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Hospital Regional de Ceilândia promove mutirão de implantação de DIU

No mês de comemoração do Dia Internacional da Mulher, a Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) realiza ações em prol da saúde feminina. No Hospital Regional de Ceilândia (HRC), profissionais do centro obstétrico da unidade organizaram uma força-tarefa de implantação do dispositivo intrauterino (DIU) em pacientes e servidoras do hospital. Esta foi a última ação do projeto iniciado pela equipe de enfermagem do HRC, em que ao todo foram atendidas 227 mulheres desde novembro do ano passado, sendo 145 moradoras de Ceilândia e Sol Nascente. Além da aplicação do DIU de cobre, o projeto teve um componente educacional: até o momento foram habilitadas 16 enfermeiras da Região de Saúde Oeste na inserção e retirada do dispositivo. Também participaram acadêmicas de enfermagem da Universidade de Brasília (UnB), que realizaram horas complementares no projeto, atuando no acolhimento das mulheres, esclarecimento de dúvidas e organização da agenda dos profissionais. A certificação dos profissionais e acadêmicas é feita pela Associação Brasileira de Obstetrizes e Enfermeiros Obstetras do Distrito Federal (Abenfo-DF). O DIU é um aliado importante na redução de gestações não planejadas e mortalidade materna | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Uma das coordenadoras e a idealizadora do projeto, a enfermeira obstetra do HRC, Raquel Diógenes, ressalta que o intuito da iniciativa é promover a autonomia feminina sobre a decisão de engravidar ou não. “Essa é uma ação de empoderamento feminino e nosso interesse é que a mulher realmente possa planejar quando e como ela quer ter essa gravidez. O motivo pelo qual iniciamos a ampliação dessas ações foi termos observado que, muitas vezes, há gestações não planejadas e, infelizmente, não desejadas. A conexão entre o bebê e a mãe acontece desde a vida intrauterina e, se a gravidez não foi desejada, isso vai se refletir na vida daquela criança”. A coordenadora reforça que o acesso aos métodos contraceptivos é um direito reprodutivo fundamental das mulheres. “O DIU é um método extremamente eficaz e tem um papel muito importante nas políticas públicas de saúde. Ampliar o acesso a esse método contribui não apenas para o planejamento familiar, mas também para a redução de gestações não planejadas e, consequentemente, para a redução da mortalidade materna”. A enfermeira supervisora do centro obstétrico do HRC, Suely de Jesus Cotrim, enfatiza que o projeto reafirma o compromisso institucional com a educação permanente, a valorização dos profissionais e a qualificação da assistência em saúde. “A ação reforça nosso compromisso com a promoção da saúde da mulher e com a valorização das profissionais que atuam diariamente no cuidado da população”. Atendimento a pacientes e servidoras do HRC Ao todo 227 mulheres receberam o DIU na ação do HRC, que acontece desde novembro do ano passado Uma das pacientes atendidas no último sábado (7), a estudante de enfermagem e mãe de duas crianças Nayane Stoffel ressaltou a importância do projeto. “Minha primeira gestação foi planejada, tudo tranquilo. Já a segunda, não: eu descobri fazendo um exame de rotina. Quando vi o resultado, tinha lá um bebezinho”, relembra. Outra a ser atendida foi Aline Fernandes, atualmente desempregada e também mãe de duas crianças. Ela elogiou a ação e o trabalho da equipe de enfermagem do HRC. “Quando cheguei aqui, eu não sabia que tinha todo esse aparato de consulta, de acompanhamento. Posteriormente, a equipe entra em contato com a gente, agenda retorno para ver se o dispositivo está bem posicionado. Achei tudo muito organizado, passaram as informações sobre medicação, hoje mais cedo fizeram uma palestra explicando o tempo de duração do DIU — que dura 12 anos. Essa ação da secretaria ajuda muito no planejamento familiar e financeiro da pessoa. A gente vê que o SUS funciona”, enfatiza. Além das pacientes, as próprias profissionais do HRC tiveram acesso ao método contraceptivo. A enfermeira da unidade, Nathália Faris, foi uma das servidoras beneficiadas. A ação evidencia o cuidado da instituição com o servidor. O projeto foi iniciativa de uma colega nossa e isso valoriza o nosso trabalho, fortalece a nossa identidade dentro da secretaria, melhora o nosso astral, o nosso desempenho", relata. *Com informações da SES-DF

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Seleção para médicos oferece salários de até R$ 22,6 mil

