Resultados da pesquisa

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Laboratório Central de Saúde Pública do DF superou marca de 550 mil exames em 2025 

A Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) oferece um serviço laboratorial de referência, seguro e ágil que contribui de forma estratégica para o controle epidemiológico e sanitário na capital: o Laboratório Central de Saúde Pública (Lacen-DF). Somente em 2025, a unidade realizou mais de 550 mil exames, atendendo às demandas essenciais de diversas áreas da saúde. Do total alcançado no ano passado, a Gerência de Biologia Médica realizou a maior parte dos exames, cerca de 500 mil, com destaque para o Núcleo de Virologia (424 mil exames). A Gerência de Medicamentos e Toxicologia foi responsável por quase 21 mil verificações, enquanto a Gerência de Controle e de Qualidade de Produtos e Ambientes chegou a mais de 30 mil. O Lacen-DF participa de diversas pesquisas, como de resistência bacteriana, hanseníanse, tuberculose e infecções sexualmente transmissíveis | Fotos: Matheus Oliveira/Agência Saúde DF “Juntamente com outros parceiros, o laboratório realiza vigilância sanitária e epidemiológica, ou seja, vigilância em saúde. Essa atuação traz mais segurança para a sociedade, não só a respeito das doenças em si, como também em relação ao consumo de alimentos e medicamentos”, explica a diretora do Lacen-DF, Grasiela Araújo.  Novos equipamentos foram adquiridos ao longo de 2025, contribuindo para ampliar a produtividade e a qualidade das entregas do órgão. Comparado com 2024, o laboratório teve um acréscimo de 95% de sua execução orçamentária. Desse total, cerca de 22% foram voltados à aquisição de equipamentos entre autoclaves, aparelhos de ar-condicionado, cabines de segurança biológica e refrigeradores de ultrabaixa temperatura.  Planos Para 2026, uma das prioridades é a implementação da vigilância laboratorial de metanol em bebidas. A iniciativa permitirá ao Lacen-DF atuar de forma mais célere e precisa na investigação de surtos de intoxicação por bebidas adulteradas, produtos químicos e outras ocorrências com potencial risco à saúde pública.  Os planos também incluem a ampliação da oferta de diagnóstico molecular para doença de Chagas, malária, leishmaniose e Pneumocystis jirovecii. Aquisição de novos equipamentos ao longo de 2025 ampliou produtividade e qualidade das entregas do órgão  [LEIA_TAMBEM] O Lacen-DF é um laboratório público que integra o Sistema Único de Saúde (SUS). A equipe é composta por farmacêuticos bioquímicos, biomédicos, médicos, enfermeiros, nutricionistas, biólogos, administradores, bibliotecários, além de analistas e técnicos de diversas áreas.  Além das atividades de vigilância, o Lacen-DF participa de pesquisas estratégicas, como estudos sobre resistência bacteriana, que contribuem para o fortalecimento do sistema brasileiro de vigilância e prevenção da resistência aos antibióticos. A unidade atua, ainda, em pesquisas sobre hanseníase, tuberculose e infecções sexualmente transmissíveis (ISTs). No rol entra também o sequenciamento genético dos vírus da dengue e de agentes respiratórios, em parceria com o Instituto Butantan - passo fundamental para subsidiar a produção de vacinas e monitorar a circulação viral. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Janeiro Branco enfatiza a importância de reconhecer e acolher crises emocionais

