Restaurantes comunitários ampliam acesso à alimentação no DF
Os restaurantes comunitários se consolidaram como ponto de apoio diário para quem precisa garantir as principais refeições do dia, como a dona de casa Maurícia Barbosa Nascimento, de 41 anos, que sempre almoça na unidade do Sol Nascente com a neta. Antes em situação de rua e hoje com um teto para chamar de seu, por meio do programa Morar Bem, implementado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), ela relembra o período difícil e associa a mudança de vida ao acesso à moradia e à alimentação. “Tinha dia que a gente nem comia. Hoje a gente pode ter o prazer, o orgulho de dizer assim: vou levantar e tomar um café. Eu sou muito grata, porque em nenhum outro lugar você acha uma refeição dessa por esse preço. É quase grátis, você não compra nem uma balinha com 50 centavos. Aqui você toma café da manhã com fruta, café, um pãozinho com queijo, é uma maravilha, eu só tenho a agradecer. Eu ganhei até uns quilinhos”, contou, com bom humor. A neta de 8 anos, Sophia Sousa Nascimento, também elogia a comida do restaurante e tem até seu prato favorito: strogonoff. “A comida é muito boa, a gente sai satisfeito daqui”, completou. O Distrito Federal tem 17 restaurantes comunitários em funcionamento; cada um deles serve, por dia, uma média de 2,7 mil refeições | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília A unidade integra a rede de 17 restaurantes em funcionamento no Distrito Federal, que servem, por dia, uma média de 2,7 mil refeições cada. Apenas em janeiro foram mais de 1,4 milhão de refeições e, em 2025, o total chegou a 16,9 milhões, sendo 1,9 milhão destinado à população em situação de rua. O investimento anual do GDF na rede é em torno de R$ 96 milhões. A refeição, que chegou a custar R$ 3 em 2015 e R$ 2 em 2016, hoje é oferecida ao preço de R$ 1. Outro avanço foi a ampliação do cardápio e do atendimento dos espaços. Atualmente, 13 restaurantes comunitários funcionam de domingo a domingo, incluindo feriados, com a oferta de café da manhã e jantar pelo valor de R$ 0,50 cada. Nessas unidades, a população tem acesso a três refeições pelo total de apenas R$ 2. Atualmente, o café da manhã, o almoço e o jantar são servidos em Arniqueira, Brazlândia, Gama, Itapoã, Recanto das Emas, Riacho Fundo II, Samambaia (Rorizão), Santa Maria, Sobradinho, Sol Nascente/Pôr do Sol e Varjão. Os espaços Ceilândia (DJ Jamaika), Estrutural e Sol Nascente servem café da manhã e almoço. Os cardápios podem ser acessados neste site. A dona de casa Maurícia Barbosa Nascimento sempre almoça no Restaurante Comunitário do Sol Nascente: "Eu sou muito grata, porque em nenhum outro lugar você acha uma refeição dessa por esse preço. É quase grátis" Desde 2019, foram inaugurados quatro restaurantes comunitários, localizados em Samambaia Expansão, Sol Nascente/Pôr do Sol, Arniqueira e Varjão. Outros espaços foram reformados com o objetivo de aprimorar a estrutura e melhor receber a população, com reparos executados nas unidades de Sobradinho, Gama, Paranoá, Santa Maria, Samambaia e Planaltina. Atualmente, os serviços estão em andamento no equipamento da Estrutural. A secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, declarou que o combate à fome é uma prioridade do GDF, apontando a redução dos valores das refeições, a inauguração e ampliação de unidades, além das reformas, como ações práticas de atenção ao tema. “Todo esse empenho foi premiado com o primeiro lugar nacional do Selo Betinho de ações de combate à fome, que é o reconhecimento de trabalho e investimento consistentes para os que mais precisam", destacou. Ao lado do esposo, Telma Moreira da Silva frequenta regularmente a unidade do Sol Nascente: "A comida é boa, feita por nutricionistas, saudável, leve, com um preço bom e acessível" Mudança de verdade Na visão da comunidade, a mudança é prática, com as refeições principais garantidas: mesmo com o bolso vazio, o estômago estará cheio. O pedreiro José Estácio Filho, 55, frequenta o Restaurante Comunitário do Sol Nascente todos os dias desde que a unidade foi inaugurada na região, há três anos. Ele conta que o espaço faz parte da sobrevivência dele e de outros moradores da cidade. “Funciona de domingo a domingo, tem café da manhã, almoço e jantar. O atendimento é maravilhoso, uma atenção completa para a gente. E a comida é uma delícia”, destacou. A esposa de José, Telma Moreira da Silva, 46, observa a mudança de realidade de quem chega ao local, muitas vezes sem ter o que comer em casa. Para a dona de casa, o restaurante representa uma alternativa segura e acessível. “A comida é boa, feita por nutricionistas, saudável, leve, com um preço bom e acessível. Tanta gente que não tem o que comer vem aqui, come e sai satisfeita”, observou. Morando há um ano na região após receber habitação pelo programa do GDF Morar Bem, a dona de casa Jacqueline de Santana Ribeira, 48, passou a incluir o restaurante na rotina da família. Ela diz que a refeição ajuda a equilibrar o orçamento: “A maioria dos dias a gente vem almoçar aqui, porque além de ser uma refeição completa, é econômico. Tomamos café da manhã, almoçamos e ainda levo marmita. Alimenta toda a família com qualidade”. Jacqueline de Santana Ribeira, dona de casa: "A maioria dos dias a gente vem almoçar aqui, porque além de ser uma refeição completa, é econômico" Atenção aos mais vulneráveis Mesmo para aqueles que não conseguem pagar os R$ 2 que englobam as três refeições, há um cadastro que atende aqueles em vulnerabilidade social. Com o objetivo de alcançar ainda mais pessoas, durante a pandemia de 2020 o governo garantiu o direito à alimentação sem custo nas unidades para a população em situação de rua. O número de refeições servidas a esse público subiu de 200 mil em 2021 para 1,2 milhão em 2024. Até abril de 2025 foram servidas mais de 550 mil refeições para pessoas em situação de rua. Hoje, as pessoas em vulnerabilidade social podem ter acesso a qualquer uma das refeições disponíveis nos restaurantes comunitários de forma gratuita. [LEIA_TAMBEM]Em 2025, os 18 restaurantes comunitários ofereceram mais de 17 milhões de refeições — cerca de 3 milhões a mais que no ano passado e mais que o dobro do total registrado em 2019. Em 2024, foram ofertadas 14 milhões de refeições, enquanto em 2019 foram 6,55 milhões de pratos. Todos os equipamentos estão sob gestão da Subsecretaria de Segurança Alimentar e Nutricional (Subsan). Líder comunitário e gerente da unidade do Sol Nascente, Márcio Oliveira acompanha o funcionamento do espaço e o perfil das famílias atendidas. Ele afirma que o restaurante é parte essencial da rede de proteção social na região: “É uma ferramenta nesse sentido, eu classifico ele até como a vida da população, porque se você não se alimenta, você não tem vida, não tem saúde. Esse equipamento trouxe o direito à alimentação nesses três anos de existência e a gente, como liderança comunitária, percebe isso no dia a dia das famílias. A população está mais feliz, com mais gratidão. É uma política pública muito essencial para as periferias do Distrito Federal”.
