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Final de semana no DF tem blocos pós-Carnaval, exposições de arte e sessões de indicados ao Oscar

O Carnaval chegou ao fim, mas a folia continua no Quadradinho. Com investimento de R$ 10 milhões, o DF Folia 2026 iniciou no dia 7 deste mês e segue até 1º de março, com 73 blocos em 18 regiões administrativas. Neste sábado (21), estão programados os blocos Maria Vai Casoutras, das 13h às 21h, no estacionamento do Parque Ana Lídia; Calango Alternativo, das 14h às 23h, na QN 302, Conjunto 8, Samambaia Sul; Joaninha 2026, das 12h às 20h, no estacionamento do Centro Cultural do Taguaparque e Ressaca do Carnaval, das 16h à meia-noite, no Núcleo Bandeirante. O bloco Manga Botânica marca presença no Parque Vivencial do Jardim Botânico, domingo | Foto: Divulgação Domingo (22) também será dia de festa graças aos blocos Manga Botânica, das 14h às 22h, no Parque Vivencial do Jardim Botânico; e Choro no Eixo com Márcio Marinho e convidados, das 9h às 17h, no Eixão, na altura da 207 Norte. A programação é atualizada no site da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). Além dos eventos carnavalescos, a Agência Brasília listou atrações para o final de semana que contam com apoio do Governo do Distrito Federal (GDF). Confira abaixo.  Para a criançada Reaberto pelo GDF em dezembro de 2024, o Teatro Nacional Claudio Santoro será palco de muitas brincadeiras e risadas neste final de semana. O evento Ressaquinha em Cena montou uma programação especial gratuita para os pequenos, com pintura de rosto, personagens vivos, brinquedos infláveis e espaço de experimentação sensorial, nos foyers Martins Pena e Vila Lobos. No sábado, as atividades vão das 14h às 17h; no domingo, das 10h às 14h. Os ingressos são gratuitos e devem ser retirados na plataforma Sympla. Pais e responsáveis terão a oportunidade de conhecer a exposição É Pau, É Pedra, de Sergio Camargo. Sétima arte No Cine Brasília, uma das atrações é Jurassic World: Recomeço | Foto: Divulgação O Cine Brasília preparou uma programação especial para os foliões que, após dias intensos de festa, desejam descansar e relaxar. A Mostra Oscar 2026 continua com as estreias de Coração de Lutador — The Smashing Machine e A Hora do Mal, além de novas sessões de O Agente Secreto, Foi Apenas um Acidente, Valor Sentimental, Pecadores, Frankenstein, Sonhos de Trem, Sirât, A Meia-Irmã Feia, Jurassic World: Recomeço e Zootopia 2. Para celebrar o espírito carnavalesco, o cinema recebe o lançamento do minidoc Calango Careta — 10 Anos de Eterno Carnaval, nesta sexta (20), às 18h. Também nesta sexta, às 20h30, e no sábado, às 18h30, haverá Sessão Clássicos com Amor à Flor da Pele, que marcou o cinema ásiatico contemporâneo. No sábado, a Sessão Acessível traz o filme Nó, com entrada gratuita. Já as Sessões Atípicas serão na quarta (25), com Zootopia, às 10h, e O Menino e o Panda, às 15h, tendo ingressos no valor promocional de R$ 5 a meia e R$ 10 a inteira. Inclusão Moradores da Estrutural e São Sebastião terão a oportunidade de ir ao cinema pertinho de casa. É que o Cine Funn passará pelas duas regiões, com sessões gratuitas de curtas e longas-metragens nacionais, e espetáculos teatrais e circenses. O circuito itinerante estará em São Sebastião, nesta sexta e no sábado, no Ginásio São Bartolomeu (Quadra 2, Conjunto 13, Bairro São Bartolomeu). Na Estrutural, o evento será entre os dias 23 e 27, com oficinas de fotografia e vídeo, além de cinema ao ar livre. Ancestralidade Além de exposições, o Memorial dos Povos Indígenas tem atividades abertas no sábado pelo projeto Arandu: Ouvir o Tempo | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília Que tal visitar o Memorial dos Povos Indígenas? Localizado no Eixo Monumental, o espaço recebe o projeto educativo Arandu: Ouvir o Tempo, com atividades até o final de março. Neste sábado, às 11h, haverá leitura de imagens, e na terça (24), às 14h, será ministrada a formação O tempo não é linha: diálogos sobre arte indígena contemporânea. As experiências são mediadas por pesquisadoras indígenas, voltadas à escuta, ao diálogo intercultural e à valorização dos saberes e das expressões indígenas contemporâneas. As exposições também chamam a atenção. Até domingo, fica em cartaz a mostra Bancos Indígenas do Brasil: Rituais, que apresenta 54 obras de 39 etnias sobre o papel central dos rituais na vida indígena. Além disso, a exposição Território da Diversidade apresenta um conjunto de objetos, artefatos, fotografias e painéis informativos sobre os povos krahô, mebengokre, fulni-ô, mehinako, waurá, kamayurá, yawalapiti, mbya guarani, xavante e kariri-xocó. O museu abre de terça a domingo, das 9h às 17h, com entrada gratuita. Arte No Museu de Arte de Brasília (MAB), os visitantes podem conhecer o projeto Hospitalidade, que reúne as exposições Imagem Arkhé, Fazer o Quilo, A Erosão Inevitável do Tempo e Imagem Escrita Palavra Pintada, em vigor até 1º de março. Haverá uma visita guiada neste sábado, às 16h, com mediações e performance do artista Rafael Vaz. Além disso, até quinta-feira (26), está disponível a mostra Diálogos da Liberdade, na Coleção Brasília, que aborda o início da capital federal, por meio de fotografias, peças e objetos históricos. O MAB funciona das 10h às 19h, todos os dias, exceto terças-feiras. Fauna e flora Apreciar os animais em ambiente protegido é a dica da semana do Zoológico, que, aos domingos, tem entrada gratuita | Foto: Divulgação/FJZB  O Jardim Botânico de Brasília (JBB) estará de portas abertas para a população neste final de semana, das 8h30 às 17h (com entrada permitida até as 16h30). De terça a sábado, o ingresso custa R$ 5 por pessoa; aos domingos, é gratuito, pelo programa Lazer para Todos. A gratuidade aos domingos e feriados também contempla o Zoológico de Brasília, que funciona das 8h30 às 17h, com venda de ingressos até as 16h. O pagamento é em dinheiro, Pix ou cartão de débito e crédito. Com o Vai de Graça, a população pode acessar estes e outros equipamentos sem preocupação em relação ao deslocamento. Lançado no ano passado, o programa permite a gratuidade nos ônibus e no metrô aos domingos e feriados.    

