Projeto apoiado pela FAPDF cria jardim de chuva para reduzir alagamentos no Sol Nascente
No Trecho II do Sol Nascente, a ciência tem ganhado forma concreta no território. Um projeto desenvolvido pela Universidade de Brasília (UnB) demonstra que é possível enfrentar os impactos das mudanças climáticas nas periferias urbanas por meio de soluções sustentáveis, participativas e socialmente comprometidas. Intitulada “Ação nas Periferias: Apoio à Implementação de Soluções Baseadas na Natureza (SbN) para a Adaptação Inclusiva das Periferias Urbanas às Mudanças Climáticas”, a iniciativa foi apoiada pela Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), por meio do edital Seleção Pública de Projetos de Extensão (2024). A coordenação é da professora Liza Maria Souza de Andrade, arquiteta, mestre e doutora pela UnB, docente da Faculdade de Arquitetura e Urbanismo e coordenadora do Laboratório Periférico Assessoria Sociotécnica. Com trajetória consolidada na área de urbanismo sensível à água e assessoria sociotécnica em territórios periféricos, a pesquisadora lidera iniciativas que articulam ciência aplicada e transformação territorial. Para o diretor-presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, a iniciativa torna evidente o papel da pesquisa aplicada no enfrentamento dos desafios contemporâneos. “Apoiar projetos que transformam conhecimento científico em ação concreta no território é uma prioridade da FAPDF”, afirma. “Iniciativas como esta mostram que a pesquisa desenvolvida no Distrito Federal pode gerar impacto social direto, reduzir vulnerabilidades e contribuir para uma agenda de desenvolvimento mais justa e sustentável”. A ação partiu de um diagnóstico direto da realidade local: alagamentos frequentes, processos erosivos, drenagem insuficiente e escassez de áreas verdes — problemas agravados pelo aumento de eventos climáticos extremos. Moradores participaram do diagnóstico do território, da definição do local de implantação e da execução da solução | Fotos: Divulgação/FAPDF O que são Soluções Baseadas na Natureza? As chamadas Soluções Baseadas na Natureza (SbN) utilizam os próprios processos naturais para enfrentar desafios urbanos e climáticos. Em vez de depender exclusivamente de obras tradicionais em concreto e canalizações, essas soluções incorporam vegetação, solo permeável e sistemas naturais de drenagem para permitir que a água da chuva se infiltre no solo e não escoe pela superfície, reduzindo alagamentos e erosões. Trata-se de integrar natureza e planejamento urbano como estratégia de adaptação climática, promovendo benefícios ambientais e sociais de forma integrada. Intervenção prática no território No Sol Nascente, o projeto implantou um protótipo de SbN: um jardim de chuva integrado à bacia de detenção da Quadra 209, dimensionado para captar e infiltrar a água pluvial, contribuindo para a redução de riscos socioambientais. A intervenção foi construída a partir de uma metodologia participativa baseada na pesquisa-ação, que integrou conhecimento técnico e saberes da própria comunidade. Moradores participaram do diagnóstico do território, da definição do local de implantação e da execução da solução. “O que buscamos foi demonstrar que é possível construir adaptação climática a partir do território, com a comunidade como coautora das soluções. As Soluções Baseadas na Natureza permitem responder a problemas reais, como alagamentos e erosões, de forma tecnicamente consistente e socialmente adequada”, destaca a professora Liza Maria Souza de Andrade. A iniciativa integra o projeto SBN nas Periferias, coordenado pelo Ministério das Cidades, e foi desenvolvida em parceria com a Administração Regional do Sol Nascente/Pôr do Sol, além de entidades, coletivos e movimentos sociais que atuam no território, como o CAU-DF, o Coletivo Panã, a Rede Ecosol, a Escola PNorte, o gabinete Aba Reta da CLDF e o Consórcio Internacional TRANS-Lighthouses, vinculado ao Centro de Estudos Sociais da Universidade de Coimbra. Além da obra física, foram realizadas oficinas técnico-comunitárias, curso de extensão com módulos teóricos e práticos, atividades educativas com a escola local e capacitação de agentes territoriais, fortalecendo o protagonismo comunitário e a governança local. O projeto também utilizou drones e fotogrametria — técnica que gera mapas detalhados a partir de imagens aéreas — para identificar áreas de risco e orientar as intervenções. “Apoiar projetos que transformam conhecimento científico em ação concreta no território é uma prioridade da FAPDF. Iniciativas como esta mostram que a pesquisa desenvolvida no Distrito Federal pode gerar impacto social direto, reduzir vulnerabilidades e contribuir para uma agenda de desenvolvimento mais justa e sustentável" Leonardo Reisman, presidente da FAPDF Formação, ciência aplicada e impacto social A formação foi um eixo central da iniciativa. Moradores, lideranças comunitárias e estudantes participaram do processo, com certificação institucional, ampliando as capacidades locais para manutenção e monitoramento das soluções implantadas. Entre os principais resultados alcançados estão: a implantação de infraestrutura verde em área vulnerável; a organização do método de trabalho para aplicação em outros territórios; a produção científica e materiais técnicos; orientações que podem subsidiar políticas públicas de adaptação climática. Estima-se que cerca de 500 pessoas tenham sido beneficiadas diretamente e entre 3 mil e 5 mil indiretamente, considerando o alcance territorial e o potencial de replicação da metodologia. Ciência aplicada com retorno social Para a coordenadora do projeto, o apoio institucional foi determinante para transformar a proposta em ação concreta no território. “O apoio da FAPDF foi decisivo para que conseguíssemos integrar ensino, pesquisa e extensão em uma ação efetiva no Sol Nascente. O financiamento permitiu estruturar as oficinas, realizar o mapeamento técnico e consolidar uma metodologia que pode ser aplicada em outros territórios periféricos. Trata-se de um investimento público que retorna diretamente à sociedade”, afirma Liza. *Com informações da FAPDF
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Carnaval 2026: Samu-DF presta 194 atendimentos durante quatro dias de folia na capital
O Serviço de Atendimento Móvel de Urgência do Distrito Federal (Samu-DF) prestou 194 atendimentos durante a Operação Carnaval 2026, realizada entre os dias 14 e 17 deste mês. Ao longo dos quatro dias de festividades, as equipes reforçaram o atendimento pré-hospitalar nos principais pontos de concentração de foliões, garantindo assistência rápida e eficiente à população. Serviço percorreu as regiões carnavalescas para garantir segurança e saúde dos foliões | Foto: Divulgação/Samu-DF As ocorrências foram registradas no circuito dos blocos carnavalescos, na região do Museu Nacional da República e da Esplanada dos Ministérios, onde os profissionais do Samu atuaram em parceria com uma empresa privada de emergências médicas contratada para o evento. A maior parte dos atendimentos esteve relacionada a mal-estar, abuso de álcool, drogas e intoxicação. A atuação preventiva e estratégica das equipes do Samu-DF permitiu que a maioria dos casos fosse resolvida no próprio local, contribuindo para evitar a sobrecarga das unidades de saúde e assegurando maior agilidade no encaminhamento das situações de maior gravidade. [LEIA_TAMBEM]A diretora do Samu-DF, Lorhana Morais, avalia que o planejamento antecipado e o reforço das equipes são fundamentais para garantir a segurança da população durante as festividades. “O Carnaval é um momento de celebração, mas também exige responsabilidade”, pontua. A operação reforça o compromisso do Samu-DF com a promoção da saúde, a prevenção de agravos e a resposta rápida às urgências e emergências. “Nosso trabalho é garantir que o folião tenha atendimento rápido e seguro sempre que precisar”, enfatiza a diretora. *Com informações da Secretaria de Saúde
