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GDF amplia lazer infantil na capital com entrega de parquinho acessível na Asa Norte

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), segue ampliando e qualificando os espaços de lazer infantil. Em 2025, a empresa entregou dezenas de parquinhos públicos em diferentes regiões administrativas, com investimento significativo em infraestrutura urbana. O destaque mais recente é a inauguração de um parquinho infantil acessível na 716 Norte, projetado para garantir segurança, inclusão e autonomia a crianças com deficiência ou mobilidade reduzida. Ao longo do ano passado, a Novacap intensificou as ações de zeladoria urbana voltadas à infância e à convivência comunitária. Somente em 2026, foram entregues 45 novos parquinhos infantis em regiões como Asa Norte, Asa Sul, Ceilândia, Samambaia, Planaltina, Sobradinho, Santa Maria, Recanto das Emas e Jardim Botânico. Os investimentos somaram aproximadamente R$ 5,8 milhões, com a construção de bases, instalação de equipamentos e adequações de acessibilidade. A iniciativa integra o conjunto de ações da companhia que, entre 2019 e 2025, ultrapassaram R$ 1,4 bilhão em investimentos em infraestrutura urbana no Distrito Federal. A Novacap atua diariamente na manutenção de 7,5 mil quilômetros de malha urbana, com serviços que vão desde a recuperação de vias e calçadas até a revitalização de áreas esportivas, praças e espaços de convivência. Parquinho infantil da 716 Norte foi projetado para garantir segurança, inclusão e autonomia a crianças com deficiência ou mobilidade reduzida | Foto: Divulgação/Novacap Entrega de espaço mais acessível O parquinho da 716 Norte representa um marco nesse trabalho. Instalado em uma praça central da quadra, entre blocos residenciais, o equipamento foi viabilizado por meio de emenda parlamentar do deputado distrital Eduardo Pedrosa, no valor de R$ 250 mil, e segue os novos padrões de contratação da Novacap para brinquedos comuns e acessíveis. Diferentemente dos modelos tradicionais, o espaço foi projetado para atender crianças com deficiência, com entrada ampliada para cadeirantes, rampas de acesso, brinquedos inclusivos e piso emborrachado monolítico, que substitui a areia. Esse tipo de revestimento, além de mais seguro, evita desníveis, reduz riscos de acidentes, facilita a mobilidade e dificulta furtos ou vandalismo. "Em um mundo cada vez mais dominado pelas telas, investir em equipamentos públicos como parquinhos é investir em saúde, convivência familiar e qualidade de vida" Ramon Castro, chefe da Divisão de Equipamentos Públicos da Novacap A execução do parquinho segue um modelo técnico adotado pela companhia, com diferentes tamanhos e configurações, que variam conforme a área disponível e a demanda da comunidade. Os projetos fazem parte de contratos firmados a partir de licitações públicas, como o certame vencido pela empresa WL Toys, responsável pelo fornecimento e instalação de brinquedos comuns e acessíveis, em contrato que ultrapassa R$ 8,8 milhões. PECs e academias ao ar livre A Novacap também executou, em 2025, a implantação de parquinhos e Pontos de Encontro Comunitário (PECs), que incluem academias ao ar livre e estações de saúde. Somente em emendas parlamentares destinadas à construção de bases para esses equipamentos, os recursos somaram mais de R$ 5,5 milhões, ampliando o alcance das ações em diferentes regiões do DF. Para os próximos meses, a expectativa é de novas entregas. Segundo o chefe da Divisão de Equipamentos Públicos da Novacap, Ramon Castro, a construção de parquinhos vai além da oferta de lazer. “Em um mundo cada vez mais dominado pelas telas, investir em equipamentos públicos como parquinhos é investir em saúde, convivência familiar e qualidade de vida”, comentou. [LEIA_TAMBEM]“Quando falamos de parquinhos acessíveis, falamos de inclusão de verdade, garantimos que crianças com deficiência possam brincar, se movimentar e ocupar a cidade com autonomia e segurança. A Novacap tem o compromisso de construir espaços que acolham todas as famílias e promovam uma cidade mais humana e democrática”, completou Castro. A moradora da 716 Norte, Lívia Bastos, de 43 anos, leva a pequena Valentina ao parquinho pelo menos três vezes por semana. A filha não tem deficiência, mas Lívia comenta que há crianças que frequentam o espaço e possuem mobilidade reduzida, e a instalação de equipamentos acessíveis garante a diversão de todas, sem distinção. “É emocionante para nós, que somos mães, ver as crianças brincando juntas, sem separação. É muito bom mesmo! Minha filha ama brincar com os amigos aqui”, disse. *Com informações da Novacap

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Encontro reforça enfrentamento ao feminicídio como política de Estado 

Autoridades, especialistas e lideranças femininas participaram, nesta quinta-feira (26), do evento “O Brasil pelas Mulheres — Proteção a Todo Tempo”, promovido pelo jornal Correio Braziliense em parceria com a TV Brasília para ampliar o debate sobre o enfrentamento à violência de gênero, às vésperas do Dia Internacional da Mulher, comemorado em 8 de março. O encontro contou com a presença da vice-governadora Celina Leão, e da secretária da Mulher, Giselle Ferreira, e do secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar.   Durante o encontro, o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, ressaltou: “Combater o feminicídio exige envolver toda a sociedade civil” | Foto: Divulgação/SSP-DF O evento integra uma série de iniciativas do jornal voltadas à ampliação do diálogo sobre violência contra a mulher e à construção de soluções coletivas. Celina Leão reforçou: “O enfrentamento à violência contra a mulher no DF é uma política de Estado sólida. Estruturamos uma rede de proteção que é referência nacional por integrar prevenção, capacitação e acolhimento. Para o nosso governo, garantir a segurança das mulheres é um compromisso diário traduzido em investimentos e ações reais, pois proteger as mulheres deve ser um compromisso de toda a sociedade”. Luta de todos Para a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF), espaços como esse promovido pelo jornal fortalecem a articulação entre poder público, imprensa e sociedade civil, consolidando uma rede de proteção que deve atuar o tempo todo — na prevenção, na denúncia, na investigação e na responsabilização. “Quando o assunto é feminicídio, não há o que comemorar enquanto houver uma única mulher assassinada por razão de gênero”, declarou Sandro Avelar. “Todos os estados estão buscando formas de enfrentar essa realidade, e aqui no DF trabalhamos de forma integrada, com protocolo específico que determina que toda morte violenta de mulher seja inicialmente investigada como feminicídio. Isso evita a subnotificação, fortalece a investigação e demonstra que essa é uma política de Estado, não uma pauta que possa ser politizada. É uma luta de todos nós.” “Para o nosso governo, garantir a segurança das mulheres é um compromisso diário traduzido em investimentos e ações reais, pois proteger as mulheres deve ser um compromisso de toda a sociedade” Celina Leão, vice-governadora O secretário também enfatizou o papel da sociedade no enfrentamento à violência: “É triste saber que, muitas vezes, vizinhos e familiares tinham ciência de que aquela mulher sofria violência e ninguém denunciou. Combater o feminicídio exige envolver toda a sociedade civil”.  Giselle Ferreira falou sobre o programa Acolher Eles e Elas, destinado aos órfãos do feminicídio: “É um benefício de um salário mínimo. Hoje cuidamos de mais de 207 órfãos. Além do apoio financeiro, os órfãos e as famílias são acompanhados pelos especialistas da SMDF para amenizar os impactos psicológicos das crianças e jovens. É mais uma política pública de assistência às vítimas realizada pelo Governo do Distrito Federal”. Denuncie [LEIA_TAMBEM]Além do registro presencial de ocorrências em delegacias, a Polícia Civil (PCDF) disponibiliza o registro de ocorrência por meio da plataforma Maria da Penha Online. A comunicante pode enviar provas com fotos, vídeos e requerer acolhimento. Outros canais de denúncia são o e-mail denuncia197@pcdf.df.gov.br; o telefone 197, opção zero; e o WhatsApp (61) 98626-1197, além do 190, da Polícia Militar (PMDF), disponível para atendimento emergencial.    *Com informações da Secretaria de Segurança Pública

