PREGÃO ELETRÔNICO nº 90019/2025
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Cepi Rosa do Campo acolhe famílias de Santa Maria e leva desenvolvimento infantil para mais de 200 crianças
Inaugurado há pouco mais de um ano e meio por este Governo do Distrito Federal (GDF), o Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Rosa do Campo, em Santa Maria, já se consolidou como ponto de acolhimento, segurança e desenvolvimento infantil para a comunidade. Esse é um dos 27 inaugurados pelo governador Ibaneis Rocha desde 2019. Por lá, o investimento foi superior a R$ 4,2 milhões e hoje atende a mais de 200 crianças de até 3 anos em período integral. É nesse cenário de estrutura qualificada e atendimento humanizado que muitas famílias encontraram a chance de reorganizar a rotina, trabalhar com tranquilidade e garantir segurança aos filhos. Esse é o caso da autônoma Antonia Leite, 36 anos, e do agente de portaria José Carlos Silva de Lacerda, 44. Pais de Ângelo Miguel, de 3 anos, e da pequena Maria Clarice, de 2, eles contam que a creche chegou como fonte de apoio em um momento delicado. Centro de Educação da Primeira Infância (Cepi) Rosa do Campo, em Santa Maria, já se consolidou como ponto de acolhimento, segurança e desenvolvimento infantil para a comunidade | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília “Perdi meu filho mais novo há oito meses e a escola foi o nosso apoio, a nossa fortaleza. Depois disso, eu comecei a ficar mais preocupada de alguma coisa acontecer com Ângelo ou com Maria Clarice. Eu sempre ligava aqui para escola questionando e eles me mandavam foto, me acalmavam. Foram muito atenciosos com a fase que estávamos passando”, conta Antonia. A integração entre escola, família e alunos também foi o que mais chamou a atenção da autônoma Kerollen Araújo, 34. Mãe de Benjamin, de 1 ano e 6 meses, ela ressalta a importância do convívio social para garantir o desenvolvimento do filho e reorganizar as demandas do trabalho. “Ele está muito mais inteligente. Chega em casa contando, pedindo água, demonstrando coisas que aprendeu aqui”, relata. Segundo Kerollen, se não fosse o apoio do GDF, o custo seria alto para pagar uma instituição particular: “Eu tenho dois filhos e eu gastava R$ 800 por mês para alguém ficar com eles. Hoje, é um dinheiro que eu posso usar para comprar coisas para eles, brinquedos, livros ou para pagar as contas de casa. Ajuda muito mesmo.” “Ele está muito mais inteligente. Chega em casa contando, pedindo água, demonstrando coisas que aprendeu aqui", relata Kerollen Araújo, mãe do pequeno Benjamim Para além do ensino e do cuidado dentro de sala de aula, os centros de educação da primeira infância (Cepis) cuidam também do vínculo da equipe pedagógica com a comunidade. “Eu enxergo esse lugar como uma família. Tenho uma troca muito boa com professoras, monitoras e a diretoria. Tudo o que acontece aqui dentro eu sou informada. E o Benjamin demonstra tudo isso quando chega em casa ou quando venho deixá-lo. Dá para ver que ele fica feliz de estar aqui”, acrescenta Kerollen. A creche dispõe de 1.311,97 m², seguindo o padrão do Fundo Nacional de Desenvolvimento da Educação (FNDE). Ao todo, são dez salas de atividades, sala multiúso, lactário, solários, fraldários, espaço de amamentação, refeitório, playground, pátio para brinquedos, sanitários acessíveis, além de cozinha, lavanderia e áreas administrativas. O funcionamento integral, das 7h30 às 17h30, garante até dez horas de atendimento diário, com cinco refeições, banho, hora do sono e atividades pedagógicas. A estrutura robusta e moderna dos novos prédios reflete diretamente no avanço no comportamento e desenvolvimento das crianças, conforme relatam os pais. “O Ângelo não sabia brincar com outros colegas. Hoje é super comunicativo, já faz até apresentação em grupo”, conta Antonia Leite, mãe do pequeno. Acolhimento não só para crianças “As nossas crianças aprendem brincando, com musicalização e rodinhas. A gente percebe cada vez mais o avanço delas por meio do lúdico”, conta Maria de Fátima Nunes, diretora do Cepi De acordo com a diretora do Cepi, Maria de Fátima Nunes, o trabalho vai além do cuidado cotidiano. “A gente preza por esse momento com os filhos e com a família, porque eles também são nossos pilares. Não tem como trabalhar com a criança sem acolher o pai, a mãe, os irmãos. Mantemos a família sempre muito perto”, explica. Segundo ela, o desenvolvimento infantil é estimulado principalmente por atividades lúdicas. “As nossas crianças aprendem brincando, com musicalização e rodinhas. A gente percebe cada vez mais o avanço delas por meio do lúdico”, diz. Atualmente, os berçários contam com uma professora e duas monitoras; as turmas de maternal, com uma professora e uma monitora. “Procuramos acolher as crianças da melhor forma possível para que os pais possam trabalhar tranquilos”, complementa.
