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GDF homenageia 500 pessoas com a Medalha Mulher Mais Segura
O Governo do Distrito Federal (GDF) promoveu, nesta terça-feira (10), a solenidade de outorga da Medalha Mulher Mais Segura. Instituída pela Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), a condecoração reconhece ações e serviços de destaque no combate à violência contra a mulher e à violência doméstica e familiar. A iniciativa integra o eixo Mulher Mais Segura do programa DF Mais Seguro — Segurança Integral e, nesta edição, homenageou cerca de 500 pessoas que atuam ou contribuíram para o enfrentamento desse tipo de crime no Distrito Federal. Presente na solenidade, a vice-governadora Celina Leão destacou que o enfrentamento à violência contra a mulher começa muitas vezes pelo atendimento das forças de segurança pública. “A gente ainda vem de uma cultura muito machista no nosso país, e isso precisa ser repensado. Todas as nossas forças de segurança passaram pelo curso Ressignificar, para um atendimento mais humanizado a essas mulheres. O primeiro contato com a vítima precisa ser um contato de acolhimento, de escuta e compreensão, e não de revitimização. É isso que estamos construindo todos os dias na segurança pública”, defende. “A gente ainda vem de uma cultura muito machista no nosso país, e isso precisa ser repensado. Todas as nossas forças de segurança passaram pelo curso Ressignificar para um atendimento mais humanizado a essas mulheres. O primeiro contato com a vítima precisa ser um contato de acolhimento, de escuta e compreensão, e não de revitimização. É isso que estamos construindo todos os dias na segurança pública” Celina Leão, vice governadora do DF O secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, ressaltou as ações de prevenção e repressão conduzidas pelo Estado, que são fundamentais para ampliar o engajamento da sociedade e promover mudanças culturais: “O Estado tem feito a sua parte com políticas públicas de prevenção e de repressão. Hoje, por exemplo, não há autores de crimes mais graves contra mulheres em liberdade no Distrito Federal. Mas isso, por si só, não é suficiente. Precisamos lutar juntos por uma mudança de cultura, para que desde a infância os meninos aprendam a respeitar as meninas e possamos construir um país melhor”. A cerimônia homenageou pessoas que tiveram atuação relevante na defesa das mulheres. “São pessoas de diferentes profissões, origens e realidades sociais, mas que têm em comum essa luta e esse exemplo de dedicação à causa. Homens e mulheres que acreditam que, juntos, podemos construir uma cultura de mais respeito e proteção às mulheres”, completou. Entre as homenageadas está a capitã da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) Thalita Santos, de 41 anos, que atua na área de comunicação organizacional da corporação e desenvolve pesquisa de mestrado voltada à análise de políticas públicas de enfrentamento à violência doméstica dentro da PM. “Receber essa medalha é um reconhecimento importante desse trabalho e do esforço de quem se dedica ao enfrentamento desse tipo de crime”, afirma. Segundo a capitã, a atividade na proteção de gênero faz parte da rotina policial. “Se a gente observar a atuação da Polícia Militar, em algum momento da carreira todo policial acaba lidando com situações de violência contra a mulher. Não apenas nas unidades especializadas, mas em diversas ocorrências do dia a dia, que envolvem desde casos de violência doméstica até outras formas de violência”, acrescenta. Outra homenageada foi Flávia Portela, que há mais de duas décadas atua em iniciativas da sociedade civil voltadas à segurança comunitária e à prevenção. “Já são 23 anos de trabalho voluntário junto aos Conselhos Comunitários de Segurança, que têm um papel fundamental para a segurança pública do DF, especialmente na prevenção e na promoção da segurança cidadã”, explica. Flávia também integra a diretoria do Centro de Estudos para o Desenvolvimento da Cidade, ligado ao Instituto Nossa Marca, e participa do projeto Elas com Elas, desenvolvido há quase dez anos com foco na prevenção da violência e na inserção de mulheres no mercado de trabalho. “Essa medalha é muito importante porque reforça o papel da sociedade civil no enfrentamento da violência. O trabalho conjunto com o poder público é essencial, porque sem a participação da sociedade, não há segurança”, afirma. “A Medalha Mulher Mais Segura também serve como um alerta para que a gente continue refletindo sobre o lugar que a mulher deve ocupar na sociedade e sobre a necessidade de fortalecer políticas e ações que garantam mais proteção e oportunidades.” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública do DF, e Celina Leão, vice-governadora | Foto: Luh Fiuza/VGDF Mulher Mais Segura O eixo Mulher Mais Segura, que integra o programa DF Mais Seguro — Segurança Integral, faz parte da estratégia de segurança pública do Distrito Federal voltada à prevenção e ao enfrentamento da violência doméstica e familiar contra a mulher. A iniciativa reúne ações institucionais, ferramentas tecnológicas e mecanismos de articulação entre órgãos públicos para fortalecer a rede de proteção, qualificar o atendimento às vítimas e aprimorar as estratégias de prevenção, responsabilização de agressores e combate ao feminicídio. Contexto Instituída pelo Decreto nº 46.243, de 9 de setembro de 2024, a Medalha Mulher Mais Segura é uma honraria permanente da SSP-DF, criada para reconhecer ações meritórias e a excelência de serviços no combate à violência contra a mulher e à violência doméstica e familiar. A condecoração reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a valorização de boas práticas institucionais e com o fortalecimento das políticas públicas de proteção às mulheres. A entrega da medalha ocorre em um contexto de ampliação das políticas públicas voltadas à prevenção da violência e ao fortalecimento da rede de proteção no DF. O GDF mantém iniciativas que integram segurança pública, acolhimento e autonomia econômica, como o atendimento da Casa da Mulher Brasileira, em Ceilândia, o programa de acompanhamento a vítimas de violência doméstica da Polícia Militar e ações de capacitação e geração de renda nos espaços ProMulher. Essas políticas ampliam o acesso a serviços especializados, garantem proteção às vítimas e contribuem para reduzir a violência de gênero no Distrito Federal.
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Pesquisa mostra como as pessoas se deslocam do Entorno para o DF
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Escola Superior de Ciências da Saúde promove dia de acolhimento para calouros
O auditório da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) recebeu, nessa segunda-feira (9), os novos estudantes dos cursos de enfermagem e medicina da Escola Superior de Ciências da Saúde (Escs). A aula inaugural, organizada pela direção da escola, marcou o início da trajetória acadêmica dos calouros, que foram recepcionados por gestores, docentes e veteranos das duas graduações. O evento contou com momentos solenes: uma mesa de abertura com representantes do curso de enfermagem, atividades do programa de acolhimento ao calouro (PAC) e participação de entidade de classe no período matutino; e uma mesa de abertura com representação do curso de medicina, apresentação às principais entidades médicas, participação do centro acadêmico e egressos, além de uma palestra para os calouros, no período vespertino. Toda a programação foi pensada para integrar os novos estudantes, apresentar a estrutura da Escs e explicar as metodologias ativas de ensino-aprendizagem, que são baseadas em orientações pedagógicas advindas do construtivismo. Durante o encontro, os calouros tiveram diversos exemplos do modelo diferenciado da Escs, em que os estudantes são, desde o início do curso, inseridos nos cenários de ensino e aprendem na prática a profissão escolhida. Enfermagem No período da manhã, estudantes veteranos de enfermagem se posicionaram na entrada do auditório, em uma espécie de cordão humano, unidos ao som de instrumentos da bateria Histeria, que vibrava em celebração a cada chegada de um novo colega de curso. Essa foi a forma que encontraram de dar boas-vindas aos recém-aprovados, que estampavam sorrisos nos rostos e relatavam estar com o coração batendo forte, tamanha a emoção do momento. Toda a programação foi pensada para integrar os novos estudantes, apresentar a estrutura da Escs e explicar as metodologias ativas de ensino-aprendizagem, que são baseadas em orientações pedagógicas advindas do construtivismo | Foto: Divulgação/Fepecs Durante a solenidade de abertura, a diretora