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Diagnóstico precoce de Alzheimer ajuda pacientes e famílias a viverem com mais qualidade

Perder a memória aos poucos, repetir perguntas e apresentar mudanças de comportamento pode parecer algo natural do envelhecimento, mas nem sempre é. No caso do Alzheimer, reconhecer os sinais desde o início e buscar avaliação médica o quanto antes pode fazer toda a diferença no tratamento e na qualidade de vida. No Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), cerca de 300 pacientes fazem acompanhamento ambulatorial para a doença, que é um dos focos da campanha Fevereiro Roxo, voltada à conscientização sobre enfermidades que não têm cura, mas podem ser tratadas. O Alzheimer é um transtorno neurodegenerativo que vai deteriorando a cognição da pessoa, afetando toda a sua vida | Foto: Divulgação/IgesDF “As pessoas costumam achar que é algo normal da idade e demoram a procurar um médico, o que acaba atrasando o diagnóstico” Carlos Uribe, neurologista do Hospital de Base Foi o que aconteceu com a família de Jane Pimentel Meireles, que começou a suspeitar dos esquecimentos da mãe, Ornelina Medeiros Pimentel, quando ela tinha 70 anos. “Ela esquecia de conversas que tínhamos, esquecia das pessoas”, lembra. “Depois, o comportamento começou a ficar mais agressivo e ela passou a brigar com algumas pessoas”, relata ela. “Foi tudo muito estranho e fora do normal”. Desconfiada, Jane levou a idosa a consultas e exames que, ao final, apontaram o diagnóstico de Alzheimer. Manifestações A doença é um transtorno neurodegenerativo que consiste na deterioração progressiva da cognição, incluindo a memória, além de comprometer atividades cotidianas e causar alterações comportamentais. “O que estamos passando agora é ruim, mas sabemos também que é só o começo; eu tento não pensar muito, tento viver um dia de cada vez, porque sei que vem muito sofrimento para a gente e, principalmente, para ela”, afirma Jane. Hoje, Ornelina tem 77 anos e segue em acompanhamento no HBDF, unidade administrada pelo Instituto de Gestão Estratégica em Saúde (IgesDF). O neurologista do hospital, Carlos Uribe, explica que os primeiros sinais do Alzheimer costumam ser confundidos com sintomas comuns da idade mais avançada, o que pode atrasar o início do tratamento.  Esquecimentos, mudanças de humor, repetições de perguntas e dificuldade de encontrar palavras estão entre os sintomas aos quais é importante prestar atenção Segundo o médico, é preciso atenção quando os esquecimentos e as mudanças de humor passam a comprometer o dia a dia. “As pessoas costumam achar que é algo normal da idade e demoram a procurar um médico, o que acaba atrasando o diagnóstico”, afirma. “Muitas vezes, é a família que nota algo errado e traz o idoso para uma avaliação”. Entre os sintomas mais frequentes estão a dificuldade para dirigir automóveis e encontrar caminhos conhecidos, repetição da mesma pergunta diversas vezes, dificuldade para acompanhar conversas e linhas de raciocínio, dificuldade para encontrar palavras ao se expressar, tendência ao isolamento e incapacidade de elaborar estratégias de resolução de problemas. Diagnóstico e tratamento Ao perceber sinais de Alzheimer ou de outros tipos de demência, o primeiro passo é procurar a Unidade Básica de Saúde (UBS) mais próxima ou um médico clínico geral. É na UBS que começa o cuidado: o profissional faz a primeira avaliação, conversa com o paciente e a família, pede exames quando necessário e, se houver indicação, encaminha para o especialista, a fim de garantir um diagnóstico mais rápido e um acompanhamento adequado. A causa do Alzheimer ainda não foi identificada, mas acredita-se que fatores genéticos tenham influência. O risco de desenvolver a doença é maior quando há histórico familiar. Além disso, outros fatores, ligados principalmente ao estilo de vida, também estão envolvidos. [LEIA_TAMBEM]O diagnóstico é feito, geralmente, por exclusão, após a análise de exames laboratoriais e de imagem do cérebro, realizada em conjunto com uma avaliação das alterações cognitivas apresentadas por cada pessoa. Em alguns casos, podem ser utilizados outros testes diagnósticos específicos, como a análise do líquido cefalorraquidiano ou exames de medicina nuclear. Como não existe cura, o tratamento consiste em aliviar os sintomas e melhorar a qualidade de vida dos pacientes. A progressão da doença varia de caso a caso, podendo ser mais agressiva ou mais leve. Apesar da gravidade, o neurologista lembra que o Alzheimer não é uma sentença de morte: “Muitas pessoas conseguem viver por anos após o diagnóstico e acabam falecendo por outras doenças, como câncer ou AVC [acidente vascular cerebral]. Então, elas morrem com a doença, e não em decorrência dela”. Também não existe uma forma de prevenção específica, mas já foi demonstrado é possível atrasar e até mesmo inibir a manifestação da doença com atitudes como a de manter a mente ativa e hábitos saudáveis — prática de atividades físicas, alimentação balanceada, evitar o consumo de bebidas alcoólicas e o fumo, além de manter uma vida social ativa. “Quanto antes tivermos um diagnóstico, melhor”, alerta Carlos Uribe. “À medida que as pessoas se tornam mais conscientizadas sobre a situação, teremos maior facilidade para conversar e melhorar a qualidade de vida dos pacientes e de suas famílias.”   *Com informações do IgesDF