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Ouvidoria da Secretaria de Saúde recebeu 77 mil manifestações em 2025
A população da capital federal teve voz ativa nas ações da Secretaria de Saúde (SES-DF). Entre 1º de janeiro e 31 de dezembro de 2025, a pasta recebeu por volta de 77 mil manifestações em seu sistema de ouvidoria. Com relação ao trabalho de servidores, os profissionais de saúde foram os que mais receberam elogios dentre as atuações que compõem o Governo do Distrito Federal (GDF). A moradora de Santa Maria, Daerdane dos Santos, 33 anos, precisava cadastrar um dos três filhos em sua Unidade Básica de Saúde (UBS) de referência, para que conseguisse uma consulta médica pela rede da SES-DF. Após não ter sucesso em agendar o serviço, recorreu ao Participa DF para registrar uma reclamação e conseguir resolver o problema. A Ouvidoria é o canal oficial de relacionamento do cidadão com o GDF, registrando quaisquer manifestações relacionadas aos serviços prestados pela Administração. Foto: Yuri Freitas/Agência Saúde DF Em cinco dias, Daerdane recebeu a visita de Agentes Comunitários de Saúde (ACS), que cadastraram toda a família na UBS e já marcaram a consulta do filho caçula. “O sistema foi muito eficiente, muito prestativo, acolhedor. O interessante é você poder acompanhar toda a situação por meio do Participa DF. A comunicação, a resposta da ouvidoria pelo e-mail, me dando um feedback, foi essencial”, relembra. Direito previsto na Constituição O chefe da Ouvidoria da SES-DF, Thyerys Araruna, ressalta que o direito do cidadão à saúde é reforçado pelos princípios de participação da sociedade nas decisões da administração pública. “O texto constitucional incluiu a eficiência como princípio obrigatório da administração e abriu caminho para que a população pudesse participar ativamente da fiscalização e do aperfeiçoamento dos serviços oferecidos pelo Estado”, reforça o gestor. O fortalecimento dos sistemas de ouvidoria no país coincide, segundo Araruna, com a consolidação do Sistema Único de Saúde (SUS). “Na prática, as ouvidorias funcionam como canais democráticos que recebem, analisam e encaminham manifestações da população. As informações coletadas são sistematizadas e utilizadas para aprimorar políticas e gestão. Elas operam em rede integrada nas diferentes esferas do SUS, promovendo a corresponsabilização entre gestores e cidadãos”, explica. Transparência ativa [LEIA_TAMBEM]Além do sistema de ouvidoria, a SES-DF disponibiliza informações de interesse do cidadão sem que haja necessidade de requerimento prévio — a chamada “transparência ativa”. Um exemplo é o sistema de monitoramento das portas do Serviço Hospitalar de Emergência, criado pela pasta neste ano. A iniciativa, inédita no Brasil, rendeu à SES-DF o Prêmio Ipê de Inovação em Transparência 2025 e o Prêmio do Índice de Transparência (ITA) do GDF. O sistema de monitoramento acompanha, em tempo real, as portas de emergências dos hospitais da pasta. A ferramenta transforma dados internos em informação transparente e atualizada automaticamente, disponibilizada em um mapa interativo, mostrando painéis por unidades hospitalares e atenção especializada, além de consulta individual da posição na fila. Pelo painel, o usuário identifica, por exemplo, quantos pacientes aguardam em cada porta de emergência; o tempo médio de espera por classificação de risco; o volume de atendimento; a situação por território, hospital e especialidade; e espera de atendimento. *Com informações da SES-DF
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Operação Sossego aborda 220 condutores em Samambaia
O Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) realizou, entre 21h e 23h desta quarta-feira (7), mais uma edição da Operação Sossego, desta vez na região de Samambaia. A ação teve como foco a fiscalização de motocicletas e a redução de infrações que colocam em risco a segurança viária. Em duas horas, foram realizadas 220 abordagens. Durante a operação, os agentes identificaram um número expressivo de irregularidades, com destaque para motocicletas utilizadas em serviços de entrega por aplicativo. Muitos desses veículos apresentavam problemas como escapamentos irregulares, ausência de equipamentos obrigatórios e más condições de conservação, fatores que aumentam o risco de sinistros de trânsito. A Operação Sossego leva segurança ao motociclista e a outros motoristas | Foto: Divulgação/Detran-DF Ao todo, 30 motocicletas foram flagradas com escapamentos irregulares, prática que, além de causar poluição sonora, compromete a segurança e o bem-estar da população. A fiscalização também resultou na autuação de 17 condutores inabilitados e de sete motoristas com a Carteira Nacional de Habilitação (CNH) vencida há mais de 30 dias. Outro ponto de atenção foi o uso inadequado do capacete. Doze motociclistas foram autuados por utilizarem o equipamento em desacordo com a legislação de trânsito. O uso incorreto do capacete é um fator relevante para a ocorrência de sinistros graves. Utilizá-lo corretamente é fundamental para a preservação da vida do motociclista. A operação identificou ainda seis veículos com o sistema de iluminação alterado, oito motocicletas sem retrovisores, quatro veículos em mau estado de conservação e três casos de equipamento de segurança ineficiente. Foram registradas outras 20 infrações por motivos diversos. Destaque [LEIA_TAMBEM]Um dos destaques da ação foi a abordagem de um motociclista inabilitado que conduzia o veículo com o proprietário da moto na garupa. Embora habilitado, o proprietário foi autuado por entregar o veículo a pessoa não habilitada. Ambas as infrações são consideradas gravíssimas e acarretam a suspensão do direito de dirigir. Segundo o diretor de Policiamento e Fiscalização de Trânsito do Detran-DF, Danilo Lino, a Operação Sossego é uma das ações mais efetivas do órgão. “O motociclista é um dos atores mais vulneráveis do trânsito e representa uma parcela significativa das vítimas de sinistros. Por isso, é fundamental desenvolver ações e operações voltadas à segurança desse público e, consequentemente, de todos os usuários das vias do DF. Nosso objetivo é salvar vidas”, destacou. *Com informações do Detran-DF
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Saúde amplia metodologia que foca na agilidade no atendimento a usuários do SUS
O Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) começou este ano com um reforço importante na forma de organizar o trabalho dentro das unidades. A metodologia Lean, que ajuda a enxugar burocracias, reduzir atrasos e tornar os serviços mais ágeis, vai ser aplicada também nos setores de Recursos Humanos do Hospital Regional de Santa Maria (HRSM) e das unidades de pronto atendimento (UPAs). A expectativa é que os reflexos cheguem até o usuário do SUS, ainda neste ano, com equipes mais bem-estruturadas, processos mais rápidos e maior apoio aos profissionais que atendem a população. Com a implantação do projeto, profissionais de saúde terão como dedicar mais atenção a demandas sensíveis | Foto: Alberto Ruy/IgesDF A ampliação do Lean para o RH representa um avanço na consolidação da metodologia dentro do IgesDF. Na prática, permitirá a redução de processos excessivos, maior automatização de rotinas administrativas e uma gestão mais inteligente do tempo e dos fluxos de trabalho. Com isso, os profissionais da área poderão dedicar mais atenção a demandas que exigem sensibilidade, análise humana e tomada de decisão qualificada, fortalecendo o cuidado também nos bastidores da assistência. “Quando falamos em eficiência, falamos em cuidar melhor das pessoas, otimizar recursos públicos e garantir que o paciente esteja no centro das decisões. O Lean tem mostrado que é possível transformar processos e, ao mesmo tempo, humanizar o atendimento” Cleber Monteiro, diretor-presidente