desafios como o choque cultural e a saudade de casa.  Autonomia Participantes do encontro, ex-intercambistas do Cemi Gama compartilharam experiências e orientações práticas sobre a prova de proficiência e a rotina no exterior. Eles destacaram que, além do aprendizado da língua, o principal ganho é o desenvolvimento da autonomia. “A gente cria os filhos para o mundo, e o programa Pontes para o Mundo contribui justamente para essa travessia, ampliando os horizontes de cada estudante”, afirmou a secretária de Educação interina, Iêdes Braga, que acompanhou a apresentação. O sonho perto da realidade Bianca Domiciano, alunos do CED 08 do Gama, já começou a se preparar: “Minha preferência é Londres, porque os estudantes da minha escola compartilharam experiências muito positivas” Para alguns estudantes, o intercâmbio começa a se concretizar como uma possibilidade real. É o caso de Bianca Domiciano, aluna do Centro Educacional (CED) 08 do Gama, que já começou a se preparar para o processo seletivo. “Minha preferência é Londres, porque os estudantes da minha escola compartilharam experiências muito positivas”, relatou. “Eles falaram sobre o acolhimento nas escolas e pelas famílias. A ansiedade existe, mas estou confiante.” Sua mãe, que também acompanhou a apresentação, pontuou: “O coração fica apertado, mas ela precisa voar. É uma chance única de crescimento, e eu vou apoiar”. *Com informações da Secretaria de Educação (SEEDF)    

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Chikungunya: rede pública do DF oferece diagnóstico e alerta sobre sintomas

O período de chuvas no Centro-Oeste deve prosseguir até o início de maio, e um dos principais problemas dessa época é a proliferação do Aedes aegypti, causada pela formação de poças d’água que servem como criadouros do mosquito. Mais associado à transmissão da dengue, esse vetor também pode transmitir outras doenças menos conhecidas, como a chikungunya. A temporada de chuvas no DF é caracterizada pela proliferação do Aedes aegypti​​​​​, causada pela formação de poças d’água que servem como criadouros do mosquito | Fotos Matheus Oliveira/Agência Saúde DF “A chikungunya é uma doença de notificação compulsória e representa riscos importantes à saúde, por conta de seu potencial de causar dor articular intensa e incapacitante. Esse quadro pode evoluir para a forma crônica, persistindo por meses ou até anos e comprometendo significativamente a qualidade de vida dos pacientes”, afirma Aline Factur, enfermeira da área técnica de arboviroses da Gerência de Vigilância das Doenças Transmissíveis (GVDT), unidade da Secretaria de Saúde (SES-DF). A especialista ressalta que, em casos mais graves, a doença pode apresentar manifestações sistêmicas, incluindo acometimentos neurológicos — como encefalite, mielite e síndrome de Guillain-Barré — e complicações cardíacas, renais e respiratórias. “Embora os óbitos sejam raros, casos graves podem demandar internação hospitalar e evoluir para morte, especialmente em idosos, crianças e pessoas com comorbidades, o que reforça a importância da vigilância, do diagnóstico oportuno e do acompanhamento adequado dos casos”, reforça. [LEIA_TAMBEM]Sintomas Os principais sintomas da chikungunya são mal-estar, dor muscular, cefaleia (dor de cabeça), manchas avermelhadas pelo corpo que não coçam e, como sinais mais característicos da doença, vermelhidão e dor aguda nas articulações — joelhos, tornozelos, mãos, cotovelos e ombros. A infecção pelo arbovírus chikungunya pode evoluir em três fases clínicas. A primeira, a fase aguda, é caracterizada por febre alta e dor intensa nas articulações, com duração aproximada de cinco a 14 dias. Em seguida, há uma fase em que a febre cessa, mas as dores articulares persistem por um período de 15 a 90 dias. Estima-se que mais de 50% dos pacientes desenvolvam ainda uma terceira etapa, a fase crônica, quando as dores articulares perduram por mais de 90 dias após o aparecimento dos sintomas. O quadro pode se prolongar por meses ou anos, com impactos importantes na qualidade de vida da pessoa. Arte: SES-DF “A chikungunya pode apresentar desafios no reconhecimento dos casos porque, nas fases iniciais, seus sinais e sintomas são muito semelhantes aos de outras arboviroses, especialmente dengue e zika. Febre de início súbito, dor de cabeça, dores no corpo, manchas na pele e mal-estar geral são manifestações comuns a essas doenças. Além disso, todas são transmitidas pelo mesmo vetor, o mosquito Aedes aegypti”, pontua Aline Factur. De acordo com a profissional, mesmo na fase crônica, a doença pode ter o diagnóstico ignorado, já que dores nas articulações são comuns a outros problemas de saúde. Ela enfatiza a necessidade de suspeição clínica e atenção epidemiológica constante para o vírus — introduzido no Distrito Federal apenas em 2015, mas com registro contínuo de casos confirmados ao longo dos anos e tendência de aumento anual. “Na rede da SES-DF, os exames laboratoriais confirmatórios para chikungunya são disponibilizados pelo Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen), sendo utilizado o mesmo kit de exame para a confirmação de dengue”, lembra. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Operação Sossego autua 15 motociclistas em Samambaia