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Feira do Trabalho e do Campo chega a Santa Maria
A Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda do Distrito Federal (Sedet-DF) promove, entre os dias 23 e 28 de fevereiro, a 8ª edição da Feira do Trabalho e do Campo, em Santa Maria. O evento é gratuito, aberto ao público e tem como objetivo fortalecer a economia local, promover a geração de emprego e renda e valorizar o trabalho urbano e rural. A feira será realizada na Quadra Central 1, Conjunto H, Lote 1, ao lado do ginásio, atrás da administração regional da cidade. Durante a programação, a população terá acesso a diversos serviços da Agência do Trabalho Itinerante, como encaminhamento para vagas de emprego, inscrições em cursos de capacitação, orientações sobre a Carteira de Trabalho Digital, o seguro desemprego e o programa Cesta do Trabalhador. O evento é voltado a trabalhadores, jovens em busca do primeiro emprego, produtores rurais e empreendedores | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília [LEIA_TAMBEM]O evento também contará com oficinas e workshops gratuitos, com certificação, voltados a trabalhadores, jovens em busca do primeiro emprego, produtores rurais e empreendedores, além de ações de economia solidária, apoio ao produtor local e serviços institucionais. A iniciativa é uma realização da Sedet-DF, em parceria com o Instituto Acolher e apoio da Administração Regional de Santa Maria. 8ª Feira do Trabalho e do Campo Data: 23 a 28 de fevereiro Local: Quadra Central 1, Conjunto H, Lote 1, ao lado do ginásio, atrás da administração regional da cidade Entrada gratuita *Com informações da Sedet-DF
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Distrito Federal padroniza procedimentos e amplia resposta ao desaparecimento de pessoas
A Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF) lançou, na manhã desta quinta-feira (19), o Plano de Ação Integrado de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas. O material estabelece a implementação sistemática de fluxos pactuados, responsabilidades definidas e governança consolidada entre os órgãos. O texto apresenta, de forma clara, um roteiro e um protocolo do que cada instituição deve fazer — desde o registro do desaparecimento até as etapas de busca, acolhimento familiar, articulação interinstitucional e eventual localização. Em 2025, o DF alcançou índice de 98% de localização, o maior do Brasil. A entrega do documento marca um ciclo iniciado em 2023, com a instituição da Rede Integrada de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas (Ridesap), e representa a consolidação de uma atuação conjunta entre segurança pública, saúde, assistência social, justiça e sistema de garantia de direitos, organizada sob coordenação da Subsecretaria de Integração de Políticas Públicas de Segurança (Subisp). Participaram da construção do plano distrital a Polícia Civil (PCDF), a Polícia Militar (PMDF), o Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), o Departamento de Trânsito (Detran-DF), a Secretaria de Saúde (SES-DF), o Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF), a Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), a Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF) e a Defensoria Pública (DPDF), além do Ministério Público (MPDFT), do Poder Judiciário, do governo federal e da sociedade civil. Lançado nesta quinta (19), Plano de Ação Integrado de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas apresenta um roteiro e um protocolo indicando como cada instituição deve proceder | Foto: Divulgação/SSP-DF Durante a solenidade, o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, destacou o caráter estruturante da iniciativa: “Estamos institucionalizando uma política de Estado. O desaparecimento exige resposta imediata, integrada e técnica. Superamos entraves, alinhamos fluxos e estabelecemos uma engrenagem única entre os órgãos. Quanto menor o tempo de resposta, maior a possibilidade de localização. Essa política nasce da integração e da responsabilidade coletiva, pois os órgãos sempre atuaram na temática, mas muitas vezes de forma individualizada, com dificuldades nos fluxos transversais. Hoje, a partir do registro do desaparecimento, temos um sistema sem barreiras institucionais, com comunicação mais rápida e integração efetiva entre segurança pública, saúde, assistência social e demais áreas”. O secretário-executivo de Segurança Pública, Alexandre Patury, ressaltou que o plano fortalece um modelo já consolidado: “O Distrito Federal é hoje a unidade da Federação que mais localiza pessoas desaparecidas, com índices que chegam a 98% e 99% de resolução. Isso é resultado de protocolo claro e acionamento imediato. Aqui não existe a falácia das 24 horas. O registro feito na Polícia Civil já dispara, em minutos, uma engrenagem integrada: divulgação, mobilização das forças, acionamento da rede e, hoje, inclusive, apoio das câmeras com reconhecimento facial. Mas sempre nos perguntamos: o que dizer àquele 1%? Foi essa inquietação que nos moveu a estruturar o grupo de trabalho e consolidar este plano, porque o desaparecimento é uma tragédia em vida. Por isso estruturamos este plano, que organiza a atuação de todos os órgãos como uma única rede, com uma única prioridade: localizar essa pessoa e dar resposta rápida e humanizada às famílias”. Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública: "O desaparecimento exige resposta imediata, integrada e técnica. Quanto menor o tempo de resposta, maior a possibilidade de localização" A elaboração do plano envolveu reuniões bilaterais, oficinas técnicas, validações jurídicas e ajustes operacionais por mais de um ano. O diagnóstico inicial apontou a existência de procedimentos individuais e fluxos transversais com entraves administrativos. A partir dessa análise, foram pensadas soluções institucionais que, a partir de hoje, passam a compor oficialmente a política distrital. O lançamento do documento representa o desdobramento de uma construção iniciada em 2023, quando foi instituída a Ridesap, como explica o titular da Subisp, Jasiel Fernandes: “O plano é resultado de um processo técnico iniciado quando estruturamos a Rede Distrital e começamos a mapear lacunas e entraves nos fluxos interinstitucionais. Realizamos reuniões com cada órgão, identificamos especificidades operacionais e pactuamos responsabilidades claras, tanto internas quanto transversais. A mudança é sistêmica: saímos de atuações fragmentadas para uma governança integrada, com protocolos definidos e comunicação mais ágil. Isso garante resposta mais rápida, reduz obstáculos administrativos e coloca a pessoa desaparecida e sua família no centro da política pública”. [LEIA_TAMBEM]O delegado-geral da PCDF, José Werick, destacou