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GDF doa três toneladas de carne a abrigo de cães e gatos
Um ato que transforma apreensão em acolhimento e fiscalização em cuidado. A Secretaria de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural (Seagri-DF), na última semana, doou aproximadamente três toneladas de carne ao Abrigo Flora e Fauna, localizado no Núcleo Rural Ponte Alta de Baixo, no Gama. O recinto recebe cães e gatos resgatados. Os alimentos doados são produtos agropecuários apreendidos por estarem sem documentação ou inspeção sanitária obrigatória. Após rigorosa avaliação técnica, os artigos foram considerados próprios para o consumo animal e destinados a cães e gatos resgatados, muitos deles vítimas de abandono e maus-tratos. Antes de chegar ao abrigo, cada item passou pela triagem da Diretoria de Fiscalização de Trânsito, que assegura a qualidade e a segurança da doação. "A destinação correta dos produtos apreendidos mostra que fiscalização, cuidado ambiental e solidariedade caminham juntos" Rafael Bueno, secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural “A defesa agropecuária existe para coibir irregularidades, mas também para assegurar que aquilo que pode ser reaproveitado, dentro da lei e dos critérios sanitários, chegue a quem precisa. Essa doação é um exemplo claro disso. Cada ação como essa reforça o compromisso do GDF com a proteção da vida, seja humana ou animal. A destinação correta dos produtos apreendidos mostra que fiscalização, cuidado ambiental e solidariedade caminham juntos”, afirma o secretário de Agricultura, Abastecimento e Desenvolvimento Rural, Rafael Bueno. Para quem convive diariamente com a realidade do resgate animal, a entrega representa alívio e esperança. “Nosso consumo chega a 15 pacotes de 25 quilos de ração por dia. Essa quantidade de comida está ajudando muito”, afirma Well Fabiano, um dos responsáveis pelo abrigo. Segundo ele, além de garantir a segurança alimentar, a carne trouxe variedade à dieta dos animais. “Eles estão mais alegres por receberem um alimento nutritivo e diferente. Isso reflete diretamente na saúde e no bem-estar deles”. Em 2025, a Seagri doou 7,5 toneladas de alimentos tanto para alimentação animal, como para o consumo humano | Foto: Divulgação/Seagri-DF Essa foi a primeira doação de alimentos realizada pela Seagri-DF em 2026. Ao longo de 2025, o total de doações chegou a cerca de 7,5 toneladas — sendo aproximadamente 5 toneladas destinadas à alimentação animal e outras 2,5 toneladas ao consumo humano, beneficiando entidades e famílias em situação de vulnerabilidade. Como receber doações da Seagri-DF [LEIA_TAMBEM]Produtores, entidades e organizações interessados em receber doações destinadas à alimentação animal devem estar cadastrados junto à Seagri-DF. O cadastro pode ser solicitado pelo e-mail difit@seagri.df.gov.br, garantindo a inclusão no fluxo oficial de distribuição. Já as doações voltadas a pessoas em situação de vulnerabilidade são coordenadas pelo Programa de Coleta e Doação de Alimentos (PCDA), que atende a entidades socioassistenciais por meio do banco de alimentos administrado pela Ceasa-DF. As instituições interessadas podem entrar em contato pelo telefone (61) 3686-4831 e escolher a opção 3. *Com informações da Seagri-DF
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Comitê Distrital da Diversidade Religiosa divulga resultado preliminar de seleção para o biênio 2025/2027
A comissão de seleção do Comitê Distrital da Diversidade Religiosa (CDDR) divulgou o resultado preliminar do processo de escolha dos representantes da sociedade civil que irão compor o colegiado no biênio 2025/2027. A comissão foi instituída pela Portaria nº 1.226, de 22 de dezembro de 2025, tendo sido posteriormente alterada pela Portaria nº 67, de 21 de janeiro de 2026. Instituído pelo Decreto Distrital nº 37.056, o CDDR é um colegiado vinculado à área de Direitos Humanos do Governo do Distrito Federal, atualmente estruturada na Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), por meio da Subsecretaria de Direitos Humanos e Igualdade Racial (Subdhir). O comitê é responsável por propor e fomentar ações e políticas públicas voltadas ao respeito à liberdade de crença e de convicção, ao combate à intolerância religiosa e à defesa da laicidade no Distrito Federal. A seleção atende ao item 6.5 do Edital de Chamamento Público nº 7, de 26 de agosto de 2025, publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF nº 186, de 1º de outubro de 2025), que estabelece os critérios e procedimentos para composição do colegiado. O comitê é responsável por propor e fomentar ações e políticas públicas voltadas ao respeito à liberdade de crença e de convicção, ao combate à intolerância religiosa e à defesa da laicidade no DF | Foto: Jhonatan Vieira/Ascom Sejus-DF Confira o resultado preliminar das candidaturas que tiveram suas inscrições homologadas, por ordem de classificação. 1º: Fernando La Rocque Couto 2º: Roberto Alves de Almeida 3º: Márcia Torres Gargalhone 4º: Sylvio Santos Sobrinho 5º: Olímpio Ricardo Borges 6º: Aisha Angele Leandro Diane 7º: Luiz Antônio Alves do Carmo 8º: Zulmira Inês Lourena Gomes da Costa 9º: Marcelo Oliveira do Nascimento 10º: Juliana Aparecida Custódio 11º: Anísio Pereira Nogueira de Melo III 12º: Rita de Cássia B. Oliveira. De acordo com o item 6.6 do edital, candidaturas interessadas poderão interpor recurso no prazo de até cinco dias úteis, contados a partir da publicação do resultado preliminar no site da Sejus-DF. Os recursos deverão ser apresentados na Subsecretaria de Políticas de Direitos Humanos e Igualdade Racial (Subdhir), localizada no SAAN, Trecho 1, Edifício da Secretaria da Criança, 3º andar, sala da Coordenação de Políticas de Proteção e Promoção da Liberdade Religiosa (Correlig). *Com informações da Sejus-DF
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UBS de Chapadinha é inaugurada e amplia atendimento em saúde em Brazlândia
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GDF atua após chuvas intensas e mobiliza equipes em diversas regiões de Brasília