Quando Clara (nome fictício), de 29 anos, começou a tremer, perdeu o ar e caiu no choro no meio do trabalho, ninguém ao redor sabia exatamente o que fazer. Uma colega a levou até uma sala mais silenciosa, pediu que respirasse devagar e permaneceu ao seu lado até que ela conseguisse se acalmar. “Se ela não tivesse parado tudo para me ajudar, eu não sei como teria sido; achei que ia desmaiar”, lembra. O que parecia um infarto era, na verdade, uma crise de ansiedade, uma das emergências emocionais mais comuns atualmente. Campanha Janeiro Branco acende o alerta sobre a importância de refletir sobre a saúde emocional | Fotos: Divulgação/IgesDF No Janeiro Branco — a campanha reserva o mês para convidar a uma reflexão sobre esse tema —, a Organização Mundial da Saúde (OMS) aponta que o Brasil está entre os países com maior prevalência de transtornos de ansiedade no mundo. O nome é uma referência a “folha em branco”, que representa a possibilidade de rever emoções e escolhas de vida. A campanha Criada por psicólogos brasileiros, a campanha surgiu diante do aumento dos casos de ansiedade, depressão e estresse, e da necessidade de combater o preconceito e o silêncio que ainda cercam o adoecimento mental. A proposta é reforçar que cuidar da mente é tão essencial quanto cuidar do corpo. Organismos internacionais, como a OMS e a Organização Pan-Americana da Saúde (Opas), também alertam para a necessidade de colocar a saúde mental no centro das políticas públicas. No cenário pós-pandemia, os serviços de saúde também têm observado aumento significativo nas crises emocionais agudas, que chegam às unidades de pronto atendimento (UPAs), aos centros de atenção psicossocial (Caps) e ao Serviço de Atendimento Móvel de Urgência (Samu). “A pandemia agravou uma situação que já era preocupante. Muitos serviços de saúde mental ficaram interrompidos justamente quando a população mais precisava de apoio” Igor Santiago, psicólogo do Hospital de Base Segundo o psicólogo Igor Santiago Almeida, especialista em saúde mental do adulto do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), esse crescimento tem múltiplas causas. “A pandemia de covid-19 atuou como um importante catalisador, intensificando vulnerabilidades preexistentes e criando fontes de estresse”, explica. “A pandemia agravou uma situação que já era preocupante. Muitos serviços de saúde mental ficaram interrompidos justamente quando a população mais precisava de apoio”. Como reconhecer uma crise psicológica Santiago lembra que uma crise é um estado agudo de desequilíbrio emocional, psíquico e comportamental, quando o enfrentamento da pessoa se torna insuficiente. “Ela pode se manifestar como crises de pânico, agravamento de quadros ansiosos ou depressivos ou até crises suicidas”, detalha. Nas crises emocionais agudas, especialmente as de pânico, são frequentes sinais como respiração ofegante ou sensação de falta de ar, taquicardia (coração acelerado), tremores, sudorese e tontura, dor ou aperto no peito, formigamento nas mãos, choro intenso e agitação, confusão mental e pensamentos catastróficos e sensação de perda de controle ou medo intenso. “Muitas vezes, a pessoa realmente acredita que está tendo um problema físico grave”, ressalta Igor. Os primeiros socorros psicológicos (PSPs) são intervenções imediatas de apoio emocional e prático oferecidas a pessoas em sofrimento intenso ou em situação de crise. “Eles não substituem psicoterapia ou tratamento clínico, mas ajudam a reduzir o impacto emocional inicial e facilitam o encaminhamento para o cuidado adequado”, orienta o especialista. “Crises acontecem em casa, no trabalho, na rua. Ter noções básicas nessas horas ajuda a evitar agravamentos e salvar vidas”. Como ajudar alguém em crise ⇒ Mantenha a calma e ofereça ajuda Uma postura tranquila transmite segurança. Dizer ‘eu estou aqui com você’ tem um efeito muito importante ⇒ Reduza estímulos do ambiente Levar a pessoa para um local mais silencioso e com menos agitação ajuda a diminuir a sensação de ameaça ⇒ Ajude a regular a respiração Sugira respirações lentas e profundas ⇒ Escute sem julgamento Permita que a pessoa fale, sem interromper ou criticar. Em alguns casos, ela pode ter dificuldade até de organizar pensamentos ⇒ Valide o sofrimento Frases como “eu vejo que você está sofrendo” ajudam a reduzir a sensação de solidão ⇒ Auxilie a pessoa a se reconectar com o presente Descrever o ambiente e identificar objetos, sons ou sensações corporais pode ajudar na estabilização. Para ajudar uma pessoa em crise, é importante também saber o que não deve ser feito O que não fazer ⇒ Minimizar o sofrimento (“isso é exagero”, “é frescura”) ⇒ Repetir “calma!” de forma brusca ⇒ Pressionar a pessoa a falar ou tomar decisões ⇒ Oferecer soluções prontas ou conselhos não solicitados ⇒ Demonstrar irritação ou pânico ⇒ Realizar toques físicos sem consentimento “Essas frases e atitudes invalidam o sofrimento e reforçam a sensação de perda de controle, que já é um sintoma da crise”, alerta Santiago Almeida. Quando a crise vira emergência A crise deixa de ser apenas emocional e passa a exigir atendimento médico imediato quando há risco iminente ou desorganização grave. Entre os sinais de alerta, estão falas sobre desejo de morrer ou ideação suicida, confusão mental intensa ou diminuição da consciência, delírios ou paranoia e risco de machucar a si ou a outras pessoas. Nesses casos, é fundamental buscar ajuda pelo Samu (telefone 192), em emergências; nas unidades de pronto atendimento, quando há sofrimento intenso ou sintomas físicos associados; no Caps, para acolhimento especializado em saúde mental; e no CVV (telefone 188, apoio emocional 24h). Sinais silenciosos e prevenção [LEIA_TAMBEM]Além das crises agudas, há sinais de sofrimento que costumam ser ignorados, como isolamento progressivo, irritabilidade, fadiga constante, alterações no sono e na alimentação, negligência com o autocuidado e aumento do uso de álcool ou outras substâncias. “Esses sinais podem indicar esgotamento emocional e precisam ser reconhecidos como demanda de saúde”, indica o psicólogo. Manter uma rotina saudável, fortalecer vínculos sociais e buscar ajuda ao perceber os primeiros sinais são estratégias que ajudam a prevenir agravamentos. Para o especialista, o maior mito a ser combatido é a ideia de que crises emocionais são sinal de fraqueza. “Crises são respostas a um sofrimento que excedeu a capacidade de enfrentamento da pessoa e precisam ser tratadas como um problema de saúde legítimo, não como falha moral”, pontua.   *Com informações do IgesDF          

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Vem aí o afastamento Remunerado para Estudos – 1º semestre de 2026

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Mais de 880 vagas de emprego estão abertas nas Agências do Trabalhador nesta terça-feira (13)

