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Jovem autista lança livro na Biblioteca Nacional de Brasília nesta segunda (8)

Nesta segunda-feira (8), a Biblioteca Nacional de Brasília (BNB), em parceria com a Secretaria de Cultura e Economia Criativa (Secec-DF), lança o livro Pequenos Mundos – Barquinhos de Papel, segundo título do jovem autor Nicolas Xavier, 18 anos, estudante da rede pública do Distrito Federal e autista. O evento está marcado para as 14h, na própria biblioteca. O equipamento público desenvolve um programa de valorização dos escritores do DF, e incentiva autores locais a utilizarem os espaços da biblioteca para lançamentos de livros. A diretora da BNB, Marmenha Rosário, explica que o local, bem estruturado e de fácil acesso, oferece suporte completo aos escritores, com divulgação nas redes sociais e uso de toda a infraestrutura disponível. A Biblioteca Nacional de Brasília vai receber o lançamento do livro 'Pequenos Mundos – Barquinhos de Papel', segundo título de Nicolas Xavier, estudante da rede pública do DF | Fotos: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Entendemos que aqui é a casa do escritor do DF”, afirma Marmenha, acrescentando que a unidade é responsável por executar a Política de Leitura, Escrita e Oralidade do Distrito Federal. Entre as ações previstas estão o fomento à produção literária e a difusão das obras por meio de lançamentos tanto na BNB quanto em outras bibliotecas públicas, já que a instituição coordena a rede de bibliotecas do DF. A diretora conta que a biblioteca recebe muitos autores e que existe, inclusive, a Estante do Escritor do Distrito Federal. Embora ainda não conheça Nicolas pessoalmente, ela destaca que o jovem, por estar no segundo livro, reúne uma base significativa de leitores. “Na segunda-feira estaremos prestigiando o trabalho dele”, afirma. Morador de Brazlândia, Nicolas recebeu aos 2 anos o diagnóstico de Transtorno do Espectro Autista (TEA) associado a Altas Habilidades na área de exatas, além de Transtorno do Processamento Auditivo Central (TPAC) e daltonismo. Apesar das previsões de que enfrentaria dificuldades na comunicação e na alfabetização, surpreendeu ao desenvolver forte interesse pela leitura e pela escrita. O jovem realizou o sonho de lançar seu primeiro livro, Astro Guardiões: A Busca das Dez Fontes, no CED Incra 08, onde estudava. Atualmente, acabou de concluir a 3ª série do ensino médio e participou do Exame Nacional do Ensino Médio (Enem) Inclusivo e Especial 2025. A diretora da BNB, Marmenha Rosário, ressalta que a biblioteca deve ser vista como a casa do escritor do DF Livro Pequenos Mundos – Barquinhos de Papel conta a história de dois jovens. No pequeno planeta Ár-guah, também conhecido como Planeta das Águas, Alissa vive no continente Ignotus e se corresponde com Camilo, morador do continente Urbs, por meio de barquinhos de papel. Com o passar do tempo, Camilo vai descobrindo segredos da família de Alissa e percebe que a situação que a jovem se encontra pode custar sua própria vida. Lançamento do livro Pequenos Mundos – Barquinhos de Papel Local: Biblioteca Nacional de Brasília - Espaço Clique, no térreo Data: Segunda-feira (8) Horário: 14h O evento é gratuito e aberto ao público

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Fórum distrital reúne instituições e propõe ações conjuntas para prevenir incêndios florestais em 2026

Com foco na construção de soluções conjuntas para enfrentar os incêndios florestais no Distrito Federal, o Fórum Distrital de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais reuniu, quinta (4) e sexta-feira (5), gestores públicos, pesquisadores, brigadistas e representantes da sociedade civil. Realizado pela Secretaria do Meio Ambiente do DF (Sema-DF), o evento foi dedicado ao planejamento das ações para 2026. O secretário do Meio Ambiente, Gutemberg Gomes, classificou o fórum como um espaço democrático de escuta e articulação entre os diferentes atores que atuam na prevenção e no combate ao fogo. “A construção transversal das soluções é o caminho mais eficaz para proteger nosso território contra os incêndios. O fórum é um espaço democrático de escuta, planejamento e ação”, afirmou. Gestores públicos, pesquisadores, brigadistas e representantes da sociedade civil discutiram estratégias de combate a incêndios florestais para serem adotadas em 2026 | Foto: Divulgação/Sema-DF A vice-governadora do DF, Celina Leão, ressaltou o compromisso do governo com decisões pautadas por evidências e com a escuta ativa dos profissionais da linha de frente. “Trata-se de mais uma oportunidade em que o GDF reforça o compromisso com decisões fundamentadas em evidências, ouvindo os profissionais que atuam na linha de frente e a população diretamente afetada pelos incêndios”, disse. Para a coordenadora do Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais (PPCIF), Carolina Schubart, o fórum reafirmou a importância de unir esforços e promover formação contínua. “Este é o momento de intensificar o diálogo entre instituições e comunidade, para que possamos fortalecer e ampliar nossas ações contra o fogo em 2026”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]A programação foi dividida em quatro módulos temáticos: manejo integrado do fogo, educação ambiental, tecnologias de monitoramento e estratégias de combate. As atividades incluíram mesas-redondas, exposições técnicas, sessões participativas e apresentações especializadas.  Juliana Salles dos Santos, brigadista florestal do Parque do Cortado, destacou a importância da troca entre profissionais. “Quando a gente senta para alinhar os pontos de vista, consegue entender melhor e, no dia a dia, alinhar nosso trabalho da melhor forma possível”, comentou. Edson Vieira Cacimiro, diretor de Manejo Integrado do Fogo do Brasília Ambiental, defendeu a ampliação da participação. “O fórum abre espaço para trocas e nos dá a oportunidade de ouvir a comunidade envolvida com o tema”, disse. As propostas debatidas serão sistematizadas pela Sema-DF e vão orientar o Plano de Prevenção e Combate aos Incêndios Florestais em 2026. A expectativa é que o planejamento contemple medidas mais integradas e ações educativas permanentes voltadas à proteção do Cerrado. *Com informações da Sema-DF  

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Voluntários fortalecem humanização e ampliam apoio a pacientes no Hospital de Base

No Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), humanizar é um ato diário e boa parte dessa corrente de cuidado nasce das mãos de quem doa tempo, escuta e carinho. Nesta sexta-feira (5), Dia Internacional do Voluntário, quatro entidades que atuam na unidade celebram o impacto de um trabalho que vai muito além das doações: elas acolhem, emocionam, transformam rotinas e fazem a diferença na vida de pacientes e familiares. Administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), o hospital conta com uma rede de voluntários que se tornou parte essencial da experiência de quem passa pelo maior hospital público do Centro-Oeste. Antonia Gonçalves Leite: "O voluntariado transformou meu processo de cura emocional e espiritual" | Fotos: Divulgação/IgesDF Ao longo de 2025, a Associação de Amigos do Hospital de Base, o Serviço Auxiliar de Voluntários (SAV), a Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC) e o Movimento de Apoio ao Paciente com Câncer (MAC) somaram esforços que resultaram na arrecadação de mais de 127 cadeiras de rodas, cinco mil cestas básicas, 100 mil lanches e outros 10 mil itens, como remédios, materiais de higiene e fraldas. Além das doações, os grupos promovem atividades de humanização que incluem música, contação de histórias, feirinhas, reiki, oficinas e ações de escuta ativa. Para muitos voluntários, o primeiro contato com o grupo ocorre justamente durante essas atividades. Foi o caso de Antonia Gonçalves Leite. Em 2010, enquanto aguardava atendimento para tratar um câncer de mama, ela ouviu o som de um violino ecoar pelo ambulatório. Ao seguir a música, encontrou uma voluntária da Rede Feminina tocando para os pacientes. Encantada com o gesto, Antonia se cadastrou como voluntária naquele mesmo dia. “Aqui eu fui abraçada, acolhida, fiz parte de projetos que me ajudaram em todos os sentidos. Desde o início, eu disse que não queria apenas receber, queria doar também. O voluntariado transformou meu processo de cura emocional e espiritual”, relata. Gerações que cuidam Monica Bezerra: “O trabalho voluntário traz uma realização interior profunda, um sentimento de dever cumprido" O caminho até chegar ao voluntariado não é o mesmo para todas as pessoas. Para Monica Bezerra, o convite veio de dentro de casa. A mãe dela, Temis Lima, era membro do SAV oferecendo reiki e chamou a filha para fazer parte também. O convite foi aceito em 2008, e ela continua atuando até hoje. Monica chegou a atuar como presidente do SAV por alguns anos, mas prefere o contato direto com o paciente. “O trabalho voluntário traz uma realização interior profunda, um sentimento de dever cumprido. E é isso que é a vida, é fazer aquilo que te traz o bem  todos os dias”, comenta. A dedicação de Monica também inspirou a filha, Rafaela Sales, que atuou por alguns anos no SAV, trabalhando ao lado da mãe e da avó e dando continuidade a uma trajetória familiar construída com afeto, espiritualidade e cuidado com o próximo. O voluntariado costuma ajudar também a quem o exerce, não apenas aos que recebem os serviços Outro caso marcante é o de Larissa Bezerra, coordenadora da Rede Feminina, que segue o trabalho iniciado pela mãe. Vera Lúcia Bezerra da Silva, a Verinha, dedicou quase três décadas à Rede, levando acolhimento a pessoas em situação de vulnerabilidade. Após  seu falecimento, em 2024, Larissa assumiu a responsabilidade. “Desde criança acompanhei minha mãe. No começo foi difícil assumir esse desafio, mas hoje encontro forças no propósito dela: ajudar o próximo”, diz Larissa. Histórias que se cruzam O voluntariado também chega por acaso, como aconteceu com Vanessa Rocha, enfermeira do HBDF. Ela sempre observava os voluntários da Associação de Amigos circulando pelo hospital, até que um dia entrou na loja da entidade e encontrou doações desorganizadas.  Ajudou espontaneamente, e não parou mais. Há quatro anos, dedica parte do horário de almoço para apoiar o grupo. “O voluntariado te torna mais humano. A convivência com tantas histórias nos deixa mais empáticos e nos faz olhar para o próximo com mais atenção”, destaca. [LEIA_TAMBEM]Foi também por curiosidade que Ivana Amaral conheceu o MAC. Ao acompanhar a filha médica pelo Hospital de Base, viu os desenhos de coração com três letras e quis entender do que se tratava. A descoberta a levou a integrar o movimento. “O papel do voluntário é acolher, apoiar e levar esperança. Se precisam conversar, estou totalmente disponível enquanto estou ali”, explica. Como participar ou contribuir ⇒ Serviço Auxiliar de Voluntários (SAV): (61) 99982-6626 ⇒ Associação de Amigos do Hospital de Base: 3550-8900, ramal 9031/ (61) 99659-0365 ⇒ Rede Feminina de Combate ao Câncer (RFCC): 3550-8900, ramal 9178 (Sala de Atendimento)/ 3550-8900, ramal 9277 (Sala de Acolhimento)/ 3364-5467 (Administração) ⇒ Movimento de Apoio ao Paciente com Câncer (MAC): 3550-9900, ramal 9029/ (61) 99219-3998 *Com informações do IgesDF  

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Gestantes poderão tomar a vacina VSR neste sábado (6) em 40 pontos do Distrito Federal

Mulheres a partir da 28ª semana de gestação, sem restrição de idade, poderão receber a vacina contra o vírus sincicial respiratório (VSR) neste sábado (6). A Secretaria de Saúde (SES-DF) terá mais de 40 locais de atendimento, incluindo a Feira Central de Ceilândia. A lista completa, com endereços e horários, está disponível no site da pasta.  No caso das grávidas, é fundamental levar o cartão da gestante, exames ou relatório médico que confirme a idade gestacional para a aplicação da vacina contra o VSR. Outros imunizantes também estarão disponíveis e serão aplicados conforme a faixa etária de cada indivíduo, seguindo o indicado no Calendário Nacional de Vacinação. [LEIA_TAMBEM]Para todas as pessoas, a orientação é levar um documento de identificação válido com foto e, se possível, a caderneta de vacinação. Em caso de perda desta última, a equipe da SES-DF irá avaliar a situação vacinal do paciente conforme sua faixa etária e registros anteriores. Não haverá imunização no domingo (7). Na segunda-feira (8), mais de cem salas de vacina retomam o atendimento normal, a partir das 7h. *Com informações da Secretaria de Saúde (SES-DF)

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Creas Núcleo Bandeirante promove confraternização para famílias vulneráveis da região

O Centro de Referência Especializado de Assistência Social (Creas) Núcleo Bandeirante promoveu, nesta quinta-feira (4), uma confraternização de fim de ano para as famílias vulneráveis atendidas na unidade. Houve dinâmicas com os convidados, momentos de reflexão, sorteio de brindes e lanche para cerca de 70 pessoas, entre mulheres e crianças que participaram das atividades. O Creas Núcleo Bandeirante faz parte da rede de assistência social da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF). Neste ano, a confraternização contou com o apoio da Associação Cultural Namastê para a apresentação de dança cigana, além de outras atividades, e também recebeu doações de parceiros da rede do Núcleo Bandeirante e da comunidade, como conta a gerente do Creas Núcleo Bandeirante, Moana Duarte. A programação da confraternização do Creas Núcleo Bandeirante incluiu dança cigana, momentos de reflexão, sorteio de brindes e lanche | Foto: Luma Lima/Sedes-DF “Tivemos também uma palestra sobre saúde mental, musicoterapia e meditação; foi algo dinâmico, descontraído, para que as mulheres presentes se sentissem acolhidas. Realizamos esse evento com todo carinho e dedicação, com decorações, lembrancinhas, conseguimos muitas doações”, explica. Enquanto as mães participavam das atividades, as crianças ficavam em um espaço preparado para elas se divertirem, com pula-pula, totó e brinquedoteca. Os servidores da unidade também organizaram a doação de brinquedos que foram entregues no dia, com os nomes de todas as crianças. “É uma forma de elas se sentirem representadas e vistas porque, muitas vezes, elas não têm esse momento em outro espaço”, explica Moana. [LEIA_TAMBEM]Espaço de acolhimento Atendida no Creas Núcleo Bandeirante há mais de uma década, Marileide Santos, de 57 anos, levou a filha e os quatro netos para a confraternização. “Para mim, está sendo uma maravilha distrair a mente. Nós precisamos de alegria e de ficar um pouco longe das preocupações de casa. É a segunda vez que participo da confraternização. A dança foi o mais legal, fiz amizade nova. As meninas do Creas me convidaram e eu trouxe minha família”, contou. “Eventos como este são importantes, pois contribuem para a autonomia das mulheres. Além de fortalecer os vínculos comunitários, elas podem aproveitar o espaço totalmente gratuito, onde podem se sentir vistas e ouvidas”, destaca a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra. *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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GDF conquista Selo Diamante em Transparência Pública pelo segundo ano consecutivo