que a corporação atua com base em princípios de sensibilidade, celeridade e rigor técnico, com protocolo estruturado em pilares como registro imediato, acolhimento humanizado, coleta detalhada de informações, rastreio técnico e identificação genética: “Na Polícia Civil, cada registro de desaparecimento é tratado com sensibilidade, celeridade e rigor técnico. Nosso protocolo, estruturado a partir de 2022 e consolidado em 2023, tornou-se referência nacional. O plano apresentado hoje consolida esse modelo ao integrar instituições e alinhar fluxos, colocando a pessoa desaparecida e sua família no centro das ações do Estado”. A promotora de Justiça Polyanna Silvares, do MPDFT, reforçou o caráter colaborativo da política, efetuada sem judicialização ou recomendações formais, fruto da proatividade institucional e da adesão conjunta dos órgãos: “Essa é uma política pública construída de forma exemplar, marcada pela integração real entre instituições. O Distrito Federal demonstra protagonismo nacional ao reunir, na mesma mesa, Segurança Pública, Saúde, Desenvolvimento Social, Defensoria, governo federal e sociedade civil. O Ministério Público acompanha essa pauta de forma colaborativa e concomitante, sem necessidade de recomendações ou judicialização, porque ela nasce da proatividade da Secretaria de Segurança Pública e da adesão comprometida de todos os parceiros. O plano de ação representa um passo estruturante, fruto de muito trabalho técnico, e reforça nosso compromisso comum de avançar cada vez mais na excelência do atendimento às famílias e na busca por desaparecimento zero no DF”. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)
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Plano de Ação Integrado de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas no Distrito Federal
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Centros de atendimento ao turista ofereceram opções de diversão para foliões durante o Carnaval
Depois de passar por diversas cidades ao redor do mundo, a bióloga Alessandra Matavel decidiu visitar Brasília pela primeira vez. Moradora de Belo Horizonte, ela escolheu o feriado carnavalesco para explorar os pontos turísticos do Quadradinho e, finalmente, poder dizer que já esteve na capital brasileira. “Conheço várias capitais, mas não conhecia a capital do meu próprio país. Ficava me sentindo um pouco constrangida, então decidi aproveitar o feriado do Carnaval para vir para cá”, contou. Alessandra e o marido, o engenheiro civil Ivan Cardoso, montaram um roteiro extenso, passando pelos principais monumentos da Esplanada dos Ministérios e subindo o Eixo Monumental até a Torre de TV. Foi lá, inclusive, que o casal foi atendido pelo Centro de Atendimento ao Turista (CAT), iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF), vinculada à Secretaria de Turismo (Setur), que oferece informações sobre atrações, serviços e programações culturais aos visitantes do Quadradinho. “Tem um mapa bem grande da cidade e uma guia turística disponibilizando informações. É importante ter esse apoio, porque às vezes a gente fica perdido. A guia estava comentando como foi concebido o Plano Piloto. É bem interessante”, afirmou Alessandra. O marido também elogiou a experiência. “Faz diferença ter essas orientações para se locomover e até visitar algo que não estava nos planos. A guia deu explicações sobre a estrutura da cidade, a concepção e as ideias do Oscar Niemeyer. Como engenheiro, acho fantástico”, comentou ele. Durante o feriado de Carnaval, celebrado entre os dias 14 e 17 deste mês, os centros receberam cerca de 120 turistas nacionais e internacionais. Houve visitantes de estados como Rio de Janeiro, Minas Gerais, Maranhão, Bahia, Espírito Santo, Pernambuco, São Paulo, Rio Grande do Norte, Rio Grande do Sul, Goiás, Ceará, Alagoas e Piauí, além de outros países, incluindo Alemanha, Chile, Colômbia, Costa Rica, França, Espanha e Estados Unidos. Foram entregues aproximadamente 130 materiais, como mini guias em inglês e espanhol e cartões-postais. O secretário de Turismo do DF, Cristiano Araújo, frisou que o DF é um destino estruturado e plural, capaz de atender diferentes perfis de visitantes. “Brasília reafirma sua posição como um destino estruturado e plural, capaz de atender diferentes perfis de visitantes, seja com a programação cultural e os blocos tradicionais, seja com opções de natureza, gastronomia e lazer”, destacou. As características que constroem a identidade brasiliense foram reunidas pela Setur-DF na Coleção Rotas Brasília, disponível para download gratuito no site da pasta e distribuída nos CATs. Durante o feriado de Carnaval, celebrado entre os dias 14 e 17 deste mês, os centros receberam cerca de 120 turistas nacionais e internacionais | Foto: Joel Rodrigues/Agência Brasília Na folia do Quadradinho, segurança e diversão foram palavras-chaves. Com investimento de R$ 10 milhões, o DF Folia 2026 teve 73 blocos em 18 regiões administrativas, com mais de 2,4 milhões de acessos no transporte público gratuito e reforço do policiamento. “A equipe do Governo do Distrito Federal tem atuado de forma integrada no planejamento e na organização da cidade para garantir segurança, qualidade nos serviços e uma experiência acolhedora, fortalecendo o turismo e movimentando a economia local”, enfatizou Araújo. Atendimento turístico Os CATs estão localizados em pontos estratégicos da cidade: no aeroporto, na rodoviária interestadual, na Casa de Chá, na Torre de TV e, nos finais de semana e feriados, no CAT móvel. Segundo a guia turística Samara dos Santos, cada unidade tem uma função específica. “O CAT móvel, normalmente, atende turistas que já chegaram, se instalaram no hotel e agora estão passeando pela cidade. Já o aeroporto e a rodoviária funcionam como portas de entrada: muitas pessoas ainda não organizaram a hospedagem ou os passeios. Nós ajudamos a buscar os melhores locais e valores”, explicou a guia. De acordo com Santos, a capital federal tem sido cada vez mais reconhecida como opção turística. “As pessoas estão mais interessadas em Brasília sim. Muitas pessoas têm esse sonho e acho que é importante a gente conhecer a capital do próprio país. Ainda mais uma como a nossa, que tem uma história tão forte”, afirmou. A vinda de turistas movimenta também o aeroporto: até quarta-feira (18), a expectativa é de que cerca de 300 mil passageiros passem pelo terminal, entre embarques, desembarques e conexões. Depois de passar por diversas cidades ao redor do mundo, a bióloga Alessandra Matavel decidiu visitar Brasília pela primeira vez Entre os brasileiros que desembarcaram em Brasília para aproveitar o feriado está a analista de sistemas Renata Guimarães, natural de Recife. “Já tinha vindo algumas vezes, mas meu marido nunca tinha visitado. Aproveitamos para apresentar a cidade a ele e fugir um pouco do agito do Carnaval. Logo de cara, dá pra ver que é uma cidade muito organizada, com ruas largas e uma estrutura planejada. É diferente de tudo que estamos acostumados”, revelou. O casal também aproveitou o ponto de apoio ao turista na Torre de TV para se orientar e aprender mais sobre a capital. “O turista precisa desse apoio. Faz diferença saber para onde ir e o que visitar. Esse mapa grande dá uma visão completa da cidade. A partir dele, conseguimos ter uma noção clara de como Brasília está estruturada”, completou Renata.