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Sobradinho II e Planaltina ganham duas UBSs reformadas

A população de Planaltina, Arapoanga, Sobradinho, Sobradinho II e Fercal conta, agora, com duas unidades básicas de saúde (UBSs) reformadas. As melhorias incluíram intervenções no piso, parede e teto, além de readequações dos espaços internos. Todas as mudanças foram pensadas para levar mais conforto aos usuários e melhores condições de trabalho às equipes, com reflexo direto na ampliação da capacidade assistencial. "Vamos ganhar muito com um espaço mais amplo e adequado, bem como servidores melhor instalados. Nosso objetivo é prestar um bom atendimento à população sempre”, destaca a enfermeira da UBS 7 de Planaltina, Kaelly Thamara Sousa. A unidade localizada no Jardim Roriz passou por uma reestruturação que aumentou o número de consultórios (de três para seis) e criou salas exclusivas de curativos e acolhimento. Para as equipes, o local disponibiliza salas específicas aos agentes comunitários de saúde (ACSs) e novos espaços destinados à administração de medicamentos e ao funcionamento da farmácia. O banheiro masculino também foi ampliado, visando atender adequadamente pessoas com deficiência. UBS 6 de Sobradinho II passou por ampliação, passando a contar com três consultórios, além de salas de acolhimento separadas para cada equipe | Foto: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF Pensando no conforto dos usuários, há, ainda, uma ala de espera externa coberta, oferecendo proteção contra a chuva e o sol. Os consultórios receberam aparelhos de ar-condicionado e a Sala de Vacina ampliou seus horários, atendendo todos os dias. Mais conforto Já a UBS 6 de Sobradinho II, situada no Vale das Acácias, no Setor de Mansões, conta com três consultórios, salas de acolhimento separadas para cada equipe — Vale das Acácias e Vila Rabelo — e salas específicas para medicação e curativos. Também foram instalados aparelhos de ar-condicionado nos consultórios e realizadas melhorias estruturais em pisos, paredes e teto. Para o supervisor da Gerência de Serviços da Atenção Primária 6 de Sobradinho, Rivaldo Gonçalves, a readequação atende especialmente a uma demanda antiga da região. “Antes, a equipe dedicada à população da Vila Rabelo fazia o atendimento na UBS 1 de Sobradinho II, um local mais longe. Com a revitalização, a comunidade é assistida em um espaço mais próximo dela", explica o gestor. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)

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Grupo multidisciplinar é criado na UBS 1 de Taguatinga para cuidados integrais de doenças crônicas

A Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 de Taguatinga abriu, nesta quinta-feira (19), um grupo coletivo voltado ao cuidado e à atenção integral de pacientes com doenças crônicas. O Viva Leve reúne uma equipe composta por nutricionista, fisioterapeuta, fonoaudióloga, assistente social e farmacêutica. A proposta aborda o sobrepeso considerando aspectos físicos, emocionais e comportamentais. Os encontros são semanais, sempre às quintas-feiras. A turma terá acompanhamento por três meses, quando um novo grupo será formado. Os intregrantes do grupo dão força uns aos outros para poderem enfrentar as doenças tratadas no projeto | Fotos: Jhonatan Cantarelle/Agência Saúde DF O projeto é resultado de uma observação da equipe: pacientes que, mesmo inseridos em diferentes atividades da unidade, apresentavam problemas semelhantes. “Todos tinham várias condições médicas em comum, como sobrepeso, dores crônicas, ansiedade, depressão, má qualidade de sono, entre outras”, elenca a nutricionista do grupo, Raquel Cota.  A profissional destaca que a proposta é promover um cuidado integral, centrado na pessoa e não apenas na doença: “Estudos recentes indicam a importância de uma abordagem holística. Então, vamos tratar todas as questões — atividade física, estresse, saúde mental, sono, alimentação — simultaneamente”. Cuidado simplificado Eline Maria Brito: "No final desses três meses, pretendo estar com um peso menor, comendo mais saudável e controlando as minhas doenças" A fisioterapeuta da UBS 1 de Taguatinga, Maria Aparecida Moreira,  explica que o grupo busca soluções práticas e acessíveis para o autocuidado no dia a dia. “Por exemplo, fazer atividade física em casa. Se o paciente não tem acesso a uma academia, como vai se exercitar? A gente pensa em uma solução para o problema. Assim, vamos identificando os dificultadores até a pessoa perceber que é capaz e que consegue sair de um processo não saudável”, indica.  Com a expectativa alta e positiva, Eline Maria Brito, 61, está na primeira turma e espera controlar o diabetes e a hipertensão. “Cuidar da alimentação e do corpo pode ser bem complicado. Então, muitas vezes, precisamos buscar por um incentivo, uma ajuda, como o Viva Leve. Pretendo no final desses três meses estar com um peso menor, comendo mais saudável e controlando as minhas doenças”, revela.  [LEIA_TAMBEM]A moradora de Taguatinga conta que o apoio coletivo é um dos diferenciais do grupo. “Acredito muito que vou alcançar as minhas metas porque, além de contar com excelentes profissionais, há os amigos do lado, que também são grandes incentivadores", afirma Eline.  Nesse primeiro encontro, cerca de 20 usuários do Sistema Único de Saúde (SUS) atendidos no território da unidade participaram das atividades. Para ampliar o suporte ao acompanhamento, cada integrante recebeu uma cartilha elaborada pela própria equipe da UBS 1 de Taguatinga. Na caderneta há espaços para registro da evolução individual, orientações de planejamento alimentar, definição de metas e monitoramento de hábitos.  *Com informações da Secretaria de Saúde

