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GDF fortalece diálogo com instituições para ampliar ações de inclusão social 

O Gabinete da Chefia Executiva de Integração e Inovação Social (Ceiis), liderado pelo primeiro-cavalheiro do Distrito Federal, Fabrício Faleiro, reforçou o compromisso com a inclusão social e a inovação nas políticas públicas nesta segunda-feira (15), durante reunião institucional para discutir a ampliação de oportunidades voltadas a pessoas com deficiência e em situação de vulnerabilidade.  Representantes da Chefia Executiva de Integração e Inovação Social e do Instituto Olga Kos discutiram formas de ampliar a atuação nas políticas públicas | Foto: Divulgação/Chefia Executiva de Integração e Inovação Social  “Acreditamos que a construção de políticas públicas eficientes passa necessariamente pela participação daqueles que vivenciam diariamente os desafios e as demandas da população” Edivan Nascimento, assessor de Estratégia de Impacto Social “Colocamos nossa chefia à disposição para dialogar e apoiar ações que gerem impacto positivo para a população do Distrito Federal”, declarou a chefe-executiva de Integração e Inovação Social interina, Luciana Pedrosa de Lima. “O compromisso do Governo do Distrito Federal é com o fortalecimento de políticas públicas voltadas a esse público, e iniciativas que transformam vidas e promovem inclusão, como as apresentadas, merecem todo o apoio e reconhecimento para a construção de uma sociedade mais justa e acessível”, concluiu a gestora.  Durante a reunião, a Assessoria Estratégica de Impacto Social também teve papel de destaque. O assessor, Edivan de Sousa Nascimento, apresentou as principais ações, iniciativas e projetos desenvolvidos pelo Gabinete do primeiro-cavalheiro do DF e pela Chefia Executiva de Integração e Inovação Social. “Acreditamos que a construção de políticas públicas eficientes passa necessariamente pela participação daqueles que vivenciam diariamente os desafios e as demandas da população”, ressaltou.  Acessibilidade [LEIA_TAMBEM]Durante o encontro, foram apresentados projetos desenvolvidos pelo Instituto Olga Kos, que atua nas áreas de esporte, cultura, artes e pesquisa, promovendo inclusão e acessibilidade a pessoas com deficiência e públicos em situação de vulnerabilidade.  “Nosso objetivo é ampliar ainda mais esse alcance”, afirmou o diretor-geral do instituto no DF, Gustavo Paulino. “Para isso, contamos com o apoio e a parceria do Governo de Brasília na construção de iniciativas que transformem vidas e fortaleçam a inclusão social”. Ao final do encontro, Luciana Pedrosa reafirmou que a união entre o poder público e a sociedade civil é uma das principais estratégias do Governo de Brasília para ampliar oportunidades, fortalecer a inclusão social e garantir a efetividade das políticas públicas voltadas às pessoas com deficiência e aos grupos em situação de vulnerabilidade, contribuindo para a construção de uma sociedade mais acessível, humana e igualitária para todos os cidadãos do Distrito Federal.   *Com informações da Chefia Executiva de Integração e Inovação Social

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RenovaDF abre novo ciclo e vai beneficiar 1.770 alunos

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Trecho da via S2 será interditado nesta quinta-feira (18)

Nesta quinta-feira (18), a partir das 14h, o Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF) interditará um trecho da via S2, na altura da Procuradoria-Geral da República (PGR). Arte: Detran-DF A interdição ocorrerá em razão do ato de mobilização dos servidores do Ministério Público da União (MPU) em defesa da simetria salarial com o Poder Judiciário. O bloqueio ocorrerá no trecho entre o estacionamento externo da PGR e a Estrada Parque das Nações. Durante o evento, agentes de trânsito atuarão nas imediações para garantir a segurança viária e a fluidez do tráfego. A previsão é que a via seja liberada às 16h. *Com informações do Departamento de Trânsito do Distrito Federal (Detran-DF)

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Brazlândia e Jardim Botânico terão o fornecimento de energia interrompido nesta sexta-feira (19)

Endereços de Brazlândia e do Jardim Botânico terão o fornecimento de energia interrompido nesta sexta-feira (19) para a execução de serviços de poda de árvores. No Jardim Botânico, o desligamento ocorrerá das 9h às 15h. O serviço afetará o Condomínio Privê Morada Sul, nos conjuntos 30, 32, 35 e 36, abrangendo os lotes 1, 2, 4, 6, 7, 14 e 24. Já em Brazlândia, a interrupção está prevista das 10h às 14h. O fornecimento de energia será interrompido no Incra 8, Quadra 8, Lote 1, Quadra 9, Lotes 14, 15, 15A, 15C, 17, Quadra 10, Lotes 17A,18,18A,19A, 19B, 20, 21, 22, 23, 24, 25, 26, 27, 28, 28B, 29, 30, 31, 33, 33A, 33B, 34, Quadra 11, Lotes 10, 10A, 10B, 11, 12, 13, 14, 15, 16, 16A, 17, 17-A, 18, 19, 20, 24 e Quadra 12. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer a interrupção de energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.

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Projeto Librando Tech promove inclusão digital e acessibilidade com capacitação em Libras aplicada à tecnologia

A tecnologia tem se tornado uma importante ferramenta de transformação social, aproximando pessoas, ampliando oportunidades e criando novos caminhos para a inclusão. Com esse propósito, a Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação do Distrito Federal (Secti-DF), em parceria com o Instituto Superar e Ilustrar Mestrias, busca conectar acessibilidade e conhecimento tecnológico para pessoas interessadas em desenvolver novas habilidades. Serão 1,5 mil vagas disponíveis, com programação composta por 20 oficinas, que somam 200 horas de capacitação e produção de 26 podcasts educativos sobre os temas trabalhados. As atividades em formato online têm duração de cinco meses e os participantes terão acesso a conteúdos relacionados à Libras aplicada à tecnologia, inclusão digital, inovação e tecnologias assistivas, fortalecendo a preparação para novas oportunidades profissionais. Os participantes terão acesso a conteúdos relacionados à Libras aplicada à tecnologia, inclusão digital, inovação e tecnologias assistivas, fortalecendo a preparação para novas oportunidades profissionais | Foto: Divulgação / Secti-DF “Investir em capacitação tecnológica também significa investir em oportunidades. Quando unimos inovação, acessibilidade e educação, conseguimos construir caminhos para que mais pessoas participem da transformação digital e tenham novas possibilidades de crescimento profissional”, destaca o secretário da Secti-DF, Rafael Vitorino. Além da formação, o projeto utiliza plataformas digitais, recursos de acessibilidade e metodologias inclusivas de ensino, tornando o aprendizado mais democrático e acessível.  A iniciativa representa mais um avanço nas ações apoiadas pela Secti-DF para fortalecer a inclusão digital no Distrito Federal. Por meio de parcerias estratégicas, a Secretaria amplia o alcance de projetos que aproximam a população da tecnologia, estimulam a inovação e contribuem para a construção de um ambiente mais acessível, conectado e preparado para os desafios do futuro. Serviço Librando Tech Período das aulas: 20/7 a 4/12 Horário: 19h às 21h Inscrições: librandotech.com.br Inscrições: 30/6 a 27/11 *Com informações da Secti/DF

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Reciclotech se torna lei no Distrito Federal e fortalece a inclusão digital e a sustentabilidade