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Medalhistas da Obmep já podem se inscrever em iniciação científica
Estudantes do Distrito Federal que conquistaram medalha na 20ª edição da Olimpíada Brasileira de Matemática das Escolas Públicas (Obmep) já podem se inscrever no Programa de Iniciação Científica Jr. (PIC). O prazo vai até o dia 23 deste mês, com inscrição feita exclusivamente pelo site do programa, por meio de login e senha enviados por e-mail aos medalhistas. Atividades têm como objetivo incentivar estudantes a investirem no aprendizado e na autonomia | Fotos: Bruno Grossi/SEEDF Em 2025, o DF somou 260 medalhistas, entre estudantes da rede pública (205) e privada (55), além de 762 menções honrosas, 538 delas destinadas a alunos de escolas públicas. Podem participar do 20º PIC estudantes premiados com medalha nacional (ouro, prata ou bronze). Em caso de vagas remanescentes, alunos com menção honrosa poderão ser chamados. De acordo com Luis Lucinger, coordenador do PIC e docente do Departamento de Matemática da Universidade de Brasília (UnB), o programa tem como foco o desenvolvimento de melhores hábitos de estudo. “O PIC Júnior da Obmep visa a desenvolver no aluno o hábito do estudo qualificado da Matemática, de modo que ele consiga ganhar independência e autonomia no aprendizado, e isso representa uma grande oportunidade de crescimento acadêmico”, resume. Bolsa para estudantes da rede pública Além do aprofundamento acadêmico, participantes da rede pública têm direito a uma bolsa mensal de R$ 300, paga pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq) durante 12 meses, desde que estejam matriculados em escola pública em 2026. Amanda Líride, ao lado de Fernando Alves, ambos medalhistas: “A Obmep foi muito importante para mim, porque me mostrou que esses caminhos e programas científicos eram possíveis” | Foto: Bruno Grossi/SEEDF “A Obmep foi muito importante para mim, porque me mostrou que esses caminhos e programas científicos eram possíveis”, lembra a medalhista e bolsista Amanda Líride, de 14 anos, ex-aluna do Centro de Ensino Fundamental (CEF) 7 de Brasília. “Nas escolas em que estudei, eu nunca tinha tido contato com medalhistas e não tinha muita ideia do que eram esses programas e bolsas de estudo.” Segundo Amanda, a entrada no PIC representou uma mudança na forma de estudar. “Eu mudei completamente meus métodos, comecei a rever questões, participar de debates, buscar minhas próprias resoluções, e isso mudou minha forma de pensar e de compreender as possibilidades que eu tenho”, afirma. Experiências avançadas Uma boa notícia para quem obteve classificação é anunciada pelo coordenador do PIC: “Os alunos que obtêm as melhores notas podem participar, no ano seguinte, de uma semana de atividades matemáticas intensas, em uma cidade diferente do Brasil, com todos os custos pagos”. Ele se refere ao Encontro do Hotel de Hilbert, uma imersão nacional com cerca de uma semana com atividades intensivas em Matemática, reunindo medalhistas de todo o país com despesas custeadas pelo programa. O encontro reúne anualmente cerca de 150 a 200 medalhistas de todo o país. O medalhista e bolsista do PIC Fernando Alves, 14, alcançou em 2025 a maior nota do país no nível II da Obmep e participou do Encontro do Hotel de Hilbert como um dos momentos mais marcantes da trajetória. “Foi pelo PIC que eu consegui essa experiência incrível, em que a gente viaja e passa cerca de uma semana participando de aulas, palestras, jogos e atividades”, relata. “Foi uma das melhores experiências que eu tive na vida”. [LEIA_TAMBEM]Ex-aluno do CEF 7 de Brasília, Fernando lembra que seu interesse pela Matemática surgiu ainda no ensino fundamental: “Conheci a Obmep no sétimo ano, e foi quando comecei a estudar para a olimpíada que passei a gostar de Matemática, porque os problemas fazem a gente pensar de um jeito diferente, com raciocínio lógico, e não apenas aplicar fórmulas”. As medalhas conquistadas, valoriza ele, abriram caminho para a participação no PIC e para o aprofundamento contínuo nos estudos. O Programa de Iniciação Científica Jr. tem duração de um ano e reúne aulas presenciais em polos universitários e atividades online, com material didático próprio, listas de exercícios e avaliações periódicas, voltadas ao desenvolvimento do raciocínio crítico e ao estímulo à pesquisa científica. Como se inscrever Para confirmar a participação, o estudante deve acessar este site, entrar com login e senha enviados por e-mail, ler atentamente o regulamento e concluir a inscrição até a data final. Outras informações estão disponíveis pelos contatos da Coordenação Regional do PIC-DF, pelo e-mail cric_df@Obmep.org.br e pelo WhatsApp (61) 99529-5093. *Com informações da Secretaria de Educação
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Guará recebe edição especial da Rua de Lazer com foco em sustentabilidade
A Administração do Guará promove, neste domingo (22), mais uma edição da Rua de Lazer, que, neste mês, terá como tema Carnaval Sustentável: Mais Consciência, Menos Lixo. A iniciativa une cultura, cidadania e responsabilidade ambiental, incentivando o descarte correto de resíduos e o uso consciente dos espaços públicos durante o período carnavalesco. A programação ocupará a Avenida Central do Guará II, entre a 4ª Delegacia de Polícia e o Edifício Consei, das 6h às 16h. A expectativa é receber mais de duas mil pessoas ao longo do dia. O espaço contará com estrutura de apoio, incluindo banheiros químicos, além de sorteio de brindes doados por empresários da cidade. A Rua de Lazer deste mês terá como temas o Carnaval e a sustentabilidade | Foto: Divulgação/Administração do Guará Voltada à família — inclusive crianças, idosos e pets—, a programação reúne feira de artesanato, pintura de rosto, espaço kids com pula-pula e brinquedos infláveis, distribuição de pipoca e algodão-doce e o tradicional trenzinho de ferro, uma das atrações mais procuradas pelo público infantil. Para a melhor idade, estão previstas atividades como bingo e roda de bordados, promovendo integração e convivência comunitária. A área esportiva terá atividades recreativas, como golzinho e tênis de mesa. E na de serviços, a população poderá participar de ações de saúde, com vacinação contra gripe, covid-19 e dengue, além de aferição de glicemia e pressão arterial, ampliando o acesso a serviços essenciais. [LEIA_TAMBEM]O administrador regional do Guará, Artur Nogueira, destaca o caráter comunitário do evento. “A Rua do Lazer já faz parte do calendário da cidade e se consolidou como espaço de encontro das famílias. Nesta edição, reforçamos a importância da consciência ambiental aliada à alegria do Carnaval. Queremos que a população aproveite a programação e também contribua para manter o Guará limpo e organizado”, afirma. Blocos animam a programação Entre as atrações culturais confirmadas estão o Carnalobo e o Bloquinho do Lobinho, que levarão música ao vivo e atividades voltadas para diferentes faixas etárias. Criado no próprio Guará, o Carnalobo retorna com repertório que valoriza ritmos tradicionais do carnaval brasileiro. Já o Bloquinho do Lobinho oferece programação dedicada às crianças, com apresentações culturais e atividades lúdicas. Rua de Lazer do Guará – Edição de Carnaval Data: 22 de fevereiro Horário: das 6h às 16h Local: Avenida Central do Guará II *Com informações da Administração Regional do Guará
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Primeira edição do Casamento Comunitário 2026 será realizada no Museu Nacional da República em 22 de março