O Governo do Distrito Federal (GDF), por meio do trabalho coordenado pela Controladoria-Geral do Distrito Federal (CGDF), conquistou novamente o Selo Diamante em Transparência Pública, concedido pela Associação dos Membros dos Tribunais de Contas do Brasil (Atricon). A certificação reforça o compromisso do DF com a gestão pública íntegra, acessível e orientada ao cidadão. Este é o segundo ano consecutivo em que o GDF recebe o reconhecimento. O Selo Diamante é o mais alto nível de reconhecimento concedido pela Atricon e avalia critérios rigorosos relacionados à transparência ativa, qualidade das informações disponibilizadas, acessibilidade dos portais e cumprimento das normas de controle e governança. Este é o segundo ano consecutivo que o GDF recebe o reconhecimento | Foto: Divulgação/CGDF Para o controlador-geral do DF, Daniel Lima, o reconhecimento reforça a importância de uma gestão pública centrada no cidadão: “Alcançar novamente o Selo Diamante mostra que estamos no caminho certo. Transparência não é apenas divulgar dados. É garantir que a sociedade tenha acesso claro, simples e confiável às informações que importam”. A conquista reflete o trabalho contínuo da CGDF no aprimoramento do Portal da Transparência, no fortalecimento das políticas de dados abertos e na ampliação da participação social. Também demonstra que as ações implementadas ao longo dos últimos anos, como a modernização de sistemas, a linguagem simples e a melhoria na experiência do usuário utilizando ferramentas de acessibilidade, têm produzido resultados sólidos e reconhecidos nacionalmente. O resultado coloca o Distrito Federal entre os entes federativos mais transparentes do país e estimula o avanço de novas iniciativas de integridade, governança e controle social.   *Com informações da CGDF

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Fórum de Orientação Educacional reúne mais de 700 profissionais

A manhã desta sexta-feira (5) marcou a 15ª edição do Fórum de Orientação Educacional da Secretaria de Educação Federal (SEEDF), no auditório do Museu Nacional da República. Tradicionalmente voltado ao Dia do Orientador Educacional, celebrado em 4 de dezembro, o evento reuniu mais de 700 profissionais que atuam nas escolas públicas do DF. “Queremos capacitar professores, fortalecer a rede e atuar com pertencimento, comunidade e cocriação, criando, participando e transformando juntos”, afirmou a subsecretária de Educação Básica, Iêdes Braga | Foto: Jota Castro/SEEDF  A subsecretária de Educação Básica da SEEDF, Iêdes Braga, falou sobre a consolidação do fórum ao longo de seus 15 anos, reconhecendo as equipes responsáveis pela organização e os orientadores educacionais presentes. “Esse crescimento acontece pela competência e pelo compromisso de cada orientador que está nas regionais e nas nossas unidades escolares”, afirmou, lembrando que têm sido fundamentais para fortalecer essa trajetória as parcerias, como as firmadas com o Serviço Brasileiro de Apoio às Micro e Pequenas Empresas no DF (Sebrae/DF) e com instituições que apoiam a formação. Formação continuada Promovido pela Subsecretaria de Educação Básica (Subeb) com apoio do Sebrae/DF, o fórum consolidou-se como espaço de valorização profissional e de formação continuada. Além dos orientadores educacionais, outros servidores da rede participaram da programação, que integra a estruturação de políticas públicas voltadas ao bem-estar e à aprendizagem dos estudantes. “O Sebrae trabalha há muitos anos com a Secretaria de Educação, estimulando os jovens a enxergar alternativas no empreendedorismo”, lembrou o gerente de Políticas Públicas e Ecossistemas de Negócios da instituição, Jorge Adriano Soares. “É essencial desenvolver criatividade, solução de problemas e comportamento empreendedor para que tenham um futuro promissor e contribuam para o desenvolvimento da cidade.” Iêdes Braga anunciou que a rede iniciará o próximo ano letivo com um programa estruturado de educação socioemocional, pensado para apoiar de forma concreta o trabalho desenvolvido nas escolas. “Estamos trabalhando para subsidiar o trabalho de vocês, não para aumentá-lo”, declarou. “Queremos capacitar professores, fortalecer a rede e atuar com pertencimento, comunidade e cocriação, criando, participando e transformando juntos.”  [LEIA_TAMBEM]Com o tema “Muitas histórias, milhares de futuros – pertencimento, comunidade, cocriação”, o fórum celebrou a trajetória da orientação educacional e destacou o papel estratégico desses profissionais na garantia de direitos e no acompanhamento integral dos estudantes e suas famílias. Em comemoração aos 15 anos do evento, também foi proposta uma revisitação histórica das formações realizadas nas edições anteriores. Formação complementar O fórum também contou com palestra sobre tecnologias e direitos à luz da legislação atual, além do lançamento do edital da terceira edição da revista Rosa dos Ventos, publicação voltada à educação socioemocional.  “A revista tem o objetivo de trazer as produções dos orientadores educacionais do DF e também de outras regiões, fortalecendo a divulgação das estratégias e ações realizadas nas escolas”, explicou a gerente de Orientação Educacional da SEEDF, Érika Goulart. A publicação é aberta a educadores, gestores e orientadores que desenvolvem projetos ligados à área, ampliando o alcance e o impacto da revista na rede pública. “A cada edição, percebemos o quanto a orientação educacional faz diferença nos espaços escolares, com seu olhar acolhedor e sua escuta ativa, que contribuem de forma efetiva para as aprendizagens e para o fazer pedagógico”, avaliou a gerente.   *Com informações da Secretaria de Educação    

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Mutirão intensifica limpeza em Ceilândia e remove mais de 200 toneladas de lixo para combater focos da dengue

A Administração Regional de Ceilândia tem reforçado, nas últimas semanas, um amplo conjunto de ações de limpeza e manutenção urbana para combater focos do mosquito Aedes aegypti e minimizar transtornos durante o período chuvoso. A iniciativa integra esforços do GDF Presente, Novacap e Serviço de Limpeza Urbana (SLU), com mutirões que já retiraram mais de 200 toneladas de lixo e entulho em apenas 14 dias — entre eles, pneus velhos, embalagens, móveis inutilizados e outros materiais que favorecem a proliferação do mosquito da dengue. A mobilização ocorre em um cenário positivo: os casos de dengue no Distrito Federal registraram queda de 95% em comparação ao mesmo período do ano passado, reflexo direto das ações intensificadas de combate e prevenção realizadas em todo o DF. Além dos mutirões especiais, a Administração de Ceilândia mantém limpeza diária nas vias, praças e áreas públicas de Ceilândia, garantindo que o lixo não alcance a rede de águas pluviais — medida essencial para prevenir alagamentos e evitar o acúmulo de água parada. “As equipes seguem diariamente nas ruas para manter a cidade mais limpa, segura e com menor risco de focos do Aedes aegypti. A prevenção começa pela eliminação de qualquer ambiente que possa acumular água”, destaca o administrador de Ceilândia, Dilson Resende. O presidente do SLU reforça a importância da ação conjunta. “A retirada de entulho e o descarte correto dos resíduos são fundamentais para garantir a saúde pública e evitar a formação de criadouros do mosquito. Esse trabalho integrado tem sido decisivo para manter a cidade protegida”, destacou. Limpeza de bocas de lobo Equipes etiraram mais de 200 toneladas de lixo e entulho em apenas 14 dias — entre eles, pneus velhos, embalagens, móveis inutilizados e outros materiais que favorecem a proliferação do mosquito da dengue | Foto: Divulgação/Administração Regional de Ceilândia Dentro da força-tarefa, as frentes de trabalho também avançaram na limpeza de bocas de lobo em pontos estratégicos da região. Somente nas últimas duas semanas, foram 45 unidades limpas em trechos como a Avenida NM-3, na Ceilândia Norte, incluindo segmentos com 15, 10 e mais 10 estruturas; a CMN 1, na Ceilândia Sul; e a CNM 1, na área central. Outras regiões também receberam reparos e reposições, entre elas a Avenida O2, no Setor O; o conjunto EQNM 8/10, na Ceilândia Norte; e a Avenida N3, na QNN 18, em Ceilândia Sul. Para melhorar a eficiência da drenagem em áreas críticas, a administração ampliou o conjunto de bocas de lobo na Avenida P2, EQNP 1/5, no Setor P Norte, reduzindo riscos de alagamento em dias de chuva intensa. Zeladoria As ações de zeladoria continuam em vários pontos da cidade, com frisagem e capina na Via NM-2 Sul, coleta de inservíveis na QNN 16, em Ceilândia Sul, e manutenção de estruturas danificadas pelas chuvas. Como medida preventiva, a administração reforça que esses trabalhos têm impacto direto na redução dos focos da dengue, especialmente durante o período chuvoso, quando a atenção precisa ser redobrada. Prevenção A população pode contribuir eliminando água parada em vasos, ralos e calhas, mantendo lixeiras fechadas, evitando o acúmulo de objetos que possam se tornar criadouros e denunciando pontos de descarte irregular. A Administração Regional de Ceilândia reforça que, com a união entre governo e comunidade, Ceilândia se mantém mais limpa, segura e preparada para enfrentar os desafios do período chuvoso.   *Com informações da Administração Regional de Ceilândia