da Fepecs, Inocência Rocha Fernandes, dirigiu-se aos calouros dizendo: “Vocês são vencedores, estão entre os melhores”. Após isso, contextualizou o papel de mantenedora institucional da Escs e detalhou a missão da Fepecs de “investir em educação, ensino e pesquisa”. A gestora enalteceu o Sistema Único de Saúde (SUS) e fez um pedido aos alunos: “Aproveitem essa grande oportunidade e deem o melhor de vocês ao nosso SUS e à população do DF”. Representando a Universidade do Distrito Federal Jorge Amaury (UnDF), Valéria Gomes Vieira disse aos calouros que eles eram “privilegiados” por ingressarem no ensino superior, “em um curso gratuito e de grande qualidade”. Valéria pediu que os estudantes “aproveitem a estrutura da universidade” e “apaixonem-se pelo SUS”. Falando em nome da coordenação do curso de enfermagem, Patrícia Archanjo Lopes deu as boas-vindas aos calouros e destacou que a profissão escolhida por eles é de “compromisso com o cuidado, com a ciência e com a sociedade”, além de ser “essencial para a promoção da vida e da dignidade humana”. A docente falou sobre as dificuldades que eles podem encontrar ao longo do curso, mas também deu a receita para driblar cada uma: “dedicação, disciplina e perseverança”, disse. Durante seu discurso, lembrou aos estudantes que eles também precisam se cuidar, pois “a jornada de ensino superior demanda preparo físico e mental”, e finalizou enaltecendo o papel do profissional de enfermagem que, segundo ela, “cuida, acolhe e transforma”. Após a mesa de abertura, o presidente do Sindicato dos Enfermeiros do Distrito Federal (SindEnfermeiro-DF), José Henrique Souza, fez uma breve apresentação, falando sobre a importância da classe na formação e atuação profissional. Em seguida, o Programa de Acolhimento ao Calouro (PAC) contou com a presença de egressos, que relataram suas experiências e deixaram mensagens aos novos estudantes. A programação da manhã foi encerrada com uma apresentação sobre metodologia ativa, estrutura do curso, vida acadêmica e calendário de eventos e atividades. Medicina No turno da tarde, foi a vez de receber os calouros da Turma XXVI do curso de medicina para o encontro de acolhimento. A diretora da Escs, Viviane Peterle, abriu a solenidade agradecendo ao corpo de gestores, docentes, servidores e colaboradores da escola que, “ao longo dos quase 25 anos de existência, dedicam-se incansavelmente à formação de profissionais de excelência, com perfil adequado às necessidades da população, em consonância com os princípios e diretrizes do Sistema Único de Saúde”. Para ela, “a Escs é marcada pela técnica, pela ciência e pelos ritos formais, mas também pelo carinho, pelo olho no olho e pelo protagonismo dos nossos alunos”. A coordenadora do curso de medicina, Márcia Cardoso, lembrou que ingressar em um curso de medicina não é somente conquistar uma vaga na universidade, mas assumir um compromisso com a vida, com o cuidado e com a sociedade. “É escolher um caminho que exige conhecimento científico, dedicação constante, sensibilidade humana e profundo respeito pela dignidade de cada pessoa”, disse. Em seguida, os estudantes foram apresentados às principais entidades médicas, com o objetivo de introduzi-los à estrutura da profissão e às suas representações. Posteriormente, acompanharam uma palestra da docente Lícia Mota, da Universidade de Brasília (UnB), com o tema “O friso da medicina”. O evento foi finalizado com um momento de muito incentivo e emoção, marcado pelo depoimento de egressos da escola contando suas experiências e impulsionando os novos estudantes a seguirem firmes no novo ciclo. *Com informações da Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs)
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Pesquisa mostra como as pessoas se deslocam do Entorno para o DF