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Construção da primeira escola pública de Arniqueira entra na fase de acabamento

A primeira escola pública de Arniqueira está cada vez mais perto de se tornar realidade. O novo Centro Educacional (CED), executado pela Companhia Urbanizadora da Nova Capital do Brasil (Novacap), já teve a estrutura do prédio principal concluída e entrou na fase de acabamento e construção da quadra poliesportiva. Com investimento de aproximadamente R$ 13 milhões do Governo do Distrito Federal (GDF), a unidade atenderá a mais de 1,5 mil alunos dos ensinos fundamental II e médio da rede pública. Localizada no Setor Habitacional Arniqueira (SHA), Conjunto 4, Área Especial 6, em um terreno de 7.847,93 metros quadrados, a escola ocupa uma área construída de 4.968,79 m², distribuída em dois pavimentos. O espaço fica em uma área estratégica, entre a sede da administração regional e a futura Unidade Básica de Saúde (UBS), e fortalece o conjunto de equipamentos públicos da região. Nova escola receberá alunos do ensino fundamental II e do médio | Fotos: Divulgação/Novacap Atualmente, as equipes atuam nos serviços de reboco, emassamento, pintura e revestimentos, além da instalação dos castelos-d’água. Também já foi iniciada a execução da quadra poliesportiva — que havia sido invadida e agora está totalmente liberada para as obras, juntamente com a construção da guarita e do estacionamento. O projeto prevê uma estrutura completa, com 18 salas de aula, auditório, biblioteca, sala de música, sala de artes plásticas, sala multimídia, espaços para o grêmio estudantil e apoio pedagógico, além de cozinha industrial, refeitório, vestiários e pátio coberto. A proposta é oferecer um ambiente moderno e adequado para o desenvolvimento educacional e social dos estudantes. Moradora da região, a professora Mayrlla Santos, de 35 anos, destaca a importância da nova unidade para a comunidade local: “É muito bom porque vai amenizar a superlotação nas salas de aula. A gente sabe o quanto isso impacta no aprendizado. Ter uma escola aqui em Arniqueira significa mais acesso e uma educação de mais qualidade para as crianças e os jovens”. O projeto prevê uma estrutura completa, com 18 salas de aula, auditório, biblioteca, sala de música, sala de artes plásticas, sala multimídia, espaços para o grêmio estudantil e apoio pedagógico Além de ampliar a oferta de vagas, o CED de Arniqueira deve reduzir o deslocamento diário de centenas de estudantes que hoje precisam se deslocar para cidades como Taguatinga, Riacho Fundo e Recanto das Emas. A proximidade da escola com as residências contribui para mais segurança, economia de tempo e qualidade de vida para as famílias. [LEIA_TAMBEM]A secretária de Educação do DF, Hélvia Paranaguá, ressalta o significado da obra para a comunidade e para as famílias da região: “Ver essa escola sair do papel é saber que muitas crianças e jovens vão poder estudar perto de casa, em um espaço digno, bem-estruturado e com padrão moderno. Isso representa cuidado com as pessoas, compromisso com um futuro melhor para quem depende da escola pública e um investimento que impacta diretamente a vida das famílias, contribuindo para reduzir desigualdades no acesso à educação”. A construção do CED integra o conjunto de investimentos do GDF voltados à expansão e qualificação da rede pública de ensino, garante uma infraestrutura adequada e mais oportunidades educacionais para os estudantes do Distrito Federal. O presidente da Novacap, Fernando Leite, reforça o compromisso da companhia com a entrega do equipamento educacional dentro do cronograma previsto: “Aproveitamos o período de estiagem para avançar de forma significativa na obra, mas mesmo durante o período de chuvas vamos manter o ritmo e dar ênfase total à conclusão desse centro educacional, que é uma demanda histórica da população de Arniqueira”. *Com informações da Novacap  

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Orientações – Inscrições Percursos de Formação

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Programa DNA do Brasil inicia ações de saúde preventiva em escolas públicas de Ceilândia