do IgesDF Esse movimento é resultado direto dos ganhos obtidos ao longo de 2025, ano em que o projeto Lean se consolidou como uma ferramenta estratégica de transformação no Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF) e no Hospital Regional de Santa Maria (HRSM). A metodologia impactou positivamente tanto a assistência direta ao paciente quanto os processos de gestão e apoio, demonstrando que eficiência e humanização caminham juntas. Resultados comprovados O diretor-presidente do IgesDF, Cleber Monteiro, vê no projeto Lean um pilar fundamental para o futuro da instituição: “Quando falamos em eficiência, falamos em cuidar melhor das pessoas, otimizar recursos públicos e garantir que o paciente esteja no centro das decisões. O Lean tem mostrado que é possível transformar processos e, ao mesmo tempo, humanizar o atendimento”. Durante 2025, as ações implementadas tiveram como foco o aumento da produção assistencial, a redução da superlotação, a diminuição de cancelamentos, a padronização de processos e a otimização do tempo de atendimento. Os resultados refletiram ganhos concretos de eficiência operacional, qualidade do cuidado e melhoria do ambiente de trabalho para os profissionais de saúde. No Centro Cirúrgico do Hospital de Base, onde a metodologia foi iniciada em agosto de 2023, os avanços foram históricos. O ano de 2025 registrou recordes de cirurgias em maio, julho e setembro, com até 1.333 procedimentos em um único mês, representando um aumento de 40% em relação ao período anterior à implantação da metodologia. Também houve crescimento de 20% no início das primeiras cirurgias (realizadas até as 7h30) e redução de 28% nos cancelamentos, ampliando o acesso da população aos procedimentos eletivos. Resultados semelhantes foram observados no Centro Cirúrgico Geral e Obstétrico do Hospital de Santa Maria, onde o Lean teve início em maio de 2024. Em 2025, a unidade alcançou crescimento de 10% no total de cirurgias, aumento de 13% nas cirurgias ortopédicas e redução de 13% nos cancelamentos, além de novos recordes mensais de produção, mesmo diante de desafios estruturais enfrentados pela unidade. [LEIA_TAMBEM] No Centro Obstétrico do HRSM, tanto no pronto-socorro quanto na internação, o impacto do Lean foi ainda mais perceptível na experiência das gestantes. Houve aumento de 30% no número de pacientes atendidos, com redução significativa do número médio de internações. A implantação da rastreabilidade de medicamentos, a realização de reuniões multidisciplinares e a criação de fluxos exclusivos reduziram em até 80% o tempo de espera das gestantes que procuram o serviço para administração de medicação, qualificando a experiência do cuidado. “Foi um ano muito relevante e de enorme sucesso do Lean”, avalia o superintendente da Qualidade e Melhoria de Processos do IgesDF, Clayton Souza. “Os resultados são inquestionáveis, mas o grande ganho foi avançar na sustentação da melhoria contínua como cultura do IgesDF. A metodologia Lean é também um modelo mental, um jeito de fazer e enxergar as coisas.” Cultura em construção Além da assistência, o Lean avançou em áreas estratégicas de gestão e suporte. Um dos destaques foi o projeto Lean no RH, iniciado em agosto de 2025, com foco na reposição de vagas sem aumento de custos. Em projeto-piloto no HRSM, houve redução de 80% na quantidade de processos tramitados, e a expectativa é diminuir em 35% o tempo de reposição de vagas. Outro projeto em fase inicial é o de diálise peritoneal no HBDF, que busca ampliar, a partir de 2026, a oferta do procedimento e reduzir custos. A coordenadora de Melhoria Contínua do IgesDF, Isabel Lima, pontua que 2025 foi um ano marcante para a área: “Os resultados demonstram que os esforços para tornar o atendimento mais eficiente e humanizado já começam a ser reconhecidos pelos pacientes e seus acompanhantes”. *Com informações do IgesDF
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Planetário de Brasília recebe oficinas de ciência e exposição interativa gratuitas
O Planetário de Brasília se transforma, a partir deste mês, em um grande laboratório de experimentação e descoberta. Uma parceria da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF) com o Instituto Futuro Certo traz a Brasília o Planetário Jovem. A iniciativa contempla oficinas temáticas, apresentações, observação astronômica e uma ampla exposição voltada a crianças, adolescentes e jovens, promovendo o conhecimento científico, tecnológico e a inovação, além de estimular a curiosidade e o interesse pelas áreas de ciência e tecnologia. Instalada no espaço externo do Planetário, a exposição contará com totens sustentáveis e permanecerá aberta ao público por 155 dias, promovendo o contato direto com conceitos científicos de forma acessível e lúdica, transformando o espaço em um ambiente de aprendizagem contínua. As oficinas atenderão a mais de mil crianças e adolescentes até março deste ano | Fotos: Divulgação/Secti-DF Para o secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação, Rafael Vitorino, o projeto é um pilar estratégico para o desenvolvimento humano e tecnológico do DF. “Nossa missão é democratizar o acesso ao conhecimento e despertar vocações científicas desde cedo. Ao oferecermos uma programação gratuita e de alta qualidade no Planetário, estamos utilizando o lúdico para desmistificar a tecnologia. Queremos que as crianças e jovens do Distrito Federal percebam que a ciência é fascinante, acessível e uma ferramenta essencial para construir o futuro e solucionar desafios reais da nossa sociedade”, destaca Vitorino. Além da exposição, o projeto promoverá oficinas educativas dentro do Planetário, entre janeiro e março de 2026, com capacidade total para 1.080 participantes. Para garantir o atendimento de qualidade e a interação de todos os jovens, serão oferecidas duas turmas por oficina, com 45 vagas disponíveis em cada uma delas. As atividades são organizadas por faixa etária, atendendo crianças e adolescentes de 6 a 14 anos, e adotam metodologias baseadas na experimentação, no trabalho em grupo e no aprendizado ativo. As atividades realizadas no Planetário de Brasília aproximam as crianças da ciência a partir de links com a realidade e com a rotina delas “As oficinas foram pensadas para aproximar a ciência da realidade das crianças, mostrando que aprender pode ser algo divertido, prático e transformador. Usamos materiais simples, muitas vezes reutilizáveis, para mostrar que o conhecimento está ao alcance de todos”, afirma Marcelo de Souza Câmara Cortes, do Instituto Futuro Certo. Programação das oficinas ⇒ Pequenos Inventores (13/1) Estimula criatividade e lógica com invenções simples (catapultas, pontes) Faixa etária: 6 a 8 anos Conteúdo: Força, equilíbrio, movimento Materiais: Palitos, elásticos, papelão Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças) ⇒ Micromundo (14/1) Introduz observação científica e biologia básica Faixa etária: 6 a 8 anos Atividade: Coleta e análise de amostras com lupas e microscópios Materiais: Lupas, lâminas, lápis Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças) ⇒ A Magia da Eletricidade (15/1) Ensina energia e circuitos simples Faixa etária: 8 a 10 anos Atividade: Experimentos com balões e LEDs Materiais: Pilhas, fios, fita isolante Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Laboratório Vivo (20/1) Explora ecossistemas e fotossíntese Faixa etária: 10 a 12 anos Atividade: Montagem e observação de terrários Materiais: Garrafões, terra, sementes Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ A Química das Cores (21/1) Mostra reações químicas e variação de pH Faixa etária: 10 a 12 anos Atividade: Extração de pigmentos naturais Materiais: Repolho roxo, vinagre, bicarbonato Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Missão Espaço (22/1) Introduz astronomia