Com apoio da Polícia Militar (PMDF), o Departamento de Trânsito (Detran-DF) executou mais uma etapa da Operação Sossego em Samambaia, na noite de terça-feira (7). As equipes abordaram 130 motocicletas. Operação, que é realizada com frequência, fiscaliza principalmente motocicletas | Foto: Divulgação/Detran-DF  Durante a ação, 15 motociclistas foram autuados por conduzir veículo com escapamento irregular. Também foram registradas duas infrações por direção sob o efeito de bebida alcoólica, cinco por falta de habilitação, seis por condução com a CNH vencida há mais de 30 dias e quatro por condução de motocicleta sem retrovisor, além de 25 autuações por infrações diversas. [LEIA_TAMBEM]Ao todo, 13 veículos foram recolhidos ao depósito — entre eles, um ciclomotor sem registro, que estava sendo conduzido por uma pessoa não habilitada, e uma motocicleta originária de leilão que não poderia estar em circulação. A Operação Sossego tem o objetivo de retirar de circulação as motocicletas com descarga livre ou silenciador de motor de explosão defeituoso, deficiente ou inoperante. A ação busca promover a segurança viária por meio da fiscalização das condições dos veículos e dos motociclistas, além de contribuir para a redução da poluição sonora. *Com informações do Detran-DF

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Detran-DF faz Operação Sossego em Samambaia

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GDF dá primeiro passo para criação de regiões administrativas na 26 de Setembro e na Ponte Alta do Gama

O Governo do Distrito Federal deu o primeiro passo para a criação de novas regiões administrativas na 26 de Setembro e na Ponte Alta do Gama. Publicação no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) convoca audiências públicas para discutir as propostas com a população e subsidiar a elaboração dos projetos. 26 de Setembro: o que nasceu como assentamento vai ganhar urbanização | Foto: Divulgação/Neoenergia Os encontros, de caráter consultivo, fazem parte da etapa inicial do processo de criação das novas regiões administrativas. O objetivo é ampliar a participação popular e reunir contribuições da sociedade para aprimorar as propostas em discussão. De acordo com o aviso publicado, as audiências vão permitir que moradores, entidades e demais interessados apresentem sugestões, demandas e considerações sobre a criação das regiões administrativas. Ponte Alta do Gama: assim como a 26 de Setembro, localidade se expande e já comporta população expressiva, demandando estudos de reorganização | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília   Durante os debates, haverá apresentação técnica das propostas, seguida de manifestações dos participantes, respeitando critérios de inscrição e tempo de fala. As contribuições serão registradas e poderão subsidiar a versão final dos projetos. A condução dos trabalhos ficará a cargo da Secretaria Executiva das Cidades, que também será responsável por consolidar as informações coletadas e dar encaminhamento às propostas. A criação de novas regiões administrativas busca aprimorar a gestão pública e ampliar o acesso da população a serviços essenciais, especialmente em áreas que vêm registrando crescimento populacional e aumento na demanda por infraestrutura. A 26 de Setembro e a Ponte Alta do Gama são localidades em expansão no Distrito Federal e já concentram um número significativo de moradores, o que reforça a necessidade de estudos para reorganização administrativa dessas áreas.    

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Torneios com Passeriformes Silvestres

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Transplantes renais no Hospital de Base marcam recomeços

O Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) deu novas chances a dois pacientes que passaram por transplantes renais na unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF). Os procedimentos mobilizaram equipes e garantiram mais qualidade de vida a João Mendes e Lucas Pereira**. Ambos, que conviviam com doença renal crônica e dependiam de sessões frequentes de diálise, receberam órgãos de um mesmo doador, após uma mobilização integrada que envolveu diferentes áreas do hospital. A notícia da compatibilidade chegou na Sexta-feira Santa (3). Lucas conta que estava em casa quando recebeu a ligação. “Eu demorei a entender o que estava acontecendo, não estava acreditando. Quando compreendi a situação, fiquei muito emocionado. Me arrumei e vim correndo para o hospital”, relembra. O HBDF conta com equipe especializada e realizou 27 transplantes renais em 2025. O urologista da unidade, Guilherme Coaracy, explica que o tempo é determinante para o sucesso do procedimento. “No momento em que retiramos o órgão do doador e ele perde a circulação de sangue, ou seja, a oxigenação, ele começa a sofrer e as células começam a morrer. Então, quanto mais rápido ele for transplantado, mais preserva suas funções e melhor será a aceitação e a recuperação do paciente”, detalha. Pacientes receberam órgãos de um mesmo doador, após uma mobilização integrada que envolveu diferentes áreas do hospital | Foto: Divulgação/IgesDF A captação dos órgãos ocorreu na noite de sexta-feira, e os pacientes foram admitidos na mesma data. Os exames e a preparação foram realizados durante a madrugada. As cirurgias aconteceram no sábado (4), uma pela manhã e outra à tarde, conduzidas pela mesma equipe, com intervalo programado para garantir organização e continuidade da assistência. A responsável técnica pelo serviço de transplantes do Hospital de Base, Viviane Brandão, explica que o procedimento mobiliza toda a unidade. “O hospital todo se mexe, se empenha para fazer isso acontecer. Existem vários exames que precisam ser feitos antes para garantir que os pacientes estejam preparados para receber o órgão. Por isso, precisamos de ajuda do Laboratório, da Radiologia, da equipe cirúrgica. A gente sempre movimenta o hospital inteiro”, conta. Para João, que é cristão, a coincidência com a Páscoa tornou o momento ainda mais simbólico. “Já era uma data importante, mas agora eu renasci junto com Jesus. A partir de agora, vou focar em ficar bem e melhorar”, comemora. Esperança que se renova Além da complexidade técnica, o transplante também mobiliza emocionalmente os profissionais envolvidos. A enfermeira do serviço de transplantes, Alice Caroline Souza, celebra as doações recebidas pelos pacientes. “Nós ficamos muito felizes, porque são pessoas que acompanhamos por muitos momentos e vimos passar por muitas dificuldades, como as dores das internações, os desgastes físicos e emocionais. E quando acontece uma compatibilidade assim, vemos o resultado de todo o nosso esforço. É muito gratificante”, afirma. Guilherme Coaracy reforça a importância de comunicar à família o desejo de ser doador. “Quando a família sabe da sua vontade, a decisão de doar é mais fácil de ser tomada, mas quando eles não foram informados, é uma decisão extremamente difícil e que precisa ser tomada em um momento de dor e de luto. Desse modo, quando essa conversa acontece antes, você tira o peso dos seus familiares terem que imaginar qual o seu desejo”, explica. “O hospital todo se mexe, se empenha para fazer isso acontecer. Existem vários exames que precisam ser feitos antes para garantir que os pacientes estejam preparados para receber o órgão. Por isso, precisamos de ajuda do Laboratório, da Radiologia, da equipe cirúrgica. A gente sempre movimenta o hospital inteiro” Viviane Brandão, responsável técnica pelo serviço de transplantes do HBDF O médico também destaca o impacto da doação. “É um gesto que garante uma segunda chance para os pacientes, é uma mudança de vida. Com isso, nós damos mais tempo e também mais qualidade para eles, e isso não tem preço”, ressalta. Em recuperação, Lucas diz que se sensibiliza com a dor da família do doador, mas celebra a nova oportunidade. “Queria poder dar um abraço forte na família. Sei que não é fácil para eles, mas assim eles ajudaram outras vidas”, diz. Lista de espera O transplante renal é indicado para pacientes com doença renal crônica em estágio avançado, quando os rins deixam de desempenhar adequadamente suas funções. Segundo a Associação Brasileira de Transplantes de Órgãos (ABTO), mais de 60 mil transplantes foram realizados no Brasil desde 2013, sendo o procedimento mais frequente no país. A compatibilidade entre doador e receptor é um dos principais critérios para a realização do transplante, considerando fatores como tipo sanguíneo e características imunológicas. Para ingressar na lista de espera, o paciente passa por uma série de exames e avaliações. O cadastro é realizado pelo médico assistente e encaminhado à Central Estadual de Transplantes do Distrito Federal (CET-DF), responsável pela coordenação das atividades no âmbito do DF. *Com informações do IgesDF* **Para preservar a identidade, os nomes foram substituídos por fictícios

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Debate amplia cuidado odontológico a pessoas com autismo na rede pública