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DF registra alta histórica de quase 300% nos pedidos via LAI

A participação cidadã no Distrito Federal está em alta. Dados do Painel de Transparência Passiva do DF mostram que os pedidos feitos via Lei de Acesso à Informação (LAI) alcançaram alta histórica, com crescimento de 296%. Em 2022, foram registrados 7.759 pedidos de informação. Já em 2025, esse número saltou para 27.256 solicitações, representando aumento de quase 300%. O tempo médio de atendimento também caiu, passando de 12 para oito dias (o prazo legal é de 20 dias, podendo ser prorrogado por mais dez), demonstrando maior agilidade da administração pública. Ou seja, com média de oito dias para resposta, o DF utiliza apenas 40% do prazo previsto em lei. No ano passado, pedidos feitos via Lei de Acesso à Informação (LAI) alcançaram alta histórica, com crescimento de 296% | Fotos: Divulgação/CGDF O ponto de virada foi o lançamento do site Participa DF, em dezembro de 2022. A iniciativa promoveu mudanças digitais e administrativas para facilitar a vida do cidadão. As principais melhorias incluíram: → Unificação de login: passou a ser o mesmo tanto para as manifestações de ouvidoria quanto para os pedidos de acesso à informação; → Menos burocracia: redução do número de etapas para registro de pedidos; [LEIA_TAMBEM]→ Pedidos múltiplos: possibilidade de enviar solicitações para diferentes órgãos, otimizando o tempo do usuário. O Portal da Transparência também apresentou números expressivos de acesso. Foram registradas 14 milhões de visualizações em 2025, com média aproximada de 70 mil usuários mensais, o que demonstra o interesse da população em acompanhar, de forma direta e proativa, informações sobre a gestão pública, como execução orçamentária, contratos, licitações e despesas governamentais. Entre os órgãos mais demandados pelos cidadãos estão a Secretaria de Saúde (SES-DF), a DF Legal e o Departamento de Trânsito (Detran-DF), áreas diretamente relacionadas ao cotidiano da população. “A ampliação da participação popular é o reflexo de uma população que entende seu papel na construção de uma gestão pública mais transparente, ética e eficiente. O acesso à informação é um direito garantido por lei e uma ferramenta essencial para que a sociedade contribua para a melhoria das políticas públicas”, destaca o controlador-geral do DF, Daniel Lima. O site Participa DF promoveu mudanças digitais e administrativas para facilitar a vida do cidadão Transparência Além da simplificação dos pedidos de acesso à informação e das manifestações de ouvidoria, o site disponibiliza acesso ao Portal da Transparência e ao Portal de Dados Abertos, pilares da transparência ativa. Nesses canais, informações sobre execução orçamentária, licitações e remunerações ficam acessíveis ao cidadão sem necessidade de solicitação prévia. Já o Painel de Ouvidoria e o Painel de Transparência Passiva apresentam dados sobre manifestações e pedidos registrados, com filtros por período, tema e situação. “Ao integrar essas plataformas, nossa intenção foi criar um ambiente digital acessível, no qual o direito à informação deixa de ser um conceito e se torna simples, rápido e real para os mais de 1 milhão de usuários cadastrados no Participa DF”, afirma Daniel Lima. *Com informações da Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF)

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Sai o resultado da primeira fase do Programa Centelha DF

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) divulga o resultado da Fase 1 do Programa Centelha no Distrito Federal. Ao todo, 200 ideias inovadoras avançam para a Fase 2 da iniciativa, que apoia a transformação de ideias em negócios de base tecnológica. Nesta edição, o programa registrou, só no DF, 692 projetos submetidos, apresentados por 1.554 empreendedores cadastrados. O volume de propostas demonstra a mobilização do ecossistema local e o interesse de empreendedores em estruturar soluções inovadoras com potencial de mercado. As propostas foram submetidas por proponentes de 30 regiões administrativas, alcançando 88% do território do Distrito Federal, o que evidencia capilaridade e abrangência da iniciativa. As propostas contemplam ampla diversidade de setores estratégicos. Entre as temáticas mais recorrentes estão inteligência artificial e machine learning, impacto socioambiental e tecnologia social, refletindo alinhamento às agendas contemporâneas de transformação digital, inovação sustentável e desenvolvimento social. Arte: FAPDF A maioria das ideias foi apresentada por equipes de pequeno porte, característica comum de empreendimentos em estágio inicial de maturação, indicando forte protagonismo de empreendedores individuais e pequenos times na construção de novos negócios inovadores. Sobre o Programa Centelha O Programa Centelha incentiva a transformação de ideias inovadoras em negócios por meio da oferta de recursos financeiros na modalidade de subvenção econômica, bolsas de apoio técnico, capacitações e suporte à estruturação dos empreendimentos. Em sua terceira edição, o programa prevê investimento de R$ 155 milhões em todo o país, com expectativa de apoiar mais de 1.100 projetos. A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Fundação CERTI. Acesse o resultado clicando aqui. *Com informações da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF)

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👮‍♂️🧑‍🚒🚔🚒II Conferência de Segurança Pública ilab-segurança 2026

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Treinamento em emergência cardíaca fortalece atendimento na UTI do Hospital de Santa Maria