A primeira edição do Casamento Comunitário de 2026 já tem data e cenário definidos: será em 22 de março, no Museu Nacional da República. Um dos principais cartões-postais de Brasília será palco de mais uma celebração coletiva que promete transformar sonhos em realidade para dezenas de casais do Distrito Federal. A primeira edição do Casamento Comunitário 2026 será em 22 de março, no Museu Nacional da República | Fotos: Jhonatan Vieira/Sejus-DF Promovido pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o programa garante a oficialização gratuita da união civil e oferece toda a estrutura necessária para que os noivos vivam esse momento com emoção e dignidade. A iniciativa é voltada a casais em situação de vulnerabilidade social, assegurando não apenas a isenção das taxas cartoriais, mas também uma cerimônia completa e cuidadosamente organizada. Entre os benefícios oferecidos estão vestido de noiva, terno para o noivo, transporte até o local da cerimônia, produção básica, decoração especial, registro fotográfico e toda a organização do evento. Além de proporcionar uma experiência inesquecível, a oficialização da união garante direitos civis ao casal, como segurança jurídica, direitos sucessórios e inclusão em benefícios previdenciários, entre outros previstos em lei. A proposta é ampliar o acesso à cidadania e fortalecer os vínculos familiares. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o programa vai além da celebração. “O Casamento Comunitário é uma política pública que garante direitos, fortalece as famílias e promove dignidade. Cada edição é a prova de que o Estado pode transformar vidas com sensibilidade, organização e compromisso social. Ver esses casais realizando um sonho é o que nos motiva a ampliar cada vez mais essa iniciativa”, destaca. Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania (de amarelo): "Ver esses casais realizando um sonho é o que nos motiva a ampliar cada vez mais essa iniciativa" Sonho realizado Quem já viveu essa experiência fala com emoção. A diarista Elisângela da Silva Pereira, 45 anos, e o garçom Alfredo dos Santos Souza, 46, moradores de Brazlândia, participaram da terceira edição do Casamento Comunitário de 2025. Para o casal, o programa representou a concretização de um sonho antigo. “Foi um dia que vai ficar marcado para sempre nas nossas vidas. A gente sempre quis oficializar nossa união, mas não tinha condições. O Casamento Comunitário nos deu essa oportunidade e foi tudo perfeito”, conta Elisângela. Alfredo reforça o sentimento de gratidão: “Foi muito mais do que imaginávamos. A estrutura, a organização, o carinho com cada casal… Foi emocionante demais”. Já para Ana Amélia Rocha, 55 anos, servente de limpeza e moradora da Estrutural, a expectativa para a edição de março é grande. Ansiosa para subir ao altar, ela afirma que o casamento representa uma nova etapa em sua história. “Estou contando os dias. É a realização de um sonho que eu achei que não ia conseguir viver. Só de saber que vai ser no Museu Nacional já fico emocionada”, diz. Elisângela da Silva Pereira, diarista: "A gente sempre quis oficializar nossa união, mas não tinha condições. O Casamento Comunitário nos deu essa oportunidade e foi tudo perfeito" Política pública que transforma vidas Criado em 2021, o Casamento Comunitário da Sejus-DF é uma política pública voltada a casais em situação de vulnerabilidade social. O programa garante a isenção das taxas cartoriais e oferece uma estrutura completa para que os noivos vivam esse momento com dignidade e emoção. Nos últimos seis anos, a iniciativa já possibilitou que mais de mil casais oficializassem suas uniões no Distrito Federal. Somente em 2025, mais de 400 casais participaram das quatro edições realizadas, reafirmando o alcance social do programa, que promove cidadania, dignidade e o fortalecimento dos vínculos familiares. Ana Amélia Rocha, servente de limpeza: "Estou contando os dias. É a realização de um sonho que eu achei que não ia conseguir viver" Inscrições abertas Os casais interessados ainda podem participar desta primeira edição de 2026. As inscrições podem ser feitas presencialmente nas Praças dos Direitos de Ceilândia (QNN 13) e do Itapoã (Quadra 203, Del Lago II), além da Estação Cidadania do Recanto das Emas (Quadra 113, Lote 09). Também é possível se inscrever durante as edições do programa GDF Mais Perto do Cidadão, realizadas quinzenalmente em diferentes regiões administrativas. [LEIA_TAMBEM]Outra opção é a inscrição online, pelo número (61) 98382-0147. 1ª edição do Casamento Comunitário 2026 Data: 22 de março (domingo) Horário: 17h Local: Museu Nacional da República *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF)
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Projeto Planetário Itinerante leva astronomia e tecnologia a estudantes de escolas públicas de Santa Maria
O projeto Planetário Itinerante, fruto de uma parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) e a Associação das Empresas Fomentadoras do Bem-Estar, leva ciência e tecnologia às instituições de ensino do Distrito Federal. A iniciativa democratiza o acesso ao conhecimento astronômico por meio de experiências interativas gratuitas, voltadas a estudantes da rede pública. Ao integrar educação e inovação no ambiente escolar, o projeto estimula o interesse pelas carreiras científicas e contribui para a formação intelectual de crianças e jovens de forma acessível. Entre os dias 22 de fevereiro e 13 de março, as atividades ocorrerão em nove unidades de Santa Maria, abrangendo o Centro de Ensino Médio 417, o Centro Educacional Santa Maria, os Centros de Ensino Fundamental 104, 201, 403 e 315, os Centros Educacionais 416 e 310, além do Centro de Ensino Médio 404. A programação inclui sessões educativas de astronomia, palestras e oficinas práticas que utilizam simuladores e jogos educativos para abordar temas como sustentabilidade e tecnologia. O cronograma integra ciência e tecnologia de maneira fluida, expandindo o papel do Planetário de Brasília como instrumento de educação e inclusão. O Planetário Itinerante aproxima a ciência do cotidiano dos alunos, transformando a escola em um espaço de descoberta e encantamento | Foto: Divulgação/Secti-DF O secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, destaca que a descentralização do conhecimento é o caminho para despertar novas vocações e tornar a ciência um bem comum a todos os cidadãos. "O Planetário Itinerante é uma ferramenta estratégica para a popularização da ciência em nossa capital. Ao levar o conhecimento para além dos centros tradicionais, proporcionamos aos estudantes uma vivência que pode definir vocações e fortalecer o aprendizado de forma lúdica e impactante. Nosso compromisso é garantir que a inovação chegue a todos os cantos do DF, tornando o saber científico um patrimônio acessível", afirma o secretário. O Planetário Itinerante aproxima a ciência do cotidiano dos alunos, transformando a escola em um espaço de descoberta e encantamento. A iniciativa promove inclusão social e educacional, reforçando o compromisso de levar o saber técnico para além dos centros tradicionais. Com estruturas adaptadas e a presença de intérpretes de Libras, o projeto assegura a participação plena de todos os estudantes, consolidando a vivência científica como uma ferramenta de transformação e fortalecimento de valores educativos. *Com informações da Secti-DF
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Implanon: novo método contraceptivo está disponível nas unidades básicas de saúde do DF