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Projeto do Cras Paranoá é destaque no maior evento nacional da assistência social

O Centro de Referência de Assistência Social (Cras) Paranoá teve projeto selecionado como referência para apresentar na 14ª Conferência Nacional de Assistência Social, neste sábado (6), no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. Trata-se do jogo "Tem Condição?", que busca informar as famílias sobre o cumprimento das condicionalidades do programa Bolsa Família, além de garantir acesso às políticas públicas da Saúde, Educação e Assistência Social. Gerenciado pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), o Cras Paranoá desenvolve o jogo como oficina desde o ano passado com as famílias do território que correm o risco de serem suspensas por não cumprirem as condicionalidades do Bolsa Família, exigência para manter o recebimento do benefício. Entre essas condicionalidades, estão a garantia de frequência escolar das crianças e adolescentes, cumprimento do calendário de vacinação, acompanhamento do estado nutricional (peso e altura) das gestantes e manutenção dos dados do Cadastro Único atualizados. O jogo 'Tem condição' ajuda as famílias a entenderem os próprios direitos e deveres sociais | Fotos: Divulgação/Sedes-DF A gerente do Cras Paranoá, Irvana Teixeira, explica que o jogo se trata de uma dinâmica com perguntas e respostas sobre as condicionalidades do programa. “A cada dois meses, nós recebemos uma listagem das famílias que estão nessa situação e convidamos elas a participar do jogo. É uma forma lúdica para que essas famílias conheçam quais são essas condicionalidades e saibam a importância de cumprir essas medidas”, explica. Com os resultados, a equipe do Cras mostra para essas famílias quais condicionalidades não estão sendo cumpridas e orienta os beneficiários sobre os caminhos para que eles cumpram as exigências. “Esse jogo, além de fazer com que as famílias entendam porque precisam cumprir essas condicionalidades, ele também aponta para o Estado onde é preciso ter atenção para garantir a efetividade da política”, complementa Irvana Teixeira. "Esse projeto contribui para o cumprimento das condicionalidades porque atinge a mente e também o coração dessas pessoas. Ele informa sendo lúdico e divertido" Ana Paula Marra, secretária de Desenvolvimento Social Para a secretária de Desenvolvimento Social, Ana Paula Marra, são iniciativas como as do Cras Paranoá que alcançam a população com efetividade. “Muitos dos desafios que o Estado geralmente tem estão relacionados com a forma de acessar a política pública e de explicar isso ao cidadão. Esse projeto contribui para o cumprimento das condicionalidades porque atinge a mente e também o coração dessas pessoas. Ele informa sendo lúdico e divertido. É inovador", enalteceu Ana Paula. Conferência A Conferência Nacional de Assistência Social é um espaço estratégico de avaliação e proposição de diretrizes para o Sistema Único de Assistência Social (Suas) e de fortalecimento da participação social. Neste ano, o encontro tem como tema “20 anos do SUAS: construção, proteção social e resistência”. A expectativa é de que mais de três mil pessoas de todo o país, entre gestores, trabalhadores, usuários e representantes da sociedade civil, participem da 14ª Conferência Nacional de Assistência Social, que vai ocorrer entre os dias 6 e 9 de dezembro, no Centro de Convenções Ulysses Guimarães. *Com informações da Sedes-DF  

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Servidores homens participam de capacitação contra a violência de gênero

A Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF) promoveu, nesta sexta-feira (5), uma capacitação voltada aos servidores homens da pasta, na sede II do órgão. A ação marcou o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, celebrado em 6 de dezembro, e reforçou o compromisso do GDF com uma gestão humanizada e atenta à prevenção da violência de gênero. Conduzida pela Assessoria Especial de Políticas Públicas para Homens (ASSESPH), a atividade buscou estimular o diálogo sobre a responsabilidade masculina na construção de uma sociedade mais segura e igualitária. O Dia do Laço Branco é reconhecido como a maior mobilização mundial de homens pelo fim da violência contra as mulheres. Criado em 1991, no Canadá, o movimento se espalhou por diversos países e chegou ao Brasil como um marco de conscientização, convidando homens a refletir sobre comportamentos, posturas e mudanças culturais necessárias para eliminar todas as formas de violência. A vice-governadora do Distrito Federal, Celina Leão, reforçou que esse é um esforço coletivo que exige participação ativa. “No Distrito Federal, temos avançado porque entendemos que enfrentar a violência contra as mulheres é uma tarefa que exige união. O GDF, por meio da Secretaria da Mulher, trabalha todos os dias para garantir acolhimento, prevenção e políticas efetivas. Mas nada disso se sustenta sem diálogo e sem o engajamento de todos, especialmente dos homens, que hoje reafirmam esse compromisso de forma pública e responsável.” A ação marcou o Dia Nacional de Mobilização dos Homens pelo Fim da Violência contra as Mulheres, celebrado em 6 de dezembro, e reforçou o compromisso do GDF com uma gestão humanizada e atenta à prevenção da violência de gênero | Foto: Divulgação/SMDF Os números da Secretaria da Mulher evidenciam o impacto das iniciativas de prevenção. O Programa de Proteção e Prevenção à Violência (PPV), pioneiro no país, já realizou 8.333 atendimentos, envolvendo 4.708 homens e 3.625 mulheres. Com ações educativas em escolas, locais de trabalho e comunidades, o PPV incentiva o respeito de gênero, a empatia e a corresponsabilidade, atuando antes que a violência aconteça e ampliando a participação da sociedade na construção de relações mais saudáveis e justas. A secretária da Mulher, Giselle Ferreira, destacou a força transformadora dessa abordagem. “O PPV é pioneiro no Brasil e tem mostrado, na prática, que políticas públicas voltadas ao diálogo, à reeducação e ao envolvimento dos homens são fundamentais para reduzir a violência de gênero. É uma política que nasce do cuidado, da escuta qualificada e da compreensão de que só avançamos quando toda a sociedade participa desse processo”, ressaltou. Com o engajamento dos servidores e o fortalecimento constante das ações da pasta, o GDF reafirma seu compromisso em construir um Distrito Federal mais seguro, igualitário e acolhedor para todas as mulheres. Campanhas de conscientização, programas de prevenção e políticas públicas bem estruturadas formam o caminho para transformar a cultura e promover respeito e proteção em todos os espaços. O servidor Alex Weiler Magalhães também ressaltou a importância da capacitação. “Acredito que esta capacitação tenha sido fundamental para fortalecer a comunicação entre os homens da Secretaria da Mulher e reforçar nossa responsabilidade no enfrentamento à violência contra a mulher. Foi um momento de reflexão sincera e de reafirmação do nosso compromisso com uma atuação mais humana, consciente e participativa.” *Com informações da Secretaria da Mulher do Distrito Federal (SMDF)

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Zoológico de Brasília vive ano histórico em 2025