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Professores da rede pública já podem se inscrever no curso Mobilidade e Trânsito

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) está com inscrições abertas para o 17º ciclo de formação em Mobilidade e Trânsito, do Programa Detran nas Escolas, destinado a todos os profissionais da carreira magistério da rede pública de ensino do DF, da educação infantil ao ensino médio, Educação de Jovens e Adultos — EJA e Educação Profissional. A formação, oferecida pelo Detran-DF, tem carga horária de 120h/a e é certificada pela Unidade-Escola de Formação Continuada dos Profissionais da Educação (Eape). Os interessados devem se inscrever no site da instituição até o dia 22 de março.  “Nosso objetivo é discutir com os professores das diversas fases de ensino como trabalhar com seus alunos o tema Mobilidade e Trânsito de forma integrada ao Currículo em Movimento. Os professores recebem material pedagógico apropriado a cada fase escolar e todo o percurso formativo é acompanhado por nossos tutores que facilitam o aprendizado e a aplicação prática das atividades propostas”, destaca o diretor-geral, Marcu Bellini. O curso Mobilidade e Trânsito poderá ser feito concomitantemente com qualquer outro curso da Eape e terá início no dia 26 de março. O 17º ciclo de formação em Mobilidade será desenvolvido no Ambiente Virtual de Aprendizagem — AVA, da plataforma de Educação a Distância do Detran-DF, com quatro encontros virtuais síncronos e um encontro presencial.  Os interessados podem se inscrever até o dia 22 de março | Foto: Divulgação/Detran-DF Material de apoio  Além dos materiais digitais disponibilizados via plataforma EaD, os cursistas terão acesso a materiais didáticos com a temática Mobilidade e Trânsito, distribuídos presencialmente para os presentes na aula inaugural: Educação Infantil — Kit de jogos; Anos Iniciais, Finais, Ensino Médio, EJA e Educação Profissional — Kit de materiais pedagógicos.  Metaverso  Para proporcionar maior interação entre os cursistas, será apresentada a novidade deste ciclo: o Metaverso do Detran. Trata-se de um novo ambiente digital integrado à plataforma EaD já utilizada em edições anteriores.   *Com informações do Detran-DF

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👮👩‍🚒Centro de treinamento investe na integração e no fortalecimento da segurança pública do DF

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Pesquisa da UnB apoiada pela FAPDF torna produção de hidrogênio verde mais próxima à realidade

Transformar água em combustível limpo pode parecer algo distante do cotidiano, mas é exatamente isso que um projeto desenvolvido no Instituto de Física da Universidade de Brasília (UnB) está tornando cada vez mais viável. Coordenada pelo professor Jorlandio F. Felix, doutor em física, bolsista de produtividade do CNPq e docente associado da UnB, a pesquisa produz e caracteriza filmes finos (camadas extremamente finas) baseados em materiais de Van der Waals (forças fracas) para aplicação como catalisadores na geração de hidrogênio e também em dispositivos eletrônicos. O projeto foi contemplado pelo edital Demanda Espontânea (2022), da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), com investimento de R$ 179 mil. Esse edital faz parte do Programa de Pesquisa Básica da FAPDF, direcionado a projetos de pesquisa científica, tecnológica e de inovação que buscam validar hipóteses, desenvolver conceitos e consolidar bases experimentais, posicionando-se, assim, na esteira de níveis iniciais de maturidade tecnológica. Versão aprimorada do sistema AME, equipada com módulo de controle remoto | Fotos: Divulgação/FAPDF O apoio da FAPDF foi decisivo para estruturar toda a cadeia de pesquisa, desde a adaptação de equipamentos até a aquisição de materiais de alta pureza e a implementação de instrumentação especializada. Além dos resultados científicos, o projeto gera impactos estruturantes: formação de estudantes de iniciação científica, mestrado e doutorado; fortalecimento da infraestrutura científica da UnB; consolidação do DF como polo em nanotecnologia e hidrogênio verde; e potencial criação de um novo setor industrial voltado à produção de dispositivos energéticos de alto desempenho. Para o professor Jorlandio, “essa tecnologia não representa apenas um avanço científico; ela demonstra que é possível produzir energia limpa com menor custo e menor impacto ambiental, criando oportunidades econômicas e formando profissionais altamente qualificados no Distrito Federal”. O diretor-presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, destaca: “Apoiar projetos como esse significa investir em soberania tecnológica e em soluções concretas para os desafios da transição energética. Quando fomentamos pesquisas que unem ciência de ponta, sustentabilidade e potencial de aplicação industrial, estamos preparando o Distrito Federal para liderar a nova economia da energia limpa”. Do laboratório ao hidrogênio verde Raios gama atingindo o material bidimensional e criando vacâncias de enxofre O hidrogênio é considerado um dos pilares da transição energética porque pode substituir combustíveis fósseis em setores onde a eletrificação direta é mais difícil, como na indústria pesada e no transporte de cargas. Ele pode ser utilizado como combustível para ônibus, caminhões e trens, gerando apenas vapor d’água como resíduo; em processos industriais que exigem altas temperaturas, como a produção de aço; e como forma de armazenar energia solar e eólica, funcionando como uma espécie de “bateria química” de grande escala. Quando produzido a partir da eletrólise da água usando energia renovável — como solar ou eólica —, ele é chamado de hidrogênio verde, pois não gera emissões de carbono no processo. Sistema de deposição de filmes finos AME (do inglês, Automatic Mechanic Exfoliation), versão original protegida pela patente BR1020240157060 Para produzir esse hidrogênio, é necessário quebrar a molécula da água (H₂O) usando eletricidade. Essa reação, chamada eletrólise, só ocorre com eficiência quando há um catalisador — material que acelera a reação e reduz o gasto energético. Hoje, o catalisador mais eficiente é a platina, um metal raro e caro. É nesse cenário que a pesquisa da UnB apresenta uma alternativa promissora. O grupo trabalha com filmes finos produzidos a partir de materiais bidimensionais (2D). Filmes finos são camadas extremamente finas de material aplicadas sobre uma superfície. Elas podem ser milhares de vezes mais finas que um fio de cabelo e, mesmo quase invisíveis, conseguem conduzir eletricidade ou acelerar reações químicas. Filmes semelhantes já estão presentes no cotidiano — por exemplo, nas telas de celulares sensíveis ao toque, em espelhos e até em alguns tipos de painéis solares. “Ao utilizar materiais bidimensionais, trocamos um material escasso e caríssimo por componentes muito mais abundantes e baratos. Isso torna a tecnologia de energia limpa viável para ser instalada em larga escala, baixando o preço final da energia” Jorlandio F. Felix, professor e doutor em física Entre os materiais utilizados estão os chamados dicalcogenetos de metais de transição (TMDCs), como o dissulfeto de molibdênio (MoS₂) e o dissulfeto de tungstênio (WS₂). O MoS₂ já é utilizado há décadas como lubrificante industrial, reduzindo o atrito entre peças metálicas graças à estrutura em camadas. Na pesquisa da UnB, porém, esses mesmos materiais são aplicados em escala nanométrica — quase atômica — para acelerar reações químicas e produzir hidrogênio verde. “Ao utilizar materiais bidimensionais, trocamos um material escasso e caríssimo por componentes muito mais abundantes e baratos. Isso torna a tecnologia de energia limpa viável para ser instalada em larga escala, baixando o preço final da energia”, explica o professor Jorlandio. Automação e inovação Um dos grandes diferenciais do projeto é o desenvolvimento da técnica chamada Esfoliação Mecânica Automática (AME). De forma simplificada, trata-se de um sistema automatizado que deposita materiais bidimensionais, como MoS₂ e WS₂, sobre uma superfície com controle preciso de pressão e movimento. Esses materiais começam como um pó escuro comum, mas têm uma estrutura formada por camadas muito finas, unidas por forças fracas chamadas forças de van der Waals. Quando pressionadas contra uma superfície, essas camadas se desprendem e formam o filme fino. O sistema funciona como uma “caneta” de alta precisão, guiada por motores que controlam o movimento em diferentes direções e a força aplicada, garantindo uniformidade e padronização. [LEIA_TAMBEM]Essa automação resolve um dos principais desafios da nanotecnologia: a reprodutibilidade, ou seja, assegurar que o material seja produzido sempre com a mesma qualidade. “Na ciência, de nada adianta descobrir um material incrível se não conseguimos fabricá-lo sempre com a mesma qualidade. O sistema AME garante padronização e abre caminho para levar a tecnologia da bancada para a indústria”, afirma o coordenador. O mecanismo foi patenteado sob o número BR1020240157060, consolidando o avanço tecnológico desenvolvido no Distrito Federal. *Com informações da FAPDF  