O Distrito Federal deu mais um passo importante na construção de uma cidade mais sustentável e conectada. O Reciclotech, programa desenvolvido pela Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF), foi transformado em lei, consolidando uma política pública voltada para a logística reversa, o reaproveitamento de equipamentos eletrônicos e a inclusão digital. A iniciativa estabelece diretrizes para recolhimento, recondicionamento e destinação adequada de computadores e outros dispositivos eletrônicos, ampliando o alcance de uma ação que já vem gerando resultados concretos. Programa já capacitou cerca de 3 mil pessoas em todo o DF, com registro de 5,9 mil computadores recondicionados e doados | Foto: Divulgação/Secti-DF “Transformar o Reciclotech em lei significa garantir que uma política pública que já entrega resultados possa continuar crescendo e alcançando mais pessoas” Rafael Vitorino, secretário de Ciência, Tecnologia e Inovação Criado para enfrentar dois grandes desafios da sociedade atual — o descarte incorreto de resíduos eletrônicos e a desigualdade no acesso à tecnologia —, o Reciclotech transforma equipamentos que poderiam ser descartados em ferramentas de aprendizado, capacitação e novas oportunidades. O programa une sustentabilidade e inovação ao recuperar computadores, formar profissionais e levar tecnologia para quem mais precisa. [LEIA_TAMBEM]Os números mostram a dimensão do impacto. Desde o início da iniciativa, mais de 5,9 mil computadores foram recondicionados e doados, quase 3 mil pessoas foram capacitadas e mais de 3 mil toneladas de resíduos eletrônicos tiveram destinação correta no DF. Além disso, o projeto conta com uma rede de pontos de entrega voluntária (PEVs), fortalecendo a participação da população no processo de descarte consciente. Com a transformação em lei, o Reciclotech ganha continuidade e segurança para ampliar suas ações, fortalecendo uma política de economia circular em que os resíduos deixam de ser apenas um problema ambiental e passam a gerar benefícios sociais. “Transformar o Reciclotech em lei significa garantir que uma política pública que já entrega resultados possa continuar crescendo e alcançando mais pessoas”, reforça o titular da Secti-DF, Rafael Vitorino. “Estamos falando de um projeto que une sustentabilidade, formação profissional e inclusão digital, mostrando que a inovação tem valor quando melhora a vida das pessoas.” *Com informações da Secretaria de Ciência, Tecnologia e Inovação (Secti-DF)

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Fornecimento de energia suspenso em quatro regiões do DF nesta quinta-feira (18)

Nesta quinta-feira (18), haverá a interrupção programada do fornecimento de energia em áreas de Brazlândia, Itapoã, Lago Norte e Park Way para que equipes executem serviços de melhoria, modernização da rede elétrica e poda de árvores. Em Brazlândia, a interrupção está prevista das 9h às 15h para serviços de melhoria e modernização da rede elétrica. O desligamento afetará o Núcleo Rural Alexandre Gusmão, Gleba 03, lotes 443 e 444. No Itapoã, o desligamento ocorrerá das 10h às 16h para serviços de melhoria e modernização da rede elétrica. A interrupção afetará a Fazendinha, na Quadra 01, conjuntos A, B, C, D e L. No Lago Norte, o fornecimento de energia será interrompido das 10h às 16h para obras de melhoria e modernização da rede elétrica. As áreas atingidas serão o Setor de Mansões Lago Norte, Trecho 01, Quadra 01, conjuntos A, B, C, D, E, F, G, H, I, J e N; Trecho 02, chácaras 13, 16, 24-H e 26-A; e Trecho 03, Chácara 05. No Park Way, o fornecimento de energia ficará suspenso das 10h às 16h para a realização de poda de árvores. O serviço abrangerá o Setor de Mansões Park Way (SMPW) Quadra 12, Conjunto 01, Lote 01, e a Quadra 13, Conjunto 02, nas chácaras 17-A, 17-B, 29C, 30, 31, 33, 34, 35, 37, 38, 39, 40, 40-D e 44. Caso o trabalho termine antes do previsto, a rede voltará a ser energizada. Além dos desligamentos programados, pode ocorrer a interrupção de energia em alguma região, sem comunicação prévia. Nesses casos, a população pode registrar a ocorrência pelo telefone 116. Clientes com deficiência auditiva e de fala podem acessar o atendimento pelo 0800 701 01 55, desde que utilizem aparelho adaptado.

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Doadores regulares de sangue terão prioridade em campanhas de vacinação do DF 

Quem doa sangue regularmente no Distrito Federal passa a ter um benefício a mais: prioridade no acesso às campanhas públicas de vacinação. A Lei nº 7.911, sancionada pela governadora Celina Leão na terça-feira, 16 de junho de 2026, e publicada no Diário Oficial do DF desta quarta-feira (17), assegura que doadores regulares sejam incluídos nos grupos prioritários antes da abertura da vacinação para o público em geral. A iniciativa é do deputado distrital Pepa.  Doadores regulares serão incluídos nos grupos prioritários antes da abertura da vacinação para o público em geral  Regulamentação ainda está por vir A lei entra em vigor imediatamente, mas sua aplicação prática depende de regulamentação pelo Poder Executivo do GDF, que definirá os critérios operacionais para implementação da prioridade, os mecanismos de integração entre os bancos de dados dos hemocentros e as eventuais campanhas que vinculem doação de sangue às ações de vacinação. Enquanto a regulamentação não é publicada, os procedimentos operacionais das campanhas de vacinação seguem os fluxos atualmente vigentes. Como funciona na prática Para comprovar a condição de doador regular e acessar a prioridade, o cidadão poderá apresentar: → Carteira de doador; → Declaração emitida por hemocentro; ou → Outro documento oficial válido expedido por entidade de saúde reconhecida. Como obter comprovante de doações no Hemocentro de Brasília Doadores que precisam comprovar seu histórico de doações realizadas na Fundação Hemocentro de Brasília podem solicitar o documento presencialmente, na recepção da unidade, mediante apresentação de identidade com foto. O atendimento funciona de segunda a sábado, das 7h15 às 18h. *Com informações da Fundação Hemocentro de Brasília

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Investimento de R$ 32,1 milhões vai viabilizar mais de 5 mil cirurgias de ginecologia e otorrino no DF