O ano de 2025 marcou uma das fases mais significativas da história da Fundação Jardim Zoológico de Brasília. Além da celebração dos 68 anos da instituição, mais antiga que a própria capital federal, a equipe do Zoológico atuou em cerca de 70 nascimentos importantes para a conservação da fauna e fortaleceu sua presença no cenário internacional ao se tornar membro da Associação Mundial de Zoológicos e Aquários (Waza). Outro destaque foi a inauguração do aviário de imersão, novo espaço voltado à educação ambiental. Em 2025, o Zoológico de Brasília celebrou 68 anos, registrou cerca de 70 nascimentos, entrou para a Waza e inaugurou seu aviário de imersão | Fotos: Divulgação/Zoológico de Brasília Entre os nascimentos registrados estão um tamanduá-mirim, 12 jararacas-caiçacas, cerca de 50 filhotes de tigre-d’água-de-orelha-vermelha, dois filhotes de sauim-de-coleira, duas jacutingas, um macaco-bugio, uma aperema e um periquito-de-asa-amarela. “A chegada dos filhotes em 2025 é motivo de grande alegria para toda a equipe. Cada nascimento confirma que as práticas de manejo, cuidados veterinários e o comprometimento com a biodiversidade estão proporcionando condições adequadas para a reprodução e o bem-estar das espécies”, explica Wallison Couto, diretor-presidente da instituição. Todos os filhotes são acompanhados diariamente por uma equipe técnica multidisciplinar que atua em vários setores do Zoológico de Brasília, incluindo o Hospital Veterinário. O espaço também atende animais vítimas de incêndios e atropelamentos. Somente em 2025, foram realizados mais de dez mil procedimentos em animais do plantel e em animais externos sob cuidados humanos. Ao longo do ano, o Zoo registrou o nascimento de jararacas-caiçacas, jacutingas e tigres-d’água-de-orelha-vermelha, entre outros animais Ampliação do reconhecimento internacional e inauguração de novo espaço Outro marco foi a entrada do Zoológico de Brasília na Waza, consolidando a instituição entre as organizações reconhecidas globalmente pela conservação, pesquisa e bem-estar animal. Para Wallison Couto, o reconhecimento da Waza “representa o compromisso do Zoo de Brasília com os princípios dos zoológicos modernos, pautados pela conservação da biodiversidade, pela ciência e pelo cuidado ético com os animais”. Além disso, foi inaugurado o aviário de imersão, que abriga 15 espécies e 18 aves, todas brasileiras, além de borboletas e jabutis, em um ambiente compartilhado entre aves e répteis. O Zoológico de Brasília se destacou, ainda, pelos avanços em pesquisa e educação ambiental, com os programas Zoo Noturno, Zoo Experiência, Zoo Escolar e Zoo Convivências, voltados para o atendimento à comunidade. Ao longo do ano, cerca de 20 mil pessoas participaram das atividades imersivas, educativas e promotoras da cidadania ambiental. *Com informações do Zoológico de Brasília

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Encontro celebra as 32 medalhas conquistadas nas Paralimpíadas Escolares 2025

A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, recebeu, nesta quinta-feira (4), representantes da equipe paradesportiva do Distrito Federal que participaram das Paralimpíadas Escolares 2025, realizadas entre os dias 17 e 28 de novembro, em São Paulo. O encontro celebrou o empenho de escolas, técnicos e famílias, além das 32 medalhas conquistadas pela delegação brasiliense, que garantiu o sexto lugar no ranking geral da competição. Hélvia Paranaguá parabenizou a equipe e destacou o compromisso da pasta em ampliar a inclusão no esporte escolar. “Precisamos trabalhar de forma conjunta com os profissionais e com as famílias. Quando a família abraça e acredita no potencial do estudante, todo o processo se fortalece. Vamos nos empenhar nessa construção”, ressaltou. A atleta paralímpica Ana Luíza Fernandes, do 2º ano do Centro de Ensino Médio (CEM) 01 do Guará, é um exemplo do impacto do incentivo familiar e escolar. Treinada pelo professor Halley Pereira, ela conquistou duas medalhas de ouro nas modalidades corrida de 100 metros e arremesso de peso. Em sua terceira participação nos jogos, celebrou o resultado com entusiasmo. “O que eu mais gosto é o clima de competição, poder viajar e fazer novos amigos. Fiquei muito feliz quando ganhei, porque esta foi a primeira vez que conquistei o ouro. Estou muito orgulhosa da nossa vitória”, contou. Encontro reforçou o compromisso de ampliar o incentivo à participação de estudantes com deficiência nas competições | Foto: Divulgação/SEEDF Para a mãe de Ana Luíza, Adriana Lima, as Paralimpíadas Escolares representam muito mais que competição. “É um momento de construção de amizades e de independência. A cada edição fico ainda mais entusiasmada ao ver a dedicação da minha filha”, afirmou. O chefe da delegação paralímpica escolar do DF, Wanderson Cavalcante, ressaltou o efeito positivo do esporte na autoestima dos estudantes e comemorou o desempenho do grupo. Segundo ele, até mesmo o uniforme da equipe tornou-se símbolo de integração, sendo elogiado por outras delegações e motivando trocas simbólicas entre os atletas. “As Paralimpíadas Escolares são um evento maravilhoso. É emocionante ver tantos jovens competindo e buscando seus melhores resultados. Todos voltam com ainda mais vontade de treinar e representar o Distrito Federal”, afirmou. Ele acrescentou que a experiência renova o entusiasmo da equipe e projetou expectativas positivas para 2026. O coordenador técnico do DF nos Jogos Escolares, Cláudio Civatti, professor da Gerência de Desportos (GDSP) da SEEDF, também participou do encontro. Ele destacou a dedicação da equipe na organização da missão esportiva e a satisfação em acompanhar o crescimento dos atletas no paradesporto. “Durante as Paralimpíadas, trabalhei em parceria com o professor Wanderson na chefia da missão. Ver o entusiasmo dos estudantes renova nossa motivação. Que no próximo ano possamos avançar ainda mais”, finalizou. *Com informações da Secretaria de Educação do Distrito Federal (SEEDF)

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Lançado edital de formulação e implementação do Plano Estratégico de Inovação e Polos Tecnológicos do DF

Nesta sexta-feira (5), a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF) publicou, no Diário Oficial do Distrito Federal, o Edital de Chamamento Público nº 03/2025, que selecionará organizações da sociedade civil (OSCs) qualificadas para formular e implementar o Plano Estratégico de Inovação e Polos Tecnológicos do DF. O prazo para envio das propostas é de 30 dias. O projeto, denominado Programa de Empreendedorismo Científico, estrutura-se na sinergia entre o setor público, a iniciativa privada, instituições acadêmicas e a sociedade civil. A execução prevê a implementação de dois eixos principais: o "Capital Lab", focado na criação de ambientes físicos para maturação e comercialização tecnológica, e o projeto "Pesquisa & Mercado DF", voltado à inteligência estratégica e alinhamento entre a produção acadêmica e as demandas reais do mercado. Entre os pilares fundamentais estão: o fomento ao empreendedorismo acadêmico (criação de spin-offs e startups); a modernização da infraestrutura digital; a capacitação de capital humano em áreas como inteligência artificial e ciência de dados; a atração de investimentos; e a promoção da sustentabilidade e inclusão digital. Edital selecionará Organizações da Sociedade Civil (OSCs) qualificadas para formular e implementar o Plano Estratégico de Inovação e Polos Tecnológicos do DF | Foto: Divulgação/Secti-DF As propostas e ficha de inscrição devem ser enviadas para o endereço eletrônico empreendedorismocientifico@secti.df.gov.br e serão avaliadas por uma comissão de seleção com base em quatro critérios principais, que somam uma pontuação máxima global de 20 pontos. São eles:[LEIA_TAMBEM] Alinhamento da proposta aos objetivos da política pública: Demonstração e justificativa do que será executado em consonância com o roteiro do edital; Qualidade técnica da proposição: Descrição detalhada dos serviços, metodologia, equipamentos e apresentação de indicadores de monitoramento e metas quantitativas e qualitativas; Adequação do planejamento financeiro: Coerência entre os valores previstos, referências de preços de mercado e proporcionalidade dos gastos; Adequação do cronograma de trabalho: Compatibilidade dos prazos com as condições estabelecidas para a realização do projeto. Após o encerramento das inscrições, haverá uma fase de classificação das propostas em até 10 dias, seguida de divulgação de resultados provisórios, fase recursal e homologação do resultado definitivo. Clique aqui e acesse a íntegra do edital *Com informações da Secti-DF