Após as chuvas intensas registradas em fevereiro, o Governo do Distrito Federal (GDF) mobilizou equipes em diferentes regiões administrativas para conter danos, recuperar vias e reforçar a infraestrutura urbana. A resposta mais imediata ocorreu em Ceilândia, onde o volume de água superou em quatro vezes a previsão meteorológica. Ação conjunta reúne equipes da administração local, Novacap e SLU para consertar estragos causados pela chuva | Fotos: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia “É importante que todo mundo que estiver nas ruas possa nos ajudar no sentido de sinalizar quais são as prioridades e aquilo que a gente tem que atacar para minimizar os efeitos dessas chuvas” José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo De acordo com o secretário de Governo do Distrito Federal, José Humberto Pires de Araújo, há um plano de atuação da cidade para o período pós-chuva em todos os pontos principais das cidades que estão sofrendo mais impacto. “Estamos vendo um período de fevereiro com maior intensidade de chuvas em função do que já estava previsto pela meteorologia”, relata. “Nosso objetivo é reforçar os trabalhos, como já está sendo feito, para que equipes estejam nas pontas dando atenção principalmente onde ocorrem os casos mais graves, que precisam de medidas emergenciais e paliativas”, detalha o gestor. O gestor lembra que já está sendo feita uma varredura geral nas cidades junto às equipes de coordenação. “Todos os órgãos de governo estão orientados nesse sentido”, aponta. “É importante que todo mundo que estiver nas ruas possa nos ajudar no sentido de sinalizar quais são as prioridades e aquilo que a gente tem que atacar para minimizar os efeitos dessas chuvas”. Chuva forte Com 60 milímetros de chuva registrados na quarta-feira (18), Ceilândia enfrentou sobrecarga no sistema de drenagem Na noite de quarta-feira (18), Ceilândia registrou cerca de 60 milímetros de chuva, embora a previsão indicasse 15 milímetros. O volume provocou alagamentos e acúmulo de detritos em pontos como Avenida P Sul, P Norte, Setor O e QNN 8, próximo à estação de metrô, em Ceilândia Sul. O excesso de água sobrecarregou o sistema de drenagem e afetou a mobilidade de motoristas e pedestres. Logo nas primeiras horas de quinta-feira (19), foi montada uma força-tarefa com atuação integrada da Administração Regional de Ceilândia, do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e da Companhia Urbanizadora da Nova Capital (Novacap). Com apoio de máquinas, tratores e caminhões, cerca de 30 trabalhadores limparam e desobstruíram vias, retiraram galhos, restos de asfalto e sedimentos, além de atuar na limpeza de bocas de lobo e sinalização de buracos. Intervenções foram feitas em tempo hábil para poder garantir a segurança da população Também foram executadas intervenções emergenciais com caminhão térmico da Novacap para melhorar a trafegabilidade até a execução definitiva dos serviços. As equipes permaneceram de plantão para mapear os pontos mais críticos, e a Novacap fez vistoria técnica na rodoviária do P Sul para avaliação dos danos. Trabalho diário Antes da chuva mais forte, a Administração Regional de Ceilândia já mantinha uma rotina de retirada diária de mais de 40 toneladas de lixo das ruas e limpeza constante das bocas de lobo, além de monitoramento permanente das áreas mais sensíveis durante o período chuvoso. R$ 14 milhões Investimentos previstos para o projeto de ampliação da rede de drenagem pluvial urbana de Ceilândia Como medida estrutural, a Novacap publicou aviso de licitação para contratação de empresa especializada na elaboração de projeto executivo de engenharia para adequação e ampliação da rede de drenagem pluvial urbana em Ceilândia. O investimento estimado é de cerca de R$ 14 milhões. “O volume de chuvas foi muito grande, e, em alguns pontos, o sistema não comporta toda a vazão”, avalia o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. “Estamos com monitoramento constante das áreas mais sensíveis, realizando o mapeamento necessário e encaminhando as solicitações aos órgãos competentes para as devidas providências.” Outras regiões No âmbito do programa GDF Presente, a articulação entre as áreas do governo foi reforçada para acelerar as respostas nas regiões mais afetadas pelos eventos climáticos intensos, no intuito amenizar os impactos para a população. “Essa coordenação permite agilizar respostas, otimizar recursos e levar melhorias concretas para quem vive nas regiões atendidas”, explica o coordenador do Polo Oeste II do GDF Presente, Rodrigo Caverna. “A prioridade é garantir que as ações cheguem de forma efetiva à porta de cada morador.” [LEIA_TAMBEM]Em Água Quente, no Residencial Nova Betânia (quadras 12, 16 e 17), as chuvas provocaram erosões, assoreamento de valas e prejuízos à trafegabilidade. Foram aplicadas aproximadamente 80 toneladas de resíduos da construção civil (RCC) e rachão, com nivelamento por motoniveladora, limpeza das vias e recomposição provisória do leito carroçável. Também foi solicitado apoio da Novacap e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) para limpeza de valas e consertos de buracos. Na comunidade Santa Luzia, na Estrutural, as ações incluem implantação do canteiro de obras da rede de esgotamento sanitário, mobilização de maquinário pesado e início das escavações. Também começaram os serviços de preparação das vias para pavimentação com bloquetes e a implantação do canteiro da futura rodoviária da região. No Sol Nascente e Pôr do Sol, após as chuvas de quarta-feira, foram executadas ações paliativas e preventivas no Trecho II do Sol Nascente, com aplicação de material fresado e cascalho, nivelamento, compactação e correção de pontos de erosão. O relatório também aponta intervenções no campinho comunitário, vistoria técnica na Chácara 84, ações de contenção com pneus reaproveitados, terraplanagem no Pôr do Sol e ação emergencial na Rua do Monte, com aplicação de RCC e correção do leito carroçável.
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Nova logística do Cartão Uniforme Escolar amplia retirada nas agências
A Secretaria de Educação do Distrito Federal definiu uma nova estratégia para a entrega do Cartão Uniforme Escolar, com o objetivo de agilizar o atendimento e facilitar o acesso das famílias ao benefício. A partir da próxima segunda-feira (23), os responsáveis pelos estudantes poderão retirar os cartões diretamente nas agências do Banco de Brasília (BRB). A mudança foi definida em reunião realizada nesta sexta-feira (20) entre a subsecretária de Apoio às Políticas Educacionais da SEEDF, Fernanda Mateus, e a equipe do banco. Segundo a gestora, a nova logística amplia a capilaridade do serviço e reduz o tempo de espera, permitindo que a retirada seja feita em unidades próximas à residência ou ao local de trabalho dos responsáveis. “Ao todo, 27 agências do BRB, distribuídas em todas as 14 Coordenações Regionais de Ensino, estarão disponíveis para a entrega dos cartões”, destaca. Retirada dos cartões remanescentes Os responsáveis que já foram convocados e ainda não retiraram o cartão podem consultar, a partir de agora, o site do programa para verificar em qual agência o benefício estará disponível. A retirada começa na segunda-feira (23), e os cartões já contam com saldo liberado para a compra dos uniformes. A subsecretária Fernanda Mateus reuniu-se com a equipe do Banco de Brasília (BRB) para definir a nova logística de entrega do Cartão Uniforme Escolar | Foto: André Amendoeira/SEEDF Durante o encontro também foram definidos os últimos ajustes para o pagamento do terceiro lote, que deve contemplar mais de 8 mil responsáveis. Desse total, cerca de 5 mil já possuem o cartão e aguardam apenas a liberação do crédito. Os demais serão emitidos até 9 de março. A consulta do local de retirada desse lote estará disponível a partir de 26 de fevereiro, com saque liberado em 9 de março. Os remanescentes do terceiro lote e o quarto lote, destinado aos estudantes que ingressaram na rede pública em 2026, serão divulgados após a primeira quinzena de março. A previsão é que o programa siga ativo até atender todos os alunos regularmente matriculados. Benefício substitui entrega direta