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu inscrições para processos seletivos simplificados destinados à formação de cadastro reserva para médicos em seis especialidades. As oportunidades são para as áreas de cirurgia vascular, neonatologia, anestesiologia, clínica médica hospitalar, terapia intensiva pediátrica e medicina de emergência. Vagas se destinam a diversas modalidades da medicina; todas oferecem benefícios institucionais | Foto: Divulgação/IgesDF  Os editais contemplam diferentes modalidades de contratação, que podem ser determinadas, indeterminadas ou intermitentes, conforme a necessidade das unidades administradas pelo instituto. As remunerações variam entre R$ 16.030,94 e R$ 22.644,60, com cargas horárias mínimas entre 24 e 30 horas semanais. Todas as vagas oferecem benefícios institucionais, como auxílio-transporte, alimentação conforme acordo coletivo de trabalho e jornada, clube de benefícios com descontos em estabelecimentos parceiros, abono semestral e folga no mês de aniversário. Médico cirurgião vascular O Edital nº 009/2026 prevê cadastro reserva para médico cirurgião vascular. A remuneração bruta é de R$ 16.030,94, com carga horária mínima de 24 horas semanais. Para participar do processo seletivo, o candidato deve possuir graduação em medicina com diploma reconhecido pelo Ministério da Educação (MEC), registro no Conselho Regional de Medicina (CRM) e residência médica concluída ou em fase de conclusão até março deste ano, ou título de especialista em cirurgia bascular emitido pela Associação Médica Brasileira (AMB) ou pela Sociedade Brasileira de Angiologia e Cirurgia Vascular. Também é exigida experiência mínima de seis meses como médico cirurgião vascular. Médico neonatologista O Edital nº 010/2026 destina-se à seleção de médico neonatologista, com remuneração bruta de R$ 18.115,68 para carga mínima de 24 horas semanais. Entre os requisitos obrigatórios estão graduação em medicina reconhecida pelo MEC, registro no CRM e residência médica ou título de especialista em pediatria. Também é exigida experiência mínima de seis meses como médico neonatologista, atuação em centro obstétrico com recém-nascidos de alto risco e experiência em Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTI Neonatal). Médico anestesiologista O Edital nº 011/2026 prevê seleção para médico anestesiologista, também com remuneração de R$ 18.115,68 para carga horária mínima de 24 horas semanais. Os candidatos devem possuir diploma em medicina reconhecido pelo MEC, registro no CRM e residência médica ou título de especialista em anestesiologia. Também é exigida experiência mínima de seis meses na área. Cursos de aperfeiçoamento em manejo de via aérea difícil, tratamento da dor aguda ou crônica e subespecializações em áreas da anestesiologia são considerados diferenciais no processo seletivo. Médico rotineiro O Edital nº 012/2026 prevê cadastro reserva para médico rotineiro, com remuneração bruta de R$ 22.644,60, a maior entre os editais, para carga horária mínima de 30 horas semanais. A função é voltada ao acompanhamento clínico de pacientes internados e à assistência hospitalar nas unidades da rede. Para participar, é necessário possuir residência ou título de especialista em clínica médica e experiência mínima de seis meses em ambiente hospitalar de média ou alta complexidade ou em serviços de urgência e emergência. Médico intensivista pediátrico O Edital nº 013/2026, para médico intensivista pediátrico, oferece remuneração de R$ 18.115,68 e carga mínima de 24 horas semanais. Entre os requisitos estão residência médica ou certificação em área de atuação em medicina intensiva pediátrica emitida pela Associação de Medicina Intensiva Brasileira (Amib) ou pela Associação Médica Brasileira (AMB), além de experiência mínima comprovada na área. Certificações como Pediatric Advanced Life Support (Pals) e cursos de ultrassonografia à beira do leito (Pocus) são considerados diferenciais. Médico emergencista [LEIA_TAMBEM]O Edital nº 014/2026 é destinado à seleção de médico emergencista, com remuneração de R$ 18.115,68 para carga mínima de 24 horas semanais. Os candidatos devem possuir graduação em medicina reconhecida pelo MEC, registro no CRM e residência médica ou título de especialista em medicina de emergência emitido pela Associação Brasileira de Medicina de Emergência. Também é exigida experiência mínima de seis meses como médico emergencista. Inscrições e validade As inscrições para todos os processos seletivos devem ser feitas exclusivamente pelo site oficial do IgesDF, onde também estão disponíveis os editais completos e as orientações para envio da documentação. Os processos seletivos têm como objetivo a formação de cadastro reserva. A validade das seleções varia, permitindo que o instituto convoque profissionais conforme a necessidade assistencial das unidades da rede. Com os novos editais, o IgesDF reforça a estratégia de ampliar e qualificar o banco de profissionais da saúde, garantindo maior capacidade de resposta às demandas assistenciais da população do Distrito Federal.   *Com informações do IgesDF

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Acolhe DF já realizou 500 abordagens a pessoas em situação de rua no Distrito Federal desde julho de 2025

A política pública de cuidado e acolhimento às pessoas em situação de rua no Distrito Federal ganhou novo impulso com a reestruturação do programa Acolhe DF. Coordenada pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), a iniciativa já realizou 500 abordagens desde julho de 2025, com foco especial em pessoas que enfrentam dependência de álcool e outras drogas. Do total de pessoas atendidas pelas equipes, 190 aceitaram ser encaminhadas para unidades terapêuticas conveniadas e fiscalizadas pelo Governo do Distrito Federal, onde recebem acompanhamento especializado para o tratamento da dependência química e apoio na reconstrução de vínculos sociais. O Acolhe DF oferece atendimento integral para pessoas em situação de rua, levando em conta fatores como dependência química, vulnerabilidade social e rompimento de vínculos familiares | Foto: Divulgação/Sejus-DF A nova fase do programa foi oficializada pelo Decreto nº 47.423, que marcou um novo momento na política do DF voltada ao atendimento da população em situação de rua. A reestruturação fortaleceu a atuação integrada entre diferentes órgãos do governo e ampliou as estratégias de abordagem social, escuta qualificada e encaminhamento para serviços públicos. Segundo a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o objetivo do programa é oferecer alternativas reais de cuidado e tratamento, sempre respeitando a dignidade e a autonomia das pessoas atendidas. “A política pública precisa ir além da assistência imediata. O Acolhe DF trabalha para oferecer caminhos de recuperação e reinserção social, especialmente para quem enfrenta a dependência química. Nosso compromisso é garantir acolhimento, cuidado e oportunidades para que essas pessoas possam reconstruir suas vidas”, afirma. [LEIA_TAMBEM]Escuta da comunidade Além das abordagens realizadas diretamente nas ruas, o programa também tem intensificado o diálogo com moradores das regiões administrativas do DF para apresentar o trabalho das equipes e esclarecer dúvidas da população. A estratégia começou pelo Plano Piloto, região que concentra a maior parte das pessoas em situação de rua. Segundo o censo mais recente realizado pelo governo, cerca de 3.500 pessoas vivem atualmente nessa condição no Distrito Federal. Desde o início desses encontros comunitários, mais de 100 moradores já participaram das reuniões promovidas pela Sejus-DF. Durante essas agendas, a equipe do programa monta uma tenda itinerante em pontos estratégicos próximos às quadras onde ocorrem os encontros. No local, são oferecidas orientações à população, além da realização de abordagens sociais e encaminhamentos de pessoas que precisam de atendimento. Para a advogada Ana Cláudia Ribeiro, síndica de um bloco na Asa Norte e participante de um dos encontros, a iniciativa tem contribuído para aproximar a comunidade do trabalho realizado pelo governo. “Essas reuniões são muito importantes porque esclarecem como o programa funciona e mostram que existe uma equipe preparada para lidar com essa situação de forma humana e responsável. A comunidade passa a entender melhor o processo e também se sente parte da solução”, destaca. O programa tem intensificado o diálogo com moradores das regiões administrativas do DF para apresentar o trabalho das equipes e esclarecer dúvidas Busca ativa e respeito à legislação De acordo com o subsecretário de Enfrentamento às Drogas (Subed) da Sejus-DF, Diego Moreno, grande parte das pessoas em situação de rua enfrenta algum tipo de dependência química, o que exige uma abordagem especializada e contínua. “As equipes fazem a busca ativa e oferecem atendimento e encaminhamento para tratamento. No entanto, a legislação não permite a retirada involuntária dessas pessoas das ruas. Por isso, nosso trabalho é baseado na escuta, no acolhimento e na oferta permanente de serviços para que elas possam aceitar ajuda no momento em que estiverem prontas”, explica. Segundo ele, mesmo quando o encaminhamento para tratamento não é aceito no primeiro contato, as equipes mantêm o acompanhamento e retornam ao local para novas abordagens. Rede de atendimento O Acolhe DF atua de forma articulada com diferentes áreas do GDF, incluindo saúde, assistência social e segurança pública. Dependendo da situação identificada durante a abordagem, as equipes podem encaminhar as pessoas para unidades de saúde, serviços de assistência social ou comunidades terapêuticas. A estratégia busca garantir atendimento integral, considerando que a realidade da população em situação de rua envolve múltiplos fatores, como dependência química, vulnerabilidade social e rompimento de vínculos familiares. *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)