As agências do trabalhador do Distrito Federal oferecem, nesta terça-feira (13), 882 vagas para quem procura um emprego. Há oportunidades para candidatos de diferentes níveis de escolaridade, com e sem experiência, em diversas regiões administrativas. Os salários chegam a R$ 3.500. A oportunidade é para o cargo de gerente de produção e operações, com vaga no Guará, exigência de ensino médio completo e sem necessidade de experiência comprovada. Outras vagas de destaque incluem pedreiro e pintor de obras, com salários de até R$ 2.800, nas regiões da Zona Industrial do Guará e da Asa Sul. Também há vagas exclusivas para pessoas com deficiência. As oportunidades são para os cargos de auxiliar de estoque e auxiliar de limpeza, ambas em Santa Maria, com uma vaga cada. A remuneração é de R$ 1.621, além de benefícios. Para participar dos processos seletivos, basta cadastrar o currículo no aplicativo da Carteira de Trabalho Digital (CTPS) ou ir a uma das 16 agências do trabalhador, das 8h às 17h, durante a semana. Mesmo que nenhuma das oportunidades do dia seja atraente ao candidato, o cadastro vale para oportunidades futuras, já que o sistema cruza dados dos concorrentes com o perfil que as empresas procuram. Empregadores e empreendedores que desejem ofertar vagas ou utilizar o espaço das agências do trabalhador para as entrevistas podem se cadastrar pessoalmente nas unidades ou pelo e-mail gcv@sedet.df.gov.br. Pode ser utilizado, ainda, o Canal do Empregador, no site da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet).

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Saúde do DF gasta quase R$ 1 bilhão com pacientes do Entorno

O Distrito Federal arca com um custo significativo no atendimento a pacientes de outras unidades federativas. Em 2025, a Secretaria de Saúde (SES-DF) realizou mais de 50 mil internações de pessoas residentes do Entorno. Estima-se que o valor deve chegar a quase R$ 1 bilhão, com destaque para os custos com internações. "O atendimento a pacientes de fora do DF representa um desafio para o orçamento da saúde local, que já enfrenta dificuldades na execução de recursos" Juracy Lacerda, secretário de Saúde “O atendimento a pacientes de fora do DF representa um desafio para o orçamento da saúde local, que já enfrenta dificuldades na execução de recursos. A rede pública do DF, por estar próxima de Goiás e de Minas Gerais, frequentemente recebe pacientes dessas regiões, funcionando como um polo de saúde”, explica o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda. Das mais de 238 mil internações em hospitais da SES-DF em 2024, foram gastos quase R$ 675 milhões com pacientes dessas áreas. Somente com diárias de Unidades de Terapia Intensiva (UTIs), o gasto foi de mais de R$ 134,4 milhões. As internações com cirurgias dispenderam R$ 89,1 milhões e as internações com partos somaram quase R$ 77 milhões com pacientes de diferentes estados. O cenário se repete nas internações com partos de moradores de outras regiões, consumindo quase 30% do orçamento da Saúde do DF na área. A cada dez bebês nascidos nas unidades da SES-DF em 2025, três eram de famílias residentes de outros estados brasileiros, desde o Amapá até o Rio Grande do Norte. Dos 42 mil partos realizados no DF ano passado, 10,9 mil foram de mães de outras unidades da Federação. A maioria é oriunda de Goiás, com mais de 10,4 mil crianças nascidas como brasilienses. A cada dez bebês nascidos nos hospitais públicos do DF em 2025, três eram de famílias residentes em outros estados brasileiros | Foto: Sandro Araújo/Agência Saúde Em 2024, só no período de doenças sazonais respiratórias, que anualmente intensifica os atendimentos nas alas pediátricas, 28% das internações foram de pacientes de fora do DF. Tratamentos especializados, como cirurgia oncológica, insuficiência renal crônica ou de doenças cerebrovasculares também têm elevados percentuais de internações de pessoas que vêm de longe em busca do serviço, variando entre 14% e 19%, conforme dados de 2024. As Unidades de Pronto Atendimento (UPAS), o Hospital de Base (HBDF) e o Hospital Regional de Santa Maria (HRSM), gerenciados pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF), atenderam 227 mil pacientes que residem em outros estados. Segundo dados do IgesDF, essa quantidade corresponde a 12% do total registrado em 2025. Planejamento e diálogo  [LEIA_TAMBEM]O Sistema Único de Saúde (SUS) garante assistência a qualquer cidadão, independentemente do local. Moradores do DF, por exemplo, podem ser acolhidos em qualquer estado. “O financiamento do SUS prevê mecanismos de compensação, mas o atendimento local muitas vezes excede o ressarcimento federal, gerando pressão sobre o Fundo Constitucional do Distrito Federal (FCDF) e o orçamento próprio da Secretaria de Saúde”, explica o secretário. O gestor, porém, ressalta a importância de um planejamento realista. No caso do câncer, por exemplo, a projeção do Instituto Nacional de Câncer (Inca) é de 7 mil novos casos anuais entre a população do DF. Mas, se a capital federal tiver a responsabilidade de cuidar de moradores da região do Entorno, será necessário um planejamento para 9 mil ocorrências ao ano. *Com informações da Secretaria de Saúde  

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Lançado edital de aquisição de novos equipamentos para o Hospital de Base