O Governo do Distrito Federal (GDF) autorizou, nesta quarta-feira (17), um investimento de R$ 32,1 milhões para ampliar a oferta de cirurgias eletivas nas áreas de ginecologia e otorrinolaringologia na rede pública de saúde. A medida permitirá a contratação de 5.098 procedimentos, sendo 2.081 histerectomias e 3.017 cirurgias otorrinolaringológicas, com o objetivo de reduzir filas e acelerar o acesso da população aos atendimentos especializados. Durante cerimônia no Palácio do Buriti, a governadora Celina Leão também assinou a reformulação do Programa de Descentralização Progressiva de Ações de Saúde (Pdpas). “Estamos lançando dois editais importantes, um de ginecologia e outro de otorrino, para que possamos atacar as filas de cirurgias que estavam nessas duas especialidades”, comentou a chefe do Executivo. “Com essas duas contratações, ultrapassamos as 20 mil cirurgias dentro do Opera DF. Dessas, a rede privada já operou cerca de 6 mil.” “Com essas duas contratações, ultrapassamos as 20 mil cirurgias dentro do Opera DF. Dessas, a rede privada já operou cerca de 6 mil", ressaltou a governadora Celina Leão | Foto: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília  A iniciativa integra a estratégia do GDF de ampliar a capacidade assistencial por meio do programa Opera DF, que acelera a realização de cirurgias eletivas e reduzindo o tempo de espera dos pacientes. O programa já viabilizou a contratação de mais de 20 mil cirurgias e ajudou a elevar em 50% a produção global de procedimentos, com investimento acumulado de R$ 90,7 milhões na rede privada conveniada. “Nosso objetivo é reduzir tempo de espera e ter um prazo factível para esses pacientes. Nós tínhamos um tempo de espera de mais de mil dias para cirurgia de varizes. Hoje, está em torno de nove dias. Tínhamos um tempo de espera que ultrapassava um ano para cirurgia de hérnia. Estamos com 50 dias agora”, afirmou o secretário de Saúde, Juracy Lacerda.   Ginecologia Na área de ginecologia, o edital prevê investimento de R$ 14,5 milhões em 2.081 histerectomias — cirurgias de retirada do útero indicadas em casos como miomas, endometriose grave, sangramentos intensos e outras condições clínicas. Os procedimentos estão divididos entre: -1.581 histerectomias abdominais totais; -348 histerectomias vaginais; -127 histerectomias videolaparoscópicas; -25 histerectomias subtotais. Otorrinolaringologia Na especialidade de otorrinolaringologia, o investimento será de R$ 17,6 milhões, destinado à contratação de 3.017 cirurgias. Entre os procedimentos contemplados estão: -1.342 septoplastias reparadoras não estéticas; -1.129 adenoamigdalectomias; -293 amigdalectomias; -253 adenoidectomias. Essas cirurgias atendem principalmente pacientes com dificuldades respiratórias, obstruções nasais, infecções recorrentes e outras condições que impactam diretamente a qualidade de vida. “Estamos lançando dois editais importantes, um de ginecologia e outro de otorrino, para que possamos atacar as filas de cirurgias que estavam nessas duas especialidades” Governadora Celina Leão Novo Pdpas Durante a solenidade, a governadora também assinou o decreto que reformula o Pdpas, ampliando a atuação do programa dentro da Secretaria de Saúde. Criado para descentralizar recursos financeiros, o instrumento dá mais autonomia às unidades de saúde para realizar manutenções, pequenos reparos, adequações estruturais, compras emergenciais de insumos e contratação de serviços de forma mais ágil. Com a reformulação, o programa passa a fortalecer não apenas hospitais e unidades maiores, mas também superintendências regionais de saúde, unidades de referência distrital e unidades básicas de saúde (UBSs), ampliando a capacidade de resposta da rede assistencial. O decreto também prevê capacitação específica para os gestores responsáveis pela execução orçamentária. “Colocar esse recurso lá na ponta, na mão do gestor, que está todos os dias cuidando daquela unidade básica de saúde, é realmente cuidar do paciente. Se quebrar uma torneira, não tem que fazer ofício, já tem o dinheiro em caixa para comprar. Tem algum reparo de manutenção, compra de equipamento simples, ou está faltando um filtro? A pessoa pode comprar. Eu tenho certeza de que a descentralização desse recurso vai empoderar ainda mais o nosso Sistema Único de Saúde e dar mais recursos para ele”, comentou Celina Leão.

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Capacitação reúne mais de 100 profissionais para fortalecer gestão do BPC e do Cadastro Único no DF

Reunir as equipes que atuam no atendimento de Cadastro Único no Distrito Federal para tirar dúvidas e fazer atualização das normas foi o intuito da reunião promovida pela Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF) na sexta-feira (12) com mais de 100 pessoas, incluindo funcionários da instituição parceira, servidores e gestores da área. A meta foi viabilizar um espaço para ouvir os colaboradores e esclarecer dúvidas sobre o Benefício de Prestação Continuada (BPC), que recentemente passou por mudanças.   Representantes do INSS e do MDS participaram do encontro, que proporcionou debates com foco local e federal | Foto: Divulgação/Sedes-DF A Sedes-DF é a gestora do Cadastro Único no Distrito Federal, pré-requisito para que o cidadão possa receber o BPC. Além de equipes da Sedes-DF, a capacitação contou com representantes do INSS e do Ministério do Desenvolvimento e Assistência Social, Família e Combate à Fome (MDS).  “Convidamos representantes do INSS e do MDS, porque um operacionaliza a concessão e o acompanhamento do benefício, e o outro faz a gestão enquanto governo federal”, explicou a coordenadora de Transferência de Renda e Benefícios da Sedes-DF, Thaís Mandarino. “Por isso, optamos por chamar as duas áreas, para tirar as dúvidas, apresentar o benefício, elucidar algumas mudanças que foram feitas e impactam diretamente a concessão e na gestão do benefício, capacitando toda a nossa equipe.” “Ao promover espaços de diálogo com o governo federal e o INSS, fortalecemos o trabalho dos profissionais que atuam na ponta e asseguramos que as informações cheguem aos cidadãos com mais clareza, segurança e agilidade” Giselle Ferreira, secretária de Desenvolvimento Social A ideia de fazer um momento de explanação e de perguntas e respostas abordando o BPC, lembrou a gestora, surgiu por demanda da própria equipe. “A cada dois meses são realizadas ações de formação com os servidores da coordenação e rotineiramente com a equipe da OSC [Organização da Sociedade Civil] Mãos Solidárias, responsável pelo atendimento nos postos do Cadastro Único no DF”, detalhou A secretária de Desenvolvimento Social, Giselle Ferreira, reforçou: “Investir na formação contínua das equipes é fundamental para garantir um atendimento cada vez mais qualificado à população. Ao promover espaços de diálogo com o governo federal e o INSS, fortalecemos o trabalho dos profissionais que atuam na ponta e asseguramos que as informações cheguem aos cidadãos com mais clareza, segurança e agilidade”. Temas [LEIA_TAMBEM]Entre os tópicos abordados no encontro, destacaram-se dúvidas relacionadas à composição familiar e o atendimento em domicílio, que recentemente se tornou uma exigência. Outro questionamento foi a mudança do cálculo de renda para concessão do BPC e o desligamento voluntário, que era elaborado somente pela Sedes e agora pode ser operacionalizado pelo INSS. Thaís Mandarino enfatizou que transmitir as dúvidas e dificuldades é também uma forma de auxiliar o governo a entender como a prática funciona no dia a dia e o impacto das alterações na legislação. “Nós operacionalizamos e eles normatizam e fazem a gestão, então é um espaço aberto para sanar as dúvidas, porque às vezes a legislação não é tão clara, tem as interpretações”, pontuou.  O diretor de Gestão de Benefícios Assistenciais do MDS, Hernany Gomes de Castro, falou sobre a importância da relação de proximidade entre o Governo do Distrito Federal (GDF) e o governo federal: “Essa relação interfederativa, é fundamental, porque a União não consegue, sozinha, alcançar e atender todo mundo. Essa convergência de esforços se desdobra, em última instância, na melhoria da qualidade do atendimento para a população”. Benefício de Prestação Continuada O BPC é um direito previsto na Lei Orgânica da Assistência Social (Loas) que garante um salário mínimo por mês à pessoa idosa e à pessoa com deficiência (PcD) de qualquer idade, mediante comprovação de ser de família de baixa renda.  Para saber mais sobre como realizar todo o processo, procure informações junto ao Centro de Referência de Assistência Social (Cras) mais próximo de sua residência ou acesse o site da Sedes-DF.    *Com informações da Secretaria de Desenvolvimento Social (Sedes-DF)

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Distrito Federal bate recorde e alcança 56 mil cirurgias feitas em um ano