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Em Ceilândia, população em situação de rua terá ação de acolhimento neste sábado (6) 

O Governo do Distrito Federal (GDF) fará a oferta de acolhimento e assistência social a pessoas que estão instaladas em seis endereços distintos em Ceilândia. Coordenada pela Casa Civil, a ação terá início às 9h deste sábado (6) com representantes das secretarias de Desenvolvimento Social (Sedes-DF), de Saúde (SES-DF), de Educação (SEEDF), de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), de Segurança Pública (SSP-DF), de Proteção da Ordem Urbanística (DF Legal) e de Justiça e Cidadania (Sejus-DF). Também participam do atendimento o Serviço de Limpeza Urbana (SLU), a Novacap, a Codhab, o Detran-DF, a Polícia Militar, a Polícia Civil, o Corpo de Bombeiros Militar e o Conselho Tutelar.   Pertences poderão ser levados ao local indicado pela pessoa, ou ficarão disponíveis no depósito da DF Legal durante 60 dias | Foto: Arquivo/Agência Brasília A DF Legal fará o desmonte das estruturas das pessoas em situação de rua e o transporte dos pertences ao local regular indicado pelo ocupante. Em último caso, o governo levará os objetos pessoais ao depósito da pasta (SIA Trecho 4, lotes 1.380 e 1.420), para retirada em até 60 dias, sem qualquer custo para o responsável. As pessoas em situação de rua também serão encaminhadas para atendimento da Sedes-DF.   No decorrer de toda a semana, as secretarias atuaram em abordagens sociais e atendimentos prévios nos locais, mapeando o público que será atendido e suas demandas.   Veja abaixo os pontos de ação neste sábado (6). ⇒ CNM 1  ⇒ CNM 2  ⇒ QNM 12  ⇒ Avenida Hélio Prates ⇒ Via N1 Norte ⇒ Via N2 Sul.     *Com informações da DF Legal

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PGDF leva a Ceilândia facilidade para resolução de débitos em Dívida Ativa, por meio do Negocia-DF

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Ibaneis Rocha reúne administradores regionais para almoço de confraternização

O governador Ibaneis Rocha reuniu todos os 35 administradores regionais na Residência Oficial de Águas Claras (Roac) para um almoço de confraternização nesta sexta-feira (5). No encontro, o chefe do Executivo local ressaltou o balanço das ações e agradeceu a parceria ao longo de sua gestão. “Eu vou para oito anos de governo e tenho certeza de que o legado que nós vamos deixar em todas as cidades do Distrito Federal precisa ser ressaltado. Tenho muito orgulho de tudo o que fizemos ao longo desse tempo e vocês tiveram um papel fundamental nisso, trabalhando na ponta, ouvindo e atendendo as demandas da nossa população. Contem sempre comigo e vamos juntos porque o trabalho continua”, afirmou Ibaneis Rocha. Ibaneis Rocha: "Eu vou para oito anos de governo e tenho certeza de que o legado que nós vamos deixar em todas as cidades do Distrito Federal precisa ser ressaltado" | Fotos: Renato Alves/Agência Brasília Para o secretário de Governo, José Humberto Pires de Araújo, o encontro valoriza o trabalho prestado pelos administradores regionais: “Esse almoço aqui é muito importante porque nós estamos chegando ao final de mais um ano de muito trabalho. É preciso que a gente chame os administradores para confraternizar, abraçar e agradecer. É um trabalho hercúleo desses homens e mulheres que estão na ponta.” Governo na ponta As administrações regionais desempenham um papel importante na gestão pública. Por estarem presentes diretamente nas cidades, são elas que captam as demandas cotidianas, identificam necessidades urgentes e acompanham de perto a rotina da população. Esse olhar na ponta permite que o governo atue com mais precisão, com soluções que atendam às necessidades da realidade local. "Essas pessoas daqui nem sempre são reconhecidas e têm um valor que precisa ser ressaltado" José Humberto Pires de Araújo, secretário de Governo Além de funcionar como a porta de entrada da população para os serviços públicos, as administrações regionais garantem que as políticas do GDF cheguem de maneira concreta às cidades. De acordo com o secretário José Humberto Pires de Araújo, as demandas são variadas. “Esse é um trabalho que realmente só funciona se tiver uma integração muito forte com toda a equipe. Essas pessoas daqui nem sempre são reconhecidas e têm um valor que precisa ser ressaltado”, concluiu o chefe da pasta. O trabalho feito pelas regiões administrativas também foi objeto de reconhecimento por parte do governador Ibaneis Rocha. Desde 2019, o chefe do Executivo criou novas cidades, como é o caso de Água Quente, Araponga, Arniqueira e Sol Nascente. Hoje, o DF conta com 35 RAs com estruturas administrativas dedicadas, ampliando, assim, a capacidade do governo de atuar de forma mais próxima e organizada em áreas que já apresentavam dinâmicas próprias.

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Novo acordo de cooperação favorece pesquisas na agropecuária

A Empresa de Assistência Técnica e Extensão Rural do Distrito Federal (Emater-DF) e a Universidade de Brasília (UnB) formalizaram, nesta quinta-feira (4), um acordo de cooperação para fortalecer a inovação agropecuária no Distrito Federal e Entorno. A parceria integra o Parque Científico e Tecnológico da UnB e visa a estabelecer linhas de ação conjuntas para impulsionar pesquisa, modernização do campo, desenvolvimento de tecnologias e iniciativas voltadas à agricultura familiar. A reitora da UnB, Rozana Reigota Naves, entre o vice-presidente da FAPDF, Paulo Freitas Nunes; o presidente da Emater-DF, Cleison Duval; e o diretor do Parque Científico e Tecnológico da UnB, Renato Alves Borges: “Iniciativas como esta têm o potencial de reacender o desejo de construir um futuro melhor, pois aproximam a universidade de oportunidades reais de transformação” | Foto: Divulgação/Emater-DF O acordo reflete a união entre a expertise acadêmica e os conhecimentos práticos da extensão rural. A UnB, reconhecida também pela produção e formação científica, e a Emater-DF, com ampla capilaridade nas comunidades rurais, passam agora a compartilhar tecnologias, infraestrutura, dados, recursos humanos e projetos estratégicos na área de inovação agropecuária. “Esse acordo abre portas para desenvolvermos tecnologias, validarmos pesquisas, criarmos startups e buscarmos soluções para demandas que chegam todos os dias do campo” Cleison Duval, presidente da Emater-DF O acordo prevê uma incubadora de startups agtechs, eventos voltados ao ecossistema de inovação e o desenvolvimento de pesquisas aplicadas, com foco na transferência de tecnologia, automação, sustentabilidade e empreendedorismo rural.  iniciativa também reforça a importância da pesquisa integrada com a prática no campo, especialmente em temas como automação, monitoramento de solo, manejo sustentável e processos de agregação de valor aos produtos. Busca de soluções [LEIA_TAMBEM]“O produtor precisa de soluções práticas, e muitas delas já existem dentro da universidade; só precisamos aproximar esses mundos”, ressaltou o presidente da Emater-DF, Cleison Duval. “Esse acordo abre portas para desenvolvermos tecnologias, validarmos pesquisas, criarmos startups e buscarmos soluções para demandas que chegam todos os dias do campo. A Emater-DF já atua com pesquisa aplicada e validação de variedades da Embrapa, e agora teremos ainda mais condições de expandir esse trabalho.” Durante o evento de formalização do acordo, a reitora da UnB, Rozana Reigota Naves, lembrou que a parceria representa uma oportunidade concreta de aproximar inovação, pesquisa e formação profissional. “Vivemos uma queda preocupante na procura por vagas no ensino superior, um fenômeno nacional”, apontou. “Parte disso decorre da falta de perspectiva dos jovens. Iniciativas como esta têm o potencial de reacender o desejo de construir um futuro melhor, pois aproximam a universidade de oportunidades reais de transformação”. Durante a solenidade, além de técnicos da Emater-DF, professores da UnB e representantes do Governo do Distrito Federal (GDF) e parlamentares, estiveram presentes o vice-presidente da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) Paulo Freitas Nunes, e o diretor do Parque Científico e Tecnológico da UnB, Renato Alves Borges.   *Com informações da Emater-DF