e física básica Faixa etária: 10 a 12 anos Atividade: Construção e lançamento de foguetes PET Materiais: Garrafas, rolhas, bomba de ar Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ DNA e o Corpo Humano (23/1) Explica hereditariedade e estrutura do DNA Faixa etária: 12 a 14 anos Atividade: Extração de DNA de frutas Materiais: Morango, álcool, detergente Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Energia sustentável (27/1) Aborda energias limpas e renováveis Faixa etária: 12 a 14 anos Atividade: Miniturbinas e painéis solares Materiais: Painéis, motores, fios Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Pequenos Meteorologistas (10/3) Observa clima e fenômenos naturais Faixa etária: 8 a 10 anos Atividade: Construção de pluviômetro e anemômetro Materiais: Garrafas PET, régua, papel Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Laboratório das Ideias (11/3) Desenvolve soluções científicas em grupo Faixa etária: 6 a 14 anos Atividade: Projetos sobre água, energia e resíduos Materiais: Recicláveis e eletrônicos simples Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) [LEIA_TAMBEM] ⇒ Robótica Sustentável (12/3) Desenvolve raciocínio lógico, criatividade e consciência ambiental Faixa etária: 10 a 14 anos Atividade: Construção de robôs simples com princípios básicos de robótica e circuitos elétricos. Materiais: Sucata eletrônica, motores pequenos, pilhas, fios, fitas adesivas e ferramentas simples Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ Cientistas do Clima (13/3/) Estimula o pensamento científico e a compreensão das mudanças climáticas Faixa etária: 8 a 12 anos Atividade: Experimentos demonstrativos sobre efeito estufa, evaporação e condensação Materiais: Garrafas PET, termômetros, lâmpadas, água, marcadores e cartolina Duração: 4h (duas turmas de 45 crianças, jovens e adolescentes) ⇒ As oficinas ocorrerão em dois turnos, das 8h às 12h e das 14h às 18h, sendo acompanhadas por monitores capacitados e treinados, inclusive para participação de crianças com deficiência, em conformidade com a Portaria nº78, de 11 de julho de 2025. As inscrições deverão ser realizadas pelos responsáveis legais, por meio do site. *Com informações da Secti-DF
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Detran-DF realiza Operação Sossego em Samambaia
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Ateliê do MAB oferece programação de férias com minicursos de bordado e pintura
Já pensou em começar o ano aprendendo uma nova habilidade manual? Se sim, o Ateliê do Museu de Arte de Brasília (MAB) pode ajudar. O museu preparou uma programação especial para janeiro, com oficinas de pintura e bordado até o dia 18. Basta comparecer ao local no dia e horário indicado e aproveitar a experiência. São abertas 20 vagas por sessão, respeitando a faixa etária de cada uma e participação por ordem de chegada. As oficinas gratuitas compõem o Ateliê do MAB, projeto viabilizado pelo Fundo de Apoio à Cultura (FAC) da Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF). A iniciativa começou em novembro para oferecer ao público a oportunidade de vivenciar processos artísticos no ambiente do museu, com atividades diversas, incluindo um encontro mediado pelo grafiteiro surdo Odrus sobre artes visuais para pessoas com deficiência. O museu preparou uma programação especial para janeiro, com oficinas de pintura e bordado até o dia 18 | Fotos: Tony Oliveira/Agência Brasília “O Ateliê do MAB traduz aquilo em que acreditamos para a política cultural do Distrito Federal: museus vivos, abertos à cidade e às pessoas”, salienta o titular da pasta, Claudio Abrantes. “Ao ampliar a programação, o MAB se afirma como um espaço de convivência, aprendizado e criação coletiva, onde crianças, jovens e adultos podem experimentar a arte com as próprias mãos. Com o apoio do FAC, estamos garantindo acesso, formação e oportunidades, fortalecendo vínculos e mostrando que a cultura é também um lugar de acolhimento, troca de saberes e construção de cidadania.” Localizado no Setor de Hotéis e Turismo Norte, o MAB foi reaberto por este GDF em 21 de abril de 2021, no aniversário de 61 anos da capital federal. O espaço foi inaugurado como galeria em 7 de março de 1985, sendo fechado em 2007 para reformas, totalizando 14 anos sem funcionamento. De volta ao público, o museu conta com um acervo robusto, com milhares de peças clássicas, modernas e contemporâneas. Segundo a coordenadora do Ateliê do Museu de Arte de Brasília (MAB), Isabela Formiga, a ampliação da programação cultural é uma estratégia para atender a uma demanda antiga do público e fortalecer as ações educativas da instituição. “Quanto mais oficinas e atividades a gente oferece para dialogar com o acervo e proporcionar experiências, mais o lugar ganha força e visitação. É um trabalho de construção de público”, ressalta. “Esse projeto veio para valorizar o que já existia e promover mais práticas artísticas para a comunidade local”. A psicóloga Nathalia Ferreira foi ao Ateliê do MAB acompanhada pela filha Mão na massa Os minicursos foram organizados em módulos sequenciais, permitindo tanto um percurso contínuo de aprendizagem quanto a entrada de novos participantes a qualquer momento. Da última segunda-feira (5) até este domingo (11), o foco será o bordado, enquanto do dia 12 ao 18 os encontros vão abordar a pintura. O período da manhã, a partir das 10h, é dedicado às crianças a partir de 6 anos. À tarde, são atendidos jovens e adultos, às 14h de segunda a sexta e às 16h nos finais de semana. No curso de bordado, os participantes aprendem sobre os tipos de ponto — invisível, atrás, pirulito e corrente — e técnicas para fixar botões e outros materiais. Na oficina de pintura, são incluídos temas como círculo cromático, texturas, luz, sombra e trabalho com camadas, composição e equilíbrio, e figurativo e abstrato. Os mesmos assuntos são abordados com as crianças de modo lúdico, combinando brincadeira, exploração sensorial e criação. A psicóloga Nathalia Ferreira Borba, 40 anos, soube do Ateliê do MAB pelas redes sociais e decidiu levar a filha, a estudante Alice Borba, 10, para aprender a bordar. “É muito interessante ter opções de entretenimento como essas, que servem também para aprender outras formas de expressão, ainda mais no museu, que é um espaço muito propício para conhecer coisas novas”, afirma a mãe. “É um projeto em que recebemos desde crianças a idosos. Tivemos um caso em que o neto trouxe a avó e os dois aprenderam juntos, ou seja, a atividade proporcionou a interação familiar além da descontração e troca de conhecimentos”, destaca o oficineiro Wander Mendes Sem nenhum conhecimento prévio sobre bordado, Alice mostrou curiosidade e animação em participar do minicurso. “Sempre quando eu aprendo uma coisa nova, me sinto muito bem. Não fico só largada no sofá, assistindo televisão, me sinto mais produtiva”, conta. “Ano passado nós viemos para a oficina de biscuit e foi muito legal, deu vontade até de trabalhar com isso”. O oficineiro Wander Mendes ressalta que a programação foi pensada para ser democrática, permitindo a participação de diferentes faixas etárias e níveis de técnica. “É um projeto que recebemos desde crianças a idosos. Tivemos um caso em que o neto trouxe a avó e os dois aprenderam juntos, ou seja, a atividade proporcionou a interação familiar além da descontração e troca de conhecimentos”, afirma. Serviço – Ateliê do MAB Oficinas de pintura e bordado Endereço: Museu de Arte de Brasília, no Setor de Hotéis e Turismo Norte (a linha de ônibus nº 104, saindo da Rodoviária, passa no museu) Horários: 10h para crianças a partir de 6 anos; 14h (finais de semana) e 16h (dia útil) para jovens e adultos Não é necessária a inscrição (20 vagas por sessão) Funcionamento: Todos os dias, exceto terça-feira, de 10h às 19h Acesso: gratuito.