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👩🏼👩🏽‍🦱Protagonismo feminino nos Consegs é ressaltado em encontro promovido no mês das mulheres

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Edital ampliará atividades infantojuvenis nas unidades de conservação do DF

O Instituto Brasília Ambiental realizará, no dia 16, às 10h, na sala de reuniões do quarto andar do seu edifício-sede, o lançamento do edital para seleção de organizações da sociedade civil (OSCs) interessadas em desenvolver atividades infantojuvenis nas unidades de conservação administradas pela autarquia. A iniciativa busca ampliar ações de educação ambiental, recreação e sensibilização de crianças e adolescentes nos parques e demais áreas protegidas do Distrito Federal, fortalecendo a relação da população com os espaços naturais e promovendo a conscientização sobre a preservação ambiental. A iniciativa busca ampliar ações de educação ambiental, recreação e sensibilização de crianças e adolescentes nos parques e demais áreas protegidas do Distrito Federal | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental “Temos iniciativas educativas que, às vezes, não conseguem alcançar todos que precisamos. Com o apoio dessas OSCs, podemos ampliar a consciência ambiental de toda a comunidade, porque o jovem passa a se posicionar dentro do seu ambiente familiar e também a ensinar os mais velhos. Além disso, há o benefício do bem-estar, uma vez que aprender dentro dos parques, na prática, é uma excelente experiência”, afirmou o presidente do Instituto Brasília Ambiental, Rôney Nemer. [LEIA_TAMBEM]No evento de lançamento, que marca a abertura do processo, será realizada a apresentação do edital, voltado a organizações, coletivos e grupos interessados em participar da seleção. A reunião será marcada também pelo repasse das orientações sobre o processo de inscrição, incluindo critérios, etapas e documentação necessária. O momento será dedicado ainda ao esclarecimento de dúvidas dos interessados, incentivando a participação de organizações que desenvolvam projetos voltados ao público infantojuvenil, especialmente nas áreas de educação ambiental, cultura, esporte e lazer em contato com a natureza. O Brasília Ambiental destaca que a participação das organizações da sociedade civil é essencial para fortalecer as atividades educativas nas UCs e ampliar as oportunidades de formação e contato com a natureza para crianças e adolescentes do Distrito Federal. *Com informações do Brasília Ambiental  

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Força-tarefa aplica 25 toneladas de asfalto e remove 64 toneladas de entulho em Ceilândia

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Brasília Ambiental lançará edital para ampliar atividades infanto-juvenis nas UC’s

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Aberto processo seletivo para preceptoria em programas de residência médica