de uniformes Instituído por lei como política de permanência escolar, o Cartão Uniforme Escolar substituiu o antigo modelo de distribuição direta das peças. A iniciativa garante às famílias um crédito anual para aquisição dos itens em lojas credenciadas, além de ampliar a autonomia na escolha e garantir mais transparência no processo de aquisição. O valor disponibilizado corresponde ao conjunto padrão de sete peças da rede pública, sendo três camisetas de manga curta, duas bermudas, uma calça e um casaco. O Cartão Uniforme Escolar é de uso exclusivo do estudante matriculado na rede pública e só pode ser utilizado em lojas credenciadas. Não é permitido emprestar, vender ou trocar o cartão | Foto: Felipe Noronha/SEEDF A operacionalização do programa ocorre em parceria com a Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal, responsável por credenciar e fiscalizar os estabelecimentos fornecedores, no âmbito das políticas sociais do Governo do Distrito Federal. Uso responsável do benefício Além da reunião com o BRB, a Suape também se reuniu com a equipe responsável pelo programa junto à Sedes, que fiscaliza o cumprimento do edital e notifica as malharias que não estejam em conformidade com os padrões estabelecidos. O Cartão Uniforme Escolar é de uso exclusivo do estudante matriculado na rede pública e só pode ser utilizado em lojas credenciadas. Não é permitido emprestar, vender ou trocar o cartão. Em caso de dúvidas, pais e responsáveis devem procurar a unidade escolar ou os canais oficiais da Secretaria de Educação. O uso correto do benefício é essencial para assegurar que o programa continue atendendo quem realmente precisa. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)
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Encontro qualifica profissionais para atuação em crises de saúde mental
Diante de uma crise em saúde mental, cada palavra e cada decisão podem fazer a diferença no cuidado do paciente. Pensando na importância de uma atuação preparada e sensível nesses momentos, o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) promoveu, nesta sexta-feira (20), um encontro voltado ao manejo de pacientes em situações de urgência psicológica. Realizada no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), a atividade foi organizada pelo Núcleo de Educação Permanente (Nudep) e reuniu colaboradores e estudantes interessados na temática. O objetivo foi fortalecer o trabalho em equipe, aprimorar a comunicação terapêutica e ampliar a qualidade do atendimento prestado à população. O método 'A E I O U' — sigla para Acolhimento, Escuta ativa, Identificação de fatores, Orientações e Ultimar — foi apresentado durante o encontro | Foto: Divulgação/IgesDF Durante o encontro, foram discutidas estratégias de intervenção em momentos de crise, além de desafios ainda presentes no tratamento psiquiátrico, como o preconceito e o estigma social. A importância da escuta qualificada e da atuação integrada da rede de cuidado também esteve entre os principais pontos debatidos. Entre as estratégias apresentadas esteve o método “A E I O U”, sigla para Acolhimento, Escuta ativa, Identificação de fatores, Orientações e Ultimar. A proposta orienta a atuação dos profissionais desde o primeiro contato com o paciente, priorizando a criação de vínculo, a compreensão das necessidades e a proteção contra riscos adicionais. [LEIA_TAMBEM]A assistente social Beatriz Liarte, responsável pela mediação do encontro, destaca que não existe uma fórmula única para lidar com situações de crise. “Hoje eu fiz uma intervenção de uma forma, mas amanhã posso precisar utilizar uma abordagem totalmente diferente. Não é algo padronizado”, explica. Segundo ela, além do cuidado clínico, é fundamental pensar na reinserção social e no preparo do paciente para a vida em comunidade. “O paciente precisa ser preparado para viver em sociedade”, afirma. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)
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Publicado edital para aquisição de 40 desfibriladores para unidades de saúde
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) publicou, na quinta-feira (19), o Edital nº 012/2026 para a aquisição de 40 cardioversores desfibriladores destinados às unidades de saúde sob sua gestão. Os equipamentos serão utilizados no suporte avançado de vida em situações de emergência, com capacidade para realizar desfibrilação, cardioversão elétrica e estimulação cardíaca temporária por meio de marcapasso transcutâneo. A aquisição atende às demandas de pronto atendimento, emergência, unidades de terapia intensiva (UTIs), centros cirúrgicos e transporte intra-hospitalar. Envio de propostas Com o objetivo de garantir ampla concorrência e assegurar a participação de empresas especializadas, o período de recebimento das propostas será de cinco dias úteis, entre 20 e 26 de fevereiro de 2026, até as 23h55, horário local. As propostas devem ser enviadas exclusivamente pelo portal eletrônico www.apoiocotações.com.br. Os equipamentos serão utilizados no suporte avançado de vida em situações de emergência | Foto: Divulgação/IgesDF Para a analista de Compras do IgesDF, Rosemary Cândida, o investimento reforça o compromisso institucional com a melhoria contínua da assistência prestada à população do Distrito Federal. “Nosso objetivo é ampliar os investimentos em tecnologias e equipamentos que apoiem os profissionais de saúde na oferta de um atendimento cada vez mais qualificado”, pontua. O edital completo e seus anexos estão disponíveis para consulta no site oficial do IgesDF. Serviço Objeto: Aquisição de 40 desfibriladores para unidades de saúde Edital: nº 012/2026 Período para envio de propostas: 20 a 26 de fevereiro de 2026 Portal eletrônico: www.apoiocotações.com.br *Com informações do IgesDF
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Edital para compra de 45 incubadoras neonatais é lançado
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) publicou, na quinta-feira (19), o Edital nº 011/2026 para a aquisição de 45 incubadoras neonatais, que irão reforçar a assistência a recém-nascidos prematuros e bebês que necessitam de cuidados especializados no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). Os equipamentos serão utilizados na Unidade de Terapia Intensiva Neonatal (UTI Neonatal), em berçários e maternidades da unidade. As incubadoras garantem controle de temperatura e umidade, proteção contra infecções e monitoramento clínico contínuo, contribuindo para a segurança e o desenvolvimento dos bebês. As incubadoras garantem controle de temperatura e umidade, proteção contra infecções e monitoramento clínico contínuo | Foto: Divulgação/IgesDF Envio de propostas O período para recebimento das propostas será de 10 dias úteis, entre 20 de fevereiro e 5 de março, às 23h55 (horário local). O envio deve ser realizado exclusivamente pelo portal eletrônico. De acordo com a analista de Compras do IgesDF, Gerlani Pereira, a iniciativa reforça o compromisso da gestão com a qualificação da rede pública de saúde. “Nossa meta é seguir investindo na aquisição de aparelhos que fortaleçam o trabalho das equipes assistenciais e garantam atendimentos cada vez mais eficientes à população do Distrito Federal”, destaca. *Com informações do IgesDF