O Distrito Federal alcançou um recorde histórico e ultrapassou a marca de 56 mil cirurgias feitas em 2025 em unidades públicas. O resultado é fruto de um esforço concentrado para reduzir as filas de espera por procedimentos cirúrgicos na capital federal. A dedicação, expressa especialmente por meio de programas como o Opera DF, aponta o caminho a ser percorrido: o programa permite que cirurgias mais simples sejam feitas na rede privada parceira, abrindo espaço para que procedimentos complexos sejam realizados nas unidades da Secretaria de Saúde (SES-DF). O último recorde, de 46 mil cirurgias atendidas na rede pública, tinha sido alcançado em 2019. “A gente tem uma fila de espera muito grande, e essa fila é dinâmica, porque ela aumenta diariamente. Mas, ao mesmo tempo, nós estamos atacando essa fila com cirurgias eletivas. Então, a gente consegue com isso atacar a fila das cirurgias, deixar a nossa rede para alta complexidade e reduzir o tempo de espera”, destacou a governadora Celina Leão, em evento no Palácio do Buriti. O secretário de Saúde, Juracy Lacerda, comemorou a marca alcançada. “Nós sabemos que mais resultados virão. Eu não poderia deixar de agradecer a todos os servidores da saúde, porque nós alcançamos um recorde histórico de cirurgias na rede. Esse recorde não veio de maneira aleatória. Nós temos um time comprometido dentro dos nossos centros cirúrgicos com projeto, com ferramentas de controle e os resultados têm aparecido. É importante colocar que esses resultados repercutem diretamente para a população. Nós queremos reduzir o tempo de espera. É inadmissível ter paciente aguardando há vários anos por uma cirurgia. E eu, como médico de formação e gestor, fiz o juramento de tentar buscar o melhor para os nossos pacientes. Nós temos feito isso com compromisso e seriedade dentro da Secretaria de Saúde”, celebrou. Governadora Celina Leão: “A gente tem uma fila de espera muito grande, e essa fila é dinâmica, porque ela aumenta diariamente. Mas, ao mesmo tempo, nós estamos atacando essa fila com cirurgias eletivas" | Fotos: Paulo H. Carvalho/Agência Brasília Ao desafogar a rede pública, o Opera DF permite reduzir o tempo de espera de pacientes que aguardam por uma intervenção cirúrgica. “O OperaDF nada mais é do que colocar luz em procedimento cirúrgico, ou seja, um projeto revisitado constantemente, que melhora a eficiência e eficácia dos nossos centros cirúrgicos e atrela a cirurgia de menor complexidade para a rede privada. O Opera DF é tudo isso. Então, nós mapeamos todos os nossos centros cirúrgicos e iniciamos um modelo de gestão, que reduz etapas para trazer mais eficiência e eficácia. E isso tem repercutido num acréscimo de cirurgias mensal. Nós temos observado a curva aumentando, mês a mês." Apesar do pouco tempo, os resultados já são sentidos pela população. “Tínhamos um tempo de espera de mais de mil dias para cirurgia de varizes. Hoje, está em torno de nove dias. Nós tínhamos um tempo de espera que ultrapassava dois anos para cirurgia de hérnia; agora, são 50 dias”, exemplificou Juracy. Programa Logo no lançamento do Opera DF, em outubro de 2025, a SES-DF contratou sete hospitais e três empresas de anestesia para executar milhares de cirurgias eletivas de diversas especialidades na rede pública e complementar. À época, foram beneficiados pacientes que aguardam procedimentos cirúrgicos em urologia, cirurgia geral, cirurgia vascular e cirurgia de cabeça e pescoço. Na abertura do programa, foram contratados nove mil procedimentos.   Os hospitais contratados devem fazer consultas antes e após as cirurgias, realizar a avaliação prévia com cardiologista, oferecer o acompanhamento pré-anestésico e dispor de equipamentos, insumos e curativos pós-operatórios e eventuais biópsias, além de internação pós-operatória, caso necessário. O Distrito Federal alcançou um recorde histórico e ultrapassou a marca de 56 mil cirurgias feitas em 2025 em unidades públicas Os editais são elaborados conforme a nova lei de compras públicas, a 14.133/2021, e se beneficiam da experiência obtida pela pasta em contratações anteriores. A iniciativa recebeu a aprovação do Conselho de Saúde do Distrito Federal e as empresas passam por avaliação técnica, administrativa e jurídica antes da assinatura do contrato com o poder público. Os pacientes contemplados pelo Opera DF já são acompanhados pela rede pública e são encaminhados para cirurgia conforme critérios técnicos do Complexo Regulador do Distrito Federal. Além dos procedimentos, por meio do Opera DF, a Secretaria de Saúde contratou serviços de anestesiologia. Com as 5 mil horas de plantões já adquiridas, é possível viabilizar o funcionamento das salas cirúrgicas dos hospitais da própria pasta, nos três turnos, e atender pacientes adultos e pediátricos.

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Com apoio da FAPDF, GDF participa de lançamento do Hub de Inovação Aeroespacial