O Programa DNA do Brasil, no âmbito do Programa Saúde na Escola (PSE), iniciou suas ações em Ceilândia com atendimentos voltados à promoção da saúde preventiva e ao acompanhamento integral de crianças e adolescentes da rede pública de ensino. A iniciativa é da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), em parceria com o Instituto para o Desenvolvimento da Criança e do Adolescente pela Cultura e Esporte (Idecace). As atividades têm como base o Centro de Artes e Esportes Unificados (CEU das Artes) da QNN 13, que funciona como polo de atendimento e articulação das ações na comunidade. A partir do espaço, uma equipe itinerante atua diretamente nas escolas públicas da região, atendendo estudantes de 5 a 18 anos. O programa realiza triagens de enfermagem, avaliações odontológicas não invasivas e ações educativas sobre higiene, alimentação, autocuidado e prevenção de doenças, fortalecendo o cuidado contínuo e a orientação às famílias. “Essa iniciativa fortalece a atuação integrada entre educação, saúde e assistência social. Quando o poder público e a sociedade civil caminham juntos, conseguimos ampliar o acesso a políticas públicas e consolidar uma rede de proteção mais eficiente para nossas crianças e adolescentes” Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania do DF O atendimento é conduzido por uma equipe multidisciplinar, formada por dentista, enfermeiro, psicólogo, assistente social e pedagogo. Além da saúde física, os profissionais também identificam demandas emocionais, sociais e educacionais, com encaminhamentos à rede pública de saúde e aos serviços de proteção social sempre que necessário, garantindo a continuidade do acompanhamento. Para a secretária de Justiça e Cidadania do DF, Marcela Passamani, a iniciativa reforça a importância da atuação integrada entre diferentes políticas públicas. “Essa iniciativa fortalece a atuação integrada entre educação, saúde e assistência social. Quando o poder público e a sociedade civil caminham juntos, conseguimos ampliar o acesso a políticas públicas e consolidar uma rede de proteção mais eficiente para nossas crianças e adolescentes”, destaca. Segundo o presidente do Idecace, Wilson Cardoso, o diferencial do programa está no acompanhamento individualizado dos estudantes. “Para desenvolver a educação, precisamos entender o potencial e as necessidades de ajuste de cada criança e adolescente. A metodologia do DNA do Brasil permite identificar vulnerabilidades, acompanhar trajetórias e fortalecer a rede de proteção de forma contínua, indo além das ações pontuais nas escolas”, afirma. Um dos destaques da iniciativa é o uso de tecnologia nas avaliações odontológicas, com scanner intraoral, que torna os atendimentos mais rápidos, seguros e precisos, além da emissão de laudos digitais. “Com tecnologia de ponta, como o scanner intraoral utilizado nas avaliações odontológicas, conseguimos ampliar a capacidade de diagnóstico e tornar o cuidado mais eficiente e humanizado”, explica o coordenador do projeto, Samuel Suaid. A metodologia já beneficiou mais de 350 mil crianças e adolescentes em diferentes estados brasileiros | Foto: Jhonatan Vieira/Ascom Sejus-DF Todas as informações são registradas na Plataforma DNA do Brasil, sistema próprio de monitoramento que gera indicadores e permite avaliar os resultados ao longo do tempo. A metodologia já beneficiou mais de 350 mil crianças e adolescentes em diferentes estados brasileiros. Serviço Programa PSE – DNA do Brasil Mais informações: dnadobrasil.org.br/pse | idecace.org.br/psednadobrasil   *Com informações da Sejus-DF

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Detran-DF fica em 1º lugar no ranking de demandas da LAI no GDF

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Unidade móvel de odontologia leva atendimento gratuito para Itapoã e Paranoá

Famílias em situação de vulnerabilidade social das regiões administrativas do Itapoã e do Paranoá recebem o projeto Sorriso Perfeito, Família Feliz neste mês e em março. A iniciativa da Secretaria da Família (Sefami-DF), em parceria com o Instituto Onda do Sorriso, oferece serviços gratuitos de limpeza, restauração, extrações, próteses, aplicação de flúor e implantes, além de educação em saúde, com oficinas de escovação supervisionada e palestras para famílias, reforçando a adoção de hábitos saudáveis. Os atendimentos serão prestados em um ônibus adaptado com dois consultórios clínicos. A primeira região administrativa a receber o projeto será o Itapoã, até o dia 22 deste mês. A unidade móvel atenderá a comunidade no estacionamento do Centro de Ensino Fundamental Doutora Zilda Arns, localizado na Quadra 378, Conjunto N, AE — Del Lago, em dois turnos dois turnos diários (8h às 12h e 14h às 18h), de segunda a sexta-feira. Já o Paranoá recebe o projeto do dia 23 deste mês a 31/3, com atendimento no estacionamento do CEM 1 Quadra 4 Conunto A AE 2 — Paranoá. Ambos os locais funcionam em dois turnos diários (8h às 12h e 14h às 18h), de segunda a sexta-feira. Os atendimentos serão prestados em um ônibus adaptado com dois consultórios clínicos | Foto: Divulgação/Sefami-DF Além dos impactos fisiológicos, como dificuldades de mastigação, digestão e fala, a ausência de cuidados odontológicos adequados compromete a autoestima, o desempenho escolar e profissional e pode desencadear quadros de exclusão social. "Esse projeto resgata a autoestima das famílias, devolve dignidade às pessoas que não possuem acesso fácil a esses cuidados, e a nossa secretaria está empenhada em aproximar cada vez mais as famílias vulneráveis ao acesso à saúde", pontuou o titular da Sefami-DF, Rodrigo Delmasso. *Com informações da Secretaria da Família (Sefami-DF)

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🙋🏼‍♀️🙋🏾Calendário de reuniões dos Consegs está disponível no site da SSP-DF

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CGDF amplia ações de formação em gestão de riscos em 2026 

A Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) lançou o cronograma de capacitações em gestão de riscos para o exercício de 2026. Com carga horária total de 120 horas de formação técnica, a iniciativa busca consolidar a cultura de integridade e fortalecer os controles internos em todos os órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF). Capacitações, por meio de cursos e oficinas, dão suporte a gestores públicos para implementar programas | Foto: Divulgação/CGDF O novo ciclo de treinamentos está alinhado às diretrizes da auditoria governamental e às recomendações técnicas do Tribunal de Contas do Distrito Federal (TCDF). As ações reforçam a gestão de riscos, os controles internos e a integridade pública. As oficinas e os cursos práticos foram estruturados para apoiar gestores públicos na implementação de programas de integridade e na adequação à Lei nº 14.133/2021, a nova Lei de Licitações. Com planos bem-estruturados, os gestores se antecipam a problemas, reduzem o retrabalho e asseguram a aplicação mais eficiente dos recursos públicos. “Quando o risco é bem-gerenciado, a sociedade ganha com serviços públicos mais consistentes”, afirma o controlador-geral do Distrito Federal, Daniel Lima. Em busca de soluções “Quando mapeamos riscos nos processos de trabalho, identificamos fragilidades antes que se tornem problemas reais; em vez de apagar incêndios, passamos a preveni-los, e isso poupa tempo, recursos e energia de toda a máquina pública” Artur Dornas, coordenador do  Subcomitê de Gestão de Riscos da Segov-DF A gestão de riscos é reconhecida como um dos pilares para a melhoria dos resultados na administração pública. A prática contribui para a mitigação de falhas operacionais e estratégicas e favorece decisões mais seguras, eficientes e transparentes. “Quando mapeamos riscos nos processos de trabalho, identificamos fragilidades antes que se tornem problemas reais; em vez de apagar incêndios, passamos a preveni-los, e isso poupa tempo, recursos e energia de toda a máquina pública”, afirma Artur Dornas, participante do curso de 2025 e coordenador do Subcomitê de Gestão de Riscos da Secretaria de Governo (Segov-DF). Programação deste ano  A CGDF oferecerá 120 horas de formação técnica, distribuídas nas seguintes modalidades:  ⇒ Curso “Gestão de riscos e programas de integridade na administração pública”,  em formato de oficinas práticas, com carga horária de 20 horas;  ⇒ Curso “Gerenciamento de riscos utilizando o sistema SaeWeb” prático em ambiente de laboratório, com carga horária de 8 horas;  ⇒ Palestras com duração de quatro horas, sobre os temas “Aplicação da gestão de riscos na perspectiva da Lei nº 14.133/2021” e “Gestão de riscos como ferramenta de apoio à estratégia e à tomada de decisão”.  As inscrições serão abertas em breve e poderão ser feitas pelo site da Escola de Governo do Distrito Federal (Egov).   Avanços dos últimos anos A CGDF vem intensificando o suporte técnico às unidades do GDF. Em 2024, o órgão capacitou 233 servidores em gestão de riscos e programas de integridade e outros 111 no uso do sistema SaeWeb, totalizando 344 servidores atendidos.  Em 2025, o número de servidores capacitados chegou a 400, o que representa um aumento de 16,3% em relação ao ano anterior. A capacitação contínua dos servidores públicos é um fundamental para o aprimoramento da gestão. [LEIA_TAMBEM]Graziela Neves, chefe da Assessoria de Governança e Gestão Estratégica da Secretaria de Projetos Especiais (Sepe-DF), participou de uma capacitação em 2025 e avalia: “O servidor capacitado tem condições de identificar eventuais irregularidades ou vulnerabilidades no cumprimento de normativos, fortalecendo o controle interno e o compliance, conferindo assim maior transparência e integridade à instituição pública”.  Ainda em 2025, a CGDF promoveu um treinamento prático em Gerenciamento de Riscos pelo SaeWeb, voltado à operacionalização da ferramenta nos órgãos do GDF, com foco em aspectos metodológicos e boas práticas de uso da plataforma. A iniciativa incluiu a publicação do Guia Prático de Gestão de Riscos Aplicada à Elaboração e Implementação de Políticas Públicas e do Guia para Análise de Programas de Integridade Privada, além de consultoria e suporte técnico, com mais de 70 órgãos apoiados diretamente na estruturação de seus modelos de governança, e a publicação de instruções normativas que reestruturaram comitês de governança e estabeleceram prazos para a gestão de riscos no âmbito do Distrito Federal.   *Com informações da Controladoria-Geral do DF

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INEXIGIBILIDADE DE LICITAÇÃO Nº 7/2026

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Segunda etapa do Curso de Formação da Polícia Penal do DF tem início com 179 alunos

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Inscrições abertas para curso especializado de motofrete