Os primeiros minutos de uma parada cardíaca são determinantes entre a vida e a morte. Pensando nisso, enfermeiros e fisioterapeutas da Unidade de Terapia Intensiva (UTI) do Hospital Regional de Santa Maria participaram, nesta quinta-feira (19), de um treinamento teórico-prático sobre Suporte Avançado de Vida em Cardiologia (ACLS). A capacitação, conduzida pelo intensivista do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), Fernando Oliveira Gomes, abordou a resposta a emergências cardíacas graves. O foco incluiu o manejo de paradas cardiorrespiratórias, bradicardias (ritmo lento) e taquicardias (ritmo acelerado), priorizando a segurança e a rapidez no atendimento. “Quando ocorre algum evento do tipo, a equipe precisa agir imediatamente. Não há tempo para dúvidas. Cada profissional precisa saber exatamente qual é o seu papel. O treinamento serve para que essa resposta seja quase automática, ordenada e eficiente”, explica o médico. Durante o encontro, os participantes revisaram protocolos e treinaram etapas essenciais do atendimento. Segundo o especialista, o ACLS pode ser resumido em três pilares fundamentais: tempo, qualidade e trabalho em equipe. Nos primeiros minutos, a prioridade é seguir a chamada cadeia de sobrevivência no adulto, que envolve reconhecimento precoce da parada cardíaca e acionamento imediato do time, realização de ressuscitação cardiopulmonar (RCP) de alta qualidade, desfibrilação rápida quando indicada, manejo avançado de via aérea com administração de medicamentos, identificação de causas reversíveis e, após o retorno da circulação espontânea, cuidados intensivos pós-parada. Durante o encontro, os participantes revisaram protocolos e treinaram etapas essenciais do atendimento | Foto: Divulgação/IgesDF Cada segundo conta Na prática, cada profissional precisa ter funções específicas dentro do atendimento. A equipe de enfermagem é responsável pelo monitoramento do paciente, preparo e administração de medicamentos, obtenção de acesso venoso e registro das ações realizadas. Já a fisioterapia atua principalmente no manejo da via aérea, no controle da ventilação e na otimização da oxigenação do paciente. Ambos trabalham diretamente nas compressões torácicas, revezando a cada dois minutos para manter a qualidade da manobra e reduzindo ao máximo as pausas, fator essencial para aumentar as chances de sobrevivência. Para a enfermeira intensivista e chefe do Serviço de Enfermagem da UTI, Flávia Carvalho, o treinamento fortalece a segurança assistencial e a integração da equipe. “É um momento para esclarecer dúvidas, aprimorar a identificação dos ritmos cardíacos e melhorar a comunicação entre os profissionais. Em uma intercorrência, sincronia e agilidade são fundamentais. Treinamos para que, quando acontecer, todos saibam exatamente como agir”, afirma. A capacitação faz parte de um ciclo de treinamentos que contempla toda a equipe multiprofissional da UTI. Paralelamente, também estão sendo realizadas aulas sobre Suporte Básico de Vida (BLS), ministradas pelo médico intensivista Clayton Ferreira, com foco nas primeiras manobras em situações de emergência. Ao todo, o treinamento ocorre ao longo de quatro dias, com quatro turmas diárias, totalizando 16 encontros. A organização em diferentes horários garante a participação de todos os colaboradores sem comprometer a assistência prestada aos pacientes. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF)

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GDF inicia vacinação contra dengue para profissionais de saúde que atuam em linha de frente

A Secretaria de Saúde (SES-DF) iniciou, nesta quinta-feira (19), a vacinação contra a dengue para profissionais da área no Distrito Federal. No primeiro momento, a imunização contempla trabalhadores com maior exposição à doença, como é o caso dos agentes de Vigilância Ambiental (Avas), que atuam no combate aos focos do Aedes aegypti, e dos que atendem diretamente pacientes, caso das equipes de Consultório na Rua (eCR) e de Saúde da Família (eSF). A enfermeira Larissa Andrade, da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1 do Núcleo Bandeirante, ressalta a diferença que a imunização pode fazer na assistência: "Para mim, é muito importante ficar protegida. Assim, evito ficar doente e posso cuidar melhor dos pacientes", argumenta. "Essa vacina me dá a segurança necessária para fazer os atendimentos", acrescenta a técnica de enfermagem Rosiane Correa, da eCR da UBS. A enfermeira Larissa Andrade destaca que estar protegida contra a doença significa poder cuidar dos pacientes | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Estratégia complementar A vacinação contra a dengue continua aberta a todas as crianças e adolescentes de 10 a 14 anos de idade. Em paralelo, a chegada de novas doses produzidas pelo Instituto Butantan permitiu o início da nova estratégia, focada na proteção dos profissionais de saúde que atuam na linha de frente do combate à doença.  “Essa é uma medida estratégica de proteção coletiva, que contribui para reduzir afastamentos, garantir a continuidade dos serviços e assegurar assistência qualificada à população do DF”, explica o coordenador da Atenção Primária da SES-DF, Afonso Abreu. Nesse sentido, as salas de vacina têm recebido doses suficientes para atender tanto seus servidores elegíveis quanto os Avas dos Núcleos de Vigilância Ambiental próximos.  Tereza Luiza Pereira, gerente da Rede de Frio da SES-DF, endossa o papel de equipes de saúde mais protegidas para garantir a qualidade da rede pública. “Ao vacinar quem está na linha de frente, zelamos também pelos usuários do sistema, pois ampliamos a capacidade de resposta dos serviços de saúde”, avalia.  *Com informações da SES-DF

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GDF lança edital que permite regularização por interesse social em Arniqueira