O Hub de Inovação Aeroespacial do Parque Científico e Tecnológico da Universidade de Brasília (PCTec/UnB) foi lançado oficialmente nesta terça-feira (16), durante o evento SpaceBR Show 2026, realizado no Expo Center Norte, em São Paulo (SP). A iniciativa tem a Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) e a Agência Espacial Brasileira (AEB) entre os parceiros, com objetivo de ampliar o protagonismo de Brasília no desenvolvimento de soluções voltadas à economia espacial, à inteligência territorial e à soberania nacional. Apresentado em um dos maiores eventos do setor espacial da América Latina, o hub nasce como uma plataforma de articulação entre governo, universidades, centros de pesquisa, empresas, startups, investidores e organismos internacionais. A proposta é criar um ambiente colaborativo para o desenvolvimento de projetos de alta complexidade, com foco em áreas como defesa, uso de dados espaciais, inteligência artificial e governo digital. Hub nasce como uma plataforma de articulação entre governo, universidades, centros de pesquisa, empresas, startups, investidores e organismos internacionais | Foto: Divulgação/FAPDF A iniciativa alinha-se a uma trajetória já consolidada da UnB em pesquisas e missões aeroespaciais. Com infraestruturas física e digital modernas, a universidade tem desenvolvido estudos em sistemas propulsivos, incluindo motores de foguete produzidos por manufatura aditiva em metal e propulsores elétricos a plasma pulsado. Também se destacam missões reais como a AlfaCrux, primeira missão satelital inteiramente brasiliense, financiada pelo Governo do Distrito Federal (GDF) por meio da FAPDF, e o Serpens, desenvolvido em parceria com a Agência Espacial Brasileira (AEB).  Na cerimônia de lançamento, estiveram presentes representantes das instituições parceiras, entre eles Leonardo Souza, fundador da Ideia Space; Lucas Fonseca, CEO da Airvants; José Vagner Vidal, CEO do Instituto Start; Jeferson Rodrigues de Freitas, representante institucional da Saipher ATC; e Daniel Rosa, diretor da Fundação de Empreendimentos Científicos e Tecnológicos (Finatec). Também participaram Douglas Silveira, chefe de Comunicação da FAPDF; Rodrigo Leonardi, diretor de Gestão de Portfólio da Agência Espacial Brasileira (AEB); Leila Maria Garcia Fonseca, coordenadora de Estudos Estratégicos e Novos Negócios da AEB; e Renato Borges, diretor do PCTec/UnB. A missão brasiliense AlfaCrux, 100% financiada pela fundação, colocou Brasília em evidência no cenário espacial brasileiro ao demonstrar a capacidade de nossas instituições de desenvolver tecnologia de ponta e formar talentos para o setor aeroespacial. “O Hub nasce justamente para ampliar esse legado, fortalecendo a conexão entre universidade, governo e iniciativa privada e posicionando o Distrito Federal como um dos principais polos de inovação aeroespacial do país”, destaca o presidente da FAPDF, Leonardo Reisman.  Segundo o professor Renato Borges, diretor do Parque Tecnológico da UnB, o Distrito Federal reúne condições singulares para liderar esse movimento. “Nosso hub foi concebido não como um parque industrial tradicional, mas como um ambiente estratégico de articulação tecnológica e inovação cooperativa em áreas essenciais para o futuro do país”, afirma. Rodrigo Leonardi ressaltou: “O Hub representa um ponto de encontro do ecossistema espacial, não apenas do Distrito Federal, mas de forma articulada com o restante do país e com organizações no exterior. Ele tem potencial para atrair, de maneira dinâmica, os atores necessários para esse ecossistema, como governo, academia e iniciativa privada. A partir de agora, o desafio é traduzir essa visão em resultados, em oportunidades para estudantes, professores, investidores e para a economia local, fortalecendo Brasília como um importante polo aeroespacial”. Entre os principais eixos de atuação estão inteligência artificial aplicada, monitoramento territorial, drones, nanossatélites, segurança cibernética, tecnologias de uso dual e desenvolvimento de startups deep tech. A proposta também prevê programas de aceleração, inovação aberta e espaços para experimentação regulatória de novas soluções aeroespaciais. Entre os principais eixos de atuação estão inteligência artificial aplicada, monitoramento territorial, drones, nanossatélites, segurança cibernética, tecnologias de uso dual e desenvolvimento de startups deep tech A estrutura prevista inclui laboratórios especializados, estação de comando e controle, espaços de coworking, áreas para prototipagem e testes, plataformas de dados geoespaciais, simuladores computacionais, laboratório de cibersegurança e infraestrutura de supercomputação. Além da UnB, da FAPDF e da AEB, estão entre os parceiros nacionais empresas e instituições como Saipher ATC, Instituto Start, Ideia Space e Airvants. A iniciativa também prevê cooperação internacional com a Universidade de Vigo, na Espanha; a Universidade de Nottingham, no Reino Unido; a Alén Space, do grupo GMV; e a UARX, também da Espanha. A atuação da FAPDF contribui para fortalecer iniciativas que ampliam a capacidade de produção de conhecimento e impulsionam áreas consideradas prioritárias para o futuro da capital federal. O lançamento ocorreu logo após o painel “Parques Tecnológicos: Construindo Novas Fronteiras de Inovação no Brasil”, dentro da programação do SpaceBR Show 2026, que vai até esta quinta-feira (18), no Expo Center Norte, em São Paulo, e reúne autoridades, pesquisadores, empresas, startups, investidores e especialistas ligados à economia espacial. Serviço SpaceBR Show 2026 Data: até quinta-feira (18) Local: Expo Center Norte, Pavilhão Azul Endereço: Rua José Bernardo Pinto, 333 — Vila Guilherme, São Paulo (SP) Inscrições: SpaceBR Show.  *Com informações da FAPDF

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Assegurada a regularização fundiária dos trechos 2 e 4 de Vicente Pires

A Vara de Meio Ambiente, Desenvolvimento Urbano e Fundiário do Distrito Federal julgou improcedente, nesta semana, a ação civil pública ajuizada pela Associação de Moradores de Vicente Pires e Região (Amovipe) contra a Companhia Imobiliária de Brasília (Terracap) e o Distrito Federal. A entidade buscava suspender a regularização fundiária dos trechos 2 e 4 de Vicente Pires e invalidar os atos da venda direta dos imóveis aos ocupantes, incluindo editais, contratos e cobranças. A decisão chega em um momento decisivo para Vicente Pires. Os trechos 1 e 3, que já integravam o patrimônio da Terracap, estão com a regularização praticamente concluída, com lotes registrados em cartório desde 2017 e milhares de escrituras emitidas. Os trechos 2 e 4 têm uma trajetória diferente: as áreas pertenciam à União e só passaram ao patrimônio da Terracap após acordo firmado entre os governos federal e distrital em 2022, etapa que destravou juridicamente o avanço da regularização nessas regiões. Com a transferência consolidada, a Terracap deu início à fase prática da regularização do Trecho 2 por meio do Edital nº 03/2026, que disponibilizou 738 imóveis residenciais para venda direta aos ocupantes. O chamamento recebeu uma adesão expressiva, próxima de 95%, número que a Companhia destaca como reflexo da confiança da comunidade no processo conduzido em parceria com o Governo do Distrito Federal. Desde 2019, a região já recebeu cerca de R$ 500 milhões em investimentos públicos | Foto: Divulgação/Terracap Desde 2019, a região já recebeu cerca de R$ 500 milhões em investimentos públicos em infraestrutura, drenagem, pavimentação, iluminação e sinalização, obras que pavimentaram as condições técnicas para a titulação dos imóveis. Decisão Na sentença assinada nesta segunda-feira (15), o juiz Carlos Frederico Maroja de Medeiros rejeitou todas as preliminares e, no mérito, afastou integralmente os argumentos apresentados pela associação autora. A decisão confirma o que a Terracap sustentou ao longo do processo: a regularização em curso é juridicamente sólida, conduzida com base em titularidade dominial comprovada por registro imobiliário e amparada pela legislação federal de regularização fundiária (Lei nº 13.465/2017). A sentença é enfática ao registrar que a associação autora não apresentou nenhuma prova concreta capaz de sustentar suas alegações, limitando-se a presunções genéricas sobre vínculos do passado, insuficientes, segundo o juízo, para colocar em dúvida um processo amparado por registro público e por anos de atuação técnica da companhia. O magistrado também destacou o risco de dano ao interesse coletivo caso a regularização fosse interrompida: a paralisação do processo prolongaria a insegurança jurídica em uma área urbanisticamente consolidada há décadas, afetando um número expressivo de famílias que já avançaram na regularização de seus imóveis. Esse entendimento foi acompanhado pelo parecer final do Ministério Público do Distrito Federal e Territórios (MPDFT), que opinou pela improcedência da ação e destacou que a Lei nº 13.465/2017 foi concebida justamente para integrar núcleos urbanos informais ao ordenamento territorial, assegurando segurança jurídica aos ocupantes.   *Com informações da Terracap

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Blitz mobiliza voluntários para ampliar apoio a pacientes oncológicos