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) está com inscrições abertas para o Curso Especializado de Motofrete. As aulas vão de 23 a 28 deste mês, das 8h às 12h10, na Escola Pública de Trânsito (EPT), localizada na 913 Sul. “Nosso objetivo é capacitar condutores habilitados na categoria A para que pretendam conduzir veículos destinados ao transporte remunerado de mercadorias e serviço comunitário de rua com uso de motocicleta, proporcionando de forma gratuita mais uma opção de trabalho à população de baixa renda”, esclarece o diretor-geral do Detran-DF, Marcu Bellini. Serão oferecidas 20 vagas. Para se inscrever, os condutores precisam possuir no mínimo 21 anos e Carteira Nacional de Habilitação (CNH) categoria A válida há pelo menos dois anos, ou seja, a pessoa interessada não pode estar suspensa, cassada ou impedida judicialmente de dirigir. A inscrição deve ser feita presencialmente na EPT, com atendimento agendado pelo aplicativo Detran-DF Digital ou pelo Portal de Serviços. Gratuidade O curso, com 30h/a, será gratuito para quem participar do programa Mulheres que Dirigem Vão Mais Longe e para homens que comprovarem inscrição ativa no CadÚnico. Homens que não fazem parte do CadÚnico podem se inscrever mediante o pagamento de R$ 234. Eventuais dúvidas podem ser encaminhadas para o e-mail nufor@detran.df.gov.br.   *Com informações do Detran-DF

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Pesquisa apresenta retrato detalhado da população residente na área rural do Distrito Federal

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Orientações

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Calendário de reuniões dos Consegs está disponível no site da SSP-DF

Com o objetivo de fortalecer e ampliar a participação cidadã nas políticas que impactam diretamente na segurança, a Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) disponibilizou o calendário das reuniões dos Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) de fevereiro. Os encontros, que podem ser conferidos no site da instituição, são espaços abertos e participativos, que permitem à população apresentar demandas, propor soluções e acompanhar, de perto, as ações desenvolvidas pelas forças de segurança em cada região administrativa do DF. As reuniões contam com representantes da SSP-DF, das forças de segurança e de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), em que lideranças comunitárias e moradores podem debater temas relacionados à segurança pública. Também fazem parte das temáticas das reuniões questões como iluminação pública, ocupação de espaços, patrulhamento, trânsito e prevenção da violência. “Os Consegs cumprem um papel estratégico na consolidação de uma política de segurança cada vez mais próxima do cidadão. Eles são uma ponte fundamental entre a gestão pública e as demandas da população. Essa aproximação fortalece a confiança, melhora o fluxo de informações e ajuda a planejar ações mais eficazes, voltadas à realidade de cada território. A escuta ativa e o diálogo direto com os gestores e autoridades permitem identificar com maior precisão as necessidades de cada comunidade”, destacou o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar, que participou da reunião realizada em Águas Claras nesta semana. Atualmente, o Distrito Federal conta com 45 Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) em funcionamento, dos quais 36 estão localizados em áreas urbanas e nove em áreas rurais | Foto: Divulgação/SSP-DF “A participação popular é um instrumento poderoso de cidadania e um componente essencial da política de Segurança Integral que estamos consolidando no Distrito Federal”, completa Avelar. Participação comunitária Para o secretário-executivo Institucional e de Políticas de Segurança Pública, Paulo André Vieira Monteiro, os Consegs são fundamentais para a construção de políticas públicas mais eficientes e transparentes. “Nossa política de não deixar nenhuma demanda sem resposta tem ampliado, cada vez mais, a participação da comunidade nas reuniões mensais. Somente em 2025, mais de 7 mil pessoas participaram dos encontros realizados em todo o Distrito Federal. Essas reuniões são fundamentais não apenas para o surgimento de novas demandas, mas também para o acompanhamento das ações já em andamento junto aos órgãos de governo e às forças de segurança”, afirmou. Os Consegs integram o eixo Cidadão Mais Seguro, dentro do Programa Segurança Integral, instituído pelo Decreto nº 45.165/2023, que busca articular ações entre governo e sociedade civil para promover ambientes mais seguros, participativos e orientados à garantia de direitos. Atualmente O subsecretário dos Conselhos Comunitários de Segurança Pública, Gustavo Danzmann, ressalta que a participação é aberta a todos os moradores, sem necessidade de inscrição prévia. “Os Consegs são a ligação entre o cidadão e o Estado. Quando a população participa, traz sua vivência e suas percepções, o planejamento se torna mais assertivo e o resultado aparece em mais tranquilidade e qualidade de vida para todos”, ressaltou. Atualmente, o Distrito Federal conta com 45 Conselhos Comunitários de Segurança (Consegs) em funcionamento, dos quais 36 estão localizados em áreas urbanas e 9 em áreas rurais. Além disso, dois novos Consegs encontram-se em fase de criação, sendo um na região de Arapoanga, e em Samambaia a criação do Conseg II. No ano de 2025, mais de 7 mil cidadãos participaram das 257 reuniões promovidas pelos Consegs em todo o território do Distrito Federal. Esses encontros resultaram no registro, processamento e encaminhamento de aproximadamente 3.176 demandas aos órgãos competentes, reforçando o papel dos Consegs como um dos principais instrumentos de participação social e de construção coletiva de soluções para os desafios da segurança pública em âmbito local. *Com informações da Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF)

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Curso para condutores de veículos de emergência tem vagas gratuitas