Promover um cuidado mais humano, qualificado e acessível às pessoas com Transtorno do Espectro Autista (TEA). Com esse foco, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) realizou, nesta terça-feira (7), o III Encontro Científico sobre Autismo, no auditório da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). A iniciativa, do Serviço de Odontologia e Cirurgia Bucomaxilofacial do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), apostou na troca de experiências e na atualização técnica para qualificar o atendimento às pessoas com TEA na rede pública de saúde do DF. A proposta é incentivar abordagens individualizadas e fortalecer um cuidado mais acessível, resolutivo e alinhado às necessidades de cada paciente no Sistema Único de Saúde (SUS). Segundo o presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, o compromisso com o tema ultrapassa a gestão e dialoga com experiências reais. “Quando falamos de autismo, falamos de aprendizado diário. Eu mesmo vivencio isso dentro de casa, com minha neta, e sei o quanto cada atendimento, cada consulta, cada avanço faz diferença. É um processo de construção contínua. Por isso, nosso papel é facilitar, buscar soluções e garantir que as equipes tenham condições de oferecer o melhor cuidado possível”, enfatiza. Representando o Conselho de Saúde do Distrito Federal (CSDF), o presidente Domingos Brito destacou o impacto da iniciativa. “O Distrito Federal já é referência nacional em diversas linhas de cuidado no SUS, e iniciativas como esta demonstram que estamos no caminho certo. É um tema que exige atualização constante, troca de experiências e, principalmente, sensibilidade”, pontua. A proposta é incentivar abordagens individualizadas e fortalecer um cuidado mais acessível, resolutivo e alinhado às necessidades de cada paciente no Sistema Único de Saúde (SUS) | Foto: Divulgação/IgesDF Atendimento mais individualizado No HRSM, o cuidado já é organizado com foco nas necessidades de cada paciente. Para o superintendente da unidade, Diego Fernandes, o encontro fortalece esse caminho. “Temos estruturado serviços com um olhar cada vez mais individualizado. Cada paciente possui suas particularidades, e o cuidado precisa respeitar isso. No HRSM, já avançamos nesse sentido, tanto na odontologia quanto no pronto-socorro infantil, com ambientes pensados para esse público”, salienta. À frente do Serviço de Odontologia do hospital e da organização do evento, Érika Maurienn destaca a evolução do atendimento ao longo dos anos. “Há 15 anos realizamos esse tipo de atendimento e acompanhamos uma evolução significativa ao longo do tempo. Foram muitos desafios, mas também importantes conquistas, que reforçam a possibilidade de oferecer um serviço de excelência dentro do SUS”, afirma. A cirurgiã-dentista e pesquisadora do Centro de Estudos nos Transtornos do Espectro Autista (CETEA) da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF), Juliana Grossi, ressalta o papel do conhecimento na transformação da saúde pública. “Que este encontro represente não apenas aprendizado, mas um ponto de partida para mudanças concretas na prática e nas políticas públicas, promovendo uma saúde mais equânime e acessível”, diz. Avanços em Santa Maria No Hospital Regional de Santa Maria, o atendimento a pessoas com autismo vem sendo estruturado com foco na adaptação do ambiente e na individualização do cuidado. Luzes mais suaves, controle de estímulos e organização do atendimento conforme o ritmo de cada paciente ajudam a reduzir ansiedade e tornar a experiência mais acolhedora, especialmente para crianças. Na odontologia, cada etapa é planejada de forma personalizada, a partir das necessidades e sensibilidades de cada paciente. O acesso ao serviço ocorre principalmente por encaminhamento via Sistema de Regulação da Secretaria de Saúde do Distrito Federal, com atendimento também em casos de urgência por demanda espontânea. A unidade recebe, em média, até 30 pacientes por mês e vem ampliando estratégias para garantir um cuidado mais acessível, seguro e adaptado às diferentes realidades. Segundo o presidente do IgesDF, já existe um projeto de expansão do serviço odontológico no hospital. “Queremos um atendimento ainda mais completo, estruturado e que realmente atenda quem precisa. Nem todos têm condições de buscar esse cuidado fora do SUS, e é justamente por isso que precisamos fortalecer a rede pública, com qualidade e sensibilidade”, conclui. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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GDF cria Parque Distrital da Serrinha e reforça proteção ambiental no Lago Norte