Entre os dias 16 e 20 deste mês, servidores efetivos da Secretaria de Saúde (SES-DF) interessados em atuar como preceptores nos programas de residência médica da rede pública poderão se inscrever no processo seletivo aberto pela pasta. O edital publicado prevê 65 vagas, distribuídas entre diferentes especialidades e unidades de saúde da rede pública do Distrito Federal. Profissionais selecionados vão acompanhar e orientais médicos residentes durantea formação | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde-DF A seleção é destinada exclusivamente a servidores efetivos do quadro da SES-DF, que vão desenvolver atividades de ensino em serviço nos cenários de prática da rede pública de saúde. Os profissionais selecionados terão como principal função acompanhar e orientar médicos residentes durante o processo de formação, contribuindo diretamente para o aprimoramento da qualificação profissional e para o fortalecimento da assistência no Sistema Único de Saúde (SUS). As vagas para preceptoria de ensino em residência médica estão detalhadas no Anexo I do edital, com indicação do número da vaga, programa de residência, especialidade médica, Comissão de Residência Médica (Coreme), unidade de saúde, local de execução das atividades e período de atuação. Os profissionais selecionados receberão a Gratificação pela Atividade de Preceptoria (GAP), conforme a função exercida dentro do programa de residência. [LEIA_TAMBEM]A coordenadora de cursos de pós-graduação lato sensu e extensão da Escola de Saúde Pública do DF (ESP/DF), Vanessa Campos, lembra que que a novidade para essa seleção é a disponibilização de vagas para preceptores dos novos programas de cardiologia integrada, neurologia integrada, medicina de família e comunidade na atenção domiciliar. “Também teremos vagas em aberto de programas antigos”, anuncia. Como se inscrever As inscrições serão feitas exclusivamente de forma eletrônica, por meio de link que estará disponível no endereço eletrônico ESP em Andamento, no site da Fundação de Ensino e Pesquisa e Ciências da Saúde (Fepecs). Toda a documentação necessária deverá ser digitalizada e reunida em um único arquivo, que deverá ser anexado no campo indicado do formulário de inscrição online, devidamente preenchido e assinado. O processo seletivo será realizado por meio de prova de títulos, de caráter classificatório e eliminatório, conforme os critérios de pontuação estabelecidos no formulário disponível no Anexo II do edital. A avaliação dos candidatos ficará a cargo de banca examinadora designada pela Direção-Geral da Esp/DF. De acordo com o cronograma, o resultado final está previsto para 2 de abril. Já a designação dos preceptores começa em 3 de abril.   *Com informações da Fepcs  

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Solenidade entrega Medalha Mulher Mais Segura a cerca de 500 profissionais e instituições do DF

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) realiza, nesta terça-feira (10), a solenidade de entrega da Medalha Mulher Mais Segura. A honraria representa o reconhecimento oficial do Governo do Distrito Federal a profissionais das forças de segurança, integrantes do sistema de Justiça, gestores públicos, representantes da rede de proteção e lideranças comunitárias que contribuem para o enfrentamento qualificado à violência doméstica e familiar. [LEIA_TAMBEM]Nesta edição, cerca de 500 agraciados receberão a medalha em uma cerimônia que simboliza o fortalecimento das políticas públicas voltadas à proteção das mulheres e a valorização das boas práticas institucionais desenvolvidas no DF. Serviço Evento: solenidade de Entrega da Medalha Mulher Mais Segura Data: terça-feira (10) Horário: 9h Local: Teatro Pedro Calmon – Setor Militar Urbano *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)

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Equipes do GDF trabalham na implantação de vigas do Viaduto de Planaltina e na terceira faixa da BR-020

Aguardada há décadas pela população, a obra do Viaduto de Planaltina saiu do papel este ano e atualmente está na fase de implantação das vigas. Executado pelo Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF), o projeto tem um investimento do Governo do Distrito Federal (GDF) em torno de R$ 45,5 milhões e contempla intervenções no Km 22,6 da BR-020, no entroncamento com a DF-128. As etapas incluem terraplenagem, pavimentação, sinalização vertical e horizontal, obras complementares, urbanismo, acessibilidade, paisagismo, drenagem, contenções, execução de obras de arte especial e implantação de ciclovia. A diretora de Obras do DER, Paula Almeida, detalhou o estágio atual da intervenção e informou que a estrutura já conta com vigas no canteiro de obras. Cerca de 90 mil motoristas passam pelo viaduto diariamente e serão beneficiados pela obra | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília “Estamos concretando as vigas travessas e depois vamos fazer as vigas longarinas. Todas as 100 vigas já estão no canteiro, e teremos a instalação de 40 até o final de março. Já foram feitos terraplanagem, fundação, blocos, pilares e cabeceiras. Temos mais da metade da obra concluída e, em seguida, vem a parte do viário, com acessibilidade e 1,3 km de ciclovia e calçadas, finalizando a obra”, explicou. A diretora falou sobre os motivos que levaram à execução do projeto na região, por onde passam cerca de 90 mil motoristas por dia: “Começamos com o viaduto do Comper, depois veio a terceira faixa na BR-020 e agora essa intervenção. A região atende Planaltina, Arapoanga e, em Goiás, Planaltina de Goiás e Formosa. [A obra] vai trazer mais segurança, mais fluidez e mais rapidez no trânsito. Era uma área de interseção com muito congestionamento. Então, a expectativa é reduzir os engarrafamentos”. Mais segurança e fluidez Yago Amorim comemora que poderá chegar de forma mais segura e pontualmente a compromissos Além do viaduto e da implantação da terceira faixa na BR-020, a ampliação das faixas nos dois sentidos visa a ampliar em 50% a capacidade de fluxo da rodovia, uma das principais vias de ligação da região norte do DF. O investimento é de R$ 25 milhões, com recursos do GDF e financiamento junto ao Banco do Brasil. A obra prevê o alargamento da rodovia em 8,6 km no sentido Sobradinho/Planaltina e 5,7 km no sentido contrário, entre o Complexo Viário Padre Jonas Vettoraci (conhecido como Viaduto do Comper) e a DF-230. O projeto contempla três faixas de rolamento, com previsão de implantação futura de uma quarta faixa destinada a corredor exclusivo de ônibus. [LEIA_TAMBEM]A atendente de bar Francisca Gomes, de 56 anos, trabalha em Planaltina e avalia que a estrutura pode contribuir para a redução de atrasos e acidentes:“Vai ser bom porque vai desafogar o trânsito. As pessoas vão chegar mais no horário e também podem diminuir os acidentes nesses retornos, porque o trânsito é muito carregado. Vai trazer mais segurança”. Por sua vez, o jardineiro Yago Amorim, 26, trabalha em uma floricultura próxima à obra da BR-020. Ele reforçou os impactos da construção na rotina de quem trabalha na região e enfrenta congestionamentos diariamente: “A movimentação aqui é enorme, com carreta, caminhão e ônibus. Tem muito acidente por causa dos retornos, que são difíceis de acessar. Com o viaduto, a mobilidade vai ficar mais fácil, rápida e leve. O trânsito costuma nos atrasar, então vai melhorar até no deslocamento para o trabalho”.  