O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) vai oferecer duas novas turmas do curso para condutores de veículos de emergência. As inscrições já estão abertas e são gratuitas para mulheres e para homens que estejam inscritos no CadÚnico. O curso tem como objetivo capacitar os condutores para conduzir veículos de emergência em qualquer uma das categorias para as quais esteja habilitado: A, B, C, D ou E. As aulas da primeira turma serão de 25 de fevereiro a 16 de março, das 13h30 às 17h40, e as aulas da segunda turma vão de 11 a 30 de março, das 18h às 22h10, ambas na Escola Pública de Trânsito (EPT), localizada na 913 Sul. Serão oferecidas 20 vagas em cada turma.  Pode participar do curso quem tiver 21 anos ou mais, for habilitado, com CNH regular | Foto: Divulgação/Detran-DF Para se inscrever, os condutores precisam possuir no mínimo 21 anos e Carteira Nacional de Habilitação válida na categoria A, B, C, D ou E. Condutores que estejam com o direito de dirigir suspenso, cassado ou impedido judicialmente de dirigir não podem fazer o curso. A inscrição deve ser realizada presencialmente na EPT, com atendimento agendado pelo aplicativo Detran-DF Digital ou pelo Portal de Serviços. O curso, com 50h/a, será gratuito para as mulheres, via programa Mulheres que Dirigem Vão Mais Longe, e para homens que comprovarem inscrição ativa no CadÚnico. Homens que não fazem parte do CadÚnico podem se inscrever mediante o pagamento de uma taxa no valor R$ 390. Mais informações podem ser obtidas pelo e-mail nufor@detran.df.gov.br. *Com informações do Detran-DF  

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Curso para Condutores de Veículo de Emergência tem vagas gratuitas

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Detran abre inscrições para curso especializado de motofrete

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Mais de 170 policiais penais nomeados pelo GDF iniciam formação profissional da carreira