A governadora do Distrito Federal, Celina Leão, autorizou a criação do Parque Distrital da Serrinha, no Lago Norte. A iniciativa visa proteger ecossistemas naturais e ordenar o uso da área. A criação da unidade de conservação será formalizada por decreto publicado em edição extra do Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) nesta terça-feira (7). “Na Serrinha é onde está uma das áreas mais estratégicas para a segurança hídrica da nossa região. Ali se concentram mais de 60% das nascentes mapeadas, conectando duas importantes unidades hidrográficas, que são o Lago Paranoá e Santa Maria/Torto. Com a criação do Parque Distrital da Serrinha, a gente dá um passo firme na proteção dessas riquezas naturais, garantindo a preservação direta dos córregos Jerivá e Urubu, fundamentais para o abastecimento e o equilíbrio ambiental”, afirmou a chefe do Executivo. "Com a criação do Parque Distrital da Serrinha, a gente dá um passo firme na proteção dessas riquezas naturais, garantindo a preservação direta dos córregos Jerivá e Urubu, fundamentais para o abastecimento e o equilíbrio ambiental” Governadora Celina Leão Com área de 65,91 hectares, o parque foi criado para preservar recursos ambientais de relevância ecológica e paisagística, além de permitir atividades como pesquisa científica, educação ambiental, turismo ecológico e recreação em contato com a natureza. A unidade inclui áreas estratégicas para a conservação hídrica, como a cachoeira do córrego Urubu e sua piscina natural, além de trechos de vegetação nativa do cerrado, com formações campestres, savânicas e florestais. Outro objetivo é garantir a conectividade ecológica entre importantes áreas protegidas do Distrito Federal, como o Parque Nacional de Brasília, além de parques ecológicos e áreas de relevante interesse ambiental na região do Lago Norte. O decreto também prevê a criação de uma zona de amortecimento com mais de 600 hectares, destinada a reduzir impactos ambientais no entorno do parque e disciplinar o uso do solo em áreas próximas, especialmente em regiões com crescimento urbano. Com área de 65,91 hectares, o parque foi criado para preservar recursos ambientais de relevância ecológica e paisagística, além de permitir atividades como pesquisa científica, educação ambiental, turismo ecológico e recreação em contato com a natureza | Foto: Divulgação/Seagri-DF A gestão do parque ficará sob responsabilidade do Brasília Ambiental, que deverá elaborar o plano de manejo da unidade no prazo de até dois anos, com participação da comunidade local. A criação da unidade de conservação reforça a política ambiental do Distrito Federal e amplia a proteção de áreas naturais em regiões com pressão urbana crescente, conciliando preservação ambiental, uso sustentável e ordenamento territorial. O decreto também estabelece diretrizes para recuperação de áreas degradadas, proteção da fauna e incentivo a atividades como trilhas, ciclismo e educação ambiental, fortalecendo o uso sustentável do espaço.  

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GDF zera demanda reprimida e garante ressonância em três dias

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) alcançou um marco histórico na assistência especializada: a plena capacidade de atendimento para exames de ressonância magnética. O avanço é fruto de uma estratégia que uniu a expansão da rede credenciada ao uso de tecnologia para otimizar o fluxo de pacientes. Atualmente, cerca de 5 mil ressonâncias são realizadas por mês pelo Sistema Único de Saúde do DF. Até o primeiro semestre de 2025, o DF contava com dez empresas credenciadas para a realização desses exames. Com o lançamento de um novo edital em agosto do ano passado, o número de parceiros saltou para 17 instituições, ampliando exponencialmente o volume de vagas disponíveis na rede pública. Tecnologia a serviço do paciente Não foi apenas o aumento da oferta que transformou o cenário. O Complexo Regulador do DF implementou a qualificação interna da fila, utilizando ferramentas de automação e inteligência artificial. Esse processo permitiu identificar duplicidades, atualizar contatos e garantir que o paciente certo realizasse o exame no tempo adequado. Atualmente, cerca de 5 mil ressonâncias são realizadas por mês pelo Sistema Único de Saúde do DF | Foto: Alberto Ruy/IgesDF “A melhoria dos processos internos foi fundamental. Hoje, a tecnologia nos permite gerir a demanda em tempo real, evitando o ócio das máquinas e garantindo agilidade no diagnóstico”, destaca a diretora do Complexo Regulador do DF, Célia Regina Vieira. O impacto das medidas é visível nos indicadores de atendimento. Em agosto de 2025, a demanda reprimida e as solicitações mensais chegavam a acumular um volume de 35 mil pedidos. Atualmente, o cenário é de equilíbrio e disponibilidade. “Uma solicitação de ressonância é atendida em menos de uma semana”, ressalta a gestora. O secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda, destaca que, pela primeira vez, a oferta de vagas é maior que a demanda mensal, garantindo que novos pedidos sejam processados sem a formação de filas. “Com essa reestruturação, reafirmamos o nosso compromisso em reduzir o tempo de espera por diagnósticos complexos, oferecendo mais conforto e rapidez no tratamento dos cidadãos brasilienses." *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)  

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Produção de pescado no DF cresce 21,9% e chega a 2,6 milhões de quilos em 2025

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