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Luz que ativa informação: pesquisa apoiada pela FAPDF é publicada na 'Nature Communications'
Imagine um dispositivo eletrônico que possa ser acionado não apenas por corrente elétrica, mas também por luz, como se um feixe luminoso funcionasse igual a um interruptor extremamente rápido e preciso. É justamente essa possibilidade que um estudo com participação do pesquisador Jorlandio Francisco Felix, professor associado da Universidade de Brasília (UnB) e líder do Laboratório de Instrumentação em Nanomateriais e Sensores (LabINS), ajuda a consolidar. Com mais de 50 artigos científicos publicados, o pesquisador atua na interface entre materiais bidimensionais, spintrônica e desenvolvimento de dispositivos avançados. A pesquisa foi apoiada pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) por meio da chamada BIO Learning, vinculada ao edital Programa FAPDF Learning (2023), iniciativa da Fundação voltada ao fortalecimento da produção científica nas macroáreas bio, tech, gov e agro. O artigo foi publicado, em inglês, na revista Nature Communications (2025), uma das revistas científicas de maior prestígio internacional. O que está em jogo: o spin do elétron O estudo se insere na área da spintrônica, campo da física que explora o spin do elétron, uma propriedade quântica que pode ser entendida, de forma simplificada, como um “estado interno” da partícula, associado a dois valores possíveis e capaz de representar informação. Segundo o pesquisador, a diferença em relação à eletrônica tradicional é clara: “Enquanto a eletrônica convencional utiliza apenas a carga elétrica do elétron, a spintrônica explora também o spin como uma nova forma de codificar informação”. Jorlandio Francisco Felix, Leander Michels e integrantes do Laboratório de Instrumentação em Nanomateriais e Sensores (LabINS) da UnB | Foto: Reprodução/Instagram LabINS Na prática, isso pode permitir dispositivos menores, mais rápidos e com menor consumo de energia. Mas, para que isso se torne viável, é preciso conseguir controlar o spin de maneira eficiente. É justamente nesse ponto que o novo estudo avança. Luz como ferramenta de controle Os pesquisadores, em colaboração com profissionais do Centro Brasileiro de Pesquisas Físicas (CBPF), demonstraram que é possível utilizar luz para controlar a conversão entre uma corrente de spin (fluxo de informação baseado nessa propriedade quântica) em um sinal elétrico mensurável, processo conhecido como conversão spin–carga. Na prática, isso significa que a iluminação adequada pode intensificar o sinal, reduzi-lo, ou até anulá-lo completamente. Em vez de depender exclusivamente de correntes elétricas, o sistema pode ser modulado por luz. Esse resultado abre perspectivas para a chamada opto-spintrônica, área que integra propriedades ópticas e magnéticas para o desenvolvimento de tecnologias potencialmente mais eficientes. [LEIA_TAMBEM]Um material ultrafino com múltiplas possibilidades O experimento foi realizado utilizando dissulfeto de molibdênio (MoS₂), um material bidimensional, isto é, com espessura de ordem atômica. Materiais 2D são considerados estratégicos porque permitem miniaturização extrema e podem ser combinados em camadas, formando heteroestruturas com propriedades ajustáveis. Além disso, o MoS₂ apresenta uma vantagem adicional: deriva da molibdenita, principal minério do molibdênio, o que favorece sua disponibilidade quando comparado a outros materiais avançados. Um dos resultados mais relevantes do estudo foi identificar que a conversão spin–carga no MoS₂ não ocorre por um único caminho. Os pesquisadores mostraram que existem dois mecanismos físicos distintos, um associado às bordas metálicas dos flocos do material e outro relacionado à região interna semicondutora. Esses dois “canais” atuam simultaneamente e competem entre si. Dependendo da geometria dos flocos e da intensidade da luz, um pode se tornar dominante sobre o outro. Em determinadas condições, ambos podem se equilibrar, anulando o sinal. Essa compreensão traz maior clareza sobre os mecanismos físicos envolvidos e oferece mais previsibilidade para o projeto de dispositivos futuros. O controle óptico da corrente de spin pode beneficiar diversas áreas tecnológicas, abrangendo desde o desenvolvimento de memórias e lógicas spintrônicas com menor consumo energético até a criação de sensores acionados por luz, dispositivos híbridos e arquiteturas voltadas ao processamento neuromórfico ou analógico. Em perspectiva, sistemas integrados que combinam spin e luz podem contribuir para aumentar a velocidade de processamento e reduzir a dissipação de energia. *Com informações da FAPDF
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Aberto edital para compra de novos aparelhos de monitoramento contínuo de sinais vitais
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) abriu edital para a aquisição de 183 monitores multiparâmetros que vão reforçar a estrutura assistencial das unidades sob sua administração. Os equipamentos são fundamentais para o acompanhamento em tempo real dos sinais vitais de pacientes em estado crítico ou sob cuidados monitorados. Publicado no Diário Oficial do Distrito Federal (DODF) desta sexta-feira (20), o Edital nº 010/2026 prevê a compra dos aparelhos para atender à demanda de setores estratégicos, como unidades de terapia intensiva (UTIs), centros cirúrgicos e serviços de emergência. Aparelhos são utilizados para acompanhamento e monitoramento de vários indicadores clínicos | Foto: Divulgação/IgesDF Os equipamentos medem, registram e exibem simultaneamente dados como frequência cardíaca, saturação de oxigênio, pressão arterial, eletrocardiograma e temperatura corporal, entre outros indicadores clínicos. Além disso, também emitem alertas visuais e sonoros em caso de alterações nos parâmetros, permitindo resposta rápida das equipes assistenciais. Divisão por lotes A aquisição está dividida em dois lotes. O primeiro reúne 96 unidades de um monitor multiparâmetro de 15 polegadas, enquanto o segundo prevê a aquisição de 87 monitores com 12 polegadas. “Nosso objetivo é renovar a tecnologia hospitalar para ampliar os atendimentos e elevar a qualidade do serviço oferecido à rede pública do DF”, afirma a analista de compras do IgesDF, Rosemary Cândida. Prazo e regras [LEIA_TAMBEM]O período para acolhimento das propostas vai desta sexta-feira (20) a 5 de março. O acompanhamento de todos os atos processuais deve ser feito exclusivamente pelos canais oficiais do instituto. Os interessados devem ler atentamente o edital e suas especificações técnicas. O descumprimento contratual, por inexecução total ou parcial, atraso ou falhas na entrega do objeto, poderá sujeitar a empresa às penalidades previstas no artigo 147 do Regulamento de Compras e Contratações do IgesDF, além das disposições da Resolução da Diretoria Executiva nº DP.RDE.062/2024, que disciplina a gestão e fiscalização contratual e os procedimentos de apuração e aplicação de sanções. Confira o edital.