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Resultado Preliminar do Processo Seletivo para Bolsas de Estudo ou Pós-Graduação 1o semestre 2026.

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Audiência pública discute atualização do Plano de Recursos Hídricos

A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) realizou a Audiência Pública nº 002/2026, em formato presencial e virtual, com o objetivo de obter subsídios e contribuições referentes ao relatório final e resumo executivo da atualização do Plano de Gerenciamento Integrado de Recursos Hídricos do Distrito Federal (PGIRH/DF). Durante o encontro, realizado em 26 de fevereiro, os consultores da Profill Engenharia e Ambiente S.A., Sidnei Agra e Carlos Bortoli, e o consultor independente Leonardo Mitre apresentaram os principais pontos da terceira edição do plano. Previsto na Lei nº 2.725/2001, o PGIRH é instrumento central da Política Distrital de Recursos Hídricos e orienta o uso, a proteção e a gestão das águas no DF.  O plano consolida diagnósticos e prognósticos, atualiza diretrizes dos instrumentos de gestão e estabelece um conjunto estruturado de ações para os próximos anos | Foto: Divulgação/Adasa Desenvolvido ao longo de dois anos, com recursos da própria Adasa e participação das instâncias colegiadas, o plano consolida diagnósticos e prognósticos, atualiza diretrizes dos instrumentos de gestão — como outorga, cobrança e sistema de informações — e estabelece um conjunto estruturado de ações para os próximos 5, 10 e 15 anos. Ao todo, são previstas 28 ações de gestão e 8 ações estratégicas voltadas à segurança hídrica, além de manuais que detalham a implementação das medidas prioritárias. “Essa atualização reafirma um ponto fundamental: a segurança hídrica do Distrito Federal depende não apenas da expansão da oferta, mas também do fortalecimento institucional, do aperfeiçoamento regulatório e do uso eficiente e sustentável dos recursos hídricos”, destacou o superintendente de Recursos Hídricos da Adasa, Gustavo Carneiro. O diretor-presidente da Adasa, Raimundo Ribeiro reforçou a importância da participação social em todo processo: “Esse é um componente indispensável que permite transparência, legitimidade e aprimoramento técnico das decisões que refletem a condução rigorosa e responsável do trabalho”. As contribuições apresentadas na audiência serão analisadas para subsidiar a consolidação da versão final do plano, fortalecendo o planejamento e a gestão integrada dos recursos hídricos no Distrito Federal.  *Com informações da Adasa  

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Aberta consulta pública do Projeto de Lei do Plano Diretor de Transporte Urbano do DF

A população do DF já pode dar sugestões sobre a lei que vai fixar as políticas públicas para o futuro da mobilidade urbana do Distrito Federal. A minuta do Projeto de Lei (PL) foi publicada pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) e ficará disponível para leitura e manifestações escritas no site do Plano Diretor de Transporte Urbano do DF (PDTU) até o dia anterior à audiência pública presencial, que será realizada em 28 de março. O conjunto de ações e obras que o GDF precisa realizar para melhorar a mobilidade urbana do DF, nos próximos dez anos, é elaborado pelos técnicos da Semob-DF e do LabTrans da Universidade Federal de SC. Eles fazem a atualização do Pdtu e a criação do Plano de Mobilidade Urbana Sustentável do Distrito Federal (Pmus). De acordo com a minuta do Projeto de Lei, os dois planos serão unificados num só planejamento estratégico, e passarão a ser chamados de Plano Diretor de Transporte e Mobilidade do Distrito Federal (PDTM). O projeto prevê ainda que o novo PDTM tenha respaldo orçamentário para que os objetivos, as estratégias, os programas e as ações previstas no documento sejam efetivados. A minuta do PL prevê que a nova lei estabeleça a compatibilidade entre o Plano de Transporte e Mobilidade e os instrumentos de planejamento e orçamento do DF, como o Plano Plurianual (PPA), a Lei de Diretrizes Orçamentárias (LDO) e a Lei Orçamentária Anual (LOA). O projeto prevê ainda que o novo PDTM tenha respaldo orçamentário para que os objetivos, as estratégias, os programas e as ações previstas no documento sejam efetivados | Foto: Divulgação/Semob-DF Entre diversas diretrizes previstas para o Plano de Transporte e Mobilidade do DF, o PL deverá estabelecer a integração do PDTM também com as políticas de desenvolvimento territorial, como o Pdot e os planos setoriais. O objetivo é promover um desenvolvimento alinhado às estratégias de uso e de ocupação do solo e comprometido com a preservação ambiental. O titular da Semob-DF, Zeno Gonçalves, explica que a consulta online e a audiência pública presencial são etapas importantes para consolidar o projeto do PDTU e criar o novo PDTM. “Queremos ouvir a população, os representantes de entidades civis, servidores e técnicos de outras secretarias e órgãos públicos do DF, para que o projeto de lei possa ser aprimorado antes de ser encaminhado pelo GDF à Câmara Legislativa. Por isso, é importante que todos acessem o documento no portal do PDTU e participem também da audiência pública presencial, se manifestando sobre o futuro da mobilidade urbana do Distrito Federal”, diz o secretário. Como participar Para se manifestar por escrito sobre a minuta do projeto de lei, basta acessar o site da Semob e clicar em PDTU (à direita do menu principal) ou diretamente no endereço do site do PDTU. Ao abrir a página, abaixo da foto principal, estão publicados um link para que a pessoa leia e opine sobre a minuta do projeto de Lei do PDTU/Pmus, e outro sobre a convocação para a 4ª Audiência Pública — ambos com o botão clique aqui. Clicando para acessar a minuta, o cidadão terá opções de incluir novo artigo no PL, manter o artigo como está ou sugerir alteração. Ao clicar para digitar a manifestação, será necessário fazer um breve cadastro com CPF para pessoa física ou CNPJ para pessoa jurídica, registrando também uma senha para o caso de desejar acessar o documento outras vezes. *Com informações da Semob-DF