O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) lançou, nesta segunda-feira (12), o Edital nº 83/2025 para a aquisição de novos equipamentos médicos destinados ao Serviço de Anatomia Patológica do Hospital de Base. O investimento vai ampliar a precisão e a agilidade dos exames, fundamentais para a identificação de doenças e para a definição de tratamentos, fortalecendo o atendimento oferecido aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS). O edital tem como objeto a compra de equipamentos médicos voltados à rotina da anatomia patológica, conforme estabelecido no Elemento Técnico nº 95/2025 e na Solicitação de Compras MV nº 7018. A iniciativa reforça o compromisso do Instituto com a excelência dos serviços prestados nas unidades de saúde sob sua gestão. Essencial no processo de identificação de doenças, especialmente em análises microscópicas de tecidos, o Serviço de Anatomia Patológica desempenha papel estratégico na definição de tratamentos e condutas clínicas. A atualização dos equipamentos amplia a precisão dos exames, contribui para diagnósticos mais rápidos e qualifica ainda mais o atendimento ao paciente. O investimento vai ampliar a precisão e a agilidade dos exames, fundamentais para a identificação de doenças e para a definição de tratamentos, fortalecendo o atendimento oferecido aos pacientes do Sistema Único de Saúde (SUS) | Foto: Divulgação/IgesDF Prazo para envio de propostas Com o objetivo de garantir ampla concorrência e participação de empresas especializadas, o período de recebimento das propostas será de 10 dias úteis, entre 12 e 23 de janeiro de 2026, até as 23h55 (horário local), exclusivamente pelo email emendas.propostas@igesdf.org.br. Para o presidente do instituto, Cleber Monteiro, investimentos em modernização mostram o cuidado que o Governo do Distrito Federal (GDF) tem com o usuário do Sistema Único de Saúde. “Estamos garantindo que o cidadão consiga ter acesso mais ágil e preciso dos exames que são realizados e, com isso, consiga ter diagnósticos e tratamentos cada vez melhores”, destaca. O edital completo e seus anexos estão disponíveis para consulta no site do IgesDF, conforme endereço eletrônico informado no documento oficial. Serviço: Objeto: Aquisição de equipamentos médicos destinados ao Serviço de Anatomia Patológica Edital: nº 83/2025 Período para envio de propostas: de 12/01/2026 a 23/01/2026 Endereço eletrônico para envio: emendas.propostas@igesdf.org.br Prazo: 10 dias úteis   *Com informações do IgesDF

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Projeto ByteZone chega ao Arapoanga com inclusão digital e incentivo ao empreendedorismo

Estão abertas as inscrições para o projeto ByteZone — Explorando o Mundo Digital, que será realizado entre os dias 19 e 30 de janeiro, no estacionamento da Administração Regional do Arapoanga. A iniciativa leva formação gratuita em tecnologia e empreendedorismo à região administrativa, ampliando o acesso ao conhecimento e às novas oportunidades do mundo digital. Os interessados devem se inscrever por meio de formulário online. O projeto é fruto da parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e o Instituto Entre Nós, com a meta de capacitar 200 participantes. A ação prioriza jovens, mulheres acima de 50 anos, pessoas idosas e pessoas com deficiência, promovendo inclusão social por meio de oficinas presenciais focadas em competências digitais e empreendedorismo tecnológico. “O projeto reforça o compromisso do Governo do Distrito Federal em democratizar o acesso à tecnologia e garantir que a inovação chegue a quem mais precisa. Ao investir em capacitação digital e empreendedorismo, estamos ampliando oportunidades, promovendo inclusão social e fortalecendo a cidadania, especialmente de públicos historicamente menos assistidos”, destacou o secretário da Secti-DF, Rafael Vitorino. O projeto é fruto da parceria entre a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) e o Instituto Entre Nós, com a meta de capacitar 200 participantes | Foto: Divulgação/Secti-DF As atividades ocorrerão em ambiente acessível e adaptado, com turmas nos períodos matutino e vespertino. Serão oferecidas quatro oficinas, cada uma com carga horária de 40 horas: - Informática Básica - Redes Sociais e Comunicação Digital - Inteligência Artificial Aplicada - Negócios Digitais e Empreendedorismo O ByteZone garante acessibilidade plena, com intérprete de Libras em todas as atividades, materiais pedagógicos acessíveis e infraestrutura adequada, em conformidade com a Lei Brasileira de Inclusão da Pessoa com Deficiência (Lei nº 13.146/2015). Ao final do ciclo formativo, os participantes apresentarão projetos autorais desenvolvidos ao longo das oficinas, em um evento de encerramento que valoriza o protagonismo social e a aplicação prática dos conhecimentos adquiridos. Ao promover ações como o ByteZone, a Secti-DF reafirma a atuação voltada ao desenvolvimento social por meio da inovação. A iniciativa integra uma política pública que busca ampliar o acesso ao conhecimento, estimular a autonomia tecnológica e criar caminhos reais para geração de renda, garantindo que a transformação digital alcance a população de forma inclusiva e sustentável em todo o Distrito Federal. *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF)    

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PGDF institui Política de Sustentabilidade e fortalece gestão responsável dos recursos públicos

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Programa de Pós-Graduação em Ciências para a Saúde da ESP/DF é nota 5 em avaliação da Capes