A rede pública de saúde do Distrito Federal já conta com o novo método contraceptivo incorporado, recentemente, pelo Sistema Único de Saúde (SUS). O Implanon, implante subdérmico contraceptivo liberador de etonogestrel, está disponível nas unidades básicas de saúde (UBSs). Ao todo, foram quase 10,1 mil unidades oferecidas pelo Ministério da Saúde ao DF. Inicialmente, o contraceptivo será ofertado a grupos prioritários. Arte: Agência Saúde DF "Para alguns públicos, os métodos que haviam disponíveis até hoje não eram os mais indicados, seja porque apresentavam algum risco, seja porque realmente dependiam da usuária que, por qualquer motivo, não conseguia garantir o uso prescrito", explica Viviane Albuquerque, referência técnica em Saúde da Mulher no âmbito da Atenção Primária à Saúde (APS) da Secretaria de Saúde (SES-DF). A ampliação da população beneficiada acontecerá após o recebimento de novo quantitativo. Mais vantajoso Assim como o DIU (dispositivo intrauterino), o Implanon é classificado como contraceptivo reversível de longa duração (LARC, na sigla em inglês). Por não depender de uso diário ou contínuo, como ocorre com anticoncepcionais orais ou injetáveis, é considerado altamente eficaz no planejamento reprodutivo. Além disso, a inserção é simples e rápida, feita por médicos e enfermeiros devidamente capacitados, apenas com anestesia local, aplicada na parte interna do braço. Após o procedimento, o dispositivo pode atuar no organismo por até três anos. Inserção é simples e rápida, feita por médicos e enfermeiros devidamente capacitados, apenas com anestesia local; após o procedimento, o dispositivo pode atuar no organismo por até três anos | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Outra vantagem é a sua efetividade: o implante contraceptivo subdérmico apresenta taxa superior a 99%, sendo comparável à laqueadura. "É o método não cirúrgico de maior efetividade que existe", define Albuquerque. População elegível Toda a população em idade fértil tem acesso aos métodos contraceptivos a partir dos atendimentos nas UBSs. A SES-DF oferece preservativos, pílulas e injeções anticoncepcionais, além de procedimento cirúrgico de esterilização permanente. Apenas os preservativos oferecem proteção contra infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). Para aconselhamento integral e decisão compartilhada junto a profissional de saúde, procure a equipe de Saúde da Família em sua unidade de referência. *Com informações da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF)
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Ceilândia recebe, nesta sexta (20), ação de acolhimento à população em situação de rua
Em ação prevista para começar às 9h desta sexta-feira (20), o Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em 11 endereços distintos em Ceilândia. Servidores de diversos órgãos do GDF participam da abordagem, ajudando com todas as orientações | Foto: Arquivo/Agência Brasília A iniciativa é coordenada pela Casa Civil e envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Também participam o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientações sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 para aqueles sem condições de pagar aluguel. Vagas em abrigos, programas de qualificação profissional — como o RenovaDF — e o cadastro para unidades habitacionais também estarão disponíveis. Após o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta, no SIA (Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias fizeram abordagens sociais e prestaram atendimentos prévios nos locais, mapeando o público a ser beneficiado e suas demandas. Veja abaixo os pontos de ação em Ceilândia nesta sexta. ⇒ CNM 1 — laterais do BRB ⇒ Área pública do canteiro central entre a CNM 1 e a CNM 2 ⇒ Área pública do canteiro central entre a QNM 1 e a QNM 2 ⇒ QNM 1 Conjunto H Lote 32, canteiro central e em frente ao Shopping Popular ⇒ QNM 12 Lote 21, ao lado da loja Marisa ⇒ QNM 12, Lote 28, em frente à Promotoria do Ministério Público ⇒ QNM 12, Lote 28, canteiro central em frente ao supermercado Primor ⇒ QNM 12, área verde atrás do comércio ⇒ QNM 12, área verde ao lado dos prédios residenciais ⇒ EQNN 3/5, atrás do Bloco A e em frente à quadra de esportes ⇒ EQNN 3/5, atrás da Igreja Metodista de frente ao Conjunto I. *Com informações da DF Legal
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Carnaval de Brasília movimenta mais de R$ 100 milhões e firma posição como rota da folia no país
O DF Folia 2026 bateu recordes de público e de investimento: levou cerca de 1,5 milhão de foliões para as ruas da cidade, durante os quatro dias de Carnaval, superando a marca de 1 milhão do ano passado. O número reflete a bem-sucedida iniciativa do Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), em parceria com a Associação Artise de Arte, Cultura e Acessibilidade, abrangendo agremiações e brincantes da capital. Carnaval deste ano teve como uma das principais características a descentralização da folia, o que contribuiu para girar a economia local | Foto: Divulgação/Secec-DF O crescimento da festa, ano após ano, pode ser notado pelo número de blocos, que passou de 56, em 2024, para 65, em 2025. Neste ano, apresentaram-se 76 blocos. No mesmo período, o investimento saltou de R$ 6,2 milhões para R$ 10 milhões, com expectativa de retorno de mais de R$ 100 milhões para os cofres do DF. Isso porque, com um público estimado de mais de 1,5 milhão de pessoas, foram movimentados cerca de R$ 75 milhões no período — considerando-se um gasto médio de R$ 50,00 por pessoa. “O DF Folia 2026 reafirma uma convicção que temos na Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF: cultura é política pública estruturante, é desenvolvimento e é pertencimento” Claudio Abrantes, secretário de Cultura e Economia Criativa Em outra ponta, para cada R$ 1 investido em cultura, há um retorno estimado de R$ 3 para a economia — o que representa mais de R$ 30 milhões. Isso consolida o DF como local que produz cultura de qualidade, promove um Carnaval democrático, acessível e seguro. A festividade alcançou 18 regiões administrativas do DF, sem contar os Territórios Folia na Esplanada dos Ministérios, Museu Nacional e Setor Comercial Sul. Cultura e valorização “O DF Folia 2026 reafirma uma convicção que temos na Secretaria de Cultura e Economia Criativa do DF: cultura é política pública estruturante, é desenvolvimento e é pertencimento”, aponta o titular da Secec-DF, Claudio Abrantes. “Cada recurso investido retorna em geração de trabalho, renda e fortalecimento das identidades culturais dos nossos territórios”, enfatiza o secretário. “Mais de 20 mil oportunidades de emprego foram geradas. Só nos blocos, 10 mil pessoas atuaram diretamente, sem falar nos brigadistas, seguranças, produtores e ambulantes. Mais do que números, estamos falando de cidadania, acesso à cultura e valorização da nossa gente.” Outro destaque foi o trabalho desempenhado pelas forças de segurança. Durante o período festivo, mais de 1,5 milhão de pessoas foram revistadas nos acessos aos blocos e às estações de transporte, resultando na apreensão de 459 armas brancas, 595 objetos com potencial de uso como arma e uma arma de fogo. “A descentralização dos recursos garantiu que os próprios blocos pudessem contratar seus fornecedores, estruturar suas equipes e organizar suas cadeias produtivas localmente” Dorival Brandão, coordenador-geral da DF Folia A atuação preventiva também contou com drones para monitoramento em tempo real, câmeras com reconhecimento facial e reforço nas delegacias, com ampliação do atendimento por meio da Delegacia Eletrônica, na Cidade da Segurança Pública. O Detran-DF efetuou cerca de 2,7 mil abordagens, com 133 autuações por alcoolemia. O Corpo de Bombeiros reforçou o efetivo com 1.019 militares a mais e atendeu 230 ocorrências nos eventos, sendo 46% relacionadas ao consumo excessivo de álcool. Folia descentralizada [LEIA_TAMBEM]A descentralização é um dos pilares da DF Folia. Em 2026, blocos carnavalescos foram para as ruas de diversas regiões da capital. Em Taguatinga, o Mamãe Taguá apresentou a proposta de diversidade cultural, alegria e brincadeira, sem precisar se deslocar até o Plano Piloto. Na Praça da Bíblia, o CarnaSarau também levou o Carnaval para perto dos moradores da região, sem necessidade de grandes deslocamentos para curtir a folia, com a mistura de culturas que é a cara de Ceilândia. “A descentralização dos recursos garantiu que os próprios blocos pudessem contratar seus fornecedores, estruturar suas equipes e organizar suas cadeias produtivas localmente”, explica o coordenador-geral do DF Folia, Dorival Brandão. “Isso fez com que o investimento público circulasse diretamente nas comunidades, gerando trabalho, renda e desenvolvimento cultural.” Confira a agenda dos blocos, pois a festa continua até 1º de março. Veja também as redes sociais do DF Folia. *Com informações da Secretaria de Cultura e Economia Criativa