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Feiras do DF recebem investimento de R$ 56,3 milhões e fortalecem tradições culturais nas RAs

Cerca de R$ 56,3 milhões foram investidos na construção, reforma e manutenção das feiras do Distrito Federal de 2019 até o ano passado. Esses equipamentos públicos são estratégicos para o desenvolvimento social e econômico do Quadradinho, com fortalecimento de tradições culturais, geração de emprego e renda, além de incentivo ao empreendedorismo. Atualmente, existem 35 feiras permanentes e três shoppings populares — localizados em Ceilândia, Taguatinga e Gama —, que totalizam 12 mil bancas cadastradas, das quais cerca de 9 mil estão ocupadas, o equivalente a 75% do total. Nos últimos sete anos, aproximadamente R$ 56,3 milhões foram investidos na construção, reforma e manutenção das feiras do Distrito Federal | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A modernização e a ampliação das estruturas, juntamente com a regularização dos feirantes e a ocupação dos boxes, são prioridades do Governo do Distrito Federal (GDF) e compõem o programa Feira Legal, instituído em 2019. A iniciativa une esforços da Secretaria de Governo (Segov) e de outras pastas do Executivo, prevendo também a promoção de incentivos aos comerciantes e a oferta de entretenimento nos espaços. Já foram regularizados 3,6 mil feirantes. O secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, destaca os pilares do programa: a reforma das feiras, a regularização e o incentivo à atividade produtiva. “No caso da reforma, promovemos um ambiente mais apropriado para os trabalhadores, feirantes, para que tenham um local digno para trabalhar e oferecer aos seus clientes um ambiente também mais agradável. Mesma coisa em relação aos clientes, que, ao chegarem a uma feira que está reformada, sentem que o governo está cuidando de um equipamento público importante para a comunidade, sobretudo no Distrito Federal, em que nós não temos praia”, explica. Araújo reforça o papel cultural desses espaços. “No DF temos a característica fortíssima do uso das feiras como uma fonte de renda, mas principalmente como um local de visita e de compras para a comunidade. É um lugar onde as famílias se encontram, onde o povo aproveita os seus finais de semana e faz as suas compras e faz dessa oportunidade de estar nas feiras também um momento de prazer”, ressalta. A obra da feira do Riacho Fundo II foi inaugurada em 2018, mas apenas em 2021 este GDF conseguiu destravar a ocupação das bancas para um funcionamento pleno do comércio Bem-estar para comerciantes e clientes Desde 2019, mais de 20 unidades passaram por serviços de manutenção e modernização. As obras foram executadas pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap) e contemplaram feiras-modelo e centrais em regiões como Riacho Fundo, Brazlândia, cinco em Ceilândia (P Norte, P Sul, Setor O, Guariroba e Central), duas em Planaltina (confecções e hortifrutigranjeiros), Núcleo Bandeirante, Sobradinho e Gama. A abertura da unidade do Riacho Fundo II era uma demanda antiga da comunidade, conforme recorda a feirante Zilma Pinheiro, 54 anos. A obra foi inaugurada em 2018, mas apenas em 2021, graças aos esforços deste GDF para destravar a ocupação das bancas, começou a funcionar plenamente. “Essa feira era um pedido nosso porque ficávamos ao ar livre, convivendo com sol, chuva, ventania, e aqui na feira permanente fica tudo fechado, bonitinho, é uma estrutura bacana”, comenta. Quem também celebrou a abertura do espaço foi a feirante Amelly Amorim, 59, que mantém uma lanchonete em uma das bancas. Ela já trabalhou em feiras livres do Gama e de Santa Maria, convivendo com os desafios de não ter um ponto fixo. “Era muita dificuldade porque a gente tinha que carregar as coisas, pegar peso. A estrutura do Riacho Fundo II é muito bonita, os banheiros são bons, é arejada, iluminada e é um ponto turístico da cidade”, conta. “Sábado e domingo fica bem movimentado. Organizamos shows ao vivo também”. Amelly Amorim, feirante: "A estrutura do Riacho Fundo II é muito bonita, os banheiros são bons, é arejada, iluminada e é um ponto turístico da cidade" Projetos O diretor-presidente da Novacap, Fernando Leite, destaca que o investimento nesses equipamentos foi fundamental para valorizar o trabalho dos feirantes e proporcionar ambientes mais seguros e acessíveis. “Investir nas feiras reforça o compromisso com a modernização, garantindo melhores condições de convivência e geração de renda por meio de reformas e construções, como a da Feira de Santa Maria”, concluiu. Com obras em andamento, a Feira Permanente de Santa Maria recebe aporte na ordem de R$ 12 milhões. A obra, esperada há mais de 20 anos, promete mais conforto, segurança e estrutura moderna para feirantes e clientes. O novo espaço terá área total de 2.623,50 metros quadrados, com módulos edificáveis padrão. Também estão em execução serviços de manutenção nos equipamentos permanentes de São Sebastião, Cruzeiro, Riacho Fundo II, Paranoá, Candangolândia e Taguatinga (QNL/QNJ). Outros pontos que recebem melhorias no momento são o Shopping Popular de Taguatinga Sul, a Feira do Produtor de Ceilândia, a Feira de Hortifrúti de Planaltina e a Feira da Torre de TV. Além disso, a Feira do Paranoá está em fase de licitação, e estão sendo elaborados projetos para a construção de unidades no Jardim Botânico, Itapoã, Arniqueira, Recanto das Emas e Águas Claras. Zilma Pinheiro, comerciante na Feira do Riacho Fundo II: "Essa feira era um pedido nosso porque ficávamos ao ar livre, convivendo com sol, chuva, ventania, e aqui na feira permanente fica tudo fechado, bonitinho, é uma estrutura bacana" Segundo o subsecretário de Mobiliário Urbano e Apoio às Cidades da Segov-DF, Alexandre de Jesus Silva Yanez, os serviços executados seguem as necessidades específicas de cada unidade, a fim de atender às principais demandas dos permissionários e frequentadores. “Em São Sebastião, por exemplo, focamos a reforma da área de alimentação, que precisava muito de reparos. Em outras, as prioridades podem ser os banheiros, o telhado, o piso”, detalha. As intervenções incluem serviços como pintura geral, revisão das instalações elétricas e hidrossanitárias, manutenção de telhados, pisos e banheiros, além da modernização das áreas de alimentação. Mesmo as feiras que passaram por reformas completas continuam recebendo manutenção periódica, conforme o grau de criticidade e a disponibilidade orçamentária. Yanez explica, ainda, que a ocupação das bancas ocorre por meio de licitação. Aqueles que já mantêm algum boxe recebem documentação de regularização, enquanto os espaços vazios ou abandonados são retomados e disponibilizados para novo processo licitatório. “Hoje a licitação tem mais função social do que arrecadatória, porque arrecada um valor irrisório, mas proporciona um grande ganho social. Estamos dando espaço para o empreendedorismo e para a geração de emprego, além de impulsionar a cultura regional”, alega o subsecretário. “Feira é um negócio pujante, tem que ter gente, tem que estar girando. E incentivar isso é o objetivo principal do GDF, ocupar as feiras e gerar emprego e renda”.