Os 179 novos policiais penais nomeados no último ano para reforçar a segurança do sistema penitenciário do Distrito Federal iniciaram, nesta quinta-feira (5), a segunda etapa do curso de formação profissional na carreira. A solenidade de abertura, no auditório do Complexo da Polícia Civil, contou com a presença do governador do DF, Ibaneis Rocha. Os profissionais integram o contingente de 1.333 policiais penais nomeados pelo Governo do Distrito Federal (GDF) desde 2019. Com as nomeações, lembrou o governador, unidades prisionais ganham reforço e categoria pode exercer seu trabalho no processo de ressocialização em melhores condições | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Quando me perguntam por que o crime organizado não se cria em Brasília, eu dou exemplo de como a nossa Polícia Penal faz um trabalho de excelência. Trabalha com segurança, mas pensa também na ressocialização” Governador Ibaneis Rocha   A chegada dos novos policiais penais dará mais eficiência e humanização ao processo de ressocialização da população privada de liberdade, além de reforçar o controle e a segurança das unidades prisionais, garantindo melhores condições de trabalho para os profissionais. “É uma situação muito difícil, porque são 17 mil apenados [nas unidades prisionais do Distrito Federal], e, no Brasil, das 5.400 cidades, 3.770 não têm uma população desse tamanho”, declarou o governador. “Vejam só a responsabilidade do trabalho que vocês desenvolvem. Nós sabemos, agora mais ainda pela experiência que esses dois mandatos me deram, que o crime nasce dentro do presídio.” Trabalho de excelência “Quando me perguntam por que o crime organizado não se cria em Brasília, eu dou exemplo de como a nossa Polícia Penal faz um trabalho de excelência. Trabalha com segurança, mas pensa também na ressocialização. Isso tudo tem feito a segurança da nossa cidade avançar. Aproveitem este curso de formação, porque nós já temos colegas de vocês na ativa que têm dado exemplo para o Brasil.” Além do reforço de profissionais por meio das nomeações, o governo tem investido na valorização dos profissionais e na infraestrutura necessária para o trabalho, como a aquisição de 71 viaturas, 274 computadores e coletes balísticos para todos os profissionais na ativa.    “Primeiro, houve uma evolução muito grande da carreira, seja na questão salarial, seja nas garantias de trabalho, na melhoria dos equipamentos e na entrega de bons equipamentos, para que eles possam realizar um trabalho que talvez seja um dos mais duros dentro do nosso sistema policial, que é cuidar daqueles que já estão apenados”, enumerou o governador. “Aqui no Distrito Federal não temos facções telefonando das cadeias, porque temos essa categoria. Acredito no sistema prisional produtivo, em que o interno possa trabalhar” Celina Leão, vice-governadora Ibaneis Rocha lembrou ainda que o governo atua para a criação do Fundo Penitenciário, junto à Câmara Legislativa do DF (CLDF), e para o reajuste da categoria, assim como foi feito com as outras forças de segurança por meio do Fundo Constitucional do DF (FCDF). “A criação do fundo vai estruturar o sistema penitenciário”, complementou o chefe do Executivo. “É uma lei de reestruturação que encerra essa história de os policiais penais serem tratados apenas como subcategoria, passando a ter condições de trabalho cada vez melhores. Essa é a importância da forma como temos trabalhado.” Mudança de categoria A vice-governadora Celina Leão, que participou da criação da categoria há alguns anos, destacou a importância dos policiais para a segurança do DF: “Foi uma luta muito grande. Eu estava na Câmara, como deputada, quando conseguimos mudar, porque antes era uma subcategoria. Hoje, é uma carreira reconhecida como fundamental para a segurança pública. Aqui no Distrito Federal não temos facções telefonando das cadeias, porque temos essa categoria. Acredito no sistema prisional produtivo, em que o interno possa trabalhar”. [LEIA_TAMBEM]O secretário de Administração Penitenciária do DF, Wenderson Teles, também reforçou o papel da categoria na manutenção da ordem da cidade: “É uma carreira fundamental para a segurança pública do Distrito Federal, atuando desde a produção de inteligência, passando pela manutenção da ordem das unidades prisionais até o processo de ressocialização. A Polícia Penal atua da repressão à reintegração social, o que é essencial para a redução da criminalidade”. O gestor aproveitou para celebrar os avanços da categoria: “Houve a implementação do manual de identidade visual, a criação do banco de horas, a realização dos concursos de remoção, o fechamento das cantinas, a inauguração de novas unidades prisionais e a ampliação da Fábrica Social, que gera trabalho aos internos e benefícios à comunidade. Avançamos muito graças ao trabalho técnico, à seriedade e ao compromisso com a segurança pública”. Expectativa dos policiais Tiago Chaves e Priscila Felix foram nomeados em 2025: “O policial penal tem uma função muito especial e definitiva na sociedade. Nosso papel é de cuidado mesmo”, afirma Priscila Nomeado no ano passado, o policial penal Tiago Chaves, de 39 anos, definiu a formação como uma virada de chave na carreira dos profissionais. “É uma expectativa de muitos anos”, disse. “Foi um momento que estávamos aguardando, a ansiedade estava muito grande, mas hoje estamos todos muito felizes. Tem sido uma experiência muito gratificante. Estamos bem ansiosos para os próximos momentos dessa que é uma carreira em voga.” A policial penal Priscila Felix, 32, enfatizou que o curso vem para completar a formação dos nomeados: “Nós iniciamos a primeira etapa do curso de formação há alguns anos. Foi uma etapa mais teórica. Agora nós vamos iniciar uma parte mais operacional, de armamento, tiro, defesa pessoal e algumas técnicas. Estamos muito ansiosos e felizes”. Priscila também exaltou a importância de sua profissão: “O policial penal tem uma função muito especial e definitiva na sociedade. Nosso papel é de cuidado mesmo. Isso é muito gratificante para nós. Nós estamos ansiosos para cumprir o nosso papel e fazermos com muita eficiência”. Curso de formação “O sistema penitenciário exige preparo e responsabilidade” João Vitor Anunciação, coordenador do Sistema Prisional do DF Essa é a primeira turma de 2026 do Curso de Formação Profissional da carreira Polícia Penal do DF (CFP/PPDF). Os 179 policiais ficarão divididos em quatro turmas para cumprir 210 horas-aulas em 45 dias. Segundo o coordenador do Sistema Prisional do Distrito Federal, João Vitor Anunciação, o curso vai investir e trabalhar nos aspectos físico, técnico e emocional dos alunos. “O sistema penitenciário exige preparo e responsabilidade”, apontou. “Atualmente, são mais de 17 mil internos distribuídos em sete unidades prisionais.” A formação inclui a parte teórica e ética com aulas de legislação penitenciária, direitos humanos e ética profissional e fundamentos de atuação legal. O curso conta ainda com capacitação operacional e prática de condutas de segurança, técnicas de abordagem e matérias específicas do ambiente profissional e cotidiano das unidades prisionais. Após a conclusão, os alunos estarão aptos para exercer funções práticas e teóricas da carreira, além do porte de arma. Essa é a segunda e última etapa da formação dos novos policiais que fizeram o primeiro curso em 2023 e foram nomeados em dezembro de 2025.

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Ação Carnaval Sem Assédio é lançada pelo quarto ano consecutivo no DF