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Prazo para instalar QR Code em carros de aplicativo termina nesta segunda (23)
Termina nesta segunda-feira (23) o prazo para os motoristas instalarem o dístico com QR Code nos veículos do Serviço de Transporte Individual Privado de Passageiros por Aplicativo (Stip) do Distrito Federal. A obrigatoriedade foi instituída pela Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF) por meio da Portaria nº 261, publicada em setembro de 2025. O objetivo é ampliar a segurança e a transparência do serviço oferecido aos passageiros. De acordo com o sistema da Semob-DF, até a última quinta-feira (18), 28.146 motoristas haviam emitido o documento, sendo 2.907 em janeiro e 3.439 em fevereiro deste ano. Mais de 34.800 prestadores ainda não haviam acessado o sistema para baixar o QR Code. O titular da Semob-DF, Zeno Gonçalves, alertou sobre a importância da emissão do dístico para a categoria. O QR Code que identifica carros de aplicativo está disponível no Portal do Condutor; a emissão é gratuita | Foto: Divulgação/Semob-DF “A medida é importante tanto para o passageiro quanto para o motorista, aumentando a segurança de todos no transporte por aplicativo, pois facilita que haja uma fiscalização mais eficiente. Com o QR Code, o passageiro pode verificar se o veículo e o motorista são legalizados, enquanto os agentes de fiscalização podem acessar o cadastro atualizado do prestador para verificar possíveis irregularidades, contribuindo para combater o transporte pirata”, afirmou o secretário. O dístico deve ser fixado no para-brisa dianteiro do veículo, de forma que seja possível fazer a leitura do código. Com o fim do prazo, a exigência passa a ser cobrada com sanções administrativas, incluindo multa e possibilidade de remoção do veículo em caso de descumprimento. [LEIA_TAMBEM]Como emitir o dístico Para emitir o dístico, o motorista não precisa pagar qualquer taxa à Semob; basta acessar o Portal do Condutor da Semob-DF, baixar o código e imprimir. O QR Code é exclusivo para identificação do veículo e do motorista como prestador de Stip. Por isso, o dístico não precisa ficar exposto quando o veículo não estiver em operação. De acordo com a Subsecretaria de Serviços da Semob-DF, para emitir o documento os motoristas precisam estar com a documentação atualizada, tanto do veículo quanto do prestador. Caso contrário, o interessado deverá procurar a empresa à qual está vinculado para a devida regularização. A Subser mantém atendimento presencial e telefônico destinado ao esclarecimento de eventuais dúvidas e ao suporte quanto às dificuldades surgidas ao longo do processo, no horário das 9h às 17h, no Edifício Infra (Setor de Autarquias Sul Quadra 1, Bloco G). Dúvidas podem ser encaminhadas ao e-mail stip@semob.df.gov.br ou pelos telefones (61) 3020-1241 e (61) 3020-1238. Os motoristas também podem acessar o manual de emissão do dístico Stip, onde se encontram todas as orientações para emissão e uso do código. *Com informações da Secretaria de Transporte e Mobilidade (Semob-DF)
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Contribuinte tem até sexta-feira (27) para quitar primeira parcela do IPVA de 2026; veja calendário
A Secretaria de Economia do Distrito Federal (Seec-DF) lembra aos proprietários de veículos que o prazo para pagamento das parcelas do IPVA para o exercício de 2026 começa na segunda-feira (23). O contribuinte tem até a sexta-feira (27) para quitar a primeira (ou única) parcela, dependendo do dígito final da placa do veículo. As que têm final com 1 ou 2 pagam no dia 23 e assim sucessivamente. Arte: Divulgação/Seec A Seec já enviou a cobrança pelos correios para os proprietários, mas a impressão do boleto está disponível no portal da Receita do DF, na aba Emitir o IPVA. As parcelas, iguais e sucessivas, não podem ser inferiores a R$ 50. “Quando o total do IPVA for inferior a R$ 100, o pagamento deverá ser feito em cota única”, esclarece o gerente do IPVA na Secretaria de Economia, Fabrício Bernardes. Cálculo do imposto Para este ano, não há mudanças nas alíquotas. Ela permanece de 1% para veículos de carga com lotação acima de 2.000 kg, caminhões-tratores, micro-ônibus, ônibus e tratores de esteira, de rodas ou mistos; de 2% para ciclomotores, motocicletas, motonetas, quadriciclos e tricliclos e 3% para automóveis, caminhonetes e utilitários. [LEIA_TAMBEM]A variação de valores dos veículos se dá, portanto, em decorrência do mercado, por conta do ano e da marca do modelo, por exemplo. A fundação Fipe usa base de cálculo elaborada a partir de estudo técnico regionalizado feito pela empresa, considerando exclusivamente os preços praticados no âmbito do Distrito Federal. Assim, eventual pesquisa generalizada realizada no site da Fipe não reflete o valor venal adotado na tabela oficial do imposto no DF. O IPVA terá uma variação média de 1,72%. Esse índice corresponde à alta do valor venal dos veículos, conforme pesquisa realizada pela Fipe entre setembro de 2024 a setembro de 2025. Isso significa que o automóvel cotado no mercado por R$ 80 mil pagará um IPVA de R$ 2,4 mil. A Seec estima que a arrecadação com o IPVA em 2026 será de R$ 2,14 bilhões. *Com informações da Seec-DF
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Iniciativas e investimentos do GDF em moradia são apresentados no lançamento da Campanha da Fraternidade 2026
Representando o Governo do Distrito Federal (GDF) no lançamento da Campanha da Fraternidade 2026 em Brasília, nessa quinta-feira (19), o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, apresentou as iniciativas e investimentos em moradia implementados no DF desde 2019. O evento, realizado pela Arquidiocese de Brasília no Colégio Marista da Asa Sul, aconteceu um dia após a Conferência Nacional dos Bispos do Brasil (CNBB) lançar a campanha, que este ano tem o tema “Fraternidade e Moradia” e o lema “Ele veio morar entre nós”. Participaram do evento: Dom Paulo Cezar Costa, cardeal arcebispo de Brasília; Dom Ricardo Hoepers, bispo auxiliar de Brasília; e Padre Thaisson da Silva Santarém, vice-coordenador de Pastoral e Assessor da Campanha da Fraternidade, além de líderes pastorais. A campanha da fraternidade convida a igreja e a sociedade a refletirem sobre a moradia como direito fundamental e expressão concreta da dignidade humana. No evento, o secretário de Governo apresentou as ações e investimentos do GDF para diminuir o déficit habitacional e assegurar dignidade de vida à população com obras de infraestrutura nas regiões mais necessitadas da presença do poder público. “É necessário ter um planejamento urbano sério, que passe pela vigilância da terra e pelo programa habitacional que atenda a todas as classes sociais, para que a gente possa ter o que chamamos de moradia legal”, disse. "É necessário ter um planejamento urbano sério, que passe pela vigilância da terra e pelo programa habitacional que atenda a todas as classes sociais, para que a gente possa ter o que chamamos de moradia legal”, destacou José Humberto Pires de Araújo | Foto: Nathália Brito/Segov-DF “O Governo do Distrito Federal estruturou três projetos que são relevantes na área habitacional. Um projeto é construir 80 mil novas moradias no DF. Na lista da Codhab há 96 mil pessoas em condições de entrar num programa habitacional. Parte dessa lista já está ocupando áreas irregulares onde o GDF está chegando com a infraestrutura, porque não tem mais necessidade de fornecer dentro do programa. No programa habitacional, o governo fez o seguinte recorte: pessoas sem renda nenhuma, que precisam receber a moradia de graça, e aí estão os deficientes — nós estamos entregando lá no Sol Nascente 450 lotes urbanizados e mais dois mil lotes urbanizados no Residencial Tamanduá no Recanto das Emas para vulnerabilidade plena, pessoas que não tem como pagar nada. O segundo, para quem tem até três salários mínimos”, informou José Humberto. Os outros dois projetos são programas de benefícios