Elaborada pelo Instituto de Pesquisa e Estatística do Distrito Federal (IPEDF), a Pesquisa Distrital por Amostra de Domicílios Ampliada (Pdad-A) de 2024 traz recortes que apresentam dados sobre como as pessoas que moram na Periferia Metropolitana de Brasília (PMB) fazem o deslocamento para o Distrito Federal para trabalhar e estudar. Maioria das pessoas que vêm do Entorno para trabalhar no DF utiliza ônibus | Foto: Arquieo/Agência Brasília Aproximadamente 200 mil pessoas vêm para a capital a trabalho. Desse total, cerca de 122 mil trabalhadores utilizam ônibus no deslocamento. Quanto ao município de origem, a maioria dos trabalhadores é originária dos municípios goianos de Águas Lindas de Goiás (mais de 55 mil pessoas), Valparaíso de Goiás (mais de 42 mil pessoas), Novo Gama e Luziânia, com mais de 24 mil trabalhadores, cada um. “Ao divulgar esses resultados, o IPEDF fornece a base técnica indispensável para que gestores planejem soluções que reduzam o tempo de deslocamento e melhorem a qualidade de vida da população” Manoel Clementino, diretor-presidente do IPEDF Os moradores dos municípios goianos que se deslocam para o DF para estudar totalizam 44 mil pessoas, das quais aproximadamente 18 mil utilizam ônibus ou transporte escolar público. A média de 9 mil estudantes vêm do Novo Gama é seguida de Águas Lindas de Goiás (cerca de 8.300 estudantes) e de Valparaíso e Planaltina, com quase 8 mil estudantes, cada. “Esses dados evidenciam a forte integração da PMB com o DF”, avalia o diretor-presidente do IPEDF, Manoel Clementino. “Ao divulgar esses resultados, o IPEDF fornece a base técnica indispensável para que gestores planejem soluções que reduzam o tempo de deslocamento e melhorem a qualidade de vida da população. Produzir dados confiáveis é o primeiro passo para uma mobilidade urbana mais justa e conectada.” 1.272.908 Total de moradores dos 12 municípios do Entorno De acordo com os dados da pesquisa, a Periferia Metropolitana de Brasília, que engloba os 12 municípios do Entorno, reúne 1.272.908 moradores e 571.635 domicílios na área urbana da PMB. O secretário do Entorno do GDF, Cristian Viana, reforça: “A pesquisa do IPEDF é um divisor de águas para entendermos a realidade da mobilidade no Entorno. Vamos utilizar esses números para fortalecer as parcerias do GDF com o estado de Goiás e a União, priorizando um transporte público eficiente e acessível. Precisamos transformar o Entorno em um polo de desenvolvimento integrado”. [LEIA_TAMBEM]Sobre o deslocamento diário de mais de 200 mil trabalhadores da região do Entorno para o DF, o diretor de Estudos e Políticas Ambientais e Territoriais do IPEDF pontua: “Esse fluxo massivo de profissionais e trabalhadores demonstra a importância da investigação e estudo sobre a mobilidade dos moradores, uma vez que subsidia políticas e ações voltadas especialmente aos acessos, modos de se deslocar e melhorias das infraestruturas de transportes, considerando que o deslocamento cotidiano impacta diretamente a vida e a saúde da população”. Confira o relatório da pesquisa. *Com informações do IPEDF
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Brasília recebe etapa do circuito mundial de basquete 3x3 em maio
A Federação Internacional de Basquete (Fiba) anunciou a realização de duas etapas do circuito internacional de basquete 3x3 na América Latina em 2026, ambas no Brasil. Os eventos ocorrerão em Brasília e em Diadema (SP), reforçando a presença do país no calendário mundial da modalidade. A capital federal sediará o Fiba 3x3 Challenger Brasília nos dias 27 e 28 de maio, no Pátio Brasil Shopping. O evento reúne algumas das principais equipes do circuito internacional e garante vaga para etapas do Fiba 3x3 World Tour, principal competição mundial da modalidade. Em 2025, a etapa de Brasília foi eleita o melhor Challenger da temporada do circuito mundial | Foto: Divulgação/SEL-DF Brasília volta a receber a competição após o sucesso da edição anterior. Em 2025, o evento realizado na capital foi eleito o melhor challenger de todo o circuito mundial, reconhecimento que consolidou o Brasil como um dos principais polos para a realização de competições internacionais de basquete 3x3. “Brasília tem se consolidado como um importante palco para grandes eventos esportivos. Receber novamente uma etapa do circuito da Fiba reforça o potencial da capital para sediar competições internacionais e aproximar a população do esporte de alto rendimento”, destaca o secretário de Esporte e Lazer do Distrito Federal, Renato Junqueira. Além de movimentar o calendário esportivo, os eventos contribuem para o fortalecimento do basquete 3x3 na região e para a preparação de atletas que buscam espaço no cenário internacional e no ciclo olímpico rumo aos Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028. Os atletas disputarão as etapas no Brasil de olho na classificação