Nesta quinta-feira (19), o Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Agência de Desenvolvimento do DF (Terracap), lançou edital que cria uma alternativa para famílias de menor renda que vivem em áreas em processo de regularização fundiária no DF. A primeira região contemplada será Arniqueira. Com a medida, moradores que se enquadrarem na Regularização Fundiária de Interesse Social (Reurb-S) poderão solicitar o enquadramento e ter acesso a benefícios como redução da taxa de juros, possibilidade de utilização do FGTS na aquisição do imóvel e, nos casos previstos em lei, a regularização do lote por meio de doação. "O objetivo é facilitar a vida de quem deseja regularizar sua área de moradia e ter a tranquilidade de receber a escritura definitiva" Governador Ibaneis Rocha O governador Ibaneis Rocha destacou que o edital publicado para aquisição dos terrenos em Arniqueira foi amplamente construído em diálogo com a administração regional e lideranças locais. Segundo ele, o documento prevê condições facilitadas para os moradores, com redução de preços ao máximo possível, ampliação do prazo de parcelamento e diminuição das taxas de juros. “O objetivo é facilitar a vida de quem deseja regularizar sua área de moradia e ter a tranquilidade de receber a escritura definitiva”, afirmou. Em Arniqueira, toda a área estava anteriormente enquadrada apenas como Regularização Fundiária de Interesse Específico (Reurb-E), o que significava que todos os ocupantes precisariam adquirir o lote por meio de compra. Com a nova medida, famílias que se enquadrarem como “interesse social” poderão solicitar o reenquadramento para Reurb-S. A medida leva em consideração o perfil socioeconômico dos moradores e a metragem de interesse social | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Na prática, quando o lote for incluído em edital de venda direta da Terracap, o morador que tiver renda familiar de até cinco salários mínimos, residir em imóvel de até 250 metros quadrados, não possuir outro imóvel no DF, não ter sido beneficiado anteriormente por programa habitacional e atender aos critérios técnicos estabelecidos poderá solicitar o enquadramento como interesse social. Nesses casos, o processo será encaminhado à Companhia de Desenvolvimento Habitacional (Codhab-DF), com possibilidade de regularização por meio de doação, conforme previsto em lei. A administradora regional de Arniqueira, Telma Rufino, destacou que a medida atende a demandas específicas da região, levando em consideração o perfil socioeconômico dos moradores e a metragem de interesse social. “Essa foi uma demanda que levamos à Terracap, pensando nas famílias que moram há muitos anos na região e que não têm condições de adquirir o lote pelas regras tradicionais. São pessoas que vivem em lotes menores, de até 250 metros quadrados, e que realmente precisam desse olhar social”, afirmou. Telma Rufino: "É uma medida que garante dignidade e segurança jurídica a quem mora há anos nessas áreas e não tinha condições de regularizar o imóvel" De acordo com Telma Rufino, o pleito foi construído em parceria entre a administração e a equipe técnica da Terracap, até resultar na proposta atual. Ela ressaltou que a iniciativa amplia o acesso a moradia não apenas em Arniqueira. “Não é uma medida restrita à nossa cidade. Vai alcançar todo o Distrito Federal, atendendo moradores de outras áreas classificadas como interesse social. É uma medida que garante dignidade e segurança jurídica a quem mora há anos nessas áreas e não tinha condições de regularizar o imóvel”, explica a administradora regional. Entenda “Estamos lançando mais um edital de venda direta em Arniqueira, mas agora com diferenciais importantes, e essas pessoas poderão se beneficiar da regularização social, algo que estamos lançando pela primeira vez em Arniqueira" Izídio Santos Júnior, presidente da Terracap Os moradores de Arniqueira que se enquadrarem nos critérios poderão solicitar o benefício junto à Terracap. Será necessário atender aos requisitos estabelecidos no edital. Segundo o presidente da Terracap, Izidio Santos Junior, o novo edital de venda direta lançado em Arniqueira traz novidades importantes para as famílias que vivem em áreas em processo de regularização. “Estamos lançando mais um edital de venda direta em Arniqueira, mas agora com diferenciais importantes, e essas pessoas poderão se beneficiar da regularização social, algo que estamos lançando pela primeira vez em Arniqueira”, afirma. De acordo com o presidente, os editais anteriores já previam benefícios, como desconto de 25% para pagamento à vista no primeiro chamamento, e essas condições continuam mantidas. No entanto, a utilização do FGTS e as novas condições voltadas especificamente à população de menor renda são os principais acréscimos desta edição. [LEIA_TAMBEM]Nos casos de conversão da concessão onerosa de uso em aquisição definitiva, após a apresentação da carta de habite-se do imóvel, o concessionário que optar pela utilização de recursos do FGTS terá prazo total de 90 dias corridos para realizar as tratativas junto à Caixa Econômica Federal e efetuar o pagamento do valor do imóvel à Terracap. O edital também prevê 180 dias de carência para início do pagamento. Além disso, houve redução nas taxas de juros: Imóveis comerciais: de 0,5% para 0,25% ao mês; Imóveis residenciais: de 0,4% para 0,2% ao mês. As medidas visam facilitar a regularização e tornar as condições de aquisição mais acessíveis aos ocupantes.  

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Especialistas alertam para efeitos do álcool e de outras drogas no cérebro e no organismo