que ajudam na compra da moradia e no de reforma de casas em situações precárias. “O governador Ibaneis, juntamente com a Câmara Legislativa, criou o Cheque Moradia. O governo fornece para quem está entrando no programa habitacional um cheque de 16 mil reais para dar entrada no imóvel. E nós destinamos um percentual de recursos da Codhab para melhoria das moradias. São intervenções que ajudam muito as pessoas. Nesses dois programas, a gente já investiu 80 milhões de reais, que é um número bastante expressivo.” José Humberto destacou a importância da participação da sociedade na elaboração de políticas públicas e disse que o governo está à disposição para receber sugestões com o objetivo de aprimorar os programas voltados à moradia adotados pelo GDF. “A fé tem uma dimensão social. A fé implica olhar para as necessidades do irmão, da irmã. E é isso que nós estamos fazendo aqui. Olhando, percebendo o tema que é fundamental, a questão da moradia”, afirmou Dom Paulo Cezar Costa, cardeal arcebispo de Brasília. “A igreja quer dar sua contribuição no encaminhamento dessas questões que são fundamentais na vida da sociedade porque faz parte da dignidade do ser humano. Eu acho que agora é nos colocarmos a caminho como Arquidiocese, como paróquias, como comunidades, continuarmos esse diálogo profícuo e bonito que a gente já tem com as instâncias de governo na busca cada vez mais de dignificar, de promover a dignidade daqueles, principalmente, que mais precisam”, finalizou. O evento também teve o objetivo de preparar os agentes pastorais para amplificar o tema da campanha. *Com informações da Segov-DF
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Eventos alteram o trânsito neste fim de semana
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Acolhe DF reúne mais de 100 moradores no Plano Piloto
O programa Acolhe DF segue fortalecendo sua atuação no Plano Piloto com o avanço das reuniões comunitárias nas quadras da Asa Sul e da Asa Norte. A iniciativa, coordenada pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), tem como objetivo apresentar as ações do programa, esclarecer dúvidas e orientar a população sobre como acionar o serviço para acolhimento, tratamento e reinserção social de pessoas em situação de rua e/ou com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas. Desde o início desta etapa, no começo de fevereiro, mais de 100 moradores já participaram dos encontros realizados nas quadras que receberam o programa. As reuniões têm reunido moradores, síndicos, comerciantes, prefeitos de quadra e lideranças comunitárias, fortalecendo a construção de soluções conjuntas e ampliando o conhecimento sobre os fluxos de atendimento e abordagem social. Nesta semana, os encontros contemplam as quadras 210, 211, 212, 410, 411 e 412 Norte; 202, 203, 402 e 403 Sul; além das 215, 216, 415 e 416 Norte. A proposta é levar informação de forma direta às comunidades, aproximando o poder público da realidade vivida em cada território e orientando sobre como solicitar apoio e atendimento. Desde o início desta etapa, no começo de fevereiro, mais de 100 moradores já participaram dos encontros realizados nas quadras que receberam o programa | Foto: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Além das reuniões, a Tenda Acolhe DF será instalada de 23 a 27 de fevereiro na 203/204 Sul, próximo ao OBA Hortifruti e ao lado do “Pé de Galo Bar”, funcionando de segunda a sexta-feira, das 9h às 17h. O espaço oferecerá escuta qualificada, orientações presenciais e encaminhamento voluntário para tratamento da dependência de álcool e outras drogas. A tenda também atuará como ponto de referência para moradores que desejam solicitar abordagem social, obter informações sobre o funcionamento do programa ou receber orientações sobre os serviços disponíveis na rede pública. O canal oficial do programa para pedidos de apoio, esclarecimentos e encaminhamentos, fortalecendo a conexão entre a comunidade e a equipe técnica responsável pelas abordagens e atendimentos é o telefone (61) 99125-7179. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, essa nova fase consolida a importância da escuta ativa. “O Acolhe DF é uma política pública estruturada, que envolve prevenção, acolhimento, tratamento e reinserção social. Quando dialogamos diretamente com a comunidade, fortalecemos a rede de apoio e garantimos que as pessoas saibam como acionar o programa. Essa aproximação é essencial para que as ações tenham ainda mais efetividade”, destaca. Voz da comunidade Moradora da Asa Norte que já participou de uma das reuniões, a aposentada Maria Lúcia Andrade, 71 anos, avalia que o encontro trouxe mais clareza e segurança aos moradores. “A reunião foi fundamental para entendermos que existe um trabalho organizado, com acolhimento e encaminhamento adequado. Saber que o governo está atento à realidade das quadras nos dá mais tranquilidade e confiança”, afirma. O Acolhe DF é uma política pública coordenada pela Sejus-DF voltada à prevenção, ao acolhimento, ao tratamento e à reinserção social de pessoas em situação de rua e/ou com transtornos decorrentes do uso de álcool e outras drogas. A atuação inclui busca ativa e abordagem social humanizada, realizada por equipes capacitadas que oferecem escuta qualificada e encaminhamento voluntário para tratamento. O foco é garantir respeito, dignidade e construção de vínculo com a pessoa atendida. Atualmente, o programa conta com seis comunidades terapêuticas conveniadas, que oferecem acolhimento e tratamento a pessoas encaminhadas voluntariamente, com acompanhamento técnico especializado e foco na superação da dependência, na reconstrução de projetos de vida e na reintegração familiar e social. Serviço Reuniões comunitárias – Acolhe DF Segunda-feira (23/2) Quadras 210/211/212/410/411/412 Norte Local: SQN 211 – Salão de festas do Bloco “K” Terça-feira (24/2) Quadras 202/203/402/403 Sul Local: SQS 203 – Salão de festas do Bloco “I” Quarta-feira (25/2) Quadras 215/216/415/416 Norte Local: SQN 216 – Salão de festas do Bloco “B” Tenda Acolhe DF 203/204 Sul, próximo ao OBA e ao lado do “Pé de Galo Bar” De 23 a 27 de fevereiro Das 9h às 17h *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)
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Eventos alteram o trânsito do DF neste fim de semana
Para manter a segurança dos foliões durante o desfile do bloco Joaninha, neste sábado (21), das 12h às 20h, no estacionamento do Centro Cultural do Taguaparque, em Taguatinga, o Departamento de Trânsito (Detran-DF) vai atuar em vias da região. Imagens: Divulgação/Detran-DF As equipes farão a sinalização da via principal do Taguaparque, em frente à administração, para evitar a prática de estacionamento irregular. Durante o evento, agentes do Detran-DF e do Departamento de Estradas de Rodagem (DER-DF) também farão patrulhamento nas vias adjacentes, com o objetivo de garantir a fluidez do tráfego e a segurança viária. Guará No domingo (22), durante a Rua de Lazer do Guará — das 6h às 17h —, todos os acessos à Avenida Central do Guará II, entre a 4ª Delegacia de Polícia e o Edifício Consei, na EQ 31/33, ficarão fechados. Além das interdições na via, as equipes de fiscalização do Detran-DF farão o controle do tráfego nas imediações do evento. *Com informações do Detran-DF
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Guias de turismo transformam visitas em experiências e impulsionam crescimento internacional de Brasília