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Prorrogadas as inscrições para o Conselho dos Direitos da Mulher do DF

A Secretaria da Mulher (SMDF) prorrogou o prazo de inscrições para entidades da sociedade civil interessadas em participar do Processo Seletivo de composição do Conselho dos Direitos da Mulher do Distrito Federal (CDM/DF).  Com a alteração, o período de inscrição segue agora até 15 de março. A medida amplia a oportunidade para que mais organizações possam se habilitar e contribuir com a formulação, o acompanhamento e o fortalecimento das políticas públicas para as mulheres no Distrito Federal. O processo seletivo vai escolher 13 entidades titulares da sociedade civil, além de cinco entidades para cadastro reserva, que poderão assumir suplência conforme previsto em edital. O conselho é composto de forma paritária, reunindo representantes do poder público e da sociedade civil. Quem pode participar Podem se inscrever entidades da sociedade civil com atuação no Distrito Federal que tenham, entre seus objetivos institucionais, a defesa dos direitos das mulheres, a promoção da igualdade de gênero, o enfrentamento à violência contra a mulher e o fortalecimento da autonomia feminina, entre outras pautas relacionadas à melhoria da qualidade de vida das mulheres. O processo seletivo escolherá 13 entidades titulares da sociedade civil, além de cinco entidades para cadastro reserva, que poderão assumir suplência conforme previsto em edital | Foto: Divulgação/SMDF Como se inscrever As inscrições devem ser realizadas exclusivamente pelo site oficial da Secretaria da Mulher (SMDF), na aba destinada ao processo seletivo do CDM/DF. É necessário preencher o formulário eletrônico e anexar a documentação exigida no edital. Participação e fortalecimento das políticas públicas Órgão colegiado de natureza consultiva, o CDM/DF é vinculado à SMDF e atua como espaço permanente de diálogo e controle social, acompanhando a implementação de políticas públicas e propondo ações voltadas à garantia de direitos. A prorrogação reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com a ampliação da participação social e com o fortalecimento da representatividade das mulheres nos espaços de decisão. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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Centro de treinamento investe na integração e no fortalecimento da segurança pública do DF

Nesta quinta-feira (26), a Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) abriu a primeira etapa do Centro Integrado de Treinamento em Armamento e Tiro (Citat), no Setor de Múltiplas Atividades Norte (SMAN). Um dos diferenciais do local é o alcance social e ressocialização, já que a mão de obra empregada nesta fase foi composta por pessoas privadas de liberdade, devidamente classificadas para o trabalho externo. A exemplo da primeira etapa, as demais dão sequência ao projeto fundamentadas em estudos ambientais e urbanísticos | Fotos: Divulgação/SSP-DF Centro de capacitação faz parte da estrutura do programa Segurança Integral, baseando-se em atuação conjunta  Nesta primeira etapa, foram entregues seis baias de tiro, áreas administrativas, depósitos provisórios, pista off-road, pista rústica de corrida de 750 metros, estacionamento, ponto de água, taludes gramados e infraestrutura viária adequada. O projeto segue em execução precedida de estudos ambientais e urbanísticos, contemplando, compromisso de sustentabilidade, reaproveitamento de água, iluminação eficiente e manejo adequado de resíduos. O centro de capacitação operacional , que integra o programa Segurança Integral, foi planejado para atender de forma conjunta as forças distritais — Polícia Militar, Polícia Civil, Corpo de Bombeiros, Detran-DF, Polícia Penal e SSP-DF — além de órgãos federais e parceiros estratégicos. Fortalecimento Durante a solenidade, o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, pontuou que o centro é resultado direto de um ambiente institucional que valoriza e fortalece as forças de segurança: “Hoje as forças de segurança têm liberdade de atuação e prestígio real dentro do governo. Muitas vezes, quem está na rotina não percebe as vitórias que temos conquistado. Isso é fruto de um governo que nos incentiva a trabalhar e reconhece a importância da segurança pública. Esse centro é de todos vocês. Não é para ter burocracia, é para ser usado, para treinar, para crescer junto”. Durante a inauguração, a vice-governadora Celina Leão enfatizou: “Segurança pública só funciona quando todas as forças estão conectadas” “Este centro de treinamento é parte dessa construção: investir em preparo é investir na preservação da vida” Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública A vice-governadora Celina Leão enfatizou que não há política de segurança eficiente sem valorização e estrutura: “Segurança pública só funciona quando todas as forças estão conectadas. Fizemos a valorização das carreiras, entregamos estrutura, investimos em tecnologia e agora entregamos um espaço que integra e capacita. Não se faz segurança pública sem preparo, sem treino e sem gestores que acreditem na proteção da sociedade”. O secretário de Segurança Pública também ressaltou os avanços históricos da segurança pública do DF, que hoje ocupa o segundo lugar nos indicadores nacionais. “Isso não é acaso, é trabalho”, afirmou. “Saímos da 19ª colocação para o segundo melhor resultado do país e estamos crescendo fortemente. Este centro de treinamento é parte dessa construção: investir em preparo é investir na preservação da vida”. Segurança integrada “Tenho orgulho da segurança pública do Distrito Federal e convicção de que somos a melhor do Brasil” Wanderson Teles, secretário de Administração Penitenciária O secretário de Administração Penitenciária, Wanderson Teles, reforçou o caráter da integração promovida pelo projeto, destacando o papel dos policiais penais e a importância do sistema prisional no controle do crime organizado. “Tenho orgulho da segurança pública do Distrito Federal e convicção de que somos a melhor do Brasil”, disse.  “Durante muitos anos se falou em integração como palavra de discurso”, prosseguiu Teles. “Fazer integração na prática é muito mais difícil — e é isso que está acontecendo aqui. Esse centro materializa essa união. Segurança pública e enfrentamento ao crime organizado não se fazem sem uma polícia penal forte, com controle do sistema penitenciário e compromisso com a ressocialização. E nisso os nossos policiais dão exemplo todos os dias”. [LEIA_TAMBEM]A comandante da Polícia Militar do Distrito Federal, coronel Ana Paula Habka, lembrou que a estrutura é condição indispensável para o fortalecimento profissional: “Para valorizar o policial, é preciso dar estrutura. Esse espaço nos dá liberdade para treinar e estar preparados.” O Citat foi idealizado a partir de uma proposta apresentada em 2023 por policiais penais e estruturado como política pública estratégica a partir de 2024, envolvendo parcerias com diversos órgãos do DF, como Instituto Brasília Ambiental, Novacap, Novacap, DER-DF, SLU, Fundação de Amparo ao Trabalhador Preso (Funap) e as secretarias de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF) e de Agricultura e Abastecimento (Seagri-DF), além de administrações regionais. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública  