Socialmente aceito, o álcool ainda é visto como inofensivo por grande parte da população. No entanto, trata-se de uma substância tóxica, capaz de provocar dependência, danos cerebrais, doenças graves e até morte. No Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo, celebrado nesta sexta-feira (20), médicos do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) chamam a atenção para um problema silencioso que compromete o corpo, a mente e as relações sociais. “O álcool é uma substância altamente tóxica, capaz de provocar danos significativos ao cérebro e aos neurônios. A síndrome de abstinência alcoólica está entre as mais graves quando comparada a outras substâncias e pode evoluir para a forma gravíssima do quadro, com alta taxa de mortalidade”, explica Sérgio Cabral Filho, chefe do Serviço de Psiquiatria do Hospital de Base do Distrito Federal. Segundo o médico, além dos prejuízos diretos ao organismo, o álcool também aumenta o risco de comportamentos perigosos. “Em estado de alteração, a pessoa pode ficar mais agressiva, se envolver em brigas, dirigir alcoolizada ou sofrer intoxicação alcoólica grave, que pode levar ao coma”, acrescenta. De acordo com o especialista, o consumo de álcool, drogas ilícitas e até alguns medicamentos, como sedativos e opioides, pode causar dependência porque essas substâncias atuam diretamente no sistema de recompensa do cérebro. Elas aumentam a liberação de dopamina, neurotransmissor ligado à sensação de prazer, reforçando o comportamento de uso. “Algumas drogas, como heroína e crack, liberam grandes quantidades dessa substância e têm alto potencial de vício. Além disso, há pessoas com maior predisposição à dependência por características neurológicas próprias”, aponta. No Dia Nacional de Combate às Drogas e ao Alcoolismo, celebrado nesta sexta-feira (20), médicos do IgesDF chamam a atenção para um problema silencioso que compromete o corpo, a mente e as relações sociais | Foto: Bruno Henrique/IgesDF Dependência química é doença e exige cuidado A dependência química costuma se manifestar por prejuízos progressivos na vida pessoal, profissional e social. Entre os principais sinais estão perda de interesse por atividades antes prazerosas, isolamento, queda no desempenho no trabalho ou nos estudos e foco excessivo no consumo. “Quando a pessoa passa a viver em função da próxima dose e perde objetivos de vida, esse é um sinal importante de dependência. Muitas vezes, ela também rompe vínculos sociais e familiares”, destaca o psiquiatra. O apoio familiar, segundo ele, é fundamental, especialmente porque a dependência pode comprometer a capacidade de reconhecer o problema ou de buscar ajuda espontaneamente. O estigma ainda é um dos principais obstáculos para o tratamento. Muitos pacientes evitam procurar assistência por medo de julgamento ou discriminação. “A dependência química é uma doença. Quando ela se instala, a pessoa perde a liberdade de escolha sobre o uso. O que ela pode escolher é iniciar o tratamento. Com apoio adequado, é possível recuperar a autonomia”, afirma. O especialista também ressalta a relação entre dependência e saúde mental. Embora algumas pessoas utilizem substâncias como forma de aliviar sintomas de ansiedade ou depressão, a maioria dos casos de dependência surge pelo efeito direto da droga no cérebro. Uma vez instalada, pode desencadear ou agravar transtornos psiquiátricos, como depressão, crises de ansiedade, pânico e até quadros psicóticos. Pessoas com predisposição genética, como histórico familiar de esquizofrenia, por exemplo, apresentam risco aumentado. “Se há vulnerabilidade genética e o uso começa cedo, isso pode antecipar ou desencadear quadros psiquiátricos graves”, alerta. Quando há associação entre dependência e outro transtorno mental, o tratamento da dependência deve ser priorizado. “Se o paciente apresenta depressão e dependência alcoólica, por exemplo, é essencial tratar primeiro a dependência para depois abordar adequadamente o quadro depressivo”, observa. A prevenção entre adolescentes e jovens exige atenção redobrada, já que o cérebro ainda está em desenvolvimento e mais suscetível aos efeitos tóxicos das substâncias. “Essas substâncias podem comprometer o desenvolvimento cerebral e desencadear quadros psiquiátricos graves, às vezes irreversíveis. O diálogo em casa e nas escolas é fundamental”, reforça o psiquiatra. Álcool pode causar danos físicos graves e irreversíveis Do ponto de vista clínico, o álcool pode afetar praticamente todos os órgãos. A supervisora da Residência Médica em Hepatologia do Hospital de Base, Liliana Mendes, destaca que fatores biológicos tornam algumas pessoas ainda mais vulneráveis. “As mulheres têm menor capacidade de metabolizar o álcool no estômago, o que faz com que a mesma quantidade ingerida resulte em níveis mais elevados no sangue, aumentando o risco de danos aos órgãos". Entre as principais complicações estão doenças cardiovasculares, pancreatite, lesões gastrointestinais e enfermidades hepáticas graves. “O álcool pode provocar hepatite alcoólica, esteatose hepática e cirrose. Em estágios avançados, pode levar a hemorragia digestiva, acúmulo de líquido no abdômen e até câncer de fígado”, adverte. Segundo a especialista, ainda persiste a ideia equivocada de consumo seguro. “Não existe quantidade segura de álcool. Mesmo pequenas doses podem provocar inflamação hepática e agravar doenças metabólicas, como diabetes e hipertensão”. Outro ponto de atenção é a associação entre transtornos psiquiátricos, compulsão alimentar e consumo de álcool, especialmente após cirurgia bariátrica. “Se a compulsão não for tratada, o paciente pode substituir a comida pelo álcool após a cirurgia. Isso reforça a importância do acompanhamento psicológico e psiquiátrico”, enfatiza a hepatologista. Para a especialista, campanhas de conscientização devem ampliar o debate sobre os impactos do álcool e das drogas na saúde, indo além dos riscos no trânsito. Tratamento é possível e acessível O tratamento da dependência envolve desintoxicação, acompanhamento médico, suporte psicológico e, em alguns casos, uso de medicamentos. A rede pública oferece atendimento especializado por meio dos Centros de Atenção Psicossocial Álcool e Drogas (CAPS AD), com equipe multiprofissional formada por médicos, psicólogos, assistentes sociais e enfermeiros. “A motivação é uma ferramenta essencial no tratamento. Mesmo diante de recaídas, o mais importante é retomar o plano terapêutico o quanto antes”, orienta o psiquiatra Sérgio Cabral. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Agências do trabalhador têm 734 vagas de emprego abertas nesta sexta-feira (20)

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta sexta-feira (20), 734 vagas para quem procura um emprego. As oportunidades contemplam candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência. Os salários chegam a R$ 3.843,90. O posto com maior remuneração é o de mecânico de veículos automotores a diesel (exceto tratores). Há uma vaga aberta para pessoas com ensino médio completo e experiência prévia na função. [LEIA_TAMBEM]Outros cargos destacam-se pela quantidade de vagas disponíveis. Entre eles, o de repositor de mercadorias em Ceilândia Sul, com 30 oportunidades, sem exigência de escolaridade mínima nem de experiência, e salário de R$ 1,7 mil. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF).