A solidariedade ganhou espaço na sede administrativa do Instituto de Gestão Estratégica de Saúde do Distrito Federal (IgesDF) nesta quarta-feira (17). Voluntários da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília realizaram a primeira edição da Blitz Solidária para apresentar o trabalho desenvolvido com pacientes oncológicos e mobilizar novos apoiadores para os mais de 40 projetos mantidos pela instituição. A ação mostrou para a população como contribuições simples podem fazer diferença na vida de quem está em tratamento da doença e familiares.  A coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, Larissa Bezerra (C), em atuação durante a Blitz Solidária | Fotos: Ualisson Noronha/IgesDF A mobilização percorreu a entrada do edifício PO700 e diversos setores administrativos do Instituto, levando informações sobre formas de doação, voluntariado e iniciativas voltadas ao paciente. Além dos colaboradores do IgesDF, a mobilização também alcançou profissionais da Secretaria de Saúde do Distrito Federal (SES-DF) e de áreas do Ministério da Saúde que atuam no complexo administrativo.  “Há pacientes para quem o câncer não é o único problema. Por isso, trabalhamos com acolhimento integral, oferecendo suporte em diferentes áreas da vida dessas pessoas” Larissa Bezerra, coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília Atualmente, a Rede Feminina mantém mais de 40 projetos sociais voltados ao acolhimento e à assistência de pessoas em tratamento oncológico. Todas as atividades são financiadas exclusivamente por doações, o que torna o apoio da sociedade fundamental para garantir a continuidade dos atendimentos. A coordenadora da Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília, Larissa Bezerra, explica que a blitz surgiu da necessidade de levar a instituição até as pessoas e ampliar o conhecimento sobre o trabalho realizado. “Muitos ainda não conhecem a Rede Feminina. Nosso objetivo é mostrar de perto o que fazemos e como uma simples doação pode impactar a vida de quem enfrenta o câncer”, destaca. Segundo ela, os desafios enfrentados pelos pacientes vão muito além do tratamento da doença. Questões como insegurança alimentar, dificuldades financeiras e falta de apoio familiar também fazem parte da realidade de muitas pessoas atendidas pela instituição.  “Há pacientes para quem o câncer não é o único problema. Por isso, trabalhamos com acolhimento integral, oferecendo suporte em diferentes áreas da vida dessas pessoas”, explica. Entre os voluntários que participaram da mobilização estava Adriana Lago (C), integrante da Rede Feminina há dez meses Fortalecimento da rede Além das doações por meio do Pix Solidário, a instituição recebe apoio por meio do voluntariado, da doação de cabelos para confecção de perucas, da arrecadação de cestas básicas e de outras iniciativas voltadas ao fortalecimento da rede de apoio aos pacientes.  “Quanto mais pessoas conhecerem o projeto, mais pacientes conseguiremos acolher e ajudar. Esse trabalho só acontece porque existe solidariedade” Adriana Lago, integrante da Rede Feminina Entre os voluntários que participaram da mobilização estava Adriana Lago, integrante da Rede Feminina há dez meses. Para ela, cada conversa representa uma oportunidade de ampliar o alcance do trabalho desenvolvido pela entidade. “Quanto mais pessoas conhecerem o projeto, mais pacientes conseguiremos acolher e ajudar. Esse trabalho só acontece porque existe solidariedade”, ressalta. A expectativa é que a Blitz Solidária passe a integrar o calendário de ações da instituição e seja realizada em diferentes pontos do Distrito Federal, como feiras, eventos esportivos, espaços culturais e locais de grande circulação. “A proposta é aproximar a solidariedade das pessoas e mostrar que ninguém precisa enfrentar sozinho uma das fases mais difíceis da vida”, conclui Larissa. Como ajudar ⇒ A Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília recebe doações por meio do Pix Solidário  ⇒ Chave Pix: 61 98580-4019  ⇒ Favorecido: Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília (Banco do Brasil) Ações que fazem a diferença [LEIA_TAMBEM]Além da Blitz Solidária, a Rede Feminina de Combate ao Câncer de Brasília mantém uma série de iniciativas voltadas ao acolhimento e ao apoio de pacientes em tratamento oncológico e seus familiares. Nesta semana, a instituição também promove um mega bazar no jardim do Hospital de Base do Distrito Federal (HBDF). A ação segue até sexta-feira (19), das 8h às 17h, com mais de 10 mil produtos à venda. Toda a renda arrecadada é destinada à manutenção dos projetos desenvolvidos pela entidade. O bazar é aberto ao público e oferece itens como roupas, casacos, acessórios e utilidades domésticas em excelente estado de conservação. Os pagamentos podem ser realizados em dinheiro, PIX, cartão de débito ou crédito, com possibilidade de parcelamento em até dez vezes sem juros.  *Com informações do IgesDF 

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Segundo ciclo do RenovaDF oferece 1,7 mil vagas e novas regras de participação para ex-alunos