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Fiscalização tributária aplica multa de R$ 800 mil em loja de informática

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da fiscalização tributária da Secretaria de Economia (Seec-DF), focou sua atenção em uma loja revendedora de computadores, notebooks e acessórios e recolheu R$ 1,7 milhão em produtos com notas fiscais irregulares. Com isso, os auditores aplicaram uma multa (referente a impostos não pagos e juros) de R$ 800 mil. A localização e o nome do empreendimento comercial não serão divulgados porque os servidores da Seec-DF ainda investigam a possibilidade de ocorrência de outras irregularidades tributárias e fiscais. O trabalho pós-feriado de Carnaval, entre os dias 18 e 25 deste mês, foi intensificado para enfrentar irregularidades tributárias e retirar mercadorias que circulam em desacordo com a legislação vigente. Além de computadores e outros periféricos, as ações resultaram na retenção e apreensão expressivas em cargas circulando nas vias e rodovias que cortam o DF. Outro destaque foram as 43,2 mil unidades de garrafas de óleo de soja e as 18 toneladas de produtos alimentícios e bebidas. Ainda foram alvos da ação equipamentos agrícolas, produtos de tabacaria, vestuário e joias. O trabalho pós-feriado de Carnaval, entre os dias 18 e 25 deste mês, foi intensificado para enfrentar irregularidades tributárias e na retirada de mercadorias que circulam em desacordo com a legislação vigente | Foto: Divulgação/Seec-DF Ao retirar mercadorias irregulares de circulação, a fiscalização tributária assegura um ambiente de negócios mais justo, preserva empregos, protege os contribuintes que cumprem suas obrigações fiscais e garante que cada tributo devido se transforme em serviços públicos de qualidade, investimentos estratégicos e desenvolvimento social para toda a população do Distrito Federal. Apreensões registradas: BR-020 (25/2 – 2h): Retida/apreendida carreta transportando 43,2 mil unidades de garrafas de óleo de soja com nota fiscal inidônea, em razão de divergência relevante entre quantidade e tipo de mercadorias. Base de cálculo (valor das mercadorias): R$ 336.960 — Crédito tributário (impostos e multas devidos): R$ 138.690; BR-020 (24/2): Caminhão com 18 mil quilos de produtos alimentícios e bebidas com nota fiscal inidônea. Base de cálculo: R$ 185.580,46 — Crédito tributário: R$ 84.480,68; BR-060 (19/2 – 9h57): Caminhão transportando equipamentos agrícolas com nota fiscal inidônea. Base de cálculo: R$ 104.000 — Crédito tributário: R$ 45 mil; BR-060: Caminhão com material de construção com nota fiscal inidônea. Base de cálculo: R$ 76.949,60 — Crédito tributário: R$ 34.686,77; DF-060: Apreendido veículo com vestuário e jóias com nota fiscal inidônea. Diante da irregularidade fiscal foi lavrado auto de infração e apreensão com base de cálculo de R$ 78.332,50 e crédito tributário de R$ 22.704,33; Produtos de tabacaria: Base de cálculo R$ 42.247,45 — Crédito tributário R$ 27.325,29; Cosméticos: Base de cálculo aproximada R$ 40.789,85 — Crédito tributário R$ 13.740,10; Transporte-frete: Base de cálculo R$ 55.438,02 — Crédito tributário de R$ 44.627,33; Transportadoras (utilidades do lar, confecções, cosméticos, material elétrico e outros): Base de cálculo de R$ 163.461,22 — Crédito tributário de R$ 90.847,14. No consolidado, as ações resultaram em uma base de cálculo de R$ 2.938.665,35 e em um crédito tributário de R$ 1.361.677,65.   *Com informações da Seec-DF

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Descarte irregular de lixo sobrecarrega rede de drenagem no período chuvoso em Ceilândia

Ceilândia enfrenta um problema recorrente: o descarte irregular de lixo em áreas públicas. Mesmo com a coleta seletiva e programada realizada pelo Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e com a oferta de pontos de Papa-Entulho espalhados pela cidade, moradores continuam descartando pneus, restos de construção civil, lixo doméstico e até móveis velhos em locais proibidos. As equipes da administração regional atuam diariamente no recolhimento desses materiais. Só na última segunda-feira (23), o volume praticamente dobrou: mais de 75 toneladas de lixo irregular foram retiradas de diversos pontos da cidade. Risco O problema se agrava no período de chuvas. O lixo descartado em terrenos públicos acaba sendo arrastado para bocas de lobo, causando entupimentos e comprometendo a rede de águas pluviais. Como consequência, a capacidade de escoamento diminui, aumentando os riscos de alagamentos em diferentes áreas da cidade. O problema se agrava no período de chuvas. O lixo descartado em terrenos públicos acaba sendo arrastado para bocas de lobo, causando entupimentos e comprometendo a rede de águas pluviais | Foto: Divulgação/Administração de Ceilândia Além dos prejuízos estruturais, o acúmulo de resíduos favorece a proliferação de roedores, insetos e do mosquito transmissor da dengue, ampliando os riscos à saúde pública. “Nossas equipes trabalham todos os dias recolhendo esse material descartado de forma irregular. Instalamos placas de advertência, fazemos ações de conscientização e reforçamos a fiscalização. Mesmo assim, muitas pessoas insistem em jogar lixo em locais proibidos ou contratam terceiros para fazer o descarte de forma clandestina. Isso prejudica toda a cidade”, afirmou o administrador regional de Ceilândia, Dilson Rezende. Multa passa de R$ 2 mil no Distrito Federal O descarte irregular é infração prevista na legislação ambiental do Distrito Federal. A multa para quem for flagrado pode ultrapassar R$ 2 mil, podendo aumentar conforme o volume e a reincidência. A Administração reforça que há alternativas corretas e gratuitas para pequenos volumes de entulho e resíduos volumosos, além da coleta regular já realizada pelo SLU. O descarte inadequado, além de ilegal, gera custos extras aos cofres públicos e compromete serviços essenciais, como a drenagem urbana. A orientação é clara: cada morador precisa fazer sua parte. Manter a cidade limpa é uma responsabilidade coletiva — e o impacto do descarte irregular atinge toda a população. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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🛫🌎Resultado Final: Processo Seletivo de Bolsas de Idiomas 2026

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Primeira edição do ano do projeto Quarta do Cidadão registra 670 atendimentos