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Na Hora Empresarial registra alta procura e soma quase 3 mil atendimentos em duas semanas

A empresária Kadima Teixeira saiu de casa para resolver uma questão no cartório e acabou descobrindo um novo serviço para quem empreende. Enquanto estava no Venâncio Shopping, no Setor Comercial Sul, viu a unidade do Na Hora Empresarial, no terceiro andar, e decidiu entrar. Em poucos minutos, conseguiu adiantar a ligação de água da nova loja que está abrindo. “A água já foi atendida, e agora estou aguardando a Neoenergia. Foi tudo muito rápido. Também achei a escolha do local excelente. É o melhor lugar, perto de tudo”, diz a produtora de eventos. Kadima Teixeira gostou tanto do serviço que o indicou para colegas em grupos de mensagens | Fotos: Joel Rodrigues/Agência Brasília Kadima ainda compartilhou a descoberta com colegas do setor. “Participo de vários grupos de mensagens com produtores e organizadores de eventos e enviei a novidade. Todos acharam a iniciativa muito boa”, conta. Inaugurado em 3 de fevereiro pelo governador Ibaneis Rocha, o Na Hora Empresarial tem mais de 500 m². A unidade foi criada para reunir, em um só lugar, serviços essenciais para abertura, regularização e expansão de empresas. O atendimento é presencial e não há necessidade de agendamento. Alta demanda "Nosso objetivo é facilitar a vida de quem empreende, reduzir entraves administrativos e criar um ambiente cada vez mais favorável ao desenvolvimento econômico do DF, com atendimento humanizado e soluções rápidas para o cidadão" Rodrigo Barbosa, subsecretário do Na Hora Até o dia 18 de fevereiro, foram 2.595 atendimentos realizados. O número chama atenção, principalmente porque a unidade ficou fechada no sábado (14) de Carnaval e só retomou as atividades na Quarta-feira de Cinzas (18), no período da tarde. Para o subsecretário do Na Hora, Rodrigo Barbosa, o Na Hora Empresarial representa um avanço importante na política de desburocratização do Governo do Distrito Federal. “Em poucas semanas, estamos chegando a quase 3 mil atendimentos, o que demonstra a alta demanda da população por serviços mais ágeis, integrados e resolutivos. Nosso objetivo é facilitar a vida de quem empreende, reduzir entraves administrativos e criar um ambiente cada vez mais favorável ao desenvolvimento econômico do DF, com atendimento humanizado e soluções rápidas para o cidadão”, afirma. Segundo a gerente da unidade, Débora Lyra, o retorno dos empresários tem sido muito positivo. “Principalmente, pela estrutura, organização e concentração dos serviços em um só lugar. A localização também é um diferencial. A unidade fica no Plano Piloto, em um ponto de fácil acesso, perto de escritórios e empresas, o que facilita o dia a dia. E o horário acompanha o funcionamento do comércio e dos escritórios”, explica. Serviços integrados O espaço conta com estandes da Polícia Federal, da Neoenergia, da Companhia de Saneamento Ambiental (Caesb), do Departamento de Trânsito (Detran-DF), da Secretaria de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal), do Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas (Sebrae), da Junta Comercial, Industrial e Serviços (Jucis-DF), da Secretaria de Desenvolvimento Urbano e Habitação (Seduh-DF), do Instituto Brasília Ambiental e do Corpo de Bombeiros Militar. Marcos Rodrigues elogia a praticidade e a celeridade dos órgãos presentes no Na Hora Empresarial [LEIA_TAMBEM]Os números mostram que a maior demanda nesses primeiros dias esteve concentrada na Polícia Federal, com 2.374 atendimentos. Em seguida aparecem a Neoenergia, com 69, e a Caesb, com 33. Também registraram atendimentos o DF Legal e o Sebrae, com 31 cada; o Detran-DF, com 24; e a Jucis-DF, com 18. Já a Vigilância Sanitária e a Seduh contabilizaram quatro atendimentos cada, e o Brasília Ambiental, três. Marcos Rodrigues já conhecia a unidade e passou em vários estandes de atendimento. Ele trabalha há 15 anos com regularização imobiliária e expansão de empresas. “A gente facilita toda essa parte burocrática para os clientes, desde a solicitação até o acompanhamento nos órgãos. Antes, a gente precisava ir ao Na Hora da Rodoviária, que é muito cheio. Aqui ficou bem mais prático. Foi uma mão na roda. Melhora a celeridade, porque a gente resolve tudo mais rápido”, comemora.  

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Centro Cirúrgico do Hospital de Base inicia campanha Adorno Zero para reduzir risco de infecções

O Centro Cirúrgico do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), iniciou uma campanha de conscientização para reforçar a política do chamado “adorno zero”, que proíbe o uso de acessórios durante o trabalho. A regra, já vigente na unidade, tem um objetivo direto: reduzir o risco de infecções e fortalecer a segurança do paciente. “O adorno zero não é uma novidade. Já é uma regra do hospital. A campanha vem justamente para reforçar essa cultura e garantir que ela esteja cada vez mais consolidada entre as equipes”, explica o gerente de Serviços Cirúrgicos do HBDF, Danillo Almeida. A medida chama atenção para um cuidado importante dentro do ambiente hospitalar. Adornos podem transportar germes, vírus e bactérias de ambientes externos para dentro do hospital e aumentar o risco de contaminação, especialmente em locais onde há pacientes vulneráveis, como aqueles internados, em recuperação ou submetidos a procedimentos cirúrgicos. Mesmo com a lavagem adequada das mãos, o uso desses itens dificulta a limpeza completa e pode contribuir para infecções adquiridas durante o atendimento hospitalar. Além disso, o risco não se limita ao paciente: esses micro-organismos também podem ser levados para fora da unidade, alcançando o convívio familiar dos colaboradores. Arte: IgesDF Outro ponto destacado é o risco de acidentes, já que adornos podem se enroscar em equipamentos médicos ou em objetos utilizados durante procedimentos. Segundo Danillo Almeida, o momento é estratégico, especialmente com a chegada de novos profissionais à unidade. “Somos um hospital-escola e, em breve, receberemos novos residentes. A ideia é que eles já entrem no centro cirúrgico com essa consciência, entendendo que segurança do paciente começa nos detalhes”, destaca. O que é considerado adorno? De acordo com a política institucional, é considerado adorno qualquer acessório utilizado como enfeite, mesmo que tenha função prática, como anéis e alianças, pulseiras e relógios, colares e correntes, brincos e broches, piercings expostos, gravatas e itens semelhantes. A única exceção é o uso de óculos de grau, por serem essenciais para a visão do profissional. Ainda assim, eles devem ser higienizados regularmente e não podem ser utilizados com cordões ou correntes. A campanha também reforça que o uso correto da máscara é obrigatório, sendo o único item permitido no rosto, desde que cubra adequadamente nariz, boca e queixo. O cumprimento das orientações faz parte da responsabilidade profissional e das boas práticas assistenciais. Mais informações estão disponíveis na Política de Adorno Zero, documento interno do Hospital de Base. Para o diretor de Atenção à Saúde do IgesDF (Diase), Edson Gonçalves, a iniciativa reforça um padrão essencial de qualidade e segurança que deve ser seguido em toda a rede administrada pelo Instituto. Segundo ele, a campanha, iniciada no Hospital de Base, será ampliada para as demais unidades, fortalecendo as boas práticas assistenciais no dia a dia dos serviços. “A segurança do paciente é um compromisso institucional e precisa estar presente em cada etapa do cuidado, desde as atitudes mais simples da rotina. A campanha Adorno Zero reforça exatamente isso: padronização, prevenção e responsabilidade. Por isso, nossa meta é estender essa conscientização para todas as unidades do IgesDF, garantindo que a orientação seja seguida de forma uniforme por todas as equipes”, afirma.   *Com informações do IgesDF