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Quarta edição do programa Mulher, Não se Cale! atendeu a mais de 646 mil pessoas no DF
A campanha Mulher, Não se Cale! orienta, acolhe e amplia o debate sobre a violência contra a mulher ao alcançar o público em seu dia a dia nas estações do metrô do Distrito Federal, um dos principais espaços de circulação de mulheres no transporte público. Na 4ª edição, encerrada após quatro meses de ações, o projeto se consolidou como uma das maiores campanhas de prevenção e enfrentamento à violência de gênero no DF, impactando mais de 646 mil pessoas por meio de atendimentos diretos, abordagens, distribuição de materiais informativos e veiculação educativa. O impacto humano da campanha pode ser visto em histórias como a de Kathelyn, mulher em situação de vulnerabilidade social que frequentava diariamente o Estande da Beleza, onde recebia maquiagem, massagem e acolhimento. Ao final das atividades, ela deixou uma carta emocionada para a equipe: “Família, vocês trazem muitas coisas boas para mim, amo vocês. Eu morava numa profunda escuridão, onde não encontrava saída. Obrigada por tornar minha vida melhor.” O relato simboliza a força transformadora do projeto, que vai além da entrega de serviços e promove autoestima, apoio emocional e esperança. Mulher em situação de vulnerabilidade deixou bilhete de agradecimento à equipe do Estande da Beleza | Foto: Divulgação/SMDF Realizado pelo Governo do Distrito Federal (GDF), por meio da Secretaria da Mulher, em parceria com o Instituto Inside e com apoio do Metrô-DF, o projeto atuou em três frentes principais: Estande da Beleza, Estande Itinerante e veiculação educativa. Juntas, essas ações garantiram presença constante em diversas estações e permitiram que a campanha dialogasse diretamente com a população ao longo de todo o período. Segundo a governadora em exercício Celina Leão, “a 4ª edição do projeto Mulher, Não se Cale! reafirma nosso compromisso com a proteção das mulheres e a conscientização da sociedade sobre todas as formas de violência de gênero. Ao levar informação, orientação e serviços diretamente às estações do metrô, conseguimos ampliar o debate público e fortalecer o apoio às mulheres em situação de vulnerabilidade. Cada ação, cada atendimento e cada campanha educativa reforçam que reconhecer e prevenir a violência é responsabilidade de todos”. "Ao levar informação, orientação e serviços diretamente às estações do metrô, conseguimos ampliar o debate público e fortalecer o apoio às mulheres em situação de vulnerabilidade" Celina Leão, governadora em exercício No Estande da Beleza, instalado nas estações Galeria, Praça do Relógio e Ceilândia Centro, foram realizados 2.520 atendimentos diretos, incluindo maquiagem, massagem e acolhimento especializado, com orientações sobre canais de denúncia e serviços de apoio. As promotoras que atuaram no local realizaram ainda cerca de 50 mil abordagens, ampliando o repasse de informações e o alcance das ações educativas. O Estande Itinerante percorreu dez estações entre setembro e outubro, realizando atendimentos rápidos e próximos ao público, com a entrega de materiais informativos e orientações sobre prevenção e enfrentamento à violência. No total, essa frente registrou aproximadamente 18.740 abordagens, fortalecendo o vínculo direto com mulheres que transitam pelo sistema metroviário. [LEIA_TAMBEM]A campanha também se destacou pela veiculação educativa contínua. Durante 93 dias, peças visuais permaneceram expostas em estações e trens, atingindo um público indireto estimado em 500 mil pessoas. A iniciativa foi reforçada pela distribuição de mais de 90 mil folders e 5.621 ecobags, ampliando o alcance da mensagem de prevenção e conscientização. Para a secretária da Mulher, Giselle Ferreira, os resultados comprovam o impacto da iniciativa: “Esta edição do projeto mostrou a força da informação na prevenção da violência contra a mulher. Com as ações nas estações do metrô, alcançamos milhares de pessoas, levando conhecimento sobre os diferentes tipos de violência e orientações sobre como buscar ajuda. Cada frente da campanha — educativa, itinerante e o Estande da Beleza — reforçou nosso compromisso em proteger, acolher e empoderar as mulheres do Distrito Federal”. *Com informações da Secretaria da Mulher
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GDF amplia manutenção de vias em São Sebastião após chuvas fortes
Um trabalho em conjunto de órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF) segue em São Sebastião para atender demandas relacionadas à malha viária afetada pelas chuvas recorrentes. A parceria conta com o programa GDF Presente, a Companhia Urbanizadora Nova Capital (Novacap), o Serviço de Limpeza Urbana (SLU) e a administração regional local. Além da recuperação das vias, as equipes atuam na limpeza de bocas de lobo em toda a rede de drenagem pluvial da região. As intervenções priorizaram áreas centrais, consideradas mais impactadas pelo volume acumulado de chuva. Serviço, que contempla reparos em rotas de ônibus escolares, é executado por meio de parceria | Foto: GDF Presente “Precisamos dar respostas mais emergenciais na proporção de força do nosso trabalho, devolvendo o direito de ir e vir da população e atendendo sem medir esforços” Leandro Cardoso, coordenador do Polo Sudoeste do GDF Presente Entre os trabalhos em ação, estão as manutenções em vias no bairro Vila Nova, com o uso de cerca de 3 mil toneladas de massa asfáltica — além de reparos na Avenida Principal do bairro Zumbi dos Palmares e no Morro da Cruz, rotas muito utilizadas por ônibus escolares. Para a execução dos serviços, foram mobilizados cerca de 15 caminhões, oito máquinas e aproximadamente 50 trabalhadores, além de duas equipes do GDF Presente. Segundo o coordenador do Polo Sudoeste do GDF Presente, Leandro Cardoso, trata-se de uma resposta emergencial às condições climáticas atípicas enfrentadas neste período. “É um trabalho para amenizar os estragos na malha viária, decorrente do grande volume de água que afetou a cidade”, explica. “Precisamos dar respostas mais emergenciais na proporção de força do nosso trabalho, devolvendo o direito de ir e vir da população e atendendo sem medir esforços.” [LEIA_TAMBEM]O chefe de gabinete da Administração Regional de São Sebastião, Valmir José da Conceição, relata que os serviços foram concentrados nas áreas mais afetadas, com a manutenção de vias pavimentadas e não pavimentadas. “Tivemos um problema sério com uma das maiores chuvas acumuladas na região”, lembra. “São Sebastião registrou um acúmulo de 71 milímetros de chuva em um único evento, o que agravou os danos em diferentes pontos da cidade.” O gestor enfatiza que as ações em conjunto são essenciais e seguem conforme a demanda identificada nos bairros, com foco na redução dos impactos causados pelas chuvas no cotidiano da população: “Esse mutirão foi de suma importância para melhorar a trafegabilidade e a qualidade de vida da população de forma mais rápida”, elogia. “O GDF veio de pronto atendimento para realizar esses trabalhos.”