A primeira edição de 2026 do projeto Quarta do Cidadão, realizado pela Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF), registrou 670 atendimentos. O evento ocorreu na quarta-feira (25), em frente à Biblioteca Nacional, na Esplanada dos Ministérios. Realizada desde agosto de 2024, a iniciativa mensal já contabilizou 9.370 mil atendimentos em 16 edições, destacando-se pela oferta integrada de serviços essenciais à população em situação de vulnerabilidade. A ação oferece uma gama de assistências, como atendimento jurídico gratuito, orientação sobre pensão alimentícia, reconhecimento de paternidade e exames de DNA, além de assistência social, serviços de saúde, corte de cabelo, encaminhamento profissional e distribuição de lanches. O projeto Quarta do Cidadão aproxima a população da Defensoria Pública do Distrito Federal | Foto: Divulgação/DPDF Para o defensor público-geral, Celestino Chupel, a realização de mais uma edição da Quarta do Cidadão reafirma a importância do evento como política permanente de aproximação da DPDF com a população. “Ao levarmos atendimento jurídico e serviços essenciais diretamente à Esplanada dos Ministérios, ampliamos o acesso à Justiça e fortalecemos a cidadania de quem mais precisa”, destacou. [LEIA_TAMBEM]O chefe da Assessoria Especial da DPDF e coordenador do projeto, Celso Murilo de Britto, explica que a consolidação da iniciativa ao longo dos meses demonstra a importância da atuação integrada para oferecer respostas efetivas às demandas da população. “A cada edição, buscamos aprimorar fluxos, ampliar parcerias e otimizar os atendimentos, a fim de prestar um serviço cada vez melhor aos que buscam a Defensoria Pública”, frisou. Para a Defensora Pública e chefe do Núcleo de Assistência Jurídica dos Juizados Criminais, Cíveis e de Violência Doméstica de Brasília, Patrícia Albuquerque Tavares, a Quarta do Cidadão representa não apenas a resolução de demandas imediatas, mas também a prevenção de conflitos e a orientação qualificada sobre direitos e deveres. “Ao reunir diferentes serviços em um único espaço, promovemos acolhimento, informação e dignidade às pessoas atendidas”, finalizou. *Com informações da DPDF  

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Projeto Sempre Por Elas leva acolhimento e serviços gratuitos a Ceilândia

Quem passou pela ação Sempre Por Elas, em Ceilândia, na quarta (25) e nesta quinta-feira (26), encontrou mais do que prestação de serviços — a iniciativa foi marcada por acolhimento, escuta e oportunidade de recomeço. Promovido pela Secretaria da Mulher (SMDF), o projeto transformou a Paróquia São Marcos e São Lucas em ponto de apoio para mulheres que buscavam atendimento, orientação e cuidado perto de casa. O encontro contou com o apoio do Sesc e de diversas instituições parceiras, reunindo serviços essenciais, atividades educativas e ações de cuidado em um único espaço. Com o objetivo de facilitar o acesso às políticas públicas e fortalecer a autonomia feminina — especialmente para quem enfrenta dificuldades de deslocamento ou vive em situação de vulnerabilidade —, a ação concentrou atendimentos nas áreas de saúde, cidadania, qualificação profissional, cultura, beleza e bem-estar. O projeto Sempre Por Elas oferece atendimentos nas áreas de saúde, cidadania, qualificação profissional e beleza, entre outras | Fotos: Divulgação/SMDF Segundo a vice-governadora Celina Leão, a iniciativa integra a estratégia do Governo do Distrito Federal (GDF) de descentralizar os atendimentos e aproximar o Estado de quem mais precisa. “Estamos ampliando o alcance das políticas públicas e garantindo que os serviços cheguem às mulheres de forma mais acessível e eficiente”, destacou. Durante os dois dias de programação, foram oferecidos atendimentos odontológicos, clínicos e oftalmológicos, além de mamografias e exames citopatológicos, bem como distribuição de escovas dentais. Na área de cidadania, a população contou com atendimento da Defensoria Pública e emissão da carteira de identidade pela Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF), além de orientações sobre direitos. Moradora de Ceilândia, Benedita Aparecida Soares, 56 anos, aproveitou a oportunidade para cuidar da saúde e buscar orientação jurídica. “Essa ação é fundamental para as mulheres que estão em vulnerabilidade. Muitas vezes, não temos condições de pagar por esses serviços. Hoje eu consegui atendimento para melhorar minha saúde e resolver questões da minha aposentadoria”, relatou. Benedita Aparecida Soares, moradora de Ceilândia: "Essa ação é fundamental para as mulheres que estão em vulnerabilidade. Muitas vezes, não temos condições de pagar por esses serviços" Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, o projeto reforça o compromisso do GDF com a promoção da dignidade e da autonomia econômica das mulheres. “Muitas pessoas têm dificuldade de se deslocar para conseguir atendimento. Quando levamos os serviços até a comunidade, garantimos mais agilidade, mais acesso e mais respeito à realidade dessas mulheres”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]A programação incluiu ainda atividades culturais, educativas e de autocuidado. O Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) apresentou teatro educativo e o projeto Mala do Livro. Também foram oferecidos atendimento e consultoria em beleza, com trancista, sessões de massoterapia e aulão de zumba. A Novacap distribuiu mudas e flores, enquanto o Serviço Nacional de Aprendizagem Rural (Senar) promoveu oficina de artesanato, entre outros serviços. A subsecretária de Promoção das Mulheres, Renata D’Aguiar, ressaltou o caráter itinerante da iniciativa. “O Sempre Por Elas é um programa voltado especialmente para mulheres em situação de vulnerabilidade social e econômica ou vítimas de violência. É um espaço criado para acolher, apoiar e transformar histórias”, disse. *Com informações da Secretaria da Mulher (SMDF)

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Iniciativa sustentável de UBS na Vila Planalto recolhe dez galões de tampinhas e lacres por mês

Uma iniciativa voltada à promoção da sustentabilidade na Unidade Básica de Saúde (UBS) 3 da Vila Planalto tem resultado na coleta mensal de cerca de dez galões repletos de tampas e lacres de garrafas. Nessa lista entram também pilhas e baterias. A ação integra um conjunto de medidas adotadas pela equipe para incentivar o consumo consciente e o descarte ambientalmente adequado de resíduos. “Preservar o meio ambiente, por meio da segregação correta dos resíduos, é o básico para um planeta sustentável, controle de vetores e consequentemente de doenças. Quando preocupamo-nos com isso, mantemos a cidade limpa, preservamos a qualidade da água e diminuímos alagamentos e transbordamentos de esgoto por resíduos acumulados”, explica a gerente da unidade, Evelyn Heinzen.  O projeto da UBS 3 da Vila Planalto incentiva o consumo consciente e o descarte ambientalmente adequado de resíduos | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF A UBS disponibiliza, ainda, coletores para descarte de medicamentos e lixeiras seletivas instaladas em pontos estratégicos e de grande circulação. Segundo a gestora, a adesão da comunidade tem sido positiva, com relatos de moradores que passaram a separar os resíduos também em casa após conhecerem a iniciativa. [LEIA_TAMBEM]“Muitas vezes ficamos com a falsa ideia de que unidades de saúde produzem somente resíduos contaminados, que devem ser incinerados. Mas isso não corresponde à nossa realidade. Produzimos resíduos orgânicos que podem ser utilizados no Horto Agroflorestal, resíduos que podem ser reciclados e reaproveitados, evitando o despejo em aterros sanitários ou ainda em lixões, contaminando o solo e o ambiente”, detalha Heinzen.  A enfermeira responsável técnica, Daniela Matias, também idealizadora da iniciativa, destaca os impactos diretos dessas ações na promoção do bem-estar da comunidade como um todo. “A saúde vai muito além do físico, da doença. Com a saúde ambiental, estimulamos a pessoa a ter hábitos que ajudem a natureza. Dessa forma, o resultado pode ir ainda mais longe: se não há acúmulo de lixo, diminuímos os casos de dengue. E esse é só um dos benefícios." *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Conplan aprova plano de ocupação de área do Pátio Ferroviário de Brasília que deve abrigar Hospital Militar do Exército