O Programa de Pós-Graduação em Ciências para a Saúde da Escola de Saúde Pública do Distrito Federal (ESP/DF) conquistou nota 5 na mais recente avaliação da Coordenação de Aperfeiçoamento de Pessoal de Nível Superior (Capes), referente ao quadriênio 2021–2024. O resultado representa um avanço significativo e posiciona o curso entre os programas de excelência acadêmica no país. O reconhecimento do programa, criado em 2012 na Fundação de Ensino e Pesquisa em Ciências da Saúde (Fepecs) e migrado para a ESP/DF em 2025, foi uma conquista obtida por meio do esforço contínuo dos docentes, estudantes e colaboradores nos trabalhos em prol da produção de conhecimento científico e do ensino de qualidade. A avaliação é baseada na análise de pontos como a produção científica de docentes, discentes e egressos | Foto: Divulgação/Fepecs “Essa avaliação ocorre a cada quatro anos e se baseia em um relatório detalhado que reúne informações sobre as atividades do programa, a produção científica de docentes, discentes e egressos, além de outros indicadores de qualidade”, explica o coordenador de Cursos de Pós-Graduação Stricto Sensu da ESP/DF, Levy Santana. Para a professora e coordenadora do Programa de Pós-graduação em Ciências para a Saúde, Leila Göttems, “o resultado da avaliação da Capes com o aumento da nota de 4 para 5, em um programa profissional, representa na prática, que atingimos um novo patamar de maturidade e excelência. É o reconhecimento oficial de que nossa produção científica e tecnológica e a formação dos nossos estudantes estão entre as melhores do Brasil”. Sobre o programa Vinculado à área de conhecimento de Enfermagem da Capes, o Programa de Pós-Graduação em Ciências para a Saúde foi criado em 2012, inicialmente ligado à Fepecs. Atualmente, o programa oferta o Mestrado Profissional em Ciências para a Saúde, tendo formado mais de 160 profissionais ao longo de sua trajetória. [LEIA_TAMBEM]Em 2025, foi implementado o curso de doutorado profissional, tornando a ESP/DF a primeira instituição de ensino vinculada ao Governo do Distrito Federal (GDF) a oferecer formação nessa modalidade. No processo seletivo mais recente, realizado em agosto de 2025, ingressaram oito novos doutorandos e 26 novos mestrandos. Com caráter multiprofissional, o programa tem se destacado pela produção de trabalhos que contribuem diretamente para a soluções de problemas previamente identificados nos serviços de saúde nos aspectos gerenciais, do cuidado e da vigilância. Desta forma, contribui direta e indiretamente na melhoria do cuidado que o SUS oferta à população do Distrito Federal e Região. *Com informações da Fepecs  

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Programa Acolhe DF realizou mais de 450 abordagens a pessoas em situação de rua desde julho de 2025

A reestruturação do programa Acolhe DF, oficializada pelo Decreto nº 47.423, em julho de 2025, marcou um novo momento na política do Distrito Federal voltada ao atendimento de pessoas em situação de rua. Desde então, a iniciativa se consolidou como programa de governo, reunindo diferentes pastas e promovendo uma atuação integrada, humanizada e contínua. De julho até dezembro de 2025, as equipes realizaram 453 abordagens, com foco no acolhimento, na escuta qualificada e na construção de alternativas reais para quem vive em situação de vulnerabilidade. Coordenado pela Secretaria de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), o Acolhe DF mobiliza equipes multiprofissionais das áreas de saúde, assistência social, cidadania, educação e trabalho. Do total de pessoas abordadas no período, 76% são homens, refletindo o perfil predominante da população atendida nas ações de busca ativa realizadas em diferentes regiões administrativas do DF. Tratamento voluntário O principal encaminhamento realizado pelo programa é para o tratamento contra a dependência química, sempre de forma voluntária. Entre 28 de julho e 19 de dezembro de 2025, 105 pessoas aceitaram o acolhimento em uma das seis comunidades terapêuticas parceiras do Acolhe DF, onde podem permanecer por até 12 meses, com acompanhamento contínuo e suporte psicossocial. Do total de pessoas abordadas no período, 76% são homens, refletindo o perfil predominante da população atendida nas ações de busca ativa realizadas em diferentes regiões administrativas do DF | Foto: Divulgação/Sejus-DF Foi esse o caminho escolhido por Carlos (nome fictício), de 38 anos, que viveu por anos em situação de rua após romper vínculos familiares e perder o emprego. “Eu já tinha perdido a esperança. O que fez a diferença foi a forma como eles conversaram comigo, sem julgamento. Hoje estou em tratamento, pensando em voltar a estudar e reconstruir minha vida”, relata. Após o período nas comunidades terapêuticas, os acolhidos podem acessar cursos de capacitação profissional, como os ofertados pelo RenovaDF, da Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), ampliando as chances de autonomia financeira e reinserção social. Novos caminhos Além do tratamento para dependência química, as abordagens do Acolhe DF resultaram em diversos outros encaminhamentos, respeitando a realidade e o desejo de cada pessoa atendida. No período analisado, 24 pessoas retornaram para seus estados de origem, enquanto 19 foram reintegradas ao convívio familiar. O acesso ao trabalho também tem sido um dos eixos do programa: 27 pessoas foram encaminhadas para oportunidades de emprego, rompendo ciclos de exclusão e fortalecendo a autonomia. Já 26 atendidos foram direcionados para tratamento de saúde, incluindo atendimentos especializados, e 37 receberam encaminhamento para a Companhia de Desenvolvimento Habitacional do DF (Codhab), ampliando o acesso à política habitacional. Para a secretária de Justiça e Cidadania, Marcela Passamani, o balanço evidencia o fortalecimento do programa como uma política pública estruturante. “O Acolhe DF é a prova de que a atuação integrada do governo faz diferença na vida das pessoas. Cada abordagem é uma oportunidade de reconstrução, feita com respeito, dignidade e cuidado”, destaca. "Inserido na Política Distrital para a População em Situação de Rua, o Acolhe DF reafirma o empenho em promover ações integradas nas áreas de saúde, assistência social e cidadania. A iniciativa evidencia que políticas públicas consistentes são construídas quando os órgãos governamentais atuam de maneira coordenada, com olhar humano e compromisso social", afirma o secretário-chefe da Casa Civil do DF e coordenador da Política Distrital para a População em Situação de Rua, Gustavo Rocha. Confiança e persistência Segundo o subsecretário de Enfrentamento às Drogas da Sejus, Diego Moreno, o vínculo construído pelas equipes é essencial para o sucesso das ações. “O acolhimento acontece no tempo da pessoa. Muitas vezes, é preciso voltar duas, três, quatro vezes até que ela se sinta segura para aceitar ajuda. Tudo é feito de forma voluntária, com paciência e escuta”, explica. As ações do Acolhe DF ocorrem semanalmente, em parceria com administrações regionais e outros órgãos do GDF, passando por áreas com maior concentração de pessoas em situação de rua e por equipamentos públicos, como o Hotel Social, no Setor de Armazenagem e Abastecimento Norte (SAAN). *Com informações da Secretaria de Justiça e Cidadania do Distrito Federal (Sejus-DF)