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Notícia de exemplo
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Planejamento integrado reforça a segurança nos jogos do Candangão Série A 2026
A Secretaria de Segurança Pública do Distrito Federal (SSP-DF) consolidou o planejamento operacional para os jogos da 1ª fase do Campeonato Candango de Futebol Profissional – Série A 2026, que ocorrerão entre 10 de janeiro e 21 de março, nos estádios Juscelino Kubitschek (Paranoá), Serejão (Taguatinga), Abadião (Ceilândia) e Bezerrão (Gama). A estratégia integrada tem como foco o reforço da segurança, a preservação da ordem pública e a garantia de uma experiência segura para torcedores, atletas e trabalhadores envolvidos nos eventos. "Nosso objetivo é garantir que o torcedor possa ir ao estádio com tranquilidade, segurança e respeito, contando com a atuação coordenada das forças de segurança, dos órgãos de mobilidade e fiscalização e de serviços públicos, desde o entorno até o interior das arenas" Sandro Avelar, secretário de Segurança Pública “O planejamento do Candangão Série A 2026 foi construído de forma integrada, técnica e preventiva, com base em análise de riscos e na experiência do Distrito Federal na realização de grandes eventos. Nosso objetivo é garantir que o torcedor possa ir ao estádio com tranquilidade, segurança e respeito, contando com a atuação coordenada das forças de segurança, dos órgãos de mobilidade e fiscalização e de serviços públicos, desde o entorno até o interior das arenas”, ressalta o secretário de Segurança Pública do DF, Sandro Avelar. “Tratamos o Campeonato Candango com a mesma seriedade e planejamento dedicado a eventos de grande porte. O reforço da segurança, a atuação integrada das forças e o diálogo permanente com a organização e as torcidas refletem o compromisso do Governo do Distrito Federal com a ordem pública, a prevenção da violência e a proteção do cidadão”, completa Avelar. O plano foi construído de forma coordenada entre instituições, órgãos e agências dos eixos de segurança pública, mobilidade, fiscalização e prestação de serviços, a partir de análises de risco e protocolos já aplicados com êxito em grandes eventos esportivos no DF. As vistorias dos estádios foram realizadas pela Polícia Militar do Distrito Federal (PMDF) e pelo Corpo de Bombeiros, dando um aval para que os estádios pudessem ser utilizados. “Quando oferecemos segurança e organização, fortalecemos o esporte como política pública e incentivamos cada vez mais a participação da população em eventos esportivos”, ressalta o secretário de Esporte e Lazer do DF, Renato Junqueira. Não será permitida a entrada de torcedores nos estádios portando materiais como capacetes, garrafas e artefatos explosivos | Foto: Divulgação/SSP-DF A PMDF fará o reforço do policiamento ostensivo, com tropas especializadas em condições de acionamento, além da escolta das torcidas organizadas, evitando encontros durante deslocamentos e pontos de concentração. Haverá linhas de revista pessoal, controle rigoroso de materiais permitidos e emprego de cães policiais. As demais forças de segurança atuarão dentro do planejamento próprio. Com o objetivo de garantir a segurança do público, atletas e trabalhadores envolvidos nos jogos do Campeonato Candango Série A 2026, não será permitida a entrada de torcedores nos estádios portando materiais como capacetes, garrafas e artefatos explosivos. “A segurança pública do DF conta com a colaboração de todos os torcedores para que possamos realizar um Campeonato Candango seguro, organizado e tranquilo. A participação responsável do público, o respeito às regras e à diversidade e a convivência pacífica dentro e fora dos estádios são fundamentais para que o futebol seja um espaço de lazer e celebração para todos os presentes”, ressalta o coordenador de planejamento da Subsecretaria de Operações Integradas, Keldison Sousa. [LEIA_TAMBEM]Materiais que não podem ser levados ao estádio: Sinalizadores, fogos de artifício e qualquer artefato explosivo; Objetos que produzam fogo, calor ou fumaça; Capacetes; Garrafas, copos e similares; Guarda-chuva; Carrinhos de bebê; Frascos de perfume; Bandeiras maiores que 4 x 4 m; Cigarros eletrônicos (tipo vaper) e isqueiros Materiais perfurocortantes; Drones não autorizados; Cartazes, bandeiras, símbolos ou cânticos com mensagens ofensivas ou que atentem contra a dignidade da pessoa humana, especialmente de caráter racista, homofóbico, sexista ou xenófobo. *Com informações da SSP-DF
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GDF entrega licença ambiental do Assentamento Patrícia Aparecida, no Paranoá
O assentamento de trabalhadores rurais Patrícia Aparecida, na área rural do Paranoá, recebeu, nesta quinta-feira (8), a licença ambiental emitida pelo Instituto Brasília Ambiental. A medida assegura a regularização da área, que abriga 24 famílias instaladas no local desde 2013, e permite o desenvolvimento das atividades produtivas de forma sustentável e alinhada às normas ambientais. O documento tem validade de dez anos. Licença ambiental permite à comunidade aprimorar a produção, a partir da utilização de modelo agroecológico | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Com área total de 377 hectares, o assentamento está situado próximo ao entroncamento das rodovias BR-251 e DF-130, em região inserida na Zona Rural de Uso Controlado I do Plano Diretor de Ordenamento Territorial (Pdot) e na Zona de Uso Sustentável da Área de Proteção Ambiental do Planalto Central. Por isso, o processo de regularização era essencial para assegurar a conformidade com as diretrizes de proteção ambiental do local. A Licença Ambiental Simplificada nº 24/2025 emitida pelo Brasília Ambiental autoriza a atividade de assentamento rural, com condicionantes e regras para o uso do solo, como a adoção obrigatória do modelo agroecológico de produção, a utilização exclusiva de irrigação por gotejamento e a proteção das áreas de preservação permanente. “Essas 24 famílias estão aqui há 13 anos, de forma precária, sem poder construir nada, sem água e sem luz, tudo na gambiarra. Hoje, estamos garantindo que elas possam viver com dignidade e produzir” Rôney Nemer, presidente do Instituto Brasília Ambiental Durante a solenidade, a chefe de gabinete da Vice-governadoria, Juliana Bonfante, anunciou que outras regiões serão contempladas. “O trabalho do Governo do GDF é regularizar e deixar tudo em ordem”, afirmou. “Aqui estava para se fazer [a regularização] há muito tempo, e agora está tudo certo. O governo tem muita coisa ainda para fazer em outros lugares. O trabalho continua.” Conquista O presidente do Brasília Ambiental, Rôney Nemer, ressaltou que a entrega do documento corrige uma espera histórica. “Essas 24 famílias estão aqui há 13 anos, de forma precária, sem poder construir nada, sem água e sem luz, tudo na gambiarra", afirma. “Houve uma determinação do governador Ibaneis Rocha e da vice-governadora Celina Leão para que déssemos prioridade à regularização dessas áreas. Hoje, estamos cumprindo esse papel e garantindo que elas possam viver com dignidade e produzir." Segundo o gestor, além da segurança jurídica, a licença permite que o assentamento se consolide como espaço produtivo e ambientalmente responsável. “Eles sempre foram parceiros do meio ambiente”, lembrou. “Preservaram o Cerrado, não atrapalharam o refúgio de vida silvestre. As condicionantes que colocamos, na prática, eles já executam. Agora, vão poder ocupar a área de forma definitiva, com qualidade, infraestrutura e fornecer produção agrícola para toda a população do Distrito Federal.” A produtora Elenice Ramos comemora: “Sem essa licença, estava tudo travado: financiamento, empréstimo, banco. A gente precisava plantar e expandir nossa produção. Isso aqui é o início de tudo” Entre as exigências previstas estão a manutenção de faixas de proteção não edificáveis de 17,6 metros ao longo dos canais naturais de escoamento superficial, a implantação de fossas sépticas ou soluções ambientalmente adequadas para tratamento de efluentes domésticos, o cercamento das áreas de preservação permanente e a proibição de supressão de vegetação nativa sem autorização do órgão ambiental. [LEIA_TAMBEM]Além disso, o assentamento