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Março Mais Mulher reforça visibilidade e inclusão de mulheres com deficiência no DF

Dentro da programação do Março Mais Mulher, que reúne mais de 170 ações voltadas ao fortalecimento dos direitos femininos no Distrito Federal, a Secretaria da Mulher (SMDF) participou, nesta segunda-feira (9), de um simpósio promovido pelo Conselho de Defesa dos Direitos da Pessoa com Deficiência do DF (Coddede). A iniciativa teve como foco ampliar o debate sobre inclusão, acessibilidade e políticas públicas para mulheres com deficiência. Encontro no Coddede teve como um dos temas de destaque a ampliação da garantia de direitos às mulheres com deficiência | Fotos: Samuel Marques/SMDF O Coddede é um colegiado composto por representantes do poder público e entidades da sociedade civil, o que fortalece o diálogo e a construção conjunta de políticas voltadas às pessoas com deficiência no Distrito Federal. Durante o simpósio, a SMDF participou das discussões e reforçou a importância da articulação entre diferentes áreas do governo para ampliar a inclusão e garantir direitos às mulheres com deficiência. De acordo com dados apresentados no encontro, 65,1% das pessoas com deficiência no DF são mulheres, o que evidencia a necessidade de políticas públicas específicas voltadas a esse público. “Cuidar das mulheres é uma prioridade do nosso governo”, afirma a vice-governadora Celina Leão. “Trabalhamos para fortalecer cada vez mais as políticas públicas que promovem acolhimento, respeito e oportunidades. Nosso compromisso é garantir que todas as mulheres tenham acesso aos serviços e às ações que promovem autonomia, dignidade e inclusão.” Inclusão A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, apresentou os equipamentos, programas e projetos desenvolvidos pela pasta e reforçou o compromisso da secretaria com um atendimento cada vez mais inclusivo. A gestora também mostrou dados sobre os equipamentos da secretaria e falou sobre ações que têm se consolidado como diferenciais nas políticas públicas voltadas às mulheres no Governo do Distrito Federal (GDF). “Todos os equipamentos públicos da SMDF estão preparados para atender todas as mulheres, sem exceção, incluindo aquelas com algum tipo de deficiência”, ressaltou a secretária. “Trabalhamos para garantir acessibilidade, acolhimento humanizado e atendimento qualificado, porque inclusão também significa garantir que os serviços públicos estejam preparados para todas.” Flávio Santos, presidente do Coddede: “O diálogo com instituições como a Secretaria da Mulher é extremamente importante, porque fortalece essa pauta, amplia a inclusão das mulheres e facilita o acesso aos serviços e às políticas públicas”  Um dos principais desafios apontados no encontro foi a empregabilidade, considerando que muitas mulheres com deficiência ainda enfrentam barreiras para ingressar e se manter no mercado de trabalho. Outro ponto destacado foi a maior vulnerabilidade dessas mulheres à violência doméstica. Dados nacionais apontam que 65,4% dos casos de violência contra mulheres com deficiência são cometidos por cuidadores ou familiares, cenário que evidencia a necessidade de ampliar a rede de proteção e os serviços especializados de acolhimento. Ações articuladas [LEIA_TAMBEM]O presidente do Coddede, Flávio Pereira dos Santos, enfatizou a importância da articulação entre governo e sociedade civil para garantir avanços na defesa dos direitos das pessoas com deficiência. “A atuação dos órgãos públicos é fundamental para garantir atendimento adequado a esse público, especialmente dentro da perspectiva da acessibilidade e da construção de atitudes verdadeiramente inclusivas”, enfatizou. “O diálogo com instituições como a Secretaria da Mulher é extremamente importante, porque fortalece essa pauta, amplia a inclusão das mulheres e facilita o acesso aos serviços e às políticas públicas.” Ana Paula Batista, ativista de causas ligadas à deficiência física: “Quando as instituições se unem para discutir inclusão, ampliam-se as possibilidades de criar políticas públicas mais sensíveis às diferentes realidades das mulheres” A programação também contou com a participação de mulheres com deficiência, que compartilharam experiências e reforçaram a importância da representatividade e do acesso às políticas públicas. “Quando as instituições se unem para discutir inclusão, ampliam-se as possibilidades de criar políticas públicas mais sensíveis às diferentes realidades das mulheres”, observou Ana Paula Batista, que atua em causas ligadas à deficiência física. “Esse tipo de iniciativa também fortalece a comunicação entre as redes de atendimento e contribui para que os profissionais estejam cada vez mais preparados para acolher e atender um público diverso”, declarou Ana Paula. “Além disso, amplia o debate na sociedade e ajuda a garantir que mais mulheres tenham acesso à informação, aos serviços e aos seus direitos.” *Com informações da Secretaria da Mulher      

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Divulgação do curso “Escrever e Falar Bem”

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Resultado Final Afastamento Remunerado para Estudos nº 1/2026 – 1ª Etapa

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Adasa doa equipamentos de informática a escolas públicas do DF

A Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa) realizou, no dia 27 de fevereiro, a entrega de 403 equipamentos de informática a escolas públicas do Distrito Federal. A iniciativa contemplou oito unidades de ensino, fortalecendo a infraestrutura tecnológica e ampliando as condições de aprendizagem para estudantes da rede pública. Foram doados computadores completos, incluindo CPUs, monitores, teclados e mouses. As escolas atendidas abrangem desde a educação infantil até o ensino médio, além de centros interescolares de línguas (CILs), que ofertam cursos de idiomas à comunidade estudantil. [LEIA_TAMBEM]No Centro Educacional Osório Baquim, localizado no Núcleo Rural Jardim Morumbi, em Planaltina (DF), o diretor Danilo Mendonça Soares destacou a importância da iniciativa. “A doação das máquinas representa um recurso de grande utilidade para nossos alunos. Com esses computadores, poderemos oferecer novas ferramentas para o aprendizado”, afirmou. Já no Centro Interescolar de Línguas 01 de Planaltina, o vice-diretor André Freitas Pereira enfatizou os avanços proporcionados pelas doações. “A substituição dos computadores antigos já trouxe melhorias significativas. Com a segunda remessa, vamos transformar nossa biblioteca em uma sala multimídia, ampliando o acesso dos estudantes às atividades pedagógicas”, destacou. A ação reforça o compromisso institucional da Adasa com a responsabilidade socioambiental e com o apoio a iniciativas que promovam a inclusão digital e a melhoria das condições de ensino no Distrito Federal. *Com informações da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa)

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Feira do Trabalho e do Campo incentiva protagonismo feminino no Riacho Fundo

Entre os dias 9 e 14 de março, o Riacho Fundo será palco da Feira do Trabalho e do Campo, iniciativa voltada à qualificação profissional, geração de renda e valorização da produção local. O evento será realizado ao lado da administração regional e contará com uma programação diversificada com cursos, palestras, oficinas e exposição de produtos. Realizada durante a Semana Internacional da Mulher, a feira também celebra a contribuição feminina para o empreendedorismo, a economia solidária e o desenvolvimento das comunidades. A proposta do evento é fortalecer o empreendedorismo e ampliar oportunidades para trabalhadores urbanos e rurais, pequenos produtores, artesãos e microempreendedores da região, incentivando a geração de renda e o desenvolvimento local. Durante a programação, o público terá acesso a capacitações nas áreas de gestão de negócios, vendas, identidade visual, sustentabilidade, economia solidária, tecnologias sociais e desenvolvimento pessoal. Além das atividades formativas, a feira também contará com espaços para comercialização de produtos da agricultura familiar e do artesanato regional, estimulando a circulação de renda na própria comunidade. Café da manhã Como parte da programação da Semana Internacional da Mulher, no dia 10 de março será realizado o Café da Manhã de Mulheres, um momento especial de encontro, acolhimento e celebração da força, da resiliência e da inspiração das mulheres da comunidade. A atividade busca valorizar o protagonismo feminino e fortalecer redes de apoio entre mulheres empreendedoras, trabalhadoras e lideranças locais. Legenda Campanha solidária Durante toda a feira, também acontecerá uma campanha solidária em apoio à população de Juiz de Fora-MG, com arrecadação de: • roupas em boas condições; • alimentos não perecíveis; • água potável; • materiais de higiene. Os pontos de coleta serão na Feira do Trabalho e do Campo – Riacho Fundo I e na sede do Instituto Acolher. PROGRAMAÇÃO Feira do Trabalho e do Campo – Riacho Fundo I De 9 a 14 de março de 2026 Programação sujeita a alterações Segunda-feira (9): • 9h às 17h – Visitação aberta; • 14h às 16h – Oficina 1: Oficina de Reaproveitamento e Upcycling. Terça-feira (10): • 9h às 19h – Feira de Produtos Rurais e Artesanato; • Café da Manhã de Mulheres – programação especial da Semana Internacional da Mulher; • 14h às 16h – Oficina 3: Oficina de Embalagem Sustentável; • 15h às 16h – Palestra 1: Bem viver como modelo econômico. Quarta-feira (11): • 9h às 19h – Feira de Produtos Rurais e Artesanato; • 10h30 às 12h30 – Oficina 2: Oficina de Feiras Solidárias; Quinta-feira (12): • 9h às 19h – Feira de Produtos Rurais e Artesanato; • 9h às 11h – Oficina 4: A Força do Coletivo; Sexta-feira (13): • 9h às 19h – Feira de Produtos Rurais e Artesanato; • 9h às 11h – Oficina 5: Tecnologias Sociais Locais; • 11h às 13h – Oficina 6: Educação Financeira e Finanças Pessoais. Sábado (14): • 9h às 18h – Visitação aberta; • 10h às 11h – Entrega de certificados; • 11h às 13h – Apresentações artísticas; • 14h às 16h – Palestra 2: Saberes e Cultura como Potência. ______________ Serviço Feira do Trabalho e do Campo De 9 a 14 de março de 2026 Riacho Fundo – ao lado da administração regional Entrada gratuita A Feira do Trabalho e do Campo é uma realização do Instituto Acolher, em parceria com o programa Economia Solidária da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do DF (Sedet-DF), e conta com apoio da Administração Regional do Riacho Fundo. Mais informações: @instituto_acolherdf   *Com informações da Sedet-DF

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Encontro pedagógico integra educação ambiental e patrimonial no DF