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Equipes iniciam troca do piso da pista de atletismo do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho

O Governo do Distrito Federal (GDF) dá mais um passo na reforma do Estádio Augustinho Lima, em Sobradinho. Nesta nova etapa da obra, as equipes iniciaram a retirada do material da pista de atletismo, procedimento necessário para a adequação da base que receberá o novo piso, conforme os padrões técnicos exigidos para treinamentos e competições oficiais. Para o secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira, a intervenção representa a recuperação de um equipamento histórico da região. “O Augustinho Lima é um patrimônio da cidade e uma demanda antiga da população”, afirma. “O estádio ficou muito tempo sem jogos e com a estrutura bastante deteriorada. Essa reforma é importante porque devolve o estádio à comunidade e permite que ele volte a cumprir seu papel, recebendo grandes eventos e diferentes modalidades esportivas”. Renato Junqueira: "Essa reforma é importante porque devolve o estádio à comunidade e permite que ele volte a cumprir seu papel, recebendo grandes eventos e diferentes modalidades esportivas" | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília A reforma teve início em novembro de 2025 e é financiada com recursos do Fundo de Apoio ao Esporte (FAE). Ao todo, os investimentos chegam a R$ 4,4 milhões e contemplam intervenções estruturais no campo e na pista, além de melhorias no sistema de iluminação do estádio. Na etapa anterior, foram aplicados cerca de R$ 1,8 milhão em serviços de drenagem, irrigação e preparo do gramado. Renato Junqueira ressalta que o impacto da obra vai além do alto rendimento: “O Augustinho Lima se tornou uma referência nacional e internacional com grande repercussão, que vai muito além do esporte de alto rendimento. Ali também se formam jovens cidadãos, que encontram no esporte uma oportunidade de inserção no mercado de trabalho e a chance de proporcionar uma vida melhor para suas famílias”. Estrutura moderna A reforma inclui pontos como a drenagem do novo gramado, a instalação de uma pista sintética apta a receber competições oficiais e a modernização da iluminação | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Um dos responsáveis técnicos pela obra, o engenheiro Thyago Veras explica que os trabalhos avançam de forma integrada: “Neste momento, estamos na fase de retirada da pista antiga e de preparação do local para receber o novo piso. É uma intervenção conjunta, que envolve tanto o campo quanto a pista, com foco em qualidade técnica e durabilidade”. Segundo o engenheiro, somente nesta fase voltada à pista de atletismo, o investimento gira em torno de R$ 2 milhões. “Isso vai garantir melhores condições de treinamento para atletas de alto rendimento e adequar o espaço aos padrões nacionais e internacionais”, especifica.   Além do novo gramado, que já recebeu drenagem e sistema de irrigação, o projeto prevê a instalação de uma pista sintética certificada, apta a sediar competições oficiais, e a modernização da iluminação, ampliando a capacidade de uso do estádio para diferentes modalidades e eventos esportivos. Formação esportiva O Estádio Augustinho Lima é um dos principais polos do atletismo no Distrito Federal e atende atletas de Sobradinho, Planaltina, Paranoá e regiões do Entorno. O local também é centro de treinamento do marchador Caio Bonfim, nascido e criado em Sobradinho, medalhista de prata nas Olimpíadas de Paris-2024, quatro medalhas em Jogos Pan-Americanos e outras quatro em Campeonatos Mundiais no currículo. Ele é o atual campeão do mundo nos 20km da marcha atlética. João Sena: "Aqui temos iniciação esportiva, projetos educacionais e alto rendimento. Manter essa estrutura em boas condições é fundamental para o desenvolvimento do esporte" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Em 6 de dezembro, enquanto realizava treino no estádio, Caio Bonfim lembrou a importância do investimento do GDF para a rotina dos atletas e para o fortalecimento do esporte de alto rendimento no Distrito Federal. Na ocasião, o marchador ressaltou que a qualidade da estrutura interfere diretamente no desempenho técnico e amplia as condições para que Sobradinho receba eventos esportivos de maior porte. [LEIA_TAMBEM] Caio, que é treinador e pai de João Sena, enfatiza o papel histórico do estádio para o atletismo brasileiro: “Essa é a única pista da região norte do DF e atende não só Sobradinho, mas também Planaltina, Paranoá e o entorno. Aqui temos iniciação esportiva, projetos educacionais e alto rendimento. Manter essa estrutura em boas condições é fundamental para o desenvolvimento do esporte”. Atleta da marcha atlética e estudante de educação física, Gabriela de Souza Muniz, campeã brasileira, sul-americana e pan-americana, também ressalta a relevância da obra: “Esse espaço é usado diariamente por nós atletas e também pela comunidade. Uma pista de qualidade faz muita diferença na preparação para competições nacionais e internacionais. A gente fica muito feliz em acompanhar essa melhoria”.