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Doe vida: férias e feriados diminuem doações de leite materno
O leite materno é considerado o melhor alimento que um bebê pode ter. Nesse sentido, a rBLH e os postos de coleta de leite humano (PCLH) contribuem diretamente para a redução da mortalidade infantil e para a melhoria da saúde e da qualidade de vida da população. A Rede de Bancos de Leite Humano (rBLH) do Distrito Federal é classificada como referência nacional pelo Ministério da Saúde. O DF é a única unidade da Federação autossuficiente em leite humano, o que significa que tem capacidade para suprir todas as necessidades de recém-nascidos internados em unidades neonatais, sem depender de fontes externas. Caso haja desejo de doar ou necessidade de orientações sobre o aleitamento, a pessoa pode entrar em contato com o BLH ou PCLH mais próximo de sua casa. Também é possível fazer o cadastro no Disque Saúde 160, opção 4, pelo site Amamenta Brasília ou pelo Portal Cidadão do DF. O Corpo de Bombeiros Militar do Distrito Federal (CBMDF) oferece apoio para a coleta domiciliar e o transporte do leite doado. Bancos de leite humano do DF contribuem diretamente para a redução da mortalidade infantil e a melhoria da saúde e da qualidade de vida da população | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde DF Doar vida Em janeiro, a rBLH teve uma redução em seus estoques neste ano. Janeiro é um mês tradicionalmente de férias, o que acaba desfavorecendo a doação regular. No período, foram obtidos cerca de 1,5 mil litros de leite materno, aproximadamente 20% abaixo do volume esperado. “Quando uma mulher se dispõe a doar, ela está entrando para uma rede que gera vida” Graça Cruz, integrante da Coordenação de Políticas de Aleitamento Materno Toda mulher em boas condições de saúde, com excesso de leite e que se disponha a doar voluntariamente é uma doadora em potencial. “Quando uma mulher se dispõe a doar, ela está entrando para uma rede que gera vida”, define a integrante da Coordenação de Políticas de Aleitamento Materno, Graça Cruz. “Essa mãe não está só doando leite: está ampliando as chances de sobrevivência para outros prematuros e bebês de baixo peso. Está fazendo com que crianças, além da sua, recebam os benefícios do leite materno”, complementa a profissional. *Com informações da Secretaria de Saúde do DF
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Novo Capsi do Recanto das Emas vai ampliar acesso ao cuidado infantojuvenil
Em fase final de obras, o Centro de Atenção Psicossocial Infantojuvenil (Capsi) do Recanto das Emas vai ampliar a oferta de atendimentos especializados. Com investimento de R$ 4,7 milhões, a previsão de entrega da unidade é em março deste ano. "O novo Capsi representa um avanço importante para o cuidado infantojuvenil, com um espaço mais amplo e estruturado" Márcia Rodrigues, superintendente da Região de Saúde Sudoeste “O novo Capsi representa um avanço importante para o cuidado infantojuvenil, com um espaço mais amplo e estruturado para atender melhor a população e fortalecer a Raps [Rede de Atenção Psicossocial] em todo o DF”, destaca a superintendente da Região de Saúde Sudoeste, Márcia Rodrigues. Localizada no setor hospitalar da entrequadra 104/105, a unidade vai beneficiar cerca de 850 mil moradores de Taguatinga, Samambaia, Vicente Pires, Águas Claras, Recanto das Emas, Gama, Santa Maria, Guará I, Guará II, Estrutural/SCIA, Candangolândia, Núcleo Bandeirante, Riacho Fundo, Riacho Fundo II e Parkway. Novo espaço O Capsi atende crianças e adolescentes de até 18 anos incompletos com sofrimento psíquico grave e persistente, bem como jovens de até 16 anos incompletos com histórico de uso abusivo de álcool e outras drogas | Fotos: Sandro Araújo/Agência Saúde-DF Atualmente, o atendimento do Capsi no Recanto das Emas é realizado em um espaço da Unidade Básica de Saúde (UBS) 1, situada na Quadra 307 da região. Com a nova sede, o serviço passa a contar com uma estrutura maior e mais adequada às necessidades do público atendido. A unidade terá cerca de 610 metros quadrados de área construída, com salas para atendimentos individuais, espaços destinados a oficinas e grupos terapêuticos, farmácia, salas administrativas, banheiros, refeitório, cozinha, estacionamento e área externa de convivência. O Capsi ficará próximo à UBS 3 e ao futuro Hospital Regional do Recanto das Emas (HRE), favorecendo a integração entre os serviços de saúde. Cuidado especializado Com cerca de 610 metros quadrados de área construída, a estrutura possui salas para atendimentos individuais, espaços para oficinas e grupos terapêuticos, farmácia, refeitório e ampla área externa O Capsi é voltado ao atendimento de crianças e adolescentes de até 18 anos incompletos (17 anos, 11 meses e 29 dias) com sofrimento psíquico grave e persistente, além de jovens de até 16 anos incompletos (15 anos, 11 meses e 29 dias) com histórico de uso abusivo de álcool e outras drogas. O cuidado também envolve parentes, reconhecendo a importância do apoio familiar no processo terapêutico e na reinserção social. "A nova unidade amplia o acesso a espaços que favorecem a convivência, o vínculo e a participação em atividades terapêuticas. Quando o paciente se sente pertencente, ele cria vínculo e o tratamento torna-se mais fácil”, avalia o diretor de Atenção Secundária da Região de Saúde Sudoeste, Marcos André Viana. [LEIA_TAMBEM]Rede em expansão O DF conta com 18 unidades do Centro de Atenção Psicossocial (Caps). Somente em 2024, foram prestados mais de 354 mil atendimentos nessas unidades. Em 2025, até novembro, o número havia ultrapassado 386 mil. A rede de saúde mental da Secretaria de Saúde (SES-DF) é composta por UBSs, centros especializados em saúde mental, Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu DF) e unidades de pronto atendimento (UPAs). Além do Capsi do Recanto das Emas, a SES-DF vai ampliar a rede com a implantação de outros três centros dedicados à saúde mental: um novo Capsi em Ceilândia e duas unidades do Centro de Atenção Psicossocial Álcool e Outras Drogas (Caps AD) III no Guará e em Taguatinga. Está prevista, ainda, uma unidade no Gama destinada ao cuidado de pessoas com sofrimento psíquico severo e persistente. *Com informações da SES-DF
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Chuvas fortes atingem Ceilândia e mobilizam equipes da administração regional