A Secretaria de Educação (SEEDF) iniciou, neste mês, o I Encontro Pedagógico de Educação Ambiental e Educação Patrimonial, reunindo educadores, especialistas e parceiros institucionais em uma agenda de formação e intercâmbio pedagógico. A abertura ocorreu na Escola da Natureza, no Parque da Cidade Sarah Kubitschek, com a participação de educadores das Escolas Parque da Natureza e representantes de instituições parceiras. A programação segue com palestras, formações, visitas técnicas e atividades de integração em diferentes territórios culturais e ambientais do Distrito Federal, ampliando as possibilidades de aprendizagem fora da sala de aula. Encontro se divide em atividades diversificadas, com foto em educação ambiental e patrimonial | Fotos: André Amendoeira/SEEDF “Momentos como esse reafirmam a relevância da integração entre a educação patrimonial e a ambiental”, pontuou a chefe do Núcleo de Educação Ambiental, Cibele Lima. “Quando articulamos essas duas frentes, fortalecemos a compreensão do território, da identidade, da sustentabilidade e do pertencimento, garantindo que as ações dialoguem de forma estratégica com as políticas públicas educacionais já em andamento.” Fazem parte da programação visitas ao Parque Ecológico Sucupira, à Estação Ecológica de Águas Emendadas, ao Museu Nacional da República, ao Memorial dos Povos Indígenas, ao Museu do Catetinho, ao Cine Brasília e ao Monumento Natural Dom Bosco, além dos parques ecológicos de Águas Claras e Saburo Onoyama e dos parques Três Meninas e Riacho Fundo. Vivências pedagógicas  A participação dos pontos focais das coordenações regionais de ensino (CREs) foi um dos eixos centrais do encontro. “A presença dos pontos focais é imprescindível para apoiar, acompanhar e potencializar esse trabalho”, explicou Cibele. “Eles garantem o alinhamento e a continuidade das ações, com iniciativas mais adequadas às suas realidades”. O encontro também apresentou experiências pedagógicas desenvolvidas pelas escolas parque da Natureza do Núcleo Bandeirante e de Brazlândia. O destaque foi uma oficina vivencial de reconhecimento do espaço da Escola da Natureza, marcando o início das atividades práticas da semana pedagógica, que seguirá com visitas técnicas e intercâmbios em parques ecológicos, unidades de conservação e espaços culturais do DF. Educação patrimonial Durante a programação, a chefe substituta do Núcleo de Memórias da Educação e Arte-Educação, Michelle Cheibub, apresentou a cartilha do projeto Territórios Culturais, iniciativa desenvolvida em parceria entre as secretarias de Educação e de de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). Michelle Cheibub, chefe substituta do Núcleo de Memórias da Educação e Arte-Educação: “O diferencial do projeto é fazer a ponte entre o estudante e o patrimônio cultural da sua cidade, conectando memória, identidade e pertencimento, para que ele se reconheça como sujeito que se relaciona com esses espaços e com a história do lugar onde vive” O projeto amplia o uso pedagógico de equipamentos culturais da cidade, transformando esses espaços em ambientes de aprendizagem por meio de visitas mediadas com estudantes da rede pública. [LEIA_TAMBEM]Atualmente, as atividades ocorrem em espaços como o Cine Brasília, o Museu do Catetinho, o Museu Nacional da República e o Memorial dos Povos Indígenas. “O diferencial do projeto é fazer a ponte entre o estudante e o patrimônio cultural da sua cidade, conectando memória, identidade e pertencimento, para que ele se reconheça como sujeito que se relaciona com esses espaços e com a história do lugar onde vive”, ressaltou Michelle. Parceiros institucionais O encontro também promoveu diálogo com parceiros estratégicos que desenvolvem ações junto à rede pública de ensino. Participaram representantes da Agência Reguladora de Águas, Energia e Saneamento Básico do Distrito Federal (Adasa), da Neoenergia Brasília, da Companhia de Saneamento Ambiental do Distrito Federal (Caesb) e do Instituto Alana. Representantes de outras instituições acompanharam a programação, como o Jardim Botânico de Brasília, o Sesi Lab e o Instituto do Patrimônio Histórico e Artístico Nacional (Iphan). “Quando trabalhamos de forma integrada, ampliamos o impacto dessas iniciativas e consolidamos uma política pública mais efetiva e transformadora”, avaliou Cibele Lima. Durante o encontro também foi anunciada a abertura da consulta pública para contribuições ao documento Diretrizes Pedagógicas para Educação Ambiental. A participação está aberta até o dia 15, envolvendo profissionais da educação, estudantes e a comunidade escolar a colaborar com o aprimoramento do material.   *Com informações da Secretaria de Educação    

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Atendimento itinerante para questões relacionadas à energia elétrica passa por cidades do DF nesta semana

A Neoenergia inicia, nesta segunda-feira (9), um novo ciclo de atendimento itinerante nas administrações regionais do Distrito Federal. A ação segue até sexta-feira (13) e tem como objetivo ampliar o acesso da população a serviços técnicos e comerciais, com atendimento presencial e sem necessidade de agendamento. Durante o período, os clientes poderão resolver demandas como parcelamento de débitos, troca de titularidade, solicitação de nova ligação, pedidos de reparo por danos elétricos e orientações sobre segurança, consumo consciente e regularização da energia elétrica. Com atendimento itinerante, concessionária facilita acesso da população a serviços essenciais | Foto: Divulgação/Neoenergia A iniciativa reforça a estratégia da distribuidora de estar cada vez mais próxima da comunidade, levando soluções diretamente às regiões administrativas e facilitando a resolução de demandas do dia a dia. Confira o cronograma da semana. Segunda-feira (9) · 8h às 12h: Seduh-DF · 14h às 18h: Varjão [LEIA_TAMBEM]Terça-feira (10) · 8h às 14h: Santa Maria · 14h às 18h: Sobradinho II Quarta-feira (11) · 8h às 12h: Sobradinho · 14h às 18h: Seduh-DF Quinta-feira (12) · 8h às 12h: Núcleo Bandeirante · 14h às 18h: Candangolândia Sexta-feira (13) · 8h às 12h: Sol Nascente · 14h às 18h: Ceilândia. Além do atendimento itinerante, a distribuidora mantém pontos fixos em Paranoá, Planaltina, São Sebastião, Samambaia e Lago Sul, bem como sete unidades do Na Hora, todas com atendimento espontâneo. A agenda semanal completa pode ser consultada no site da Neoenergia. *Com informações da Neoenergia

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