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Resultado Final de Habilitação FAC I/2025

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Governadora em exercício recebe Selo Diamante em Transparência Pública em reunião com secretários do DF

Em reunião realizada nesta segunda-feira (12) com secretários de Estado do Distrito Federal, a governadora em exercício, Celina Leão, recebeu oficialmente o Selo Diamante em Transparência Pública, o mais alto reconhecimento concedido pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). Ao receber a homenagem, a governadora em exercício enfatizou:  “Esse selo representa o compromisso permanente do Governo do Distrito Federal com a responsabilidade, o respeito ao cidadão e a clareza na aplicação dos recursos públicos” | Foto: Luh Fiuza/VGDF O troféu foi entregue pelo controlador-geral do Distrito Federal, Daniel Lima, como forma de reconhecer o compromisso do Governo do Distrito Federal (GDF) com uma gestão pública íntegra, acessível e orientada ao cidadão. O DF conquista o Selo Diamante pelo segundo ano consecutivo, resultado do trabalho coordenado pela Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF). O governador Ibaneis Rocha recebeu o troféu em dezembro de 2025. Ao receber o reconhecimento, a governadora em exercício afirmou: “Esse selo representa o compromisso permanente do Governo do Distrito Federal com a responsabilidade, o respeito ao cidadão e a clareza na aplicação dos recursos públicos. Transparência fortalece a confiança da população e qualifica a relação entre governo e sociedade”. Transparência A honraria avalia critérios rigorosos relacionados à transparência ativa, qualidade das informações disponibilizadas, acessibilidade dos portais institucionais e cumprimento das normas de governança e controle. A certificação posiciona o DF entre os entes federativos mais transparentes do país. [LEIA_TAMBEM]Durante a entrega, Daniel Lima destacou que o reconhecimento reforça uma visão de gestão pública centrada no cidadão: “Transparência não é apenas publicar dados, mas garantir que a informação seja clara, simples e confiável, permitindo que a sociedade acompanhe e participe das ações do governo”. A conquista reflete o aprimoramento contínuo do Portal da Transparência, o fortalecimento das políticas de dados abertos, a adoção de linguagem simples e o avanço em ferramentas de acessibilidade, além da modernização de sistemas e da ampliação da participação social. Além disso, a Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF) também apresentou aos secretários de Estado o Radar do DF, um sistema elaborado para orientar os gestores sobre as temáticas mais demandadas pelo cidadão via ouvidorias do GDF.   *Com informações da Vice-Governadoria e da Controladoria-Geral do DF  

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Propostas aprovadas para educação ambiental em 2025 somam mais de R$ 1 milhão

A Unidade de Educação Ambiental (Educ) do Instituto Brasília Ambiental teve em 2025 um ano de muito trabalho. A avaliação é do gestor da área, Luiz Felipe Blanco de Alencar. “Conseguimos executar importantes ações planejadas ao final de 2024 e também avançamos em iniciativas que surgiram de forma espontânea ao longo do ano”, destaca, apontando como uma das principais realizações do ano a aprovação de quatro propostas na Câmara de Compensação Ambiental/Florestal (Ccaf), que juntas somam mais de R$ 1 milhão em recursos destinados à educação ambiental. A governadora em exercício Celina Leão lembra que políticas de educação ambiental são cruciais para uma boa gestão governamental, pois “capacitam cidadãos e servidores, promovem a sustentabilidade e resultam em benefícios econômicos, sociais e ambientais a longo prazo, além de transformarem a forma como a administração pública e a sociedade lidam com os recursos naturais”. O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, endossa a importância da área e parabeniza os servidores do Instituto que nela atuam pelas entregas: “Nosso corpo de servidores está de parabéns, porque é, extremamente, comprometido. O resultado disso fica claro no balanço de ano, quando áreas cruciais, como a educação ambiental, revela os altos números dos atendimentos dos seus programas”. Entre as propostas citadas está a campanha de Prevenção a Incêndios Florestais do Programa de Prevenção (Ppcif) para os anos de 2025 e 2026. O gestor da Educ destaca que é a primeira vez na autarquia que uma campanha segue uma lógica integrada de comunicação, incluindo a criação de uma mascote própria — a Tatá —, produção de materiais de divulgação para diferentes públicos e o alinhamento das ações entre as instituições que compõem o Ppcif. O programa Parque Educador atendeu a quase quatro mil crianças em 2025, alcançando, desde 2018, quando foi criado, cerca de 24 mil estudantes, que tiveram a oportunidade de conhecer o Cerrado por meio das unidades de conservação do Brasília Ambiental | Foto: Divulgação/Brasília Ambiental Outra proposta citada pelo gestor é o projeto político-pedagógico do programa Parque Educador, que tem como objetivo registrar conhecimentos, metodologias e processos de gestão, resultando em um documento norteador capaz de explicitar o funcionamento e os princípios do programa. Também estão entre essas quatro propostas aprovadas na Ccaf, a aquisição de materiais e equipamentos para o mesmo programa de educação ambiental. “Essa aquisição é necessária após sete anos de funcionamento. Ela garante a renovação de móveis, instrumentos e materiais de consumo nas unidades participantes”, esclarece Luiz Felipe. E ainda fecha as quatro aprovações , a edição, produção e impressão dos materiais ecopedagógicos do programa Eu Amo o Cerrado e do Mapa Ambiental. “Essa aprovação permite a reposição de estoques e a criação de novas publicações que divulgam as belezas e riquezas do Bioma e fortalecem a presença institucional em eventos e ações educativas”, explica o gestor. Outras realizações No que se refere às iniciativas já padrões da Educ, o programa Parque Educador, por exemplo, atendeu a quase quatro mil crianças em 2025, alcançando, desde 2018, quando foi criado, cerca de 24 mil estudantes, que tiveram a oportunidade de conhecer o Cerrado por meio das unidades de conservação do Brasília Ambiental. O programa Eu Amo o Cerrado distribuiu mais de 30 mil publicações ao longo do ano, aproximando os cidadãos do DF da biodiversidade local. Já o Centro de Práticas Sustentáveis (CPS) manteve sua vocação como polo de sustentabilidade na região do Jardim Botânico, atingindo mais de 20 mil pessoas atendidas em 2025. Os projetos de educação ambiental vinculados ao licenciamento alcançaram diretamente milhares de moradores do DF, com a Educ analisando mais de 100 processos ao longo do ano. Expectativas Para 2026, a proposta é fortalecer as iniciativas já existentes e aprimorar continuamente os processos de gestão da Educ, buscando maximizar os resultados alcançados com os investimentos realizados. “Mantemos a convicção de que, quanto melhor for o trabalho desenvolvido pela Educ, menos problemas ambientais precisarão ser enfrentados pelos demais setores do Brasília Ambiental”, lembra o gestor da área.   *Com informações do Brasília Ambiental