para os Jogos Olímpicos de Los Angeles 2028 [LEIA_TAMBEM]Para Mauricio Souza, CEO da MCS Marketing Esportivo, empresa detentora dos direitos do Challenger 3x3 no Brasil, o evento representa um momento importante para o esporte no país. “Receber duas etapas do circuito da Fiba no Brasil é motivo de orgulho. O reconhecimento internacional, especialmente após Brasília ter sido eleita a melhor etapa Challenger no ano passado, mostra que o país tem estrutura, público e paixão pelo basquete”, afirma. A segunda etapa brasileira será o Fiba 3x3 Challenger Diadema, programado para os dias 31 de outubro e 1º de novembro, em Diadema, no estado de São Paulo. A cidade contará com estrutura preparada para grandes eventos esportivos, incluindo centro de treinamento e arena com capacidade para até duas mil pessoas. *Com informações da Secretaria de Esporte e Lazer
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Conselho de Administração do Fundo de Segurança Pública do Distrito Federal
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Região de Planaltina ficará sem energia nesta quarta (11) para serviços na rede
Um endereço de Planaltina terá o fornecimento de energia interrompido nesta quarta-feira (11) para poda de árvores. A interrupção ocorre para garantir a segurança dos profissionais e da população. A interrupção será no Jardim Morumbi, Conjunto F. O serviço está previsto para durar das 10h às 16h. Além dos desligamentos programados, pode acabar a energia em outra região do Distrito Federal. Nesse caso, a população deve registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 0155, desde que utilizem aparelho adaptado para essa finalidade.
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Procurador-Geral participa de abertura do XIII Encontro Nacional das Procuradorias Fiscais
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Convênios 2
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Convênios colapsavel
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Com a soltura de wolbitos, DF apresenta queda de mais de 60% dos casos de dengue
Em sete semanas de 2026, o Distrito Federal registrou 1.719 casos suspeitos de dengue, uma queda de 62,4% frente aos 4.579 no mesmo período do ano passado. O sucesso é atribuído a uma série de estratégias adotadas pela Secretaria de Saúde (SES-DF), tendo como destaque a liberação de mais de 38 milhões de mosquitos Aedes aegypti inoculados com a bactéria Wolbachia. Chamados de wolbitos, esses insetos têm menor capacidade de transmitir a dengue, com potencial para substituir a população original de transmissores. “É uma experiência bem-sucedida. Os mosquitos disseminados no meio ambiente adaptaram-se e conseguiram prevalecer”, explica o chefe da Assessoria de Mobilização Institucional e Social para a Prevenção de Endemias, Allex Moraes. Biofábrica de wolbitos permitiu a criação dos 38 milhões de mosquitos que foram disseminados em dez regiões administrativas | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Índices positivos Por meio de ovitrampas, armadilhas capazes de capturar mosquitos, foi possível atestar que as dez regiões administrativas onde houve a soltura de wolbitos atingiram uma média de 68,29% da população de Aedes aegypti composta por insetos inoculados com a bactéria Wolbachia. O menor índice foi na Fercal, com 53,73%, enquanto no Itapoã chegou a 81,44%. A expectativa é a que os wolbitos ocupem ainda mais espaço dos Aedes aegypti originais. Isso porque o cruzamento de mosquitos inoculados com Wolbachia geram novos wolbitos, enquanto o cruzamento com os Aedes aegypti originais ou não geram filhotes ou dão a origem a uma nova geração de wolbitos. Não há qualquer alteração genética, e a bactéria Wolbachia não é transmitida para seres humanos ou outros mamíferos, como gatos e cachorros. Quando a Wolbachia se estabelece bem em uma região, tende a se manter sozinha na população. Ou seja, não é algo que pede a soltura de mosquitos inoculados para sempre Anderson de Morais, chefe do Núcleo de Controle Químico e Biológico “Quando a Wolbachia se estabelece bem em uma região, tende a se manter sozinha na população. Ou seja, não é algo que pede a soltura de mosquitos inoculados para sempre. A própria dinâmica de reprodução faz com que a bactéria continue circulando", detalha o chefe do Núcleo de