deverá desenvolver um projeto de educação ambiental junto às famílias, tendo como foco práticas agrícolas sustentáveis, reforçando o compromisso com a conservação dos recursos naturais e a produção responsável. Para quem vive da terra, a licença representa um divisor de águas. A produtora rural Elenice Moreira Ramos, de 61 anos, enfatizou que o documento abre caminhos promissores para o futuro da comunidade. No local, ela cultiva mandioca, além de hortaliças como quiabo, jiló, berinjela, pepino e outras variedades. “A importância é enorme, eu não tenho nem palavras”, declarou Elenice. “Sem essa licença, estava tudo travado: financiamento, empréstimo, banco. A gente precisava plantar e expandir nossa produção. Isso aqui é o início de tudo.” Pedro Paulo dos Santos produz jiló, quiabo, mandioca, pepino, tomate e maracujá: “Hoje, com a licença na mão, o mundo se abriu de novo. Trabalhamos com mais vontade e segurança” O produtor rural Pedro Paulo dos Santos, 56, acompanha o assentamento desde o primeiro dia e também celebrou a regularização. “Antes era uma coisa, agora melhorou 150%”, avaliou ele, que produz tomate, pepino, mandioca, pimenta, quiabo, jiló e maracujá. “A gente trabalhava com medo de multa, sem tranquilidade. Hoje, com a licença na mão, o mundo se abriu de novo. Trabalhamos com mais vontade e segurança. Com esse documento, a vontade é crescer mais. Agora precisamos avançar também na parte da comercialização, e tenho certeza de que o governo vai ajudar.”
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Parceria reforça educação antirracista nas escolas da rede pública do DF
A construção de uma sociedade sem racismo começa na sala de aula. Para tornar esse compromisso uma ação contínua, a Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF) recebeu, nesta segunda-feira (5), representantes da Ordem dos Advogados do Brasil no Distrito Federal (OAB-DF). A reunião formalizou uma parceria para fortalecer a aplicação da Lei Federal nº 10.639/2003, que garante o ensino da história e das culturas afro-brasileira e africana nas escolas. O encontro entre a secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, e o presidente da OAB-DF, Paulo Maurício Siqueira, reforçou a importância de ir além de ações isoladas e garantir que o tema racial esteja presente no currículo escolar de forma contínua. O objetivo é oferecer aos estudantes da rede pública uma formação que estimule a cidadania, o pensamento crítico e o respeito à diversidade. Secretária Hélvia Paranaguá recebe representantes da OAB-DF para alinhar estratégias de promoção da igualdade racial nas escolas | Foto: Jotta Casttro/SEEDF Para a gestão da SEEDF, a parceria institucional é fundamental na ampliação do alcance das políticas públicas já em desenvolvimento. A educação antirracista não é apenas um cumprimento legal, mas uma ferramenta de justiça social que empodera a juventude e combate desigualdades históricas na base. “Educar para a equidade racial é plantar sementes de justiça para o futuro. Essa união de esforços com a OAB fortalece nossa missão de não apenas combater o racismo, mas de construir ativamente uma cultura escolar onde a história e a cultura afro-brasileira sejam protagonistas”, destacou a secretária Hélvia Paranaguá. Durante a reunião, representantes da OAB-DF ressaltaram a importância de monitorar o cumprimento das metas do Plano Nacional de Educação (PNE). A visão compartilhada pelas instituições é a de que garantir o ensino da história e da cultura afro-brasileira é cuidar do presente para transformar o futuro, assegurando que nenhuma criança cresça sem reconhecer o valor de sua própria história e identidade. Políticas em ação "Educar para a equidade racial é plantar sementes de justiça para o futuro" Hélvia Paranaguá, secretária de Educação O compromisso firmado dialoga diretamente com ações já implementadas pela secretaria. De acordo com dados recentes da pasta, a rede pública de ensino do Distrito Federal conta com mais de 377 projetos voltados à educação das relações étnico-raciais (ERER). Iniciativas como o projeto Taguatinga Plural, agraciado com o Selo Petronilha Beatriz Gonçalves e Silva, demonstram a potência pedagógica das escolas na valorização da diversidade. Além disso, a SEEDF regulamentou recentemente a Política Distrital de Equidade, Educação para as Relações Étnico-Raciais e Educação Escolar Quilombola e Indígena (Portaria nº 1.313/2025). Essa normativa, somada à criação do Protocolo de Consolidação da Educação Antirracista, desenvolvido em parceria com o Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), oferece diretrizes claras para que as unidades escolares atuem na prevenção e no enfrentamento ao racismo. Formação docente [LEIA_TAMBEM]Para que a teoria se concretize na prática, o investimento no capital humano é essencial. Por meio da Escola de Aperfeiçoamento dos Profissionais da Educação (Eape), a secretaria tem intensificado a oferta de percursos formativos. Entre 2006 e 2024, mais de 3.600 matrículas foram registradas em cursos sobre história e cultura afro-brasileira. Atualmente, formações como Educação para as Relações Étnico-Raciais e as Amefricanidades como Potência Pedagógica preparam professores para atuar como agentes multiplicadores dessa consciência em sala de aula. *Com informações da Secretaria de Educação do DF
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Parceria intensifica a roçagem de terrenos e garante ações permanentes de cuidado em Ceilândia
Com o objetivo de manter a cidade limpa, segura e bem-cuidada, a Administração Regional de Ceilândia, em parceria com o GDF Presente, Novacap, SLU e outros órgãos do Governo do Distrito Federal (GDF), vem intensificando os serviços de zeladoria urbana em diversas áreas da região administrativa. Áreas públicas recebem a ação que visa à exterminação de insetos e roedores que transmitem doenças | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia A roçagem de áreas públicas e becos é feita para minimizar o aparecimento de insetos e roedores transmissores de doenças. Em razão do período chuvoso, que favorece o crescimento acelerado do mato, os servidores seguem percorrendo vários pontos da cidade de forma contínua. Nesta semana, com o auxílio de tratores e outros maquinários, equipes do SLU fizeram a roçagem e retirada de entulho de um beco localizado na QNM 24, em Ceilândia Norte. Na manhã desta quinta-feira (8), equipes da Novacap também roçaram a área verde da QNN 36, em Ceilândia Sul, e a área especial da QNN 12, em Ceilândia Norte. Saúde “O trabalho contínuo de limpeza e roçagem é fundamental para garantir mais saúde, segurança e qualidade de vida para a população”, afirma o presidente do Serviço de Limpeza Urbana (SLU) do Distrito Federal, Luiz Felipe Cardoso. “Em Ceilândia, nossas equipes atuam diariamente para manter os espaços públicos mais limpos e organizados, contribuindo diretamente para o bem-estar da comunidade.” [LEIA_TAMBEM]De acordo com a Novacap, todas as áreas públicas passarão pelo serviço de roçagem. Já os terrenos particulares cujos proprietários não fizerem a manutenção adequada também serão roçados, com posterior cobrança do serviço ao responsável legal, conforme previsto em lei. O objetivo é evitar a proliferação do mosquito Aedes aegypti. “Estamos intensificando a roçagem e a limpeza em toda a cidade, especialmente neste período chuvoso, quando o risco de proliferação de doenças aumenta, mas é fundamental que a população faça a sua parte, cuidando dos seus terrenos e respeitando os espaços públicos”, pontua o administrador regional de Ceilândia, Dilson Resende. *Com informações da Administração Regional de Ceilândia
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Áreas de Águas Claras ficam sem energia para serviços na rede nesta sexta-feira (9)
O fornecimento de energia elétrica será interrompido em áreas de Águas Claras, nesta sexta-feira (9), para manutenção da rede. Serão afetadas as residências da QS 1 e da QS 5, das 9h às 15h, para garantir a segurança dos profissionais e da população. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada sem aviso prévio. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer de acabar a energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.