Em 21 de fevereiro, quando é celebrado o Dia Internacional do Guia de Turismo, Brasília tem ainda mais motivos para valorizar esses profissionais. Em 2025, a capital federal registrou recorde na chegada de visitantes internacionais, com cerca de 110 mil turistas estrangeiros. A Argentina lidera o ranking dos países emissores, seguida por Estados Unidos, Peru, Colômbia e Portugal, consolidando o destino brasiliense no cenário global. Mais do que apresentar monumentos, os guias são responsáveis por transformar a visita em uma experiência completa, conectando história, arquitetura e identidade cultural. Para mostrar essa rotina de perto, a Secretaria de Turismo (Setur-DF) acompanhou um dia de trabalho do guia Flávio Dino Carlos, de 28 anos, que atua há três anos na capital, atendendo principalmente o público internacional. O guiamento realizado por Flávio para o casal inglês John e Sheila Pator incluiu alguns dos principais cartões-postais da cidade, como Memorial JK, Santuário Dom Bosco, Catedral de Brasília, Congresso Nacional, Praça dos Três Poderes, Ponte JK e Palácio da Alvorada, além do Setor de Embaixadas Sul. Especializado em atender o público internacional, o guia Flávio Dino Carlos conduziu os ingleses John e Sheila Pator pelos principais cartões-postais da cidade | Foto: Divulgação/Setur-DF Acostumado a receber turistas de países como Estados Unidos, França, Itália, Alemanha, Suíça, África do Sul, Turquia e Noruega, o guia avalia que o crescimento do fluxo internacional exige investimento constante em qualificação. “Brasília recebe milhares de turistas estrangeiros, e ainda estamos escassos de guias que falem inglês fluentemente. Como é o idioma universal, é fundamental que o guia capacitado e credenciado saiba se comunicar bem no idioma”, afirma. Segundo ele, grande parte dos atendimentos ocorre por meio de parcerias com hotéis, que fazem a indicação diretamente na recepção. “Trabalhamos de forma conjunta com hotéis, bares e restaurantes. Eles nos indicam, o que facilita o trabalho de todos e dá segurança aos turistas”, completa Flávio. Experiência que muda a percepção do Brasil O interesse pela arquitetura moderna foi o que motivou o casal inglês a incluir Brasília no roteiro de férias. Depois de passarem pelo Rio de Janeiro, eles decidiram permanecer por mais quatro dias na capital para conhecer de perto as obras que já admiravam na Europa, influenciadas por Le Corbusier. Indicados pelo hotel onde estão hospedados, eles contaram com o acompanhamento do guia durante o passeio e destacaram a importância da experiência para compreender melhor a cidade. “Muitas pessoas na Europa pensam que o Brasil é apenas Rio de Janeiro, praia e Carnaval, mas a capital é fundamental para entender o país. Se você visita apenas as praias, não conhece realmente o Brasil”, afirmaram. Profissionais essenciais para o crescimento do turismo Flávio Dino Carlos: "Brasília recebe milhares de turistas estrangeiros, e ainda estamos escassos de guias que falem inglês fluentemente" Para o secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo, o trabalho dos guias tem impacto direto na consolidação de Brasília como destino internacional: “Os guias de turismo são fundamentais para o desenvolvimento do setor. São eles que acolhem o visitante, contam a nossa história e traduzem a essência da capital. O recorde de turistas estrangeiros mostra que Brasília está cada vez mais presente no cenário mundial, e esses profissionais têm papel decisivo para transformar cada visita em uma experiência de qualidade, movimentando toda a cadeia produtiva do setor turístico”. Embaixadores de Brasília Para o guia de turismo Juan Luis Hermida, vice-presidente do Sindigtur-DF, o profissional é um verdadeiro representante do destino. “O guia de turismo é um embaixador da cidade. Não é a mesma coisa uma visita sem alguém que explique e contextualize. O guia transforma dados em uma narrativa viva, conta por que a capital foi transferida, quem fez os monumentos, o que eles representam, e isso encanta o turista”, destaca. Ele ressalta que Brasília se consolida como referência no turismo cívico e arquitetônico, atraindo estudantes de todo o país e visitantes estrangeiros interessados nas obras de Oscar Niemeyer e no plano urbanístico de Lucio Costa. Atualmente, 400 guias estão cadastrados no sindicato, e os profissionais que dominam outros idiomas atuam praticamente sem baixa temporada. Profissão regulamentada e especializada Para atuar na área, é necessário concluir o curso técnico de Guia de Turismo e realizar o cadastro no Cadastur, do Ministério do Turismo, que garante a credencial profissional. O guia regional é especialista no destino onde atua, assegurando ao visitante informações qualificadas e uma vivência mais completa. Neste Dia Internacional do Guia de Turismo, Brasília celebra não apenas números históricos, mas os profissionais que dão voz aos monumentos, contextualizam a história e fazem com que cada visitante leve consigo uma nova visão sobre a capital do país. *Com informações da Secretaria de Turismo (Setur-DF)
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Ação de acolhimento à população em situação de rua ocorre no Plano Piloto neste fim de semana
O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 15 endereços do Plano Piloto. A ação está prevista para ter início às 9h deste sábado (21), é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios | Foto: Agência Brasília A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA Trecho 04, Lotes 1380/1420, para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes. No decorrer de toda a semana, as secretarias realizaram abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja abaixo os pontos de ação neste sábado (21) e domingo (22): Estacionamento do Ministério da Defesa; L3 Norte, altura da 611 e adjacências; SQN 416, em frente ao bloco M; SQN 216, ao lado do bloco A; SQN 316/315, atrás da Igreja Messiânica; SQN 310, ao lado da quadra de esportes; SQNW 310, área verde; SQNW 702/703, área verde; Setor Comercial Sul; Centro POP; Área verde entre o colégio Serios e o Aeroclube; SGAS 902, nas proximidades da faculdade Mackenzie; SGAS 904, atrás da UDF, ao lado da Nadarte; SHIGS 703/704, praça Galdino Jesus dos Santos; Vias W5 e W4, extensão da 903 a 905 e da 702 a 705. *Com informações da DF Legal
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Crimes sem violência ou grave ameaça foram os mais atendidos em audiências de custódia no 2º semestre de 2025
Os processos envolvendo crimes sem violência ou grave ameaça à pessoa lideram a lista de casos atendidos pela Defensoria Pública do Distrito Federal (DPDF) no âmbito das audiências de custódia no segundo semestre de 2025. De acordo com o relatório elaborado pelo Núcleo de Assistência Jurídica das Audiências de Custódia e da Tutela Coletiva dos Presos Provisórios (Nacjus), 62,59% dos atendimentos foram relacionados a delitos dessa categoria, sendo 45,21% correspondentes a crimes contra o patrimônio sem violência e 34,08% a tráfico de drogas. O levantamento considerou 2.684 entrevistas, realizadas entre julho e dezembro de 2025. Defensoria Pública atua de forma a garantir os direitos fundamentais da população | Foto: Divulgação/DPDF Segundo o documento, 86,4% dos defendidos se declararam pretos (22,43%) ou pardos (63,97%), de acordo com os critérios adotados pelo Instituto Brasileiro de Geografia e Estatística (IBGE). Ao todo, 90,69% dos custodiados eram do sexo masculino com renda mensal média de R$ 1.866,61. Ainda conforme o documento,19,34% tinham idade entre 41 e 50 anos, sendo 60,39% considerados primários. Entre as regiões administrativas que registraram o maior número de prisões, Ceilândia aparece na liderança (14,68%), seguida por Planaltina (7,68%) e Samambaia (7,41%). “O relatório demonstra que a maior parte dos casos atendidos envolve crimes sem violência, o que exige uma atuação atenta nas audiências de custódia para evitar prisões desnecessárias e garantir a aplicação de medidas adequadas e proporcionais”, avalia o defensor público-geral, Celestino Chupel. “A Defensoria Pública atua para assegurar que os direitos fundamentais sejam respeitados desde o primeiro momento da prisão, contribuindo para decisões mais justas e para a redução de desigualdades estruturais que marcam o Sistema de Justiça criminal.” Confira o relatório na íntegra. *Com informações da Defensoria Pública do DF
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