Controle Químico e Biológico, Anderson de Morais. A previsão dos especialistas é que, aos poucos, os mosquitos se espalhem para outras regiões administrativas. “Existe dispersão natural. O Aedes aegypti voa distâncias curtas, mas com o tempo pode expandir território, principalmente com a ajuda involuntária do ser humano [carro, transporte de objetos, etc]”, complementa Morais. Além da dengue, o Aedes aegypti é responsável por transmitir zika, chikungunya e febre amarela, chamadas de arboviroses. Outros métodos Os drones também são uma importante ferramenta da Secretaria de Saúde para identificar possíveis focos de Aedes aegypti | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF O sucesso da estratégia com os wolbitos, porém, não substituiu as demais iniciativas para combater as arboviroses. Em 2025, por exemplo, as equipes de Vigilância Ambiental da SES-DF visitaram mais de 1,8 milhão de residências. [LEIA_TAMBEM]Mais tecnologias seguem em plena execução, como a aplicação da Borrifação Residual Intradomiciliar (BRI), a instalação de estações disseminadoras de larvicidas e o uso de ovitrampas. Drones também têm sido usados para ajudar o trabalho das equipes de campo, com identificação de locais onde há possíveis larvas. A vacinação contra a dengue é outra forma eficiente de evitar casos graves da doença e hospitalização. Atualmente, a SES-DF aplica duas doses em crianças e adolescentes de 10 a 14 anos de idade. Em fevereiro deste ano, profissionais da linha de frente no combate ao mosquito foram incluídos nos públicos-alvos. “Contudo, todas essas estratégias devem ser aliadas a ações da população. Os olhos atentos das comunidades são, ainda, um dos métodos mais eficazes contra a dengue e outras arboviroses”, reforça Morais. *Com informações da SES-DF
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Procurador-chefe do Centro de Estudos representa a PGDF em reunião do FONACE durante o XIII ENPF
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Chefes das Procuradorias Fiscais se reúnem em Brasília para debater desafios e soluções integradas entre Estados
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Jardim Botânico, do refúgio verde a cidade viva: conquistas que já fazem a diferença
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Na Hora - Unidade Venâncio
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Agentes de Vigilância Ambiental recebem mais de 680 tablets
Os profissionais da Diretoria de Vigilância Ambiental em Saúde (Dival), da Secretaria de Saúde (SES-DF), terão à disposição mais de 680 tablets para o desempenho de suas atividades. A primeira remessa, com 170 novos aparelhos destinados aos agentes de Vigilância Ambiental em Saúde (Avas), está sendo distribuída a equipes de Ceilândia e do Núcleo Bandeirante. Equipamento tem entre suas funções a de localizar com precisão os focos de Aedes aegypti identificados por drones da Secretaria de Saúde | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde-DF A tecnologia serve, principalmente, para o registro em tempo real das visitas domiciliares. Além disso, a ferramenta permite a localização precisa dos possíveis focos de Aedes aegypti identificados pelos drones utilizados pela SES-DF no mapeamento de determinadas regiões. “Os tablets representam a nossa entrada no mundo digital”, resume o titular da Dival, Edvar Schubach. [LEIA_TAMBEM]A entrega dos equipamentos é acompanhada de breves instruções sobre as funcionalidades e a utilização do aparelho. Nesta terça-feira (10), como parte dos preparativos para a utilização, será feito um treinamento junto à Secretaria do Meio Ambiente (Sema-DF) sobre o sistema de informações ambientais do Distrito Federal. Transformação digital A ação faz parte da estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) para a transformação digital da Atenção Primária à Saúde (APS). Mais de 1,6 mil tablets já são usados por agentes comunitários de saúde (ACSs), equipes de Consultório na Rua (eCR) e profissionais que realizam ações fora das unidades SES-DF. “Na prática, isso se traduz em mais tempo para o cuidado direto à população e maior qualidade da informação para gestão em saúde”, ressalta o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda. *Com informações da Secretaria de Saúde
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