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Dados do Hospital de Base mostram que quedas matam mais que ferimentos por armas de fogo

Quando se fala em casos graves que levam à morte no pronto-socorro de hospitais do Distrito Federal, é comum imaginar acidentes de trânsito ou ferimentos por armas de fogo. No entanto, o grande vilão da sala vermelha do Centro de Trauma do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF), administrado pelo Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do DF (IgesDF), são as quedas. Apesar de frequentemente subestimados, esses acidentes, desde escorregões em casa até quedas simples na rua, representam risco significativo, especialmente pelos impactos na cabeça que podem causar lesões graves. Entre pessoas idosas, o risco é ainda maior. Dados catalogados em 2023 e divulgados pela equipe do Centro de Trauma do HBDF mostram que quase metade dos atendimentos por queda envolveu pessoas acima de 60 anos. Um terço das vítimas era mulher. Telecilia Leite Borges, 72 anos, moradora de Redenção do Gurgueia (PI), conta que escorregou enquanto puxava água com um rodo e não se lembra do momento da queda, apenas de acordar no chão. Após dois dias de dor de cabeça, buscou atendimento em uma cidade próxima, fez tomografia e foi liberada. Dias depois, com perda de força na perna esquerda, caiu novamente e machucou os joelhos. O filho, morador do Distrito Federal, levou a mãe para o Hospital de Base, onde ela foi internada com hemorragia cerebral e passou por cirurgia. “Estou me sentindo muito melhor. Assim que me liberarem, estou pronta para ir para casa”, relata. Dados catalogados em 2023 e divulgados pela equipe do Trauma do HBDF mostram que quase metade dos atendimentos por queda envolveu pessoas acima de 60 anos | Foto: Divulgação/IgesDF A dificuldade em identificar rapidamente um traumatismo craniano é um dos principais desafios no atendimento a vítimas de queda, explica o cirurgião-chefe do Centro de Trauma do HBDF, Rodrigo Caselli. Após qualquer queda com impacto na cabeça, ele recomenda observar sinais de alerta como dores intensas, tonturas, desmaios, vômitos e convulsões. Entre idosos, o risco é ainda mais elevado, já que lesões graves podem surgir mesmo sem sintomas imediatos. O cirurgião orienta que toda pessoa idosa que bater a cabeça seja levada ao hospital. “É melhor descobrir que não há nada de errado do que esperar e ter uma situação muito pior depois”, alerta. Quedas que matam Os dados mostram que quedas causaram mais mortes do que ferimentos por arma de fogo no Pronto-Socorro do HBDF. Entre as 166 mortes registradas em 2023 na Sala Vermelha, por casos de alta gravidade, 33 foram resultantes de quedas, 26 decorrentes de colisões ou quedas de motocicletas, 22 por atropelamentos, 17 por quedas de grande altura e 13 por perfuração por arma de fogo. Segundo o especialista, o alto índice de letalidade das quedas está relacionado aos impactos na cabeça que podem levar a lesões sérias. Das 95 pessoas atendidas por queda ao longo de 2023, 66 apresentaram traumatismo craniano fechado. “Nossas maiores causas de morte são hemorragia e traumatismo craniano. A gente tem um serviço preparado e organizado para atender o paciente de forma muito rápida. Então nós conseguimos salvar a pessoa que está sangrando, mas é mais difícil salvar a pessoa que bateu a cabeça”, afirma. Prevenção Como grande parte das quedas ocorre dentro de casa, nem sempre é possível preveni-las totalmente. Caselli reforça o uso de equipamentos de proteção por quem anda de skate, patins, patinete ou similares. “Às vezes, são quedas bobas, mas elas acontecem muito rápido por causa das rodas, o que aumenta a força do impacto e, consequentemente, o risco”, detalha. Também é recomendado instalar barras de apoio em banheiros e áreas de risco, especialmente em imóveis onde vivem pessoas idosas. *Com informações do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde (IgesDF)

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Governador Ibaneis Rocha e primeira-dama recepcionam estudantes do programa Pontes para o Mundo