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Ações de acolhimento durante a semana atendem a 25 pessoas em situação de rua no DF

O Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua — coordenado pela Casa Civil do Distrito Federal — atendeu, na última semana, a 25 pessoas em diversos locais do DF. De terça-feira (6) a domingo (11), as operações passaram por 13 pontos do Plano Piloto e do Núcleo Bandeirante. “O GDF tem mapeado as regiões com maior concentração de pessoas em situação de rua, com o objetivo de intensificar as ações nessas áreas. Também estamos atentos às demandas apresentadas pela população para promover melhorias nessas regiões”, destacou o secretário-chefe da Casa Civil do DF, Gustavo Rocha, coordenador do Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. "Como estado, reafirmamos o compromisso de governar para todos, tendo como principal objetivo promover melhorias na vida de toda a população" Gustavo Rocha, secretário-chefe da Casa Civil “Como Estado, reafirmamos o compromisso de governar para todos, tendo como principal objetivo promover melhorias na vida de toda a população”, acrescentou Gustavo Rocha. Balanço Na terça, as equipes visitaram um ponto no Plano Piloto. Na ocasião, dois caminhões de entulho foram removidos, com os materiais considerados inservíveis sendo levados à Unidade de Recebimento de Entulhos (URE). Na quarta, outro ponto foi visitado no Plano Piloto. Oito pessoas foram localizadas e acolhidas, um caminhão de entulho foi removido e uma estrutura precária foi desconstituída. Na quinta-feira, não foram encontradas pessoas ou estruturas durante a operação. Na sexta, as equipes seguiram para o Núcleo Bandeirante, onde passaram por sete pontos. Ao todo, dez pessoas foram localizadas, dois caminhões foram removidos e cinco estruturas precárias foram desmontadas. No sábado, de volta ao Plano Piloto, três pontos foram visitados, duas estruturas desconstituídas e um caminhão de entulho retirado. Já no domingo, novamente no Plano Piloto, um ponto foi visitado, com sete pessoas acolhidas, oito estruturas desmontadas e um caminhão removido. Política distrital O GDF tem mapeado as regiões com maior concentração de pessoas em situação de rua, com o objetivo de intensificar as ações nessas áreas | Foto: Agência Brasília O Distrito Federal foi a primeira unidade da Federação a apresentar um plano de política pública após a suspensão das ações de abordagem à população de rua pelo Supremo Tribunal Federal (STF). As ações de acolhimento começaram a ser implementadas após uma fase de testes em maio de 2024, quando o GDF realizou visitas na Asa Sul e em Taguatinga, atendendo cerca de 50 pessoas com assistência social e oferta de serviços públicos. Em 27 de maio de 2024, o GDF tornou oficial o Plano de Ação para a Efetivação da Política Distrital para a População em Situação de Rua. Desde então, ocorrem ações semanais em diversos pontos do Distrito Federal. Os órgãos do governo já passaram por regiões como Plano Piloto, Vila Planalto, Taguatinga Norte e Sul, Ceilândia, Águas Claras e Arniqueira. Em julho de 2025, a vice-governadora Celina Leão, então em exercício, assinou decreto que criou o programa Acolhe DF, que propõe uma busca ativa e oferta de tratamento a pessoas em situação de rua com vício em drogas — tanto as ilícitas quanto álcool e tabaco —, criando uma linha de atendimento a essas pessoas e, consequentemente, aprimorando as ações já existentes do GDF voltadas a esse público. No mesmo mês, o GDF inaugurou o primeiro hotel social da capital da República, destinado a acolher e abrigar a população em situação de rua. O equipamento oferece 200 vagas para pernoite e recebe também animais de estimação. Além disso, desde 2022, o governo promove, em períodos de baixas temperaturas, a chamada Ação contra o Frio, com oferta de espaços públicos para pernoite de pessoas em situação de rua. Apenas em 2025, a unidade aberta na Asa Sul registrou 6,6 mil atendimentos. No local, também foram oferecidos casacos e cobertores arrecadados por meio da campanha Agasalho Solidário, da Chefia-Executiva de Políticas Sociais.  

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2025: propostas aprovadas na CCA para Educação Ambiental somam mais de um milhão

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