O Conselho de Planejamento Territorial e Urbano do Distrito Federal (Conplan), vinculado à Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação do Distrito Federal (Seduh-DF), aprovou o plano de ocupação do Lote 12 do Pátio Ferroviário de Brasília (PFB) nesta quinta-feira (26). A área, com 21 hectares, é destinada a uso institucional, de caráter público ou privado, e deve abrigar o Hospital Militar do Exército. O projeto foi apresentado pelo Exército Brasileiro. A futura edificação deverá respeitar os parâmetros definidos na legislação urbanística vigente, como taxa máxima de ocupação de 70%, taxa mínima de permeabilidade de 20% e altura limitada a 18 metros. Relator do processo, o conselheiro Renato Oliveira Ramos, representante da Casa Civil do Distrito Federal, destacou que a proposta está alinhada às normas vigentes. “O plano atende às diretrizes urbanísticas e ambientais aplicáveis à área e estabelece parâmetros claros para garantir uma ocupação organizada, compatível com o planejamento territorial do Distrito Federal”, afirmou. Com a aprovação pelo Conplan, o Lote 12 passa a contar com parâmetros urbanísticos próprios, permitindo o avanço das etapas de elaboração e análise dos projetos arquitetônicos. Durante a reunião, o comandante da 11ª Região Militar, general Eron Pacheco da Silva, detalhou as próximas etapas do projeto. “Com a aprovação do plano, o Exército Brasileiro irá publicar edital de licitação para selecionar a empresa responsável pela execução da obra. A expectativa é de que o Hospital Militar seja concluído no prazo estimado de quatro anos”, afirmou. *Com informações da Seduh-DF

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GDF alcança marca de 600 escrituras entregues a entidades religiosas e assistenciais

Depois de quase duas décadas de espera, a ialorixá Ádna Santos de Araújo, 63 anos, recebeu o documento que garante a regularização do terreiro onde atua desde 2004, no Paranoá. A entrega faz parte de mais uma etapa do Programa Igreja Legal, que levou o Governo do Distrito Federal (GDF) a alcançar a marca de 600 escrituras concedidas a entidades religiosas e assistenciais desde 2019, quando a iniciativa foi instituída pela Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap). Conhecida como Mãe Baiana, ela contou que a luta pela regularização começou há quase duas décadas: “Estamos ali desde 2004, e a nossa luta foi constante para conseguir essa regularização. Eu espero por esse momento desde 2005”. Para ela, o reconhecimento vai além do documento formal. “O terreiro está na ponta. Muitas vezes o governo não consegue alcançar certas necessidades, mas nós estamos todos os dias com a população. Antes de ir ao hospital, antes de uma consulta médica, muita gente bate no terreiro. A gente acolhe, orienta, ajuda”, destacou. Ádna Santos de Araújo, a Mãe Baiana, espera a regularização do terreiro desde 2005: "O terreiro está na ponta. Muitas vezes o governo não consegue alcançar certas necessidades, mas nós estamos todos os dias com a população" | Foto: Kiko Paz/Agência Brasília Em mais uma cerimônia de entrega nesta quinta-feira (26), 41 igrejas, templos, terreiros, clubes e associações que ocupavam áreas públicas de forma histórica receberam das mãos do governador Ibaneis Rocha o documento que reforça a política de regularização fundiária e garante segurança jurídica aos imóveis. Para o chefe do Executivo, a política representa reconhecimento institucional e respeito ao serviço social desempenhado pelas entidades. “Eu sempre digo que as entidades religiosas e assistenciais chegam onde muitas vezes o governo não consegue chegar. Elas atendem pessoas que o poder público não alcança. O que estamos fazendo aqui é garantir que continuem prestando esse serviço com segurança jurídica e dignidade”, afirmou. O processo de regularização é previsto na Lei Complementar nº 806/2009 e foi impulsionado pelo Programa Igreja Legal, que criou mecanismos para dar celeridade às análises e facilitar a formalização das ocupações existentes até 22 de dezembro de 2016. O programa permite duas modalidades de regularização: a aquisição direta por escritura de compra e venda, com parcelamento em até 360 meses, ou a Concessão de Direito Real de Uso (CDRU), que pode incluir a modalidade de retribuição em moeda social — quando a entidade presta serviços gratuitos à população vulnerável. O processo de regularização é previsto na Lei Complementar nº 806/2009 e foi impulsionado pelo Programa Igreja Legal | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Segundo o diretor de Regularização Social e Desenvolvimento Econômico da Terracap, Leonardo Mundim, o marco alcançado demonstra avanço significativo na gestão fundiária do DF. “Com essa entrega de hoje, nós completamos 600 igrejas, templos, entidades e institutos sociais regularizados desde 2019. É um aumento substancial, cerca de 400% na média anual de entregas desse tipo de documento. Isso representa o reconhecimento do Estado ao papel magnífico que essas instituições desempenham em favor da população”, ressaltou. Emocionada, a ialorixá Ivone Uchoa, 52 anos, do Recanto das Emas, afirmou que aguardava há mais de 30 anos pela escritura. “É um sonho super-realizado. A gente vai envelhecendo, a nova geração vem vindo. Agora vai criar raízes, vai criar história. É a garantia de que o trabalho continua para a comunidade”, disse.   Moeda social e impacto comunitário Na modalidade de retribuição em moeda social, a entidade apresenta um plano de trabalho com ações educacionais, culturais, esportivas ou sociais voltadas a grupos vulneráveis. Com isso, pode obter a concessão gratuita do imóvel, desde que comprove o atendimento à população. O governador Ibaneis Rocha ressaltou que a iniciativa fortalece a parceria entre Estado e sociedade civil e garante mecanismos acessíveis para a regularização. “Criamos todos os mecanismos necessários para que essas entidades pudessem se regularizar. Muitas chegavam aqui e diziam que não tinha como pagar. Então, alongamos prazos, reduzimos taxas e implementamos a moeda social, que permite prestar assistência à comunidade e, ao mesmo tempo, cumprir as obrigações junto à Terracap. Hoje todos são tratados com transparência e com a dignidade que merecem”, concluiu.