O retorno dos estudantes ao Brasil marcou o encerramento da primeira edição do Pontes para o Mundo, programa de intercâmbio internacional criado pelo Governo do Distrito Federal (GDF). Na chegada de parte do grupo ao Aeroporto Internacional de Brasília, formado por 27 alunos e dois servidores da Secretaria de Educação (SEEDF), o governador Ibaneis Rocha e a primeira-dama Mayara Noronha Rocha estiveram presentes para recepcionar os participantes após cerca de 17 semanas de imersão no Reino Unido. “Eu tô aqui quase em lágrimas”, admitiu Ibaneis Rocha. “A emoção das famílias e desses adolescentes é uma coisa que nos inspira muito a continuar com programas importantes como esse, que dão oportunidade desses adolescentes conhecerem o mundo e terem novas experiências que vão engrandecê-los para o resto das suas vidas”, disse. O governador Ibaneis Rocha recepcionou grupo de intercambistas do programa Pontes para o Mundo, que desembarcou no Aeroporto Internacional de Brasília, nesta sexta (5) | Foto: Renato Alves/Agência Brasília Durante a recepção, o chefe do Executivo reforçou a importância da continuidade do programa nos próximos anos. “O fato da gente dar essa oportunidade é muito bom. Então é pedir a Deus que aqueles que me seguirem no governo e me sucederem continuem com esse programa de imensa importância”. Para o próximo ano, já estão confirmadas 400 vagas e a expansão para outros países. A ideia do GDF é também transformar em um programa permanente. Idealizadora e madrinha do Pontes para o Mundo, a primeira-dama Mayara Noronha Rocha destacou a importância estratégica do programa para o futuro dos estudantes. “Hoje em dia não é mais luxo, é uma necessidade preparar nossos estudantes para se relacionarem com profissionais do mundo. É através desse tipo de programa que a gente vai conseguir expandir e sair do nosso quadradinho para o mundo afora e, ao mesmo tempo, trazer investimento, tecnologia e ensinamento do mundo para dentro do Distrito Federal. Eu tenho um super orgulho desse programa que veio para revolucionar”, completou.   Recepção calorosa A recepção celebrou o sucesso da iniciativa, que ofereceu vivência internacional gratuita a jovens do Distrito Federal. Ao todo, 101 estudantes viajaram ao exterior nesta primeira edição, passando por instituições de ensino de países de língua inglesa — Inglaterra, País de Gales, Escócia e Irlanda do Norte — onde tiveram contato direto com práticas educacionais que fortalecem tanto a formação acadêmica quanto o domínio do inglês. O programa, idealizado para ir além das salas de aula, proporcionou aos participantes uma rotina diversificada, combinando aprendizado formal com atividades culturais, visitas técnicas e experiências de convivência que estimulam a autonomia, a adaptação e a visão de mundo. Durante todo o período, os estudantes também contaram com suporte socioemocional e com cobertura completa de deslocamento, alimentação e hospedagem. A secretária de Educação, Hélvia Paranaguá, destacou a relevância do programa para a vida dos estudantes. “Os meninos que estão desembarcando hoje não são os mesmos que embarcaram em setembro. Eles adquiriram autonomia, independência, autoestima elevada e proficiência na língua inglesa, falando muito bem, fluentes e apaixonados pelo o que eles viram”, afirmou. “A gente quer que eles tenham essa perspectiva de ter outros espaços para eles atuarem, trabalharem e viverem”. Hélvia Paranaguá, secretária de Educação: "Os meninos que estão desembarcando hoje não são os mesmo que embarcaram em setembro. Eles adquiriram autonomia, independência, autoestima elevada e proficiência na língua inglesa" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Transformação de vida A chegada de grupo ao Brasil simboliza o início de uma nova jornada para os jovens que vivenciaram o intercâmbio. É o que espera Felipe Berg, 16 anos, estudante CED 6 de Ceilândia e morador do Pôr do Sol, que esteve em Chester, na Inglaterra. “É uma oportunidade única para qualquer estudante do Distrito Federal. Essa experiência já está mudando minha vida. Primeiramente, porque eu não tinha o inglês como segunda língua. Eu estudo russo. Mas esse intercâmbio foi um motivo para eu conseguir realmente aprender, falar e desenvolver o inglês. Acho que essa experiência vai abrir portas para bolsas em universidades internacionais”, comemorou. Ivonildes Botelho, cabeleireira: "Esse projeto foi um sonho realizado. Ele sempre sonhou em estudar fora do país, mas financeiramente eu não me via em condição de mandar ele" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília A mãe de Felipe, a cabeleireira Ivonildes Botelho, 47, concordou que a experiência transformou o filho. “Esse projeto foi único. Abriu asas para ele voar. Ele não é mais a mesma pessoa. Ele amadureceu muito, muito mesmo. Ele está vindo transbordando em tudo”, disse. “Esse projeto foi um sonho realizado. Ele sempre sonhou em estudar fora do país, mas financeiramente eu não me via em condição de mandar ele”, completou. Sobre a sensação de rever o filho, ela disse: “É muita ansiedade, mas também muita gratidão. Essa vaga foi um presente de Deus. Foram dias muito difíceis. Eu senti falta dele em tudo”. Para Hugo Gaudino, 17, estudante do CEM Elefante Branco, na Asa Sul, a viagem foi a realização de um sonho. Ele estudou em Warwickshire, na Inglaterra. “Mudou a minha vida inteira ir para Inglaterra. Foi uma experiência muito boa. Fiquei muito feliz e ainda estou muito feliz e grato”, comentou. Hugo Gaudino, estudante do CEM Elefante Branco: "Mudou a minha vida inteira ir para Inglaterra. Foi uma experiência muito boa. Fiquei muito feliz e ainda estou muito feliz e grato" | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Ele disse que pretende dar continuidade a experiência internacional. “Eu pretendo cursar fora do Brasil teatro musical. Quero continuar trabalhando e, um dia, talvez, ajudar outras pessoas igual a mim, estudantes de escola pública. Acho que levantar a voz é uma das coisas que mais me motivam”, acrescentou. A mãe de Hugo, a professora Giselda da Silva, 49, disse que preparou o filho a vida inteira para essa experiência. “Eu treinei o Hugo para ser livre. Então ele se divertiu muito, viveu experiências novas e fez amizades com vários adolescentes internacionais da idade dele. E já está com planos de voltar. Eu, como mãe, quero que ele voe”.

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Zoológico de Brasília comemora 68 anos com programação especial e experiência inédita de imersão em aviário

Inaugurado em 6 de dezembro de 1957, antes mesmo da inauguração da cidade, o Zoológico de Brasília completa 68 anos neste sábado (6) e comemora a data com uma programação gratuita que se estende durante todo o final de semana. Entre as novidades, o público passa a contar com um aviário de imersão — o primeiro do tipo no espaço — que permite observar de perto 15 espécies brasileiras, incluindo aves e jabutis, em um ambiente compartilhado e pensado para educação, conservação e lazer. A visitação ao novo atrativo ocorre de quarta a domingo, das 9h30 às 15h, em grupos de até dez pessoas, com pausa no horário de almoço. Consolidado como referência nacional em pesquisa, conservação da fauna e da flora e educação ambiental, o Zoológico de Brasília é também um lugar de memória afetiva para muitos brasilienses. O diretor-presidente do equipamento público, Wallison Couto, ressaltou a importância da celebração e da entrega da nova atração. “Todo mundo passou pelo Zoo em algum momento da vida. Para nós, entregar esse aviário é colocar o espaço no patamar que ele merece: organizado, moderno e preparado para receber bem o público. O Zoológico também é política pública”, destacou. A visitação ao aviário ocorre de quarta a domingo, das 9h30 às 15h, em grupos de até dez pessoas, com pausa no horário de almoço | Fotos: Matheus H. Souza/Agência Brasília A programação do aniversário inclui a abertura oficial do aviário nesta sexta-feira (5), além de brinquedos infláveis para as crianças no sábado (6) no Teatro de Arena e nova oportunidade de visitação ao aviário no domingo (7). As atividades se somam ao programa Lazer para Todos, que garante entrada gratuita ao Zoológico e ao Jardim Botânico aos domingos e feriados — datas que também contam com o programa Vai de Graça, que leva a gratuidade do transporte coletivo para dar ainda mais acesso aos espaços para a população. Tipo Jurassic Park Responsável por conduzir parte das atividades educativas, o tratador Davi Dantas, 29, explicou que o espaço também permite abordar temas como conservação, reprodução de espécies ameaçadas e combate ao tráfico de animais. “É legal ter esse momento interativo, porque as pessoas vão reconhecer espécies nativas do Brasil e as que estão ameaçadas de extinção. Focar na educação ambiental é fundamental, especialmente com as crianças, que acabam ensinando os próprios pais e têm mais chances de garantir um futuro melhor para o planeta”, observou. Ao entrar no aviário, o guia já assimila a experiência ao famoso filme Jurassic Park, que também conta com um ambiente de imersão de voadores — mas com os ancestrais das aves, que são os dinossauros. Para as famílias que visitaram o novo espaço, a experiência foi um verdadeiro enriquecimento. A pequena Alice Rocha Staciarini, de 8 anos, saiu encantada: “Eu amei demais, porque aprendi mais sobre ciências e os animais. É muito legal ver eles soltos e de pertinho”. O irmão dela de 12 anos, Matheus Rocha Staciarini, também aprovou a atividade: “Foi muito boa. Eu aprendi sobre as aves, que gostam de ficar em lugares diferentes e quase não mexem umas com as outras. A que eu mais gostei foi a arara vermelha”. A programação do aniversário inclui a abertura oficial do aviário nesta sexta-feira (5), além de brinquedos infláveis para as crianças no sábado (6) no Teatro de Arena e nova oportunidade de visitação ao aviário no domingo (7) [LEIA_TAMBEM]Para as famílias, o espaço se mostrou uma oportunidade de aprendizado e contato com a natureza em meio à rotina urbana. A pedagoga Kelly Keithy Rocha Rezende, 36, é mãe dos irmãos Staciarini e também elogiou a experiência: “É interativo, educativo e dá às crianças a chance de vivenciar de perto algo que na cidade grande não é comum. Traz cultura, ciência e biologia também. Em tempos de tanta tela, esse contato com a natureza é muito importante”. O aposentado Aroldo Soares da Silva, 66, levou os netos Giovana, de 8 anos, e Ian, de 2 anos, para conhecer o aviário. Ele afirmou que é mais uma opção para os avós e pais que querem entreter a criançada. “É uma experiência diferenciada. Os meninos gostaram demais, acho que as araras e o pássaro alma-de-gato foram os favoritos. É mais uma atividade para passear e aprender em família.”

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