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Fevereiro Roxo reforça cuidado a pacientes com dor crônica no Hospital de Santa Maria

Dor que não aparece em exames, mas limita movimentos, afeta o sono e compromete o dia a dia. Essa é a realidade de quem convive com fibromialgia, síndrome crônica que exige acompanhamento contínuo e cuidado multidisciplinar. No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), pacientes com dor crônica contam com suporte especializado por meio do Ambulatório da Dor. É essa estrutura que hoje acompanha a rotina de Rosalina Lopes, 54 anos. Diagnosticada há sete anos, ela só buscou acompanhamento especializado no ano passado. Desde então, integra os encontros do ambulatório e relata melhora significativa. “Tem dias em que minhas mãos e braços doem muito. Quando venho para cá e faço infiltração de bloqueio, chego em casa bem mais aliviada”, conta. De acordo com a Sociedade Brasileira de Reumatologia (SBR), cerca de 3% da população brasileira convive com fibromialgia. A cada dez pessoas diagnosticadas, entre sete e nove são mulheres, principalmente na faixa dos 30 aos 60 anos. Apesar da maior incidência feminina, a síndrome também pode atingir homens, idosos, adolescentes e até crianças. Em janeiro deste ano, entrou em vigor a Lei nº 15.176/2025, que reconhece a fibromialgia e outras doenças correlatas como condições que podem configurar deficiência. A legislação prevê atendimento multidisciplinar e a capacitação de profissionais especializados, ampliando o olhar sobre a complexidade do quadro. No Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), pacientes com dor crônica contam com suporte especializado por meio do Ambulatório da Dor | Foto: Divulgação/IgesDF A fibromialgia provoca dor difusa, sobretudo em músculos e tendões. Também pode estar associada a cansaço persistente, distúrbios do sono, ansiedade, alterações de memória e concentração, além de sintomas depressivos. Embora não seja progressiva, ainda não há cura, o que torna o acompanhamento contínuo essencial para garantir mais qualidade de vida. Para a reumatologista do HRSM, Rafaela Cruz, um dos maiores desafios enfrentados pelos pacientes é justamente a invisibilidade da doença. “A fibromialgia é uma doença invisível. Não há uma alteração física aparente, como em uma fratura, por exemplo. Trata-se de uma resposta exacerbada à dor. O paciente sente de forma real e intensa, mas isso nem sempre é percebido por quem está ao redor”, explica. Segundo a médica, o diagnóstico é clínico, baseado na história e nos sintomas apresentados. “Não existem exames laboratoriais ou de imagem que confirmem a doença. O cérebro interpreta sinais comuns como extremamente dolorosos, e fatores como ansiedade e depressão podem agravar esse processo”, detalha. Como funciona o Ambulatório da Dor no HRSM O atendimento às pessoas com dores crônicas acontece por meio do Ambulatório da Dor, projeto estruturado em 12 encontros semanais. A proposta vai além do controle dos sintomas. O foco está na educação em saúde, na compreensão da condição e no fortalecimento da autonomia para o enfrentamento diário. Durante o programa, os participantes contam com acompanhamento multiprofissional. Na fisioterapia, aprendem exercícios, alongamentos e técnicas voltadas ao alívio da dor. O suporte psicológico oferece acolhimento emocional e psicoeducação, fundamentais para quem convive com sofrimento contínuo. Já a terapia ocupacional avalia os impactos nas atividades diárias e propõe adaptações que preservem funcionalidade e independência. Para a fisioterapeuta Thayze Braga, o objetivo é oferecer estratégias aplicáveis fora do ambiente hospitalar, ajudando o paciente a lidar melhor com os sintomas no dia a dia. “Trabalhamos alongamentos, relaxamentos e auriculoterapia. Quando o paciente entende que existem recursos para lidar com a dor e que ela não precisa ser totalmente limitante, há melhora na qualidade de vida e até redução do uso excessivo de medicamentos”, destaca. O acesso ao grupo ocorre por encaminhamento médico. De acordo com a chefe do Serviço de Psicologia do HRSM, Paola Palatucci Bello, pacientes regulados para a reumatologia passam por avaliação e, ao ser identificado um padrão de dor persistente, podem ser direcionados ao programa. “O encaminhamento é entregue à enfermagem, que organiza a lista de espera. À medida que novos grupos são formados, os pacientes são chamados. Cada turma reúne, em média, 15 participantes”, explica. Usuários atendidos pela ortopedia também podem ser incluídos, desde que atendam aos critérios clínicos estabelecidos. Neste mês de conscientização, o HRSM reforça a importância do diagnóstico e do acompanhamento especializado, oferecendo atendimento multiprofissional e acolhedor às pessoas com fibromialgia e outras condições associadas à dor crônica. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF)

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Carnaval reforça hospitalidade e impulsiona turismo no Distrito Federal

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