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Programa Adote uma Praça soma R$ 72 milhões em investimentos privados e atinge maior número de parcerias desde 2019

Entre 2019 e 2025, o programa Adote uma Praça mobilizou R$ 72.088.442 em investimentos privados e formalizou 249 termos de cooperação para manutenção e recuperação de áreas públicas no Distrito Federal. Apenas em 2025, foram 83 novas parcerias — o maior número anual desde a criação da iniciativa. Atualmente, 170 termos permanecem vigentes. A Secretaria de Projetos Especiais (Sepe-DF) projeta ampliar as adesões em 2026. Investimento em acessibilidade é um dos compromissos assumidos pelo programa Adote uma Praça | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “Muitas vezes a pessoa olha um espaço abandonado e acha que não pode fazer nada. E pode. Pode ajudar, pode cooperar. Quando o espaço passa a ser usado, deixa de ser ponto de abandono e vira ponto de convivência” Marcos Teixeira, secretário de Projetos Especiais Para o secretário de Projetos Especiais, Marcos Teixeira, o resultado confirma a consolidação do programa. “Quando se fala em R$ 72 milhões em investimento, é um valor muito expressivo”, aponta. “O programa foi ganhando credibilidade ao longo dos anos. As empresas passaram a enxergar que existe segurança jurídica, que há um termo formal de cooperação com o Estado e que o processo é mais ágil”. Segundo ele, a previsibilidade também pesa na decisão de aderir: “A empresa sabe que vai assinar o termo e que poderá investir perto do seu local de atuação. Ela melhora o entorno e contribui com o desenvolvimento da cidade”. Uso público O programa não permite exploração comercial direta do espaço adotado. Por isso, a maioria das parcerias ocorre no entorno das próprias empresas ou residências dos interessados. “O ganho é indireto”, explica o secretário. “Quando a empresa melhora o espaço próximo, melhora a circulação, a segurança e valoriza a área. A adoção mais distante acontece, mas é mais rara”. O gestor lembra que o impacto ultrapassa a dimensão estética: “Muitas vezes a pessoa olha um espaço abandonado e acha que não pode fazer nada. E pode. Pode ajudar, pode cooperar. Quando o espaço passa a ser usado, deixa de ser ponto de abandono e vira ponto de convivência”. Convivência, presença e segurança Além da recuperação física, a Sepe-DF sinaliza efeitos na dinâmica dos bairros. Em um dos casos acompanhados pela pasta, um espaço antes degradado recebeu manutenção e instalação de canteiros e bancos. Depois da intervenção, moradores idosos passaram a frequentar a área diariamente. [LEIA_TAMBEM]A presença constante transformou a área em ponto de encontro e alterou a rotina do entorno. “Essas pessoas relataram o quanto aquilo fez diferença”, enfatiza Marcos Teixeira. “Saíram do isolamento, passaram a conviver. Não é só uma melhoria visual. Quando há ocupação, há mais circulação”. Segundo o secretário, espaços ativos tendem a ser mais preservados e seguros porque passam a integrar o cotidiano da comunidade. Entre os exemplos de maior visibilidade está o entorno do Sesi Lab, na área central de Brasília. A intervenção conectou três praças no trecho entre o Setor de Diversões Sul e o Museu da República, ampliando o fluxo de pedestres e consolidando o espaço como ponto de convivência e atividades culturais. “Foi um dos casos mais emblemáticos; mostrou como a parceria pode transformar uma área inteira, estimulando circulação e permanência das pessoas”, afirma o secretário. Da escala urbana ao cotidiano Espaço adotado pelo Cebraspe passou a ter estacionamento organizado, além de áreas dedicadas ao lazer  Em junho de 2025, o Centro Brasileiro de Pesquisa em Avaliação e Seleção e de Promoção de Eventos (Cebraspe) firmou termo de cooperação, com investimento estimado em R$ 230 mil, para recuperar a área pública em frente à sua sede. O local recebeu rampa de acessibilidade, escadaria com corrimão e piso tátil, piso intertravado, bancos, mesas, pergolados, redários, paisagismo e reorganização do estacionamento, com 83 vagas demarcadas (67 para carros e 16 para motocicletas), além de bicicletário e sinalização. Larice dos Santos trabalha próximo a um local mantido pelo Adote uma Praça: “Ficou mais agradável. A gente tem um lugar para descansar e conversar” Para quem trabalha na região, a mudança foi percebida no dia a dia. “Antes não tinha estacionamento organizado nem espaço de lazer. Hoje o pessoal usa bastante”, relata a analista administrativa Larice Araújo dos Santos. “Na hora do almoço, muita gente vem para cá. Joga dominó, truco, tem gente que pendura rede. Melhorou a qualidade de vida”. Segundo ela, o uso constante trouxe organização e sensação de cuidado ao entorno: “Ficou mais agradável. A gente tem um lugar para descansar e conversar. Isso muda a rotina de quem trabalha aqui”. Como participar Interessados podem procurar a administração regional responsável pela área desejada ou protocolar o pedido pela internet.. Após análise de viabilidade da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), a Sepe-DF formaliza o termo e acompanha a execução. “O cidadão pode participar do desenvolvimento da cidade”, reforça o secretário de Projetos Especiais. “Quando ele usa o espaço, ele preserva, e isso fortalece a comunidade”.  

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Veículos apreendidos em operações de trânsito vão a leilão público em 6 de março

O Departamento de Estradas de Rodagem do Distrito Federal (DER-DF) realizará o 2º Leilão Público de 2026 de veículos apreendidos em operações de trânsito. O certame será realizado de modo online, em 6 de março, com abertura oficial às 9h. A concessionária Via Brasília Segura é responsável pelos serviços de remoção, guarda e alienação de veículos apreendidos junto ao DER-DF. Os veículos ficarão expostos entre 3 e 4 de março, das 9h às 17h, no pátio da empresa. [LEIA_TAMBEM]Os lances poderão ser feitos pelo site Vip Leilões. O certame contempla o total de 265 itens. Os automóveis foram retidos em operações de fiscalização de trânsito e não foram reclamados por seus proprietários dentro do prazo legal. A relação completa dos bens disponíveis, assim como as condições de participação, está descrita no edital e em seus anexos, publicados no portal do DER-DF. A medida atende à legislação vigente e garante a destinação correta dos veículos recolhidos, promovendo a liberação dos pátios e a eficiência administrativa do órgão. *Com informações do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF)

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Plataforma DF 360 amplia monitoramento integrado nas ruas da capital federal

A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) realiza, nesta sexta-feira (27), uma coletiva de imprensa para apresentar a plataforma DF 360, que marca a ampliação do modelo de monitoramento integrado e consolida a transição de uma atuação predominantemente reativa para uma abordagem cada vez mais proativa na segurança pública do DF. A plataforma DF 360 incorpora ao seu núcleo tecnológico drones e câmeras equipadas com sistemas de reconhecimento facial e de placas veiculares, além da modernização do atendimento de emergência 190 e 193. O novo sistema conta com geolocalização de alta precisão por meio do sinal de celular e com a ampliação do módulo de recebimento de imagens provenientes de câmeras particulares. A nova plataforma incorpora drones e câmeras equipadas com sistemas de reconhecimento facial e de placas veiculares | Foto: Divulgação/SSP-DF [LEIA_TAMBEM]Atualmente, a SSP-DF dispõe de 1.350 câmeras próprias, distribuídas pelas 35 regiões administrativas do Distrito Federal. O monitoramento é feito 24 horas por dia a partir do Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob), com o apoio das centrais de monitoramento remoto instaladas em batalhões da Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF), grupamentos do Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) e delegacias da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF). Durante a coletiva, o secretário de Segurança Pública, Sandro Avelar, vai detalhar os avanços tecnológicos da plataforma e os impactos esperados na prevenção da criminalidade, na agilidade das respostas e no fortalecimento da segurança da população. A sala de monitoramento estará aberta à imprensa das 9h às 9h30. Atendimento à imprensa Local: Centro Integrado de Operações de Brasília (Ciob) Data: Sexta-feira (27) Captação de imagens: a partir das 9h Coletiva de imprensa: das 9h30 às 10h. *Com informações da SSP-DF  

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