A Secretaria da Mulher (SMDF) lança, nesta sexta-feira (6), às 14h, o calendário de atuação da ação Carnaval Sem Assédio, iniciativa que chega ao seu quarto ano consecutivo com o objetivo de prevenir e combater situações de assédio e violência contra as mulheres durante o período carnavalesco. A ação leva equipes da SMDF a estabelecimentos comerciais e blocos de carnaval em regiões administrativas do DF, promovendo conscientização, orientação e acolhimento. A estratégia busca alertar foliões, comerciantes e trabalhadores do setor de entretenimento sobre a importância do respeito e reforçar os canais de denúncia disponíveis para vítimas e testemunhas de violência de gênero, prática que tende a se intensificar nesta época do ano. Com o slogan “Não acabe com a minha festa”, cerca de 3 mil cartazes e adesivos começaram a ser entregues desde o dia 2 de fevereiro por cerca de 90 servidores da pasta. Os materiais são fixados em locais de grande circulação, como banheiros e entradas de bares e restaurantes, garantindo que o maior número possível de foliões tenha acesso às informações. “O Carnaval é um momento de alegria e celebração e nenhuma mulher pode ter esse direito violado por atitudes de desrespeito ou violência” Celina Leão, vice-governadora “O Carnaval é um momento de alegria e celebração e nenhuma mulher pode ter esse direito violado por atitudes de desrespeito ou violência”, destaca a vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão. “Com o trabalho de todo o GDF, vamos buscar ter um carnaval sem casos de assédio e garantir segurança, orientação e o acolhimento das mulheres”. Os cartazes trazem um QR Code que direciona para o site da Secretaria da Mulher, além dos principais canais de denúncia: 190 (Polícia Militar), 156 – opção 6 (Central do GDF), 180 (Central de Atendimento à Mulher). Carnaval sem assédio De acordo com dados da Secretaria de Segurança Pública do DF (SSP-DF), não houve registro de ocorrências de assédio durante o período de Carnaval nos últimos dois anos, resultado atribuído às ações preventivas, à presença do poder público nos territórios e ao fortalecimento das políticas públicas voltadas às mulheres. “Estar nos blocos, nos bares e nos espaços onde as pessoas estão é fundamental”, enfatiza a secretária da Mulher, Giselle Ferreira. “O Carnaval Sem Assédio é uma ação que salva vidas, porque informa, orienta e mostra às mulheres que elas não estão sozinhas. Respeito também faz parte da festa.” Os cartazes trazem um QR Code que direciona para o site da Secretaria da Mulher, além dos principais canais de denúncia: 190 (Polícia Militar), 156 – opção 6 (Central do GDF), 180 (Central de Atendimento à Mulher) | Foto: Divulgação/SMDF A iniciativa também coloca em prática o Protocolo Por Todas Elas, instituído pelo Decreto nº 45.772/2024, que regulamenta a Lei nº 7.241/2023. O protocolo prevê que espaços públicos e privados adotem medidas para garantir segurança, proteção e apoio às mulheres vítimas de violência, assédio ou importunação sexual, bem como àquelas que estejam sob risco de sofrer esse tipo de violência, reforçando a atuação integrada da rede de proteção durante grandes eventos. Serviço Dia: 6/2 Hora: 14h Local: New Mercadito – 201 Sul  *Com informações da SMDF

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Festival Desportivo Inclusivo chega à 2ª edição com esporte, diversidade e inclusão em Ceilândia

A Praça dos Direitos da QNN 13, em Ceilândia, recebe neste sábado (7), das 8h às 13h, a 2ª edição do Festival Desportivo Inclusivo, iniciativa da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF), em parceria com o Instituto Procip e com o Bravus Esporte Clube. O evento reforça o compromisso com a promoção do esporte como ferramenta de inclusão, convivência e transformação social. Pensado para acolher todas as pessoas, o festival dá atenção especial à comunidade LGBT+ e a mulheres, crianças, adolescentes, pessoas idosas e pessoas com deficiência. A programação esportiva inclui competições de vôlei misto, futebol de campo masculino e futsal feminino, todas com premiações, estimulando a participação diversa e o respeito dentro e fora das quadras. Futebol de campo é uma das modalidades que serão disputadas no Festival Desportivo Inclusivo | Foto: João Marcos Teixeira/Sejus-DF Além das disputas esportivas, o público poderá acompanhar uma atração especial: a apresentação do Team UnB Cheerleading, equipe oficial de cheerleading da Universidade de Brasília (UnB), formada por estudantes-atletas de diferentes cursos da instituição. Cheerleading em destaque O cheerleading é uma modalidade esportiva que reúne elementos de ginástica, dança, força e acrobacias, exigindo alto nível técnico, disciplina e trabalho coletivo. Referência no esporte universitário, o Team UnB Cheerleading representa a UnB em competições regionais, nacionais e internacionais. Em 2025, a equipe conquistou três medalhas de ouro nos Jogos Universitários Brasileiros (JUBs) e se destacou no Cheerfest Internacional, onde foi Grand Champion Universitário na categoria Coed 3 Non Tumbling, consolidando-se como uma das principais equipes universitárias do país. O Team UnB Cheerleading vai se apresentar no evento em Ceilândia | Foto: Divulgação A primeira edição do Festival Desportivo Inclusivo foi realizada em novembro de 2025 e reuniu mais de 500 pessoas, consolidando o evento como um espaço de convivência, lazer e promoção da cidadania por meio do esporte. Ao aliar esporte, diversidade e participação comunitária, o Festival Desportivo Inclusivo reafirma o papel das políticas públicas na construção de espaços de convivência mais justos, acessíveis e acolhedores para toda a população. Para o coordenador de Políticas de Proteção e Promoção de Direitos e Cidadania LGBT da Sejus-DF, Eduardo Fonseca, o festival fortalece o esporte como espaço de pertencimento e respeito. “O Festival Desportivo Inclusivo mostra que o esporte pode e deve ser um ambiente seguro, acolhedor e democrático, onde todas as pessoas são respeitadas em sua diversidade”, destaca. "O esporte é uma poderosa ferramenta de transformação social" Marcela Passamani, secretária de Justiça e Cidadania A secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, ressalta o papel da iniciativa na promoção da cidadania e da inclusão: “O esporte é uma poderosa ferramenta de transformação social. Ações como essa aproximam o poder público da comunidade e ajudam a construir uma sociedade mais justa e inclusiva.” *Com informações da Sejus-DF  

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