O Governo do Distrito Federal (GDF) lançou, nesta quarta-feira (17), o segundo ciclo do programa RenovaDF, que agora vai receber também ex-alunos da iniciativa. A cerimônia integrou a programação do Feirão do Trabalhador, um evento com palestras e serviços voltados para a geração de renda que ocorre até sexta-feira (19), das 8h às 19h, em frente ao Museu Nacional da República. A nova etapa do RenovaDF vai beneficiar diretamente 1.770 novos alunos, com vagas para o curso de auxiliar de manutenção, voltado para a área da construção civil. A governadora Celina Leão participou do lançamento e celebrou o impacto social da iniciativa, ressaltando o foco no acolhimento de públicos vulneráveis, como mães solo, a comunidade LGBT e cidadãos que buscam sair da extrema vulnerabilidade. "Esse é um programa de que a gente tem muito orgulho, por ser muito democrático. Esta edição, em especial, é um pedido nosso: temos pessoas que estavam em situação de rua e a gente quer dar uma segunda chance. Ele cria oportunidade e gera qualificação profissional para que a pessoa seja autônoma, independente do Estado, e os resultados são maravilhosos", destacou a chefe do Executivo local. A nova etapa do RenovaDF vai beneficiar diretamente 1.770 novos alunos, com vagas para o curso de Auxiliar de Manutenção, voltado à área da construção civil | Fotos: Matheus Borges / Agência Brasília Este ciclo inaugura regras inéditas. Agora, pessoas que participaram do RenovaDF há mais de cinco anos podem se inscrever novamente para disputar uma nova qualificação e aprender as atividades oferecidas pelo programa. Os requisitos básicos de participação seguem os mesmos e exigem que o candidato seja maior de 18 anos, comprove residência no Distrito Federal e esteja desempregado. "Esse é um programa que a gente tem muito orgulho, por ser muito democrático. Esta edição, em especial, é um pedido nosso: temos pessoas que estavam em situação de rua e a gente quer dar uma segunda chance" Governadora Celina Leão Ao detalhar as inovações desta edição, a governadora explicou que a decisão de permitir a reinscrição de antigos participantes atende a uma demanda da própria comunidade por mais qualificação contínua. "Muitas pessoas queriam aprender um pouco mais, até outras coisas, outras habilidades. E aí a gente tirou essa vedação para um prazo mínimo, para a gente fazer isso também dando oportunidade para outras pessoas, mas você não fica vedado de participar novamente", esclareceu, ao reforçar que o ciclo do programa se renova constantemente para abraçar quem deseja continuar crescendo profissionalmente. A formatura do primeiro ciclo de 2026 do RenovaDF ocorreu nesta terça-feira (16), com 955 alunos formados em curso de qualificação profissional voltado à construção civil e à manutenção urbana. As aulas serão ministradas pelo Serviço Nacional de Aprendizagem Industrial do Distrito Federal (Senai-DF), com carga horária mínima de 240 horas, divididas em três etapas de 80 horas. A formação inclui noções práticas de carpintaria, jardinagem, eletricidade, encanamento, serralheria e alvenaria. O objetivo do programa é aliar qualificação profissional e cuidado com a cidade, e permitir que os alunos aprendam a função atuando em atividades supervisionadas de manutenção de equipamentos públicos. Os trabalhos desta etapa terão início pelo Plano Piloto. As vagas estão distribuídas nos turnos matutino, vespertino e noturno.   O secretário de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet), Thales Mendes, destacou que o RenovaDF atua como uma ponte essencial entre a população desempregada e o setor produtivo, ao solucionar a carência de mão de obra qualificada na capital. "O Renova se encaixa numa demanda da nossa cidade porque existem muitas vagas de emprego, as empresas querem contratar e não tem gente qualificada. Então aqui a gente qualifica as pessoas, oferta essas pessoas qualificadas com o mercado de trabalho", explicou. O gestor também valorizou a certificação de peso garantida pela parceria com o Senai-DF e comentou a decisão de permitir o retorno de antigos alunos, atendendo a pedidos de quem não conseguiu concluir a formação anterior ou deseja se reciclar. "Nós abrimos a oportunidade para essas pessoas se requalificarem, porque a vaga ainda existe aberta, então as empresas querem contratar. O objetivo final é que ela saia contratada ao final do curso", concluiu o titular da Sedet, ao celebrar o impacto de uma iniciativa que classificou como "altamente democrática, participativa e popular". Benefícios e certificação Durante o curso, os participantes selecionados recebem uma bolsa-auxílio de R$ 1.621, que corresponde a um salário mínimo a cada 80 horas concluídas. Além da remuneração, os alunos têm direito a auxílio-transporte ou Passe Livre, seguro contra acidentes pessoais, uniforme, kit pedagógico e equipamentos de proteção individual (EPIs). Para receber o certificado ao fim da formação, é necessário cumprir uma frequência mínima de 75% da carga horária e ter um aproveitamento de pelo menos 80% no curso. R$ 1.621 Valor da bolsa-auxílio, para cada 80 horas concluídas de curso no RenovaDF   Novidades no edital e vivência profissional Apesar das novas regras de participação, a classificação, organizada pela Secretaria de Desenvolvimento Econômico, Trabalho e Renda (Sedet-DF), continua utilizando como base a situação de vulnerabilidade socioeconômica, a renda familiar e o número de filhos menores de 14 anos. Outro destaque do edital é a criação de uma etapa de vivência profissional direcionada aos alunos de alto aproveitamento. Participantes que concluíram o 1º ciclo de 2026 poderão ser selecionados para estagiar em prática profissional por mais três meses em uma empresa ou organização credenciada, mantendo o recebimento da bolsa a cada 80 horas cumpridas. Desde que foi criado, o RenovaDF consolidou-se como um dos maiores projetos de qualificação e zeladoria da capital. Já foram certificados 31.345 alunos e recuperados 3.150 equipamentos públicos em todo o Distrito Federal. Novas oportunidades Para Vanderleia Lima Moreira, de 59 anos, moradora do Entorno que saiu de madrugada para o evento, a aprovação no novo ciclo do RenovaDF representa uma chance essencial para o sustento de sua casa, já que ela é a principal responsável por cuidar de um filho com necessidades especiais e do marido, que sofreu um AVC. Após tentar participar de edições anteriores sem sucesso, ela finalmente conseguiu o encaminhamento por meio da agência do trabalhador de Brazlândia e comemora a primeira participação no programa. Animada com a oportunidade de melhorar a renda familiar, ela projeta um futuro mais promissor e reforça o impacto positivo da iniciativa do GDF: "Isso aqui é uma oportunidade para melhorar a minha vida e espero que melhore a vida de milhões de pessoas que aqui estão hoje. Eu recomendo o RenovaDF, meu filho já fez e, além da chance de emprego, foi muito bom o que ele ganhou para a gente sustentar a casa", afirmou a dona de casa. Vanderleia Lima Moreira: "Isso aqui é uma oportunidade para melhorar a minha vida e espero que melhore a vida de milhões de pessoas que aqui estão hoje" [LEIA_TAMBEM] Kelen Levi, de 39 anos, mãe do pequeno Anthony, de 1 ano e seis meses, comenta que a aprovação no novo ciclo do RenovaDF encerra uma espera de cerca de um ano e meio tentando ingressar no programa. Após receber a notícia da aprovação, a moradora de Água Quente encara a fase como um espaço fundamental de aprendizado e um reforço essencial para o orçamento da família, com o objetivo de ajudar o marido a manter as contas em dia. A dona de casa projeta continuar buscando conhecimento para dar um bom futuro ao filho e destaca que a bolsa-auxílio representa um ponto de partida importante na vida de quem precisa. "É conhecimento, oportunidade, crescimento, isso é muito bom, é satisfatório", afirmou. Ao refletir sobre o valor financeiro do benefício concedido, ela ressalta o impacto da medida: "Tem muitas famílias que precisam. É uma rentabilidade que ajuda bastante. E é um pontapé inicial. Desistir jamais", concluiu.

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IML oferece atendimento humanizado para vítimas de todas as idades

A nova sede do Instituto de Medicina Legal (IML) da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF) representou não apenas um avanço em termos estruturais e de modernização, mas também uma importante ampliação na humanização do atendimento às vítimas. Mesmo na antiga sede, o IML já contava com ambientes individualizados, projetados para evitar a revitimização dos atendidos. Com as novas instalações, a setorização dos espaços destinados à realização de perícias tornou-se ainda mais acolhedora e adequada às necessidades de cada público. O diretor-adjunto do IML, Roney Augusto Faria, destaca que a individualização dos atendimentos e a preservação das vítimas sempre fizeram parte da rotina do instituto desde o primeiro contato do público | Foto: Herbert Barbosa/PCDF A PCDF oferece a crianças e adolescentes vítimas de violência ambientes exclusivos, com recepção diferenciada, atendimento especializado prestado por médicos e enfermeiros, além de uma brinquedoteca, onde, inclusive, a criança pode escolher um brinquedo para levar para casa. Com isso, o instituto mantém campanha permanente para o recebimento de doações de brinquedos em bom estado. O diretor-adjunto do IML, Roney Augusto Faria, destaca que a individualização dos atendimentos e a preservação das vítimas sempre fizeram parte da rotina do instituto desde o primeiro contato do público, mesmo antes da publicação da Lei nº 7.909, de 16 de junho de 2026. Segundo ele, a nova estrutura ampliou ainda mais essas medidas. “A nova estrutura permitiu acomodar, receber e amparar as vítimas de uma maneira ainda mais humanizada. A própria ambientação, com a separação de ambientes, os profissionais ali presentes  — tudo compõe uma diferenciação e reforça a atuação pela não revitimização”, afirma o diretor. *Com informações da Polícia Civil do Distrito Federal (PCDF)

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Ocupantes de boxes do Shopping Popular são convocados para fazer recadastramento

A Secretaria Executiva das Cidades convoca os atuais ocupantes de bancas no Shopping Popular de Brasília para fazer recadastramento até o dia 27 de junho, na Administração Regional do SIA. A convocação está publicada no Diário Oficial do Distrito Federal desta quarta-feira (17).  Shopping Popular de Brasília, no SIA: notificação foi afixada nos boxes, com a lista dos documentos necessários para a atualização cadastral | Foto: Tony Oliveira/Agência Brasília [LEIA_TAMBEM]Além da publicação no DODF, a notificação foi afixada nos boxes do shopping, com a lista dos documentos necessários para a atualização cadastral e regularização da situação do ocupante junto à Administração Pública. Confira aqui a lista. O não atendimento à convocação poderá ensejar a adoção das medidas administrativas cabíveis, como a retomada do mobiliário.   Eventuais dúvidas poderão ser esclarecidas junto à Administração Regional do SIA, durante o horário regular de atendimento ao público. *Com informações da Segov-DF

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Divulgado resultado final do Programa Centelha 3 DF

A Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF) divulgou o resultado final do Programa Centelha 3 DF. Ao todo, 47 projetos foram aprovados na classificação geral da iniciativa, que incentiva a criação de empreendimentos inovadores e fortalece o ecossistema de ciência, tecnologia e inovação no Distrito Federal. Ao todo, serão destinados mais de R$ 4,7 milhões à concessão de subvenção econômica à inovação para apoio às propostas aprovadas. Desse total, pouco mais de R$ 3 milhões são oriundos do Fundo Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (FNDCT/Finep), enquanto cerca de R$ 1,7 milhão corresponde à contrapartida da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal. Os recursos serão concedidos a até 47 projetos de inovação, com valor unitário de até aproximadamente R$ 101 mil, conforme a disponibilidade orçamentária prevista no edital. Além disso, cada projeto poderá contar com até R$ 50 mil para concessão de Bolsas de Fomento Tecnológico e Extensão Inovadora, com recursos oriundos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Os recursos serão concedidos a até 47 projetos de inovação, com valor unitário de até R$ 100.968,95, conforme a disponibilidade orçamentária prevista no edital. Além disso, cada projeto poderá contar com até R$ 50 mil para concessão de Bolsas de Fomento Tecnológico e Extensão Inovadora, com recursos oriundos do Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq). Ao todo, serão destinados mais de R$ 4,7 milhões à concessão de subvenção econômica à inovação para apoio às propostas aprovadas | Foto: Divulgação/FAPDF Entre os projetos aprovados estão soluções voltadas a áreas como inteligência artificial e machine learning, tecnologia social, impacto socioambiental, nanotecnologia, automação, biotecnologia e genética, blockchain, internet das coisas, manufatura avançada, química e novos materiais, design, mecânica e mecatrônica. A diversidade das propostas evidencia a capacidade do ecossistema local de gerar soluções para diferentes setores da sociedade, com aplicações em saúde, meio ambiente, educação, agricultura, acessibilidade, gestão pública, sustentabilidade, economia digital e inclusão social. No resultado final, os projetos aprovados contemplam diferentes localidades do DF, reforçando o papel do programa na descentralização das oportunidades de inovação. Para o diretor-presidente da FAPDF, Leonardo Reisman, o resultado final do Centelha 3 DF mostra a força criativa e empreendedora do Distrito Federal. "São projetos que nascem de problemas reais, em áreas estratégicas para a sociedade, e que agora terão a oportunidade de avançar com mais estrutura, orientação e apoio. O papel da FAPDF é justamente esse: criar condições para que boas ideias saiam do papel, ganhem maturidade e possam se transformar em negócios de base tecnológica com impacto econômico e social”, afirma Leonardo. Sobre o Programa Centelha O Programa Centelha incentiva a transformação de ideias inovadoras em negócios por meio da oferta de recursos financeiros na modalidade de subvenção econômica, bolsas de apoio técnico, capacitações e suporte à estruturação dos empreendimentos. A iniciativa é promovida pelo Ministério da Ciência, Tecnologia e Inovação (MCTI), pela Financiadora de Estudos e Projetos (Finep) e pelo Conselho Nacional de Desenvolvimento Científico e Tecnológico (CNPq), em parceria com o Conselho Nacional das Fundações Estaduais de Amparo à Pesquisa (Confap) e a Fundação Certi. No Distrito Federal, o programa é executado pela FAPDF. A lista final dos projetos aprovados e suplentes está disponível no site da FAPDF. Clique aqui e acesse o resultado final.

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Governadora defende Brasília como hub tecnológico em reunião do Lide

A governadora Celina Leão defendeu, nesta quarta-feira (17), que Brasília tem condições de se consolidar como um dos principais polos tecnológicos do país. A declaração foi feita durante a abertura do 7º Brasília Summit, promovido pelo jornal Correio Braziliense em parceria com o Grupo de Líderes Empresariais (Lide), no Brasília Palace Hotel. Na abertura do encontro, Celina Leão afirmou: “Eu tenho como missão que Brasília seja a capital tecnológica, seja o Vale do Silício do Cerrado. Tenho certeza de que temos vocação para isso” | Foto: Lúcio Bernardo Jr./Agência Brasília “Eu tenho como missão que Brasília seja a capital tecnológica, seja o Vale do Silício do Cerrado”, declarou a chefe do Executivo. “Tenho certeza de que temos vocação para isso. Nós temos água suficiente para data center, temos capacidade energética e possibilidade de energia solar. Mas temos, principalmente, homens e mulheres que acreditam na força de quem entende.” Com o tema “Inteligência artificial e o impacto na gestão pública e privada”, o encontro reuniu autoridades, especialistas e empresários para discutir o uso da tecnologia na tomada de decisões, na gestão de recursos e na prestação de serviços à população. Atualização constante A Secretaria de Governança Digital e Integração foi criada em janeiro para coordenar todas as ações de tecnologia, inovação, serviços digitais e integração de dados na administração pública do DF Durante o discurso, Celina afirmou que o poder público precisa acompanhar as mudanças tecnológicas para não perder capacidade de resposta: “Se o poder público não se atualizar no momento que o mundo vive, ele já está sempre atrás do privado. Ele vai paralisar”. A governadora também citou a criação da Secretaria de Governança Digital e Integração (SGDI), considerada como uma das primeiras medidas da gestão na área. A pasta foi lançada em abril para coordenar ações de tecnologia, inovação, serviços digitais e integração de dados na administração pública do Distrito Federal. Segundo Celina, a centralização das soluções digitais permite reduzir compras duplicadas, integrar sistemas e usar dados para orientar decisões em diferentes áreas do governo. “Quando você faz aquisição, faz para o GDF inteiro”, apontou. “Isso traz duas vantagens: primeiro, economia financeira; segundo, dados coligados. Você não tem sistema que não fala com sistema”. “É uma cidade pronta para receber o valor agregado que a tecnologia traz. A partir do momento em que a gente abraçar esse setor, Brasília será um dos maiores hubs tecnológicos do mundo” Governadora Celina Leão A saúde pública também foi destaque no encontro. Por meio do programa Monitoramento Ativo e Inteligente da Jornada do Paciente, que conta com incentivo da Fundação de Apoio à Pesquisa do Distrito Federal (FAPDF), utilizam-se dados em tempo real e inteligência artificial para acompanhar a trajetória do paciente dentro da unidade de saúde, da entrada no hospital até a alta. “Nós temos hoje, no meu gabinete, todas as demandas do Distrito Federal monitoradas”, garantiu Celina. “Eu tenho um cirurgiômetro, sei quantas cirurgias acontecem no Distrito Federal por dia, quais hospitais estão mais lotados e quais ações preciso fazer.” Inteligência artificial e segurança pública Na segurança pública, Celina apontou o programa DF 360° como um dos exemplos do uso de inteligência artificial pelo governo. A plataforma integra videomonitoramento, dados operacionais e câmeras públicas e privadas para apoiar o trabalho das forças de segurança. “A gente consegue monitorar 4 milhões de placas de veículos por dia. Nós temos um dos maiores programas de monitoramento do país”, afirmou. [LEIA_TAMBEM]O DF 360° reúne recursos como leitura de placas, reconhecimento facial e compartilhamento de imagens entre Polícia Militar (PMDF), Polícia Civil (PCDF) e Corpo de Bombeiros (CBMDF). A plataforma também permite o cadastramento voluntário de câmeras privadas, ampliando a capacidade de monitoramento em áreas comerciais, residenciais e de grande circulação. Outro ponto destacado foi o Parque Tecnológico de Brasília, o Biotic. Celina lembrou que o GDF trabalha na assinatura que deve permitir a instalação de 65 empresas no espaço destinado ao setor de inovação. “É uma cidade pronta para receber o valor agregado que a tecnologia traz”, resumiu. “A partir do momento em que a gente abraçar esse setor, Brasília será um dos maiores hubs tecnológicos do mundo”. 

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GDF reforma pronto-socorro do Hospital Regional de Planaltina e reforça atendimento à população

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