As fortes chuvas que atingiram Ceilândia na noite desta quarta-feira (18) mobilizaram equipes da administração local, que percorreram os principais pontos críticos da cidade, como a Avenida do P Sul, P Norte, Setor O e a QNN 08, próximo à estação de metrô, em Ceilândia Sul. Em ação conjunta, equipes da administração local, do SLU e da Novacap saíram às ruas para reparar estragos da chuva | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Em parceria com o SLU e a Novacap, a Administração Regional de Ceilândia entrou em ação. “O volume de chuvas foi muito grande e, em alguns pontos, o sistema não comporta toda a vazão”, avaliou o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. [LEIA_TAMBEM]Foi feito um mapeamento das áreas mais afetadas para execução de ações emergenciais, como retirada de galhos, limpeza de vias e sinalização de buracos, garantindo mais segurança aos motoristas até que o serviço definitivo da operação seja executado. Por meio da Novacap, o Governo do Distrito Federal (GDF) já publicou um aviso de licitação que prevê a contratação de empresa especializada para elaboração do projeto executivo de engenharia voltado à adequação e à ampliação do sistema de drenagem pluvial urbana em Ceilândia. O investimento estimado é de cerca de R$ 14 milhões. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Vigilância Sanitária do DF apreende mais de 1,2 mil produtos irregulares durante o Carnaval
A Vigilância Sanitária do Distrito Federal realizou 755 vistorias em 187 blocos e outros eventos durante o Carnaval 2026. Entre os dias 14 e 17 de fevereiro, as equipes intensificaram as fiscalizações nas ruas, em clubes, bares e boates, com o objetivo de garantir a segurança sanitária dos foliões. As inspeções resultaram em 51 autos de infração e nove interdições por falta de licenciamento e ausência de prestação de serviços de saúde no local. Também foram emitidos dois termos de apreensão. Durante as ações, a Vigilância Sanitária apreendeu 1.223 produtos considerados irregulares ou impróprios para consumo, entre eles 747 litros de bebidas sem procedência, falsificadas ou adulteradas, 235 cigarros eletrônicos, 288 pomadas capilares sem registro e 106 quilos de alimentos. O objetivo é prevenir riscos à saúde da população diante do aumento expressivo do consumo e da comercialização temporária de alimentos e bebidas durante o período festivo. Ações educativas Durante as ações, a Vigilância Sanitária apreendeu 1.223 produtos considerados irregulares ou impróprios para consumo | Foto: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF Além da fiscalização, o órgão da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) também investiu em ações educativas. Antes e durante o Carnaval, 500 ambulantes passaram por treinamento voltado às boas práticas de manipulação e comercialização de alimentos e bebidas, reforçando o caráter preventivo da atuação da Vigilância Sanitária. De acordo com a diretora da Vigilância Sanitária do DF, Márcia Olivé, o trabalho integrado das equipes foi essencial para assegurar um Carnaval mais seguro. "Nosso objetivo é proteger a saúde da população. Atuamos de forma preventiva e também corretiva, orientando comerciantes e ambulantes, mas aplicando as medidas necessárias quando identificamos irregularidades que possam colocar a população em risco. O balanço demonstra a presença ativa da Vigilância Sanitária em todos os grandes eventos do Distrito Federal”, destacou. A gestora destaca ainda que as ações de fiscalização ocorrem de forma contínua ao longo do ano, sendo intensificadas em grandes eventos, quando há maior circulação de pessoas e ampliação do comércio temporário. Denuncie A população também pode colaborar denunciando situações irregulares por meio dos canais oficiais da SES-DF,via internet, pelo telefone 162 ou presencialmente em qualquer unidade de ouvidoria do GDF, contribuindo para a promoção de ambientes mais seguros e saudáveis em todo o Distrito Federal. *Com informações da SES-DF
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Novos beneficiários do DF Social têm até o dia 24 para abrir conta no BRB
A Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF) selecionou 408 novas famílias beneficiárias do programa DF Social para abrirem a conta no Banco de Brasília (BRB) e terem acesso ao auxílio mensal de R$ 150. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até às 18h do dia 24. Aqueles que não abrirem conta no prazo estabelecido vão ter que aguardar nova contemplação. A abertura da conta social deve ser realizada pelo aplicativo BRB Mobile. Basta seguir o passo a passo. Para saber se foi contemplado, o cidadão deve fazer a consulta no site GDF Social e confirmar se está entre os beneficiários. No portal, em “Consulta DF Social”, é necessário informar CPF e data de nascimento do responsável familiar, conforme declarado no Cadastro Único. Após esse procedimento, aparece mensagem na tela informando se a pessoa está ou não na lista de contemplados. Para garantir o recebimento do próximo pagamento, é necessário que o cidadão tenha a conta social (não se trata de uma conta bancária comum) aberta até às 18h do dia 24 | Foto: Renato Raphael/Sedes-DF “Todos os meses temos contemplados no DF Social, este benefício que complementa a renda das famílias, reduzindo o impacto em seus orçamentos familiares. Então, quem for contemplado precisa ficar atento ao prazo para abertura da conta social digital no aplicativo do BRB”, declarou a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. O DF Social é o programa de transferência de renda do Governo do Distrito Federal (GDF) que concede o valor de R$ 150 mensais destinado às famílias de baixa renda residentes no Distrito Federal. Têm direito ao benefício os grupos com renda per capita de até meio salário mínimo inscritos no Cadastro Único, entre outros critérios. A contemplação é feita por meio de seleção automática, cruzando critérios do programa com os cadastros únicos. O crédito de R$ 150 é realizado pelo BRB sempre no primeiro dia útil de cada mês, a partir das 18h. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social do Distrito Federal (Sedes-DF)
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Detran-DF divulga balanço da Operação Carnaval: Folia Segura 2026
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Solenidade entrega plano de ação para atenção humanizada ao desaparecimento de pessoas
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) realiza, nesta quinta-feira (19), às 10h, na Sala de Gestão Estratégica da SSP-DF, a solenidade oficial de entrega do Plano de Ação Integrado de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas no Distrito Federal. O documento é resultado de mais de um ano de trabalho técnico e articulação interinstitucional no âmbito da Rede Integrada de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas (Ridesap), coordenada pela Subsecretaria de Integração de Políticas em Segurança Pública (Subisp). [LEIA_TAMBEM]Participam da construção do plano instituições das áreas de segurança pública, saúde, assistência social, justiça e direitos humanos do Distrito Federal, incluindo Polícia Civil (PCDF), Polícia Militar, Corpo de Bombeiros Militar (CBMDF), Departamento de Trânsito (Detran-DF), Secretaria de Saúde (SES-DF), Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF), Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), Defensoria Pública (DPDF) e representantes do Ministério Público, do Poder Judiciário e da Chefia Executiva de Políticas Sociais do gabinete do governador. A iniciativa consolida fluxos integrados, responsabilidades institucionais e estratégias coordenadas de prevenção e resposta, fortalecendo a governança intersetorial e o atendimento às famílias. Entrega do Plano de Ação Integrado de Atenção Humanizada ao Desaparecimento de Pessoas Local: Sala de Gestão Estratégica – SSP-DF Data: Quinta (19) Horário: 10h *Com informações da Secretaria de Segurança Pública (SSP-DF)
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