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Ação de acolhimento contempla população em situação de rua, nesta sexta (9), no Núcleo Bandeirante
O Governo do Distrito Federal (GDF) vai ofertar acolhimento e assistência social a pessoas instaladas em 17 endereços distintos no Núcleo Bandeirante, em ação prevista para a partir das 9h desta sexta-feira (9). Diferentes serviços serão oferecidos durante as abordagens, como orientações sobre cuidados com animais domésticos | Foto: Agência Brasília Coordenada pela Casa Civil, a operação envolve as secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF), bem como o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar. As pessoas em situação de rua receberão a oferta de diversos serviços em áreas como saúde, educação e assistência social, além de orientação sobre cuidados com animais domésticos e benefícios como deslocamento interestadual. Também será oferecido um auxílio excepcional de R$ 600 aos ocupantes sem condições de pagar aluguel. Igualmente estarão disponíveis vagas em abrigos, programas de qualificação profissional – como o RenovaDF – e o cadastro para unidades habitacionais. Após todo o atendimento, a DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380/1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. No decorrer de toda a semana, as secretarias atuam em abordagens sociais e atendimentos prévios, mapeando o público que será atendido e suas demandas. Veja, abaixo, os pontos de ação no Núcleo Bandeirante nesta sexta. ⇒ Setor Placa da Mercedes, ao lado da UPA ⇒ Ponto de Encontro Comunitário (PEC) na entrada principal da cidade ⇒ Comércio próximo à Delegacia de Polícia ⇒ Entre o Centro de Ensino Médio Urso Branco e a Casa da Cultura ⇒ Ao lado da Tarrabufado Tapiocaria ⇒ Atrás do Terminal Rodoviário ⇒ Em frente à Feira Permanente Ibaneis Rocha Barros Pai ⇒ Ao lado do supermercado Nova Rede ⇒ Quiosque do Suvelão, próximo à Paróquia São João Bosco ⇒ Sopi Conjunto B, dentro do campo de futebol e ao lado de um quiosque ⇒ Próximo ao Embalagens Flórida ⇒ Próximo à Sorveteria Maranatha ⇒ Viaduto próximo à Escola da Natureza ⇒ Próximo à EPNB, entrada à direita, em frente ao Núcleo Bandeirante ⇒ Beco da Conveniência do BRB ⇒ Ao lado da feira, próximo ao ginásio ⇒ Em frente ao Banco do Brasil. *Com informações da DF Legal
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Atuação em surto de sarampo confere reconhecimento à Secretaria de Saúde do DF
A Secretaria de Saúde (SES-DF) foi reconhecida pelo Ministério da Saúde por sua atuação no combate ao surto de sarampo em 2025. O documento ressalta a pronta resposta adotada pela pasta do GDF, a articulação interinstitucional e o trabalho coordenado das equipes de vigilância. Esses pontos, conforme sinaliza o texto, foram decisivos para a detecção oportuna, investigação, contenção e prevenção de novos casos. Certificação destaca engajamento da Secretaria de Saúde no combate ao sarampo | Imagens: Agência Saúde-DF “Esse resultado demonstra a capacidade de resposta do nosso sistema de saúde, o empenho das equipes e a seriedade com que tratamos eventos de relevância epidemiológica”, avalia o secretário de Saúde do DF, Juracy Lacerda. “É uma conquista coletiva que fortalece a vigilância e amplia a proteção da população.” Vigilância ativa A atuação da SES-DF incluiu o fortalecimento da vigilância epidemiológica, a busca ativa de casos suspeitos e a investigação laboratorial. Como parte da estratégia, as equipes de saúde promoveram ações de imunização nas salas de vacina da rede pública e em locais de grande circulação, levando em conta dados de áreas com baixa cobertura. Em 2023, foram registrados 30 casos suspeitos, todos investigados e descartados. Em 2024, o número chegou a 36 notificações, também sem confirmações. Já em 2025, até a semana epidemiológica 52 (27 de dezembro), foram registrados 72 ocorrências suspeitas, com a confirmação de um caso importado da doença. Arte: SES-DF Após a comprovação, as medidas de controle foram adotadas de forma imediata. A SES-DF atuou na busca ativa de 278 pessoas que tiveram contato com a paciente, que permaneceu em isolamento domiciliar para evitar a transmissão. Foram fornecidas orientações sobre a doença, sinais de alerta, verificação do cartão e bloqueio vacinal seletivo. Além disso, foi emitido comunicado para toda a rede pública e privada de saúde. Vacinação [LEIA_TAMBEM]O sarampo é uma doença infecciosa, altamente contagiosa e que pode causar complicações graves e óbitos, especialmente em crianças. A principal forma de prevenção é a vacina. A SES-DF reforça a importância de manter em dia as doses de tríplice viral, que protege contra sarampo, rubéola e caxumba. As recomendações do Programa Nacional de Imunizações (PNI) são duas doses da tríplice viral para pessoas de 12 meses a 29 anos, uma para adultos entre 30 anos e 59 anos e duas para profissionais de saúde, independentemente da idade. Clique aqui e veja os locais de vacinação contra o sarampo no DF. A população deve procurar a unidade básica de saúde (UBS) de referência ao apresentar febre acompanhada de manchas vermelhas ou rosadas na pele, além de sintomas como tosse, coriza ou conjuntivite. É importante levar o cartão vacinal para avaliação e atualização, se necessário. *Com informações da Secretaria de Saúde
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